Coletânea

Vocação & domínio

Um grande domínio

1:51:15 · ~99 min de aula10 de novembro de 2023Transcrição automática · em revisão
  • o domínio dos domínios
  • vencer a morte
  • o sacrifício (sacrifatire, fazer durar)
  • a velhice e a doença como remédio
  • abraçar livremente a paixão
  • a jornada do herói (vocação de dominar)
  • São Pio e carregar a dor das pessoas
  • o falso domínio (eternizar o material)
  • contemplação na consciência (o fariseu no Calvário)
  • a dignidade de quem domina a morte (médico, sacerdote)

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 12:39.

Olha só. Bom, vou começar aqui os assuntos, então. O pessoal que eu ainda não consegui falar individualmente aqui, depois me perdoem, mas boa noite para todos vocês. Sejam muito bem-vindos. Então, vamos lá. Para dar uma palhinha aqui, eu acho que dá a grande diferença que faz de vocês não estudarem bem, que é ter vida intelectual boa, que é, da mesma forma, ter vida espiritual.

Citações verbatim

Trechos da aula

A velhice e a doença são como um remédio para o homem para lembrar do verdadeiro domínio.
— Prof. Diego Reis
Esse homem mostrou um domínio acima de todos os domínios e, de repente, aparece a morte, que é o drama dos dramas.
— Prof. Diego Reis
A grande palavra do amor sempre vai ser o sacrifício para nós.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Fala, Eduardo. Fala, Sérgio. Boa noite, Márcio. Vivian, boa noite. Fala, Ulisses. Boa noite, Sabrina. Boa noite, Lucas. Boa noite, Carlos. Bebis, Regina, boa noite. Mateus Miranda, boa noite. Rian. Geisiane. Boa noite, Samir. Everton, boa noite. Janaína, João, Ivi. Boa noite, Ana Lívia.

Ana Cristina, boa noite. Emília. Arthus, Franciane. Luan. Caramba, estou perdendo aqui. Está muito rápido. Como é que volta? Ah, sim, pronto. Fala, José Oliveira, Rafael Alonso. Eu perdi. Giovana, boa noite. Castanhal Pará, Gabriela. Ângela, boa noite. Luana, seja bem-vinda novamente. Estava na reciclagem. Renato, boa noite. Primeira vez.

Seja bem-vindo, Renata. Renata. De BH, boa noite. Raime. Raime. Ana Paula. Boa noite, Guilherme. Boa noite, Márcia. Fala, Vitor. De BH também, Renata. Boa noite, Rosivânia. Caramba, me perdi. Boa noite, Kátia. Boa noite, Nicole, Flávio. Boa noite, Lidiane. Fala, Rony. Sobral, Teoria da Relatividade.

Boa noite, Luciana. Gabriel, boa noite. Yuri. Jordi. Kamikawa. Maneiro. Boa noite, Elaine, Luísa, Viviane, Carlos, Ruaro. Boa noite, Carlos. André Lima. Fala, Tariq. Boa noite, meu irmão. Vinícius, Lívia. Boa noite. Ana Flávia. Boa noite. Na hora. Eugênia, Padre Diego, seja bem-vindo, sua bênção. Laura, Henrique, Henrique Hammer, Maria Bittencourt, de Floripa, Marcelo de Aragão, boa noite.

Primeira vez, seja bem-vindo, Marcelo. Vida comum, segundo capítulo do livro, maravilha. Boa noite, Virgílio, boa noite, Ricardo, pra ajudar com o café. Pô, tu sabe que trouxeram um café lá de São Tomé e Príncipe pra mim, cara? O carinho, o amor de vocês comigo é constrangedor. É uma responsabilidade pra mim. Bernardo, boa noite. Boa noite, professor. Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Campo Grande Mato Grosso do Sul é lá onde fica a sede do esquadrão de casa dos Amazonas.

A Força Aérea. Manda boa noite para a Jéssica, minha esposa. Boa noite, Jéssica. Seja bem-vindo, Joaquim. Assistimos suas lives juntos tem uns quatro domingos. Que bom. Boa noite, Pamela, Malu. Como está o nosso tempo aí? 9h07. Boa noite, Manuel, Tiago, Alana, boa noite, Vitor. Falar sobre a pintura do Pantocrator e os olhos de bomba e serpente e como se orientar melhor e fazer melhores juízos. A figura, aquela pintura do Pantocrator, Se não me engano, o quadro original está lá no Mosteiro de Santa Catarina de Alexandria, no Sinai.

Ele fica lá no sopé do Monte Sinai. Lá em cima, no Monte Sinai, tem a igreja da Sagrada Família. O Pantocrátor, alguma vez – não lembro onde, já faz tempo isso, mas fiz uma palestra sobre justiça e misericórdia que utilizei como referência simbólica o quadro do Pantocrátor. Um olho da justiça, outro da misericórdia. Onde é que eu parei aqui? Victor, tá. Boa noite, Sabrina. Raim, já sei que a aula de hoje é boa. Grande assunto. Pô, nem eu decidi o assunto ainda direito, Raim. Letícia Salomão, boa noite.

Educa a ânima. Fala, meu irmão. Érica, boa noite. Daniel Rebouças. Hoje a nossa vocação é fazer essa live durar umas três horas. Ser tão maluco. Joel Edson, fala Joel Edson. Joel Edson lá de Ricardo de Albuquerque. Márcio, boa noite. Tiago Salles, grande Tiagão. Tiago já tomou café aqui em casa comigo, com a minha família. Meu irmão. Já pagamos umas flexões juntos de punho encerrado. Grande Tiagão. Carolina, boa noite. Silvana e Sorocaba. Ranielma, Aline.

Vocês já viram que eu tô atrasadão, né? Aqui nos Boa Noite. Eu tô segurando aqui com a barra pra não ficar rolando, pra eu tentar acompanhar vocês Boa noite, Daniel. Yuri. É, não é que é completamente diferente, mas o modo de olhar a presença, o meu e o do Heidegger, é muito, muito diferente, né? Beatriz. Boa noite. Sacoarema. Alberto. Ih, rapaz, quase perco a hora. Está na hora, meu irmão. Chegou bem. Capão Redondo, de São Paulo, Alberto.

Fabiana, boa noite. Adri Ellen. Tatiana, Viana. Flávio Itanush, nosso programa de domingo à noite. Sejam bem-vindos. William Damasceno. Dante Casagrande, boa noite. Margarete. Sérgio, está rindo só. Roberta. Eduardo Silveira. Estou bem, graças a Deus, meu irmão. Letícia Salomão de Campinas. Vinício Castro. Professor, fala para a gente sobre o Halloween. Tem origem católica ou não? Depois de vocês terem olhado nesse negócio do Halloween e vir aí...

Sabe onde é que é bom vocês consultarem as coisas quando vocês tiverem dúvidas, assim, boas? Vai lá no site do Padre Paulo Ricardo. O site do Padre Paulo Ricardo é o maior tira dúvidas bom desses detalhes aí. Às vezes, eu não gosto só de falar aqui, porque eu dou uma resposta simplória e rápida, né? A gente está nos cumprimentos. E aí vocês acabam deixando de aprender as coisas bem aprendidas. Caramba, cadê? Me perdi de novo. O macete do personagem no palco para a Catequésia da Criança vale milhões.

É, cara. Você sabe que... Rapidinho aqui, né? Depois eu acho que... Até que eu vou repostar isso no Instagram. Vocês sabem que na Paixão de Cristo, o Barrabás. Vocês sabem que ele se converteu quando, na encenação daquela parte de Pilatos, de Nosso Senhor, para libertar o Nosso Senhor, o Barrabás, que aí o povo grita, liberta em Barrabás. Vocês sabem que ele se converteu e aquilo ali, ele estava encenando um teatro. Então, acho que pelo que eu botei lá no Instagram, vocês perceberam a diferença de você ensinar para uma criança que Abraão estava levando seu filho Isaac, que Deus pediu o sacrifício e tal.

Imaginem vocês ensinando isso, bem ensinado, ensaiado um pouquinho. Vocês vão perceber que faz muita diferença na construção da personalidade. Isso fica encarranado, vocês entendem? É uma tentativa de vivência real. Isso é a diferença de você ler sobre jejum, só ler sobre jejum, ler sobre jejum, fazer um roteiro para jejuar e jejuar. É só essa a diferença. É como se as pessoas que leem a Bíblia, elas exercitam um terço da personalidade. É tipo isso. Boa noite, Joana, Joana Feres, Kátia, Daniel Ribeiro.

Cadê a Live dos Amores, professor? Está no Instagram. Eu estou botando para o YouTube aos poucos. Daqui a pouco ela vai aparecer no YouTube. Mas ela está lá no Instagram também. Mária Gomes, boa noite. Eduardo, boa noite. Presidente Prudente, Rafael, boa noite. Karen. Eliseu. Gabriel. Sena, Gabriel Oliveira. Marcele. Raíra. Arthur, Sabrina, melhor que fantástico. Ramon. Professor, sou da Bahia, estou no Rio de Janeiro para encontro com o doutor Ítalo Marcilio. Gostaria tanto de encontrar e abraçá-lo. Seria uma honra. Se é possível, não sei.

Não sei nem em quanto você está falando. Até porque, se você vai lá no Ítalo, é lá na Barra, não é? Eu, a última vez que fui chegar lá na Barra, demorei uma hora e cinquenta, meu irmão. Mas também foi dia de semana. Sérgio Filipe, professor, quando vai ter na comunidade as aulas sobre como o senhor estuda? Ah, em breve, em breve. Em breve. Eu pretendo botar isso mesmo, cara, porque... Rapidamente aqui, antes da gente falar mais, mas tem a ver também com o nosso assunto, né?

Olha só. Bom, vou começar aqui os assuntos, então. O pessoal que eu ainda não consegui falar individualmente aqui, depois me perdoem, mas boa noite para todos vocês. Sejam muito bem-vindos. Desculpa não conseguir falar o nome de todos vocês individualmente. Então, vamos lá. Para dar uma palhinha aqui, eu acho que dá a grande diferença que faz de vocês não estudarem bem, que é ter vida intelectual boa, que é, da mesma forma, ter vida espiritual. Se essas coisas são diferentes pra vocês, vocês têm que ter muita noção que elas devem ser a mesma coisa, tá?

Quando vocês estão ouvindo uma palestra, vocês estão utilizando o ouvido. Tô ouvindo uma palestra. Se eu tiver vendo uma live, eu tô olhando e ouvindo. Só que pra eu ensinar pras pessoas, eu tô aprendendo as verdades com o ouvido, que é um órgão. Tô recebendo, né? O receptor do rádio. Agora eu vou transmitir. Eu, aqui, estou transmitindo e vocês estão recebendo com o ouvido e eu estou transmitindo com a boca.

A transmissão da mesma comunicação que você recebe com o ouvido é feita por outro órgão. Então, eu tenho uma conversa passiva e eu tenho uma conversa ativa. Assim é com o intelecto. Existe um intelecto passivo e o intelecto ativo. Tanto é que são habilidades completamente diferentes. Por exemplo, se vocês forem fazer um teste desses de línguas, um TOEFL ou IELTS desses da vida para o inglês, por exemplo. Tem gente que consegue tirar 10 no listening e na hora do speaking, ou do writing, que são habilidades diferentes, se ferram completamente, não é isso?

Então, eu percebo que hoje as pessoas, elas acreditam piamente, elas falam assim, ó, eu já assisti todas as aulas, todos os cursos, já li todos os livros. Essa pessoa, ela pode ser, ela pode, de repente, tirar tirar nota máxima numa recepção, numa passividade intelectual, e elas podem tirar zero numa atividade intelectual. Por quê? Porque o intelecto passivo e o intelecto ativo são órgãos diferentes. Acho que vocês deveriam compreender isso.

Então, por que eu falei isso, desses exemplos? Porque eu faço dois momentos de oração no meu dia, que é o de estudo, o de formação, seja lá como vocês queiram chamar, é meu momento de oração, que é meu momento de estudo, de vida intelectual, é o que eu estou falando para vocês, deveria ser a mesma coisa. Um dos dois momentos, Ele acontece comigo, sentado, com um papel em branco, um caderno e uma caneta. É até essa caneta que eu uso, é uma caneta de quatro cores.

E eu tenho uns 12 ou 13 cadernos de atividade intelectual. Isso, os que eu consegui conservar, os que não se perderam. Porque, olha, a atividade que eu falei para vocês, hoje, que eu faço da Bíblia, que tem a sua atividade, eu comecei a fazê-la quando eu tinha 16 anos. Eu comecei a escrever sobre a minha atividade, não a passividade da leitura da Bíblia, mas a minha atividade com a Bíblia começou com 16 anos. Teve uma pessoa, eu vou até repostar, teve uma pessoa que botou hoje, me marcou numa leitura de um livro, Francisco, O Irmão Sempre Alegre, que foi o primeiro livro que eu li na minha vida assim de, eu vou comprar um livro pra ler.

Não livro de literatura de colégio, sabe? A Ilíada e a Odisseia que eu tive que ler pra fazer prova de literatura. Um livro que eu falei assim, cara, eu quero comprar esse livro pra ler. O Irmão Sempre Alegre de São Francisco foi o primeiro que eu comprei, lá na Canção Nova. O segundo livro, que eu comprei então eu li esse livro três vezes francisco irmão sempre alegre que eu tô falando aqui mas eu nem lembro se é bom ou ruim eu sei que ele mudou minha vida completamente aí sabe quando tu indica para um monte de gente nego não consegue nem ler assim sabe acontece esse tipo de coisa né algumas coisas funcionam com a gente né e aí eu O segundo livro que eu comprei um mês depois, quando saiu o meu próximo salário do colégio naval, né?

Eu entrei pro colégio naval com 15 anos, ganhava uma merrequinha lá. O meu segundo livro foi... chama-se... A Bíblia no Meu Dia-a-Dia, do Monsenhor Jonas Habib, né? Então lá eu aprendi a executar as três pessoas. Eu só não sabia que ainda era ela, mas depois eu comecei a organizá-la. Eu anotava com uma caneta azul os princípios eternos, como ensino no livro. Com a caneta preta, as promessas de Deus. E com a caneta vermelha, as ordens de Deus. Elas estão separadas por tempo. Princípios eternos são atividades da consciência.

Elas estão fora de qualquer tempo. Mas a gente o percebe com o espírito, que é o fundamento da consciência. Então, isso começou quando eu tinha 16 anos, e aí eu percebi que a atividade intelectual, essa do intelecto que você bota para executar as coisas, como essas histórias que eu conto para vocês, eu com a minha filha no colo, aqui fazendo café, essas coisas não saem de palestra, nem eu assistindo a aula. Vocês entendem isso? Vocês entendem que a maioria das pessoas, a atividade intelectual delas, é uma atividade de receber, receber, receber, que é sobretudo o que a gente fica fazendo aqui na internet.

É o que eu falo pra vocês. Me dá uma angústia muito grande de ver as pessoas muito tempo aqui, porque elas viram uma espécie de Frankenstein intelectual. Vocês sabem, eu tô ficando velho, às vezes eu não sei se as pessoas sabem do que eu tô falando, vocês sabem quem que é o Frankenstein, né? É um monte de pedaço de carne, de órgão, de membros, de pessoas diferentes, né? Um monstrão assim. As pessoas, elas parecem assim pra mim. Elas tipo assim, ó. Quando elas vão falar sobre abertura à vida, aí elas falam, que tu vê que elas estão copiando uma certa pessoa.

Mas quando elas falam sobre a verdade, elas estão falando sobre coisas que elas ouviram numa outra palestra. E essas coisas se contradizem. Uma anula a outra. Essas pessoas, por não terem esse intelecto que funciona ativamente, tentando colocar a atividade intelectual dela, poética, da poieses aristotélica que cria, elas têm essa dificuldade muito grande de conseguir unificar as coisas na vida dela. E isso é uma tragédia, porque, de repente, na próxima vez, na próxima live, se a gente falar sobre depressão, isso gera uma depressão num órgão, num intelecto.

Isso gera uma depressão grave, uma depressão profunda na vida. Então, vocês precisam realmente de uma atividade intelectual que é uma atividade, só existe um tipo de atividade intelectual verdadeira, que funciona, de onde não vai sair besteira, chama-se oração. Se vocês acharem uma coisa que funciona no mundo, por exemplo, quando Newton, olhando com cuidado para o mundo, para as coisas da criação, e ele se pergunta sinceramente, por que cai a maçã?

Essa atividade sincera, ela é uma oração, se for uma atividade sincera de descobrir a verdade, é por isso que existe a grandiosíssima frase de Santo Tomás de Aquino, se referindo a Aristóteles, onde está a verdade? Aí está o Espírito Santo. Então não existe verdade revelada, não existe lei da gravidade do Newton que não seja dada por um modo de oração pelo Espírito Santo. Vocês entendem isso? Entenderam isso que eu falei agora? Por quê? Porque o mundo é criado na cabeça de Deus, né? Tentar compreender como funciona a gravidade, se for uma atividade sincera e se chegar na resposta certa, o nome dessa atividade não é física, é teologia.

É, Eduardo, é como a gente fala aqui praticamente em toda live, né? a gente não sabe realizar outra atividade no mundo. Então, de uma maneira mais perfeita, Santa Edith Einstein, ela estava falando, sobretudo, de uma de uma atividade filosófica de buscar sentenças e juízos verdadeiros, né? Você vê, a frase dela, ela tá englobada por uma experiência humana muito maior e muito mais completa, dita por Santo Agostinho, nas confissões, quando ele fala assim, ó, fizeste-nos para ti, senhor, e o nosso coração não descansa enquanto não te encontrar.

Ou seja, enquanto eu abrir os olhos, enquanto eu estiver vivo, eu só tenho uma vocação. Dominar o mundo, que é o quê? Procurar loucamente por um domino. Então, se vocês não fizerem isso de maneira correta, vocês vão ser como a minha paciente que lava as mãos quatro horas por dia. É uma tentativa de domínio sobre o mundo, de perfeição. Só que de maneira estranha, né? de maneira que não faz o homem funcionar na sua perfeição, mas funciona baixo. E a gente é cheio dessas atividades de perfeição baixa.

O jeito hoje como a gente olha para uma casa de família, ele é todo moldado para uma perfeição baixa. Qualquer pessoa que tem família grande, vive tranquilamente num nível de desorganização, de sujeira, de zona, dentro de uma casa, realizando uma atividade de perfeição. Mas isso é inalcançável, por exemplo, para uma pessoa que de repente exerce uma profissão de design de interior. e que talvez não tenha a oportunidade de estar experienciando um nível de vida muito grande presente no espaço. Então, obviamente, se ela não tem essa perfeição maior, que são das presenças das vidas humanas, ela vai tentar dominar o mundo com o que ela tem, que é organizando as coisas menores, as coisas materiais, da melhor maneira possível.

Mas vamos falar um pouquinho sobre uma coisa aqui. 9h28. Vamos nessa esteira do domínio aqui pra eu ensinar uma coisa pra vocês que talvez seja, certamente tá uma das coisas mais importantes que eu vou poder ensinar pra vocês na minha vida. Existem níveis e níveis de domínio, né? Vocês olham as pessoas Quando você olha uma pessoa com muitos seguidores aqui na internet, você fala assim, cara, essa pessoa está fazendo alguma coisa aqui na internet que está gerando um certo domínio. Às vezes é um domínio demoníaco.

Por exemplo, uma pessoa que tem milhões de seguidores rebolando seminua. Aí você fala assim, cara, uma pessoa é grande pra caraca e tem um domínio na internet. pode ser fazer uma coisa muito errada. Eu diria para vocês, existem certos macetes para a gente se balizar em domínios. Então eu já dei certos macetes para vocês, até para vocês olharem para influenciadores, por exemplo. Se uma pessoa começa a dominar na internet por uma atividade humana e de repente vocês olham ela se cercando de vida material toda nova, ou seja, Agora, vivendo tudo de materialidade, essa pessoa está perdendo o domínio sobre o mundo.

Por quê? Ela está descendo, ela está baixando. Às vezes, ela apareceu aqui muito bem, falando de coisas muito humanas, e depois, como ela virou o olhar para dominar o mundo, um mundo material de como funciona vendas, de como funciona marketing, não tem como ela entrar nesse jogo sem se transformar nisso. Vocês entendem que isso é bem, como eu digo sempre, bem matemático esse cálculo. Então, isso é uma boa orientação para vocês. Por exemplo, moda de internet. Pessoas que explodem assim, do nada aqui. É muito fácil perceber?

que esse tipo de boom de coisas que acontecem aqui são modas ou são coisas que facilitam doenças da sociedade. Por quê? Porque a vida comum, a vida comum real, a vida comum, ela não tem atrativo, ela não tem potencial para bombar na internet. Vocês entendem? Não tem. As coisas de vida comum elas vão muito, eu digo, eu sempre vejo dois grandes exemplos que eu já citei em outra live, o Olavo de Carvalho e o padre Paulo Ricardo, que foram duas pessoas que sem modismos sem apelações materiais de riqueza, de prometer nada, de dinheiro, ou sem dar muita matéria para a vida sensível.

O que é muita matéria para a vida sensível? Se aparecer gente aqui, por exemplo, ligada à religião, fazendo a galera chorar, e de tipo atividades mais sensitivas, elas têm maior potencial de bombar. Por quê? Porque a sociedade hoje é muito sensualizada. Vocês entendem? Existe um pouco disso, dessas coisas, de como bomba. Então, vocês vão ver a diferença. Existe, é óbvio, a real, a diferença daquela coisa que cresce. porque ela vai sendo passada de vida comum de um para o outro e ela vai ser de maneira devagar, vocês têm que ter paciência para isso, tá?

Se vocês tentarem utilizar atalhos, vocês vão perder o fio da meada e o controle real da vida comum, vocês vão virar refém da coisa, tá? Vocês têm que ter calma nisso. E eu vim aqui falar de um desses assuntos aí que que jamais vai viralizar, jamais. Pelo contrário, é aquele tipo de assunto. Existe uma passagem no evangelho, por coincidência, é uma daquelas passagens que nosso senhor promete dificuldade, sacrifício, morte, E aí a galera mete o pé, né?

Então, normalmente, as coisas da vida comum, de tu falar assim, ó, não, cara, minha rotina é só essa mesmo, é banho de criança, entendeu? É rezar o terço de noite aqui, todo dia, com a família, um jantar tranquilo, aí, obviamente, Imagina, vocês parem para pensar nisso bombando por aí. Isso é tudo que o pessoal não quer, né? Pelo contrário, a galera fala assim, caramba, minha vida não pode cair na rotina. Vocês entendem? E aí, dentro desses vários domínios que a gente tem, que chamam a atenção das pessoas, Existem várias capacidades para a gente perceber domínios.

Uma delas, eu gravei uma aula ontem para a comunidade, lá na aba que eu estou falando sobre o domínio do tempo, na terceira ou quarta aula sobre domínio do tempo, é fazer o tempo demorar. Eu fiz uma aula lá sobre isso. Esse é um tipo de domínio. quando uma pessoa pega alguma coisa que parece corriqueira e ela se demora naquilo ali, a gente vê uma dignidade diferente. Eu sempre dou muito até o exemplo de um sacerdote que levanta a hostia rapidinho e de um outro sacerdote que levanta bem devagarzinho, né?

Se a pessoa não entende nada de missa, quando ela olha o sacerdote levantando um pão devagarzinho, ela fala assim, caramba, aquele não é o tempo Como aquele sacerdote está vencendo o tempo? Ele está vivendo aquela experiência do tempo de Josué, aquela experiência do sol parar, não é isso? Aí a gente percebe que existe alguma coisa valiosa ali, porque ele está se demorando, está gastando tempo. Existe um valor a mais, uma dignidade a mais. No crítico dele, no espírito dele, Existe uma hierarquia diferente da minha, uma hierarquia onde um pedaço de pão está acima de muita coisa a ponto de São Tarcísio ter entregado a vida dele por aquele pedaço de pão.

A gente tem essas percepções. A gente pode não saber explicar, mas funciona assim dentro da gente. Existe um domínio dos domínios. Eu sempre falo para vocês, o nosso olhar é completamente atraído por domínios. Se eu quero jogar futebol, se a minha bola do meio, aquela bola do meio da personalidade, o meu futebol, se é interessante para mim, se eu tenho atenção, naturalmente o meu olhar se dirige para os domínios do futebol, quem domina futebol, e eu vou querer imitá-lo. E aí a gente vai tentando dominar tudo que aparece na nossa vida e nas aulas e lives de psicologia infantil e educação infantil, eu vou enumerando pra vocês.

Eu falo lá desde o Choro que quer dominar a própria fisiologia, o sobreviver do corpo do neném, aí vou passando pelo rastejar no chão, o deslocamento na horizontalidade, depois vou falando da linguagem, da força, né? Então, você vê, os nossos órgãos, a cada passo que a gente vai dando, a gente vai ganhando órgãos, eles vão se desenvolvendo órgãos para a gente ir dominando o mundo. E existe uma presença que é o grande drama do domínio da vida humana, que aparece quando a gente está sofrendo, quando a gente está com dor, quando a gente está doente, quando a gente é desenganado pelos médicos, quando ninguém sabe o que a gente tem.

Então, a gente vai procurando todos os dôminos do mundo. Ah, eu tô com problema espiritual. Eu vou procurar um sacerdote. Ah, eu tô com problema no intestino. Eu vou procurar um médico. Ah, eu tô com problema no estômago. Eu vou procurar um gastro. Ah, eu tô com problema de... Tô com preparo físico ruim. Eu vou procurar um professor de educação física. Ah, eu quero malhar direitinho, mas tô fazendo o negócio todo errado. Tô sentindo dor no ombro. Eu vou procurar um personal de academia. A gente tá procurando sempre os dôminos que dominam nossos amores.

e a gente vai dominando o mundo e vencendo, não é isso? Mas existe uma experiência, você vê, quando a gente está bem na vida, quando a gente está dominando as coisas, no geral o pessoal fala assim ó, o cara esqueceu de Deus, ele é o cara, então ele está dominando, está tudo na mão dele e ele é o próprio domino, ele se sente assim, eu estou no domínio, eu sou o cara. Até que morre uma pessoa, uma tragédia de família, uma doença grave, quando a gente vai perdendo o domínio, vai acontecendo aquela experiência que o grande Santo Ambrósio de Milão, doutor da igreja, conta do catecismo.

A velhice e a doença são como um remédio para o homem para lembrar do verdadeiro domínio. Para lembrar, quem é o domínio daquilo que nós vamos enfrentar e não conseguimos vencer e dominar eu já contei até para vocês uma experiência que aconteceu comigo na época que eu morava lá no Líbano no Oriente Médio da amizade com um cara sunita né que no final antes de eu vir embora ele falou um pouco dos fundadores de religião como existia uma certa inveja de Cristo por ter lutado contra a morte e vencido, como dizia Santa Teresa de Ávila, né?

A morte, morte deu. Ele matou a morte. Então, quando a gente tá próximo da morte, muita gente se converte. ou com a doença grave, a gente começa a rezar. Existe uma brincadeira lá no mundo do paraquedismo, né? Quando a gente faz salto, salto a grande altitude, macho, cara, de oxigênio, 24 mil pés. Aí ele falava assim, cara, aqui todo mundo se converte no primeiro salto. porque tu não tem domínio e aqui em cima tu só tem o domínio pra te buscar. A galera fala assim, ó, as nuvens não têm cabelo, assim como a água, quem tá se afogando lá no meio do Comando dos Amfíbios no curso, né?

A água e o céu não têm cabelo, né? Tu sai da aeronave e tenta agarrar em tudo no céu assim, ó, não tem nada pra se agarrar. A mesma coisa quando tá naquelas noites de afogamento lá do Comanf, tu fica tentando puxar o cabelo da água pra respirar, mas não tem cabelo, né? A gente perde o domínio. Então, as pessoas rezam, né? As pessoas pedem pro próprio domino, pro senhor do mundo. Então, é muito bonito quando Cristo fala que quando ele fosse elevado, ele atrairia todos os olhares pra ele.

É como no mundo do futebol, o Messi vai bater o pênalti no final da Copa do Mundo, e todo mundo está atento para o domínio atual do futebol, que vai enfrentar o ápice do futebol, uma Copa do Mundo, para tentar vencê-la. Então, o ápice do drama humano, o sofrimento, a dor, a morte, o desconforto, vai ser enfrentado agora. pelo domínio, não mais o do futebol, mas o domínio dos domínios, o domínio da vida e da morte.

E todos os nossos olhares vão ser atraídos por ele, porque finalmente apareceu um homem no mundo que tinha domínio sobre a cegueira, sobre o aleijado, sobre a lepra, sobre a tempestade, sobre a quantidade de pães que alimentam o homem. Esse homem mostrou um domínio acima de todos os domínios e, de repente, aparece a morte, que é o drama dos dramas. O domínio do domínio que todos nós vamos enfrentar como homens doentes que estão caminhando para a morte. E, quando chegar lá, a gente já sabe, eu e vocês todos já sabemos, nós já sabemos que nós não temos um instrumento para enfrentá-la.

E, aí, ele vai chegar para enfrentar a morte. E, olha, é de vibrar o coração. Quando a gente vê o grito da humanidade sair da boca daquele fariseu do templo. Se você é quem você é, pede para o teu pai do céu ou pelo teu próprio poder e desce daí agora. Esse é o nosso drama, vocês entendem?

Aquele fariseu, ele colocou pra fora o nosso drama, né? Porque se você descer daí, esse é o meu sonho, né? Imaginem a gente presente. Eu não sei se vocês viram os meus stories hoje e eu tava falando da presença das três pessoas para a gente aprender as coisas. Existiu uma época na Igreja Católica de uma...

A Escolástica, que é um período de grande avanço intelectual, afastou o homem. Um dia a gente fala sobre isso com mais calma. Ela afastou o homem. Na estrutura da personalidade humana, pensem aí as três pessoas e a bolinha do meio. A metafísica da escolástica, ela inflamou a personalidade humana nos seus órgãos mais altos e o ser humano deu uma esquecida, Enchou muito aqui em cima, no crítico e no roteirista, e faltou enchar de igual tamanho, para a personalidade crescer toda robusta, no personagem e no palco.

Tanto é que disso saiu a revolução cartesiana, que é uma doença do intelecto. Penso, logo existo. Hoje, para nós, olhamos e pensamos que idiotice que Descartes falou. Mas, naquela época, era comum esse tipo de pensamento, por causa de uma doença generalizada, fruto dos níveis muito altos da escolástica. No século seguinte, no mesmo século, aparece Santo Inácio de Loyola, funda a Companhia de Jesus, aí conhecemos os jesuítas, e os exercícios espirituais de Santo Inácio trazem de volta um próximo passo na personalidade humana para desinchá-la da parte inflamada e doente dela.

Ele começa a fazer um modo de oração que é fazer com que as pessoas saiam da metafísica, descrevam um ambiente humano se coloquem lá, ou seja, ele está trazendo de novo para baixo, ele está puxando a personalidade humana para ela crescer também, sem diminuí-la em cima, sem diminuir os sucessos e as conquistas da escolástica, ele está tentando inflar a personalidade humana na parte sensitiva dela de novo. Olha, se coloca lá de novo. Agora, para de fazer atividade intelectual sobre a crucificação de Cristo. Fica lá parado no lugar do fariseu e fala como ele fala, que é o que eu tô falando pra vocês hoje fazerem, como eu explico o que eu falo, como que eu faço com as crianças, meus filhos, e eu faço, né?

Bom, se isso aqui é digno de se entranhar na minha personalidade, eu tenho que tentar interpretar isso no palco. Eu já tentei várias vezes eu mesmo criar um mundo. Por isso saem aquelas reflexões que eu falo pra vocês da palavra. A dúvida de Santo Agostinho. Qual palavra que foi dita? Será que foi dita hebraico? Por quê? Porque na época de Santo Agostinho, a personalidade era muito sadia praticando vida intelectual por causa do trivium. Então, tanto é que existe o trivium de Santo Agostinho. Existe um trivium dele.

Não tá traduzido, só tem em latim. Pelo menos a última vez que eu vi, há uns anos, só tinha em latim. Não sei se já traduziram o trivium dele. Essa atividade completa da personalidade humana, quando a gente tá lá na carne daquele fariseu, isso é um modo grande, completo de oração. O pessoal chama isso de uma contemplação com, mesmo junto, coabitar com, templo no mesmo lugar lugar mas não como qualquer lugar porque eu não estou pensando no futebol eu não estou pensando no maracanã Eu estou pensando num templo onde mora o Senhor, da teologia.

Contemplar, que é a consciência, um lugar onde só nós dois podemos entrar, eu e Deus, não é isso? Como nos ensina lá o catecismo. O vigário de Cristo, o individual, um lugar onde o homem encontra com Cristo e que só eles dois podem entrar lá. Chama-se consciência humana. Quando a gente pratica essa atividade, eu estou lá agora e vou falar a palavra do fariseu para Cristo. Você consegue vencer a morte? Porque se você vencer a morte, eu te dou meu coração todo. Eu só preciso que você me mostre.

Ou como São Tomé, né? Deixa eu tocar. Eu preciso tocar com o personagem no palco. Eu preciso tomar esse café tocando nele para que essa verdade se encarne em mim mesmo, porque a vocação da verdade intelectual é se encarnar no mundo, não é isso? A vocação da verdade é ser tocada, é ser degostada no mundo. até num café assim, né? Não existe verdade no café plena, a plenitude da verdade do café é ele sendo degustado pelo homem. Imagina se a verdade que vocês conhecessem sobre o café fosse o que me contaram do café ou um roteiro de um dia tomar café.

Eu poderia dizer pra você que você não porta quase que verdade nenhuma do café. A verdade que um gole poderia te dar, não é isso? Então, Quando estamos diante de um sinal, um resquício de domínio sobre a dor, sobre o sangue jorrando, sobre a morte, o nosso olhar vai para lá, porque é o desejo mais profundo da alma humana vencer. domar, dominar essa presença. De tudo que a gente tem que dominar, as pessoas que têm alguma espécie de domínio sobre a morte, elas ganham altíssima dignidade perto de nós, não é assim?

Por que vocês acham que os médicos têm a dignidade que eles têm? Por que vocês acham que os sacerdotes tenham a dignidade que eles têm. Porque se o médico tem algum controle sobre alguma coisa que possa fazer mais com que a carne material dure, um sacerdote tem a capacidade de, com uma confissão, fazer com que um homem dure eternamente no céu. uma vitória sobre a morte, como uma confissão, uma unção dos enfermos, que também tem o perdão total dos pecados, não é isso? Então, por que essas pessoas têm essa dignidade?

Por que um sacerdote tem essa dignidade altíssima na humanidade? Porque eles comportam um poder real sobre a morte, não é assim? e um poder real, obviamente, sobre a vida. Afinal de contas, nenhum homem toca em Cristo nesse mundo sem que seja pela mão de um sacerdote. Então, a gente conhece a dignidade altíssima. As mãos desses homens foram beijadas e são beijadas ao longo da humanidade por isso, né? Um homem, quando tá beijando a mão de um sacerdote, de um certo modo, se ele souber sobre história, se ele não for um filho de chocadeira, de um certo modo, ele tá beijando o ventre grave, grávido, gravíssimo da Virgem Maria, né?

Porque a mão do sacerdote, ela é uma ela é uma herança do ventre da Virgem Maria pro ser humano no mundo, não é isso? Não é dali que é gerado pra nós o corpo de Cristo no mundo, materialmente, cês entendem? Então, sempre, se vocês pegarem a mão de um sacerdote e beijá-la, vocês tão fazendo a mesma coisa do que se ajoelhar, abaixar um pouquinho e baixar o ventre grávido da Virgem Maria pra nós no mundo. É dessa magnitude. Isso é dignidade, que as coisas vão ganhando no mundo por esses domínios e essas vitórias.

Mas por que que isso é um tesouro pra nós? Quando vocês estiverem diante do sacrifício que vocês não abraçaram, que é circunstância da vida, uma doença em vocês, uma rejeição em vocês, uma humilhação no trabalho em vocês, um abandono em vocês de um esposo, de uma família destruída, quando o sacrifício é em vocês, não escolhido, Vocês estão diante da dor, do sacrifício, da morte. O olhar das pessoas vai se voltar para vocês e para mim para tentar achar a vitória sobre a dor, sobre o sofrimento, sobre o sacrifício, que são essas prefigurações de vitória sobre a morte.

Mas como que o homem comum pode carregar o cheiro ou carregar nos ombros dele pequenas vitórias sobre a morte. Quando ele é capaz, diante do sacrifício ou abraçando ou passando por ele, abrir um sorriso ou ter um semblante sóbrio, pronunciar palavras de esperança, isso faz com que essas pessoas comecem a dominar o mundo efetivamente. E é óbvio que isso deixa a gente desconcertado.

A Igreja Católica dominou o mundo assim. Quando a gente ouve a história de São Lourenço, grelhando naquela chapa, Quando a gente vê a história, às vezes as pessoas falam assim, São João Evangelista foi o único apóstolo que não foi martirizado, né? Ele falou, é, não é bem assim, né? Ele não morreu mártir. mas ele foi martirizado. Colocaram São João Evangelista, o mesmo do Apocalipse, das cartas de São João, do Evangelho, de São João, colocaram São João Evangelista numa bacia com óleo fervendo. E diz a tradição que ele saiu rejuvenescido, né?

Existe até uma igreja lá na Itália, que eu conheci essa história nessa igreja, inclusive, San Giovanni Nolio, a igreja de São João no óleo. Então, ele também foi martirizado. E isso deixava as pessoas desconcertadas quando São Francisco de Assis cruzou aquelas labaredas de chama para tentar converter o sultão no mundo árabe. Não sei se vocês já ouviram essa história. Quando a gente vê essas pessoas enfrentando a dor e a morte, e elas têm algum tipo de vitória que pode ser um sorriso, ou um semblante de quem está vencendo, vocês entendem?

Eu falo, cara, aquele cara está todo aloprado de vida, mas ele continua. Se você chegar perto dele, as palavras dele são tranquilas, ele sorri, ele se oferece para ajudar os outros. Vocês percebem que essas pessoas têm esse cheiro de domínio sobre a morte para nós? Vocês percebem o tamanho de um tesouro que um católico, por exemplo, pode carregar no mundo, exercendo essas pequenas atividades do dia a dia, da vida comum, de, às vezes, aquelas dificuldades que ninguém quer abraçar. E aí, agora, vai um sacrifício que é mais domínio ainda do que o sacrifício que não é escolhido, que é a doença que aconteceu para nós e que a gente não escolheu.

Mas é uma pessoa que abraça livremente, como a gente vê, como é bonito. na oração eucarística número dois quando ela começa e a gente ouve e nosso senhor e cristo e ele abraçou livremente a paixão ele não sofreu a paixão ele escolheu a paixão ele abraçou livremente quando a gente vê uma pessoa livremente escolhendo o caminho livremente eu vou contigo livremente Então, quando eu falo para vocês, você vê, ali na parede, na minha parede, tem algumas figuras canonizadas, né?

Uma delas que moldou a minha vida desde a juventude, o nosso padre Pio, né? São Pio de Pitreutina. O padre Pio... Bom, o padre Pio, ele era... Ele era um escândalo pro mundo, porque ele carregava as chagas de nosso senhor, né? A gente tem imagens reais do padre Pio, ele faleceu em 1968, né? O Papa São João Paulo II o procurou quando perdeu o domínio de uma amizade com o câncer, né? E até quando ele encontra o jovem, o jovem padre Carol Voitiua, encontra com o velho Pio, e o padre Pio fala pra ele que ele seria um grande papa e que muitos anos depois ele se recorda de que o padre Pio tinha falado pra ele que ele seria papa, né?

Então você viu o padre Pio e isso pra gente é algo muito grandioso que pode mudar a nossa vida, a nossa a nossa personalidade completamente. O padre Pio ele recebia aquelas cartas. Você vê, eu quando falei para o pessoal lá na comunidade para enviar as cartas lá para o meu e-mail, toda aquela coisa lá eu aprendi a fazer com o Padre Pio e mudou a minha vida desde a adolescência. Pegar aquelas cartas das dores das pessoas ou dos meus pacientes diariamente no consultório, e levar para a missa.

Eu não consigo fazer isso na missa de domingo porque eu estou com todas as crianças, com a minha esposa. Então, obviamente, eu estou ali por eles. Eu posso fazer algumas coisas mentalmente. Mas você entrar numa missa com a presença da Igreja Celeste, da Igreja Triunfante ali, com o próprio padre Pio, que é para quem eu sempre peço isso na missa, e você carregar para si o sofrimento das pessoas, você entrar em uma missa, Padre Pio combinou isso com Deus, eu não vou te pedir nada nunca para mim, de mim cuida a divina providência, e ele pegava as cartas, isso era um dos motivos que fazia a missa dele demorar três horas, ele lia as cartas da pessoa ou então rezava mentalmente na missa, E aí ele pegava aquelas milhares, tem fotos das pilhas e pilhas que São Pio recebia de pessoas sem retina, sem braço, e os milagres que aconteciam por intermédio dele.

A gente tem imagem dessas coisas registradas, por ser muito recente. Os médicos faziam exames nas chagas de São Pio e as visões dele, enfim, a vida de São Pio É uma dessas coisas extraordinárias que Deus dá de vez em quando pra gente, né? Quando a gente tá muito na merda, né? Deus dá essas grandiosidades pra gente, pra gente ver se a gente toma jeito de uma vez, né? Então, vocês veem. Quando a gente vê o sofrimento das pessoas, hoje em dia, as pessoas que tem zero esperança de dominar o sofrimento?

Zero, porque a gente está num mundo que está ficando cada vez mais ateu. E se algumas pessoas ainda falam assim, não, Diego, mas tem um monte de gente se convertendo. Ele falou, pô, pode ir, pessoal. Tem um monte de gente se convertendo a um catolicismo herético, que é o catolicismo do ficar rico, do catolicismo de vida esplendorosa, caramba. Esse nunca foi o tesouro do catolicismo. O tesouro do catolicismo está no contrazimute disso, na direção contrária, é quase que um contraditório. Eu já falei para vocês, eu não sou contra a riqueza, contra nada disso.

Se vocês ficarem milionários, e vocês mantiverem o olhar e a liberdade de vocês em abraçar o sacrifício, em abraçar o sacrifício e sorrir, Vocês vão ser católicos pra caraca e milionários, vocês vão poder salvar muita gente. Agora, isso é completamente diferente de você estar esbanjando todo tipo de riqueza. e ter uma justificativa apostólica. Porque aí você está criando uma doença. Porque a gente vai saber que as pessoas que vão chegar perto de você, elas não vão chegar ali para vencer a morte do material que está sendo corroído.

Elas vão chegar ali perto de você para tentar eternizar o material. E isso é muito diferente. Isso é muito diferente. As pessoas que viveram, que vivem o catolicismo de verdade realmente, Elas têm medo real dessas coisas. Elas têm medo real do materialismo, medo real do dinheiro. Vocês veem, eu aceito livremente tirar foto com as pessoas, pelo amor de Deus, eu não estou falando isso para... Vocês sabem, o pessoal sabe, em evento presencial já fiquei mais de uma hora tirando foto com o nego, mas aquilo me dá uma vergonha.

Me dá uma vergonha. Eu me sinto... um punhado de merda e as pessoas tirando foto comigo é como se elas estivessem se sujando de merda, né? Eu sinto vergonha de ser elogiado publicamente assim de e eu tenho certeza de onde saiu isso. Eu tenho certeza de onde saiu a minha vergonha. A minha vergonha saiu da de ficar na minha adolescência levando pra e lendo na missa, como eu fiz hoje para duas pessoas. pra mãe de um amigo meu que foi internada, delirando, e eu falo da vida dela, falo da vida dele, de como eu os conheci, de como seria bom vê-los curados ou juntos, ou se não foi essa vontade de Deus pra eles se salvarem, e pedir pra Deus pra carregar junto o sofrimento.

Se ele precisar da minha carne pra carregar a conversão das pessoas, pra carregar. Vocês não têm ideia se vocês parassem com essa merda, com esse medo aloprado de enfrentar o sacrifício da vida humana, a alegria que brota. Vocês ainda não perceberam? Lá no Líbano, eu ficava olhando para uma mulher, eu sentava numa praça às vezes, em frente à Mesquita Azul, em Beirute, para rezar, e tinha uma mulher que ficava vendo o filho dela brincar e dava para ver no semblante dela o olhar fixo dela para o filho, a atenção dela, como nada a distraía, que ela contemplava um amor muito maior do que as outras mães que estavam no parque, porque aquela mulher tinha perdido quatro filhos num carro-bomba em Beirute.

Se vocês não compreenderem que o amor humano, o coração do homem que ama, A grande palavra do amor sempre vai ser o sacrifício para nós. Se vocês não perceberem que a dilatação do coração humano que ama é a dilatação do sacrifício, vocês vão viver uma vida humana de amores baixos, pequenos e ridículos. Por que que um atleta... Você vê, quando a gente passou nas Olimpíadas... Eu adoro ver vídeos assim, né? Hoje, a minha esposa me mostrou um vídeo desses American ou Britain Got Talent, né?

Eu me recordo sempre de um vídeo de um rapaz chamado Paul Potts, Paul Potts, dessas pessoas humildes de zeladores ou de vendedores de celulares ou de pessoas de rua que vão lá e encantam o mundo cantando, sabe? A tal da jornada do herói, que é a vocação de todo homem, dominar o mundo. Pra você ver, essa antropologia que eu tô falando pra vocês, é em cima dela que acontece essa coisa. O que que é a jornada do herói? A jornada do herói é a vocação do homem.

Por que que a jornada do herói enche o nosso peito? Por que que nós adoramos jornadas de herói? porque a jornada do herói é a nossa vida, é vencer uma batalha sobre a morte, e por isso que o nosso olhar fica fixo quando alguém está vindo de baixo e está subindo para lutar contra o grande drama da nossa vida, lutar contra a morte, vocês entendem? Então, vocês veem, quando a gente olha essas coisas e a gente percebe que aquele cara naquele pódium com a medalha de ouro que está tentando aquela medalha quatro olimpíadas o que tem no peito dele é infinitamente maior do que um cara que de repente com doze anos, quatorze anos, dezesseis anos ganhou uma medalha de ouro.

Eu não estou dizendo que não vai ter uma puta de uma alegria, que ninguém ganha medalha de ouro sem um grande sacrifício, mas imaginem um homem que não lutou só quatro anos ou só dois anos, nadando todo dia, que seja oito horas. Ele está há 20 anos fazendo isso. Ele está há 20 anos erguendo aquele peso. Vocês entendem? A gente fala, né? A medalha de ouro desse cara é diferente. A prova desse cara que passou no colégio naval depois de cinco anos tentando é diferente. é diferente daquele outro cara que foi fazer de forma até, às vezes, meio desleixada, mas que tem um intelecto, às vezes, muito mais avantajado.

Vocês entendem? O tal do sacrifício, o sacrifício, o sacrifatirem, o fazer durar, que é a nossa vocação, fazer durar. Como é que faz a vida durar? Quando a gente encontrar a morte, como é que a gente vai fazer a vida durar? Passando por ali. Então, o tesouro do catolicismo Ele tá todo na cruz, mas não como um desespero. Ele tá todo na cruz como aquela cruz que Nosso Senhor pega e acaricia. Como no The Chosen, quando São João Batista vê aquela estaca, né? Aquele tarugo de madeira onde ele vai colocar a cabeça pra ser cortada, né?

E ele acaricia, vocês entendem? Aquilo, aquele acariciar ali onde vai ser sacrificado, aquela carícia, É o beijo do sacerdote na missa. É aquela carícia, né? Um, eu vou beijar um lugar, a face de Cristo, onde o sacerdote, o altar e o cordeiro, né? Vai ser beijado ali, onde o o membro do Opus Dei, que beija o chão, né? E oferece o dele, o dele, eu vou servir aqui, esse é o meu altar, aqui eu vou derramar o meu sangue, sem medo, querendo o resto, como na oração do paraquedista, né?

Daime, senhor, o que vos resta? A gente não pode ter medo disso, pô, medo de ter filho, porque ele vai passar fome, medo de fazer o jejum porque vai ferrar a minha saúde, medo de falar a verdade, que eu estou tentando viver a castidade porque eu vou ser humilhado. A gente não pode ter medo dessas coisas porque as pessoas estão esperando a gente, o católico. O católico, sobretudo, porque nós sabemos que o evangélico que é o contrário, né? Ele quer o contrário. De uma maneira geral, tá?

Quando eu falo aqui, falo até de uma maneira muito imprecisa, vocês entendem, né? Que é melhorar de vida, né? Melhorar de vida. Mais uma vez, eu não tô falando que errado melhorar de vida, pelo contrário, todos os dias eu peço, eu posso não pedir por mim. mas eu peço por todas as pessoas, todas as imperfeições e desordem do mundo, eu peço. Uma pessoa, antes de ontem, na consulta, perguntou assim, como eu sei se eu tenho que pedir para o morto ressuscitar? Como eu sei que eu tenho que pedir para o cego retomar a vista?

Eu falei, você sempre tem que pedir pela ordem da criação de Deus. Eu sempre faço todas as orações de todo mundo que me pede para tudo na missa, lendo a dor e o sofrimento, pela perfeição. Porque esse é o domínio que a gente consegue. Quem consegue tirar leite de pedra, quem domina a morte, quem sabe todos os mistérios do sacrifício é Deus. Nós vamos lutar com a medicina, com a física, com a biologia, para tentar com os instrumentos nacionais, os instrumentos naturais, a razão natural para ordenar o mundo o quanto a gente pode.

passar, entende? E existe um domínio que tá fora do nosso, é como o jogo de xadrez que eu falo pra vocês, né? A gente vai fazer a nossa jogada previdencial e Deus vai fazer a jogada pós-evento, a providencial, que vai elevar a perfeição o tabuleiro. Isso dá uma tranquilidade até pra gente, pô. Pra gente não chegar aqui na internet e ficar falando que a gente é o cara, que a gente é o bambambambam, que a gente criou isso, que a gente criou aquilo. Pessoal, Amanhã, nós não somos nada, nós não temos nada amanhã.

Nós estamos morrendo, nós estamos doentes de morte, vocês entendem? Nós estamos na UTI. Todos nós, a gente está morrendo. Eu me lembrei disso hoje com a minha filha, quando ela pegou o cubo mágico e falou assim, papai, você quer ver eu montando aqui? Eu falei para ela, eu quero. E dentro de mim eu falei, porque eu estou morrendo. Nós estamos morrendo. Vocês não precisam ficar na internet tentando ser os caras, porque a gente já já vai enfrentar a morte. Imaginem vocês encontrando com Cristo e tentando fazer o que estão fazendo na internet.

Eu sou o melhor terapeuta de pessoas que têm problema em plantar bananeira. Eu sou o fundador de não sei o que lá. Se não fosse eu, vocês iam estar ferrados. Eu sou o cara que transformou isso aqui em não sei o que lá. Eu sou a última bolacha do pacote. Vai ser isso que vocês vão falar para nosso senhor quando vocês encontrarem com ele? Porque se foi isso... Vocês estão ferrados. Nós estamos ferrados. Se a gente não encontrar com ele e falar assim para ele, sem exagerar, eu só fiz merda.

Eu só quero ficar do seu lado. Às vezes, as pessoas acham que a gente é rigoroso. Você está falando que o cara vai para o inferno, que ele não vai estar com o Nosso Senhor? Não, não estou falando que ele vai para o inferno. Mas como uma pessoa que odeia o Senhor quer passar o resto da vida com Ele? Ou que o despreza? Não sou eu que não quero que aquela pessoa vá para o céu. É ela que não quer. Se vocês olharem para o sacrifício e se vocês começarem a não ter medo dele, não pelas forças de vocês, mas porque já existe alguém que pode vencê-los.

Ele já está vencido. Vocês só precisam ficar presentes e contemplar uma vitória sobre a morte. Eu já falei para vocês, nós não estamos num mundo onde Deus está lutando contra o demônio. O demônio está lutando contra os anjos e contra a gente. O mundo é todo de Deus. Tudo isso que acontece, acontece muito abaixo de Deus. O demônio é um servo fiel, muito mais fiel. Vocês já viram o demônio no evangelho pedindo permissão pra Deus pra testar Pedro ou pra ir pro porco, né? Ou quando o nosso senhor dá ordem pra ele fazer isso, ele faz.

Ele falou, a gente não cumpre e não é, não pede permissão pra Deus e faz as coisas como o demônio faz. Talvez um dia, né? Estudando um pouco, se vocês estudarem um pouco mais de demonologia, vocês vão ver que talvez não haja do nosso combate aqui, nenhum de nós vai chegar perto da quantidade de gente que que Deus converteu através do demônio. Porque o demônio é um servinho, uma criaturazinha de Deus. É tipo a diferença entre o infinito do mundo e a bactéria. Essa é a diferença entre Deus e o demônio.

As pessoas acham que tem uma luta, né? Nós podemos dominar a pior das tragédias humanas se a gente compreender que nós somos uma criancinha no colo de Deus e que não tem nada. É como São Paulo falava, né? Vocês já viram a carreira de São Paulo quando ele narra na carta aos corintios? Vocês veem por tudo que ele, por que São Paulo passou, né? E depois ele vai escrever quando tá na prisão. Quando tá na prisão, pô. a tal da carta da alegria, né? Ou quando tu vê o peito de São Paulo aberto e ele fala assim, quem nos separará do amor de Deus?

Nem a vida, nem a morte, nem os grandes montes, nem os grandes vales, porque a gente já percebeu que na presença de Deus, na graça, não tem tragédia nesse mundo, não tem derrota no mundo na graça, na vida da graça, que é a presença, Não existe derrota e tragédia. Eu sempre faço questão de levar meus filhos, sobretudo o mais velho, os outros ainda não, mas para enterros e velórios das pessoas, eu falo para eles, eu os coloco lá, levanto ele no meu colo, faço ele olhar para o morto de olho fechado e falo para ele assim, filho, um dia você vai parar aqui, e o papai vai estar deitado aí.

Você vai olhar para o papai de olho fechado e você vai falar assim, papai, os seus olhos vão abrir. Os olhos do papai vão abrir. Vão abrir. Quando vocês estiverem no enterro, quando chegar no dia de finados, no dia dois, quando a gente der uma caminhada pelo cemitério, quando a gente olhar a morte, quando tiver o cheiro do sacrifício, da dor, do desespero, vocês têm que confiar no domínio de que os olhos vão abrir, de que a dor vai passar. Você viu, eu estava no final de semana conversando com um amigo, e ouvindo hoje, foi na missa até, foi o que eu mais conversei com São Pio, com Nosso Senhor, com a Virgem Maria, foi sobre essa mãe de um outro amigo, e sobre um filho de um amigo, o sétimo filho de um amigo que está com a expectativa de vida, de viver um ano, um ano e meio, que está com ossos de vidro, uma doença, os órgãos dele estão crescendo no útero da mãe e os órgãos dele estão quebrando os ossos dele.

E tu olha para um pai sentindo essa dor. A gente não pode tentar fugir dessa dor. ou ficar presente, ou querer sair dali, ou se desesperar, a gente deve ter uma confiança de pedir para Nosso Senhor para carregar isso na nossa carne, para a gente estar junto, vocês entendem? Para a gente ficar junto com as pessoas no sacrifício. Como eu falo para vocês, se vocês pararem com essa babaquice de prosperidade, de não sei o que lá, de o mundo material e das maravilhas, e a gente pegar a história e a dor das pessoas e ficar repetindo e rezando com elas e fazendo as coisas e parar de...

Pô, façam essa experiência. Eu sei que vocês têm dor pra cacete, vocês têm dificuldade, vocês estão com dívida, a traição, o filho doente, mas façam a experiência de falar assim, senhor, faz comigo o que você quiser e fica comigo. para a gente curar as pessoas e ajudar os outros. O coração de vocês vai crescer para o amor, vai se dilatar para vocês sentirem as alegrias de dar um banho num filho às vezes e poder sentir ali a presença e a alegria que devia ter no peito de São José, tentando achar uma palavra que ele poderia falar para Deus encarnado no mundo, e ele dando banho no menino Deus.

Essas coisas estão na vida comum. Se a gente não achar essas coisas na vida comum, a gente vai sofrer essas pequenas derrotas do dia, que são a tibieza, a preguiça, a procrastinação. Eu vou falar dessa escadinha toda para vocês, quando eu falar da depressão, até o caminho da depressão profunda e do suicídio. Mas todas elas começam assim. E nós perdemos de vista onde está a vitória sobre a morte e o desespero nas coisas com o mundo dia a dia. Beleza, pessoal? Não tenham medo disso. A gente está junto.

10 e 20. Vocês têm alguma pergunta aí que a gente fale alguma coisinha? Uma perguntinha e pá, e a gente parte feroz pra enfrentar a nossa semana. É, vamos fazer isso. Na live que vem eu falo sobre a depressão, em todos os graus. Um dos graus é essa preguiça aí do dia a dia. Ela é uma descompressão de algum órgão, de alguma capacidade do homem que está parando de ter potência para funcionar. Sofrerão eternamente.

que às vezes a galera confunde, sobretudo quem lê São Francisco, que fica ouvindo falar da segunda morte, não é isso? A segunda morte é a eternidade no inferno. Se vocês gostam desse assunto de céu, inferno, purgatório, sabe qual é o grande livro que vocês podem ler? É um livretinho de Dom Bosco, São João Bosco, chama Céu, Inferno e Purgatório. aquela orientação de como é a estrutura do inferno é boa, além da maravilha de ver Dom Bosco encontrando com São Domingos Sávio, na Antissala do Céu, um puta de um livro de São João Bosco.

Na comunidade teremos uma aula sobre a missa, várias aulas sobre a missa, Como vencer a dor, morte, quando afeta nossos filhos? Nenhum de nós sabe vencer isso, não. A gente vai sofrer para caraca passando por isso. A gente vai sofrer para caraca. A gente só não a gente só tem que exercitar, se exercitar em algumas coisas que eu falei para vocês como hoje, porque essas coisas são exercícios espirituais, que a temperança produz o que a gente vai se transformar, se temperar do sacrifício.

Vocês entendem isso? A gente precisa se temperar do sacrifício para ir domando os pequenos sacrifícios do dia e, obviamente, esses grandes sacrifícios são domínios do Senhor. A gente vai ficar perto deles e a gente vai fazer esses esforços descomunais para, diante dessas grandes dores, a gente poder sorrir levemente e dar esperança para as pessoas, porque elas esperam falar com a gente nessas situações e a gente está desesperado. A gente não pode se desesperar. Esse desprendimento corresponderia à terceira morada?

Não. Esse desprendimento é da quarta para lá, porque na terceira morada a gente só chegou onde nossos esforços nos permitem chegar. Pensa num castelo de verdade ou na casa de vocês. Uma pessoa pode se convidar e tocar a campainha para entrar pela sala, não pode? Mas, para ir na intimidade de vocês, para chegar até lá no quarto, elas só podem ir a convite, não é? É, por isso que Santa Teresa d'Ávila fala que, a partir daquela morada, Nosso Senhor é quem chama, quem Ele quer.

Professor, como ajudar uma pessoa que convive comigo e que sofre com a busca da perfeição das coisas? Toque. Ela não sofre com a busca da perfeição das coisas. Todos nós aqui só sabemos fazer isso. O cara que agora está jogando pôquer, jogando bet, perdendo todo o dinheiro da vida dele, ele está nessa busca insaciável por perfeição. Nós só sabemos fazer isso. Fizeste-nos para ti, Senhor, e o nosso coração não descansa enquanto não te encontrar. Tem uma live sobre TOC no Instagram. Acho que ela ainda não está no YouTube, não, Laís.

Olha lá no Instagram e vê se acrescenta mais alguma coisa. O que é a comunidade? É que tem uma comunidade, Jordi. Comunidade Família Reis. O link fica lá na bio, no Instagram. Tem link lá do livro da comunidade e do canal do YouTube. Santa Luzia. Santa Luzia teve, não é? Santa Luzia. Existe até aquela oração para Santa Luzia quando cai cisco nos olhos, não é? Eu não lembro.

Santa Luzia passou por aqui com... Como é que é o resto? Com seus cavaleiros comendo capim. Como é que é? Com seus cavalos comendo capim. Tem um negócio, uma oração dessa de Santa Luzia para o cisco nos olhos? Eu fui muito à missa na igreja de Santa Luzia, lá em Osvaldo Cruz. Osvaldo Cruz, não. Honório Gorgel. Como sorrir ao sofrer. Na hora do vamos ver, fechamos a cara. Essa é a nossa aventura, Miguel. É isso que a gente tem que tentar fazer, meu irmão. O salto da humildade.

Não é um movimento. Por onde começar um plano de vida? É uma pergunta grande, não é, Renato? Por onde começar um plano de vida? Acho que um bom começo, se você for batizado, é procurar um padre e se confessar e começar a dar seus primeiros passos, porque a confissão te bota de novo na graça, no tabuleiro. Ou, como o pessoal falou das moradas de Santa Tereza Lávila do castelo interior, a gente bota em condições de entrada no castelo.

A maioria das pessoas, a maioria grande, vive fora do castelo ainda. Nilva, sou assombrado pela dor da depressão e o suicídio. Meu irmão, meu amor, tirou a vida há sete anos. Sinto que falhei. Está vendo aí, pessoal? A Nilva Araújo. Escrevam aí o nome dela, Nilva Araújo. Esse pedacinho da história dela aqui. E aí, na missa de vocês, ou onde vocês rezam, ao invés de fechar o olhinho, jogar a mão para o outro e ficar chorando lá pelas mazelas de vocês, tirem um papel do bolso escrito Nilva Araújo e converse com nosso Senhor sobre a vida e a assombração da vida da Nilva.

Nilva, tem uma live no Instagram que se chama Esperança Invencível. Assiste aquelas lives lá e tenta o mais rápido possível procurar um padre para se confessar, Nilva. Se você não for católica, não tem problema. É só ir lá e pedir para se batizar. e se tornar católica. Dá para fazer também. Não tenha medo. Professor, sobre o que você disse quanto ao contato nosso com o divino ter como condição uma presença de um sacerdote, é onde meu filtro canonizado na escritura discorda desse equívoco, professor.

Caiô. tu discorda de dois mil anos, meu irmão. Desculpa a sinceridade de coração aberto assim, mas se tu me convencesse com todas as palavras que tu conseguisse usar, eu vou falar assim, pô, Caio, tu é inteligentão, meu irmão, mas eu vou ficar com esses dois mil anos aqui, tá ligado? É muito puxado, meu irmão. Pô, é muito puxado vocês... Putz, cara, eu fico... Eu lembro sempre de um vídeo do Padre Paulo Ricardo assim, falando, não, realmente você é muito inteligente, cara. Eu vou esquecer essas paradas todas aqui de dois mil anos que eu li e eu vou ficar com a tua ideia.

Realmente, eu nunca tinha pensado nisso, cara. Eu vou ficar com a tua ideia. É muito puxado, meu irmão. É muito puxado mesmo. O que vocês fazem na cabeça de vocês é muito puxado, cara. Mas eu entendo, eu sei por que isso acontece na personalidade humana. Eu só falo para vocês que vocês um dia têm que tentar sinceramente falar assim, cara... Por exemplo, se o cara é evangélico, entra e fala assim, caraca, meu irmão, nosso senhor é muito doido. Pô, ele botou essa igreja dele aí 1.500 anos ferrando geral.

Pô, ele demorou 1.500 anos pra fazer uma igreja decente, pô. Pra gente se salvar, tá ligado? Puts, cara, vocês são muito loucos, meu irmão. Hudson, olha só, vamos lá. Cara, o Freud foi muito mal, meu irmão. Ele foi muito mal, cara. Vocês ficarem tentando achar as coisas na psicanálise... Você vê, uma das melhores coisas que a psicanálise tem, foi até muito por isso que ela ganhou esse nome.

É um pouco da cura pela fala. A pessoa falar. As terapias eram muito passivas. Eletrochoque, uma série de experiências físicas e biológicas. As pessoas falavam. Só que aí, cara, a gente fica parecendo idiota, tá ligado? A gente fica parecendo idiota. Porque tudo de bom que a psicanálise tem, ela tirou do sacramento da confissão, pô. Então, as pessoas, assim, cara, falam assim, não, mas... E o inconsciente, o subconsciente, a inconsciência... Eu falo, meu irmão, o Freud não entendeu nada da inconsciência. Nada da inconsciência. É muito ruim e muito errado, cara.

Eu vejo grandes terapeutas falando assim, nós temos que usar e conhecer todas as teorias e não sei o que lá. Você pode fazer isso. Eu, por exemplo, li as obras de Freud. Algumas, obviamente, eu li na diagonal. Até porque depois eu descobri que muita coisa foi alterada. além do fato dele ter se matado. Então vocês ficarem tentando salvar coisa da psicanálise, meu irmão, sem ler um São Gregório Magno, um São Basílio Magno, um São Gregório de Niça, um Santo Efréi Sírio, sem ler esses caras e vocês gastarem tempo com a psicanálise, meu irmão.

Puts, cara, vocês vão perder muita coisa, cara. Vocês vão ficar tentando combater a rachadura ao invés de conhecer um grande castelo. Vocês entendem? Professor, eu e meu marido não somos católicos. No caso de uma conversão, é necessário realizar o casamento na igreja? É, pô. Letícia, vai lá na igreja, se converte, se você não for batizada, se batiza, recebe a comunhão, casa na igreja. Tem uma live aí, que eu não recordo o nome, que eu falo da experiência psíquica de vocês, que pegam o cara, o cara pega a mulher.

e não faz o ritual, né? Não paga o macarrão no caixa. Se alguém souber o nome da live, fala pra Letícia que ela vai perceber a doideira que é psicologicamente viver junto com uma pessoa sem fazer o ritual, pô, sem pagar o sacrifício diante das testemunhas. Alguém lembra o nome dessa live aí? Live sobre intimidade, aí a Aira falou. Pô, não é difícil, vocês vão gostar de fazer isso, pô. Ah, mas eu não tenho dinheiro nenhum. Pede pra um padre casar vocês de graça, pô. Final de semana, numa missa.

Vão arrumar, vai casar, missa comunitária. Não é nada demais, pessoal. Toma um cafezinho no palco. Vocês ficam com ideia pra caraca na cabeça de vocês, pô. É lavar prato, se confessar, dar banho em filho, andar com o filho no quarteirão. Não precisa de carro, pô. É a igreja mais próxima, entende? É mais simples do que estão vendendo pra gente, pô. Caraca, não tô conseguindo voltar. Onde é que eu parei aqui? Letícia Salomão.

Ficou pela metade aí tua pergunta, Vitor? Professor, o transtorno de personalidade seria um problema em qual do? Hudson, entendido. Essa é a questão irmão, o filtro é de um livro. Ah, maravilha! Paulo Vítor Barros, o nome se chama O que é meu de verdade. Todos vocês que são juntados e não são casados, não fazem os ritos, não frequentam os sacramentos, vocês têm que ver essa live aí, O que é meu de verdade, e vocês vão ver o que acontece psicologicamente com as pessoas que não fazem os rituais.

Andrei, se vocês fizerem as contas, cara, de quantos alunos eu tenho e do preço lá do curso que eu fiz há uns anos atrás aí, vocês vão ver que eu já ganhei muito dinheiro há muito tempo, cara. E para me proteger dele, Eu acabei com várias coisas materiais e fico mais rigoroso, porque essa é a única proteção que eu tenho. E eu nunca gastei um centavo do dinheiro comigo e com a minha família. Mas eu posso ajudar uma porrada de gente. Vocês são muito enganados, cara, com dinheiro, fama.

Putz, meu irmão. Por isso que eu falo pra vocês, vocês podem ganhar dinheiro pra caraca. se ganhar dinheiro, vai querer começar a se enganar. Ah, não. É por isso que eu falo... As pessoas falam assim, pô, cara, mas qual o problema de... Você vê, hoje eu saí para correr na rua com meus filhos, eles estavam de tênis, porque choveu para caraca, né? Eu corro com eles descalço. Eu corro descalço, tu vê ainda? Cortei o pé. Aí eles veem lá o papai, o pé do papai sangrando, caramba, e a gente para.

Oferecemos pra nosso senhor. Eles botam a mãozinha em cima da minha assim. A gente oferece pra conversão das pessoas, pra levar as pessoas pro paraíso. Fala o nome de alguém. E é só isso, e passou. E eles ainda me veem sorrindo, brincando com eles, mesmo com o meu pé sangrando. A gente volta correndo. E o que que tem aí? domínio sobre a morte, companhia, vocês entendem? Aí, por uma senhora me pergunta, meu filho correndo descalço, eu falei para ela, senhora, quando a senhora era jovem, uma senhora que devia ter uns 70 anos, todo mundo corria calçado, ela falou, é verdade, é que a gente vai ficando velho, a gente vai esquecendo e tal, eu falei, pois é senhora, isso tudo aqui é muito moderno, Essa galera correndo com essa meia grandona que andam no braço.

A senhora já viu isso? É maneiro a senhora correndo lá. O transtorno bipolar seria um problema em qual dos personagens? Personagem é um só, né, Victor? Em qual das três pessoas? Personagem, crítico ou roteirista? O transtorno bipolar Ele acontece nas três pessoas, tanto na fase mais ativa da pessoa, numa hipertemia, quanto na parte depressiva. Pode acontecer nas três pessoas. Existe compressão, angústia, ansiedade e depressão, descompressão em cada uma das três pessoas.

e a intensidade delas vai ganhando esses nomes que vocês dão. Procrastinação, tibieza, desânimo, depressão própria, TAG, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno depressivo, depressão maior. Vou assistir a live. Estou em situação irregular com a mãe da minha filha. É, faz isso, Renato. Tu vai se dar bem, cara. Você vai ver como é que é diferente. Lucas, como consigo me aperfeiçoar estando sozinho?

Sozinho o quê? Solteiro, sem mulher? Vocês não têm que ficar sozinhos, vocês têm que viver em comunidade. Seja solteiro, seja casado, seja viúvo, divorciado, vocês têm que viver em comunidade. Ah, mas eu estou sozinho dentro de casa, sem nada. Saia na rua e senta do lado do mendigo e conversa com ele. E eu vou falar isso da perfeição. Vocês não podem desacreditar na perfeição. A perfeição é a vida do roteirista.

Todos os nossos roteiros são perfeitos. Um terço da nossa personalidade vive da perfeição. Vocês não podem desacreditar nunca da perfeição. Tudo ruim se a gente desacredita. É que vocês não entendem essa coisa das três pessoas realmente. Vocês deviam ler os tratados sobre a Santíssima Trindade. Eu estava fazendo uma brincadeira com meus filhos essa semana. Nos nossos estudos aqui, nas nossas catequeses. Naquela hora que Nosso Senhor fala que nem Ele sabe, Ele, Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele não sabe do fim dos tempos. Quem sabe é o Pai.

Aí, a gente tava brincando, né? Eu perguntando assim, aí eu falei pra ele, Zé, tá aqui ó, Nosso Senhor falou que ele não sabe de todas as coisas aqui, da maneira que ele tava, né? Ali, Nosso Senhor vivendo. Aí eu perguntei pra ele assim, ó, Deus sabe de todas as coisas? Aí ele, não, Jesus Cristo é Deus, ele falou que ele não sabe isso, quem sabe é o Pai. Aí eu perguntei de novo pra ele, Deus sabe de todas as coisas? Aí ele, não. Falei, Deus sabe de todas as coisas?

Sim. Deus sabe de todas as coisas? Não. Deus sabe de todas as coisas? Sim. Vocês entendem que maravilha é a Santíssima Trindade? Ah, mas não entra na minha cabeça, porra. Não entra, porra. Isso é uma maravilha. Com a nossa personalidade também é assim. É... Existe uma parte da nossa personalidade que não tem nada de perfeição nela, personagem no palco. Mas o roteirista é todo perfeito. Ele é a imagem e semelhança do Deus Pai, o roteirista. Ele é todo perfeito, a perfeição inteira.

Vocês já perceberam que a gente tem essa sede da perfeição no futuro, de fazer as coisas, de vir um roteiro perfeito para frente, e a gente idealiza, as ideologias saem, as utopias saem dessa vida do roteirista. Ele é todo perfeito. Nessa parte da personalidade, a perfeição é toda bem-vinda. Essa parte na terapia é a terapia do crítico.

A terapia do crítico é uma pedagogia. O crítico é o Espírito. O Espírito é o pedagogo, por excelência. Ele explica verdades. Ele é um professor. A terapia do crítico é uma aula. Eu não sei quem você está falando com perfeição material, mas quem quer uma perfeição material está doente mentalmente, porque o mundo material, uma das propriedades dele é perecer.

Vocês entendem que é uma característica, está no caráter da materialidade o perecer? a morte é a vocação da materialidade? pelo menos dessa materialidade do dia a dia a gente podia conversar daquela materialidade daquele tecido celeste de uma teologia, daquela teologia medieval, da época de São Tomás de Aquino, da matéria imortal, que vai ser a matéria que vai configurar o corpo ressuscitado, o corpo imortal. Existe isso, existe, mas eu sei que não é disso que cê tá falando, né, Camilo? Cê tá falando disso aqui, né?

O que falar? para alguém que diz que a perfeição é impossível. É falar assim, você está errado. A personalidade vive e é construída toda pela possibilidade da perfeição. Que todos são pecadores. Isso aí está certo. Mas falar com o pecador que, se ele ficar do lado da perfeição, ele vai viver a perfeição e vai se transformar nela. Inclusive, isso é o catolicismo, tentar imitar Cristo. O Joetson aí. Tamo junto, meu irmão. Tu tá falando isso agora aí pra mim mimar, né, Joetson?

Mas fala aí pra Gerald que tu queria me enfiar a porrada quando eu comecei a falar lá. Letícia, qual igreja? Tá, tá Gerald tentando ajudar a Letícia. Então, sabe qual é o macete, Camila? Se o caminho de invocação que você está trilhando está te dando um monte de coisa material, quanto mais coisa material você tiver, seja mais austera, senão você vai se ferrar.

É só vocês olharem. Eu já falei sobre isso aqui, não é? Para o que acontece. Alguém falou da tal da bolha católica, não é? O catolicismo da pujância. Você vê qual é a vocação desse catolicismo aí. Ah, mas ter dinheiro, não sei o que lá. Vocês conhecem a história dos templários? Depois dê uma olhada em quais eram as promessas que os templários faziam e o que eles iam receber para defender. Vocês vão perceber como é que se protege da riqueza. O padre sabe. O padre sabe qual é o voto que se faz para se proteger de receber um monte de riqueza dos outros e administrá-la.

Claro, João. É sobretudo para você, cara. Se um cara aprender com 19 anos as coisas que estão lá, meu irmão, vai sair numa vantagem danada. Ajudar para muito tempo alguém sem progredir. Não sei se desanimar, porque eu sou bem impregnado daquele negócio que eu fico falando da esperança invencível, que é a estrutura do mundo. Mas, obviamente, a gente chega no certo limite de poder conseguir fazer as coisas.

É isso, Paulo Vítor, sem perfeição, ferrou. É isso, vamos descansar. Vamos arrumar nossas coisas. Quem tem que fazer feijão ainda para congelar para a semana, essa é a hora. E vamos que vamos. É, Vanessa, esse negócio de direita e esquerda nunca deveria ser a nossa referência. Eu não sou nem de direita nem de esquerda. A nossa referência, a referência do mundo deveria ser baixo, cima.

Alguns estão mais para baixo, outros estão mais para cima. A direita e esquerda é um simbolismo disso, só que é muito impreciso. A direita está longe de ser o cima. É por isso que eu falo, ah, tu é direito ou de esquerda? A minha referência é o catolicismo. Obrigado pela paciência e companhia de vocês. A presença é a graça e o tempo de presença tempera. Boa semana. Fiquem com Deus. Com a benção do padre Diego que nos acompanha.

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