Coletânea

História, liberdade & mundo

Liberdade e Escravidão

1:25:52 · ~74 min de aula10 de outubro de 2023Transcrição automática · em revisão
  • liberdade e escravidão
  • a vocação de dominar
  • tomar as rédeas da própria vida
  • sacerdote, profeta e rei (o batizado)
  • o sacerdócio real do batismo
  • o crítico (passado, fé, verdade)
  • o roteirista profético (futuro, esperança)
  • o personagem-rei no palco (presente)
  • religare (religar o passado com a ordem do mundo)
  • a fé como fundamento da esperança

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 12:07.

Vamos lá, então. Conversamos mais do que deveríamos. Vamos tentar deixar um tempo no final também, para a gente falar sobre alguma dúvida. Na semana passada, vocês sabem que até 2020, 2021, eu não tinha rede social nenhuma, né?

Citações verbatim

Trechos da aula

As pessoas não querem mesmo, muitas pessoas não querem mesmo aprender e tomar as rédeas da própria vida, dominar.
— Prof. Diego Reis
as pessoas muito fracas não querem usufruir da liberdade. Elas realmente preferem ser escravas.
— Prof. Diego Reis
Então, quando vocês olham lá, o batizado, ele é sacerdote, profeta e rei.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Fala, Rony. Boa noite, meu irmão. Saudações Cearense. Fala, Heron. Tranquilo, meu irmão. Seja bem-vindo. Fala aí, Vi. Boa noite.

Boa noite, Jéssica. Boa noite, Vivian. Boa noite, Malu, Simone, Vinícius. Boa noite, Jaime. Obrigado, meu irmão. Boa noite, Renata, Marcos, Letícia. Boa noite, Sibeli, Neto. Boa noite, Gabriela. Ah, é o Luís. Fala, Luís. Tranquilo, meu irmão. Bem nua.

Boa noite, Sueli. Boa noite, meu. Boa noite, Ângela. Tiago, Ludmilla, Filipe. Boa noite, Alberto. Boa noite, Gabriel. Andreia. Fala, Eduardo. Boa noite, Letícia. Letícia de Campinas. Fala, Drake. Tranquilo, meu irmão. Lívia. Beridiana. Boa noite, Daniel. Stefani, Fabiana, Renan, Raíssa, Elaine. O som está bom? Fale, Kinami. Estou na mesma mesa, cara. Mesma mesa. Só, ao invés de estar virado para a janela, estou virado para a parede.

É que eu ia colocar aqui as três pessoas aqui, mas não deu tempo. Me enrolei. Fala, Vitor. Vamos rezar pelo Guilherme. Amém. Roseli Feres, boa noite, meu irmão. A comunidade ordenando a vida demais. Está bom, não é? Vocês sabem que nem eu esperava na comunidade fazer um módulo daquele jeito de domínio do tempo. Acabou que ficou diferente, não é?

Então, a gente vai primeiro gastar bastante tempo ali, dominando o tempo. Depois a gente passa para o espaço e a gente vai ver tudo dos lugares que a gente vive, organização de casa, os espaços que a gente passa tempo. Boa noite, Stephanie, Júlia. Fala, Nicolas. Boa noite, Viviane. Boa noite, Anaína. Luana. Boa noite, Patrick. É uma tela para desenhar? Não, essa não. Aonde eu dou as aulas? Lá no escritório, que é toda preta, onde eu desenho com giz?

Lá, é. Essa aqui, não. Essa aqui fica um quadro aqui atrás. Vou matar a senha agora. Comunidade, livro, curso. Dando certo por aqui. Maravilha. Laísa. Laila. Rafaela, boa noite. Natal. Aluno. Boa noite, professor. Fala, Gabriel. Professor, na comunidade o senhor disse que o sacramento do batismo muda o homem substancialmente. Por que conheço pessoas batizadas que não mudaram de vida? É porque elas mudaram, Letícia, substancialmente.

Tem uma live aí? que eu falo entre a diferença de um navio que tem capela e tem Santíssimo, um navio que tem capela e não tem Santíssimo e um navio que não tem capela. Então, nesse caso aí, Letícia, a gente está falando de um navio que tem capela e não tem Santíssimo, porque ele é batizado. Se ele é batizado, ele tem uma mudança substancial, estrutural, ou seja, na construção do navio tem capela. Então, ele tem uma inclinação maior para receber o Santíssimo, entende? É possível um navio sem capela receber o Santíssimo, mas é mais difícil, né?

Porque lá não tem lugar para ele. É o não batizado que vive muito bem, você entende? Substancialmente, é uma palavra que se entende, vocês têm que pensar em construção base, em terra, tá? Então ele é só isso, um navio com capela onde a capela fica vazia. Ele é batizado, por isso tem capela na estrutura, um compartimento do navio é uma capela, você entende? Essa é a diferença da pessoa batizada. Ela realmente é substancialmente muito diferente de uma pessoa não batizada. Roseli. Já estou quase me sentindo um frango no Maracujá me temperando dos reis.

É isso, né? Aí tem mudança substancial, né? A gente não consegue desfazer depois a tal da segunda natureza, né? Fala, Ricardo. Eduardo. Ah, o Renan falou aí, ó, o nome da live é Introdução à Virtudes. Eu falo sobre substância, natureza e essência, né? Fala, Vitor. Estou bem, graças a Deus. Está tranquilo, meu irmão? Em uma aula...

Que horas são? 9 e 10, né? Já está na hora de eu começar. O senhor falou sobre a automatização da oração vocal. que não havia problema nisso, pois assim ficava liberado para meditar. Mas e quando os pensamentos da meditação ficam repetidos? Eu não sei se você está lá na comunidade, mas no módulo de domínio do tempo tem uma aula que eu respondo sobre isso. A resposta não é simples, não. Não é difícil, só demora um tempo para eu explicar para vocês. Quando vocês falam, mas de um modo geral, é o seguinte.

Quando vocês falam uma palavra na oração, antes de vocês pronunciarem a palavra, vocês já conversaram com Deus na consciência. Se ela não foi feita de modo automático, Se ela é fruto realmente de uma pessoa presente conversando com Deus, essa pessoa não precisaria nem falar a palavra nenhuma. Essa é a base da vida intelectual humana. Nada chega... no mundo intelectual sem antes passar pelos sentidos. Então, se vocês vão falar alguma palavra intelectualmente, ou seja, vocês vão enviar a vida intelectual para depois voltar para o personagem.

Entende? Vocês, com roteirista, vão fazer um roteiro de pronúncia a palavra. Aí, quando vocês derem para o personagem ir no palco, no mundo material, para falar a palavra, isso tudo já aconteceu no mundo intelectual. Então, quando vocês pronunciam a palavra, vocês já rezaram há muito tempo. Amanhã o Bento deve responder vocês. Eu estava em umas semanas diferentes. Então, o Bento, coitado, ele se ferra muito porque as minhas últimas semanas foram muito diferentes.

Acho que está sem vagas, a Jéssica falou. Às vezes, quando ele para de marcar. Quando fica muito enrolado, ele para de marcar. E não dá para ele sair falando com todo mundo, que é muita gente que fala com ele. E aí, ele tem que esperar resolver uma pessoa, fechar a vaga. Então, ele fala com a pessoa, espera a pessoa. Comunidade, a tarde livre, a noite live. Maravilha. O meu vizinho aí, Pedro, aqui do Flamengo. Seja bem-vindo, meu irmão. Professor, por que não faz a live pelo Instagram ao mesmo tempo?

Dá pra fazer aqui com a mesma câmera, né? Ligado nos dois, não é isso? É porque a ideia agora não é competir, né? Com o Instagram, não. Pô, tem 110 pessoas no Instagram. Mais 200 aqui? Pô, semana passada eu não sabotei o pessoal do Instagram não, tá? É que eu esqueci, tava o fio ligado aqui, eu achei que tivesse ligado na bateria, mas não tava ligado o carregador, aí a bateria acabou, desligou o celular. A gente ficou só por aqui, mas foi só no finalzinho, né?

É, eu já expliquei pro pessoal que... É... Eu tô recebendo umas sabotagens aí do Instagram, né? normal, né? Acho que é normal. Já tinham me falado sobre isso. Eu tava esperando só acontecer pra tomar vergonha na cara e vir aqui pro YouTube, né? OBS, tem sim, pelo OBS. Três vídeos por semana na comunidade. É, ou Veridiana, são... Na comunidade são dois vídeos por semana, né? Um meu e um da Maria. Só que agora, no começo, eu percebi que eu tinha que botar mais uns vídeos lá.

E os vídeos de dúvida eu não conto, não, entendeu? Você deve estar contando os vídeos que eu boto tirando dúvidas da galera. E a gente vai divulgar um dia que vamos fazer nós dois uma... Eu e a Maria vamos fazer uma live fechada, não só para a comunidade. no YouTube. A Maria me falou que dá para fazer isso, a gente vai fazer pelo YouTube, fechada. Vai mandar o link lá para o pessoal da comunidade, para a gente conversar sobre os nossos assuntos lá. Fala, Alex. Santana, Rio Grande do Sul.

Beleza. Vamos lá, então. Conversamos mais do que deveríamos. Vamos tentar deixar um tempo no final também, para a gente falar sobre alguma dúvida. Na semana passada, vocês sabem que até 2020, 2021, eu não tinha rede social nenhuma, né? E morava na África, lá em São Tomé e Príncipe. E aí, no meio do Covid, eu fiz rede social. É engraçado que, quando entrei nas redes sociais, já tinha um movimento imenso, já tinha muita coisa nas redes sociais.

É tarde, 2020, o pessoal já estava há muitos anos se temperando das redes sociais. E vocês sabem que eu converso muito com a minha esposa, a gente conversa muito aqui. Eu falava muito para a minha esposa das consequências de várias coisas que, na época, estavam sendo abraçadas como solução de vários problemas. Estava falando com a minha esposa esses dias, relembrando, que tipo de destruição certas coisas na internet iam causar com o tempo.

Isso é uma atividade que faço muito aqui, que tem a ver com a live da semana passada. Sempre olho certos anos da minha vida e da minha família para ter um exame comparativo de mim comigo mesmo. Hoje em dia a galera tem essa doença grande de ficar se comparando com os outros. E aí ficam completamente perdidas, não é isso? E é engraçado que hoje tratando o pessoal no... Engraçado, entre aspas, que tratando o pessoal no consultório, Às vezes, fico pensando antes de falar certas coisas.

Cara, isso que eu vou falar é tipo dois mais dois são quatro. E aí a gente fala e olha para a pessoa assim e percebe nitidamente a pessoa pensando assim, caraca, como é que eu nunca pensei nisso antes? Vou dar um exemplo. pobre e simples para vocês, mas que é um drama para muita gente. Mães com filhos afeminados que pedem ajuda.

No primeiro cálculo, que é sempre o da presença, a pré-condição da vida do mundo, a presença. Engraçado, a nossa complexidade, a gente aprende muita coisa, muita coisa na internet. E quando eu vou pensar sobre certos assuntos... Isso é o que eu vou entrar na aula fundo hoje. Eu vou falar sobre umas coisas muito básicas da vida humana aqui, porque eu vou fazendo live sobre vários assuntos e eu corro risco das pessoas chegarem...

Eu sei que eu recebo muita mensagem assim, caramba, professor, eu mandei tal live para tal pessoa, eu gostei muito da outra vez e tal, porque eu sei que a galera gosta muito de... Às vezes, quando eu uso a força irascível, tem gente que me fala que entra depois na live, entra tipo 9h40, porque fala assim, o professor fica mais irascível no final, no começo ele está ensinando mais as teorias e tal. Ou seja, vejam como é que funcionam as coisas. As pessoas não querem mesmo, muitas pessoas não querem mesmo aprender e tomar as rédeas da própria vida, dominar.

Elas querem, de maneira direta, se entregar a alguém e receber uma ordem, que parece muito mais fácil, muito cómodo. Então, como as pessoas estão bem fracas, as pessoas muito fracas não querem usufruir da liberdade. Elas realmente preferem ser escravas. Quando eu começar a colocar lá na comunidade as aulas, sobre filosofia política, teoria do poder, política de Estado, essas coisas. Vou pegar, por exemplo, para vocês, os escritos mais antigos da história da humanidade, esses códigos de leis antigos.

O mais antigo que existe é um código sumério, de 3.000 anos antes de Cristo. Na verdade, os sumérios viveram 3.000 a.C. Esse código aí, que chama o Código da Cidade Diurna do rei Namu. O pessoal acha que às vezes é o Código de Amorabe, mas não é. O Código de Amorabe é 250 anos depois disso. Vocês vão ver lá que nesse código estão as leis do relacionamento humano falando sobre casamento, sobre propriedade, sobre escravidão, E aí você vê assim, caramba, 3 mil anos antes de Cristo e a gente está falando de seres humanos que dominam outros seres humanos.

E aí um monte de gente olha para essas coisas e fala assim, cara, que absurdo e não sei o que lá. E, de uma certa maneira, é um absurdo. Mas esse absurdo não é diferente do absurdo de hoje em dia? Por exemplo, de uma ideologia que faz com que as pessoas fiquem colocando a responsabilidade da sua própria vida no Estado. Que, por exemplo, é um fruto básico de uma ideologia socialista. O que é um fruto básico de uma ideologia socialista? é a pessoa achar que ela tem que ser cuidada pelo Estado, né?

Seja lá o que ela acha que é isso, né? Ser cuidada pelo Estado. Então você vê, para ela é mais fácil viver como escravo. E vocês sabem, né? Que muita gente gosta de vender a sua alma, a sua liberdade, por uma escravidãozinha, nem que seja no nosso dia a dia assim, por uma agiota, ou uma pessoa que está muito preocupada com a carreira e deixa um chefe usá-la como escravo, porque é mais cômodo, não é isso? E ela vai entregando a liberdade moral. Então, quando a gente vê as coisas...

Por que eu dilato tanto o tempo no estudo? Eu estou falando das coisas normais da nossa vida e, ao mesmo tempo, estou falando da cidade de Ur, na Suméria, há 3.000 anos antes de Cristo. Porque a solução que eu tento dar para o problema do José, do Alex, da Rafaela, do Anderson, do Sérgio, da Alice, não é diferente da vocação geral dos sumérios, mas é óbvio que não é. É por isso que a gente tem a estrutura de vida igual. É por isso, por exemplo, que peguei o teatro para falar sobre a personalidade humana.

Os seres humanos nunca acharam outra forma melhor de expressar como é a personalidade humana. E o mais estranho, Na teologia, Deus é assim, imagem e semelhança do homem, porque Deus é imagem e semelhança do homem, já que o homem é imagem e semelhança de Deus. Na política, é assim, executivo, legislativo e judiciário. As pessoas olham para as obras de Montesquieu e falam assim, escreveu uma coisa aqui que é muito boa para a sociedade humana, para a política.

Já existia, não é? Já existia. Ele fez uns ajustes, não é isso? Já existiam os três poderes antes do Montesquieu. Mas, na verdade, ele só estava falando sobre as três pessoas, não é? O executivo, o personagem no palco, o legislativo, o roteirista, e o judiciário, o crítico. Aí a gente vai olhando essas coisas assim. E aí a gente para para pensar na nossa vida, vai olhando o dia a dia, você vê. Eu, há pouco tempo, dei uma aula para um pessoal que me perguntou sobre batismo.

E aí comecei a aula falando de política. Depois passei para Sociologia. Depois falei um pouco de Direito. E falando a mesma coisa, né? E aí terminei falando da vocação do homem geral, que eu fico falando sempre pra vocês, né? Nossa vocação é dominar. A nossa vocação é dominar. Obviamente, a nossa presença, que é a pré-condição de onde a gente vai exercer o domínio. Então, existe uma ordem nas coisas que eu falo, né? Presença, o domínio e as três pessoas. Então, esse domínio vai ser exercido pelas três pessoas.

Então, veja. Quando a gente olha uma pessoa que é batizada, como é que uma pessoa batizada tenta exercer o sacerdócio real dela no mundo. Porque o batizado católico exerce o sacerdócio real. O sacerdócio ministerial é realizado pelo padre, pelo sacerdote, pelo presbítero. E é engraçado porque eu vejo Sempre quando vou dar uma aula sobre um assunto, no meu modo de estudo, como vou explicando aos poucos para o pessoal na comunidade, existe um passo a passo que faço.

A primeira coisa, a presença. A segunda coisa, o domínio. A terceira coisa, as três pessoas. E aí vou passando. Atualmente, são 97 coisas que eu passo. São slides, né? Que eu passo para estudar um certo assunto. E aí, um dos slides que eu faço lá nos estudos do assunto, eu tento pegar no mínimo. Então, o slide, ele é tipo assim, ó. Pegar 10 palestras sobre o assunto. Então, se eu vou falar sobre batismo, eu pego 10 palestras dadas sobre batismo. E aí, me interessa muito os juízos que são feitos sobre batismo, o roteiro.

Como é que se começa uma palestra de batismo? E depois o personagem, como foi a pergunta que eu respondi aí no começo. Como é que é um cara no palco que é batizado? E aí, um outro slide do meu estudo, ele é o contraditório. Na língua portuguesa, a gente diria que ele é o antônimo, o contrário. Se eu estou estudando o azul, como é o não azul? Isso é o contraditório no mundo da lógica. Então, se eu estou estudando o batizado, como é o não batizado?

E aí vocês veem, né? Nessas dez aulas que eu vi sobre batismo, eu fiquei impressionado que em nenhuma das dez falou sobre a vocação total do batizado. Antes de falar qual é a vocação total, eu vou construí-la aqui com vocês. Na aula da semana passada, na live da semana passada, Eu falei pra vocês sobre o passado, né?

Sobre conhecer a história, a nossa história, né? Então, vocês veem. Quando a gente vai numa missa, o sacerdote, o sacerdote, historicamente, por que que ele existe desde a Suméria? O povo sumério, aquele povo de três mil antes de Cristo, A gente conhece escritos antigos do povo sumério, que é um povo que vivia na região da Mesopotâmia, Meso, entre os rios Tigre e Eufrate, aquele rio que corre do norte para o sul e deságua no Golfo Pérsico, hoje onde é a fronteira do Iraque com Kuwait. Aquela é a região da Mesopotâmia, o Iraque hoje.

E aí, enquanto eles viviam ali, antigo pra caramba, 3 mil antes de Cristo, vivia um outro povo na região do Rio Nilo. Agora, já tô falando da África, né? Porque é o Egito. Então, eu saio do Golfo Pérsico, passo pela Península da Arábia, passo pelo Sinai, né? Pela Península do Sinai, aquela perninha, não é isso? E chego no Egito e encontro logo o Rio Nilo. Aí, ali tinha outro povo. o povo egípcio. Então a gente tem os povos mais antigos do Egito, tem essa idade dos faraóis mais antigos, né?

E a gente tem lá na região da Índia hoje, então a gente tem a península indiana, o subcontinente indiano, não é isso? Do lado esquerdo, aqui no ocidente da Índia, eu tenho o Paquistão, do lado direito eu tenho Bangladesh, né? Antigamente era tudo Índia. Aí depois passou a Paquistão Ocidental e Oriental e agora o Paquistão Oriental virou Bangladesh. Então eu tenho dois grandes rios, o Rio Ganges e o Rio Indo, o Rio Indo do Paquistão e o Rio Ganges que deságua lá no Bangladesh. Então os deltas de todos esses desaguares no mar são as terras das civilizações mais antigas.

E aí eu tinha sacerdotes. lá. Eu tinha sacerdotes nessas três regiões. O que que os sacerdotes faziam? O que que os sacerdotes faziam? Os sacerdotes eles eram autoridades religiosas. Então o que que significa isso? O que que é autoridade? Autóritas é uma palavra latina que contém o radical Autor. Então, o que é ter autoridade? A nossa vocação é o domínio. A gente sempre lembra do domínio, né? Para vocês estarem comigo nas lives, em qualquer lugar, Vocês têm que assistir uma aula live e saber o que eu tô falando quando eu tô falando de presença, domínio e três pessoas.

Porque não dá pra tratar nenhum assunto do mundo sem isso. Tratar qualquer assunto do mundo sem isso é tratá-lo aleatoriamente. Então, quando eu falo pras pessoas assim, ó... Não faz isso, que vai dar merda. O que que eu tô fazendo? Eu tô indo lá no nos povos antigos, eu tô indo na história da igreja católica, como eu fui falando na live anterior, eu tô indo lá no passado. E o que que a gente faz no passado? Por que que os sacerdotes são autoridades? Que quando a gente olha pra Porque o sacerdote, você vai numa missa, você vê que é nítido isso.

O sacerdote, ele recebe obras humanas. Então, ou ele recebe obras deformadas, ou ele recebe obras transformadas. Como assim, Diego? Pô, se você tá na merda, você chega no sacerdote e fala assim, padre, tem como você rezar por mim? Aí ele vai receber a tua dor. E você quer? que ele reordene a sua dor, transforme a sua dor. Ou então, quando você vai na missa, você oferta pra ele o fruto do teu trabalho. Isso é o ofertório da missa, né? Então você pega a sua obra passada e você dá pro sacerdote.

Isso é a função do sacerdote. O sacerdote, ele é o dono da vida passada. Por quê? porque ele sabe pegar todo o passado e reordenar tudo, para religar com a ordem do mundo, religare. O latim religare é a origem da palavra religião, né? Vem de religar. Então eu tenho que pegar as coisas da vida, do cotidiano normais, e eu tenho que religar. E falar assim, pô, você conhece isso aqui. Você tem uma espécie de amizade com o autor. É por isso que a gente vê uma pessoa que às vezes vive uma vida religiosa decente, e a gente fala assim, pô, reza por mim, cara.

Por que a gente fala isso automático pra uma pessoa dessa, sem saber nada? Porque você percebe que ela tem uma certa amizade, né? com o autor do mundo pela própria ordem da vida dela. A vida dela, ela tá ligada, ela tá religada. Então você sente gosto de religião, apesar de não saber muito explicar sobre isso. E aí, o sacerdote de verdade, aquele que olha pro passado com vênia, né? que olha pro passado sem querer que o passado seja como como ele gostaria, mas que olha pro passado com uma vênia de falar assim, esse é o passado do mundo e eu tenho que obedecê-lo.

Isso que eu tô falando pra vocês é tão grande, mas tão grande que se vocês pegarem todo o povo hebreu a palavra que significava verdade pros em aramaico ela é a mesma palavra de confiança, de fé, ou seja, uma pessoa, vocês tão aqui ouvindo o que eu tô falando e tão tentando entender logicamente, né? O meu filho José Antônio de cinco anos, meu segundo filho homem, o Ele não tenta entender logicamente não, pô.

Ele fala assim, ah, meu pai falou. É verdade. É uma frase do autor. É por isso que a pessoa que cresce sem saber que a Eucaristia, a hóstia consagrada, é Jesus Cristo, é corpo, sangue, alma e divindade de Cristo, ela quando cresce, ela fica igual uma bobona assim, né? Caraca, como é? E não sei o que lá. E não sei o que lá. E não sei o que lá. E tu olha pras crianças, E tu fala pra elas, aquele ali é o rei do mundo, aquele ali é Cristo, o rei do mundo.

Nenhum olhar pisca, nenhuma palavra sai, nenhum feixe de luz existe no mundo sem aquela hóstia branca. Aí teu filho olha e fala assim, é, o autor tá falando, pô. O autor tá falando. A confiança dele é na emunar, é na pessoa que fala. Por que que eu tô falando isso? porque essa é a verdade sacerdotal do povo judeu, do povo das 12 tribos de Israel, né? Uma das 12 tribos da tribo de Judá, os judeus. Aí quando a gente olha para essas pessoas assim, que têm essa esse olhar pro passado, ou seja, vem de uma tradição, né?

Vem de uma tradição. Ah, aqui eu vou abrir a Bíblia pra te explicar sobre essa passagem aqui da Bíblia. Aí falou, pô, meu irmão, legal, sim. Eu entendo que você queira explicar sobre essa passagem. Mas pra mim é muito mais vantagem saber o que a Igreja Católica falou e tem falado sobre essa passagem aí nos últimos dois mil anos, cê entende? do que o povo sacerdotal tem falado sobre essa passagem. Se você não fizer isso, você abrir a Bíblia agora... Lembra do relógio de 30 reais da semana passada?

Você vai pegar um relógio de 30 reais, que não tem história, né? Ele não tem história nenhuma. É só você. Quem é que tá ali, então, na personalidade humana vivendo? tá um egoistazinho com o personagem no palco tentando achar prazer ali, entendeu? Ficar pedindo as suas coisas. Vocês lembram? Como eu falei pra vocês que a diferença de uma pessoa que sabe a história da missa e uma pessoa que tá ali presente na missa e não sabe nada da história da missa? Pessoal, a oração dessas pessoas é muito diferente, pô.

É muito diferente. Uma pessoa que sabe a história da missa e ela sabe onde ela tá inserida numa grande história Eu vou falar pra vocês, o normal é que ela tenha até dificuldade de rezar por si mesmo. Enquanto isso, uma pessoa que nada sabe sobre história, sobre nada, entra ali, aí ela começa a despejar tudo sobre ela, sobre as dificuldades dela, sobre a vida dela. Teria algum problema em ser assim? Não teria se isso não fosse feito constantemente e sempre, e tornasse a gente uma pessoa extremamente egoísta e narcisista.

Por quê? Porque a nossa personalidade vai ser caricatural, vai ser donista. A gente só vai ficar pensando no momento presente. Mas se a minha história tem um passado, se eu sei qual é o caminho de anos e anos que está seguindo até ali, Então eu posso me inserir dentro de uma grande história e encontrar um caminho, uma reta, uma seta, uma direção, porque agora eu tenho dois pontos ligando. Eu tenho o passado e o presente se ligando, então eu tenho uma reta. Essa reta que na matemática se dá pela indução, pela dedução, pela intuição, essa reta que me faz olhar para o passado e falar assim, caramba, o Sol nasceu há 100 anos.

O Império Sumério viveu essa realidade há 3.000 anos. Depois, os sumérios foram conquistados por Sargão da Acadia. Não é isso? 2.200 a.C. Aí depois os acadianos foram conquistados pelos babilônios, né? Nesse meio termo, os sumérios reconquistaram Tanto é que o código de Hammurabi é depois da reconquista dos acadianos, não é isso? Os babilônios fizeram os hebreus escravos, né? Quando a gente vai conhecendo e vai caminhando nisso tudo assim, e você vai vendo a direção, você consegue pegar esse passado todo? Fala assim, o sol tá nascendo pros sumérios, tá nascendo pros acadianos, tá nascendo pros babilônios, tá nascendo pros hebreus, o sol tá nascendo, o sol tá nascendo.

Aí você olha pra tua vida hoje, E fala assim, é, o sol nasceu hoje. Eu tenho casamento com os sumérios. Eu tenho propriedade com os acadianos. Eu também cometo o erro, aqueles erros que estão previstos lá no Código de Hammurabi. O que que é muito famoso do Código de Hammurabi, que tá na Bíblia? A lei de Italião, né? Olho por olho, dente por dente. Isso é o Código de Hammurabi, né? Dos sumérios. Aí quando a gente olha pra essas coisas, A gente olha para o dia de amanhã e acontece o que São Paulo falava, né?

A fé, a verdade do passado, a crença naquilo que estava lá atrás, é o fundamento da esperança. Ou seja, só existe esperança quando existe primeiro fé. Então, é o passado, é o intelecto ativo que funciona lá no passado que vai dar o alimento de vida, a terra, é a memória do passado que vai dar o substrato da imaginação do futuro, onde funciona o intelecto passivo. E aí o cara, ele fala assim, ó. Presta atenção, hein? O que eu vou fazer aqui agora? Eu vou exercer o domínio do meu batismo.

Amanhã, amanhã, amanhã que dia é 30 de outubro, o sol vai nascer. Porra, Diego, tu tá de sacanagem com a gente, cara. Isso aí é o método científico, né? Isso aí é o método científico. É, de setembro. Obrigado, Luiz. Isso é um método científico, Diego. Não, não, não. Isso é um método científico? Há quantos anos vocês querem chamar, a partir do século XVI, a partir de René Descartes, método científico? Há quantos anos vocês querem chamar, a partir do século XVI, a partir de René Descartes, é isso que vocês querem?

Essa é a história que vocês sabem? Vocês só sabem sobre isso? Não, não, não. Eu não estou dominando o mundo com método científico. Eu estou dominando o mundo como um profeta que conhece a vida futura pelo domínio sacerdotal do passado. E aí, amanhã eu vou entrar num dia, vou olhar para o sol e como minha vida tem passado, e somente por causa da condição sine qua non do passado, eu consigo olhar para o futuro e saber onde as coisas vão dar. Hoje me perguntaram assim no direct, Diego, por que você não coloca camisa de time?

A gente nunca viu teus filhos com nada de futebol de time. Eu falei, eu não coloco? Porque por causa do passado, Eu sei o que vai acontecer com meus filhos se eu fazê-los se apaixonar por futebol. Eu sei o que vai acontecer com eles. Eles vão ser uns idiotinhas desses que ficam felizes quando o time ganha e ficam boladinhos quando o time perde. É isso que vocês querem dos filhos de vocês? Eu jogo futebol com meus filhos. Mas por que eu não faço isso com eles no presente, então?

Por que que debaixo do sol, no mundo presente, eu consigo exercer um domínio sobre o mundo real? De fazer as coisas que eu tenho que fazer com meu filho, com a minha esposa, no casamento, sentar aqui na live e explicar? Por que que existe um domínio real? como uma realeza presente no presente, a vida real, ela não é mais a vida imaginária nem a memória, ela é a vida real do presente, onde vive a realeza, ou seja, onde se exerce reinado, onde vive um rei. Então vejam, o que eu tô falando pra vocês?

Eu tô falando pra vocês sobre política, sobre o método científico, Eu tô falando pra vocês sobre o sol nascer no dia de amanhã. Eu tô falando pra vocês pra olhar pro passado, pô. E olhar pro dia de amanhã e saber que o dia de amanhã tá balizado pelo passado. Entende? Que existe uma continuidade. E eu tô falando pra vocês do catecismo da igreja católica. O católico, por causa da presença do batismo, da ligação que é infusa nele da vida do espírito o passado dele agora não se relaciona mais só com o café agora a bola do meio do batizado é Deus, né?

Ele foi enxertado na carne de Deus através da história da igreja católica no Ele agora é sacerdotal. O roteirista dele, que vive no futuro, agora é profético. E o personagem dele no palco agora vive como um rei. Então, quando vocês olham lá, o batizado, ele é sacerdote, profeta e rei. Aí a gente olha assim as coisas, né? A gente olha o relógio de 30 reais na parede assim e fala, legal, tô vendo as horas aqui, sabe? Cara, me dá uma angústia. Me dá uma angústia por viver uma vida...

Puts, meu irmão, é muito triste quando você entra na internet e vê grandes católicos ensinando várias paradas do tempo presente. E aí com meia dúzia de coisas da história, tu fala assim, vai dar merda. Vai dar merda. Isso aí vai ser um puta de um problemão se a gente aplicar na nossa vida prática. E isso acontece direto aqui. Direto, pô. Onde eu mais percebo isso?

Nos directs que a galera me chama e me manda. O pessoal me manda o direct e aí no direct vai falando assim, pô Diego, olha essa parada legal aqui que eu vi fulano fazendo e meutrano fazendo e tal. Aí eu fico pensando assim, caraca, será que nego consegue parar pra pensar assim sozinho e pensar assim, pô, se eu botar meu filho Se eu botar meu filho pra ficar fazendo as coisas em frente de uma tela, né? Eu falo isso porque o pessoal me pede muito, né?

Pô, professor, bota as crianças pra aparecer não sei o que lá e tal. Eu falo, pô, pessoal, eu acabei de dar o exemplo pra vocês que se eu falar pro meu filho que a Oeste é Deus, ela é Deus e dificilmente alguém vai desfazer aquilo ali durante a vida. Eu falei pra vocês do futebol, né? que se eu botar meus filhos com camisa de time, eles vão ser uns merdinhas várias vezes na vida dele por causa de paixão por futebol, né? Pô, vocês acham que eu vou botar meus filhos para fazer coisas nas telas e fazer meus filhos se apaixonar pelas telas e pela interação com o celular?

E vocês vão mandar pra mim assim e eu vou achar essa parada bonitinha? Vocês conseguem assim parar pra pensar nisso? Vocês já têm assim uma maturidade, um nível de conhecimento? Eu tô falando pra vocês essas coisas, né? Lembra da mãe? Pô, o meu filho tá todo afeminado. Aí tu faz uma pergunta, né? Eu falo, cara, não precisava nem marcar consulta, era só me mandar um áudio por direct. Falou assim, ah, professor, eu tô com o meu filho afeminado. Ela falou, eu sei o que que tá acontecendo, pô, ele vive só com mulher.

É isso. Por quê? Porque não tem nada no mundo que transforme um filho em afeminado a não ser a presença de só mulheres. Você entende? Não tem outra possibilidade no mundo, entendeu? Isso aqui não precisa ser muito experiente, não precisa ser nem da área de... Isso aqui se tu perguntasse para um amigo fora da terapia, um amigo assim que vive uma vida moral decente, caramba, ele ia te dar uns porrinhos, entendeu? E ia ajeitar a tua vida. Você entende? Então, tem dessas coisas, né? que eu tô falando pra vocês.

As pessoas... Você viu, eu botei um direct, um story aqui antes de entrar, de uma pessoa que me marcou fazendo exercício doméstico com um filho, né? Ele falou, pô, deveria ser muito difícil a gente perceber que um homem de família tem que estar dentro de casa exercendo domínio real sobre os filhos dele. Por que a gente tem dificuldade disso? Porque a gente tá doente pra caraca e é por causa da internet aqui, pô. Eu sei disso porque eu morava na África e não tinha nada disso.

Eu sei disso porque na época que eu morei no Oriente Médio, em 2003 e 2014, no Líbano, não tinha nada disso. Vocês entendem? Só que aqui... a gente tá com uma bitola, sabe? Bitola de cavalo, assim, ó. Por quê? Porque a gente não olha pro passado, né? A gente já se rotula de burrão E fala assim, caraca, eu não vou conseguir, pô. Eu não vou conseguir ler Santo Agostinho, São Tomás e Aquino. É melhor eu entrar aqui na internet, olhar o que os católicos estão falando, caramba, e eu vou viver assim.

Entende? Fazendo essas paradas. E assim a gente vai decidindo as coisas. A gente vai decidindo as coisas pela vida presente. Então... Se fazer as coisas de academia, se camisa de time, se essas paradas bombam na internet, ou dão algum resultado, ou me dão algum benefício, ou então é bom no presente, eu vou e faço, você entende? Eu vou e faço. sem passado, sem olhar para o passado, sem conhecer o passado e sem conhecer o futuro. É assim que se faz uma crítica de vida, de obra de arte, de obra musical, de obra de literatura, de obra de cinema.

Como é que se faz crítica literária? Você vê se uma obra é bela no presente, com os sentidos, Ela é verdadeira, como crítico, analisando os juízos dela sobre a verdade, e ela é boa. Ou seja, se vivendo na frente daquela obra, você vai ser uma pessoa melhor. Então, as pessoas falam assim pra mim, não, cara, presta atenção. Apesar de fazer isso aqui com meus filhos, ferrá-lo um pouquinho no futuro, Apesar de eu estar gerando um viciozinho para o meu filho, um viciozinho de nada, pô. Ele quando for jovem, ele luta contra isso.

Você entende? Apesar de eu canalizar o mundo emocional do meu filho para essas coisas aqui, pô, agora está valendo a perna, pô. Porque eu posso fazer até apostolado com isso. Pô, vocês estão de sacanagem comigo? Vocês estão de sacanagem comigo? Ah, não, eu vou aproveitar agora essa onda aqui da internet, eu vou fazer umas paradas aqui e tal. Você vê, né? Por que até hoje eu nunca aceitei ter um curso meu lançado profissionalmente? Vocês sabem por que eu nunca aceitei? Porque todas as paradas que me ofereceram e já me ofereceram as maiores coisas que vocês conhecem de internet e que podem lançar um cara, já entraram em contato comigo para lançar.

E todas elas eu olhei assim e falei assim, isso aqui pode dar um puta resultado no futuro. Ou seja, pode ser bom lá no futuro, mas eu não vou fazer. Por que eu não vou fazer? Porque no presente, eu vou deixar de fazer as coisas que eu faço com a minha família, com meus filhos, as minhas responsabilidades de pai. Então, não tem beleza nisso. Na vida presente, vai ferrar a beleza da minha vida presente. As pessoas não conseguem analisar como conseguem as coisas. Primeiro porque elas não têm uma estrutura humana para pensar, que é o que a gente está tentando fazer aqui, dia após dia.

Elas vão apaixonadas ou pelo passado, sem o futuro, ou pelo presente, sem o passado, ou pelo presente, sem o futuro, e elas vão. Elas vão. Elas não conseguem exercer no mundo uma vocação de domínio como sacerdote, profeta e rei. um sacerdote que vive da oferta das obras passadas. Sobretudo, tá sempre na história, né? Tá sempre na história. Você vê, a fundação sacerdotal na quinta-feira santa da missa ela é a fundação de uma ordem dada, né? Fazer isso instituição de memória de mim.

Você será um constante atualizador de passados, sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque." Vocês sabem onde está escrita a história de Melquisedeque? Por lá no Gênesis, no primeiro livro da Bíblia. Então, vejam. Isso porque eu tô falando aqui abertamente de linguagem religiosa. Não, Diego, mas eu, o meu mundo emocional, ele já não me deixa mais ouvir palavras religiosas. Já não me deixa mais, eu tô com aversão à religião. Não quero ouvir nesses termos. Aí eu falo, beleza, você quer ouvir em que termos?

Do método científico? Aí eu falo, o método científico, ele é completamente fundado assim, pô. Como é que funciona a montagem de uma hipótese no método científico? Você fica olhando a experiência, não é assim? A experiência laboratorial. O que é ficar usando a experiência laboratorial? É você ficar fazendo experiência e recolher os dados do passado, não é? Recolher os dados do passado. E aí você vai montar uma hipótese. O que é uma hipótese? Uma hipótese, montar uma hipótese é montar uma profecia. Vocês acham que ia ser diferente?

Vocês acham... Pô... Eu sou professor, gosto do mundo científico pra caraca, meu irmão. Acompanho astronomia, biologia, bioquímica, adoro essas paradas. Vocês acham que eu desligo aqui as três pessoas, né? Que eu desligo o modo de pensar e falo assim, caramba, Diego, agora liga religião, tá ligado? Liga religião. Liga história agora, liga filosofia, entende? Tira o cérebro. Fala, cara, me dá uma agonia quando as pessoas falam assim na internet, não, o método científico, ele é diferente do método das ciências humanas, que é diferente do método da teologia.

Fala, porra, vocês estão de sacanagem, pô. Isso aí é burrice só de vocês, pô. É a mesma cabeça do ser humano, o mesmo coração, o mesmo ímpeto, mesmo a força irascível, a mesma paciência, a mesma atenção. Vocês estão de sacanagem, pô. Que parada burra achar que é diferente, sabe? Que parada burra. É a nossa mesma cabeça, o nosso mesmo coração pulsante em busca da felicidade humana, né? Que é fruto da realização de uma obra. Então, o que que a gente tá tentando fazer? A gente tá tentando fazer com que quando você, por exemplo, pegue um livro desse aqui, ó.

Catecismo da Igreja Católica. Quando você pega um livro desse aqui, ó... História da Educação. Quando você pega um livro desse aqui, ó... A Epopeia de Gilgamesh. Ou quando você pega um livro desse aqui, ó... História das Ideias Políticas, de Eric Wagler. Eu preciso que vocês entendam que é a mesma coisa, pô. É a mesma coisa. Vão ter três pessoas e uma bola no meio. A bola no meio é Deus, é a política, é o casamento, é o café. E aí, quando a bola do meio muda, vocês, por rançozinho, por babaquice, querem mudar o nome da experiência do personagem com a bola do meio, querem mudar o nome do crítico com a bola do meio, querem mudar o nome do roteirista com a bola no meio.

Mas isso é só babaquice. Aí tem que vir um cara aqui, um trouxão aqui, pra ficar ensinando. Ó, vou explicar aqui pro cara que tem religião. Então vou fazer uma aula sem falar de religião, senão o cara desliga, ele sai. Aí tu faz uma aula. Não, vou explicar aqui como meus alunos são advogados, eu vou explicar aqui na linguagem jurídica. Eu tento fazer esse esforço. Quem faz terapia comigo é meu aluno e quando não tem nada a ver é porque aqui eu já falo mais abertamente que o pessoal que já me conhece, né?

E vai ver outros vídeos, vai saber que eu sou católico, Entende? Então não preciso ficar aqui pagando de... Não, vou ficar pagando mistério na internet. E tem outros lugares que você tem que fazer esse movimento mesmo. Pô, eu vou dar uma aula... Uma vez eu fui dar uma aula só para advogados, juízes, só pessoal de direito. Eu falei, bom, então vamos lá. Eu vou falar para eles... Eu escolho o assunto, né? Eu vou falar para eles. sobre... Hoje eu quero ensinar para os advogados, para os juízes, sobre a vocação sacerdotal de um homem batizado.

Aí eu vou falar para aquele cara sobre memória, sobre juízos, sobre as leis da lógica clássica. Vou falar para esse cara sobre essas coisas. Você entende? Vou falar sobre método científico e não sei o que lá. E não vou pronunciar a palavra sacerdote nem batismo. vou ensinar pra ele como é que se compra macarrão no mercado, como é que se toma café, e não sei o que lá, e não sei o que lá, e não sei o que lá, e não sei o que lá, e não sei o que lá, e não sei o que lá.

Aí, no final, como o nego já participou mesmo, aí você vai e fala assim ó, Inclusive, isso é a mesma coisa que o cara, quando é batizado na igreja católica, exerce a vocação dele de domínio do mundo no passado, que se chama sacerdócio real. Sacerdócio régio, que é a vocação do batizado. Vocês entendem? Então, os católicos deveriam parar com essa bobeirinha, com essa estima baixa, como se fosse um merdinha no mundo, um atrofiadinho que vivesse, são duas coisas então, né? Esse cara que é diminuído, que que tá lá no cantinho, né?

E que ainda fica citando, ainda fica citando exemplos de santos, né? Santos O cara vai citar assim, vou citar Santa Blandina, né? Santa Blandina, mártir dos primeiros séculos. Aí está lá escrito na história da igreja, né? Aquela franzina fraca de corpo, né? Não, eu sou fraquinho assim, sou miadinho como Santa Blandina e tal, caramba. Pessoal, uma pessoa que viveu 100 anos antes da gente, 100 anos antes da gente, sequer, sequer vivia essa merda que a gente vive de ter criança com menos de sete anos em colégio, pô.

Se vocês soubessem... Eu sei, eu não vou aqui pagar de querer ferrar com geral aqui que tem criança de menos de sete anos e vai para o colégio porque tem que trabalhar para ganhar dinheiro, caramba. Pelo amor de Deus, pô, pelo amor de Deus. Eu só quero que você saiba o seguinte, se eu pegar só dos sumérios até o ano 2000, são 5 mil anos. Nesses 5 mil anos, nos últimos 100, a gente tem esse colégio aí como a gente estuda hoje. O modo todo de colégio, o seu colégio de 6 mil reais por mês, bom pra caraca, tá ligado?

Eu vou contar um segredo para vocês. Ele tem formato socialista, porra. Por quê? Porque ele foi concebido para isso. Ele é um filho da experiência do capitalismo, para o capitalismo formar as pessoas da maneira como eles eram formados. Porra, por que vocês acham que tiraram religião, latim, grego? Por que vocês acham que tiraram essas coisas do colégio? Alguém precisa disso para entrar no mercado de trabalho? Pô, todos nós somos hoje filhos do globalismo, do socialismo, do capitalismo aqui, ó. E a gente acha que a gente é livre, autônomo, autor e tá manobrando a nossa vida.

Aí você fala, pô, tá nada. Por quê? Porque a gente tá cagando pra nossa vocação sacerdotal, pra uma herança, pra uma história. Vocês entendem? A gente acha que a vida de todo mundo... Quando eu meto o malho, na porra da academia, sobretudo pra um homem casado que tem filhos em casa, esposa, né? Porra, ficar aí com a academia, com as mulheres tudo sacaneada, como é que é vestida na academia, de papo furado, de revesar aparelho, essa porra toda que vocês conhecem, essa merda toda aí, porra.

Quando a gente vai ver essas paradinhas assim, aí o cara, meu irmão, ele fala como se isso fosse a história da humanidade. A história da humanidade. Meu irmão, você só precisa de uma academia pra se sentir forte. Porque você é um merdinha de vida de homem, porra. Se você tivesse filho, uma parede pra pintar em casa, uma casa pra tomar cuidado, porra, você ia ver que você ia tentar arrumar tempo pra ir pra academia e não ia conseguir. Porque você é homem de verdade, porra. É por isso que eu falo lá, eu nunca vi uma academia na África e era geral parrudo.

Por quê? Porque nego fazia papel de homem na vida, porra. Aí a gente precisa de uma academia pra homem ser musculoso. Porra, nego, tá de sacanagem, meu irmão. Aí o cara acha, o cara acha que sou eu só que tô aqui pagando putância, que eu tô putinho, tá ligado? Aí eu falo, não, não, a minha putância não é que você faz academia, não, seu merdão. A minha putância é que essa porra destrói a tua família, porra! Você acha que eu tô preocupado com o teu músculo?

Eu tô preocupado com tua família que tá em casa destruída, porra! Por que você acha que você tem que ser forte de academia? Você tá entendendo? Quando eu falo essas porra de vocação, de batismo, de sacerdócio, é porque é essa porra que tem que orientar a nossa vida no dia a dia, porra! Mas aí eu faço os dois papéis, vocês estão vendo meus dois papéis. Eu ensino a porra séria aqui, a porra séria igual professor, eu ensino a porra séria igual professor, para nego que vai aprender.

Lei de Pareto, o italiano que a gente vai estudar em política. A Lei de Pareto. É sempre assim, 20% carregando 80% escravos. 80%, história da humanidade, são 80% escravos e 20% livres. É meio de pareto, não estou falando que é assim, mas tem ali os dois caras que vão carregar os outros oito para fazer essa parada. Então aqui eu tento ajudar ali os 20% que vão querer aprender a parada para ter autonomia, para ter uma grande vida com a potência máxima que pode realizar. E aí eu separo esse final aqui pra dar o esporro no cara que tá cagando, meu irmão, que ele quer só a ordem, ele quer viver como escravo.

Então pra você que tá cagando e quer viver só como escravo, eu vou falar pra vocês, então, como deveria ser um governo monárquico direito, né? Um monarca submisso à realeza, à verdadeira realeza. E ele tem a oligarquia dele, os 20%, que sabem pensar junto com ele, e eles dão a ordem, mas não é que destrói os 80%, não. Eles dão a ordem para os 80% que vai fazê-los realizar a vida humana. E eles têm perfil, sim, de escravidão, mas eles vão ser grandes escravos, grandes escravos.

Então, vou dar ordem aqui. Para com essa babaquice, porra! E vai pra casa cuidar da tua família. Tô tentando ser didático aqui, até no esporro. Tô tentando ser didático de verdade, pô. De verdade. Pra gente parar com essa babaquice. Porra, é de entrar na internet, meu irmão, e decidir a nossa vida num vídeo. É por isso que eu já falei pra vocês, não adianta nem ficar botando em comentário de vídeo meu ou mandando pra mim, professor, você salvou minha vida, você não sei o que lá.

Eu falo, porra, vocês acham que eu sou idiota, que eu salvo vida de alguém, meu irmão? Eu sou... Eu sou um... um chique-chique, uma palma, um cedrozinho numa floresta imensa, histórica, humana, gigante, porra. Que é a nossa vida. Eu sou mais um e único filho da Igreja Católica. Não sou salvador de ninguém. Sou mais um irmão que, como vocês, tô tentando aqui cumprir a nossa vocação de batismo, de sacerdote, profeta e rei.

Dito de outro modo, conhecer o passado, conhecer o futuro e fazer direito no presente. Dito de outro modo, olhando a experiência laboratorial, fazer uma hipótese e testar no laboratório a minha hipótese. Entendeu? Dito de outro modo, É, executando, olhando pro passado e julgando, fazendo os juízos daquilo que eu executei com o judiciário e usando o legislativo pra fazer leis, pra gente obedecer no futuro. Entenderam? Dito de outro modo, Jesus Cristo, a verdade que se fez homem encarnado no mundo, né? que revela a verdade do pai através do Espírito.

Então, o Espírito Santo, o Espírito da verdade, que revela a vontade do pai para o futuro e que o filho vai cumprir no mundo. Dito de outro modo, um diretor, um crítico, que faz um roteiro e dá para o personagem fazer no palco. Por 10 e 12, aloprei, não é?

Sinto dificuldade de ter essa autonomia. nos falta olhar para o passado. Vocês não têm dúvida? Eu vou falar para vocês. Eu faço vários cartões para as crianças estudarem as coisas. Praticamente tudo que criança precisa é ficar ali aos nossos pés, como eu falo sempre, a presença do domínio. E a gente precisa ficar contando histórias do passado para elas, as grandes histórias do passado. Se vocês fizerem isso agora, ao invés de ficar, porra, botando filho vestido de time de futebol para ficar se apaixonando por futebol, por videogame, por fazer apresentação, porra, em Instagram, em TikTok, porra, vocês estão de sacanagem, meu irmão.

Vocês não sabem o que vocês estão fazendo com a criança, porra. Como um pai deve cuidar de sua força física? Carregando o filho e fazendo os trabalhos dele de dentro de casa, pô. De homem. Ah, Diego, mas na minha família é diferente.

Eu não consigo fazer isso. Beleza, pô. Faz dentro de casa, então. Você quer o quê? Peitoral grande? Faz aí 15 séries por dia de 12 flexões, 15 séries. Então, tu faz três séries, abertona e vai fechando até a flexão diamante, pô. Aí depois vai subindo a parte anterior. Ou então faz calistemia, pô. Aí no chão da tua sala. Pô, você vê. Vocês acham mesmo que o cara quando ele quer ir pra academia, ele quer ir só porque é pra ficar forte? Se ele pode ficar forte de graça no chão da sala dele ou ali na praça.

Porra, vocês acham que a gente é otário, porra? Olha essa pergunta aqui da Fernanda. Professor, é possível o indivíduo encontrar a paz da unidade? A Fernanda é minha aluna, ela sabe do que ela está falando. A paz, o encontro das três pessoas, da unidade.

Quando, a partir de um juízo errado, o bem, bola do meio, que a pessoa procura, na verdade, não é um bem e alcança esse roteiro? Então, olha só. Isso aqui é pra Fernanda, que é minha aluna. Naquele ato, aquele ato ali, foi um ato imperfeito, se você não tinha intenção, ou errado, se você tinha intenção. No mundo do direito, Ele foi doloso se você não tinha intenção, ele foi culposo se você tinha intenção. No mundo da igreja católica, ele foi imperfeição se você não tinha intenção, ele foi pecado se você tinha intenção.

Agora, é possível o indivíduo encontrar a paz? Porra, mas é óbvio que é. A paz do indivíduo, a paz que ele vai sentir no momento... Vocês acham que Hitler não teve vários momentos de paz na vida dele? já que ele acreditava no império ariano. Ele fez um roteiro para aquilo ali dar certo. E ele fazia aquilo muito bem feito que ele se propôs no palco da vida. Teve vários dias que o Hitler dormiu em paz e feliz com a seguinte sensação. Hoje eu fiz o que eu deveria ter feito.

Qual que é o problema do Hitler? A paz dele era uma paz desse mundo. Ou seja, Em breve, a paz dele ia dar merda. Por que isso acontece com a gente, então? Qual é o nosso grande problema, Fernando? O ser humano tem um problema, né? Que está brilhantemente contado, como ninguém nunca conseguiu contar no método científico, na história. A gente tem o nosso problema muito bem contado numa tradição grandiosa, né? O homem tem um defeito. ele tem dificuldade no conhecimento do bem e do mal. É por isso que eu falo e continuo repetindo.

Mesmo o homem que erra, ele erra achando que tá abraçando um bem. O cara que tá fumando maconha agora, o cara que tentou se matar, o meu paciente lá que eu contava a história, que é satanista, eles tão procurando o bem ou o mal? É óbvio que eles estão procurando o bem, pô. O cara que vai se matar, ele quer o quê? Ele quer se livrar de um mal, pô. Ele quer acabar com aquele sofrimento. Então, acabar com aquele sofrimento é um bem pra ele. Qual que é a tragédia do ser humano?

É que é por fora bela viola, por dentro pão bolorento. Ele acha que é um bem no presente, mas quando ele vai vir no futuro, Deu problema. Ele acha que era um bem no passado, quando ele olha para o futuro, deu problema. Ou então quando ele vai exercer no palco... Você vê, o que é uma ideologia? Uma ideologia é um bem que você acha na sua cabeça, né? Ou seja, é um roteiro que você acha maravilhoso para o mundo, como eu falei do Hitler. Uma ideologia, o nazismo no caso do Hitler.

Então ele tem um roteirista ali com uma ideia na cabeça. Cara, isso é um bem. Isso aqui vai fazer a Alemanha ser grande, tudo funcionar e tal. Aí quando ele vai entregar, meu mundo, o personagem no palco, aquilo começa a destruir tudo. Você percebe qual é o nosso problema? A gente tem essa bola do meio com três faces, né? Um desses três aí, se se enrolar, tem um problema do mal. Então como é que a gente avalia a nossa vida? Como é que se faz um bom exame de consciência?

Pô, eu estou fazendo uma grande coisa. Estou fazendo isso aqui com meus filhos no presente. Tá? Tô fazendo isso aqui com meus filhos no presente. Pô, mas o que isso aqui vai gerar pros meus filhos amanhã? Pô, eu tô aqui botando meus filhos todo dia, pá, em colégio o dia todo, depois eles vão pro judô, não sei o que lá e tal. Aí eu tô aqui, pô, meu presente tá uma maravilha, eu tô trabalhando pra caraca, eu tô me safando e tal. Aí tu atende no consultório a pessoa com um filho de 15 anos e ela fala assim, pô, eu precisava de uma ajuda, o meu filho não me obedece, ele não quer saber de nada, não tem autoridade sobre ele, o caramba.

Aí eu falo, pô, vocês tão de sacanagem, pô. É por isso que eu falo que é igual matemática, né? Seu filho com três anos se abriu mão da autoridade deles. Se tu botou um filho com três anos, com cinco anos, no colégio o dia inteiro, nunca falaram pra vocês assim abertamente? Não perguntam isso não quando vocês vão botar no colégio? Fala assim, vocês não assinam não? Vocês estão dispostos a abrirem mão da autoridade sobre o filho de vocês? sobre o tempo de presença que vai temperá-lo de vocês, cês tão abrindo mão, vocês querem realmente dar o filho de vocês pra um tutor?

Se fosse pra Aristóteles, né? Pra São Tomás de Aquino Acho que até eu assinaria, né? Tô brincando. Eu não assino por nada, um filho meu nasceu pra eternizar, pelo menos enquanto tiver debaixo das Não o meu amor pelo Flamengo, que, porra, depois eu, adolescente, tive que lutar pra cacete pra parar com essa babaquice, com essa idiotice, tá ligado? De ficar torcendo pra time de futebol aí. Me deu o trabalho do caraca e hoje, se eu demolho, eu volto. Por quê? Porque é paixão de infância, meu irmão.

Não tem nada no mundo da lógica que desfaça isso. Vocês entendem a seriedade da vida de uma criança? Isso não tira a liberdade delas, não, tá? Não adianta usar essas coisas como mulheta pras fraquezas de vocês, não, tá? Só tô falando da seriedade da vida. Pedro, o que acontece quando a pessoa tem um juízo errado? E mesmo que outras pessoas apresentem o bem verdadeiro, ela não muda. Então, presta atenção, se ela aceitou o juízo novo como certo, a personalidade dela começou a ser curada. O crítico foi curado, não é isso?

E aí, o crítico vai dar aquela nova verdade. Então, presta atenção. Vou te dar um exemplo prático. O cara está lá vendo pornografia todo dia. se masturbando e ele acha que é certo, porque realmente muita gente acha que é certo, né? De maneira impressionante, né? Geral fala assim, qual o problema disso? Então o cara acha que é certo. Aí tu conseguiu mostrar pro cara, não pelo mundo da religião, que ele tá cagando pra religião, mas a neurociência disse, a neurociência disse, Que aquilo vai mudar o cérebro dele.

Aí ele leva a sério. Ele falou, e aí? Então eu tenho que parar. Um juízo novo, né? Que curou o crítico. Então preste atenção na personalidade. Aí ele vai dar essa fé, que é o fundamento da esperança, dito de modo lógico, né? esse juízo novo, que vai dar fundamento indutivo, dedutivo e intuitivo a um novo silogismo, uma proposição para um novo mundo, que é o intelecto passivo, que é Deus Pai, que é o legislativo. Nessa transição, a gente já pode ter o primeiro problema, que é esse cara falar assim, beleza, eu vou parar de ver pornografia e me masturbar.

A gente já tem um crítico curado, já tem um juízo novo. Nessa primeira transição, a gente já pode ter um problema. Esse cara pode não ter imaginação para fazer isso. Entende? Isso acontece muito no consultório. O cara vai chegar em algum estágio das três pessoas ali, da personalidade doente ou curada. Aí você vai olhar, beleza, ele já tem o juízo correto. E ele já tem o roteiro correto, ele passou essa etapa que eu falei. Ele já sabe como fazer. Aí, de repente, ele tem um personagem fraco no mundo.

Por quê? Porque ele tá atrofiado de vontade, pô. Não é assim, ó. Tu vai hoje. Se eu falar assim, ó. Vai no chão aí. Faz dez flexões. Aí o cara vai e consegue fazer um rumo. Ele falou, beleza. Eu fiz um juízo pra ele, ó. Se tu fizer dez flexões várias vezes por dia, tu vai ficar com o peitoral forte aí. pra fazer as coisas que tu tem que fazer de homem. Aí, juízo, o cara aceitou o juízo. Aí eu dou um roteiro pra ele. Aí quando ele vai executar no palco, na vida, ele fala assim, pô Diego, ele volta na terapia e fala assim, eu só consigo fazer uma.

Beleza? Aí eu vou fazer um roteiro para você de UTI, de um cara que está fraco, que está muito doente. Então vamos ao seguinte, você faz uma, depois uma, depois uma, depois um, nosso objetivo são duas. O que é isso, Diego? O que é um cara de UTI? Estrogonofe não é uma puta de uma comida? Uma boa feijoada não é a puta de uma comida? Tu dá feijoada para um cara na UTI? mesmo sendo uma puta de uma comida? Ele falou, não, pô, porque ele tá na UTI.

Ele só pode se alimentar de glicose pelo soro. Você entende? Frutose. Ele só pode consumir isso. Mesmo sendo uma maravilha. É por isso que tem gente que fala assim, cara, eu ensinei tudo de bom pro cara. Ensinei tudo de bom. Eu fui lá e falei pra ele sobre catolicismo, não sei o que lá, o caramba. Pô, o cara não consegue, meu irmão, digerir aquilo. Ele falou, pois é, cara. Ele é doente de UTI. Você tem que falar pra ele usando método científico. Vocês entendem de onde saiu as três pessoas?

Vocês sabem de onde saiu as três pessoas? Eu queria enfiar a guela abaixo do mundo inteiro. A verdade de nosso Senhor Jesus Cristo. Você entende? Aí eu fui aprendendo várias matérias pra descobrir que era tudo teologia. E enfiar a guela abaixo de todo mundo. Você entende? É isso, pô. Você vai ajustando a personalidade. Aí, quer ver um problemão disso aí que tu me perguntou? Vocês olham o roteiro dos outros, da internet, só que o personagem de vocês é fraco, às vezes, para certas coisas, aí vocês se sentem um merda e não sabem o que fazer.

Só que vocês deveriam ir em uma pessoa com a certa sabedoria para fazer um roteiro decente para um personagem fraco. É assim que se faz. Elisil, a ferramenta para combater os vícios seria a temperança? Se for vício do personagem no palco, sim. É porque a temperança não tem nada a ver com o juízo lógico na tua cabeça, né? Aí é outra virtude, é a virtude da justiça, né? A temperança também não tem nada a ver. Nada a ver muito entre aspas, né? Porque as três pessoas têm unidade, né?

A temperança também não tem muita coisa a ver com a arte de decidir bem, né? que é a prudência. Então, para combater os vícios do personagem no palco, a ferramenta é a temperança. Então, a virtude da castidade é uma virtude das três pessoas. ela também chega pela temperança, tá? Tem uma face da castidade que é a temperança. A castidade, assim como todas as outras virtudes que não são cardiais, desculpa, nem teologais, elas têm as faces das três pessoas.

Por que as virtudes são cardiais? Porque todas as outras virtudes são temperadas, justas e prudentes. Então, a castidade, ela é temperada, justa e prudente. Obviamente, estou falando das três pessoas, né? Mas é claro que a gente vai falar aqui que ela é forte. Beleza? Tamo junto, hein? Passamos pra caraca, hein? Dez e meia. Maravilha. Obrigado pela companhia, pela paciência de vocês, tá? Até breve, pessoal. Boa semana, hein? Pessoal, a galera da comunidade lá tem mais três aulas lá esse final de semana.

Uma da Maria, uma minha. A gente está fazendo aquele domínio do tempo, né? E também coloquei lá a terceira aula do curso das três pessoas. Tamo junto, pessoal. Boa semana. Forte abraço. isso aí.

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