Coletânea

Vocação & domínio

A Vocação Humana

1:54:46 · ~90 min de aula10 de fevereiro de 2024Transcrição automática · em revisão
  • a vocação humana de dominar o mundo
  • os falsos domínios (idolatrias de domínio)
  • Sísifo (a bola material que rola de novo)
  • o cheiro de morte do material
  • vencer a morte
  • a vela que se consome para gerar luz
  • a vocação como resposta ao chamado (vocare)
  • austeridade vs qualidade de vida
  • a febre metafísica da vergonha
  • a luz que vence o material

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 24:55.

Vou passando aqui. Não vai caramba. Coisa para caraca. Vou ter que passar direto aqui. Me perdoem. Vamos conversar um pouco aqui dentro numa estrutura. Se não der muita coisa, a gente, no final, fala mais um pouco. Beleza? Então, bom. A gente está vindo numa estrutura aqui.

Citações verbatim

Trechos da aula

Não entreguem a vida e a vocação de vocês subindo uma montanha com aquela bola material de sísifo.
— Prof. Diego Reis
A vocação dessa vida tem cheiro de morte
— Prof. Diego Reis
A nossa vocação é dominar o mundo. São Maximiliano Kolbe dominou o campo de concentração.
— Prof. Diego Reis
Vai destruindo tudo que é material para fazer luzes aparecerem. Essa é a nossa vocação.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Pronto. Fala, Eduardo. Boa noite, meu irmão. Fala, Raimundo. Boa noite. Fala, Alberto. Boa noite, Suelen. Antônio. Fala, Ikenami. Tudo bem, meu irmão? Esse é o fundamento da esperança. A prudência tem como fundamento a justiça. Ou seja, todo ato prudente tem que ser justo, claro, obviamente. Vocês sabem que existe um tratado sobre a prudência que está dentro da Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino.

Vocês deveriam conhecer esse tratado, porque a prudência é a arte de decidir bem. Então, vocês decidem a vida. A gente decide a vida o tempo todo. Não conhecer um tratado sobre a prudência é um desleixo muito grande com a vida. O que a gente faz para... saber quantos gramas de proteína tem na carne, para a perfeição que a gente se veste para fazer uma corridinha, para o zelo que a gente tem para fazer um churrasco, um bolo de cenoura, foi a gente viver decidindo coisas o tempo todo e nunca ter se debruçado num tratado sobre a prudência, eu vou falar para vocês, é de uma vida assim, fora do compasso da vida humana.

A gente vai falar um pouco sobre isso aqui, a vocação humana, para onde a gente tem que ir. Então, quando vocês encontram pessoas que vocês falam assim, como é que o ser humano chega nesse ponto? Nós temos essa envergadura para chegar nessas loucuras de vida que a gente vê por aí, nessas desgraceiras. Vamos lá, vamos com boa noite. Caraca, já encheu pra caraca de boa noite aqui. Vamos lá. Fala, Felipe, boa noite. Juliana, boa noite. Janaína de Marília, boa noite. Rony. Sobral Ceará. Emília, boa noite.

Lohane, boa noite. Tudo bem, Eduardo? Guilherme, boa noite. Ana Cristina, boa noite. Bruno Barato, boa noite. Marcelo de Aragão, a presença é a graça. Rodrigo Bruce, boa noite. Eliane, boa noite. Bruna, boa noite. Rurik, boa noite. Rafael Mendes, boa noite. Carlos Eduardo, boa noite. Diego, boa noite. Vivian, boa noite. Gabriela, Boa noite. Guilherme. Dores do Indaiá, Minas Gerais. Boa noite. Adriele, boa noite. Fala, Renan. Rian, boa noite. Maia, boa noite.

Rafael, de Manaus. Seja bem-vindo. Cláudia, presente. Antônio. Professor, como é o agir de Deus em uma alma em estado de mortal? deve ser em uma alma em estado de pecado mortal. Tiego Salles. Boa noite. Meu irmão é professor. Antônio, o agir de Deus é sempre uma tentativa louca de ficar presente. Essa tentativa louca da presença de Deus, inclusive, é o que nos faz ter uma inclinação muito grande para a presença eucarística.

Porque nós sabemos que o amor louco dele por nós faria com que ele desejasse ficar conosco até o fim. Então, uma alma em estado de pecado mortal está na desgraça porque ela está na ausência da graça. Ela está fora da presença de Deus. não porque ele não esteja loucamente procurando, mas porque nós, assim como é narrado lá no livro do Gênesis, quando ele aparece para nos procurar, não é assim que acontece com Adão e Eva? Ele aparece e procura Adão e Eva, que saíram do estado de graça, ou seja, da presença dele, e eles se escondem.

Então as pessoas acham assim, como pode um Deus que afasta o homem em pecado mortal, mas é óbvio que é o contrário. É o homem em pecado mortal que foge de Deus por vergonha. Eu já contei isso para vocês algumas vezes. Eu me recordo de ter contado isso para vocês naquela live que eu falo do cara que pega o macarrão no supermercado sem fazer o ritual, que aquele cara está fora do mercado, e qualquer presença de alguém que luta pela ordem, tipo a polícia deveria fazer, aquele cara tá sempre fugindo dessa presença.

Por quê? Porque ele tá carregando uma desordem. É assim, a gente se esconde pra fazer besteira. De uma maneira geral é isso, né? Você se esconde dentro do teu quarto com a porta fechada pra ver pornografia. Não é Deus que tá fugindo de você, você que foge de Deus pra fazer as merdas, entende? É assim. Fala, Rafael. Boa noite. É, Vitor. Boa noite. Ana Paula. Boa noite. Antônio Souza. É isso. Picado mortal. Adelaine. Boa noite. Dominique. É, eu fui lá. Foi uma grata surpresa o convite do Rasta.

O Rasta me mandou um áudio aqui falando que ia estar no Rio e me inscreveu lá no... no stand-up. E eu pude primeiro ver a maravilha que é o show do Rasta e depois a gente pôde jogar uma boa resenha. Foi muito bom estar lá. Gabriel, boa noite. Stephanie, boa noite. Roseli, boa noite. Sorocaba. Aprendendo as três pessoas. Fabiana, boa noite. Verindiana, boa noite. Luiz Fernando, boa noite. Rafael Leite, boa noite. Luiz Felipe, boa noite. Raira, boa noite. Augusto Souza, boa noite.

Lucas, boa noite, meu irmão. Seja bem-vindo. Renata Marques. Filipe Bezerra, aproveitando a questão do Ikenami, a prudência seria a última virtude cardeal a ser adquirida? Não parece que ela deva ser uma base que permeia todas as demais e acabe sendo a cereja do bolo? Não é bem assim. Eu, quando estudei a prudência, Eu também tive essas impressões de subordinação. Porque a prudência aparece como a causa final das coisas, porque é o roteiro.

Só que eu percebi que não era assim. Quando a gente fala assim, a prudência é a mãe de todas as virtudes. Eu percebi que não era exatamente assim. quando eu estudei a história das heresias e eu aprendi sobre uma heresia da Santíssima Trindade chamada subordinação e não existe subordinação na Santíssima Trindade e aí eu percebi que a Prudência ela não era a mãe de todas as virtudes senão no sentido de que O roteirista é uma espécie de pai, porque ele é o pai. Ele que dá o comando da ordem.

Só que ele só é pai. O pai só é pai no mesmo instante que o filho é filho. O pai faz o filho e o filho faz o pai. Quem nasce primeiro, o pai ou o filho? Eles nascem juntos e um dá vida para o outro. Vocês entendem que não é o pai que nasce antes do filho? Quando que você chama um homem de pai? No exato momento que você chama o filho de filho. Tá? Então as pessoas acham que existe uma defasagem temporal e uma ordem das virtudes cardiais, mas não é assim que acontece, não.

Tá bom? Tanto é que essa virtude, essa... Esse subordinacionismo, subordinacionismo, assim como ele é condenável dentro da Santíssima Trinidade, ele também é condenável dentro da personalidade humana. Cadê? Onde é que eu parei? A forja, a sobrevocação. O que alguém que não se sente feliz no trabalho deveria procurar. Satisfação, nesse sentido, é o tópico? Essa pergunta tem tudo a ver com a aula de hoje.

O Felipe e o Ikenami estavam me enrolando. Eles saíram fazendo a pergunta na hora do Boa Noite. Essa aqui é a pergunta da aula de hoje, do Matheus. Estou brincando, obviamente. Vocês podem ficar à vontade para perguntar o que vocês quiserem. Sobre vocação, o que alguém que não se sente feliz no trabalho, CLT, deveria procurar? Boa noite, Ribeirão Preto. Luciana. Arthur, boa noite. Matheus Navarro. Essa pergunta a gente vai falar na aula, tá, Matheus? Na live. Juliana Neves. É a Corredinha do Aterro. Aquela corredinha é sempre...

no mesmo horário, no mesmo canal, sempre a gente chega da missa e vai para aquela corridinha. Como eu falo para vocês, eu não fico postando as coisas para não inclinar meus filhos para esse mundo virtual. Mas eu faço sempre as mesmas coisas. Hoje a gente sempre mede os nossos tempos da corrida, vê o quanto a gente aumentou, o quanto diminuiu, o que tem que melhorar. Eu não convivo com meus filhos para passar tempo ou para gastar tempo. Isso é uma das coisas da nossa vocação, do nosso momento aqui de hoje.

Boa noite, buscando a santidade, boa noite. Diego, boa noite. Aracaju. Thales, boa noite. Dante, boa noite. Inclusive, a Juliana comentou dessa corridinha com os filhos. Muitos pais não percebem qual é a sua vocação diante dos filhos por causa disso. Ficam assim, vou passar um tempo com o meu filho. Aí o filho está lá brincando de boneco. Aí o pai senta lá para ficar brincando de boneco com o filho. Ou seja, os pais não têm roteiro para a vida dos filhos, que a presença deles cumpra. Hoje em dia, o roteiro que os pais têm para os filhos, eles colocam os filhos para outras pessoas cumprirem esse roteiro.

E aí, quando ele está com o filho, ele está sentado no sofá, no clube, descansando. Esse estilo de vida nosso aqui do Brasil é... Dá pra entender tranquilamente a sociedade brasileira por essas coisas que a gente tem na cabeça. Como a gente acha que é a formação de um filho, como é que um pai fica na presença de um filho, o que ele tem que fazer, qual é a vocação dele. Isso é uma bobeira. Você viu? Todas as coisas que meus filhos veem na televisão, eu e a minha esposa vemos com eles.

Por quê? porque estamos construindo a vocação deles e a nossa. Então, por exemplo, eu vejo o Cavaleiro dos Odíacos com meus filhos, três coisas que eu vejo a minha família ver com as crianças. Cavaleiro dos Odíacos, Senhor dos Anéis e The Chosen. E essas três coisas vão se revezando sem cessar. Mas eu quero que aprenda outra coisa. Não, não precisa. Agora não precisa. Outras coisas. Para a gente estar junto e gastar o tempo. A gente faz um live sobre isso. Onde é que eu parei aqui?

O Boa Noite. Thales, boa noite. Dante, boa noite. Buscano, já falei. Lívia, boa noite. Alberto. Professor, não fica... Professor, não fica 15 dias com a barba. Pô, a barba que eu tirei semana passada, eu tava 40 dias com a barba. Pedro Gusmão, Buenas. Marcos Mello, boa noite. Rafael Mendes, boa noite de Manaus. Arthur. Matelândia. Paraná. Augusto. Professor, o matrimônio é o lugar de domínio. da esposa e o patrimônio do marido. Viu a live lá do matrimônio, Augusto? O matrimônio tem um cantinho para o homem dominar e um cantinho para a mulher dominar.

Matrimônio, um lugar de vida, de gerar vida, um lugar da maternidade. A mulher fica presente ali para gerar vida, não só no sentido de conceber fisiologicamente, mas a estrutura da vida e da vocação da mulher é essa, e do homem é dar o sangue para que ela esteja ali em segurança, gerando vida. Essa é a estrutura do matrimônio. Muito antes do matrimônio se tornar sacramental, depois de Cristo. O matrimônio é matrimônio muito antes de Cristo. E o patrimônio pode ser do marido no sentido que o patrimônio dele é exatamente aquele lugarzinho onde a mulher está gerando vida.

Se vocês conseguirem ver essa imagem que eu estou falando para vocês, vocês vão entender perfeitamente o que é submissão, o que é amar as vossas esposas, como Cristo amou a igreja e se entregou por ela, como vocês têm que tratar a esposa de vocês, os filhos de vocês. Mas eu entendo a cabeça de vocês, as dúvidas, porque eu sei a quantidade de coisas que é falado sobre isso, sobretudo hoje, no meio de um catolicismo que está envolvido pela teologia da prosperidade. O matrimônio é o lugar de dominar.

Felipe, o senhor, em algum momento, chegou a estudar linguagem de programação? Estudei, sim, na escola naval. Inclusive, no segundo ano da escola naval, em fundamentos de informática, é uma das matérias que mais reprovo na escola naval. Porque a gente tem que fazer programação, né? Fazer... Pegar... Com a linguagem de programação, a gente tem que fazer o programinha rodar. E ele tem que funcionar, entende? Com linguagem lógica. E tudo mais. Boa noite, professor. Evelyn. Vamos lá. Alana. Paraíba na área. Que maravilha. Canal da Cura. Um tempo com Deus.

Os nomes de vocês são muito maneiros. Bruno Rodrigues. Rei Grande do Sul. Seja bem-vindo. Erika. Boa noite. Tudo bem, Erika? Érica está grávida. Quem estiver vendo agora, aproveita e faz uma oração pela Érica e pela família dela. Érica Escofano. Bruna Rodrigues. Boa noite, professor. Muito boa a aula ao vivo na comunidade. Foi boa, não é? Hoje gravei também a aula da comunidade, a que eu posto na segunda-feira de amanhã. É esse desenho aqui, bonitão. Amanhã eu posto. Olha que maneiro aqui, ó. Aí tá aqui a Bruna.

Muito bom aluno da comunidade. Aí tá aqui, ó. Jonas. Boa noite, professor. Feira de Santana, Bahia. Aí embaixo tá o Manuel Saturno. Boa noite, professor. Na última live da comunidade, o senhor falou sobre o erro dos casais de se apaixonarem pela rachadura. Caraca, foi exatamente isso que os reformadores protestantes fizeram. Foi isso. O Manuel Saturno, que tá aí. Essa aula aqui, ó. Esse ovo aqui, ovo, é de ovo frito, né? O Manuel Saturno, ele faz ovos nutritivos no café da manhã. Então, a aula na comunidade foi...

O nome dessa aula aqui chama-se A Teoria de Tudo. Eu peguei o ovo que o Manuel faz no café da manhã e expliquei a estrutura do mundo. As quatro causas de Aristóteles, as integrais da física e da matemática, Eu expliquei tudo nessa aula e a ligação delas. Está aqui. Em homenagem ao nosso Manoel Saturno, que está aqui na aula. É isso, Manoel. Essa aula da rachadura é muito importante. A gente faz muito isso, cara. Tem alguma live que eu falei sobre isso aqui. Natália Gandolfo. Boa noite, professor.

Leonardo, boa noite. Galvani, boa noite. Roosevelt, boa noite. Letícia Salomão, boa noite. Fernando, boa noite. Fala, Ricardo. Grande Ricardo Mitrano. Adriane Pimentel, boa noite. João Inocêncio. Quase terminando o seu livro. Maravilha, que bom. Tamara, boa noite. Ramon Lele. Fala, Ramon. Ramon e Maiana. Alexandre Maia. Boa noite, professor. Deus o abençoe. Caraca, 9h22 já. Gostaria de suas considerações sobre o filme Oficina do Diabo, caso tenha visto. Eu já assisti três vezes e achei uma obra cinematográfica muito realista. É, eu gostei muito da obra. Eu assisti com a minha esposa na semana passada, Oficina do Diabo, que é a primeira produção da Brasil paralelo nesse ramo, né?

Eu gostei muito, meu amor. Eu tinha até ficado de falar sobre isso nos stories, mas agora eu tô meio ferradão. Eu comecei o mestrado essa semana, né? E aí eu tô ferrado pra caraca de tempo. Não que eu já não tivesse antes, né? Mas o meu ferrado de tempo é diferente do ferrado de tempo de vocês. Eu só fico ferrado de tempo porque eu gasto muito tempo fazendo as coisas simples com a minha família que eu não abro mão de jeito nenhum. Então, na verdade... É um ferrado de tempo muito diferente do que vocês imaginam.

Boa noite, professor. Por exemplo, o meu ferrado de tempo é o de vir cavaleiro do zodíaco com as crianças. Corrir, como eu faço todo domingo lá no aterro, com as crianças. O meu ferrado de tempo é diferente. Samuel Pedraza. a gente um dia pode falar sobre crítica de qualquer obra de arte, aí a gente dá uma funilada para a obra cinematográfica e a gente fala sobre Oficina do Diabo. Isso é uma live importante para a gente fazer aqui, sabia? Para vocês terem noção de livro, de escultura, de cinema, como que se faz obra de arte, como que se vê para cada uma das três pessoas se ela é uma obra completa boa, porque tem muita coisa aí que vocês consideram uma boa obra porque ela tem alguma coisa de boa no palco, ou seja, a fotografia muito bonita, os lugares são muito bonitos, os efeitos especiais são muito bonitos, mas é uma obra moralmente corrupta.

As pessoas fazem crítica literária e cinematográfica de uma maneira muito capenga. Não tem um método, na verdade, para fazer isso. Boa noite, professor. O que te fez querer ser comanfe? O que é ser? Operações especiais para você, no sentido mais objetivo possível e também simbólico, se existe. Cara, eu fui ser das forças especiais, comandos anfíbios, porque lá tinha a vocação da vida humana mais perfeita dentro da circunstância que eu vivia, que era como ser fuzileiro naval. Então, obviamente, isso chama a nossa atenção. Acho que praticamente todos os fuzileiros navais que querem ser fuzileiros navais, uma hora pensam em tentar ser comandos anfíbios.

Então, acontece de uma maneira muito natural. Agora, o que me fez permanecer lá e me formar foi um conjunto de coisas que depois a gente pode também bater aqui tranquilamente, que rendem muitos frutos para a nossa vida comum, sabe? Mas eu diria para vocês que o maior tesouro, o maior fruto que eu tenho das forças especiais é a percepção concreta que a providência vai me levar a fazer coisas que eu não tenho condições de fazer. Por uma série de milagres, de providências que se juntam pelas amizades, pelas pessoas que aparecem, pela graça, que só aparece quando você realmente escolhe a grande vocação, você escolhe uma vocação.

Você fala assim, ó, eu não tenho condições nenhumas de ser comando de anfíbios. É, eu também fui lá sem condições nenhumas de ser comando de anfíbios. mas eu fiz tudo que eu podia, como se dependesse só de mim, e oferecia para Deus e rezava, como se tudo dependesse só da providência divina. Então, o comanfo é assim, porque quando a gente recebe as missões, e tudo que tem que fazer para ser comando do anfíbio, as pessoas sabem que não dá para fazer. Assim, eu não tenho condições.

É. Então, é por isso que eu sempre falo que esse negócio de autonomia é uma baboseira gigante. O nosso domínio, ele é sempre um domínio muito mais porque existe um domínio tomando conta de nós do que nós conseguimos completamente exercer o domínio. É muito mais assim. Mas vocês não querem nem mais pedir açúcar para o vizinho para fingir que vocês têm autonomia na vida e vocês pedem mais food. Uma bosta de vida isso, cara. Uma alegria de ser carregado. no comanf na hora que tu não aguenta mais e carregar as pessoas na hora que elas aguentam mais.

Pô, a vida humana é assim. Laísa, boa noite, professor. Vitor, vem pro Paraná, professor. Quero conhecer você pessoalmente. Gang, Mike, salve. Lucas, boa noite. Vamos lá, né? Quase nove e meia. Pessoal, Sejam todos bem-vindos. Vou passando aqui. Não vai caramba. Coisa para caraca. Vou ter que passar direto aqui. Me perdoem. Vamos conversar um pouco aqui dentro numa estrutura. Se não der muita coisa, a gente, no final, fala mais um pouco. Beleza? Então, bom. A gente está vindo numa estrutura aqui.

A gente virou... Então, eu acredito que no YouTube, como é que ele está, né? Como é que está o canal do YouTube? Depois que o Instagram começou a dar aloprada comigo, uma aloprada em vários sentidos, né? Que já era esperado que fosse acontecer. Então o Instagram começou a sumir com umas lives minhas, umas lives muito importantes, né? Uma live sobre educação de filhos, sobre a live dos amores, que eram as lives que eu mais recebia mensagens de tudo que ajudava as pessoas. Aí essas lives sumiram no meu Instagram.

Dezenas de pessoas ficavam me reportando que não me achavam mais e que o Instagram, tipo, elas deixavam de me seguir. Eu percebi isso também porque tinha gente que começava a me seguir. Toda semana aparecia pessoa. Se fosse uma pessoa grande, aparece lá em cima como prioridade. Aí eu vi, caraca, toda hora fulano começa a me seguir. Então eu percebi que ano passado, quando o Instagram começou a me sabotar, o pessoal me perguntou aí do negócio que eu botei, do aborto, recentemente. Depois vocês quiserem... É que eu não gosto de ficar combatendo rachadura.

Eu gosto de cumprir a minha vocação, que é ensinar para vocês como realizar a vida de vocês. E não ser só apologético, só combater coisas erradas. Mas, sim, combater coisas erradas e mostrar qual é o grande caminho vocacional. Quem é muito apologético faz esse tipo de desserviço. Torna as pessoas sempre muito amarguradas, sempre muito combativas. E não é bom viver esse tipo de vida. Isso reflete em tudo. Você vai estar com o seu filho assim, com a sua esposa assim, sempre muito combativo. Então, por exemplo, o Instagram essa semana já me sacaneou umas três vezes.

Mas eu nem posto mais. Aí tiraram essa publicação do aborto. Apareceu lá. Sua publicação foi retirada porque não cumpre com os requisitos da comunidade? Enfim, o lalala de sempre, né? Ok. Aí a gente começou com o YouTube em 2024. Então ficou lá praticamente um ano de YouTube, eu acho. Ah, não. Na verdade, começou com as lives do ano passado no Instagram. Então tem uma parte no Instagram, aí eu fui para o YouTube. Aí virou 2025. Então, eu estou começando uma estrutura novamente. Se vocês pegarem as três lives desse ano, a presença, o domínio e as três pessoas, tudo que eu faço na minha vida é a partir dessas três lives, a partir da consciência dessas três coisas.

Então todos os meus atendimentos, a conversa com a minha esposa, como eu faço o mestrado, como eu decido se eu vou comprar café no mercado, a minha lista do mercado, é tudo, tudo. Por quê? Porque eu funciono daquele jeito, nós funcionamos daquele jeito. Então eu narrei lá como funciona a nossa vida, aquelas três primeiras lives de 2025. Vocês pegaram aquelas três, vocês podem rever todas do ano passado e ir encaixando. Onde está a intimidade? Está aqui no domínio do crítico que o professor ensinou lá? Onde está a soberba?

Onde está a inveja? E vai posicionando as coisas com tranquilidade. Aí começou 2025. Eu comecei de novo. Por que eu comecei de novo? Porque aqui, aqui, numa live com vocês, Não é lugar pra eu pegar aqui, tudo preto, isso aqui em branco, e começar a dar aulinha pra vocês falarem. Isso aqui é na comunidade que se faz, pô. Na comunidade eu posso falar abertamente de política, posso falar tudo que eu quiser, porque é um local meu. Lá é meu local. Entende? Aqui não. Aqui, se eu falar alguma coisa a mais, nego acaba com isso tudo aqui, pô.

Entendeu? Tem lives aqui que eu vejo que vem lá que eu não posso fazer várias atividades com ela, porque eu falei alguma coisa que ofende a comunidade do YouTube. Então as coisas aqui são bastante sensíveis, né? São fontes abertas, então as pessoas vão combater. Aí a gente aqui... em 2025, quem está meio perdidão assim, caramba, as lives, eu recebo muito essas mensagens diariamente, para o senhor, estou maratonando suas lives, a galera nova que vai chegando. Então, está maratonando as lives, como é que faz? Pega as lives de 2025, a presença, o domínio, as três pessoas.

Então, quando eu falo assim, qual é a vocação humana? Eu já falei para vocês qual é a vocação humana. Qual que é a minha vocação humana agora? Quando eu sentei aqui, vocês me chamaram, professor. Quando vocês me chamam, professor, vocês me invocam, vocês me convocam. Vocês falam o vocare, o vocativo. Vocare, em latim, é chamamento, chamar. Quando vocês me chamam, A presença de vocês está chamando a minha vocação. É por isso que existe aquela ordem.

A presença, o domínio e as três pessoas. Porque a nossa presença sempre convoca, diante das presenças que aparecem na nossa estrutura da personalidade, a nós realizarmos um tipo de domínio no mundo. E isso é a nossa vocação. Agora, Por que então eu ainda estou fazendo essa aula da vocação, se teoricamente eu já falei da vocação de dominar o mundo? Porque agora eu vou tentar tirar uma venda dos olhos de vocês dos falsos domínios, ou seja, das idolatrias de domínios que vocês tentam realizar.

Existe uma história que é uma puta de uma história para a gente entender a falsa vocação que as pessoas estão exercendo hoje. Existe um rei antigo da mitologia, Sísifo, que tentou dominar o mundo. tentou dominar o mundo. Ou seja, eu falei com a vocação de dominar o mundo. Ele estava tentando dominar o mundo. Só que existe o mundo.

com a estrutura do mundo, com a ordem do mundo, que é o tal do Cosmo. Uma palavra grega que significa a ordem do mundo. Então quando eu falo assim, qual é a sua visão cosmológica? Eu estou perguntando o quê? Qual é a sua visão de mundo? Vocês quando estudam um autor, quando seguem uma pessoa, vocês têm que saber logo. Qual é a cosmologia, a cosmovisão daquela pessoa e a antropovisão, que está dentro da cosmovisão. Afinal de contas, o antropós, o homem, faz parte do cosmo. Então, qual é a cosmovisão do professor Diego?

Como ele olha o mundo, a ordem do mundo. Como a vocação do ser humano, incessantemente, é dominar o mundo, Qual é o grande erro do homem? Exercer o falso domínio. Então, quando eu dou aula para vocês de TDAH, de TOC, e tem essas aulas por aí, que são nomes técnicos que eu tiro lá do DSM, do SID, da psiquiatria, seja ela nível mundial no SID, seja ela no nível norte-americano, no DSM. Eu estou falando essas coisas para vocês mas dentro de uma visão normal que abarca tanto a linguagem técnica da psicologia, da antropologia, da filosofia, da teologia, quanto a nossa linguagem cotidiana da vida comum.

Então o cara que sofre de transtorno obsessivo compulsivo. O transtorno obsessivo compulsivo... Olha aqui, tem uma caixinha de giz. Que eu agradeço até a Raquel, que costuma estar aqui na live. Ela mandou lá nos Estados Unidos essa caixinha de giz aqui. Ela mandou porque ela me falou que tem alguma aula que eu fiquei espirrando, porque eu apaguei aqui e veio muito pó de giz aqui. Aí eu fiquei espirrando. Na aula, ela mandou aqui um tal de um giz, irmão, que a parada não fica soltando pó, entendeu?

Parada sinistra pra caraca. De outro mundo. Ou seja, o domínio, você entende? Alguém domina o mundo do giz e dominando o mundo do giz pode exercer esse domínio como serviço pras pessoas. Aí você vê. Obrigado, Raquel. Você vê. Não estou fazendo comércio, não, hein? Que se dane a marca disso aqui, tá? Aí você vê. A gente exerce um domínio sobre o mundo. E esse domínio, ele pode estar dentro da ordem que o domino do mundo fez ou de uma ordem que eu estou querendo criar como domino.

Então, por que eu lembrei do giz e peguei o giz? Porque eu posso pegar isso aqui... Presta atenção, hein? Eu vou dominar o mundo. Eu vou exercer a ordem no mundo, dentro do caos. Presta atenção, hein? Ah lá, a Raquel aí. Pronto, a Raquel do giz. Que maravilha. Muito obrigado, Raquel. Ó, eu vou dominar o mundo, hein? Rosa. Vou botar essa cor aqui, pertinho dessa aqui. Parece na palheta de cores. Esse aqui eu vou jogar pra cá. Caraca, tá me deixando incomodado esse espaço aberto aqui.

É melhor eu alinhar, sabia? Eu vou alinhar aqui essas colunas. Tá vendo? Eu tô exercendo uma ordem no mundo. Eu tô dominando. Essa aqui é a vocação do homem. Então eu posso dominar isso dentro da geladeira, em cima da mesa. Eu vou pegar essa coleção aqui de livros da história sobre Bíblia. Aí eu vou alinhá-los assim perfeitamente. Olha que domínio, olha que ordem. Olha que maravilha, tudo alinhadinho. E eles têm que ficar assim na prateleira, todos certinhos. Vocês estão vendo eu exercer minha vocação de domínio?

Existe uma presença de um livro, de um pacote de giz. E eu estou exercendo domínio. Vocês lembram dos casos que eu conto para vocês, dos meus pacientes? A mulher que lava a mão quatro horas por dia. O homem que só come qualquer tipo de comida que foi pesada e que ele souber quanto de proteína tem, quanto de carboidrato tem. Entende? Vocês entendem esse domínio que eu estou falando para vocês? Esse domínio foi narrado na mitologia, na história do Sísifo, que é um homem que desprezou a ordem dos deuses e tentou viver a ordem que ele via para o mundo.

E aí ele foi condenado a um castigo, que é o próprio castigo da estrutura do mundo para quem quer exercer domínio nas coisas mais baixas do mundo. O cara que quer ser o Bam Bam Bam e dominar o mundo dá sacanagem. Vocês conhecem várias pessoas assim. É o cara que come geral, ele bota vídeo pornô no grupo do WhatsApp, ele é o cara que fala putaria. E a galera, né? Tem uma galera que acha esse cara o cara top. porque ele tem um domínio. Só que ele domina algo que destrói a vida humana.

Ele é um inimigo de Deus. Então, a Ordem do Mundo tenta avisar para esse cara. Como que a Ordem do Mundo tenta avisar para a gente que a gente está fazendo besteira? através da tal da febre metafísica que eu já ensinei pra vocês em alguma live que eu falei sobre o que é a vergonha na vida humana, na personalidade. Então, você faz uma besteira, aí você sente vergonha. Vergonha. O que é essa vergonha? A vergonha de eu querer enfiar a cabeça dentro da terra com a avestruz e sumir dali, e eu não quero ser visto, não quero ser olhado.

Isso é a vergonha, né? É o não querer estar ali, o não querer ser aquilo porque é vergonhoso. É o não ser, é o inimigo da presença. Essa febre metafísica da vergonha aparece no cara. quando ele comete a imoralidade as primeiras vezes. Você vê, essa semana teve um caso, semana passada, de um cara que foi preso dentro de um ônibus, se masturbando num ônibus público. Você fala assim, cara, que loucura. Ele falou, é, esse cara, um dia, ele já se escondeu para fazer isso. Ele já sentiu vergonha disso.

Só que ao invés de obedecer a essa ordem do mundo, que pede que esse homem seja submisso a essa ordem para ele funcionar bem, ele construiu na cabeça dele um mundo onde, na verdade, é uma espécie de tirar onda. Tem uma certa nobreza em fazer essas sacanagens. Então, você entra lá, aí você vê o cara botando um videozinho pornô num grupo e nego achando legal. Se ali estivessem homens, Esses caras deviam dar um esporro nesse cara. Primeiro chamar ele ali no privado ou falar assim, ô merdinha, dá pra tu parar com essa babaquice, cara?

E aí, ó, se você não fizer isso, eu vou te corrigir publicamente. Eu tô aqui te corrigindo individualmente. Se você não fizer, se não parar com essa babaquice, Eu vou te corrigir publicamente, pô. E vou pedir pra publicamente tomarem uma medida contra você. Mas não, pô. O nego acha bonitinho. Faz comentário sobre essa indecência. Ou seja, existia o não ser uma vergonha, né? Só que aquela vergonha, ela foi transformada na cabeça da pessoa. É aquele cara que fala assim, ó. Ele transforma em heroísmo a infidelidade à mulher dele.

Ele fala com uma narrativa de glória, um conto de glória, tudo o que ele fez para comer a vizinha. Você entende que hoje tem isso, né? Isso era para ser vergonhoso, vergonhoso. Vergonhoso. Você vê. Uma vez lá, com os americanos, eles estavam falando da desonra que era e de como tratavam um homem que nego sabia que traía família, né? Lá, entre os fuzileiros navais, né? Aí perguntaram pro fuzileiro naval do Brasil, lá vocês também vão em cima do cara que trai mulher, que nego fica sabendo?

No Brasil, só falta a gente dar uma medalha pro cara, pô, que faz isso. No Brasil, isso é honroso, é glorioso. Vocês entendem o que eu tô falando? Então você vê, isso é um domínio, as pessoas... Você vê esse domínio, ó, esse domínio da pornografia nos grupos, eles vão assim, ó. Começa com o sexo normal, o homem e a mulher, daqui a pouco o sexo grupal, sexo homossexual, sexo animal, sexo infantil, sexo com gente vestida de uniforme religioso. uma tentativa de perfeição e de domínio macabro que encarnou a semvergonhice e tornou gloriosa.

É uma espécie de perversão do não ser. Vocês estão entendendo o que eu estou falando? Então você vê... Hoje a gente olha para as pessoas... Então vocês veem católicos assim, né? O cara... Me mandaram essa semana... Na semana passada, retrasada, eu acho que eu já até comentei isso numa live. Um grande católico dessa área de saúde mental, caramba, falando que uma pessoa que não enriquece nesse mundo da saúde, que não consegue desenvolver materialmente, ela é incapacitada, ela não presta pra nada. Cara, isso é a semvergonhice encarnada.

encarnada por um amor decisivo pela materialidade, pela riqueza, que carrega sempre a mesma punição. A punição do mundo material, ela é cabal. Ela é cabal. Presta atenção. Isso aqui é giz, porra. Isso aqui é mundo material. Se eu amar o giz, o giz é matéria, porra. Ele vai quebrar tudo. Ele vai quebrar. Ele tem cheiro de morte, porque ele é matéria. Se vocês entregarem o domínio da perfeição de vocês ao mundo material, a vida de vocês vai começar a ter cheiro de morte. Porque vocês vão sentir esse cheiro de morte dia após dia.

Porque essa é a vocação do mundo material. É morrer. Então vocês veem hoje... Na Santa Missa, ela começou com uma procissão das velas, né? E ela veio lá de fora e as pessoas foram entrando com as velas. E aí meu filho tava com a vela, né? Aí a vela começou a se desfazer a cera quando tocou na mãozinha dele ali. Eu falei, deixa que o papai segura a vela. Aí fiz uma gambiarra ali com o papel. Aí a vela... Isso aqui é a vocação do mundo material.

A vocação do mundo material é a gente olhar para o mundo material se deteriorando, se acabando. Eu tenho que olhar para o Diego. E eu tenho que ver o Diego se desgastando todo. Se machucando, sendo ferido... Olha que loucura a vocação que as pessoas tentam viver. Sísifo, rolando aquela pedra que representa, que é, na mitologia, todos os bens materiais dele. E ele vai rolando, e ele vai rolando porque ele acha que aquilo vai levá-lo lá no alto. E quando ele chega lá no alto, aquela vocação engana ele, pô.

E ela rola toda de novo, e ele tem que começar de novo. Aí vocês vivem essa vocação do giz. Vocês ficam no mundo material, aí ele engana vocês porque ele apodrece, pô. Porque o carro apodrece, porque a casa apodrece, porque a piscina... tomando banho na piscina, porque o mundo material vai enganando vocês, vai enganando vocês, e cada vez que a bola rola de novo, que você acha que é a próxima casa que você conseguir, que é a próxima piscina, que é o próximo grande dinheiro que você ganhar, você acha que tudo que é material, você tá rolando essa bola de incisivo lá em cima, e quando chega ali em cima, e você fala, agora, agora eu vou ser feliz, agora o meu coração vai explodir de alegria, porra, no dia seguinte, aquela bola rola lá de cima e não tem mais nada na nossa vida, porra.

Não tem mais nada. Não tem mais giz, não tem mais carro, não tem mais piscina. E não presta mais pra nada. Vocês não perceberam que essa é a vocação da vida humana? A vocação da vida humana não é uma vocação material para essa vida. A vocação dessa vida tem cheiro de morte. porque está na estrutura do mundo material a sua morte. Então, quando as coisas materiais estão presentes, quando a vela, que é material, está presente, se você tentar segurar a materialidade da vela, Se você tentar fazer a vela durar, o tempo vai acabar com essa vela.

A cera vai apodrecer. E a gente não teve luz. Sendo que eu vou contar um segredo para vocês. Ninguém para a luz. Eu já contei isso para vocês algumas vezes sobre a teoria da relatividade restrita e geral. A primeira aula que eu dei na minha vida sobre as três pessoas foi sobre a luz. Ninguém para a luz. Se vocês acendem a luz um instante, ninguém mais segura um raio de luz. Vocês já viram? Uma estrela explode.

Há milhões de anos-luz daqui. Aí ela deixa de existir. E a luz atravessa o universo. E milhões de anos-luz depois, a gente sabe que aquela materialidade existiu. Porque a luz não cessa. Então, a vela tem essa estrutura material E se ela se consumir para gerar luz, ela realizou a vocação altíssima dela. Então vejam, se eu tenho um violino, um violino é todo material, todo material.

Se eu toco uma canção com o violino material, uma canção que não tem nada da materialidade do violino. A canção pode ser tocada, o violino pode ser quebrado, e a gente pode ficar reproduzindo essa canção sempre, através de outras vidas, de outros violinos, de outros instrumentos, hoje em dia de maneira eletrônica. Então o violino tem uma vocação imaterial, que pode durar. Através de outras coisas materiais? Sim! Através de outras coisas materiais, mas a gente percebendo que a vocação das coisas materiais é para a morte, é para a morte.

Parem com essa loucura de ficar tentando segurar a materialidade. Porra, vocês vão virar esses velhos e essas velhas, porra. Que ficam tentando esticar a pele, porra. que ficam na academia igual um maluco tentando segurar a vida ao máximo que podem conseguir, porra. E nós não vamos contar a história de vocês. Nós vamos contar a história de São Maximiliano Kolbe, quando levantou a mão e falou, pode destruir esse corpo aqui no bunker, no campo de concentração. ou de um amado interesse de calcutá com aquela pele toda enrugadinha, não vai ser um maracujazinho de gaveta, que a gente bota na gaveta para ficar maduro e ficar maduro quando fica todo enrugado.

A vocação da natureza de ir morrendo para ir dando vida, do fruto da árvore madura, o fruto da árvore madura, cuja vocação é cair no solo ou ser recolhida, ou para dar vida ao homem, ou para dar vida ao solo, Ah, mas pode apodrecer. Se apodrecer vai fazer o que? Vai dar vida ao solo. Mas vai morrer. Porque a vocação da coisa material é morrer, pô. Eu tô falando isso pra vocês? Isso se materializa na nossa vida pra tudo, pô. As pessoas olham pro empregado. Olha lá.

Ah, eu tenho uma empregada na minha casa, eu tenho a sida. Aí você atopeta a SIDA. A SIDA não presta pra nada. A SIDA atrasa. A SIDA não faz direito. A SIDA não limpa a janela. A SIDA... A SIDA... E vocês olham pra SIDA, pra empregada de vocês, e vocês só conseguem ver giz, porra, banana, carro. Quando a SIDA chega na casa de vocês, na presença de vocês, e abre a porta, não passa pela cabeça de vocês, que Deus colocou você e eu na vida da sida, porque Ele quer muito a sida.

Porque se a sida fosse a única pecadora dessa vida, nosso Senhor se encarnaria no seio da Virgem Maria, cresceria em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens, sofreria sua paixão, venceria a morte para Sida poder ir para o paraíso. A Sida, o seu irmão, a minha esposa, os teus filhos. A gente não consegue ver essa história. Aí vem naquela pergunta assim, olha aqui, lá do começo. Lá do começo, cadê, ó?

Da vocação. Caraca, vocês perguntaram coisa pra caraca, meu irmão. Vocês são insaciáveis, meu irmão. Cadê? Aqui, ó. Não, não é essa não. Cadê a da vocação? Pergunta sobre vocação. Aqui, Matheus. O que alguém que não se sente feliz no trabalho, CLT, por exemplo, deveria procurar satisfação? Nesse sentido, é utópica. Meu irmão, porra.

A nossa vocação é dominar o mundo. Eu vivo ensinando vocês a fazer roteiro para dominar o mundo, né? Financeiramente, consertar o carro, ajeitar a cadeira, o armário, né? São pequenos domínios que têm que ser feitos? São pequenos domínios que têm que ser feitos para quê? Para quê que eu ensino que são todos pequenos domínios para vocês? Desde o exercício físico que eu faço até montar o armário com meus filhos. O que eu estou tentando fazer? Eu tô tentando fazer os meus filhos durarem pra sempre e vencer a morte.

Eu já falei pra vocês que a gente tem que conseguir ordenar tudo pra isso, pô. Então você vê, ó. Alguém que não se sente feliz no trabalho deveria procurar? É claro que essa pergunta, ela é muito pessoal, né? Ela é muito pessoal. Mas para vocês entenderem a estrutura geral, depois eu vou fazer essa live de novo aqui, mas tem um podcast meu no Anima, que fala sobre invocação, vai lá, vê a história do jogo de xadrez, para vocês tirarem um pouco do peso do coração de vocês, de achar que é se vocês estão no quartel, na academia, no consultório, arando o campo, que só existe esse lugar e essas ações que vai fazer com que a vocação de vocês seja realizada.

Isso não tem cabimento, não tem sentido nenhum. Uma vez eu fiz um post para vocês falando sobre o domínio, que é um carro passando no alto de uma montanha, e botei lá assim. A nossa vocação é dominar o mundo. São Maximiliano Kolbe dominou o campo de concentração. Santa Baquita, a escrava, dominou a escravidão nas roças africanas. São Damião, o leproso, dominou a lepra. Nosso Senhor dominou a morte. Pô, a nossa vocação é dominar tudo. Aí eu falo pra vocês, o Mateus está preocupado assim, ó. Caramba, é um CLT.

Ou será que eu tenho que ser terapeuta? Aí eu falo, é o Mateus. se te levarem escravo para um campo de concentração, para ser escravo, para uma prisão como São João da Cruz Mateus. Ali, naquela terra, naquele lugar, está a nossa grande vocação. Vocês não deveriam desprezar as pessoas que entram na sala de vocês. Você viu, no CLT, Não tem ninguém que bate. Você vê como são as coisas.

O vídeo agora aqui do Instagram. O seu vídeo ao vivo foi encerrado. Não aguento mais, estou satisfeito. Saco cheio do Instagram. O Instagram é muito sacaneado. Some com os seguidores, some com as minhas lives. Encerraram uma live do Instagram. Aqui se dane. Você vê. A gente olha para essas... Porra, onde eu tô, né? Aqui, ó. Presta atenção, ó. Eu tô aqui sentado diante de vocês, porra. Aí vocês me fazem perguntas, né? Aí eu tô aqui sentado com vocês, aí a Luciana, o Matheus, a Juliana me fazem perguntas.

Aí eu fico aqui pensando, né? Tô na rodinha assim. Caraca, daqui a pouco, meu irmão. Pô, daqui a pouco tem jogo do Flamengo. Pô, hoje vai ser maneiro. Vou encontrar com a galera. Sisypho, ó. Sisypho. Botando a bola lá pra cima. Pô, daqui a pouco. Caraca, vai ser muito bom. Aí tu tá junto com as pessoas, né? Sentado numa mesma mesa. Aí tu tá ali com o celular vendo as paradas que não estão ali presentes, né? Aí nego te chama, mas tu tá distraído. Tu tá traído.

Tu tá traindo a tua vocação, porque nego te chama, pô. Nego te chama. A minha esposa bate aqui e fala, meu amor, você vê, eu falei bastante sobre isso pra vocês na aula da presença, né? Porra, eu tô correndo na rua com meus filhos, os meus filhos agora, agora, agora. Como é que eu amo o mundo apaixonadamente agora? Porra, o cara do CLT, ele tá sentado lá na sala dele, nesse serviço. Público de merda que a gente vê por aí. O cara tá lá sentado assim, ó.

E eu ficava perguntando assim... Porra, professor... Porra, você ganha muito mais dinheiro lá fora. Porra, professor... O seu inteligente... Não sei o que lá... O que o senhor tá fazendo nas forças armadas? Porra, vocês estão de sacanagem comigo, porra. Entrava um cara na minha sala... Com filha doente. precisando de uma ajuda de alguém na minha antiguidade de tenente ou de capitão. E falava assim, um soldado, pô, um soldado. Tenente, eu preciso de uma ajuda. Você vê, tem um...

Eu vou contar aqui coisas simples pra vocês compreenderem do que eu tô falando aqui. No meu primeiro ano de tenente, em 2009, eu estava no batalhão Maitá, segundo batalhão de infantaria de fuzileiros navais, recém-chegado. Aí um soldado falou assim, tenente, eu preciso de uma ajuda, eu preciso de uma assinatura do comandante do quartel aqui, porque se ele assinar, o meu filho vai poder nascer no Marcílio Dias. Aí eu não entendi ainda muito administrativamente.

Eu falei, mas como assim? Teu filho não pode nascer no Marcílio Dias se não tiver assinatura? Não, Tenente, ainda não. Se eu tiver essa assinatura aqui de dependente da minha esposa, eu posso levá-la para lá só com a assinatura desse documento aqui, antes de sair no boletim. Aí eu falei, pô, o comandante tem que assinar. Aí eu olhei pro relógio e falei, pô, mas o comandante já deve ter ido, vai sair agora. Falei, cara, mas tu não é do meu pelotão, pô. Tu não é da minha companhia.

Por que que tu não pede pro teu oficial? Aí ele falou assim, porque lá na companhia falaram que se eu falasse com o senhor, o senhor ia tentar resolver o meu problema. Aí eu peguei o papel daquele tenente, E cruzei o pátio porque eu vi a viatura do comandante para sair do quartel, uma Kombi. Hoje o comandante, esse meu comandante, é um almirante fuzileiro, um grande almirante, um homem que eu tenho uma grande admiração. Aí eu fui lá e interrompi a saída dele e falei, comandante, dentro da viatura dele, o senhor pode assinar aqui para o soldado levar a esposa dele para o hospital da marinha?

Aí o comandante assinou. Eu peguei o papel e dei para o soldado. Fui para o meu armário, troquei de roupa e fui para casa. No dia seguinte, eu fui para o quartel e falaram assim para mim. Tenente Reis, o filho do soldado nasceu ontem à noite, no Hospital Marcílio Dias, porque o senhor assinou o documento ontem. Se não fosse ontem, Ontem. Vocês lembram de São Expedito, do meu aniversário? Ontem. Que pra mim era o hoje, né? O hoje. O hoje. Essas histórias sempre permearam a minha vida.

Sempre permearam. Deus sempre fez questão de falar pra mim assim, ó. Não tem nada que uma pessoa apareça. que se você decidir amá-la apaixonadamente, eu não tenha condições de, com a luz, que vai desgastar a vela. Você vai morrer, porra. As tuas coisas vão morrer. Tu vai esquecer de você. Tu vai se ferrar um monte de vezes. Um monte de vezes. Você vê, ó. Quando eu tinha uns 16, 17 anos, eu morava em Rocha Miranda e frequentava a paróquia Santa Rita de Cássia de Turiasu. Aí me pediram para dar uma palestra num retiro de krisma na paróquia Santa Bárbara, que é em Rocha Miranda.

Aí eu aceitei. Você vai dar uma palestra para a galera que vai se krismar, né? Foi assim que me convidaram. Você vai lá, aí tu vai de manhã no sábado. Aí eu falei, pô, aceitei. Aí, um tempo depois, Pô, Diego, você pode também dar uma palestra sábado de tarde? Aí eu, 16 anos, né? 17, sei lá. Claro, pô. Aceitei. Aí depois de um tempo eu falei assim, pô, Diego, tem como também? Domingo como é que tá tua rotina? Tem como tu dar palestra domingo, no retiro?

Aí eu comecei a achar estranho, né? Eu falei, pô, eu posso sim dar palestra domingo, mas o que que tá acontecendo, pô? Por que que os outros palestrantes não... não tem mais ninguém pra dar palestra no Crisma? Ele falou, é, mas o pessoal teve problema e tal. Aí quando eu cheguei lá pra dar as palestras, uma pessoa falou assim pra mim, poxa Diego, eu queria te pedir desculpa e tal, se você não quiser ficar à vontade e tal, mas é que... é só uma pessoa que vai se crismar.

Aí eu falei assim, ah, então todas essas palestras que eu vou dar aqui sábado e domingo é para uma pessoa. Ela falou, é, por isso que os outros palestrantes declinaram, né? Tinham outros compromissos. Porra, naquela semana, Eu tinha lido um livro de São João Maria Vianney, que falava que São João Maria Vianney, quando estava na igreja dele, lá em Ars, o santo cura de Ars. Esse é um dos grandes motivos que ele está lá na minha parede, São João Maria Vianney dos Santos. Quando ele passava na paróquia, na sacristia, fazendo alguma coisa, e ele via uma pessoa, uma pessoa, sentada na igreja, por qualquer lugar, ele falava assim, essa pessoa é a minha vocação.

E às vezes ele parava e começava a pregar para aquela pessoa, para uma pessoa. Ele subia ali no púlpito do prejibitério e começava a pregar. Eu tinha lido aquilo naquela semana. Aí eu falei assim, caraca, meu irmão, eu vou poder fazer igual São João Maria Vianney. Eu vou dar palestra para uma pessoa. Aí eu fui lá. Palestra sábado, domingo, de manhã, de tarde. Aí passou o tempo. Aí uns quatro, cinco meses depois, eu estou andando no bairro, lá do lado de Rocha Miranda, de Madureira. Eu estava em Madureira, na estrada do Portela, em frente à quadra do Império Serrano.

Aí uma mulher bate nas minhas costas e fala assim, você é o Diego da paróquia Santa Rita de Cássia de Turiaçu? Eu falei, sim, sou eu. Aí essa mulher ajoelhou em Madureira, na estrada do Portela, e começou a beijar meus pés de chinelo, chorando, falando que eu tinha mudado a vida da filha dela e da família dela. que era aquela mulher do Crisma. Vocês entendem como é que a minha vida foi formada dentro da Igreja Católica? Quando eu falo pra vocês, pra vocês ficarem lendo a vida dos santos pra mobiliarem, parar com essa merdinha de internet, do glamour da internet, de...

O pessoal sempre falando, pô, professor, a gente não via nada, tem um no Instagram durante a semana da vida de vocês. Pô, vocês não entenderam Quando eu cheguei aqui, eu fiz uns stories da minha vida particular e pessoal. Porra, mas vocês não entenderam que se não tiver os tesouros da minha vida, que são só entre mim e Deus, que a intimidade de um amor que só nós dois podemos saber, vocês vão adoecer gravemente. Um dia eu vou contar pra vocês, desde a mitologia grega da tal da deusa fama, eu vou contar pra vocês tudo que gera numa personalidade por ter a sua vida sendo vista.

Vocês já devem imaginar a merda que é. É só vocês olharem pros artistas, né? É só vocês olharem pros artistas. A gente vai pro carnaval já já, né? Vocês vão ver a humilhação que várias pessoas vão passar no carnaval? Ficando de bunda de fora, os homens sem camisa, fortão. Vocês vão ver a humilhação que essas pessoas passam como uma espécie de mendigo da atenção. Eu vou botar a minha bunda de fora, eu vou botar esse decote aqui para ver se alguém olha para mim, me percebe e tenta me conhecer profundamente e eu posso ser conhecido.

Só que vai ter gente que vai beijar essa mulher. Vai ter mulher que vai beijar aquele homem. Eles vão fazer sexo, vão transar. E não vão nem saber o nome. Não vão saber o nome. Isso é a humilhação que a gente passa como mendigos, né? Pra tentar ter um relacionamento individual, nominal, com intimidade. das luzes que vão aparecer e que vão viajar o universo milhares de anos, para a gente saber que aquela estrela existiu há 50 bilhões de anos-luz. Porque a luz que vence tudo e o que é material vai cair.

Então para de empurrar essa bola da materialidade para o alto igual sísifo e se decepcionar dia após dia. Faz o contrário. Vai destruindo tudo que é material para fazer luzes aparecerem. Essa é a nossa vocação. Para de babaquer-se, porra. De vir aqui e falar assim. Eu acho que eu vou ser feliz quando o meu casamento melhorar. Eu acho que eu vou ser feliz quando eu sair do CLT. Eu acho que eu vou ser feliz quando finalmente eu conseguir dar aquele curso. Quando aquela pessoa que me quiser.

Porra. Para de ser bobo, porra. A nossa vida é lutar para acender essas luzes que vão destruir a nossa vida. Então, o meu lugar, será que é no CLT? Não vão se te levarem para um campo de concentração. Lá é o seu lugar. O seu lugar é lá. É óbvio que hoje, as pessoas, com essa doença, com essa doença do material... Você vê, a Juliana estava brincando. A Juliana me viu hoje correndo com as crianças descalço. Não foi sempre assim, não, pô. Eu corria descalço, as crianças corriam de télis.

Aí elas pediam, papai, eu também quero correr descalço. E eles já me viram voltar pra casa com o pé sangrando, cortado, na rua. Eles sabem que tem luta, que tem medo. Você vê, hoje o Totonho pediu umas três vezes, papai, deixa eu ir pra grama, porque o chão tava quente pra cacete, pô. Mas é óbvio, é óbvio que aquilo vai me permitir carregar peso, pô. Eu sempre treinava descalço para no Corpo de Fuzileiros Navais. Porque o pessoal sabe aí. Se botar na internet, você botar lá o pé do Comanf, do Guerreiro de Selva, a Maria, a minha esposa, tirava pedaços inteiros do meu pé apodrecido.

De tanto tempo podre, de boot, de andando dia após dia. Pô... Fazer isso dentro da minha vocação, me permitiu carregar muita mochila dos outros, muito peso dos outros, muita gente que não conseguia mais andar, pô. Só que... a gente aposta todas as nossas fichas no conforto, pô. Na fama. Em querer ser conhecido por todo mundo. Vocês não perceberam que ser conhecido por todo mundo é uma merda? Rô, eu vou contar um segredo pra vocês. Uma mulher casada com um homem, e ela vê o homem sendo conhecido por todo mundo e tratado por todo mundo, isso gera uma tristeza dentro dela, de perceber que ela está perdendo a intimidade com ele.

Ele é de todo mundo. Não é meu. Óbvio que isso que eu estou falando para vocês não é uma coisa tão simples. Existem várias nuances aí dentro disso que eu estou falando para vocês. De como se tem que fazer um trabalho coletivo e como tem que preservar as intimidades. Isso num relacionamento, isso na vida dos filhos. Você vê, às vezes eu vou no mercado quatro vezes seguidas e pego filho por filho. Aí saio pra correr só com um. Depois saio pra dar um mergulho ali só com outro.

Depois pego a filha e vou só com ela no mercado. Pra quê? Pra conversar só com eles. E ser todo o papai Diego, todo pra eles. E quando eu tô com eles, só com eles. E eles não estão aqui entre os seis filhos. Porra, vocês não sabem como é que a nossa convívio é diferente. Você viu que o meu filho José Antônio, né? A última vez que eu saí com ele sozinho aqui, na semana passada ou retrasada, só eu e o Totonho aqui. O José Antônio, meu terceiro filho.

A gente convive aqui todo dia, a gente tá sempre junto e tal, e falando várias coisas. Tava só eu e o José Antônio. Ele tem cinco anos, né? Aí ele falou assim pra mim, papai, você disse lá na nossa sala que para ser um super-herói, como os Cavaleiros dos Odigos, eu tinha que ser um santo da Igreja Católica. Eu quero ser um santo da Igreja Católica. Como que eu faço isso? O meu filho só falou isso para mim porque estávamos só eu e ele. Eu olhando nos olhos dele e ele no meu.

Eu fico pensando assim, cara, As pessoas têm um tesouro gigante em suas mãos o tempo todo. Cada vez que chamam elas no CLT... Você viu o vídeo... Vou falar pra vocês que são o Maximiliano Kolbe. Botaram ele num bunker. Aí estava ele, mais aqueles nove prisioneiros. Eles sabiam exatamente... E eles iam morrer de fome e de sede. E aí, aqueles outros nove... comiam as próprias fezes, bebiam a própria urina. Hoje a gente tem um livro narrado pelo carcereiro daquele bunker, e ele narrava o que São Maximiliano Koulb ia fazendo dia após dia.

Então Nebu ia se entregando comendo as próprias fezes, bebendo a urina, um dos outros e São Maximiliano Koulb. celebrava a missa, confessava, cantava e eles foram morrendo um por um em estado de graça na mão de São Maximiliano Kolbe e depois que passou uns 14, 15 dias que viram que nada acontecia com aquele padre da igreja católica. Deram uma injeção nele. Por que ele podia fazer aquilo? Porque São Maximiliano Coube era um homem forte. Não um fortezinho de bosta desses de academia, porra. Que se ficar um dia sem tomar um produto, não consegue fazer uma bosta de um serviço pros outros.

Um cara forte pra caralho que não tem uma porra de um filho pra carregar, porra. Eu tô falando de um padre magrelo. que era extremamente forte e austero para ficar dias sem comer e sem beber, e que foi colocado lá dentro para cumprir uma vocação, que não chegou lá, não se desesperou, e que tocou o que tinha que fazer naquela terra. E um dia, quando São João Paulo II chegou lá, eu me lembro o dia, quando eu pisei na Polônia a primeira vez, eu só pensava naquele lugar.

num lugar que um padre pediu pra trocar. Dez homens foram condenados à morte. E aí um homem, pai de família, se desesperou. E aí um padre deu um passo à frente. Maximiliano Kolbe. Eu quero entrar no bunker no lugar desse homem, porque eu sou padre. Eu não tenho ninguém. Eu vou lá e ele fica aqui pra família dele. Aí o São Maximiliano Kolbe foi lá e transformou aquele bunkerzinho num dos lugares mais fascinantes dessa terra. Eu me lembro como meus pés tremiam quando eu pisei naquele bunker.

E estava lá presente. São Maximiliano Kolbe também está no quadro da sala. E esse homem que ele pediu para trocar de lugar estava de pé com a família dele formada na canonização de São Maximiliano Kolbe. O homem que ele pediu para trocar de lugar. Aí nós olhamos pra esse cara, meu irmão, e olhamos pra essa mulher de academia, de botox, de roupa, de não engravidar porque vai mudar o corpo, de, porra, o meu filho pode vir doente. Que porra de vida que a gente tá abraçando como vocação humana, porra, de uma sociedade doente, porra.

Pega essa tua vida, fica austero, porra, e começa a ter força pra entregar essa vida pros outros, porra. Por que você não consegue mais pensar em ter filho? Por que você é egoísta pra cacete, porra? Por que você só quer descansar, porra? Porque você acha que ficar sem dormir vai deixar olheira? Que porra é essa de vocação humana? Vocês tão doente, porra! Os católicos tão doente, porra! Sendo que essa vocação é do catolicismo! O catolicismo sabe abraçar a cruz com alegria e vencer, porra! A morte!

Nós temos uma vitória sobre a morte, sobre a dor, sobre o sofrimento. Para com essa babaquice de querer o tempo todo ficar rico, porra! E tenha um casamento maravilhoso, aberto à vida, justo, forte, se entrega pros teus filhos, fica na presença dele, olha nos olhos dele, para de pegar dinheiro e mandar o seu filho pra fora da tua casa, porra! Que porra de vida doente e vocação doente é essa? Que porra de dinheiro todo que vocês têm que ganhar pra mandar um filho pra longe de vocês, porra?

Pra vocês nunca terem um filho olhando nos olhos de vocês e falarem pra vocês que ele quer ser santo, porra! Você só quer ouvir seu filho falar que ele quer ser médico! Um médico que vai pro inferno, porra! Parem com essa babaquiceza, não é a vocação humana! Nós nascemos pra vencer tudo, em qualquer lugar desse mundo! Em qualquer lugar desse mundo! É por isso que São Felipe Neri foi naquele puteiro! Pra confessar aquelas putas! Porque ele sabia a vocação dele! E nós temos medo de CLT, de pobreza, do meu emprego.

Eu não tô satisfeito aqui. Porra, se você não tá feliz no campo de concentração, você tá apontando a sua vida, porra. Você não tá feliz porque você tá tentando ter qualidade de vida e conforto. E a gente não nasceu pra essa porra. A gente nasceu pra abrir mão da qualidade de vida e do conforto. Pra as pessoas conhecerem A vida é invencível olhando nos nossos olhos, porra. Essa é a nossa vocação. A gente vai se ferrar todo aqui. Ah, Diego, mas você tá falando isso. Eu queria ter uma família igual a sua.

Uma esposa, um casamento. Eu falei, porra, eu tenho uma... Uma esposa que eu jamais imaginei que pudesse ter uma mulher como essa nessa terra, como a minha esposa. Tanto é que eu queria até ser padre, até encontrá-la, né? Quando a conheci, percebi que podia ser perfeito no casamento. Por causa dela. E tu aqui, domingo 10h25 da noite. com o coração angustiado, sentindo dor. Vai acabar aqui. Eu vou me ajoelhar aqui e vou implorar para nosso senhor para ver se a gente pode ir para o céu para tentar ser ouvido e compreendido e ajudar vocês.

E aí a pessoa acha que quando o casamento dela estiver tudo bem, o coraçãozinho dela vai estar deitadinho de noite vendo Netflix. Ai, só quando eu, meu casamento... Ai, meu marido... Meu marido só quer saber de videogame. Meu marido, a minha esposa não é aberta à vida e fica aí. Não consigo por causa dele. Por causa de não sei o que lá. Vocês acham que quando isso aí melhorar, vai acontecer o que com o coração de vocês? Ou vocês arrumam outra coisa? para lutar e para entregar a vida de vocês, até ela acabar e se esgotar, para meter a mão naquele saquinho de São Camilo de Leles, nas festas da caridade, e tirar o nome de um sacerdote que vai entrar num navio com peste negra, e ele sabe que quando ele entrar lá para celebrar a missa e confessar, nunca mais ele vai sair até morrer.

E ele vai tirar o nome. E ele vai entrar naquele navio. Enquanto vocês não perceberem que a gente tem que tirar esses nomes dessas pessoas que aparecem. E entrar ali no coração delas, e olhar nos olhos delas, e falar assim, Senhor, eu vou morrer aqui. Não importa se eu sou traído, se eu sou corno, se nego me sacaneia, é aqui o meu lugar. Essa é a minha salinha de trabalho. Esse é o lugar na minha família com o homem alcoólatra, com uma mulher vagabunda. É aqui.

É aqui. Então eu vou amar esse lugar apaixonadamente. E vamos até o fim. Obviamente eu estou falando isso para vocês, e vocês vão ter que juntar isso aqui com as coisas de várias lives, de várias presenças que vocês vão ter que permear a vida de vocês para enfrentar essa vocação e essa luta. Da frequência dos sacramentos, do tal do estado de graça que o Enxamor, a paciência de vocês, das amizades, de se cercarem das amizades. Há amizade que quando o teu casamento estiver ruim, quando você brigar, ao invés daquele cara falar assim, ei, cara, essa mulher aí tá te ferrando, porra, esse casamento aí, ó, vem comigo, porra, vamos pra night.

Ou então da mulher, ai, amiga, larga esse cara pra lá. Não, porra, de um amigo que quando você estiver na dificuldade, fala, ó, meu irmão, tu pode ficar aqui um pouquinho comigo, chora comigo, eu te abraço, amigo. Quando passar, Tu volta lá e ama aquela mulher até o fim, das amizades, dos sacramentos, da presença. É óbvio que eu estou falando isso para vocês. A vida de vocês vai ser como a gente viu no Evangelho. A gente vai para essas lutas de vida e morte. Mas a gente vai ver os pães se multiplicarem, o leproso ficar curado, o cego voltar à visão, o morto ressuscitar.

E é assim, vendo essa luz, que a gente vai. Deem uma olhada na história de Santa Felicidade e Santa Perpétua. Quando ela estava lá, grávida, prestes a ser martirizada, Aí ela gemia de dor, porque começou a entrar em trabalho de parto presa no calabouço para ir para o coliseu e ser martirizada pelas feras. Aí o cárcere olhou para ela e falou assim, pobre mulher, se para ter um filho sofre assim, e grita, imagina amanhã quando foi entregue para as feras. Aí ela falou assim, hoje Você tá me vendo sofrer e quem sofre sou eu.

Mas amanhã, quando eu entrar lá pra ser devorada pelas feras... Uma outra pessoa vai sofrer no meu lugar. Aí a gente tem a narrativa. Tem esse texto lá na liturgia das horas do ofício divino, né? Vai lá ler, lá, Santa Felicidade e Santa Perpétua. Ao invés de ficar vendo essas merdas que vocês veem na internet, vai enriquecer a cabeça de vocês com perfeição, porra. Pra vocês, porra, rezarem pedindo isso. São Maximiliano Kolbe, né? Quando Nossa Senhora apareceu pra ele lá, ó. Com uma coroa. representando a pureza e uma coroa representando o martírio.

Ele perguntou assim, qual que você quer? Eu disse assim, pode pegar as duas. Tanto é que o filme dele chama As Duas Coroas, não é isso? Eu acho que ainda não vi o filme dele, mas como chama As Duas Coroas e eu conheço essa história dele, eu imagino que seja por causa disso. Então vejam, a nossa vocação tem uma história longa, longa, longa, longa, longa, longa. Eu vou falar para vocês uma aula de enriquecer o passado e o futuro de vocês, de uma coisa que tem que permear quando vocês estão dando banho nas crianças, lavando o osso, para vocês perceberem como a nossa vida está impregnada dentro de uma história gigantesca.

se não sem esses detalhes todos que a gente vai adornando as nossas lutas, obviamente a gente vai fracassar. Eu estou falando dessa vocação para vocês, mas existe um grande esforço que a gente tem que fazer da nossa parte, o parto que nós vamos parir com a nossa vida, para que quando chegar na hora que a gente não consegue mais dominar, a gente possa subir no colo do domino verdadeiro que vence a morte, e nós vamos vencê-la. Porque ela já foi vencida. Nós já sabemos o macete.

Não entreguem a vida e a vocação de vocês subindo uma montanha com aquela bola material de sísifo. Nós já conhecemos o destino dessa vocação. Aquela bola vai rolar. Tudo vai apodrecer. E a gente vai sentir sempre esse cheiro de morte, né? Essa vida que parece que está passando e um cheiro de morte. E deveria ser o contrário, né? A gente deveria ter dia após dia, conforme a gente for gastando a nossa vida. Você vê, eu tenho 38 anos, às vezes sento ali para jantar com a minha esposa, nossos seis filhos, olho em volta, me emociono e canto o cântico de Simeão Senhor.

a minha alma pode descansar em paz. Eu posso descansar em paz, porque meus olhos viram a vossa salvação. Eu já sinto com 38 anos que vivi uma grande vida, porra. Eu fico imaginando, e não me dediquei quase nada ainda, eu fico imaginando se eu conseguir, seriamente, ser um pouco mais sério do que eu sou e entregar a minha vida de verdade sem me poupar o tamanho da alegria que vai caber no meu peito. Porra, a gente conhece isso, pessoal. A gente conhece, a gente sabe que a vocação humana é assim, porra.

Como é que a gente vai ficar ainda se enganando com tudo isso que estão oferecendo pra gente? A gente tá perdendo muito tempo, porra. A gente tá perdendo muito tempo. Sejam sérios nessas coisas. Quando eu fico gastando tempo ali contando pra vocês aqui, ensinando aqui o ovinho frito nutritivo do Manoel, É para que a gente tenha uma grande consciência presente de como as coisas estão acontecendo. Como eu tenho que olhar para o meu filho. Como que eu posso dar banho no meu filho lembrando que São José deu banho em Jesus.

Eu vou explicar para vocês um dia o que é isso, quando eu ensinar vocês com mais calma, o que é simbólico. Talvez... É que são coisas que não são para aqui, são para a comunidade. Aqui é mais isso aí. Gritaria, pegar no pescoço, sacudir. É live de YouTube, porra, aberto. Se não, o pessoal chega aqui e vai ficar dormindo aí, porque já tá tarde e amanhã é segunda-feira. Vamos partir, né? Vamos junto. Obrigado pela paciência de vocês, de sempre. É sempre muito bom estar com vocês.

Uma hora e meia aqui, né? Coisa pra caraca. Qualidade de vida, pô. Pense numa qualidade de vida. Caraca, hoje vocês fizeram pergunta pra caraca, meu irmão. Não lembro nem onde é que eu parei. Olha o Manuel aqui, ó. Boa noite, professor. Deus o abençoe. Gostaria de suas considerações sobre... Ah, já li isso aqui, né? Comanf. Logo chegará ao templo o dominador." Maneiro hoje, não é? Quando eu ouço na missa, eu penso assim, a galera que ouve isso aqui, meu irmão, se não lembrar, tem que ser esfolado.

Blenda, manda um abraço para o José, seu namorado. Diogo, do Colégio Católico Iluminari. Professor, os pecados que eu cometi antes do meu batismo, eu não sei como lidar. Ainda não sou batizado, estou em catequese. Bom, eu espero que te ensine, porque quando você se batizar, não vai ter mais pecado do passado. Manda abraço aí e se batiza o mais rápido possível, cara. E vai acabar essa dor aí.

Padre Pedro citou você em um recolhimento. Robson, primeira vez que chego no ao vivo. Seja bem-vindo, Robson. Suas lives estão despertando em mim muita vontade e, ao mesmo tempo, curiosidade de estudar sobre as três pessoas. Estou na comunidade. Apresentar ele sua teoria das três pessoas não tive, não. Quando ele morreu, no dia seguinte, eu o apresentei na missa. Lembrei de você hoje assistindo o Band of Brothers. Pô, o Band of Brothers é muito maneiro, meu irmão. Eu, quando era moleque, via muito o Band of Brothers, cara.

Puxa vida aqui. Eu tenho o case aqui do Band of Brothers. Professora, pode falar sobre não conseguir dar conta de casa? Quando as minhas filhas, quando a pessoa não dá conta de casa, você tem duas saídas. Ou você melhora as coisas para dar conta um pouquinho mais, aí você vai se acalmar, porque você dominou. Ou se você não der conta mesmo, por alguma coisa que você não consegue mudar, você faz igual a minha filha quando dá trovão e ela não sabe dominar o trovão. Ela fala assim, papai, posso ficar no seu colo?

Aí ela sobe no meu colo e milagrosamente ela domina o trovão. Entenderam o recado? Entenderam? A nossa vocação é dominar o mundo. Por que vocês acham que tem... Senhor! Fizeste-nos para ti, Senhor. Santo Agostinho, né? E o nosso coração não descansa nunca enquanto não te encontrar. Eu vou explicar aqui. Senhor, fizeste-nos para dominar o mundo. Fizeste-nos para ser como o Senhor domino. Nós somos imagem e semelhança do Senhor domino. E o nosso coração não descansa nunca enquanto não dominar. E aí Santa Terezinha vive isso na vida dela, né?

Bom, se eu não domino, eu vou ficar fazendo como uma criancinha. Eu vou pedir colo à tal da infância espiritual que a fez doutora da igreja. E aí a gente é pé de cola. Ou seja, eu tento fazer o máximo que eu posso fazer para dominar, como se todo o domínio dependesse só de mim. E depois eu rezo para dominar o mundo no colo de Deus, como se tudo dependesse só dEle. A perfeição da previdência humana, da prudência humana, com a perfeição da providência humana. Ou providência divina.

Não dá conta de casa. Quem não dá conta de casa faz um curso na internet ensinando como se dá conta de casa. Não dizem que assim, se tu não sabe fazer alguma coisa, ensina. Não tem essa parada na internet. Vender curso ensinando a como vender curso. Professor, a bipolaridade se enquadra num problema que pode ser visto dentro da perspectiva das três... Mas é óbvio. Eu dei uma vez uma aula em algum lugar sobre bipolaridade e borderline. Existe um macete, isso na comunidade, quando eu for passando lá os meus degraus de estudo, existe um macete de estudar alguma coisa, que é estudar o antônimo dela.

porque aí eu consigo ser exaustivo no estudo. Por exemplo, se eu quiser estudar sobre todas as cores, tenta enumerar todas as cores. Não consigo, né? Preto, branco, amarelo, azul... Agora, tem um método de eu enumerar todas as cores num diagrama de Euler. Eu vou enumerar todas as cores do mundo para vocês agora. Vermelho e não vermelho. Nesse conjunto está todas as cores do mundo? Está. Que método é esse que eu usei? O método do Antônimo. Então, as pessoas às vezes não entendem a realidade do claro porque elas não dão uma curingada no escuro.

É por isso que, para entender a grande bondade de Deus, muita gente precisa conhecer o mistério da iniquidade. É por isso que, no caso do exorcismo de Emily Rose, Nossa Senhora falou para ela, através da possessão desse demônio aí, uma porrada de gente vai se converter a Deus. Você sustenta isso? É o mistério do Antônimo, né? Então, eu uso isso aí muito nas três pessoas para ensinar para o pessoal sobre as doenças do DSM. É que eu acho que está mal construído o DSM, com todo o respeito, sem querer parecer.

É porque realmente aquele é um livro que vários autores tentaram juntar ali o negócio. Então, obviamente, ali não tem uma estrutura de personalidade e tem vários transtornos de personalidade e é óbvio que não vão se entender. Como é que a gente usa o DSM? Tu pega ali, tem 12 diagnósticos ali. Tu junta ali os cinco, vê no tempo, enquadra, dois meses, vai enquadrando nas categorias ali. e vai ver um remédio que tente dominar aquilo. E aí, se der errado, você muda o remédio. Ou seja, eu faço um juízo sobre o que foi o laboratório, o palco, e ajusto o roteiro.

É assim que é feito na prática. É a estrutura da vida. Professor... Ah, tchau. Professor, há esta subordinação, João, ouvi-se o que eu dito. Vou e volto para vós. Se morre minha mãe, se morre o pai, porque o pai é maior do que eu. Bobeira isso aí, Eduardo. Esse negócio de citação pra justificar uma parada, você é... Você é uma bobeira de protestante, meu irmão. A Bíblia é o seguinte. Santo Agostinho. A Bíblia lida fora da Igreja Católica é um veneno. Santiago e São Pedro. A Bíblia não é de interpretação pessoal.

Vocês só podem pegar as passagens para justificar aquilo que é falado pela Igreja Católica. Se a passagem da Bíblia parece contrária ao que a Igreja Católica fala, a sua interpretação da passagem está errada. A Bíblia é católica, né, cara? Aquela parada que o protestante carrega debaixo do sovaco, lá, depois que Lutero resolveu fazer as besteiras que ele fez, pra ele carregar aquela Bíblia debaixo daquele sovaco fedorento, foram 1.500 anos de nego morrendo, traduzindo a vida, gastando monge corpista, passava uma vida inteira pra copiar uma Bíblia, pra nego pegar a Bíblia debaixo do sovaco e esfregar na cara do católico.

Porra, cara, isso é uma da maior idiotice que tem nessa vida, meu irmão. Mas enfim, né? Professor, dúvida sincera. Não é nada contra você, não, meu irmão. Até me desculpa se pareceu meio afeicivo, né? Me perdoe, meu irmão, se foi alguma coisa. Estou aqui pegando o teu comentário aqui e abrangendo para um conceito geral, tá? Nada contra você. Obrigado por mandar a mensagem aqui, meu irmão. Tamo junto. Professor, dúvida sincera. Alguém que quer melhorar, seja emagrecer ou ganhar massa e pesa comida de forma a melhorar, não estaria no mesmo sentido do senhor medir o tempo da corrida e melhorar?

Claro, pô! Mas é claro, Victor. Só que o cara tem que fazer o seguinte, ó. Eu vou medir isso aqui? para melhorar para a minha família. E tem que ter um sentido. E eu e você sabemos que nego hoje malha e pesa comida? E não é para ser um melhor pai e um melhor marido, cá entre nós, né? São poucos os que fazem isso, não são? Eu já expliquei isso para vocês em várias lives, pô. Por que eu faço 30 minutos de educação física e não 3 horas?

Porque 3 horas destrói a minha família, pô. E 30 minutos aperfeiçoa a minha família. Se eu não fizer nada, Pô, eu vou ficar cansadão e fraco fisicamente. Mas eu também não posso ficar um gigantão, porque um gigantão, cara, porra, é que é uma porra gigante que destrói minha rotina e minha família, e eu tenho que dormir pra caraca pra ficar gigante. Então as pessoas não estão entendendo isso, pô. Eu vou medir carne, peso de carne, de carboidrato e proteína. pra ser um cara que vai doar a sua vida pela sua família e pelos seus filhos e pela comunidade.

Agora, cá entre nós, é pra isso que nego tá pesando comida, pô? É pra isso, cara. É óbvio que não tá errado em si absolutamente pesar comida ou vários outros atos que eu falei aqui. É óbvio que não tá, pô. Acho que vocês entenderam a mensagem. Por que devemos ver Cavaleiro do Zodíaco e O Senhor dos Anéis? Por que Cavaleiro do Zodíaco e O Senhor dos Anéis está toda a estrutura da imaginação de uma visão cosmológica que é a visão cosmológica do mundo real? Olha qualquer episódio do Cavaleiro do Zodíaco e depois bota lá no meu Instagram.

Qual é a percepção de qualquer capítulo que vocês tem do Cavaleiro do Zodíaco? Ou então vê Senhor dos Anéis e me diz o que tem lá no Senhor dos Anéis. As coisas que vocês entenderam. E vocês vão ver? A cosmologia da história da salvação e da vocação humana. É por isso que a gente vê muito isso. Muito isso. Muito isso. Muito isso. Muito do que eu estou fazendo aqui foi colocado dentro do meu peito pelo tempo que eu ficava vendo o Cavaleiro do Zodíaco na minha infância.

E de como eu saía do episódio. Eu falei assim, caraca, eu nunca posso desistir. O cavaleiro não pode desistir. Um cavaleiro não pode desistir. Um cavaleiro não pode desistir. Então você vê, depois eu me lembro até hoje, a primeira vez que eu li o Diário da Misericórdia de Santa Faustina, tem uma frase dela que é muito parecida com a frase de Santo Inósio de Loyola, que ela fala assim ó ó minha alma que é como a de um cavaleiro lutando o dia inteiro para proteger o castelo de um rei que é como um matrimônio, né?

Maridos, as maias, vossas esposas, como Cristo amou a igreja e se intrigou por ela. Isso é Cavaleiro do Zodíaco. Cavaleiro do Zodíaco e Senhor dos Anéis, ó, todos vocês que estão aqui, vejam vocês junto com família e com filhos. Vocês com família e filhos. Eu só não sei Saga do Santuário, dos Cavaleiros de Ouro, Saga de Asgar e Saga de Hades. É porque depois inventaram um monte de parada dos Cavaleiros do Zodíaco, moderna. Nunca vi, não sei do que se trata. Eu sei Saga do Santuário, que é mais de 100 capítulos, Saga de Asgar, Saga de Poseidon e Saga de Hades.

Essa aqui é a ordem de se vir, inclusive, a que eu falei. Vê feroz vocês com a família de vocês. Ah, todo dia eu boto 20 minutinhos do meu filho para... A gente não bota todo dia, a gente só faz final de semana aqui. No período das férias, a gente abre certas exceções, como abrimos agora, nas férias. Aí agora começou o ano, essa semana a gente para e volta só final de semana a ver as coisas. Aí a gente vai revisando. Acaba um, a gente começa um outro.

Se pegar a trilogia do Hobbit e do Senhor dos Anéis e dividir em meia hora, vai dar quase um ano inteiro. Meu professor. Família Azevedo ligado aqui. Vocari chamado. Joana Feres. Lembrei de você, Joana. Lembrei de você na missa do dia 28. Todo dia 28 de janeiro, dia de São Tomás, eu lembro de você. Foi seu aniversário. Professor, assisti o filme da Brasil Paralelo? Assisti, Felipe. Assisti. O filme da Brasil Paralelo é muito bom.

Muito bom. O pessoal só... Tem uma coisa ali da estrutura da realidade que o pessoal precisa entender bastante. É que... Ali é um livro... Ali é um filme que tem uma característica de figura de linguagem, figura de literatura, que é hiperbólica. Ou seja, ali coloca um maluco sobre a atuação do mal. Então várias vezes parece que o mal está sozinho sacudindo o homem, né? Como São Pedro, né? O demônio pediu permissão para o Senhor para peneirar Pedro.

Não é isso? Parece que ali o homem está sempre sendo peneirado e que a graça de Deus some, né? Eu estou falando isso para vocês porque teve gente que me falou dessa impressão, mas... Ou é uma falsa impressão, ou talvez seja por essa característica da literatura, porque ali é para vocês entenderem a atuação demoníaca. Aquilo ali é uma estrutura cinematográfica de um tratado de demonologia, que é muito importante de conhecer, muito importante. Se as pessoas conhecessem efetivamente como a Brasil Paralelo fez ali de uma maneira magnânima, que maravilha de obra.

Essa estrutura de um tratado de demonologia, como a gente vê lá na obra do C.S. Lewis, cartas de um diabo ao seu aprendiz, ou se vocês lessem um bom tratado, aprendessem isso, o padre Paulo tem um curso excelente disso, vocês iam ter muito mais consciência das coisas que acontecem com vocês. Tem alguma opinião sobre o curso de Filosofia do Olavo de Carvalho? O curso de Filosofia do Olavo foi uma companhia gigante na solidão dos meus estudos e da juventude. Eu não tinha celular com 19, 20 anos.

Não tinha acesso à internet. Então, eu só tinha aquelas aulas lá do True Outspeak, depois, quando começou o COF, lá por 2008, 2009. Então, eu ficava ouvindo Olavo de Carvalho. Eu dormia na minha cabeceira ouvindo Olavo de Carvalho. Pô, como me consolava e como me fazia companhia. O professor Olavo. Eu ainda peço ajuda para ele em várias missas. Com as minhas questões aqui. e filosofia. Boa noite, professor. Gandalf, no primeiro Senhor dos Anéis. Quando estiver perdido, siga o seu nariz.

Então, essa fala do Gandalf, se vocês olharem lá o podcast do Ânima, que eu falo sobre invocação, é tipo assim, faz a tua jogada. É tipo isso, joga. O professor tá diferente, parece mais magro. Pode ser. É que essa semana eu comecei o mestrado, né? Que fica na escola de guerra naval, aqui, a uns 4km daqui de casa. Eu tô indo e voltando correndo, né? Porque dá uns 19, 20 minutos de corrida pra ir e pra voltar. De repente, eu dei uma emagrecida. Não percebo assim.

Eu tava de barba também na última live. Tirei a barba, né? Aí a cara deu uma afinada. Pode ser isso, pô. Mas eu tô me sentindo um carcação, porra. Tô me sentindo forte pra caraca. Guaruj. É, parece mesmo, Swellen. Professor, minha esposa fez a primeira comunhão hoje. Agora só falta a família toda pra ficar em estado de graça. Isso acontece porque antes de fazer a primeira comunhão, você tem que fazer a primeira confissão, ou se batizar. O batismo te coloca em estado de graça, a confissão te coloca em estado de graça, e ambos te deixam aptos para você receber a graça encarnada, que é a presença total de Deus, que só pode ser possível pelo sacramento do Eucaristia.

Obrigado pelos ensinamentos. Não encontrei a live sobre TOC. Será que está? Acho que tinha no Instagram. Ah, a Marcos falou aí. A live sobre a perfeição. Pronto. Professor, em relação à vocação, como saber o que Deus pensou e quis para a gente? Ele quis que você fosse livre, Jéssica. Que você escolhesse o seu caminho a seguir e ele te predestinou a você ser santa como o Pai do Céu é santo. A perfeição, você é a predestinada perfeição. Presta atenção, Jéssica. Quando acabar aqui, você sai daqui, você vai procurar a live, o podcast do ANIMA, para você entender, através de uma historinha, a relação da liberdade com o livre-arbítrio, com a predestinação.

E vai responder aí essa sua questão. o que Deus pensou para a gente. A live do Dia dos Pais também sumiu. Estava procurando um dia desses. Jéssica. O Levi mandou uma boa. Isso é importante mesmo. O Levi também fala. Lá no podcast tem isso. O que o senhor pensa da busca pelo sucesso? O que é o sucesso se não a finalidade do homem? Só existe um sucesso para o homem. É chegar na presença beatífica de Deus. Só existe esse sucesso.

Todo sucesso aparente nessa vida só serve se ele for para esse sucesso. Vocês entendem isso? Eu posso pegar uma caneta e uma mulher faz um coque e enfia essa caneta aqui no coque, né? Aí a caneta, ela segura o coque. A mulher teve sucesso? A caneta teve sucesso? Teve. Mas qual que é o sucesso último da caneta? Escrever um texto duradouro. A caneta foi feita pra isso. Ela também serve pro coque, entende? A gente também serve pra várias coisas. Mas a gente... A nossa grande vocação é chegar na presença beatífica de Deus.

Esse é o sucesso, com S maiúsculo. É isso que eu penso sobre sucesso. Se você tiver que ficar mendigo, virar mendigo pra isso, a sua mendicância foi um verdadeiro presente na sua vida, você entende? Se você tiver que ficar aleijado pra isso, porra... Eu contei uma vez a história numa live, a esperança é invencível. de um homem chamado Paulo Roberto. Paulo Roberto? Da comunidade Aliança de Mídia de Código, que tinha um câncer no pescoço. Porque ele falou, pô, eu queria esse câncer no pescoço, porque foi por causa desse câncer que eu cheguei aqui, pô.

Hoje em dia, se eu pudesse escolher mil vezes, eu escolheria mil vezes esse câncer, pô. Isso é sucesso, porra. O psicopata sente vergonha? Depende do estágio. Uma hora a vergonha vai embora, quando é uma espécie de encarnação do mal, a falta dessa vergonha. Bom, vou partir, pessoal. Vocês falaram para caraca aqui. Obrigado pela participação de sempre de vocês.

É que está ficando muito tarde. Fica muito grande aqui e atrapalha todos nós. A gente fica empolgado aqui. Eu vejo que vocês não desistem. Tem 245 pessoas ainda aqui. Vocês são sinistros. É a presença de vocês que vai me segurando aqui também. Eu fico empolgado tentando fazer o máximo que eu posso aqui. Mas, obviamente, O reino dos céus é como um semeador que joga semente e vai dormir. E quando ele amanhece, o reino está grande, está pronto. A árvore cresceu e ele só lançou a semente.

Não foi ele que fez a árvore crescer. Não somos nós que fazemos a árvore crescer. Vocês não precisam estufar o peito achando que Vocês são muita coisa não, nós não somos. Mas quando a gente tá sentado no colo do nosso pai, aí, meu irmão, tu não mexe comigo, que aí eu sou o cara. Entendeu como é que funciona? Aí pode arrumar confusão com geral. Tamo junto, pessoal. Obrigado pela companhia de sempre de vocês. Fiquem com Deus e boa semana.

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