Coletânea

As feridas da alma

Autoestima - qual é o meu tamanho?

1:51:13 · ~98 min de aula10 de novembro de 2023Transcrição automática · em revisão
  • estima = medida (sistema de medidas)
  • a medida canonizada (Jesus Cristo, os santos)
  • o crítico que faz juízos e hierarquiza
  • autoestima exata = humildade
  • soberba (superestimar-se, olhar sozinho)
  • a dignidade imortal da vida humana
  • pronunciar o nome (dar dignidade)
  • a vocação de dominar (e submeter-se)
  • validação (crisma, o pai que valida o filho)
  • o falso domínio na internet (diminuir o outro para vender)

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 13:00.

Bom, vamos falar sobre estima, autoestima, né? Então, olha só. Cara, que grande tema esse, né? Que grande tema.

Citações verbatim

Trechos da aula

O seu maior amor é o seu sistema de medidas.
— Prof. Diego Reis
A humildade é uma autoestima exata de si.
— Prof. Diego Reis
Meçam a vida de vocês pelo que dura.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Boa noite, boa noite, pessoal. Estamos ao vivo? Acho que estamos, né? Estamos, ó. A Látila. Sérgio, Ana, boa noite. Ih, tem que botar aqui no Instagram, né? Vamos lá. Vamos botar aqui no Instagram. Instagram, cadê? Instagram. Transmissão ao vivo. Vai.

Pronto. Vamos pra cá agora. Vamos pro YouTube. Vamos lá. Fala, Arthur, Eduardo, Emília, Getúlio, Thaís, boa noite. Fala aí, Igor, Tiago. Consegui entrar aqui no Instagram? O Instagram foi? Foi. Pronto. Vamos lá. Boa noite, Ana Paula. Fala, Zé. Letícia de Campinas, boa noite, Fabiana. NGG. Maria Bittencourt de Florianópolis.

Terra do Floriano Peixoto, né? Jonas, Raíra, Bianca, Renata, Nilva, Roseli, boa noite. Nilva de Cuiabá. Kélita. Assim? Vê se melhorou. Melhorou? Maria Eduardo. Fala, Gabriel. Boa noite, Débora. Luísa. Zélia. Juan. Gabriel, fui no barbeiro e pedi um corte.

Alá para o seu dia hoje. Boa noite, Fernanda. Manuel Saturno. Boa noite. Pedro Lemos. Boa noite. Pratila de Niterói. Boa noite, João. Caramba, o Instagram. Não sei o que está acontecendo, cara. Não está funcionando muito bem o carregador, não. Acho que agora foi. Foi, acho que agora foi. Artus. Boa noite, Ricardo. pronunciar nosso nome virou nossa aposta.

Felipe Rezende, tá falando aí. A live é um pouco sobre isso hoje, sabia? A estima de vocês melhora, aumenta, né? Quando eu pronuncio o nome de vocês, não é isso? Eu sei disso. Boa noite, Roberta, João Paulo de Teresina. Marcelo, Vitor, Marques, Fernanda. Fala, Tarek. Tranquilo, meu irmão. Professor, meu aniversário foi ontem. Dez flecas de pão encerrado. Jonas. Parabéns, Jonas. O Jonas fez aniversário ontem. Rezem pelo Jonas.

Tainá, Gabriel, Raniel, Maluisa. Boa noite, Nath. Natália Gandolfo, boa noite. Fabrício, boa noite. Fabiana. Quando o senhor pronunciar meu nome, me sinto bem demais. A live vai ser sobre isso hoje também. A live de hoje junta várias lives. A live de hoje é um curso, cuja penúltima aula deveria ser a live de hoje. o valor, a estimativa. A gente vai falar sobre isso aí. Mariana, boa noite. San Diego, Lucas San Diego.

Lucas Santana. Larissa, João Vitor. Mariana. Mariana Presoto Bernardo. Vitor Marques. Professora, se estiver pelo Rio... Isso aí é meio difícil, então. Lucas Santana. Estive no churrasco falando de navio com capela e sem capela. Essa é a mais pura filosofia da substância, da natureza e da essência. Ou teologia sacramental. Nilva Fabrício Lellis pronunciou o nosso nome para inflar o nosso ego. É pronunciar o nome Pronunciar o nome não é um espelhar.

É óbvio que dá espírito para as pessoas. Vocês sabem que a palavra é o espírito, não é? Fabrício. No princípio, era a palavra. A palavra estava com Deus. A palavra era Deus. Tudo foi feito por ela. Sem ela, nada foi feito. É por isso que é bom ouvir nosso nome. Tem até um ditado meio aloprado por aí, né? Fale mal, mas fale de mim. Não tem essa parada aí? Nath, Saviá, Natália, boa noite.

Edson, Raymond, boa noite. Henrique, Hammer, boa noite. Ivan, Cantizane, boa noite. Cássia Oliveira. Tem que ficar atento na hora aqui. Alexandre... Ô, e que nome, pô? Maurício Férez. Fala, meu irmão. Luíza... Boa noite. Luíza Dill. Luíza Dill. Eugênia Floriano. Boa noite. Daniel Rodrigues. Daniel, para falar isso aí, ele falou, boa noite, meu professor em Caixa Alto, minha continência é demorada.

Ele viu duas lives minhas. Uma, o que é meu de verdade, para chamar de meu professor, é meu aluno, e a continência é demorada, ele viu a aula do domínio do tempo. Sara, boa noite. Olimpia. Olimpia21, boa noite. Renan Tavares. Personalidade que muda o nome. Imagino o que acontece com a personalidade que muda o nome. É, meu irmão. Giovanni Piccoli, boa noite. Padre Diego Baltes, boa noite, padre. Sua benção. Edu Canima, para cima, boa noite. Mayra Hassan. Quando o senhor fala meu nome, me sinto presente.

É isso, né? O nome convoca, né? Há uma presença. Não é isso? Lembra uma live que eu falei pra vocês? Quando um filho chama pai e você ganha uma vocação na hora que ele pronuncia isso, né? Pai não é estado, né? Nem hábito. Pai é mudança substancial, né? Ninguém está pai, né? Pai é e não deixa de ser nunca mais, né? Diego, você comenta sempre que você está sempre convivendo com as suas crianças. Você poderia fazer uma live sobre quais atividades para passar o filho com os filhos na infância?

Semana passada eu falei um pouco disso, né? Eu falei o que eu faço com meus filhos praticamente após as 17 horas, todos os dias, todos os dias. até a hora que eles dormem. Assis São Paulo, Juliana Silva. Rafael Nalon, boa noite, meu irmão. Matheus Miranda, boa noite. Partiu ESA 2025, vai e vença, meu irmão. Vai lá e domina aquele pedaço de chão lá. Se entrega lá, vai ser muito feliz. Elaine Melo, boa noite. Thiago Santos, boa noite. Clara. Raíra Lima. Estava vendo sobre Sara e ter se tornado Sara.

Deus a transformou no nome dela e refletiu. É isso. Os religiosos ainda têm esse costume de mudar o nome. Regiane Carvalho, boa noite. Lívia. Fala mais sobre isso. Hoje não, Olive. Um dia a gente fala só sobrenome numa live? Eu já falei um pouco aqui. Eu falei do início vocacional a partir do momento que um pai chama um filho pelo nome, né? Começa uma baita de uma luta, porque é a primeira vez que o demônio sabe o que fazer para destruir uma pessoa, né? Quando o nome dela é pronunciado no mundo, né?

Igor Venâncio. Fala, meu irmão. Luan, boa noite. Professor do Ceará. Taís Storari. Sim, eu vi essa live. É isso aí. Taís Storani. Nisita Hayani. Falei certo, Nisita? Ah, de Garanhões, no Pernambuco. Se eu tiver falado errado, vocês podem me corrigir, tá? Eu faço muita questão de falar certo o nome de vocês e, quando eu errar, me perdoem.

Jordi, boa noite. Guilherme, boa noite. Juliana Silva, boa noite. Kenner, Cauã, Marcos. Ana, Kelly, Alexandre, Aline, João, Sandra, Vitor, Thaisa. Falou sim, então é isso aí. Nesita mesmo. Se fosse Nésita, tinha que estar acentuada, né? Para o paróxito acentuada, né? O nome próprio não tem essas regras, vocês sabem, né? Camila Clara, boa noite. Layla. É, então, a gente vai falar um pouco disso aí, Laila.

Por que a gente se sente bem quando o nosso nome é pronunciado? E por que eu tento sempre pronunciar o nome de vocês? Falei um pouco aqui já no começo, né? Beleza, vamos lá? Bom, a galera está começando a mudar, está vendo? Já está... Na outra live ficaram 200 cabeças aqui no Instagram perdidas, né? Agora eu estou vendo que o pessoal já está realmente começando a vir para cá. Tá vendo? A galera aqui do Instagram não tá mais ouvindo o nome, né? Tá começando a migrar para o YouTube.

Bom, vamos falar sobre estima, autoestima, né? Então, olha só. Cara, que grande tema esse, né? Que grande tema. Não existe nenhuma sessão de terapia, nenhuma pessoa que eu trate, que no final das contas eu não esteja construindo a estima dela, né? Então vamos aqui pelo menos primeiramente, né? A gente vai avançando aqui até onde o tempo der, depois eu fico um tempo respondendo as perguntas de vocês diretamente. Olha só, vamos lá. O que é estimar?

Estimar alguma coisa? Medir, né? Estima quanto que mede essa mesa e essa cadeira, aí você vai estimar. Qual é a atividade que a gente faz para estimar? Para medir? A gente faz uma comparação, tá? Não, Diego. para estimar alguma coisa, para medir alguma coisa, eu não faço comparação, eu uso unidade de medida. Pois é. Você compara alguma coisa com alguma outra coisa que está sendo utilizada para comparar.

Por exemplo, se você vai me falar, se eu falar assim, estima o tamanho dessa parede aí, aí você fala assim para mim, Ela tem estimado três metros. O que você está fazendo? Você está comparando essa parede com a unidade de medida metro. Aí você percebe que essa parede tem três vezes o tamanho do metro. Entenderam isso? Só que, falando assim, de medida, ainda não fica tão claro. Agora vou utilizar uma palavra bem melhor.

Nós vamos dar um valor para a parede, comparando com o metro, três vezes o metro. Eu medi. Então, a medida é uma prática de uma observação que vai fazer uma medida o mais próximo possível da realidade. Ou seja, qual é o modo de operação primordial de tudo aquilo que se estima?

O modo de operação, se vocês se demorarem um pouco mais de tempo comigo e começarem a conhecer aquela bola do meio, aqueles três bonequinhos, vocês já perceberam que eu estou falando de uma atividade primordial do crítico, aquele que pratica a justiça, aquele que vai fazer o juízo correto sobre a parede. Então, vejam. eu tenho um crítico que vive em cima da memória. Então, vocês percebem que, para eu medir, eu tenho que comparar alguma coisa com aquelas experiências passadas que eu tenho, nem que seja com o metro?

Eu estou falando de uma maneira extremamente simples, percebem? Para medir uma parede, então, eu preciso daquela fé antiga, né? Na unidade de medida, no metro. Uma medida estabilizada. Presta atenção. Uma medida estável. Alguma coisa? Vocês sabem o que é uma medida estabilizada? Uma medida firme, padronizada, para a gente medir? Agora eu vou usar outra palavra, vou mudar o nome. Para medir a parede, de três metros, para fazer bem feito, para fazer justiça, para ter segurança no mundo, eu vou utilizar uma medida canonizada do cânon da ciência.

Um metro. E aí eu consigo olhar para uma parede e conhecer o tamanho da parede em relação a um metro. e a parede é três vezes maior do que um metro. Não dá uma segurança? Agora, eu pergunto para vocês, como é que vocês se medem e como vocês medem as pessoas? Vou perguntar com outra palavra para ir facilitando. Qual é o valor da medida, a sua medida e qual é a medida das pessoas. Vou perguntar mais coisas aqui.

Quem fala o valor da sua medida e qual é a medida canonizada que você usa? Qual é o metro que você usa para se medir e medir as pessoas? Olha o Juan Bandeira respondendo. Você vale um Deus crucificado. É assustador essa parada, não é? Quem dera que as pessoas soubessem se medir assim, o Juan.

Olha só como é a nossa vida aqui na internet, aqui no Instagram. Olha a nossa vida aqui. Eu vou falar uma coisa séria pra caramba pra vocês. Aqui no Instagram, quem precisa ganhar a vida aqui no Instagram, precisa se valorizar, né? Porque se você não se valorizar, ninguém te dá valor, não é isso? Estimar...

Nossa, unidade de medida é Jesus Cristo, né? Então, vamos lá. O Tariq já pescou uma coisa importante aí. O seu maior amor é o seu sistema de medidas. Olha só. Existe uma aula lá na comunidade que se chama O Crítico. O Crítico, o diretor da obra da vida humana, ele faz essa atividade por excelência. Então, obviamente, quando eu estou falando da estimativa, eu estou falando de todas as virtudes da vida do crítico e todas as suas doenças.

Então, todas as vezes que a gente falar de crítico, e a gente fala toda live, como se faz juízos no mundo, eu estou falando dessa ciência da estimativa. Então, por exemplo, o que uma pessoa costuma fazer aqui na internet para se valorizar. E que vocês adoram cair nessa rede. E eu vou falar para vocês por que, por exemplo, que eu não faço isso. Vocês sabem que eu sou um aluno antigo do professor Olavo de Carvalho, né? Eu conheci o professor Olavo em 2008. E aí, obviamente, o professor Olavo, pela quantidade de conhecimento que ele tinha, o nosso sistema natural de medida?

Vou posicionar aqui para vocês, então, dentro do que eu falo em todas as lives. Vamos lá. Qual é a nossa vocação geral na vida? Dominar o mundo. Como assim dominar o mundo, Diego? Se você vai jogar banco imobiliário, o que você vai tentar fazer lá? Qual é a sua vocação jogando banco imobiliário? Tentar aprender aquilo ali, fazer um roteiro de vitória e conseguir exercer a técnica para vencer. Entende? O domínio em cada uma das três pessoas. Conhecer, fazer um roteiro com conhecimento e executar no mundo.

Beleza? Então, quando eu estou presente, quando eu abri os olhos, os meus olhos sozinhos vão começar a buscar o que? A vocação dele. Olhar imagens. Não é isso? A vocação dos olhos. O olho, quando eu abro o olho, ele não tenta ouvir sons, né? Ser humano. Ser humano presente no mundo. Qual é a vocação dele quando ele está presente? Dominar o mundo. Sempre. ligou o ser humano, qual que é a vocação dele? Dominar o mundo e de dominar sobre todas as criaturas, tá lá no livro do Gênesis, né?

Vocês nunca vão achar alguma coisa que cês estejam fazendo na vida que sejam diferentes disso, disso. Ó, o Eliel assistiu ontem a aula do crítico. Essa questão de arquétipo, se orientar por arquétipo... Presta atenção agora. Eu vou ser suave para deixar vocês tranquilos. Se orientar por arquétipo é uma babaquice. É porque as pessoas que ensinam arquétipo, elas só ensinam arquétipo porque elas não sabem simbólica.

Quando elas aprenderem simbólica, elas param de ensinar arquétipo. Arquétipo causa um problema de estimativa no ser humano. Ele começa a se medir mais baixo do que ele é. Quando ele usa arquétipo, temperamento, ele começa a se medir mais baixo do que ele é. causa problema de juízo, de hierarquia no crítico, problema de liberdade. É por isso que sempre acaba caindo em determinismo. A pessoa vai virando socialista aos poucos. Ela vai sendo tratada como mula, um pacote arquetípico. Como é que vai se curando isso?

A gente cura isso pronunciando o nome dela, vocacional, para torná-la individual. para que ela comece a perceber que existe uma vocação no mundo, uma vida que ela deve criar dentro de casa, que nunca mais vai chamar nenhum outro ser humano de pai ou de mãe, só ela. Aí as pessoas que começam a viver essa vida individual, uma vocação pessoalíssima, começam a parar com essa babaquice de temperamento, arquétipo, eneagrama, E aí a estimativa, o que ela faz? Uma presença que domina.

O que a estimativa faz? A estimativa hierarquiza, ou seja, ela bota num sistema de medidas todas as coisas que existem no mundo. Então, por exemplo, olha que interessante. Se uma pessoa fala assim, Eu não vou ter filho, não, porque a educação está muito cara. O que ela fez? Pensa só na nossa aula de agora aqui, na estimativa. O que ela fez quando ela faz isso? Ah, é verdade.

Ó, o professor Olavo, obrigado, meu irmão. Por isso que é bom ao vivo com a interação de vocês. Fabrício falou aqui, você não concluiu. O professor Olavo, quando eu o conheci em 2008... Vocês veem, eu ontem assisti a aula do professor Olavo. Eu sempre assisto a aula do professor Olavo. Em 2008, quando eu conheci o professor Olavo, aí, então, eu estou diante de uma presença que tem um grande domínio sobre alguma coisa. E aí... Como o Tariq mencionou aí, a gente vai começar a medir por aquilo que é o nosso amor.

Se vocês amam dinheiro, o que é medir o valor, a estimativa de uma pessoa para isso aí, para quem ama dinheiro? Ela olha para a pessoa rica e acha aquela pessoa um domino, um dominador. Por quê? Porque ela ama dinheiro. Se você não ama dinheiro, tu olha pro cara rico pra caraca e tu fala assim, cara, esse maluco aí as atitudes dele é de um idiota, você entende? Mas quem ama dinheiro não, quem ama dinheiro se o cara fala assim, planta bananeira e toma banho de pipoca, né?

Aí você vai lá. Como ele é uma presença que domina aquilo que é o seu amor no mundo, o seu grande amor no mundo, dinheiro, aí você vai. Por exemplo, quem adora Instagram e quer crescer no Instagram. E por que eu fujo disso a todo custo? Porque se você ama Instagram e você fica fazendo esforço para crescer aqui, quem domina aquilo que se faz no Instagram é o seu domino. Então você começa a fazer igual a ele. Caraca, meu irmão, aquele cara tá crescendo 3 mil seguidores por dia, por mês.

Ó, tá vendo? É tudo sistema de medidas, ó. É o crítico fazendo os juízos. Eu vou começar a imitar esse cara pra fazer as coisas como ele faz. Então você vê. Vários problemas aí, tem várias coisas. Realmente, eu falando aqui para vocês, realmente eu vejo que, cara, uma hora falando sobre isso aqui não é nada. Não dá nem para a gente começar direito mesmo o assunto. Eu acho que depois lá na comunidade eu vou abrir uma aba dessas. É, é. Autoestima. dentro da aba do crítico, para a gente desenvolver isso com calma e eu vou ter que...

É porque eu anotei aqui as perguntas de vocês da caixinha, talvez a gente não consiga nem direito chegar na educação infantil aqui, a gente introduzindo o assunto, mas vamos lá. Quando eu conheci o professor Olavo, aí eu olhava os alunos... É porque eu conheci o professor Olavo, eu era no internato, eu estava na escola naval, Então, eu conheci o professor Olavo e eu não convivia com os outros alunos dele pessoalmente, sabe? Aí, quando eu saí da escola naval, saí tenente fuzileiro e tinha mais liberdade assim, não era mais internato, eu podia frequentar outros ambientes, aí eu olhei os outros alunos do professor Olavo Aí todos eles eram meio iguais assim, tá ligado?

Todo mundo falava palavrão aloprado, as paradas de cunho sexual, igual o professor Olavo, né? Todo mundo fumava charuto. E todo mundo, igual o professor Olavo, falava de si, que era sinistro pra caraca, que era o cara. Porque vocês sabem que o professor Olavo sempre fez muito isso, né? Pô, eu sou o único cara que no Brasil tá falando sobre essas paradas, não sei o que lá e tal. E aí eu olhava várias coisas assim e eu entendia claramente porque todo mundo copiava tudo do professor Olavo sem filtro, entendeu?

Todo mundo copiava tudo sem filtro. Eu, por exemplo, peguei várias coisas do professor Olavo para copiar, por exemplo, Vocês nunca viram a quantidade de vezes um curso de lógica do professor Olavo que ele fala que todo conhecimento só pode ser dado pela presença? O tal do conhecimento por presença? Isso foi muito importante na minha vida e nas coisas que eu construía sobre a graça da teologia. Vocês entendem? Então eu falei, caraca, isso aqui é um tesouro sem tamanho desse velha guarda. Mas por que eu não pegava tudo do professor Olavo e copiava tudo?

Porque antes de conhecer o professor Olavo, eu estava há vários anos lendo a vida dos santos canonizados. Eu, por exemplo, quando conheci o professor Olavo, eu já tinha fechado o estudo dos meus 33 doutores da igreja, que agora são 37. Então, eu tinha uma medida canonizada. para medir as coisas e saber, isso aqui dá para fazer, isso aqui não dá para fazer, isso aqui se eu fizer vai dar nisso, isso aqui se eu fizer vai dar essa merda aqui, isso aqui, isso aqui. Então eu falei para vocês na live da semana passada, que há alguns anos atrás eu falava assim, tentar curar esse tipo de doença aqui, desses problemas de sexualidade, dessa maneira como está sendo ensinado na internet, é impossível e esses caras que estão executando vão se ferrar todo.

Falei isso várias vezes para vocês, há vários anos. E quem é meu aluno e vê as aulas sobre esse tipo de coisa, sabe exatamente como é que funciona. Por quê? Por quê? Como é que a nossa cabeça funciona no método científico? Como é que a gente faz hipótese que alguma coisa tem grande probabilidade de acontecer? Quando a gente olha para o passado. A gente olha para o passado e vê tudo que está canonizado, as medidas estáveis para medir o mundo. Você vê. Qual é a matéria que até o século XIX, até a nossa forma de educação, virar essa miséria técnica que a gente virou, até o século XIX, vocês podem ver que tinha astronomia no ensino básico.

Por que tinha astronomia no ensino básico? Por que eu fiz questão de, quando era novo, aprender astronomia? Porque o céu é muito estável. o céu é muito estável. Então as pessoas, as civilizações que eu comentei para vocês, em alguma dessas aulas aí, os acadianos, os sumérios, o povo da Mesopotâmia, os babilônios, o próprio povo hebreu quando foi levado escravo para lá, eles se orientavam pelo céu, não é isso? Se orientavam pelo céu. Ainda é assim. Quando você olha lá, quando eu fui para a África, Eu lembro o primeiro dia que escureceu e que não tinha nenhuma luz no país e todo mundo sumiu.

Eu falei, caramba, aqui as pessoas são completamente... a rotina delas está completamente medida e canonizada pelo que acontece no céu, tá ligado? Você entende? É isso aí, os reis magos, né? Os magos. Da Bíblia e os reis da tradição, né? Os reis magos. Então, você vê. Quando a gente tem uma estimativa canonizada, vocês já me viram falando para vocês se protegerem de mim por medidas canonizadas? Aí eu olho para o professor Olavo e falo assim, cara, isso aqui ó, palavrões de cunho sexual, isso aqui eu não preciso fazer.

Por que eu não preciso fazer? Porque, pô, eu sei no que isso aqui dá, E, cara, pô, vocês já viram algum santo canonizado ou ensinamento de igreja falando para negualoprar-se sexualmente com os outros? Vocês já viram algum santo falando assim de si, assim, ó, meu irmão, eu sou o cara, eu sou, O maior não sei o que lá. Vocês já viram as modinhas de biografia de Instagram? Eu sou o fundador da caçarola da tia, da vovó.

Eu sou o maior terapeuta de extraterrestre que tem aqui, meu irmão. Eu curo todos os extraterrestres que aparecem com problema depressivo aqui. Eu sou o único cara, se não fosse eu, meu irmão, na internet, vocês não eram nada. Vocês já viram as pessoas assim? Vocês sabem que isso que eu estou falando tudo é sobre estimativa, né? O que essa pessoa está fazendo? Ela está construindo para si um tamanho, né? E aí quando as pessoas, por exemplo, vêm falar assim para mim, não, pô, antes do professor Olavo, não tinha nada e todo mundo deve, o caramba.

Eu falei, cara, quando eu conheci o professor, eu aprendi muita coisa, uma muita coisa. Muita coisa. Hoje, eu rezo para o professor Olavo me ajudar com coisas intelectuais. Eu amo aquele velho, mas tem várias coisas que ele fazia que era besteira, pô. Assim como vocês têm que olhar as coisas que eu faço e vocês têm que ter uma medida. Eu sei qual é a medida que vocês têm. pra me olhar, é a medida do amor de vocês, pô. Então, por exemplo, tem gente que quando... é que eu não alimento treta, né?

Apesar de saber que isso é bonzão pra rede social, né? Mas se vocês soubessem do que nego me xinga e alobra comigo aqui por direct, por mensagem, é que eu vou apagando, né? Ou então alobra comigo em mensagem no Instagram e tal. Por quê? porque eu sei que eu ataco o sistema de medida das pessoas, pô. Por qual sistema de medida? Por um sistema de medida que, pra mim, tá canonizado, pô. Você entende? Então, tipo assim, cara, se eu li essas centenas de vidas canonizadas, se eu conheço a história, pô, e aparece alguém com uma modinha nova, e vocês não têm nada canonizado?

Aí, as pessoas, elas fazem gato e sapato com a estimativa de vocês, pô. Porque pra eu vender curso na internet, eu preciso aumentar o meu tamanho e diminuir o de vocês. Vocês percebem por que as pessoas fazem isso no mundo? Porque isso tem cheiro vocacional. Se a minha vocação é dominar o mundo, e se eu não puder dominar verdadeiramente, eu vou tentar diminuir vocês, pô, pra eu exercer um domínio relativo. Vocês entendem por que a gente fica se comparando, se medindo? A gente está tentando se adaptar ao mundo.

A gente está tentando cumprir a vocação de dominar e vencer. E aí na internet, o que um cara que vai vender para vocês um curso sobre escovar dente, o que ele tem que fazer com vocês? Ele tem que mostrar para vocês, ele tem que crescer então. Então ele vai mostrar para vocês como ele é o domino da arte de escovar dente. e como vocês nunca escovaram dente bem na vida. Vocês entendem isso? E aí vocês vão ser dominados por ele, vocês vão ser liderados por ele.

Por que isso tudo funciona? Por causa da nossa presença do domínio e das três pessoas. Então esse domínio pode ser exercido em três pessoas. ele pode ser exercido por um conhecimento, tá? Se for um conhecimento falso, é uma doença histórica do mundo, a gente chama de gnosiologia, não é isso? Se for um conhecimento de promessa de futuro mais feliz, né? Você vai enriquecer e você vai ser feliz pra caraca e finalmente você vai ter a vida maravilhosa, a vida épica, a vida extraordinária que você merece.

Se ele tá tentando dominar pelo roteirista da tua vida, As doenças disso são as tais das falsas profecias. E se ele tenta dominar você por uma técnica de mundo, ou seja, executar, fazer aquilo que você não consegue fazer, ele está tentando fazer o que é muito a nossa tônica de hoje em dia, que é uma tônica muito do momento presente, do personagem no mundo, que é essa coisa de ficar falando que a gente não faz bem as coisas. Então vamos lá. Vamos para o nosso sistema de estimativas.

Diego, eu botei meu filho no jiu-jitsu, no judô, no taekwondo, para ele ganhar autoestima e segurança. Um campeonato de judô? Quantos campeões tem? Quantos campeões tem num campeonato de judô? Campeonato de judô não é igual a corrida aqui do aterro não, né? Que se mil correrem, mil ganham medalha, né? Quantos vencedores tem num campeonato de judô? Um.

Um. Todos os outros, qual é a medida de todos os outros? Abaixo dele, né? É abaixo? Abaixo. Agora, preste atenção no que eu vou falar para vocês. Se a vitória é dominar uma casa, lavar a louça, consertar a cadeira, fazer a minha esposa sorrir, ensinar o meu filho a jogar futebol. Quantos vencedores podem ter nisso?

Todas as pessoas que praticarem. Esse é um jogo onde não tem derrota. Não tem derrota. Caio, o primeiro grau do amor de São Bernardo de Claraval é o amor de si próprio. Pode servir para algum nível de amadurecimento esses influencers que incentivam a conquistar uma vida épica? Então, vamos lá. Putz, é que esse sistema... Eu não sei se tem em algum lugar meu público uma aula sobre os amores humanos? Eu não lembro agora se tem isso exposto aí em algum lugar, não.

É porque isso aí, cara... Eu fiz uma aula que, inclusive, eu utilizei os graus dos amores de São Bernardo de Claraval. Tem no Instagram, o João tá falando. Cara, depois dá uma olhada lá no Instagram para olhar as aulas e a hierarquia dos amores, a partir do juízo, da hierarquia dos críticos, para vocês entenderem várias coisas dessas aulas aqui depois. Vocês têm que ver várias aulas para essa aula aqui funcionar cada vez melhor para vocês. Agora, olha só. Vamos voltar aqui para a educação infantil e para a formação, para vocês terem noção.

As pessoas, elas botam os filhos... Não teve... Essa semana me mandaram um monte de mensagem de uma parada que eu não consegui ver um Instagram essa semana, né? Vocês viram que eu não postei nada, né? Aí me mandaram umas mensagens de alguma coisa que aconteceu nos colégios sobre mandar as crianças com cabelo e mochila. Tem algum nome aí que foi dado para essa parada aí, né? Pessoal, Pessoal, olha que sistema de neurose aloprado, escroto. Um monte de criança ir para um colégio, cada uma com o cabelo aloprado e começarem a se comparar uma com a outra e rir uma da outra.

Putz, cara. A gente não tem a mínima noção mesmo do que a gente está fazendo, da destruição de tamanho de pessoa. Não, o sistema dos colégios hoje em dia é completamente para destruir estimativa, autoestima. Ele é completamente feito para isso. Então, olha só, vamos lá. Deixa eu distinguir logo duas coisas antes que acabe a live e eu não faça isso. existe uma autoestima exata do ser humano. Porque várias pessoas me mandaram aqui no Instagram mensagem sobre a baixa autoestima.

É auto com U, referente a si mesma, não é alta com L. O antônimo não é o antônimo de baixa. Então existe a baixa autoestima, uma medida de si mesmo baixa. E existe a autoestima, alto com U, tudo junto, sem hífen, né? Autoestima alta, com L, né? Só que eu acabei de dar exemplo para vocês que um monte de gente aqui utiliza um sistema tão doente quanto a baixa estima, só que do lado ao contrário, né? Ela se dá um tamanho maior do que ela tem no mundo.

É uma doença um pouquinho mais escrota do que a baixa autoestima. A alta autoestima. Só que vocês aprenderam a admirar isso na internet, pô. Hoje, o pessoal que fala isso na internet vira domino pra vocês, pô. Sendo que eles fazem uma coisa que em dois mil anos de canonização das maiores pessoas que a gente já viu dessa terra. Tipo assim, para pra pensar numa amada Tereza de Calcutá. Vê se combina com um ser humano que a gente olha e nem sabe por que direito deu certo pra caraca, né?

Para pra pensar na amada Tereza de Calcutá falando assim, ó, eu sou a velha mais enrugada desse mundo. Vocês nunca vão ver outra velha tão enrugada quanto eu. Ela, tá ligado? Para pra pensar na má litereza de calcultar. Isso é uma parada que eu sempre faço, sabia? E quem falou aí do São Bernardo de Clervona, de Claraval, ele é um dos caras que eu uso pra fazer isso. Eu sempre pego as falas das pessoas e coloco na boca de outras pessoas E fala assim, cara, eu vou botar essa fala aqui desse fulano na boca de São Bernardo de Claraval.

Aí dá merda, pô. Aí dá merda. Vocês já perceberam que a humildade A humildade é uma flor, é um fruto do modo de operação correto do crítico. A humildade é uma autoestima exata de si. Então, quando a irmã Dulce, quando cuspiram na mão dela, E ela não sentiu raiva, porque raiva sente quem é injustiçado, a justiça do crítico.

Ela não sentiu raiva, porque quando ela olha para a mão dela, ela fala assim, isso aqui, esse cuspe, para mim, tá bom, para mim é justo ser cuspida. Até Cristo foi cuspido, pô, do tamanho dele. Aí ela estende outra mão e fala assim, agora dá uma esmola para o meu mendigo. Ela pede esmola e o cara cospe na mão dela. Toma aí então, é isso que você quer? Toma aí a esmola para você. Aí ela aceita o cuspe, sabe? Então vocês veem, vocês veem, né? Eu olho assim para as pessoas, aí elas falam assim de si.

Ah, não, Diego, porque eu sou uma bostinha, eu sou muito fraquinho, não sei o que lá e tal. Pô, eu sei disso que você é isso, pô. Eu sei disso, pô. Eu também sei isso de mim, você entende? Mas, por que que você tem essa medida de si? Eu tenho essa medida de mim? e eu quero dar uma coisa pras pessoas e você tá aí sentado sem fazer nada, sem querer dar nada. Porque o nosso sistema de medidas, ele mede tudo, né? Ele mede tudo, pô.

Então, vocês olham, ó, teve uma pessoa que eu achei muito bonita a pergunta dela, eu já trabalhei muito com isso, inclusive. Ela pergunta assim, ó, qual é o impacto da autoestima numa pessoa aleijada? Aí eu falei, pô, vocês olham uma pessoa aleijada, E ela olha para si assim? Se ela olhar para a parte material e pelos domínios, dóminos e possibilidades, potências, poderes... Eu fiz a primeira aula aqui sobre política, uma teoria inicial do poder. A aula é sobre isso, sobre o poder de fazer comida, o poder dentro de uma casa.

Os cursos de política têm que começar, sim, pelo poder exercido na vida comum. Quais formas de governo dentro de uma casa? Uma casa é governada democraticamente, timocraticamente, monarquicamente? Uma teoria política começando um ser humano assim, igual a gente está exercendo. Eu vou me estimar, eu vou ver quanto poder eu tenho. Quanto poder eu tenho para correr? Você vai falar, eu não tenho poder para correr, eu sou aleijado. Aí você se pergunta assim, caramba, eu olho o fulano da internet Eu não tenho poder nenhum, pô. Eu não tenho poder.

O que eu vou oferecer para as pessoas? A gente tem uma grande vocação, né? A gente tem uma grande vocação de dominar o mundo. Porque se a gente dominar o mundo de maneira correta, a gente vai estar expondo para as pessoas o domínio no mundo, né? Então, elas vão se dominizar verdadeiramente. Então, essa nossa vocação de dominar é óbvio que ela é exercida inicialmente pelas pessoas que a gente considera que estão abaixo da gente. É a nossa vocação olhar para uma pessoa que está abaixo?

Ela começa sobretudo aonde? Na figura de um pai, por exemplo. Ele olha para um filho e fala, cara, qual é a minha grande vocação aqui, se eu tenho um filho? eu tenho que levá-lo, no mínimo, à minha estatura. Depois ele vai achar outras pessoas, os santos canonizados da igreja, e ele vai passar de mim e vai me vencer. Mas eu preciso levá-lo o mais rápido possível à minha estatura. Então, aqui na internet, as pessoas vivem esse sistema de medida, onde todo mundo é muito bom, porque é assim que é o modo de operação aqui, e você entra aqui para se sentir um merda.

É assim que funciona aqui. É assim que se vende, inclusive. Se você sair daqui, descer ali na rua, aí você encontra um mendigo, ele vai te pedir alguma coisa. E aí você vai ter um poder. de exercer a tua divindade, porque pra ele você é uma divindade, você domina alguma coisa que ele não tem. Ele passa fome e você não passa. Então você tem um poder de alguma coisa que sacia estômagos, né? E aí você vai ali diante dele e você oferece pra ele uma bananada e nessa hora Você não sabe pensar nisso ainda ou está aprendendo.

Mas, nessa hora, a sua estimativa de si começa a viver a tua vocação de domínio. Aquele que domina mundos e se submete. Que desce para ensinar as pessoas de baixo como subir. Aquele que se submete. aquele que domina mundos e se submete. Presta atenção no que eu vou falar pra vocês agora sobre matrimônio. E vejam como a gente aprende o contrário. A mulher, ela tem que se submeter ao homem, não é isso?

não é assim que tá escrito a ordem, não é? Mulheres, sejam submissas aos vossos maridos, não é assim? Normalmente o pessoal não fala o resto, né? Maridos, amai as vossas esposas como Cristo amou a igreja e se entregou por ela, né? Uma mulher se submeter ao homem Ela só vai fazer isso porque, em várias características da vida, ela tem uma estatura muito maior do que o homem e ela vai se submeter a ele, sobretudo materialmente.

Mas é óbvio que o grande domínio da casa e do lar é da mulher. A gente fala isso brincando, né? Mas todos nós sabemos que essa é a realidade, né? Vocês sabem que as representações mais antigas do mundo, das divindades do mundo, vocês sabem que são mulheres grávidas, né? Se vocês não sabem ou não sabiam, depois saiam daqui e pesquisem na internet pelas tais das Vênus, né? a Vênus de Milo e as outras Vênus que a gente encontrou de milhares de anos. Imaginem homens olhando para uma mulher e vendo uma mulher, um outro ser humano saindo dela.

Uma vez falei para a minha esposa, o que você está fazendo? Ela falou, brincando – ela estava grávida na época –, Agora eu tô fazendo orelhas e nariz. Tipo assim, uma mulher grávida sentada, ela tá criando outro ser humano, né? Não é assim? Então, os homens, a primeira percepção deles de domínio sobre a vida no mundo, pelo menos que a gente tem ideia, são as tais da Vênus, mulheres grávidas. Falou, cara, uma mulher grávida. já foi uma divindade pro homem, né? Então, a submissão dela pro homem é uma misericórdia com a gente, você entende?

Com um homem materialista, né? Que precisa muito mais de sexo e das coisas materiais que ela, né? E ela tem um domínio de vida interior, né? De coisa espiritual muito maior, né? Do que o ser humano, você entende? Aí as varadas, as retardadas da feminista ouvem isso e têm o sistema de estimativa ao contrário. O sistema de estimativa delas é o contrário, você entende? Mas isso é muito fácil de perceber. Porque quando a gente deixa a vida humana perder, para qualquer argumento que não é a vida humana, Por exemplo, a igreja católica ensina que existe um motivo, um motivo para não ter filho.

É a tal da causa grave. Então, o que é a causa grave? É dinheiro? Dinheiro é causa grave? Preço de colégio? Nunca foi e nunca vai ser. Nunca foi e nunca vai ser. Esse não é o valor do ser humano. É melhor ter um ser humano que passa fome e nunca vai frequentar um colégio do que não ter? É muito melhor, né? Não deveria ser nem comparado, né? A gente está fazendo um esforço aqui, não deveria ser comparado, vocês entendem? Mas se for comparar... Se vocês se perguntarem assim na cabeça de vocês, eu vou usar um sistema de medidas, eu vou medir a vida humana, o valor da vida humana pelo quanto eu vou pagar.

O G1 fez isso no outro dia, botou lá, sei lá, alguém sabe, alguém viu? 5 milhões, 10 milhões, não foi? gastam, a família gasta para fazer uma criança crescer, não é isso? 10 milhões, né? Aí um cara fala assim, pô, eu nunca vou ter 10 milhões, não dá para eu ter filho. Presta atenção. Se na cabeça de uma pessoa a vida humana tem valor, e é o valor de uma mensalidade de colégio? Vocês entendem que esse é o valor que essa pessoa tem sobre si?

Porque esse é o valor da vida humana? Então, essa pessoa está doente grave de autoestima. Ela mediu errado a vida. Ela tem uma medida errada da vida na cabeça dela. Se eu falei aqui de alguns problemas de autoestima nossa, de problema de medição da internet, esses problemas de medição da internet são fichinha perto do que aconteceu com a gente depois da Revolução Sexual, dos métodos anticoncepcionais. A gente tem uma deficiência gigante, imensa mesmo, de autoestima. Vocês veem, na época em que eu morava lá na África, Eles têm muitos problemas lá na África.

Eles têm um problema de medida estimativa por causa de outros fatores, mas não por causa desses, desses de valor da vida. Esses não têm. Eles funcionam muito bem nesse sistema de medidas. Aqui no Ocidente, a gente está mal em vários sistemas de valores. Lá, quando eu morava no Oriente Médio, no Líbano, O sistema de valores era muito bem organizado por causa da família. Lá, a família árabe... A família árabe não, que árabe é etnia. A família islâmica tem um sistema de valores muito alto. Vocês não conseguem entrar com um sistema de valor da medida de vocês para mudar os valores deles.

É muito difícil de entrar, entende? Para a gente não. Aqui no Ocidente, o nosso sistema de medida é sacanagem. A gente não tem um sistema de medidas. A gente não tem passado. A gente não tem canon passado. Então, a gente não tem nada. A gente fica à mercê da galera na internet. A gente vai mudando o nosso sistema de medida conforme a gente vai acompanhando as pessoas aqui na internet. Quando eu falo assim para vocês, de vez em quando, a Igreja Católica canonizou mendigos para vocês compreenderem como se mede a vida humana, qual é o valor da vida humana.

Olhai as aves do céu, vede os lírios do campo, Eles não semeiam, não ceifam e não tecem. E nem o rei Salomão, no auge da riqueza dele, vai se vestir como um lírio do campo. Vós não valeis, não medem mais do que eles. Que por de medida é essa que vocês estão usando para se medir? Quando Santo Agostinho e São Paulo ficaram constrangidos.

Quando Deus se submeteu. Vejam agora. Façam o paralelo da mulher se submetendo. Quando Deus se submeteu por uma grande misericórdia ao homem. A primeira grande submissão. A vida divina submissa a mulher Maria. E depois a segunda grande submissão. A Eucaristia submissa às mãos do sacerdote um pão. Para vir tirar a gente desse vale de lágrimas e levar a gente para onde a gente vale.

Para onde a ferrugem não corrói e a traça não come. não existe limite de valor em nada que a gente repousa os olhos aqui. Então vejam, os aleijados, os imprestáveis, os fracos, vocês podem olhar para o personagem de vocês no palco, esse bostinha de personagem que talvez não consiga nem lavar uma louça, e se sentir na merda. Mas se vocês olharem pra dignidade imortal, se vocês olharem pro anencefalo, pra pessoa com Alzheimer, para o imprestável e perceberem que Deus o quer e não serve o Rony, o Vitor, a Jéssica, o Anderson, o Eduardo, o Alex, serve o Lucas, que nunca sequer vai ter consciência nesse mundo.

A gente para com essa babaquice de medir as pessoas por esses nossos amores materiais ridículos. E aí acaba essa nossa babaquice de autoestima baixa. Pô, infelizmente deu 10 e 10 aqui, né? Não vai dar para eu entrar na parte da... do nome e da intimidade, que é o suprassumo da autoestima. Vocês veem, né? Quando eu atendia na pestalose os velhinhos, Por que a gente fala assim, o velho gosta de contar história?

Porque o personagem no palco do velho vai se tornando imprestável. Então, o velho, se ele ficar olhando para a capacidade física dele, ele vai adoecendo mentalmente. a autoestima dele vai baixando. As pessoas materialistas ficam tentando eternizar a juventude por causa disso, porque elas são materialistas. E elas vão perdendo a estima de si, a autoestima. E aí o velho fica tentando resgatar a estima dele contando histórias da juventude. É quando você senta diante dele e você manda ele falar, pede para ele falar e você vai ouvir.

Você se importa com ele. Você vai colocá-lo para dentro. Quando você senta para ouvir o idoso, você infunde nele, por causa da importância que você dá para ele por dedicar tempo, você infunde valor nele, você dá dignidade para ele, você cura ele com autoestima, porque ele passa a valer mais do que os afazeres que você tem no dia. E aí a gente cumpre a vocação do crítico. Vocês já viram aquela aula da intimidade, do conhecer profundamente e ser profundamente conhecido?

Então vejam, por onde estou passeando aqui? Estou passeando aqui por uma capacidade de medir tamanho do crítico, do roteirista e do personagem. Quando a gente olha o anencefalo e vai medir o roteiro de vida dele, o roteirista dele, as pessoas fazem uma medida errada, né? Elas medem o anencefalo falando que ele vai ter uma semana de vida, né? Uma balela, né? Uma balela. Aquele anencefalo, aquele óvulo que você congelou lá, aquela merda que você fez, vai ser uma árvore de um jardim eterno que não somos nem eu nem você.

Ela vai ter um nome, né? Isso é o valor e a dignidade. Isso é o valor e a dignidade. E a gente conhece esse valor e essa dignidade por quem sentou na nossa frente pra ouvir a nossa história, né? Porra. Porra. Se vocês rezarem, se vocês sentarem na frente de nosso Senhor e direcionarem a palavra da vida de vocês a Ele, e vocês compreenderem que Ele se porta a ponto de contar a quantidade de cabelos que tem na nossa cabeça, Se um Cristo se submete a mim como um pedaço de pão, como migalha na Eucaristia para ficar perto de mim, para sentar na minha frente e provar da minha presença, porra!

Nós temos a nossa dignidade restituída. A gente não precisa mais passar a nossa vida igual um idiota tentando buscar poder a todo custo, ou igual um retardado trabalhando igual um animal por causa de dinheiro para ganhar um elogio do chefe, ou uma mulher que se veste igual uma vagabunda, igual uma vadia para atrair o olhar de um homem. pra ver se um homem pergunta o nome dela, pra igual aqui na live que eu falo. Vocês percebem que quando eu pronuncio o nome de vocês, eu dou dignidade pra vocês por me importar um segundo?

Imagina se eu saísse e oferecesse a minha vida pra vocês pra ser crucificado. Vocês iam ser profundamente constrangidos, né? Você fala, cara, agora eu vou ter que viver uma porra de uma vida decente por causa desse cara que me deu dignidade, porra. Então, quando a gente olha essas pessoas todas tentando fama e poder, e se vestindo igual bicho ou homem, tentando ficar forte igual um animal, para ver se uma presença material gigante chama a atenção dos outros, para ver se alguém pergunta o nome dele, Aí esse animal não vai pra dentro da casa dele ouvir a voz, uma voz que o chama de pai e que não tem nenhum outro ser humano no mundo que ele possa chamar por pai, né?

Ele fica ali mendigando, porra, a atenção de uma mulher pra revisar o aparelho, pra perguntar o nome dele ou de alguém que fale que ele tá forte e qual é a série que ele faz, porra, e se precisar carregar um filho Um cara desse não consegue carregar um filho durante 15 minutos no colo. Pô, vocês estão percebendo a merda que a gente fica de mendigo, como mendigo de autoestima, porque nós não sabemos quem nós somos, pô? Vocês percebem a doença que dá? São várias coisas. Eu fiz uma introdução inicial aqui com um pouquinho da baixa estima de roteirista, porque se vocês não tiverem um roteiro igual o das pessoas da internet, vocês se estimam mal.

Porque se vocês não tiverem o conhecimento das pessoas da internet, vocês se estimam mal. Ou se vocês não tiverem materialmente, com personagem no palco, rico, bem vestido e o caramba, vocês se estimam mal. Porra, vocês estão se comparando com cachorro, com lírio do campo, com parede. Mas vocês não valem muito mais do que todas essas coisas? Vocês não sabem onde vão encontrar o tamanho e a medida de vocês? O tamanho e a medida de vocês está canonizado naquilo que é mais estável na face da Terra.

Então olhem para as coisas do alto. É estável. Meçam a vida de vocês pelo que dura. Quando um padre levanta a hostia devagarzinho e faz o negócio durar e demorar, tu não fala assim... Que pão é aquele? Que pão é aquele? Por que demorar com um pedaço de pão no alto? Demorem. Vocês se lembram, na última live, porque eu falei que depois das cinco da tarde é uma hora ali pra rezar um terçozinho de vinte e poucos minutos? Uma hora dentro do quarto.

Eu fico ali, ó, os meus seis filhos ali, ó. Eu fico beijando eles, cada um assim, ó. Eu beijo todo dia, todo dia eu beijo, abraço, cheiro, falo que é meu e pronuncio o nome de cada um deles. Você é o meu José Pedro. Você é a minha Maria Rita, você é a Maria Helena do Papai. Eu te amo e faz o carinho e o beijo. Porque demora. Se demora, é digno. Vale muito. Vocês estão percebendo como é simples?

Vocês acharam que isso estava disponível para meia dúzia de pessoas? Isso é para o aleijado, para o pai de família, para o padre, para o mendigo. A Igreja Católica canoniza mendigos. Eu gostava muito de ficar com os mendigos na rua porque Eu queria enfiar dentro do coração deles que eles podiam ser perfeitos na rua, porra. É pra todos nós. Falei pra caraca, né?

Dez e dezoito. Doze minutos de perguntas. Vamos? Então, vamos lá. Eu anotei aqui mais de 30 perguntas sobre educação infantil e autoestima infantil. Qual é o maior tesouro da autoestima infantil?

Dominar a casa. fora de casa, a maioria das crianças vão tomar porrada atrás de porrada no início da vida. No colégio, no judô, na natação. Então as pessoas ficam repetindo uns mantras aí na internet, né? Eu vou botar meu filho aqui, não sei o que lá, pra ele ganhar confiança. Falar alguma ova que seu filho vai ganhar confiança. O seu filho ganha confiança pedindo pra fazer as coisas que você faz, e vocês sabem que as crianças pedem isso, e você vai lidando verdadeiramente. Eu valido os meus filhos verdadeiramente.

E aí, papai? Filho, você está melhorando e o papai vai te ajudar a fazer isso muito bem. Aí ele vai ganhando confiança. E você está ali do lado dele, vai lidando corretamente, sem idiotice. sem ele fazendo um monte de besteira e você falando assim, que bonitinho, que coisa maravilhosa, que depois ele vai sair de casa para a sociedade e vai ver que não funciona mais, que as pessoas o acham um idiota e você o achava lindinho. Aí ele vai se ferrar na sociedade e vai perceber que o semideus dele, o domínio dele, era um mentiroso.

Ou seja, ele vivia em casa com um demônio, o pai da mentira. Aí ferrou. Aí o filho de vocês não vai entender nem a religião, pô. Isso eu vou fazer com calma depois só na comunidade, tá? Na comunidade eu vou pegar todas as perguntas que eu anotei aqui nos casos concretos e vou dizendo com calma como é que faz para estimar correto as coisas aqui. Por exemplo, tem uma aqui que é muito boa e que eu faço muito aqui em casa. Como é que se estima correto com comparação com o irmão?

Pessoal, vocês devem imaginar que isso é uma destruição completa de cabeça de gente. Putz, a quantidade de gente que eu vejo fazendo isso na rua, olha lá o coleguinha fazendo certo ou olha o seu irmão aqui. Eu não faço isso de jeito nenhum, mandar meu filho olhar para um irmão para fazê-lo tomá-lo como medida comparativa. Isso é uma doideira sem tamanho. Professor, Como garantir a autoestima adequada de uma criança?

Então, esse é um assunto longo, né? O que você tem que... Como é que é o princípio de funcionamento disso? O princípio de funcionamento disso, uma estimativa é um sistema de juízos. Vocês entenderam isso, né? Um sistema de juízos. Então, olha o que eu vou falar pra vocês agora. A Igreja Católica pede para o casal três promessas. Fidelidade, abertura à vida e criar uma fé católica. Se vocês não forem abertos à vida, os filhos de vocês vão começar a vida com o maior déficit de estimativa da vida humana, que é a dignidade do ser humano.

Porque vocês vão ter que explicar ou eles vão ter um motivo, para vocês não serem abertos à vida, para não darem um irmãozinho para eles, percebe? Esse motivo aí, que vocês falarem, vai destruir a autoestima deles. Fala assim, meu filho, não dá para ter um irmãozinho que o papai não tem dinheiro. Ela vai pensar, caramba, essa parada de dinheiro é uma parada muito sinistra. Não dá para ter uma vida humana por causa de dinheiro. Puxado, não é? Puxado para caraca. Puxado para burro. As pessoas acham que sempre foi assim.

Isso começou no outro dia. Vocês sabem, não é? Aqui, perto de onde moro, tem um monte de velha guarda que começou nessa idade. ou geração, né? Essa antiga aí, né? Que carrega cachorro em carrinho de bebê. Mas o sistema de estimativas, eles têm várias outras paradas de maneira. Por exemplo, coisa material. Quando quebra coisa material em casa, vocês não podem colar as placas e perder as estribeiras, assim, de ficar puto pra caraca porque quebrou um prato, pô.

Porque é o jeito que vocês tratam as coisas e medem as coisas que faz as crianças se estimarem, né? Tipo assim, ó, tu aloprar com um filho porque um copo quebrou. Eu falo, porra, o filho vai olhar assim e fala, meu irmão, esse copo aí deve ser muito sinistro. Meu pai aloprou comigo por causa do copo. Ou então o jogo de futebol que meu pai vê na televisão é uma parada sagrada. O pessoal não fala assim, meu futebol é sagrado. Porque meu pai não consegue olhar pra mim quando tá no futebol ou no celular.

Pessoal, vou falar uma parada pra vocês. Sabe por que eu não consigo fazer mais coisa na internet? Não é porque eu sou ocupado para caraca, não. Eu já disse para vocês, a minha rotina de domingo a domingo, depois das 17 horas, é banho das crianças, terço, jantar e oração para dormir. Eu levo de 17 horas às 21 horas para fazer isso. Eu tenho vergonha de pegar o celular na frente das pessoas. Vocês não vão me ver. Vocês nunca vão me encontrar e conviver comigo e me ver mexer no celular.

Vocês não vão ver fazer isso. E nem aqui na minha família. Eu tenho vergonha de fazer isso. Porque isso forma a dignidade, a autoestima dos meus filhos. Eu sei que forma decisivamente. Então vocês tratam as coisas materiais da casa de vocês com maior dignidade, pô? E deixam os moleques de lado? Aí a autoestima deles é uma merda, vocês percebem? Eles não são maiores do que o Flamengo. Eles não são maiores do que o copo. Eles não são maiores do que o teu celular. Porra, qual é o tamanho do filho de vocês?

Não, claro que não, Raniel. Professor, Deus só ouve as nossas orações se estivermos em estado de graça? Não, porra, claro que não. Claro que não. Claro que não. Se vocês se dirigirem a Deus, vocês acham que Deus vai não ouvir? Não vai ouvir? A pessoa que vive em estado de graça, Deus mora nela. Essa é a diferença entre uma visita e a minha esposa, né? Eu posso convidar uma pessoa pra vir aqui na minha casa, né? Mas a minha esposa mora aqui.

A presença dela, a graça vive constantemente debaixo desse teto, cês entendem? Essa é a diferença de uma pessoa que reza e não está em estado de graça. A pessoa que reza sem estar em estado de graça, ela conversa com Deus do lado de fora. Como um visitante, a pessoa que vive em estado de graça, ela conversa com Deus debaixo do mesmo teto, eles moram juntos, eles têm Daniel Assef. Professor, como trabalhar com vendas sem mexer nesse sistema de valores das pessoas?

Daniel, o cara que mexe com vendas, ele precisa dar dignidade para as coisas que eles vendem, você vê. Por que? eu não faço comercial dos meus cursos. Abrir a comunidade, não pago ninguém para fazer essas paradas, não faço. Porque eu vou ter que começar... Se eu depender do dinheiro da venda do meu curso, eu vou ter que começar a dar valor para ele.

E aí, Uma pessoa que vai começar a fazer isso. Você vê, vamos lá. Vou ser leal com vocês. As três pessoas. Eu, olhando para dentro de mim, olhando a antropologia que eu estudei ao longo da história, São Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Existem pessoas que são tomistas, né? O que que é um tomista? Ele gostou muito a maneira que Santo Tomás fala sobre o homem, né? E aí ele fica repetindo a maneira que Santo Tomás falou sobre o homem, entende?

Eu estudei a maneira que Santo Tomás, Santo Agostinho, fala sobre o homem, né? Aí estudei mais de meia dúzia, juntei olhei o dogma antropológico da igreja e falei assim, eu tenho uma visão antropológica aqui da igreja, das três pessoas, da Santíssima Trindade, mais de semelhança de Deus, que não é igual a nenhuma deles, né? E aí quando eu ensino pra vocês, eu não ensino a de Santo Tomás de Aquino, eu ensino a minha. Pô, vocês têm dúvida de que eu acho que a minha é melhor?

Por quê? Porque eu comprei a minha, né? Eu comprei a minha. Mas isso sou eu, pô. Isso sou eu. Agora... Pô, vocês... Vocês já viram uma parada que era boa pra vocês e que vocês vão falando pros outros e nego olha e tu fala assim, cara, isso aqui é uma merda, pô. Isso aqui é horrível. Agora... Agora... Imagina... vocês tendo que dar valor para uma coisa que nego acha horrível. É por isso que eu não faço comercial de nada. Eu falo, meu irmão, se isso aí for uma merda, eu quero que se dane, se prestar.

Nego pega e faz o que quiser. Vocês entendem o que eu estou falando? Agora, se eu preciso do dinheiro, Eu vou ter que dar valor pra isso. Então olha o que acontece na internet. Nego vende um curso, aí ele vai ter que dar dignidade pro curso. Aí ele fala assim, ó, o crítico, aquele que quer intimidade, aquele que quer conhecer profundamente, ó, eu vou ensinar pra vocês o segredo de como eu atendo no consultório. Irmão, quando tu faz isso, o que tu tá fazendo? Tu tá dando dignidade, né?

Tu tá dando valor para o teu curso, entende? Eu vou cobrar para vocês uma nota, porque isso aqui é o meu tesouro. Aí daqui a dois meses, meu irmão, o teu custo de vida é de 200 mil reais por mês. Aí daqui a dois meses, tu precisa de mais dinheiro. Ou semana que vem, né? Aí tu lança outro curso. Agora é real. Não tem muito a ver com o que eu ensinei no outro não, entendeu? Mas agora é real, agora eu vou ensinar pra vocês o tesouro de verdade.

Sinistro, né, Daniel? Vender com dignidade é sinistro pra caraca. Porque se a gente precisar, se você levar a sua vida de forma que você precise, é que as pessoas, é que o capitalismo é escroto de doente. O socialismo é muito mais escroto porque ele é uma doença da doença. O socialismo é uma comorbidade do capitalismo. Vocês entendem isso que eu estou falando? Começou a aparecer uma grande merda no mundo, o capitalismo. Aí a merda da merda chama-se socialismo, né? Pô, vocês acham...

Cara, a quantidade de gente que eu atendo que precisa trabalhar igual um animal e abandona a família... e fala que tá fazendo pela família, ele falou, meu irmão, o teu filho, ele não sabe a diferença se você é mendigo ou se você é rico, pô. O filho pequeno, ele não sabe a diferença. A única diferença que faz pra ele é a sua presença ou não presença. Então, um mendigo presente, um mendigo presente, cumpre a perfeição da paternidade com muito mais capacidade do que um pai rico ausente, pô.

Mas isso é óbvio, porra. Isso é simples pra caraca. Porque no trabalho, cara, no trabalho, meu irmão, se tu sair, nego arruma outro rapidinho. No trabalho, quando tu tá mal, doente, com febre, nego não te manda pra casa. Por que nego te manda pra casa? Porque em casa tu tem dignidade imprestável, meu irmão. Em casa, de cama, você tem dignidade mesmo se tu não prestar pra nada dentro de casa. Porque lá você não é o acionista majoritário, você não é o CEO. Lá em casa você é o Diego Reis.

E o meu José Pedro, ele só chama um homem no mundo inteiro de pai, só o tal do Diego Reis. Vocês entendem isso? que o comandante lá no quartel, sai ele, aí o outro cara, que tem outro nome, que também é pai lá na casa dele, quando chega na posição o nego chama, comandante, o CEO da tua empresa, se tu sair meu irmão, tu que se acha o cara lá, tu vai sair, nego te chama assim, chefe, chefinho, meu chefe. Aí se aparecer outro no dia seguinte, ele chama igual, chefe, chefinho, meu chefe.

Agora falta no jantar da tua casa e bota qualquer outro homem lá sentado diante do teu filho e vê se ele vai chamar de pai. Vocês não sabem onde tá a dignidade de vocês, pô. Não, claro que não, Luiz. Claro que não. Claro que não deixa de ser digno. Claro que não. Agora, se você se enrolar financeiramente, meu irmão, e começar a ter que ganhar dinheiro vendendo curso que você nem conhece...

Olha, eu vou falar uma parada para vocês. Eu recebo uma porrada de livro aqui e de coisa. E aí, por que o nego manda para mim? Porque, nego, quer que eu faça o quê? Que eu divulgue. Que eu divulgue. Meu irmão, o nego manda cada merda pra mim. E por que eu tenho liberdade pra não divulgar? E o nego pergunta assim, pô, te mandei tal coisa, não sei o que lá. Eu falo, pô, cara, eu não vou divulgar. Não dá não, pô. Não dá pra divulgar isso não, cara.

Isso aqui é ruim, pô. Ou isso aqui vai atrapalhar a vida das pessoas, pô? Agora, imagina se esse é o teu trabalho, cara. Tu ficar tendo que dar dignidade pra coisa que não tem dignidade, meu irmão. Puts, cara, isso é uma merda, pô. Isso é uma merda, pô. Cara, essa aula aqui da autoestima, que é aula de valor, é um tema de ética, valor. Os gregos chamavam isso de axio. Tanto é que a ciência que estuda isso, um tratado de ética, chama axiologia, que dá valores para as coisas.

Isso é a vida do crítico. O sistema de hierarquias da vida, isso é muito sério. Muito sério. Então vocês têm que tomar muito cuidado de verdade com essas coisas. E vocês têm que saber olhar para essa régua, ter uma imagem disso. Cara, existe um mundo acima de mim, um mundo abaixo de mim. Eu estou em um determinado local aqui. Se você conseguir achar o seu local, o patamar correto desse local, A virtude, quando a gente chama assim, o lugar correto desse teu local no mundo, chama-se humildade.

Ela é uma filha da justiça, né? Que é uma virtude cardeal. É isso. Ô Luiz, ó, tu tá falando aí, cara, e tirando umas dúvidas, eu me lembro de um cenário de um cara, assim, perguntando pra Padre Pio assim, ó, É... Me dói muito, padre. Porque eu não sei se eu tô amando Deus. Aí o padre Pires fala assim pra ele. Tá amando. Tá amando. Tipo assim, se tu tá preocupado em amá-lo, tu já tá amando, tá entendendo?

Só em tu tá preocupado aí, ô Luís. E já deu pra perceber que tem seriedade aí em você, entendeu? Eu não sei se daqui pra frente tu vai melhorar ou não, né? Mas é por aí, cara. Se preocupa sempre com isso aí. Todos nós estamos nessa luta aí, cara. Essa é a nossa vida. É lutar por isso aí até o fim. Dignidade, Caio? Ou humildade? Então, vamos lá. Humildade. Humildade. É tu olhar pra si como você é. Então, de uma maneira geral, é tu olhar assim, cara...

Cara, eu sou uma merdinha, né? No mundo. E eu tenho dignidade... Real. Pra ser rei. É tipo uma bostinha mesmo, sabe? Um vaso assim de barro, meu irmão, que foi criado pra estar na grande sala do grande imperador do mundo, você entende? Aí, tipo assim, cara, ele tinha tudo... Tu olha assim, né, cara, eu merdinha? Eu tinha tudo pra não ser nada, né? Eu tinha tudo pra não ser nada, quando olham pra mim assim. Cara, o cara ali fraco, o carro bater nele, ele perdeu um pouquinho de massa cinzenta, porra, fica completamente burro, entende?

Caiu um negocinho no olho, fica cego. A gente é frágil pra caraca, meu irmão. Frágil, mas frágil, frágil, frágil. Um vaso de barro mesmo, todo quebrado e tal. Só que a gente é feito, cara, pra ser o enfeite principal da sala do imperador. Você entende? A nossa dignidade real, entendeu? Vocês têm que olhar para si assim. Aí a gente começa a evitar a doença da baixa autoestima, aquele cara que se desvaloriza, fica deprimido, entende? E não consegue cumprir a vocação. Ou aquele cara. que se superestima, se autoestima demais e se transforma no demônio, na soberba.

Então, fica muito naquela frase do Nietzsche, na fala dele a Zarathustra, como pode existir um Deus no mundo e eu não ser esse Deus? Essa fala dele é muito condizente com a nossa vocação, muito condizente. Isso é uma fala farisaica normal, né? Apareceu Cristo, os fariseus eram os caras do poder religioso. É óbvio que machuca. Vocês nunca perceberam quando vocês chegam num lugar de poder estabilizado? Olha o mundo da política. O mundo da política, ele tem o poder todo estabilizado, né? Todo mapeado. Aí chega lá alguém diferente de fora pra desequilibrar o poder.

Toda a teoria da guerra, das relações internacionais, da vida política tá assim. É assim. Vocês não perceberam? Vocês já viram essa estatística aí de que a maioria dos casos de divórcio acontece depois que o primeiro filho nasce? Por quê? Redistribuição de poder. É política dentro de casa. Mulher não quer mais saber do marido. Agora dá valor só para o filho, por quê? Desequilíbrio de poder. Estimativa, valoração, dignidade. Essa parada é muito importante, você vê. Essa é a vida do crítico, a vida do espírito. O crítico é o espírito, né?

É a vida do espírito. É por isso que tudo isso é medido em palavras. Então vocês veem, ó. Eu nem vou tocar nesse assunto. Eu vou encerrar agora aqui, que a gente passou do tempo. Eu nem vou tocar nesse assunto. Mas esse assunto que eu vou falar agora, ele é todo sobre essa aula aqui. É por isso que eu falei pra vocês. A gente ficou aqui quase duas horas, né? E nós nem começamos um assunto imenso. Validação é todo sobre o que a gente tá falando aqui, vocês percebem?

E todo o tema da validação, ele deveria começar daqui a pouco, nessa aula. Entenderam isso? Você vê, esse tema da validação é um puta de um tema. A gente tem as nossas estruturas aqui no Ocidente de validação, ela existe sobretudo no Crisma da Igreja Católica, né? Eu te valido para ser soldado de Cristo, ou seja, você já tem a sua bagagem, vai daqui para fora. tem o tal do bar mitzvah lá no oriente, tem o equiparativo no mundo muçulmano, lá onde eu morava com 12 ou 13 anos, diferença de homem pra mulher, né?

Eu te valido pra que você vá pelo mundo e viva a sua vida. Esse tema todo de validação é um tema todo de autoestima, né? De um pai falar pra um filho, meu filho, agora você está pronto pra fazer esse tipo de serviço. Pronto, fui validado, fui medido com a medida do papai. Vocês entendem que toda a validação É essa a vida? É sobre esse tema que eu estou falando, né? As lives desde a primeira. Então, as lives desde a primeira, elas têm no Instagram. E eu estou botando aos poucos no YouTube também.

Já adicionei umas cinco ou seis lá. vocês vão ter que mapear, né? As lives, assim, a estrutura só tá mapeada e só tem ordem na comunidade, né? Na internet normal aqui não dá pra fazer isso. É, papel de validar filho tem que ser feito todo dentro de casa, mas o pessoal entrega eles pra escola. para os lugares, para fazer sistema de validação. Eu entendo que tem gente que fala assim, ah, na minha família é necessário. Eu entendo, mas vocês também têm que entender que esse não é o melhor caminho.

Eu atendo gente com problema todo dia. Então, eu vivo dando esperança para as pessoas e vocês já sabem que é assim, a estrutura do homem é de uma esperança invencível. Mas a gente não pode abrir mão de falar, e é óbvio que de vez em quando eu tenho que falar, até para a gente mostrar isso para a nossa juventude, para o nosso adolescente, que existe uma perfeição que quem abriu mão, não é que abriu mão da perfeição, mas quem abriu mão de certas coisas na vida não vai prová-la nunca, não vai prová-la nunca.

E é como é. Não é porque eu atendo a prostituta que vai precisar ir pra perfeição a partir dela que eu não vou chegar num momento e falar pra vocês de como foi pra mim a maravilha que foi ter sido casar virgem e a perfeição da virgindade. Porque ela evita uma série de destruições escrotas. E ela faz com que o ser humano tome um café maravilhoso, que quem não tomar, meu irmão, vai morrer sem saber o gosto. E é como é. Vocês entendem? Agora, isso não tem nada a ver com a perfeição que tá aberta pra todos nós.

Isso não tem nada a ver. Então, eu não posso chegar aqui... e falar pra vocês que é óbvio que quem bota o filho num colégio não vai ter a perfeição, não vai ter a perfeição, não vai ter a perfeição de quem consegue fazer tudo dentro de casa, não vai ter porque não dá pra ter, tá? A mãe solteira, o cara não sei o que lá, o viúvo, não dá pra ter, não dá pra ter. Ah Diego, você tá falando que não dá pra ter a perfeição?

Eu falei não, não, não, não, não, não é isso. Todos nós, até o último instante da nossa vida, temos a perfeição completa aberta na nossa frente. Eu tô falando o seguinte, o aleijado não vai ser campeão olímpico normal, ele pode ser campeão paraolímpico. É isso que eu estou falando para vocês. Então não fiquem abrindo mão de todas as coisas falando assim, ah não, eu vou fazer a parada toda medíocre, caramba, porque é só vocês olharem lá uma live que deve se chamar Um Caminho de Perfeição.

Abrir mão de 1%, um tantinho da perfeição. é abrir mão de toda a perfeição, toda a perfeição. Então você vê, por que a maioria disparada dos católicos são tíbios, são medíocres pra baixo? Porque eles abrem uma pitada de não querer ser perfeito em algum ponto. Ou seja, eles abriram mão de todo o catolicismo. Quem abre mão de uma pitada, abre mão de tudo. Como nós vivemos pra perfeição, o nosso espírito, ele não admite, não admite. É por isso que o cara começa a mentir pra mulher e acha aquilo normal.

Ele abriu mão de todo o casamento e o casamento dele, ele vai ser um caminho de descida todo. Ele vai descendo, vai passando os anos, ó. Vai passando os anos e a porcentagem do casamento tá lá, 90, 80, 70, não sei o que lá, não sei o que lá. E o cara que tá a 20% do casamento, o casamento dele tá uma merda. Se ele acreditar na perfeição do casamento, ele vai subir até o final. Ele tá no caminho de perfeição, ele vai provar da perfeição.

Ele pode ter tido uma vida de merda dali pra trás. É por isso que o casamento dele só tá no 20%. Você entende? Então tem o cara que tá 20% do casamento e tá muito melhor do que o cara que tá 99% do casamento, mas abriu mão da perfeição. Vocês não podem abrir mão da perfeição nunca, na merda que esteja a vida de vocês. Vocês podem falar assim, cara, eu não vivo nada do que eu acho que é perfeição. Mas vocês precisam acreditar em tudo e ter firmemente na vida de vocês que vocês vão lutar até o último dia por ela.

É por isso que não adianta vocês virem aqui falar nome dos outros, que está fazendo merda, que não sei o que lá. Vocês podem falar o nome de um monte de gente que está fazendo merda aqui e todas essas pessoas que vocês falarem estarem, inclusive, em um caminho de perfeição muito melhor do que o meu. Vocês têm que parar com essa babaquice de ficar falando o nome dos outros em público sem nem ter vontade de ajudá-las no particular, nem oferecer aí dentro do coração de vocês ou penitência no dia a dia de vocês pra isso.

Isso é uma puta de uma sacanagem e isso destrói vocês. Eu mostrei lá nos exercícios de Santo Inácio e vocês sabem disso, que isso destrói vocês. Beleza? Se preocupem aí com esse nosso caminho de perfeição que a gente vai longe fazendo isso, tá? Obrigado pela paciência, pela companhia de vocês, pela presença. Pô, cês são malucos, meu irmão. Domingo, 10h50 da noite aí. Gente pra cacete aqui, ó. 500 cabeças no Instagram aí. Cês são malucos, meu irmão. Beleza, pessoal, um dia a gente vê aí depois, conforme for, a gente faz uma conversa só sobre validação.

E quem é lá da comunidade assiste a aula sobre o crítico que eu coloquei lá. Se eu não coloquei, eu vou colocar agora. Vou lá ver se está lá a aula do crítico na comunidade. Que vai ajudar lá. Eu acho que eu falo de validação também. Obrigado pela companhia. Boa semana para vocês aí. Até breve. E aí

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