A estrutura da pessoa
A Estrutura da Personalidade Humana
- a estrutura da personalidade humana (as três pessoas)
- o personagem, o crítico, o roteirista
- a consciência (saber que sabe; unidade das três)
- o exame de consciência
- a fé como fundamento da esperança
- a vida humana como obra de teatro
- os transcendentais (verdade, bondade, beleza)
- a moral como premissa da verdade intelectual
- a unidade como quarto transcendental
- imagem e semelhança rebatida (vs modalismo)
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 27:14.
“E, finalmente, executando isso no presente, no palco. Então, vamos lá. Vamos do básico do básico aqui.”
Trechos da aula
o exame de consciência é a ação humana mais completa de força, de construção, de estrutura da personalidade humana
a fé é o fundamento da esperança. Então, aquilo que acredita, que você acredita, é aquilo que você espera
A experiência cabal da força da personalidade humana é o tanto que essas três pessoas são unificadas, são unas
Transcrição completa
Boa noite, pessoal. Tudo bem? Vocês estão me ouvindo bem? Pelo YouTube? Está estranho aqui pra mim. Vamos ver. Vamos lá. Boa noite, Gabriela. Boa noite, Juliana. Educânima. Boa noite, meu irmão. Arthur. Rurik, boa noite. Matheus. Meu domingo já tem roteiro.
Misa. Boa noite, Luísa. Boa noite, Alice. Tô bem, graças a Deus. O pessoal do YouTube tá ouvindo bem? O som tá saindo? Botei outra saída de som aqui. Não sei se vai dar certo ou não. Pessoal do Instagram, se quiser que eu vou falar, vou ler os comentários aqui pelo YouTube, tá bom? Fiquem à vontade para vocês ficarem onde acharem melhor.
Fiquem à vontade. Vamos lá. Luisa, boa noite. Alice. Ah, ouvindo bem. Maravilha. Pronto. Era isso que eu precisava. Agora vamos com calma aqui. Vamos lá. Luiz Otávio. Boa noite. Ramon. Boa noite, meu irmão. Boa noite, Jonathan. Isadora.
Boa noite. Alan. Ou Alan. Boa noite, Karen, Sérgio, Bruno, Arthur Vinícius, Alan de São Paulo de Assis, Vitor Guerreiro, boa noite, Felipe Rocha, boa noite. Tudo ótimo, graças a Deus. Karen, Marcelo e Coelho, Alan, Sérgio e Felipe, boa noite. Boa noite, Renan. Fala, Arthur. Joana, boa noite. Obrigado. Adriele, boa noite. Ivi, boa noite. Marcelo de Aragão, boa noite.
Eduardo, boa noite. Cláudia, boa noite. Rafael. Silvana Nunes, boa noite. Gabriel Oliveira, boa noite. Vitor Evelyn, boa noite. Filipe Rezende, boa noite. Janaína de Marília, São Paulo, boa noite. Luan, boa noite. Fabrício. Eduardo, boa noite. Tudo ótimo, graças a Deus. Fabiana, boa noite. Renata. Chayane. Matheus Sabino. Vívia, boa noite. Kátia, boa noite. A Kátia fez a gentileza de baixar as lives do YouTube e me mandar as lives que estão no Instagram e que estão no YouTube e depois vou colocando aos poucos à medida que a Kátia for me passando.
Muito obrigado. Deus lhe pague. Agradeçam depois a Kátia Barbosa. Sérgio Fernandes, boa noite. Maria Bittencourt, boa noite. Juliano da Forja Diário, boa noite. Manuel. Eduardo, Ana Veloso, Zélia, Carolina, Natália, Matheus, Caio Moraes, Mariana Simas, Stefânia Gadelha. Boa noite. Que bom. Fernanda? Gustavo Nunes, boa noite. Eugênia Floriano, boa noite. Juliana Carolina. Primeira vez ao vivo.
Estou demorando. Seja bem-vindo. Bem-vinda. Primeira vez ao vivo. Grande Thiago. Lívia. Boa noite, Ricardo Almeida. Essa semana foi meu aniversário e da minha mulher. Parabéns, meu irmão. Parabéns também para sua esposa. A nossa vida. Nossa vida é um espetáculo. Joaquim, boa noite. Gustavo. Victor, boa noite. Descobri ontem que vou ser pai pela primeira vez. Então, você descobriu ontem que você é pai.
Que maravilha, meu irmão. Parabéns. Luiz Otávio. Já veio ao sanatório naval de Nova Friburgo, professor? Já fui, sim. Conheço o sanatório, sim. Já fui algumas vezes aí. Jéssica, boa noite. Indayara, boa noite, Indayara. Mayron, boa noite. Roseli. Sabrina, boa noite. Fernando, já falei. Stephanie. Jardel. Professor, vou ser pai. Tereza, vem aí. Então, você é pai da Tereza, Jardel. Parabéns, meu irmão. A minha irmã pediu um salve.
O nome dela é Joyce. Um salve para a Joyce. Espero que um dia a Joyce possa estar aqui conosco. Marina, boa noite. Primeira aula que consigo entrar ao vivo. Seja bem-vindo ao vivo, Marina. Henrique, boa noite. Núbia, Parauapebas, boa noite. A Núbia está sempre aqui, não é? Quando eu vejo Parauapebas, é a Núbia. Rafaela, boa noite. Francisco, boa noite. Vitor, Aline. Marciano.
Galvani, boa noite. Sidney, Natan, Andrea Lima, boa noite. Rodrigo, boa noite. Fernanda, boa noite. Flávio, Hermes. Maratonei as lives, terminei o livro, agora entrarei na comunidade. Acho que vocês estão entendendo O conceito de presença, de demorar, de fazer as coisas durarem. É isso. É isso aí. Augusto, boa noite. Vitor Guerreiro.
Minha esposa gosta. Ela faz até pipoca. Vanúbia, boa noite. Sabrina. Estou te assistindo. Mateus, boa noite. Recomenda algum livro sobre contemplação? Bom, quando a gente fala em contemplação, A referência principal que a gente poderia usar, até para um dia a gente falar isso com bastante calma, para vocês não fazerem besteira com a vida de vocês, são os exercícios espirituais de Santo Dinásio.
E aí vocês podem procurar os livros também sobre o tema Lectio. Lectio. Apesar de eu falar assim, vocês devem imaginar que é com T, né? Lectio. Lectio Divina. Boa noite. Cida, seja bem-vindo ao vivo. Rian. Boa noite. Silvia. Lineker. Olha aí, Lineker. Lineker, eu mandei a mensagem, mandei direto essa semana pro Lineker. Selva, meu irmão. Tariq. Boa noite, meu irmão. O Tariq começou a supervisão aí com o pessoal da comunidade, né? Que é terapeuta, psicólogo. psiquiatra e trabalha com a vida humana.
Já me falaram que foi um sucesso a primeira supervisão do Tariq. Que maravilha, meu irmão. Osvaldo, boa noite. Rafael, Eliane Mello, Helena, Augusto Souza. Como rezar com as três pessoas? Hoje a gente vai falar sobre as três pessoas aqui, sobre a personalidade. Deus permita que durante ou no final eu lembre disso e eu falo para vocês como é que eu rezo separado. Para o Pai, para o Filho e para o Espírito Santo. É para mim sair um pouco natural. Acredito que seja o tempo. me temperando dessa estrutura da vida, talvez o tempo dedicado à Santíssima Trindade.
Enfim, acho que várias coisas. Essas coisas que a gente dá causalidade para uma coisa só, raramente é para uma coisa só, a não ser quando a gente atribui tudo a Deus, aí a gente acerta. Vamos lá. Diogo, boa noite. Fabrício, boa noite. Camila, o Diogo agradeceu a Kátia. Camila Zimmer, boa noite. Luana, boa noite. Samuel Pedraça, boa noite, meu irmão. Rodrigo, Fábio Pires e Suzano também. Breno, onde está a Live dos Amores? Será que está no Instagram?
Está no Instagram, hein? Se tiver no Instagram, depois a Kátia vai mandar para a gente, aí eu boto aqui no YouTube. Breno, boa noite. Igor de João Pessoa, boa noite. Já falei, né? Patrícia Weber, boa noite, professor. Não, acho que eu não conheço esse livro, não. No Café Existencialista. Acho que não. Pelo nome assim, não estou me recordando, não. Vamos lá.
Onde eu parei? Ana, boa noite. Jucielma, boa noite. Fernanda, boa noite. Tamara, boa noite. No Canadá, Tamara. Cadê? Rafael Nalon, boa noite. Boa noite, Maísa, esposa do Rafael. Nayara, salve Maria. Mayra, boa noite. Cristiane, boa noite. Ricardo Barreto, boa noite. Roberta. Espero a semana inteira por esse momento. Seja bem-vindo. Manda um abraço para a Laura. Quando a Laura assistir depois, um abraço para a Laura. Isa, boa noite. Fernanda.
Outra live na comunidade. Então é até bom que eu esquecer isso aí. Fernanda, a partir de hoje... Ah, não. Mas ela está perguntando a live, né? Nós tivemos um problema lá para colocar a segunda live, né? Então ficou só a primeira. Eu vou... Eu acho que já está acertado, porque eu fiz um teste de live e deu certo. A partir de hoje, os conteúdos... Toda segunda-feira vai ter o conteúdo lá. e quando for live vocês vão receber a data por exemplo amanhã segunda-feira né então tem live deve ser segunda-feira à noite segunda-feira à noite para o pessoal assistir a partir de terça-feira então segunda-feira A galera que acompanha aqui a live de domingo tem aí a live segunda-feira e o pessoal da comunidade tem a live de segunda-feira.
Eu vou depois também botar a live lá nas abas certinhas. Tem o conteúdo próprio da comunidade que eu vou colocar as segundas-feiras para o pessoal a partir de terça-feira lá curtir. Onde é que eu parei? Fernanda. Elis, boa noite. Tade, boa noite. Suelen, boa noite. Helena. Um salve para o João Gabriel. Filho da Helena. Felipe, boa noite. São Joaquim, Santa Catarina. Luísa, boa noite. Rafael. Emília.
Pedro Carvalho, Sabrina. A Sabrina aí, ó. É difícil pra caramba isso porque tem muito pedido de live, né? Kátia. Eu assisti uma palestra presencial com o Dom Henrique Soares uma vez. Se não me engano, foi na Canção Nova. Eu era jovem. Estefânia... Sou da comunidade e já assisti umas aulas três vezes.
A análise do personagem crítico-roteirista é sempre em relação a um bem específico. E como se analisa a pessoa No geral. Não existe análise da pessoa no geral. Não existe isso. Tenta fazer para você ver. Não tem o que falar da pessoa. Tenta falar alguma coisa sobre uma pessoa e veja se funciona aí. Uma análise no geral. Vamos lá. Pessoal, vamos curtir. Quando o pessoal tenta fazer uma análise da pessoa no geral, por que quem fica se analisando de maneira geral, fica se colocando no centro aqui da bola do bem, começa a ter problema de personalidade?
Porque a gente não nasceu para isso. A gente não nasceu para ser o centro da nossa personalidade. Vou dar um exemplo prático disso para vocês. Tenta ir na padaria aí na esquina com o olhar fixo em você. Olha pra você e tenta chegar na padaria. Você não chega em lugar nenhum olhando pra você. Vocês já perceberam? O eixo da personalidade humana do homem tá fora do homem. Ou mais dentro do homem do que ele mesmo. Só que não é ele. Ricardo, boa noite. Sérgio, Vitor.
Bom, 9h20, né? Vou parar por aqui. O restante da galera... Não vou conseguir dar boa noite pra todo mundo. O pessoal que... Às vezes fica incomodado, chateado. Eu recebo umas mensagens no direct e agradeço de coração das pessoas que tentam me ajudar. com maneiras mais eficientes, mais condizentes e formatadas para o marketing digital, para as coisas funcionarem bem. Pô, professor, você fica 20 minutos falando com seus alunos e tal, quero mandar a live para alguém, pô, aí tem lá 20 minutos do senhor falando com os alunos, amigos do senhor e tal.
Pois é, pessoal, é como é a vida, né? A grande parte da vida carrega esse tom de vida comum, de tranquilidade. E eu sei que essa ânsia, esse incômodo de vocês, essa angústia interior de querer vencer o tempo, querer que as coisas sejam rápidas, É um tipo de doença que eu, inclusive, combato aqui, quando falo do tempo de presença, que tempera da presença, da temperança, para vocês demorarem, para morarem nos amores de vocês, entende? Então, esse aqui não é o lugar. Esse aqui não é o lugar da eficiência, né?
Aqui é um lugar meio que diferente disso. Lugar de eficiência é o trabalho. Aí quando vocês adoecem no trabalho, as pessoas deixam vocês ficarem no trabalho? Não, pô. Elas mandam gente doente pra casa da família. Na casa da família tem lugar e vaga pro emprestável, né? Então, aqui é um lugar que a gente tenta fazer parecido com isso. Vocês veem, eu achei impressionante quando eu coloquei lá a primeira aula de gramática e literatura, a primeira aula prática, né? Se eu não me engano, a quarta ou a quinta aula de gramática ou literatura na comunidade.
Eu me emocionei lendo os comentários, porque o tom é muito diferente das lives. Eu quase que estou conversando, aí paro, penso, Eu quase que mostro o meu modo de fazer, de estudar, de pensar as coisas na prática. Então, você vê, aquilo lá feito numa live ia ser um show de horrores. Por quê? Porque não tem formato. Não tem formato de bombar na internet. Vocês entendem? Não é esse. Já tem uns três anos aí que o pessoal tenta me ajudar com formatos de bombar na internet. Eu não desprezo...
Como quem não tá nem aí não, pelo contrário Eu já tentei melhorar várias coisas aí como vocês colocaram aqui Mas é só questão da gente ter uma saída pra uma coisa diferente Uma coisa de vida comum mesmo, normal mesmo Tá? E aí eu já vi que tem gente que bota lá no YouTube o horário que começa live, né? Começa no minuto 32 Começa no minuto 25 Então essa galera aí ajuda o pessoal que que tem pressa, né? Tá? Sempre vai ter essa galera. Vocês fiquem à vontade.
Eu só não posso deixar aqui, só não posso querer transformar isso aqui em mais um conteúdo de marketing normal, porque quem já tá aqui um tempo sabe que esse aqui não é o objetivo. Beleza? Aí teve um cara que me mandou uma mensagem assim, ah, professor, então por que o senhor cobra na comunidade? Eu cobro na comunidade porque para ter um lugar para fazer um trabalho, eles cobram de mim E aí para dar valor, para as pessoas darem valor às coisas, as coisas têm que ter valor Vocês já perceberam que muitas vezes a gente não dá valor às coisas de graça Mas se tu tem um curso pago, um lugar pago, tu fala assim, cara, eu tenho que terminar aquilo lá.
Eu mesmo já terminei vários cursos que eu tinha pago e o curso ia expirar. Quando tem valor, a gente dá valor. É tipo... A estrutura do valor da coisa é o valor da coisa. Entende? Outra coisa é o anúncio. eu acho que eu consegui tirar o anúncio daqui. Eu acho que quem assiste a live comigo aqui não tem anúncio, não é isso? Não tá monetizado. Se tiver, vocês me avisem, porque eu acho que eu tentei acabar com isso aqui no YouTube. Quem assiste depois tem. Quem assistir a live amanhã provavelmente deve ter, se não for assinante do YouTube.
Mas hoje... Eu não sei se deu certo, porque eu não sou dos melhores mexendo nisso aqui, não. Eu vejo tutorial do próprio YouTube pra tentar fazer e vou fazendo. Vamos lá. Bom... Tem muita gente que já fala até, ó, professor Diego Reis, das três pessoas e tal. Colocando como carro-chefe, né? O carro-chefe do professor é a aula das três pessoas, a live das três pessoas. Bom, e vocês já perceberam que não é, né? Existe uma ordem que se vocês não souberem sobre a presença, o domínio e as três pessoas, vocês não vão entender o que eu estou falando quando eu estiver falando de educação infantil, quando eu estiver falando de geopolítica, quando eu estiver falando de direito, vocês não vão entender.
É por isso que lá na comunidade tem o curso no início da personalidade humana, pelo menos a parte inteira da estrutura da personalidade vai estar lá. Não vai estar o curso inteiro porque a outra metade do curso é mais voltada para terapias. Então, essa estrutura de presença, domínio e as três pessoas é a estrutura de como funciona o mundo. O mundo feito por quem? pela presença de um deus trino. Então, o mundo existe pela respiração, pelo amor, pelo olhar, pela estrutura da presença de um deus trino.
É por isso que a base de todas as coisas que eu ensino para vocês, todas as matérias, tudo que vocês já me viram falar aqui, Eu só não fico fazendo comparativo o tempo todo para não ficar sugante, né? Que é como eu já falei para vocês, já dei exemplos de educação infantil, já dei exemplos no mundo jurídico, dos três poderes de Montesquieu, da possibilidade de um quarto poder, que na verdade não é o quarto, é a unidade dos três poderes, a consciência, que seria o poder moderador, das formas de governo.
Se existe uma melhor forma, qual seria? Do método científico. O pessoal me marcou há pouco tempo de um professor dando aula em Brasília sobre direito tributário, utilizando as três pessoas. É como eu faço terapia. E é como eu vejo que é a estrutura do mundo. Sobretudo porque ele foi criado pela presença do domínio que se relaciona consigo mesmo, na sua família divina, em três pessoas. É por isso que tem essas três aulas de base de tudo. A aula da presença, que são as três primeiras aulas de 2025.
A presença, a aula do domínio e agora a aula das três pessoas. Então, nós temos uma presença que tenta dominar o mundo. Estamos estabilizados até aqui? Agora, existe esse domínio do mundo? Existe um pano de fundo de domínio. Então, assim como vocês podem estender assim, eu domino em casa, eu domino no trabalho, eu tento dominar nos relacionamentos, eu tento dominar a vida financeira. Assim como vocês fazem isso, A gente pode colocar todas essas coisas que eu falei como o eixo. Estou falando sobre o quê?
Sobre dinheiro? Sobre mulher? Sobre casamento? Sobre educação infantil? Sobre direito? Sobre paciência? Estou falando sobre o quê? Está aqui. O domínio que a gente quer dominar. Só que a gente só pode dominar todas essas coisas conhecendo essas coisas que é um domínio no tempo passado fazendo um roteiro de domínio, ou seja, conhecendo a melhor maneira dessa coisa funcionando na vida e tentando fazer dessa maneira. E, finalmente, executando isso no presente, no palco. Então, vamos lá. Vamos do básico do básico aqui.
Bom, Eu já li muitos livros sobre a personalidade. Já fiz vários trabalhos, vários estudos em cima das doenças da personalidade, do DSM, do SID, que são os tratados tanto da psiquiatria mundial quanto a psiquiatria norte-americana. Essas duas referências que eu falei para vocês. E o estranho disso tudo é que lendo Freud, Jung, Lacan, Eu nunca achei um modelo razoável de personalidade. Então, a maneira que eles tentavam falar sobre a personalidade humana, ou seja, o ser humano no mundo, quando eu falo personalidade, eu estou falando da completude da experiência da vida humana.
A personalidade, eu estou falando de uma coisa inteira. Então, tem gente que fala assim, não, personalidade é... caráter, mais o temperamento e uma parte estabilizada. Eu falei, pois é, eu não consigo aplicar essas coisas em nada. Em nada. Então, por exemplo, o pessoal vive me perguntando sobre a teoria da personalidade do professor Olavo de Carvalho, das 12 camadas da personalidade. Eu falei, olha, eu estudei muito tempo as 12 camadas da personalidade do professor Olavo. Desde o tempo que ele escreveu isso como um tratado de astrocaracteriologia.
E o professor Olavo, quando ele tratava das várias questões, vocês nunca vão encontrar mais do que três, quatro aulas do professor Olavo, ele tratando sobre a teoria da personalidade humana. Ou seja, ele fez uma possibilidade de uma história da personalidade humana. E ponto. Ponto. Tanto é que a gente já tem há alguns anos várias pessoas que tentaram desenvolver isso para colocar de uma estrutura sólida e fixa e não conseguiram. E o próprio professor Olavo de Carvalho não falou que era assim. Então, como eu estudei vários anos junto com ele, eu entendi para que que servia.
Aprendi muitas coisas. Mas falei, não dá pra fazer muito mais do que isso aqui. Nem na terapia, nem na minha vida do dia a dia. Não dá pra eu tomar café pensando nas 12 camadas da personalidade. Não dá. E aí? O pessoal da comunidade já tá aprendendo a ordem, uma ordem dos estudos? E um dos degraus do estudo é a gente perceber como é que é o assunto que a gente vai estudar. dito pelo senso comum das pessoas. Porque o senso comum carrega uma referência para a gente.
Porque, se não for a melhor referência, se for um senso comum doente, a gente vai ter que enfrentar esse senso comum. Então, em alguma hora, a gente vai lidar com ele. Ou como uma referência de um ponto de partida, ou como uma referência de um inimigo que vai ter que ser combatido. Então, eu vou ter que saber como é a personalidade, pelo menos na linguagem popular. Então, de uma maneira geral, como é que a gente fala, assim, o pessoal simples, né? Como é que eles falam sobre a personalidade?
Eles falam assim, ó. Caramba, fulano tem a personalidade forte, né? Pô, o cara já percebeu que aquilo ali não dá certo, cara, mas não desiste, discute com todo mundo e tal. Aí a gente fala assim, cara, o cara é... tem personalidade forte. E aí, pô, eu não consigo acompanhar os comentários, né? Nem daqui do YouTube, nem do Instagram. Mas depois eu vi aqui, eu bati o olho no Instagram, aí vendo o pessoal falando aqui de não sei o que lá, militar e tal. Se tiver alguma discussão aqui, alguma afronta alguém, algum desrespeito, alguma zoação aqui de comentário de alguém para alguém, A galera pode me mandar aí os nomes de depois, no direct, falar aqui que eu vou bloqueando todo mundo, tá?
O pessoal já me viu fazendo isso. Eu fazia mais ao vivo, né? Até. Mas agora, pra não me distrair muito, e como eu tô fazendo pelo YouTube, eu não consigo mais acompanhar. Mas se tiver alguma quizumba aí, o pessoal me diz o nome da galera que depois eu bloqueio. Beleza? Porque é óbvio, né? Que a pessoa vem aqui, eu deixo o comentário ligado, se o pessoal ficar falando aqui, é óbvio que não vão... É igual sala de aula, né? É igual sala de aula, tem que mandar o cara sair da sala de aula pra aula continuar, tá?
Então, depois, no final, a gente conversa, né? Ou é isso, ou então a galera que fica tentando dar aula no meu lugar, né? Durante aqui a fala e tudo mais. É, pô... Abre uma página aí e vai lá e dá aula, pô. É bom, mas eu tô falando isso aqui, é bom que a galera vai ter algum... Vai se tocar aí e vai... Vai melhorar. Eu prefiro nem ver agora aqui, para não distrair, não desandar tudo. Vamos lá, vamos voltar. Então, de uma maneira geral, a gente tem essa experiência da personalidade.
A pessoa olha assim e fala assim, caramba, olha só esse cara, que personalidade forte, cara. O cara não desiste, quer fazer e tal. Então, vocês veem. A nossa percepção de personalidade, ela é um olhar voltado para uma pessoa que está diante de alguma coisa na vida... Aquele cara tem personalidade forte. Ele falou uma coisa e vai manter a palavra dele. Ele está discutindo e vai defender o argumento dele até o fim. Então, vejam. A experiência desse cara é uma experiência irascível para cumprir alguma coisa que ele acredita, que obviamente se transforma no roteiro de vida dele.
Em sentido contrário, se um cara acredita numa coisa, aí faz um roteiro de vida. O cara acredita, que a honestidade é o melhor caminho pra ele seguir no trabalho. Aí ele faz um roteiro. Pô, eu vou ser honesto no meu trabalho e tal. Não vou me vender por aí, por dinheiro e tudo mais. Aí aparece alguém oferecendo alguma coisa. Aí o cara rapidinho abre mão das crenças dele ou do roteiro dele e vai. Na imoralidade se vende, trai a mulher. Enfim, aceita suborno. Aí a gente olha pra esse cara e fala assim, pô, meu irmão, o cara é muito personalidade fraco, olha lá, é muito Maria, vai com as outras.
Vocês entendem que esses são os dois modelos paradigmáticos de senso comum, de força da personalidade? Alguém que quer manter alguma coisa e fraqueza de personalidade, respectivamente, de alguém que não tem força para manter alguma coisa. Vocês entendem isso que a gente tem por aí do senso comum? Então vejam, isso que a gente tem aí no senso comum já é infinitamente superior ao que mais de 90% dos psicólogos, psiquiatras, terapeutas, coaches que eu conheço por aí, conhecem sobre a personalidade humana. Sinistro, não é?
Sinistro. Então, se vocês lerem Freud, Lacan, Jung, Companhia Limitada, as escolas afiliarada freudiana, afiliarada lacaniana, algumas ondas da terapia cognitivo-comportamental, eu digo para vocês, as pessoas que têm senso comum falam sobre personalidade com mais sabedoria do que eles. Então, se você olhar uma personalidade freudiana com os tópicos, por exemplo, de id, ego e superego, o senso comum dá muito mais orientação na vida comum do que o id, ego e superego freudiano.
Entende? Então, aquela galera que senta ali de noite na cama assim ó e vai fazer um exame de consciência ou seja eu vou olhar para a minha vida ó vou fazer um exame de consciência aqui agora para vocês de final de dia pô eu acredito que para eu dar uma fazer uma boa live lá para a comunidade eu preciso começar falando com o pessoal dando boa noite falando com a galera realmente para ir conhecendo os nomes pronunciando o nome do pessoal ser devagar eu não tô nem aí pro pessoal ficar chateado quem tem que sair tem que sair quem não tem paciência beleza quando ficar um pouco mais forte aparece aqui tal então eu acredito em várias coisas né acredito aí eu faço um roteiro então de live Pô, então vou fazer esse roteiro aqui de live.
Vou gastar uns 20 minutos ali com a galera. Depois vou introduzir o assunto e tal. Aí quando acabar aqui, então eu já tenho as coisas que eu acredito que são coisas da minha vida passada, né? A minha experiência passada. Aí eu pego essas coisas, faço um roteiro com elas. Amanhã o roteiro de vida de vocês Ele vai ser um roteiro baseado em toda experiência pré-gressa. Vocês não vão botar no roteiro de vida de amanhã uma coisa que nunca passou pela cabeça de vocês. Essa coisa pode acontecer amanhã, mas não roteirizada por vocês.
Simplesmente por quê? Porque ela não está no passado, não está na mente de vocês, entende? Ok? É aquela máxima de sempre de Aristóteles, né? Nada chega no mundo do intelecto sem antes ter passado pelo mundo do sentido. É, não está lá na tua memória. Tá bom? Pode ver o neoplatônico, reminiscência e tal, tudo mais. A gente já passou dessa fase, né? Na história da humanidade, na história do conhecimento. Já vimos que a parte que prestava e a parte que abalela, tá? Então, realmente, não vai ter de roteiro de amanhã uma coisa que não tá na minha imaginação.
que teve que estar lá na minha memória antes, não é isso? Para eu juntar. Ah, Diego, mas e o unicórnio? É, o unicórnio estava lá na tua imaginação, o cavalo, estava lá o chifre do touro, aí você tirou da memória e com a imaginação você juntou e fez uma imagem. Entende? E aí ela fica na tua imaginação, a tua imaginação, o terreno da imaginação, o futuro, o produzido, depois ele é guardado na memória de novo. Tem gente que já sabe muito mais do que eu estou falando?
E aí percebe, só guarda isso que eu vou falar aqui para vocês, só para os alunos que avançarem mais depois. O roteirista, quando guarda as coisas na imaginação para o dia de amanhã, essas coisas, quando eu imagino o meu roteiro do dia de amanhã, antes de eu cumpri-lo amanhã, ele virou passado. Ou seja, ele virou a vida do crítico. Sabe o que isso significa? que o roteirista só fala com o personagem no palco através do crítico também. Então o personagem só fala com o roteirista através do crítico e o roteirista só fala com o personagem através do crítico.
Só para quem tem essa dúvida, algumas pessoas que já me perguntaram, só para vocês saberem que quando eu penso o dia de amanhã, eu falo direto porque eu sei que a galera, sobretudo em aula como essa, a maioria aqui vai ficar enrolada. Isso que eu estou falando aqui é para de três a cinco pessoas. Passou. Vamos lá. Aí eu fiz o meu roteiro de live E tô aqui, no presente, executando a live. Quando acabar essa obra, acabou essa obra aqui, então, eu posso olhar pra minha vida agora, de fora.
Agora, eu sei que eu sou aquele Diego que acredita nessas coisas, eu sei que eu sou o Diego, aquele que fez o roteiro, é a mesma pessoa, e eu sei que eu sou o Diego, o personagem no palco. Então essa atividade do eu sei, de saber que sabe, saber que é ele mesmo que faz, saber que é aquele carinha lá com 12 anos de idade que faz aquelas coisas, aquele carinha, sou eu, sou eu quem realiza essa atividade, é a consciência. Então o que é um exame de consciência?
Eu, de fora da obra da vida humana do Diego, eu sento ali na beira da cama, ajoelho ali na beira da cama, enfim, do jeito que vocês fazem o exame de consciência. Aí eu falo assim, caramba, as coisas que ele acredita para fazer a live da experiência de vida dele, estão legais. O roteiro que ele fez para fazer a live, legal. Caramba, ele entrou pra fazer a live e fez a live. Eu tô olhando a minha vida. Caraca. E eu fiz a live que eu queria.
Eu fiz o que eu deveria ter feito. Eu vou dormir tranquilo com a minha cabeça no meu travesseiro, em paz. Eu sou aquele que sou. Eu, eu, eu. O eu do passado que acredita nas coisas o eu roteirista de vidas futuras, da obra da minha vida, e o eu que executou no palco. Caramba, eu fiz! Hoje eu vou dormir com a minha cabeça tranquila no travesseiro. Isso é uma experiência fundamental de personalidade humana completa. Por isso, o exame de consciência é a ação humana mais completa de força, de construção, de estrutura da personalidade humana.
É o exame de consciência. Então, vejam. Eu não estou falando sobre religião, vocês já perceberam? Eu estou falando sobre a atividade corriqueira da vida. Qualquer atividade da vida. Agora, eu vou falar outros exemplos dessa mesma atividade. Caraca, meu. Aquele roteiro de live que eu fiz, ficou ruim, cara. Pô, será que é o roteiro? Ou será que são as coisas que eu aprendi sobre isso, que eu acredito? Aí tem gente que vai falar assim, pô, Diego, eu acho que isso aí que você conhece, cara, sobre live...
Cara, isso aí não tá bom, não. Eu penso, ih, cara, então eu vou ter que aprender alguma coisa nova pra fazer live. Eu vou ter que aprender uma coisa nova pra fazer um roteiro diferente de live. E aí vou ter que executar de maneira diferente. Então, tem gente... Terapia normal. Uma terapia de um cara sobre casamento. Aí o cara está falando sobre casamento. Casamento. Aí ele começa a falar. Bom, porque... Presta atenção aqui. Casamento é assim mesmo, né? Casamento é... Ele se desgasta com o tempo.
Isso que esse cara está falando é uma verdade que ele tem sobre casamento, é o que ele acredita sobre casamento. Ele está olhando para o casamento com os conhecimentos passados da vida dele e ele está emitindo esse juízo, essa sentença verdadeira para ele, que vem do passado. Acho que casamento se desgasta mesmo. Como a nossa baliza da vida futura, todo o olhar nosso da vida futura é fundamentado pela experiência passada, que é inclusive a estrutura do método científico. O Sol nasceu há 200 anos, nasceu semana passada, nasceu ontem, nasceu hoje.
O que vai acontecer amanhã? O Sol vai nascer. Dito na teologia por São Paulo, a fé é o fundamento da esperança. Então, aquilo que acredita, que você acredita, é aquilo que você espera. Eu acredito na bondidade das pessoas. O que você espera das pessoas? Que elas tenham atos de bondade. Eu acredito que nenhum homem presta para nada, porque eu fui violentada quando era mais nova. Eu nunca vi nenhuma família dar certo. Você não espera que uma família dá certo, ou seja, você espera que uma família sempre se destrua.
Você espera que todos os homens sejam safados. Vocês entendem o que é a fé, o fundamento da esperança na teologia? O que é o método da indução? O método da dedução? O método da indução matemática? A nossa intuição, que é o nexo do silogismo? Isso tudo vem da experiência passada que fundamenta as possibilidades de roteiro da vida futura. É por isso que quando a gente fala assim, o que é enriquecer o imaginário? Eu vou ler literatura, que é um monte de obras passadas. Porque com toda aquela mescla, com todo aquele caldo de experiências passadas, você vai ter uma possibilidade sempre de ser um bom roteirista de obras futuras.
Entendeu? Um grande roteirista, um grande compositor, o que ele carrega? Ele carrega essa base. Um grande poeta carrega decorado muitas obras e sabe muitas obras de poesia e já leu poesia. E assim funcionam as coisas. Então vejam, esse cara acredita que casamento se definha com o tempo. Ele acredita nisso. Então, qual vocês acham que é o roteiro que ele espera para o casamento dele? ele espera que o casamento dele vá definhar. E aí, quando ele entra no palco da vida, no casamento dele, se as coisas começarem a dar errado, ele começa a lutar pelo casamento?
Não. Ele acha que aquele é o casamento mesmo, de briga, que dá errado, que é assim, que se desgasta. Aí você tem que fazer uma terapia para ajustar isso no cara. Fala, meu irmão, vamos lá. Deixa eu falar contigo sobre casamento. Aí, se tu conseguir ajustar isso nele, de repente, ele começa a ganhar uma esperança no casamento. Aí, de repente, ele começa a mudar as ações dele no casamento. Você vê, essa estrutura toda que o pessoal fala da PNL. É só isso. A PNL, os métodos skinianos, behavioristas, A terapia cognitivo-comportamental são essas bases mais baixas da experiência mais simples humana.
Por que a terapia cognitivo-comportamental é a que mais funciona por aí? Ela é a que mais funciona por aí, porque ela carrega a estrutura de crença fundamental, como balizando a vida futura do cara. Então, quando a crença é disfuncional, o terapeuta cognitivo comportamental, ele tenta mudar uma crença fundamental no cara, pra ver se aquele cara muda aquele roteiro. Obviamente, eles não compreenderam essa estrutura ternária, e eles não compreenderam que é o buraco negro das ondas da terapia cognitivo-comportamental. Eles nada sabem sobre consciência humana. Nada sabem.
É a tragédia da TCC. E eu sei isso porque eu fiz pós-graduação em TCC e eu sempre instigava essas perguntas da consciência, da consciência, da consciência, para ver se eles percebiam a ligação do crítico com a consciência. Mas não saía nada. Não saía nada da consciência. Enfim, ok. A partir disso, então, dessa experiência que estou falando para vocês do senso comum, de percepção do que é a personalidade, de como nós executamos na prática, no dia a dia, o que é a felicidade humana e o que é a tristeza humana.
Então, o que é a felicidade humana? A paz. é poder dizer, eu sou aquele que sou. Eu fiz o que eu deveria ter feito. É por isso que uma vida sem a obra de luta, ela definha como a vida de um animal. Ela é deprimida, ela é depressiva. Ela não tem o movimento, ela não tem pressão para executar o movimento da vida normal. Ela não tem exame de consciência. É a pessoa que não vive, ela não tem consciência. Não tem consciência. Ela não consegue dizer assim, ó, eu, a obra da minha vida, eu tô fazendo isso aqui.
Ou porque ela não tem roteiro, ou porque as crenças dela são todas zoneadas, como é muito comum hoje em dia. Por exemplo, essa zona que existe na psicologia, na psiquiatria, essa zona complexa pra cacete, vem de onde? Vem de uma quantidade de conteúdos absurda. Então as pessoas ficam consumindo, consumindo, consumindo, consumindo conhecimento, conhecimento, conhecimento, conhecimento, conhecimento, conhecimento e não realizam o movimento da vida, da obra da vida humana. Aí elas são aquela personalidade Caricatural, o que é caricatura? Tu pega uma coisa, o cara é orelhudão, o cara tem maior orelhão.
Eu diminuo todos os traços comuns dele e aumento aquilo que é característico, né? Então o que é personalidade humana caricatural? Aquele cara que fala, fala, fala, critica, sabe, sabe, sabe, fala, sabe, sabe, sabe, sabe, sabe, e aí tu fala assim, cara, mas e a tua vida, meu irmão? O que é que tu vai fazer da tua vida? Ah, não sei, cara. Tô pensando ainda. Então não tem nada aqui, vocês entendem? Não tem movimento. Eu atendo pessoas muito inteligentes, com muito conhecimento, que são depressivas. Por quê?
Porque estão com 45 anos e não tem nada na vida delas. Tem nada na vida delas. Não casaram, não se dedicaram à religião, não fizeram isso. Aí dedicaram ao trabalho, de repente. Trabalharam pra caraca. mas começaram a sentir o cheiro de morte, que é a vocação de tudo que é material. Tudo que é material trai a nossa vida com depressão em algum momento. Por quê? Porque tem cheiro de morte. Como é que você aposta todas as fichas num bem material que sempre vai te trair? Por eles terem a vocação de definhar qual é a característica que é própria, que é propriedade daquilo que é material.
Se desgastar e morrer. Então você vê... Agora vou falar outra personalidade caricatural. Aquele cara, meu irmão, que sabe o roteiro para resolver o problema da vida de todo mundo. O roteirista de todos os problemas de governo e de vida. Aí isso aqui é inflamado, né? É legal pra caramba quando a gente sabe, se acostuma com isso e vai vendo as personalidades na terapia e a coisa vai se iluminando pra você, sabe? Você tá vendo a pessoa, ela tá falando sobre qualquer assunto. Então tu tá vendo o eixo da personalidade dela que você tá tentando tratar e você tá ali sentado e aí você já sabe perceber se ela tá falando sobre as verdades.
que o crítico dela se relaciona sobre aquilo que é bom para o roteiro da vida futura dela ou sobre aquilo que ela executa no palco da vida com os sentidos, né? Que são muito próprios das atividades. Que beleza, cara. Olha que beleza aquela jogada do Messi. Olha que beleza aquela obra de Bach, aquela composição. Olha que beleza aquela torta de limão. A beleza do mundo dos sentidos. Então você vê, aí aparece a personalidade típica do nosso tempo. Quer dizer, típica do nosso tempo entre aspas, porque com o advento da internet e com a quantidade de obras intelectuais, a gente também, e com a educação do Paulo Freire, a gente tem as personalidades extremamente doentias aqui, com um suposto excesso de conhecimento e que tem uma vida uma bosta, né?
Não tem nada de bom na vida da pessoa. Aí a gente tem aquela outra pessoa com essa parte aqui da personalidade inchada, inflamada. É o cara que você pergunta a ele, mas o que você acha, cara, disso aqui? Sei lá, meu irmão, tô nem aí pra isso, pô. Cara, eu... Não, não, isso aí não... Não quero conhecer isso, não, cara. Isso não me interessa, não. É, cara, mas isso pode interferir na tua vida. O que você vai fazer amanhã, cara? Tua vida financeira amanhã e ter família amanhã.
É ali, cara. Que mané o amanhã, pô. É viver o tempo presente, pô. É carpe diem, meu irmão. Vive o dia de hoje, pô. Que se dane amanhã. Ele ainda lança uma frase de efeito do Evangelho. A cada dia basta o seu próprio sofrimento, pô. Que se dane o dia de amanhã. Aí esse é o cara que normalmente é o hedonista, é o materialista. Que se dane, vou gastar tudo hoje, vou fazer tudo hoje, eu vou pegar essa mulher hoje. Que se dane, ele vive assim, vive com o testículo.
Que se dane o passado se eu fiz uma promessa no altar para minha esposa. Que se dane se pegar essa mulher aqui, vai destruir meu casamento amanhã. O negócio é o hoje, o negócio é o hoje. Hoje, vocês percebem, vocês conhecem, obviamente, as pessoas assim. Então, vocês vejam. De maneira simples e rápida aqui, eu acabei de apresentar para vocês, além da estrutura inicial da personalidade, um modo gigantesco de como se analisa uma obra da vida humana.
Uma obra da vida humana. Uma obra de teatro. Uma obra de um edifício. Uma obra de 30 anos de casamento, de 50 anos de casamento. Como que se analisa isso? Desde Aristóteles a gente já sabe fazer isso. Se for torta de limão... Por que você come e por que você não come?
O cara olha a torta de limão... Se o cara não estiver preocupado com o dia de amanhã ou com o passado, ele olha para a torta de limão. Que beleza, hein? Beleza nos sentidos gastronômicos, né? Aí ele vai lá e come a torta de limão. Ok. Para ele, vai fazer alguma diferença na vida dele? Caramba. Se for um cara normal, tranquilo. Agora, se tu pega o cara que é diabético, o que a torta de limão vai fazer com ele amanhã? É ferrar esse cara, né? Aí, se ele olhar pro passado e pro futuro da vida dele, aquela torta de limão pra ele é um bem?
Isso aqui é a bola do bem, né? Que vocês veem nos meus desenhos. Como é que eu sei se isso é um bem pra ele? Você sabe como é que você avalia uma coisa pra ver se ela é um bem? Se ela é uma boa obra completa? Não adianta só ela ser bela, não, pô. Ela precisa ser bela, verdadeira e boa. O que significa isso na prática? Pô, se aquela mulher é bela pra você, só que você é casado, cara, Ela vai fazer mal pro teu casamento, pô.
Então ela não é um bem pra você, não é. Pra um outro cara que é solteiro que vai conhecê-la, ela pode se tornar um bem. Agora, vou dar um exemplo de avaliação de obra de arte de filme que a gente vê. Por que o filme Shrek é um filme ruim pras crianças? É uma obra de arte ruim? Porque no Xurek, o rei é o malvado. O príncipe é o malvado. E o monstro é o bondoso. Então, uma criança começa a associar bondade com feiura e maldade com beleza.
Então, essa criança vai ser aquelas crianças que um dia entram num grande castelo bonito. Aí elas ficam criticando, falando que é absurdo isso aqui, porque com o dinheiro disso aqui podia ter alimentado as pessoas e não sei o que lá e tal. E quando elas veem a miséria e a fome, elas acham que aquilo ali é a vida humana. Tu vê, hoje em dia a cabeça de socialista e marxista é impregnada desse tipo de avaliação de obra, um problema de crítica literária. Então vocês veem, eu me lembro até hoje quando eu era moleque, eu entrei num lugar onde a galera tava assistindo malhação, né?
Foi bem na época que eu li Aristóteles, sei lá, 19, 18, 19 anos. Acho que eu estava na escola naval. Não era no terceiro ano do colégio naval. Tinha 17, 18 anos. Aí o pessoal estava vendo Malhação. Aí tinha uma boca de fumo. E na boca de fumo, nego sorrindo, nego alegre e tal. E o cara da sala de aula, cara, o moleque que estudava, fazia as coisas certinhas, era um mongoloide, era um retardado. Aí eu falei, cara, olha que sacanagem, meu irmão, isso aí, cara.
Nego tá associando a felicidade, o sorriso, com a boca de fumo. Porra, e quem conhece a boca de fumo sabe que lugar infernal é aquele, né? Então, você olha para uma obra de arte, porque a malhação é uma obra. A gente tem que ver a crítica literária, uma crítica de cinema, uma crítica de romance, uma crítica de novela para a malhação. Como é que a gente critica? Você pode dar 10 em fotografia para a malhação. A imagem é boa? Dá 10 em fotografia. Em trilha sonora, você pode dar 10.
Agora, em roteiro, É zero, pô. Por que em roteiro é zero? Porque aquele roteiro, ele é contrário à realidade da vida humana. Então as obras de arte, elas deveriam ser analisadas daquele jeito normal. Quando que o belo é belo? Quando ele é verdadeiro e bom. Quando que o bom é bondade? Quando ele é verdadeiro e quando ele é belo. E quando que a beleza é bela? Quando ela é verdadeira e boa. Quando que a verdade é verdade? Quando ela é bondosa e bela. É assim que a gente avalia a vida humana, pô.
Então, o cara que viu uma mulher na frente dele, se ele soubesse disso, da personalidade dele, e olhasse só um instantinho, pro passado e pro futuro, e olhasse a obra completa, cara, vamos lá, tô fazendo um roteiro aqui de pegar essa mulher, ou de ficar vendo aqui pornografia na internet, ou dizer aquilo lá, o cara só sabe viver com o testículo. Ele tá ali, só no presente, a personalidade inflamada, né? Aquele personagem que não sabe se controlar no palco. ele não consegue lembrar das crenças dele, das promessas que ele fez no passado, e ele não consegue lembrar do roteiro infernal de vida que ele está construindo.
Isso é uma obra da vida humana normal. Eu digo, por que vocês chamam de roteirista crítico e personagem? Pô, pessoal, se eu quisesse expressar hoje uma personalidade, Uma personalidade famosa. Eu quero que vocês conheçam Napoleão Bonaparte. Qual é a melhor maneira que eu tenho para mostrar personalidade para vocês de Napoleão Bonaparte? Você vai falar, Diego, eu vou ler um livro. Eu vou ler lá. 1789, Revolução Francesa. Vou começar a ler aquela época toda lá de Napoleão Bonaparte. dele conquistando a Áustria e tudo que ele fez na Europa.
Até, obviamente, os problemas com os russos e os ingleses. Aí, Napoleão Bonaparte. Vamos lá. Vou ler a obra passada dele. Beleza. Se você ler um livro de história, você vai conhecer bastante coisa passada sobre Napoleão. Você vai ser um crítico. da obra, igual o pessoal fala, porque eu já li vários livros de Napoleão Bonaparte, então eu já sei bastante coisa da história dele e tal. Mas por que esse cara não consegue fazer avaliações coerentes? Ele é um marxista, por que ele não consegue fazer avaliações coerentes sobre a Revolução Francesa?
Porque o roteiro de vida dele não é bom. porque a moralidade dele, dos comportamentos dele no palco, no presente, não são belas. Então ele não consegue entender, quando ele lê Revolução Francesa, só porque ele é imoral, só porque a vida que ele escolheu pra ele, no futuro, o roteiro de vida dele é uma merda. Então ele não consegue entender o que é Revolução Francesa. Aí, a gente que é ajudar esse cara. Pô, vamos lá, meu irmão. Eu vou te mostrar aqui, então, pra você conhecer mais de Napoleão.
Eu vou fazer um roteiro de uma obra. Vou montar um cenário, vou botar coadjuvantes, vou botar paisagens. Eu vou montar o... Até o Egito, onde Napoleão foi, onde viu as obras das múmias e sarcófago. Vou montar um puta de um roteiro. Vou pegar todo o conhecimento do passado que se tem sobre Napoleão e vou escrever um puta de um roteiro. E aí eu vou pegar um personagem que se pareça muito fisicamente com o que a gente tem de desenhos das pinturas sobre Napoleão.
Um personagem que tenha atitudes que se pareçam com aquilo que a gente achava de Napoleão. Napoleão era alto. Pô, Napoleão era alto. Pô, tu vai pegar um personagem baixinho, cara? Pô, Napoleão era mais branquinho, meio aloeirado, com olhos mais claros. Pô, tu vai pegar um personagem com pele escurona, com cabelo rastafari. Aí a gente vai olhar assim e vai falar assim, pô, cara, O roteiro dessa obra até que é legal, mas que personagem fraco, né? Ou então pode acontecer o contrário, né? Você pegar um roteiro horrível de obra, tu fala assim, pô, mas o personagem é o Brad Pitt, meu irmão.
Pô, o personagem é sinistro, mas esse roteiro é muito pouco pra ele. Igual a gente analisa a personalidade das pessoas assim. Caraca, meu irmão, quanto intelecto que esse cara tem, cara. Pô, esse cara não devia estar aí, pô, realizando esse tipo de serviço, pô. com o intelecto desse cara tem, esse cara ia ser muito melhor aproveitado como um professor, como um cientista. A gente não analisa, assim, as obras? Então você vê um personagem no palco, você olha para certos domínios que ele tem, aí tu fala assim, esse roteiro não é para o tamanho desse personagem.
Vocês entendem como a gente faz isso sempre naturalmente? Eu podia... É que são 10h10 da noite. Eu podia pegar a profissão de cada um de vocês aqui. Cada um de vocês aqui. a vida prática de cada um de vocês aqui, e desenhar aqui pra vocês, com tranquilidade. Eu poderia pegar aqui, pro pessoal daqui que é de direito, e mostrar completamente todas as teorias do direito aqui, tranquilamente. A gente poderia pegar código processual penal, código penal, e colocar tudo aqui. Ah, eu tenho a intenção, eu fiz um roteiro pra matar.
Ah, então o crime é doloso. Ah, eu não tive a intenção, eu matei sem o roteiro de matar. Pô, então o crime é culposo, o personagem cometeu no palco, mas o roteirista não cometeu, porque ele não tinha intenção. Então a tua personalidade inteira não estava envolvida na obra, foi só uma parte da tua personalidade, a parte do personagem no palco. mas o roteirista não participou. Ou então eu vou ver o quanto a pessoa sabe de direito e de leis, para saber o quanto o crítico sabia do que estava fazendo, para a gente ver negligência, imprudência, imperícia.
Vocês entendem? A gente pode botar um método científico aqui. Diego, por que tu quis então estabilizar assim? Porque há milhares de anos, A gente nunca achou uma forma melhor na história da humanidade para falar sobre a vida humana melhor do que o teatro. Nunca achamos. Então, eu só fiz o que eu falo para vocês fazerem. se demorarem nas coisas que têm valor. Aí eu olhei para a história e falei assim, o que o ser humano não consegue destruir? O que permanece na história? O que vai modinha, sai modinha?
Vai Freudzinho, vai Jungzinho, vai Lacanzinho, vai ter a TCC, vai não sei o que lá. O que vai e passa e é modinha? Aí tem a segunda onda da TCC, a terceira onda da TCC, o que vai e passa? E o que fica? Fica sempre o teatro como arma principal do ser humano através de um diretor, de um compositor, aquele que tira do seu baú coisas novas e coisas velhas, fazer roteiros e escolher personagens para entrar no palco para interpretar. Aí a gente olha com a consciência uma ciência, um conhecimento conjunto.
Eu sei que sou aquele cara que conhece. Eu sei que fiz o roteiro. Eu sei que atuo no palco. Esses três sou eu. Quando a gente olhar para a tradição judaico-cristã, para ver o ser humano sendo formado por imagem e semelhança de Deus, e olhar que existe um grande legislador, um grande roteirista, um grande arquiteto. O arquiteto pessoal da maçonaria fica logo oriçado. Um grande engenheiro da história da humanidade. E aí esse cara...
E a aula que vai entrar amanhã na comunidade. O espírito da obra. O questionamento da quarta aula de gramática e literatura da comunidade era qual é o vínculo indissolúvel entre um homem que cria uma caneta e a caneta. O espírito da obra. O espírito das leis. O espírito da escultura. quando é dada para o personagem no palco, um personagem que, se fosse um personagem perfeito, cumpriria toda a vontade, toda a vontade do roteirista. E eles se conhecem profundamente.
E o que o personagem prova no palco e os juízos que ele faz do que ele prova no palco, é exatamente o que o roteiro sabe que tem que colocar como vida futura, e aquilo que o roteirista planeja é exatamente o que ele cumpre. E quando parece que a coisa vai dar errada, a gente vê aquele cara forte, com unhas e dentes, que fala, porra, eu vou manter minha palavra, eu vou lutar até o fim, eu vou morrer por isso. E tu fala assim, caramba, que grande personalidade.
porque a gente sente a presença de uma grande unidade entre o que ele conhece, o que ele planejou e o que ele vai executar no palco. Vocês entendem? A experiência cabal da força da personalidade humana é o tanto que essas três pessoas são unificadas, são unas. O que ele fala é como a vida dele. O roteiro da vida dele é como ele fala. E a gente sabe disso. Então, existia uma discussão na Idade Média se a unidade era um quarto transcendental. A gente tem aqui os três transcendentais.
É óbvio que a unidade é um quarto transcendental. Só que ela não é um quarto. Ela é o transcendental da consciência, que é a unidade das três pessoas. Então, quando eu olho para o homem Uno, O que atrai a unidade do homem é a unidade de vida. Isso fura a gente. A gente é transpassado pela unidade de vida humana. E também somos transpassados pelas verdades, pelas belezas e pelas bondades, que são esses transcendentais de cada uma das três pessoas em separado. Então, parece que eu posso me relacionar com o homem, a pessoa, num lugar chamado consciência, fora desse tempo?
Ou eu posso entrar no tempo? Eu posso espraiar a vida humana, dilatá-la no tempo, no passado, no presente e futuro, para me relacionar com a vida humana desses três modos? Se vocês entendessem de doutrina da Igreja Católica e das heresias, e vocês conhecessem uma heresia chamada modalismo, vocês iam ver que olharam para Deus e o confundiram com o ser humano, porque falaram que ele era uno e três pessoas, mas de três modos diferentes, sendo uma pessoa só. Só que esse aí que o modalismo falou, a heresia modalista, ela falou sobre o ser humano.
Eu sou três, é óbvio que eu sou um só, mas eu sempre apareço de três modos diferentes, sempre apareço de três modos. Eu sou imagem e semelhança, só que Deus é o contrário, né? Imagem e semelhança. Vocês já se olharam no espelho pra ver imagem e semelhança? É igualzinho? Não, não. Tá rebatido, pô. Tá rebatido. Eu sou de três de modo diferente. Deus não. Deus são três mesmo. Porque ele se dilui no tempo pra encontrar o ser humano. Então, respondendo a pergunta do início da live, comigo acontece com certa naturalidade?
Deus está rezando para a futura providência divina, para as coisas da vida futura, para a ordem do mundo. Sai para mim naturalmente eu rezando para o Deus Pai, para o roteirista do mundo. E é óbvio, ó, eu tenho desde os meus 16 anos, não tá aqui agora, depois eu mostro uma foto pra vocês, eu tenho desde os meus 16 anos plastificado uma ladainha do Espírito Santo que eu fiz, que eu peguei, na verdade, é a tradicional da Igreja Católica, e três orações do Espírito Santo que eu fiz e plastifiquei com 16 anos, lendo a vida de São João Maria Vianney, E sempre foi a oração que eu fiz para conhecer as coisas profundamente.
Sempre foi essa. Conhecer, conhecer, conhecer. A fluidez da vida do roteirista e do personagem no palco. E quando eu tô atuando como personagem no palco, a do sangue, a do meu sofrimento, a dos meus filhos, quando eles se machucam, quando eles tropeçam, eu boto a mão, eles botam a mão em cima de mim, da minha, ou um irmão faz com o outro, e nós oferecemos para nosso Senhor Jesus Cristo, o personagem no palco, de carne e osso, de corpo e sangue, a alma e divindade. Vocês entendem aquela vida de eu tô atuando aqui, eu e você, olhando um nos olhos do outro.
A perfeição da personalidade deveria permitir para cada um de nós, se eu estou falando da memória... Então, vocês veem, eu vou parar por aqui já, já. Vou responder uma pergunta ou outra aqui. Mas se vocês vissem tudo que vai entrar aqui, que entra aqui, quem já fez o curso da personalidade humana, o pessoal da comunidade, todas as virtudes, as três virtudes teologais, as quatro virtudes cardiais, os transcendentais, tudo que entra aqui, tudo, tudo! Que foi, inclusive, o único juízo que eu sei que eu tenho do padre Paulo Ricardo sobre isso.
Um, caramba! Está tudo aí. É o único juízo que eu tenho do padre Paulo Ricardo até hoje sobre isso aqui. Se vocês olharem com calma e começarem a fazer exame de consciência, um exame de consciência decente, E olhando para essas lives aí, a galera que fica maratonando as lives, o pessoal da comunidade. Não adianta. Não adianta. Não se faz nada assim.
Vocês veem, né? Tem gente que fica me perguntando assim, caramba, professor, tu é estranho, pô. Na verdade, o pessoal me acha estranho no quartel, lá nas forças especiais. Pô, o cara é comanf, paraquedista, mergulhador. E é professor de filosofia. Aí, quando eu estou no mundo dando aula da filosofia, nas universidades, nas empresas, dando aula, dando palestras e tal, eu falo, cara, um professor de filosofia. É comanf para que a gente... Por que que eu confundi essas paradas assim no Entende? Porque a gente fica com essas merdinhas.
Eu vi uma vez um professor fazendo... uma adaptação das possibilidades da personalidade humana com as castas hindus, né? Eu falei, cara, como aquilo desorienta as pessoas, meu irmão. Não, eu tenho vocação sacerdotal, eu tenho vocação de cavaleiro, eu tenho vocação de plebeu. Eu falei, cara, que merda, meu irmão, de referência da personalidade. Que merda! Se o cara que vive... O professor de filosofia, se ele não sair desses devaneios obsessivos do mundo do intelecto e completar a obra, fazer um roteiro de vida humana e realizar a vida humana...
Que merda de vida fica ali? É por isso que uma vez o pessoal me falou assim... Pô, professor, eu ia entrar pra um instituto e tal. Pô, o que você acha? Falei, meu irmão, Eu atendi algumas pessoas que vieram desse instituto. E que dificuldade que eu tive dessas pessoas que acham que vivem uma suposta vida intelectual, seja lá o que seja isso, vida intelectual. Não existe vida intelectual, porra. Existe a obra da vida humana. Aí ficam esses carinhas casados, com filhos, querendo estudar para caraca, tirar o tempo perdido.
Vou ler um monte de livro, não sei o que lá. Fala, vida não se vive assim. A gente estuda um pouquinho. Pega aquele pouquinho que a gente estudou. Faz um roteiro. Você vê. Eu, há uns quatro dias, li umas coisinhas no livro do Louis Lavelle. Uns quatro dias. Desde então, eu não li e não ouvi praticamente mais nada. Eu só tenho anotado e ajustado certas coisas na minha vida, e todo dia estou testando para fazer exame de consciência para ver se é aquilo mesmo.
Então, cara, me dá uma pena, hoje em dia, quando eu vejo uma suposta vida intelectual assim, e tu olhar para a pessoa, E ela ter o casamento destruído, ter a vida toda loprada, e tem gente que fala assim, não, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Eu falo, meu irmão, então tu é burro pra caraca, tu não sabe o que é a vida humana. Eu falo pra galera, se eu soubesse o que é personalidade humana, a gente nunca tinha considerado, levado a sério um livro do Freud, um livro do Marx.
Se a gente olhasse a vida dos filósofos pós-modernos franceses, do Derrida, do Sartre, se a gente olhasse a vida, a gente nunca ia ler uma linha da filosofia desses caras, pô. Nunca ia ler uma linha. Hoje em dia a gente tem que ler. Por que a gente tem que ler? Porque o Sartre... É um dos caras mais citados nos trabalhos acadêmicos. Aí tu tem que ler. Aí tu vai ler, meu irmão. Cara, eu me forço muito a ler. Porque aquilo é uma depravação, cara. Uma perda de tempo, Freud, cara.
Que nojeira, meu irmão. Que nojeira de você ler um maluco que com a obra dele se matou. Porra, que nojeira de tu ver a vida do Karl Marx, cara, de moralidade, de sexualidade, de covardia. Eu não tô aqui falando que o cara foi pro inferno ou não. Não tem nada a ver com isso. Se vocês olharem e vocês têm que unificar o que eu falo das lives, Se vocês pararem agora e falarem assim, ah, não, mas eu já vi a live da esperança invencível do professor.
Eu sei que ele já fez até penitência por falar em público do Freud, do Marx, pra ver se esses caras se salvem e vão pro paraíso. Isso não tem nada a ver uma coisa com a outra. O que eles não podiam é ser referência nossa, da nossa sociedade, de trabalho acadêmico. Por quê? Por quê? Por que quando a Maria Rita toma café gelado, Minha filha, ela toma café gelado. Aí, ela faz um juízo sobre o café. Pô, papai, café é ruim, né? É gelado. Não, não, filha.
Calma, filha. Você só teve uma experiência ruim no mundo. Não faz esse juízo estabilizado e não acha que o café vai ser sempre assim, não, minha filha. Papai vai te mostrar o café quentinho no mundo. Sabe o que isso significa? Que para o ser humano, a vida moral é a premissa da verdade intelectual. Sabe o que isso significa? Significa aquilo que Aristóteles falou há 2.300 anos. O imoral não deveria ter direito de fazer filosofia.
O cara que é desprezado pela comunidade por não ter uma vida decente jamais deveria ser ouvido em público. Não estou falando que a gente tem que desprezá-lo, não amá-lo, não é nada disso. Não é nada disso. Mas a gente não deveria deixar esse cara falar como professor. Não deveria. porque a verdade não está com o imoral, não está com o imoral. Então eu sempre vejo a obra completa do cara antes de me aprofundar nele. Quais são as exceções para mim? São as que são referência para a sociedade e, obviamente, eu vou ter que lutar contra isso, é óbvio.
Então aí me obrigam a gastar meio ano da minha vida lendo Freud. Por quê? Porque levaram esse cara a sério. Esse somos nós. Por quê? Porque a gente não conhece a estrutura da obra de teatro, que é como a gente vive. É como a gente vive. Por que eu tomo café de manhã? Porque eu tomei café, fiz um juízo pro café, aí o juízo dava uma sensação de bem. Aí eu falei, pô, amanhã, quando eu for no mercado, vou comprar café. Aí você toma o café, faz, ajusta teu juízo sobre o café, aí vê, caramba, o café ficou caro pra caraca.
Pô, não vou mais botar no meu roteiro amanhã. Aí ajusta a vida, aí faz juízo sobre os ajustes à vida humana, aí faz o roteiro pra amanhã. Nossa vida! É o método científico. É a estrutura da personalidade humana. Caramba, Diego, mas por que tudo é assim? Porra. Porra. Quem que pensou em todas as coisas? Foi a mesma cabeça. A mesma cabeça. Vocês acham que é sem querer? Sem querer, a estrutura jurídica, desculpa, a estrutura das nossas formas de governo, sem querer, ela é legislativa, executiva, e judiciária.
Vocês acham que é sem querer que a gente funciona assim? Vocês acham que é sem querer que no método científico eu pego as experiências do passado, aí faço uma hipótese. Porra, olha o sol aqui ó, ele tá nascendo direto, tá nascendo direto. Há vários anos. Tá na minha memória, é isso. Pô, vou fazer uma hipótese, hein? Eu acho que o sol nasce todo dia. Hipótese. Aí eu vou pro laboratório. Vai, pega tua amostra aí, começa a testar no laboratório. Laboratório, laboratório, laboratório. Fica observando no laboratório, na vida real.
Aí tu ajusta ter um juízo ou não, pô. E eu vou ajustar, sabe o que eu vi no laboratório? Que não só ele nasce todo dia, como ele nasce num período muito próximo de 24 horas. Pô, legal, mais um juízo, aperfeiçoa. Pô, então faz uma nova hipótese, beleza. Agora olha pro laboratório, vão ficar vendo se é esse mesmo tempo dele. Não é isso o método científico? Essa é a personalidade humana. Não tem por que a gente achar e aí ficar com essa bobeira. Com essa bobeira.
Eu vejo, eu acho uma pena, uma pena quando eu vejo um católico, por exemplo, falando assim, não, metafisicamente e tal, vou explicar aqui metafisicamente as coisas para vocês. Eu falo, que metafisicamente, cara? A metafísica não é para a gente. A metafísica é de Deus. Para a gente é o contrário. É mundo sensível. Nós chegamos no mundo sensível. Nós vivemos no mundo sensível. E é através da criação do mundo, do mundo sensível, que nós podemos acessar a metafísica. Só que para a metafísica, para o metafísico, para o ser, O mundo sensível existe pela palavra dele.
Então é rebatido. É imagem e semelhança ao contrário. Do mundo da metafísica e da palavra surgiu Ex in Hilo, a criação. E a criação, através da palavra, pode voltar para o mundo metafísico. Mas nós não temos experiência com Deus pela metafísica. Nós temos, como disse São Tomás de Aquino, através da sua criação e da sua obra. É assim que funciona pra gente. Não tem essa bobeira de... Ah, metafísico... Como é que é o céu metafísico? Não, o céu metafísico é uma ova do céu metafísico, porra.
Que céu metafísico? Então, psicanálise ruim... Psicanálise é uma bosta, uma merda completa, porra. Psicanálise é uma merda. E os psicólogos que ficam com essa babaquice de... Tudo é legal, tudo é importante, é uma ova, uma merda. uma merda. Quem me acompanhar um tempo aqui vai ver escrito, desenhado no mundo um cheiro que não existe essa babaquice de que tudo é um pouquinho, tem um pouquinho de verdade, de não sei o que lá, uma ova para vocês. Uma ova que é assim. Existe uma forma da trindade, de uma presença, de um domínio e de uma trindade que é a perfeição.
E eu falo assim, ah não, mas a maçã tá só com uma partezinha podre. E vocês dizem isso? A porção do fundo oeste da maçã tá podre ou vocês falam assim, a maçã tá podre? Ah não, professor, mas a maçã não tá toda podre. Eu posso tirar uma coisa boa de Freud? Vai lá, sabichão. Eu vou falar para vocês, sabe quem pode tirar uma coisinha boa de Freud? Quem conhece a perfeição da personalidade humana.
Quem conhece a perfeição da personalidade humana pode ir lá no Freud e ver nitidamente. o que que tá mais ou menos ajustado com a perfeição e o que que tá ruim. Agora, se você não tem uma estrutura de perfeição da personalidade humana, como é que você vai tirar o que presta e o que não presta de Freud? Me fala você. Então, como é que pode ter um cara no mundo que fala assim, ah, não, eu tiro um pouquinho de cada um. Ele falou, meu irmão, se você tá falando isso, que você tira um pouquinho de cada um, você tem que falar o seguinte, eu vou melhorar então a tua gramática.
Eu montei a minha estrutura da personalidade humana e eu sei o que tá certo e o que tá errado no Freud. Você é isso. Então, se você é isso, para com essa babaquice de falar assim, não, tem um pouquinho de bom em cada um. Não tem, pô. O que é bom é a sua estrutura da personalidade humana. E aí você diz o que tá errado lá e o que tá certo. Não existe isso de é um pouquinho bom, de é não sei o que lá. Ah, não, dá pra aproveitar isso aqui do Freud, dá pra aproveitar isso aqui não sei o que lá.
Aí eu falei, baseado em quê? Que você aproveita um pouquinho e joga o resto fora? Você tá comparando Freud com o quê pra dizer que isso é bom e que isso é ruim? Aí eu falei, ah, é não, tô baseado na psicologia otomista. Porra, então só existe a psicologia otomista pra você. Por que que eu não sou psicólogo otomista? Porque, para mim, tem certas coisas que São Tomás de Aquino acertou e tem certas coisas que a gente já sabe que São Tomás de Aquino... Não é que ele errou.
A gente sabe as coisas que ele errou, mas que não estão escritas em São Tomás de Aquino. Tanto é que ele não fez uma psicologia tomista. Então, eu olho para como está a estrutura da personalidade humana e eu entendo e eu sei, no tomismo, o que dá para aproveitar e o que não é. E ponto. Então a gente não precisa, por uma falsa humildade, por esse ecumenismo psicológico, sei lá, o que que nego acha, cara, uma merda completa, pô. Ah, não, dá pra aproveitar um pouquinho disso aqui, porque baseado em quê, pô?
Em quê que você tá se baseando pra dizer que um pouquinho é certo, um pouquinho é errado? Ou a gente tem uma estrutura da personalidade, ou não tem. Se vocês têm, sabe o que que vocês têm que fazer? Se vocês têm uma visão de mundo, uma antropovisão, uma cosmovisão, uma visão de realidade, sabem o que vocês têm que fazer? Porque a nossa vida é muito cara e séria. Vocês têm que jogá-la aos leões e começar a comparar. Há um tempo atrás, o pessoal começou a me dizer de uma galera que estava falando mal da minha estrutura da personalidade.
Pô, eu, finalmente, eu fiquei animado. Eu falei, pô, me fala aí, me manda... Não precisa nem me mandar o nome da pessoa, pra não ter ranço, né? Pô, mas me manda o que é pra eu tentar ajustar e melhorar. Igual eu faço, meus alunos vão mandando as dúvidas, aí eu vou... Caraca, então, essa não é a melhor maneira que eu expliquei. Eu vou explicar de uma maneira melhor. Vocês já devem ter visto esse desenho aqui trocado com as pessoas num lugar diferente. Aí um aluno tirou uma dúvida comigo.
Aí eu falei assim, ah, não, desculpa, cara. É porque eu tô fazendo aqui de qualquer jeito, mas eu vou botar o personagem pra baixo, o roteirista no futuro e vou desenhar o tempo. Aí melhorou pra eles, me manda. Porra, mas o pessoal mete o malho. E aí quando a galera fala assim, porra, mas é, o que é? Aí não, não, o pessoal falou que não estudou a fundo, não, só... Só acha que é muita pretensão, entendeu? Tua, tendo... O que é muita pretensão, pô? Pô, se o cara tá falando que tá errado ou que é ruim, significa que ele tem uma estrutura da realidade e de perfeição e da personalidade.
Então é muita pretensão de todos nós. Mas essa é a nossa pretensão, pô. As pessoas entram em depressão porque elas não têm a audácia de carregar o mundo nas costas no seu tempo. No seu tempo, porra. Porra, vocês acham que, por exemplo, eu sou católico, eu ofereço a minha vida e a minha família, você vê hoje na missa, a gente bota lá, toda a missa com a minha família, a gente bota a mão, todo mundo, eu, minha esposa, bota até da Maria Clara, que é a nossa assistente da filha, com cinco meses, bota a mão em cima do outro.
E toda a missa, no ofertório, a gente oferece a nossa família para a igreja católica. Senhor, nós te oferecemos a nossa família para a igreja católica. Significa que no ano 2025, se tem outras pessoas católicas aqui, nós vamos carregar a igreja católica no ombro. Nós vamos carregar. na teologia, na filosofia. Então, nós temos que pegar a mais alta filosofia, a mais alta teologia, a mais alta psicologia, e elevá-la mais alto. Mais alto, pô! Nós vamos sentar no ombro de São Bernardo de Claraval, de São Tomás de Aquino, de Santo Agostinho, e nós vamos olhar mais alto.
Essa é a nossa vocação, pô! Vocês não podem ter medo disso. Porque nós nascemos para essas grandes coisas. Por causa de nós? Não, pô. É só vocês ficarem vendo o Cavaleiro do Zodíaco e o Senhor dos Anéis e botarem as crianças para ver todo dia, se precisar. Cavaleiro do Zodíaco e Senhor dos Anéis. E vocês vão ter a imaginação de como é uma obra da vida humana. Ela funciona com a gente Mas, na verdade, ela só vai adiante por uma coisa que ultrapassa muito a nossa atividade, a nossa obra.
Que é aperfeiçoada muito. Aí tu fala assim, caraca, eu queria fazer um negocinho, e o negócio tá imenso. Mas como? Não sei, pô. O reino dos céus é como um semeador que lança semente e vai dormir. Quando ele acorda, cresceu. Foi ele que fez, pô? Foi ele que fez crescer? Não, porra, ele estava dormindo. Ele estava dormindo. A gente não pode esquecer nem o nosso papel e nem o papel de quem faz a árvore crescer. Vocês entendem? A gente só não pode ficar... Porra, bajulando Freud.
Porra, aí é sacanagem. Puts, aí dá uma tristeza do caraca. Aí é quase que um apostolado do demônio. E eu falo assim mesmo pra ver se essa galera toda que tá aqui comigo, aqui, ó... 270... mais 80, 350, 360 cabeças. Pelo menos a gente aqui, ó. Porra, pessoal. Antes de vocês ficarem aprendendo merda, porque tem por aí, Vocês têm que ter estabilidade, pô. É assim que se faz com criança. Tem gente que fala assim de educação infantil. Não, eu deixo meu filho assim, passar por esse caos e sem rotina mesmo, que ele vai crescer, pô, forte, safo.
Não vai, pô. Não vai crescer. Vai crescer com insegurança, sem estabilidade, raivoso. Não vai, pô. tem que ser muito estável, muito tranquilo, muito simples de dominar, porque é essa estabilidade, esse domínio, essa estima de conseguir dominar o simples, que vai dar a potência e a audácia de fazer a gente ir adiante. Então me dá uma tristeza gigante, quando eu vejo a galera Sei lá, hoje em dia tá na moda aí o pessoal falar das paradas que tudo é católico, né? Ah, eu faço pão católico, eu vendo camisa católica.
Tem essas paradas todas. Então, tudo que tem essas paradas, os católicos ficam ali, né? Indo atrás, indo atrás. Aí tem o católico psicanalista. O católico psicanalista, né? Marxista. Por que dá pra juntar isso tudo assim? Por causa do mundo das ideias, pô. Por causa do mundo das ideias. No mundo real, no mundo real, não dá pro católico ser psicanalista. Ou ele é psicanalista ou ele é católico. Ele não sabe mesmo o que tá falando. Não sabe, pô. Não sabe.
É triste pra caraca de ver, pessoal. Eu vou parar por aqui. Eu acho que a gente... Dá pra gente ter uma orientação normal, assim, de... Vocês veem? Todas as dúvidas que eu tirei a minha vida toda de psicologia, de direito, de forma de governo, de geopolítica, eu sempre tirei nos tratados da Santíssima Trindade. Sempre tirei. A primeira vez que eu falei sobre isso aqui e dei aula sobre isso aqui pra amigos meus do Colégio Naval, da Escola Naval, foi falando de teoria da relatividade restrita, do Einstein, e falando sobre o acelerador de partículas que fica lá na fronteira, no subsolo entre a Suíça e a França, daquele bombardeamento de dois fótons, na verdade, de dois raios de luz, o fóton é a partícula teórica, e apareceu da relação da luz com ela mesma um neutrino, Ou seja, apareceu a matéria do nada da relação da luz com ela mesma.
Tanto é que a daí, na verdade, é uma aplicação da E é igual a mc². Energia é igual a massa vezes a luz, vezes a luz, a fórmula. da energia do Einstein. O que eu queria falar? O que eu queria responder? Eu queria responder o seguinte. Existe a estrutura da realidade. Ela é uma presença que domina a realidade nessa estrutura ternária, trinitária, que pensou todas as coisas, ou seja, Existe uma unidade no mundo que está dentro da cabeça de Deus, que o pensou.
Deus pensou o mundo e toda a capacidade do mundo, jurídica, da engenharia, da arquitetura, todas as possibilidades do mundo, da cabeça de Deus. E toda tentativa dos engenheiros, dos psicólogos, dos juristas, dos médicos, de entender qualquer coisa no mundo como Deus pensou, qual é a única ciência que tenta entender a cabeça de Deus? É a teologia. É a ciência cujo objeto central é Deus. Todas as ciências, a matemática, a física, a psicologia, a medicina, a biologia, quando acertam no pensamento do mundo, quando acertam, por quando o biólogo consegue descobrir que aquela mitocôndria dentro da célula, que é lá onde o trifosfato de adenosina pode dar energia para o ser humano, quando a gente descobre como foi feito pela cabeça daquele que criou.
Quando esse biólogo falou isso, ele fez teologia. É. É por isso que toda profissão vivida com a busca do domínio da perfeição é teologia. É oração. Toda profissão vivida com perfeição, com afinco, com entrega de coração, é esse tipo de prática. Porque só existe uma ordem, um domínio e um funcionamento do mundo. E todas as vezes que nós estamos dedicados sinceramente a isso, batendo nessa porta, ela vai ser aberta.
e nós vamos ouvir a bondade, a verdade e a beleza dessa teologia e desse amor que se dá por nós através da criação, que é com quem nós temos contato dia após dia. Vocês entendem o que eu estou falando? Beleza, pessoal? Vou parar por aqui. 10h48. O pessoal fica perguntando essas paradas aí, pessoal. Professor, eu posso ser copywriter? Eu posso fazer corte de live, não sei o que lá? Pessoal, eu não tenho funcionários e não vou ter.
Não vou pagar ninguém para fazer nada. Tem vários vídeos no meu Instagram, lá no feed, Reels, que eu botei lá e que vocês viram que é a produção. É que o nego faz e me mandou. Se ele me mandar em corte, eu olhar, achar legal, fizer resumo, eu achar legal, eu mando para a comunidade e faço. O que vocês fizerem mandar e eu achar legal, eu boto para frente, digo quem fez. Agora, só não fiquem falando as paradas para mim com essa... Pô, querendo que a gente seja sócio, essas paradas assim, pô, essa parada me sunga muito, que todo dia tem isso no Instagram.
Pô, pelo menos entre vocês aqui que me acompanham, estão junto comigo, domingo após domingo, a galera da comunidade, caramba. Pô, não precisa disso, vocês querem divulgar, vocês gostam. Vocês divulgam, façam o que quiser, tá? Só saibam que, pô, eu não sou empresário, não sou marketeiro, eu sou professor. Eu sou professor. Se tem uma coisa que... Eu comentei hoje sobre o Olavo de Carvalho, né? Se tem uma coisa... O maior ensinamento que eu tirei do professor Olavo de Carvalho é que eu vi um homem com vocação de professor.
Não era político, não era vendedor, não era empresário, é professor. E não dá para a gente ser muitas coisas ao mesmo tempo. Quando a gente começa a abraçar outra coisa, a gente começa a perder o tato do ensino e de ser professor, porque o espírito da venda começa a impregnar na gente. É por isso que eu me resguardo dessas coisas todas. Porque eu tenho que levar a cabo uma vocação altíssima de professor. Contem comigo para isso. Para isso, vocês podem contar comigo agora. Se um dia eu me sentir chamado a fazer outras coisas diferentes, eu vou fazer.
É, ATP é trifosfato de adenosina. Pessoal da aviação naval aí. Não compreendi a análise da beleza na personalidade. A estética. Um dia eu vou abrir lá na comunidade uma aba chamada estética, porque cada aba daquelas lá vai virar um livro, né? A estética. é o transcendental, é a experiência humana com a criação do mundo através dos sentidos.
Quando a gente vê uma torta de limão, sente o cheiro dela. Quando a gente olha uma grande montanha e aquilo fere a gente. Quando você é transpassado por uma coisa que você tenta dominar e não pode, porque você não consegue dominar com as capacidades que você tem, um grande pôr-de-sol. Alguma coisa dos seus sentidos. Você não é ferido pela verdade nem pela bondade. Você é ferido pela beleza. Agora, quem tem uma experiência aqui de, por exemplo, estar assistindo uma aula e falar assim... Caraca, eu entendi.
E ficar arrepiado ou se emocionar e ficar feliz, você foi ferido pelo transcendental da verdade. Eu compreendi. E quando você está diante da presença de uma mãe de Tereza de Calcutá, e vê-la limpando aqueles pés de leprosos daquele hindu, você não é ferido pela beleza sensorial nem pela verdade. Você é ferido pela bondade humana. Essas são as experiências transcendentais. Nós também somos feridos pela unidade disso. que é a tal da unidade da consciência. Então, por que Hitler atraiu muito a juventude?
Muito. Porque quando você olhava a personalidade do Hitler, ele acreditava muito na missão dele, ele tinha um roteiro para executar tudo aquilo que ele falou do arianismo, do reino, do reino alemão, como ele pensava, e ele executava no palco. Ele executava. Era um cara altamente preparado fisicamente, militarmente, com oratória nas comunicações. Então, você olhava para o Hitler e a unidade da personalidade dele feria as pessoas. Qual era o problema lá? O problema lá é que você tinha que analisar a unidade esfacelada em verdade, bondade e beleza.
Só que um jovem não tem capacidade disso. Todos nós, como temos a nossa personalidade meio ferida, porque a gente sabe onde são nossos calos, a gente sabe qual é a parte do nosso roteiro que a gente não cumpre muito bem, Só que a gente não sabe, quando a gente olha para o cara da internet, a gente não vê nenhuma falha nele, porque a gente não acompanha o personagem dele o dia inteiro. A gente só está ouvindo o crítico e o roteirista dele. Então, a gente acha a personalidade dele perfeita.
E aí? Eu sou ferido pela personalidade dele. Então ele me domina. É isso que acontece com a gente aqui. Entende? O cara mais experiente, ele já olha pro cara da internet e ele fala assim, porra, lá o professor Diego, o cara, porra, tenta se confessar direto, porra. O cara até é cheio da esmazela dele, mas é óbvio, porra. Mas é óbvio, porra. Então, porra, se o nego parasse de bobeira assim, ele falasse assim, cara, o cara é mais um como eu que tá tentando. Nós estamos tentando.
É só isso. Professor, quando eu vejo os interesses de seus filhos e faço anotações no seu caderno sobre cada um, de que forma você utiliza essas informações para ajudá-los a se formar? Eu converso com a minha esposa sobre isso. E a gente vê uma forma de fazê-los melhorar. Então, a gente faz isso, inclusive, com linguagem. Quando eu falo para vocês o caminho de perfeição, a gente leva muito a sério isso, pessoal. Ao invés de pesar a carne para ver quantos gramas de proteína tem, a gente pesa as palavras.
Então, por exemplo, quer ver o que meus filhos ouvem todo dia? Você tem que usar a sua força para ajudar as pessoas, ajudar seu irmão, o papai, a mamãe, as pessoas. Você não pode usar suas forças, seus poderes para fazer mal para as pessoas. Coisa simples, né? Uma coisa extremamente simples, porque com as crianças a gente sempre busca uma linguagem ser bastante simples. Você vê, essa coisa da linguagem é uma parada muito séria, pô. Eu vejo direto, todo dia eu vejo pais com linguagem auto-referente para filho.
O que é linguagem auto-referente? Meu filho, não faz isso. Papai. Meu filho, não faz isso. A mamãe fica... Meu filho, não faz isso. O papai fica tão chateado. Meu filho, não faz isso. O papai chegou cansado e fala que se dane o papai e a mamãe. Meu filho, se você fizer isso, você vai ser infeliz e vai sofrer. Então, você tem que fazer isso. Você não pode usar a sua força pra tomar coisa da mão do seu irmão. A sua força é pra ajudá-lo. Se você ficar tomando as coisas das pessoas, você vai ser fraco, vai ser infeliz.
Se você aprender... Ajudar as pessoas, você vai ser forte, você vai ser muito feliz. Com criança é papum. É assim, o papai e a mamãe. Você vê, no início da nossa paternidade, a gente fazia exame de consciência direto pra vencer isso e pra mudar isso. Isso é o nosso peso de carne, onde vale a pena. Entende? Mas o nego não tem a mínima noção dessas paradas, pô. A mínima noção, o nego quer saber dessas... Porra, o nego não quer nem cuidar de filho, meu irmão. O nego quer pagar um monte de parada, trabalhar pra caraca pra ter dinheiro, pra pagar um monte de parada pra filho e deixar ele o mais longe possível, pra ele ser uma grande pessoa.
Então a gente ajuda sim. Eu e a Maria, que somos os grandes roteiristas, por enquanto, e os grandes críticos da vida deles. ajudamos muito, os ajudamos muito a criticar a vida de maneira correta, a fazer os juízos corretos sobre a vida, fazemos bons roteiros e os ensinamos os grandes roteiros e somos a força do personagem no balco. Se ele não está conseguindo ser generoso, eu pego a mãozinha dele e ajudo ele. Filho aqui, oferece o brinquedo junto aqui com o papai. Papai te ajuda, vamos lá, seja forte junto com o papai, estou contigo.
Entende? ficará salva no YouTube. O que são as pessoas? O senhor usa a definição de boécio? Se sim, como cada uma delas pode ser substâncias individuais e serem racionais enquanto são parte de uma substância concreta que é o homem? Então, para você fazer essa experiência, ou LFRT, é só você ir lá no seu passado. Vai lá no seu passado. Lembra de uma experiência tua lá com o teu pai. E me diz se você lembrando do teu passado, você indo fora do tempo, num lugar lá no passado.
Veja se o seu corpo fica arrepiado, se você chora, se você fica puto. Vai lá no passado. E aí tu pensa assim, caraca, meu irmão, eu fui lá na paixão de Cristo. Padre Pio, né? E saiu de lá com as chagas no corpo. Aí eu pergunto pra você, quando você vai lá no ano passado, é só a memória que vai? Ou vai você toda? E aí depois que eu percebi como era isso, como era a experiência de eu ir no futuro, no dia de amanhã, cheio de dificuldade para sentir o meu coração já acelerar, como se eu estivesse vivendo aquela experiência por antecipação, né?
Eu falei, porra, eu tenho que ter cuidado quando eu vou no futuro, que quando eu vou sou eu inteiro, é a pessoa inteira que vai. E aí vive uma pessoa que é tão diferente do personagem no palco, que aquele futuro que eu vivi, Ele pode ser catastrófico. E quando eu chegar lá mesmo com o personagem no palco e aquilo for presente, vai ser completamente diferente. Ou seja, eu vivi aquilo duas vezes. Isso é muito maneiro mesmo. A substância individual do boécio é a terra onde as três pessoas vivem.
Eu não a considerei errada. Eu só disse como era a substância. Eu especifiquei ainda mais a definição de boécio. Qual o objetivo do homem? Voltar ao reino dos céus. O quê? Tu já esteve lá? O Francisco. Olha só. Olha aqui. Você está perguntando para mim, Francisco? O que é um homem? Eu nunca vi um homem andando por aí. Eu já vi o Francisco, o Diego.
Vou discutir no mundo metafísico, não. Vou discutir no mundo físico. Eu vou fazer uma obra para vocês. Aqui. Eu fiz essa obra. Eu fiz. Eu sou o criador dessa obra aqui. Alguns de vocês sabem o que é isso aqui? Ninguém sabe, né? Vocês não sabem o que é isso aqui, não. Existe uma maneira de vocês descobrirem qual é a finalidade dessa obra aqui. Sabe qual é a única maneira que vocês têm de perguntar o nome dessa obra de arte e a finalidade dela? Sabe qual é a única maneira que vocês têm?
Me perguntando, pô. Eu sou o criador dessa obra de arte. Só existe uma maneira de conhecer profundamente o Francisco. o objetivo da obra de arte. É perguntando para o criador. Então, Francisco, a tua vocação, a partir de hoje, é perguntar para o criador qual é o objetivo. Eu te prometo que ele vai te falar, encarnado no mundo, através da criação. Porque o teu objetivo só você pode cumprir nesse mundo.
Assim como esse aqui. Isso aqui é uma chiforinfo. Serve para quê? Para usar de exemplo numa live de domingo de 26 de janeiro de 2025. Pronto, cumpriu a vocação única. Só o criador dela podia dizer. como aplicar isso com a criança de dois anos aí só na comunidade meu irmão porque aí eu vou ensinar o que que a presença de uma criança de dois anos tem para dominar como vocação uma criança com dois anos ela já tem a vocação de dominar o mundo utilizando palavras Uma criança de dois anos tenta dominar os pais com a palavra?
Não. Ela tenta utilizar já com a força? Tenta. Tanto é que são nos dois anos que a gente conhece, sobretudo, na literatura norte-americana. A gente já ouviu falar do terrible two, não é isso? A síndrome do imperador, síndrome do reizinho com criança de dois anos. Entende? Então, a criança de dois anos, ela tem um modo próprio com cada uma das três pessoas de dominar o mundo. Se você souber isso, você sabe o que falar pra ela, como juízos corretos. Você sabe qual roteiro fazer pra ela e você sabe ajudá-la como personagem no mundo, pô.
Porque eu não posso tentar conversar com palavras só, com criança, e argumentar. Porque ela tem dois anos e ela não domina o mundo pela argumentação. Ela domina o mundo pela força. Então somente um pai e uma mãe que tiverem força, não para bater. A gente nunca precisa dar porrada numa criança. Um pai com uma criança de dois anos tem que, sobretudo, levantá-la no colo e alto, encostar a cabeça dela no teto e ela vai abrir aquele olho. E ela vai se sentir diante da divindade. É assim que se faz com uma criança de dois anos.
Um pouco, uma pincelada. Professor, e quando mudamos frequentemente de roteiro, mesmo que sejam roteiros bons, o que acontece com a personalidade na ótica das três pessoas? Depende da mudança. Você pode mudar todo dia, se ele tiver uma base fixa e você só estiver ajustando. Agora, se você vê a internet todo dia e todo dia tenta pegar o roteiro dos outros, aí você está destruindo a sua personalidade e a sua vocação, que, no geral, é o que aparece bastante na terapia. É igual eu falo, o seminarista que toma hormônio para ficar forte.
Ele viu isso aí na internet, pô. Aí tá traindo a vocação dele. E traindo literalmente, porque o hormônio vocês devem imaginar que ele fica cheio de problema de sexualidade, né? Professor, o crítico seria mais líquido? O crítico, porra, é o espírito, pô. O crítico é o espírito. O crítico é o hálito, é o ar, é a respiração, pô. Eu tomei o café, ó. Que café maravilhoso. Pronto, virou palavra. Esse é o crítico. É o amor entre o roteirista e o personagem. É, dá para fazer essa analogia aí.
Dá para fazer. com a termodinâmica. Não só com a DDP da termodinâmica. Qualquer equilíbrio de energia potencial pode ser análogo ao crítico. Se tu pegar energia cinética, energia potencial gravitacional, diferença de energia potencial gravitacional por diferença de altitude, tudo isso é analogia com a vida do espírito. A comunidade fica sempre aberta. O link fica lá na... Nabil, do Instagram. Professor, tenho relação estranha com sonhos. Tive avisos que aconteceram diversas vezes. O senhor conhece algum livro confiável sobre isso?
Conheço a Bíblia. Você já leu a vida de José do Egito? Mas a galera prefere o quê? A interpretação dos sonhos que Freud escreveu no ano 1900, né? Eu conheço os sonhos de Dom Bosco. Sobretudo, O Céu, o Inferno e o Purgatório. Esses são os bons livros para vocês aprenderem sobre sonhos. Sonho é uma tentativa de domínio, não é? Os sonhos de São José, esposo da Virgem Maria. Professor, eu tenho uma relação estranha com o sotaque. Como deveria ser o roteiro de uma mulher mãe solteira?
Não sei. Não sei como é que deveria ser o roteiro. Não existe esse roteiro, Adriana. Roteiro para uma mulher mãe solteira. Não existe esse roteiro, pô. Existe um roteiro para a Adriana. Toigo. Só que a Adriana Toigo só tem uma chance de... de saber desse roteiro que é muito pessoal no mundo, que nenhuma outra mulher solteira, mãe, pode cumprir. Só a Adriana Toigo. Aí ela tem que ver o criador da Adriana Toigo e ficar perguntando pra ele. Pô, tem aqui, olha esse negócio aqui. Tá aqui.
Mas como é que faz? Pra que serve? Tu acha que alguém vai te falar, Adriana? Olha isso aqui que eu vou falar para vocês. Vocês ouvem uma palestra sobre personalidade humana, vocês veem psicólogo, vocês veem coach, aí vocês acham assim, não, ele sabe tudo da minha vida, o professor Diego sabe da minha vida, ele escreve ali a personalidade humana, não sei o que lá. Eu vou falar uma coisa para vocês, prestem atenção nesse ato aqui, porque... Vocês querem roteiro, que são ideias. Vocês querem verdades, que são ideias.
Eu vou falar uma coisa pra vocês. Olha o espetáculo da vida humana. Vocês estão vendo esse gole de café que eu tomei? Vocês podem saber tudo sobre café. Vocês podem conhecer todos os roteiros sobre café no mundo. Mas esse gole aqui, que eu tomei, ninguém mais na história da humanidade vai tomar. E esse gole é a minha vocação pessoal, que me permite ficar mais um aqui, cumprindo a minha vocação de professor. Esse é o tesão, o entusiasmo, a maravilha, a grandeza do chamado indivíduo, minha vocação de professor.
Esse é o tesão, o entusiasmo, a maravilha, a grandeza do chamado indivíduo. Toigo tem um roteiro de mulher, mãe solteira. Eu não conheço esse roteiro, pô. Mas tem um roteiro de um criador que criou uma Adriana e que ela teve um homem que não está mais com ela e que deu a origem a uma outra criatura que, se for batizada, É filha de Deus. Eu posso falar mais sobre a tua história, Wladimir. Sobre o roteiro da tua vida. Se tu escrever aqui o nome da tua filha ou do teu filho.
Mas vocês estão entendendo onde eu quero chegar? Pô, vocês não vão achar na internet o roteiro da vida de vocês. Vocês só vão achar numa relação pessoalíssima de encher o saco do criador pra ele falar que treco é esse aqui. Pô, vocês jamais iam descobrir. mas como isso aqui vem da minha cabeça, do meu coração, e o fato disso existir significa que isso só existe porque eu faço isso durar. Ou seja, tudo que existe só existe porque foi amado e é amado para permanecer.
Essa é a consequência disso que eu tô falando pra vocês. Se vocês não entenderem isso, vocês nunca vão achar a vocação da vida de vocês, pessoal. Não vão achar. A internet, essa aula aqui, é só pra enriquecer a imaginação, ajudar um pouco. Um ato de vocação pessoal de vocês, um ato no mundo que vocês Perguntem pro criador e depois ofereçam pra ele. Pô Diego, mas precisa oferecer? Pô, mas é óbvio que precisa oferecer. Imagina se eu chegasse aqui. Quer ver? Vamos. Adriana, imagina se eu chegasse, se Adriana chegasse em casa e tivesse um bolo, né?
E tem um bolo na tua casa. Aí tu fala assim, meu irmão, o que será que esse bolo tá fazendo aqui? Tem um bolo na minha casa, pô. Eu falei, beleza, tu vai ali, come o bolo, dá o bolo pros outros e tal. Agora olha só, tá o mesmo bolo na tua casa. O mesmo bolo, igualzinho, o mesmo bolo. Aí eu chego assim e falo assim, Adriana, esse bolo é pra você. Mudou alguma coisa no bolo? Porra, você lavou o prato. Muda alguma coisa no prato lavado?
É não. Só que se eu falar que o bolo é pra você, Adriana, você vai chorrer e vai chorar, não vai? Eu lavo o mesmo prato, porra. Só que quando eu ofereço pra Deus, Ele sorriu comigo e chora comigo. Olha essa pergunta do Heron, cara. Professor, e quando as coisas chamam a atenção individual?
Elas chamam. Eu vou falar essa palavra em latim. Vocare. Elas chamam. Elas convocam. Aí eu vou ler o resto da pergunta dele. Tem ligação com a vocação? Como eu uso isso com os filhos? Eu fico me exercitando. Quando meus filhos chamam papai... Eu já falei um pouco para vocês sobre ejaculatórias. Eu tenho umas ejaculatórias que mudaram a minha vida.
Então, eu vou falar duas pra vocês. Uma dos meus filhos. Quando meus filhos chamam o papai... Vamos lá, pessoal. Eu vou falar de uma tentativa minha, né? Pô, não fiquem achando que eu faço isso todo dia, o dia todo, entendeu? Que eu não falho nunca. Eu vou falar de como eu tento. eu respondo dentro de mim sempre um... Fala, senhor. Essa é a primeira que eu falo. Mas eu faço isso com meus filhos, faço com a Maria, faço nos meus trabalhos com os meus alunos para me prender.
E a segunda, que tenta me prender muito e levar muito a sério as coisas, é eu falar dentro de mim que o senhor, o senhor o quer. Então eu vou dar um exemplo. Hoje eu fui no mercado e um mendigo me chamou na rua. Ele me chamou de maneira genérica, não muito vocacional, entendeu? Aí dentro de mim, eu repeti pra mim assim, o senhor quer esse cara. Ele quer esse cara. Eu tô falando isso pra vocês porque isso... Porra, isso cura uma série de mazelas dessas pessoas que vocês têm raiva, né?
Porra, eu tenho raiva do meu pai, da minha mãe. É óbvio que não só isso, né? Um dia a gente pode falar aqui sobre pessoas que têm ranço com os pais, de várias coisas que a gente pode fazer pra curar isso. Mas uma das coisas é essa. Vai falar assim... Vocês veem? Olha que coisa, né? Vocês percebem? Vocês imaginam como deve ser uma vida sem o Senhor? A reflexão sobre isso é tão profunda, que um dia Santo Agostinho falou assim, O maior inferno E a maior dor que uma pessoa que não conhece o Senhor passa, não é sexualidade, não é que ele vai se ferrar financeiramente, não é que a vida dele não vai ter sentido, nada dessa parada.
é que ele não conhece o Senhor. Esse já é o inferno atroz, vocês entendem? Imagina, cara, tentar viver sem o Criador do Mundo, assim, como se isso tudo aqui, porra, fosse nada, assim. Não tem diferença nenhuma, né? Tu matar um filho ou tu acariciá-lo. Porra, imagina, assim. Putz, cara, vocês imaginam a cabeça de uma pessoa assim? Vamos lá. Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Professor, a atribuição de sentido às relações humanas decorre mais do intelecto ou dos sentidos?
Dos dois. Das três pessoas. Não tem nada na nossa vida que não decorra dos sentidos, tá? Ah, Diego, mas tem a experiência mística dos santos... Tem nada, pô. Tem nada. A visão mística de Santa Faustina foi dada a ela como? Como uma visão, pô. Uma visão é o quê? Sentido. Ah, mas e as alocuções interiores que Santa Teresa d'Águila ouvia? É. Deus usava a voz e o ouvido. Ela só conseguia pelos sentidos. Não tem nada, cara.
Nós não somos anjos. Nós não somos deuses, nós somos homens com corpo material e alma espiritual. Não tenha nada nosso que não esteja atrelado ao mundo dos sentidos. Ah, Diego, mas e quando o ser humano morrer e até a ressurreição dos corpos e o juízo final tiver uma parte material minha? Ela foi toda consolidada e cristalizada pelo mundo dos sentidos. De forma que a memória e a imaginação e o intelecto do ser humano é diferente do dos anjos. que os dos anjos nunca foram intermediados pelos sentidos.
Os nossos são. Então é diferente. Mesmo a nossa alma espiritual tem o cheiro desse corpo material. Tanto é que eu nem consigo falar disso sem usar os sentidos. Percebe? O cheiro. Beleza? Então tomem muito cuidado quando vocês acharem que estão no mundo metafísico, no mundo espiritual. Tomem muito cuidado. Professor, qual exame de consciência deveria estar presente? Cadê? Onde que eu fui? Pulei alguma? Não. Essa aqui, professor, atribuição do sentido das relações. Porra, 11h20, meu irmão.
Duas horas e vinte de live. Professor, qual exame de consciência deveria estar presente? para uma reflexão séria sobre o celibato consagrado. Cara, presença, domínio e as três pessoas. Fica vendo essas lives Depois começa a ver as lives em volta, sempre pensando na presença, no domínio e nas três pessoas, que tu vai encontrar a resposta. A resposta é para você. Agora, de uma maneira geral, o exame de consciência, na comunidade vai ter um material, uma aba só sobre consciência e exame de consciência.
A reflexão sobre o celibato consagrado sobre o exame de consciência, perpassa por uma presença, então eu já dei até exemplo disso pra vocês aqui, de um padre que eu ajudava com o celibato, fazendo com que ele saísse da casa paroquial da solidão e se colocasse na presença do Santíssimo. O celibatário, ele acha que o casado é mais forte porque ele tem uma mulher do lado dele, então ele pode se saciar com a presença, né? Porque o celibatário, ele esquece das presenças vocacionais da esposa dele. que é Jesus Cristo sacramentado ou se concretiza de maneira pessoal pra ele, o matrimônio dele é com a igreja, né?
Ele é esposo da igreja, se ele é homem, se ele é mulher, é esposo de Cristo. Ou seja, é a presença da comunidade. Então, por que que normalmente os celibatários se ferram pra caraca com o celibato e com a sexualidade? Porque eles passam muito tempo sozinhos. e não amam o suficiente a vocação deles, a esposa deles, a comunidade. Entende? A cara que fica muito tempo fazendo as coisinhas dele, pensando sozinho. Caramba, o celibatário, ele devia estar em lugar que não tem porta nenhuma, pô. Porta nenhuma pra nada.
O cara, ele é da comunidade. Uma vez, eu ouvi a história de um padre lá no Nordeste, que dormia na rua, na frente da igreja. E o nego ia lá na frente da igreja. Aí, padre, quero confessar. Ele senta aí. Ele não ficava dentro da casa paroquial, não. Você entende? Porra, aquele cara... Ele ia ter problema que um monte de celibatário tem com computador, com celular. Primeiro que na época dele não tinha tanto isso, mas vocês entendem? A presença, o domínio e a vocação do cara, das três pessoas, a quem ele deve conhecer profundamente.
O roteiro das presenças da vida dele e a execução no palco. A execução no palco. Como vão mobiliando tudo que o cara tem que ir fazendo na vida. Se o cara não tiver essa estrutura, ele vai ficar socando o escuro. Vai ficar socão no escuro. Vai ficar igual o pessoal fala aí. Ah, não, Diego, tem problema botar meu filho de castigo no quarto sozinho? Eu falei, meu irmão, vai lá, para tu não achar que eu sou guru. Fala assim, não pode. Vai lá, assiste às aulas e tira tua conclusão.
Predestinação, caraca. Predestinação e vocação individual versus livre-arbítrio. Vai no meu feed. E olha lá a analogia com o jogo de xadrez. Ou então vai na live Esperança Invencível que tem no Instagram, que tem lá uma hora dessa resposta aí. Da predestinação, vocação individual e livre-arbítrio. Ô, Davi. Passou? Caramba, passou. Conhece o filme Capax? Um filme que aborda conceitos da física e psiquiatria. Acho que não. Depois se puder me mandar no direct aí, meu irmão. Tento dar uma olhada. E por que não chamar de espírito? Chamar o quê de espírito?
O crítico? Porque... porque nenhum de vocês sabe o que é o espírito, porra. Mas vocês sabem? Já viram uma peça de teatro? Já viram que tem personagens e que algum compositor, algum diretor... fez o rotelo da obra? e chamou os personagens e é o vínculo do amor de um e de outro e da unidade para um e para outro, que o espírito é o espírito do roteirista e ele tenta impregnar o mesmo espírito personagem. Ele falou assim, não sabe o que é espírito, pô, eu chamo de roteirista crítico e personagem para vocês aprenderem, pô.
Comecei a ler a Bíblia no passado. Ainda não li. Tenho receio sobre isso." Que bom que você tem receio sobre isso. Na Bíblia está escrito que a Bíblia não é de interpretação pessoal. Quem souber o número dessa passagem, coloque aí. São Tiago e São Pedro. Coloque aí a passagem. A Bíblia não é de interpretação pessoal. A Bíblia só é a palavra de Deus quando ela está numa trindade. junto com a tradição da igreja e junto com o magistério da igreja. Entendem? Então isso que vocês veem encarnado no mundo, um livro com palavras, isso material concreto que vocês podem pegar aí no palco da vida de vocês, sem ser falado em cima de uma tradição toda montada no passado, e sem ter um magistério que vá olhar pra frente e ensinar como a gente tem que fazer as coisas, legislar em cima dessa tradição, você não tem que ler bíblia nenhuma.
Vou falar como Santo Agostinho. A bíblia católica, a bíblia fora da igreja católica, é como um pote de veneno. Vocês vão se matar com ela. Ele me manda dizer que não compensa o divórcio. Caramba, entendi nada agora. De onde veio isso aqui? Não sei, não entendi, Adriano, me perdoe. E a questão do chamado vocação apresentada em forma restrita, geralmente em matrimônio sacerdótico e religioso. Essa aí tu vai escolher, ô Davi.
Vê o podcast lá que eu fiz no Ânima. Você vai entender. Pô, veja, se vocês querem saber sobre vocação, essas paradas, veem o podcast lá do Ânima. Vocês vão ficar tranquilão pra escolher aí o que vocês querem fazer. Sem ter que esperar um anjo descer pra entregar um rolinho pra vocês, entendeu? Escrito a vocação de vocês. Vocês vão poder escolher tranquilos. Professor, e quando nossos vícios já estão nos nossos fins, a nossa presença seria uma desgraça? Se a sua presença está destruindo a vida das pessoas, a sua presença é uma desgraça?
pela ausência do bem. Porque a presença é a graça, a ausência é a desgraça. A desgraça é a ausência da tua vocação como mãe. Entende? Essa é a desgraça. A tua presença nunca é a desgraça, porra. A tua presença é a graça. Quando você está presente, a graça da maternidade está presente, porra. E é só você fazer o processo contrário, Tainá. Nossos vícios já estão nos teus filhos. Como é que ele foi pros teus filhos? Pela tua presença com os vícios, pô. Como é que se cura isso?
Qual é a terapia pra isso? É a tua presença com as virtudes, pô. Faça isso. Esteja presente lutando, lutando, lutando. O quanto mais vocês conseguirem, conseguirem, melhor para os filhos de vocês. Tem gente que fala assim, Diego Matos, você fala tanto do pai na presença, caramba, existe um movimento que não seria isso? Cara, só de um pai que é um desgraçado completo e ele tiver consciência assim, cara... Você vê, é o caso do fundador da Apple, Steve Jobs. A mãe do Steve Jobs o teve e falou assim, cara, eu não tenho o que dar para esse menino, mas ela teve o filho e deu o filho para que outra pessoa o cuidasse.
É por isso que os católicos, o que os católicos tinham que sair fazendo por aí? Falar para tudo quanto é abortista. e gente que pensa em abortar, é falar que a gente quer essas crianças, pô. Falar assim, eu quero, eu quero. Não aborta criança que eu quero. Eu quero criança, pô. Bom, vou parar por aqui, né? Pô, batemos o nosso recorde aí, né? Duas horas e meia de live. Vocês são malucos, vocês não trabalham segunda-feira, não? Obrigado pela companhia de vocês. A presença, está vendo? A presença, a graça, a vocação.
Vocês estão aqui. Quando vocês estão aqui, eu não estou de bobeira, de vagabundagem. Rolando reels de Instagram, fazendo essas paradas. Eu estou aqui. A presença de vocês me convoca, me chama. Professor. Vocês falam assim, professor. Professor. Aí eu tenho que responder, tá vendo? A presença. Me chama, eu tenho uma vocação, pô. Eu tenho que ensinar uma coisa e dar aula. Calma aí.
Mas o irascível passa pelos sentidos. Claro, pô. Ó, Roger, o irascível só aparece quando o personagem, o do mundo dos sentidos, se sente injustiçado. Não existe outra maneira no mundo do irascível aparecer senão diante de uma injustiça cometida entre o roteirista e o personagem de palco. Arthur.
Já que tu falou aí, cara, publicamente, reza por ele, meu irmão. Reza por ele, pô. Digo mais ainda. Faz penitência por ele. Falou aqui publicamente, pô. Não tinha necessidade, né? Mas falou, pelo menos pra se redimir. Reza por ele e faz uma penitência, pô. Esse final terá vários cortes.
Faz os cortes aí e me manda que eu vou botando aqui. Eu não consigo mesmo fazer essas paradas, não. Beleza. Vamos partir, pessoal. Tamo junto. Obrigado por tudo e até breve.