A estrutura da pessoa
A esperança invencível
- a esperança invencível
- as três pessoas (crítico, roteirista, personagem)
- a consciência (o lugar fora do tempo, sabe que sabe)
- o exame de consciência (o encontro do eu sou)
- a tara da consciência = a unidade da personalidade
- a fé do crítico é o fundamento da esperança do roteirista
- os transcendentais (verdade, bondade, beleza) e a unidade
- o mal como atirador que erra o alvo (busca do melhor)
- a feliz culpa (canonizar uma vida num instante)
- mudar a verdade para ter unidade (imoralidade e mentira)
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 10:45.
“Bom, vamos lá. Pessoal, na semana passada, a gente conversou sobre um tema muito importante, sobre família.”
Trechos da aula
A consciência é aquela que sabe que sabe.
A tara da consciência é a unidade.
Porque a consciência consegue canonizar uma vida inteira num instante.
nós não podemos nunca olhar pra uma pessoa e perder a esperança.
Transcrição completa
Boa noite, Juliana. Fala, Yuri. Educando com Maria. Boa noite. Fala, Rodrigo. E aí, Tariq. Foi boa palestra hoje lá no SIM da Vila Militar? Todo mundo lá com a memória fortalecida? Fala, João. Saulo, grande Saulo. Fala, Chagas. Boa noite, Gabriel. Rafael. Luiz Pinere, boa noite. Filipe, boa noite. Aline. Edinaldo. Fala, Júnior. Corridão hoje, né?
Pô, a criançada adorou, cara. Que grande manhã que a gente teve naquela corrida na chuva, hein? Boa noite, Lu. Boa noite, Vitor. Eu faço consulta sim, cara, mas acho que nos próximos dois ou três meses acho que não dá não. Eu nem divulgo, vocês nem sabem o contato do meu secretário. Fala, Ju. Boa noite, Dudu. Gustavo. Tiago. Fala, Diogo. Hulk destrói? Felipe. Boa noite, meu irmão.
Boa noite, Viviana. Fala, Rodrigo. Três bonecos, né? Hoje é um grande dia, cara. Hoje eu recebi mensagem de vários alunos. Hoje é o dia da Santíssima Trindade. Boa noite, Marcos, Eliane, Machado, Espadote, Andréa. Nickerson, boa noite, meu irmão. Boa noite. Giovanna, Yuri, Felipe, palestra no Congresso do Dr. Jorge. Maravilha, foi muito bom estar com vocês lá. Fala, Marcos, Kiapê. Será que o pessoal sabe o que é estar em Kiapê? Vani, primeira vez na sua live, seja bem-vinda, Vani.
Olha o pessoal de Jundiaí. Fala, Marcos, boa noite. Vinícius, Jeff, Emília. Que bom que você está aqui também, Raiane. Virtus Anima também aqui é cativo. Fala, Barbieri. Tranquilo, meu irmão? Brasília. Denise. Seja bem-vindo. Boa noite, Marcos. Colégio Naval. Que maravilha. Eu fiz Colégio Naval em 2002, em 2003 e em 2004. Que AP foda. Boa noite, prazer em assistir pela primeira vez na live sua. Pra mim também é muito bom ter a companhia de vocês aqui.
Ó, o pessoal de Salvador, um abraço pra galera de Salvador. Grande Milão, tudo bem, irmão? Malu de São Paulo. Carla, boa noite. Cíntia. Estão todas no feed, as lives estão aí. Desde o primeiro domingo do ano. Ana Cristina. E aí, fala aí, Ana. É você, eu não tinha percebido, só quando eu vi o sobrenome que eu vi. Mato Grosso. Piracicaba. Rick. Que bom, meu irmão. A intenção é que a gente vá juntos aí. Sem perder a esperança. E a gente vai ver que não tem motivo hoje pra perder.
Boa noite, Bruno Manfro. Também é um prazer estar contigo ao vivo aqui, meu irmão. Lembrei de ti na missa, que bom, meu irmão. Nova Friburgo. Estamos ao vivo juntos, que bom. Acho que o meu intelecto não foi o suficiente. Essa aí é a conversa, meu irmão. Isso aí é só para tu justificar o fracasso. Levanta e começa a trabalhar. Boa noite, paraquedista. PQD. PQD é um animal, né? Meu marido não sabe se te ouve ou assiste anime. Vem pra cá, porra.
São Carlos, Velambi, Charuto, Limeira, Cabedelo. Pessoal de Cabedelo aí, na Paraíba. Anápolis. Na escola da Praia Vermelha, na escola de guerra naval, né? Professor, o tema pode ser sobre o porquê o satanista está certo e como ele foi parar até o Senhor? De certa maneira, hoje eu vou falar alguma coisa disso aí. Boa noite, comando. Fala, Otávio. Fala, Vitor. Boa noite, Feridiana. Fala, Tiagão. Nossa, o senhor correndo com os filhos.
É, legal, né? Hoje foi a corrida dos Fuzileiros Navais. Todo ano tem. Bruno, a corrida é hoje. É importante o pessoal entender que as coisas que eu coloco aí são rotinas que têm que ser feitas. Não adianta a gente achar que a vida é de momentos que a gente vai registrando por aí. Muito pelo contrário. O que tempera é o tempo de presença. Em breve a gente faz uma live sobre isso aí. Sobre a tal da temperança. Que vocês cismam em desprezar e transformam vocês, todos nós, em um monte de coisas que a gente não tem a mínima ideia.
A gente só percebe que se transformou em alguma coisa estranha quando o nosso peito começa a apertar e a gente não tem nem ideia porque que tá apertando, não é isso? Hoje em dia o que mais tem é isso. Eu tô sentindo um negócio no peito. Talbater, sempre presente a galera de Talbater. Aí, lembrou de mim. As três pessoas, né? Aí o pessoal lembra. Hoje o pessoal lembra na missa, né? Boa noite, Ana Clara, Priscila. Também, lá de Cabedelo. Milena. Aracaju, Gravatar, Chapecó. Olha o pessoal de Natal aí, João Pessoa, Berlândia.
Semana passada, a Júlia está falando aqui, apresentei as três pessoas para um grupo de amigas. Eu fico muito feliz quando vocês me mandam aqui. Obviamente, eu peço até desculpa por eu não conseguir remarcar todo mundo, mas realmente é que tem dado bastante marcação, mas eu vejo todas, tento ver todas, mas é difícil conseguir repostar tudo ou até responder. Ou na sequência, Spotify depois. Maravilha. Leitura das três pessoas com a família sagrada. Olha o pessoal do Em Busca da Verdade aí. Marcos. Marcos, eu já conheço a família inteira do Marcos.
Emília, Silva, Amanda, Boa Noite, Júnior e de Souza também da Paraíba. João Márcio de Franca Jundiaí. O Júlio está mandando um abraço. Manda um abraço para o Júlio também, Ana Flávia. Policial em Santos. Que maravilha, Costa, Daniel. Um abraço, meu irmão. Lucas. Carlos, São Paulo, capital. Fabiana. Brodowski, São Paulo. Ossoroca, Rio Grande do Sul. Goiânia. Luiz Manuel, meu vizinho aqui de Botafogo.
Samambaia, Distrito Federal, João Pessoa. João Pessoa, tem gente de tudo quanto é cidade, né? Da Paraíba. João Pessoa, Cabedelo. Já vi umas quatro cidades aí, ó. Falasse como é ser homem de verdade e a Maria falasse sobre ser mulher de verdade. Miami. Ana Flávia de Miami. Agora que eu percebi quem é, pô. Meu amigo cubano, Júlio, não é isso? Sua esposa tá sem Instagram?
Não tá não, meu irmão. Se não tá conseguindo achar a minha esposa, tu deve ter feito besteira lá, deve ter te bloqueado, pô. Rondonópolis. Rondonópolis eu tive há pouco tempo aí. Sandro Coelho, eu te amo, professor. Eu também amo vocês, pô. Tá aqui é o meu amor por vocês, sobretudo. Olha o Vitor aí. Estamos melhorando a nossa família, que bom. Eu sou aluno do Álvaro, capitão. É, o Álvaro é um moleque espetacular, fuzileiro naval.
Olha o Ronaldo aí, mais um da Paraíba. Brandon Woodson. Bom, vamos lá, né? Já demos nossos 10 minutos. Boa noite para todos, quem eu não consegui falar, todo mundo aí, tá? Caramba, eu tô passando aqui com o dedo, eu vou muito devagar, vocês são muito rápidos, tem comentário pra caramba que eu não consegui ver. Bangu, a galera de Bangu aí. Eu passava em Bangu todo dia durante alguns anos da minha vida, quando eu trabalhava em Campo Grande. Bom, vamos lá. Pessoal, na semana passada, a gente conversou sobre um tema muito importante, sobre família.
E aí, logo na sequência, eu fiz um pequeno vídeo falando para o pessoal que... porque muita gente manda mensagem dizendo sobre a família estar de alguma maneira destruída ou de outras realidades da nossa vida. E aí eu queria posicionar vocês hoje sobre como é que funciona na nossa vida a estrutura que faz valer a pena a gente investir nas pessoas. Então você vê, uma pessoa hoje me perguntou assim, caramba Diego, você atende satanista, pessoas com problemas gravíssimos de identidade, de gênero, que fazem mutações gigantes na vida, assim, tipo transsexual que depois se sentia não binário, coisas desse tipo assim, sabe?
Por quê? Você vê, é engraçado, né? Você sabe que as pessoas assim, essas pessoas que têm problemas com essas coisas que... Vou dar o próprio exemplo do satanista, né? Olha a situação do satanista, e é isso que eu quero orientar hoje vocês aqui sobre isso. O satanista, ele é satanista. Então, a matéria, a matéria que eu vou tratar, ela é meio teológica, né? Aí você vê, ele tem dificuldade de pedir ajuda com as pessoas que são envolvidas com religião. Por quê? Porque ele é satanista. E ele também tem dificuldade, porque as pessoas ficam com medo, né?
E ele também tem dificuldade de pedir ajuda para as pessoas que não gostam de tocar no assunto religião. Afinal de contas, ele é satanista praticante, né? Por que que, pra mim, eu atendo pessoas muito boas, né? Em que sentido, assim? Não é que elas são muito boas, é que elas estão indo muito bem. Elas estão boas. E outras que estão mal. Não é que elas são más, que elas estão mal. O que que eu tenho que fazer? Eu tenho que olhar pra elas E vocês lembram daquela live que eu falei sobre matrimônio?
E eu falei para vocês que eu tenho que fixar um roteiro, um olhar do roteirista da imagem da minha esposa, né? Que para o homem é muito importante que ele tenha uma foto, um quadro. Isso é um bom quadro para local de trabalho do homem, uma foto. da mulher dele quando abre a porta da igreja, e ela aparece lá, toda de branquinho, de véu e grinalda, aquela imagem da mulher para o homem, é a imagem que ele tem que falar assim, entregar a minha mulher no final da vida dessa maneira que ela aparece aí.
Porque ela vai aparecer durante a vida mais desarrumadinha, um pouquinho mais chateada, sem aquele sorrisão, não é isso? Ou de repente não querendo caminhar tanto na sua direção. A gente tem que fixar aquela imagem que é a vida do roteirista, é a esperança, é para onde a gente vai. porque a gente se apaixona ou coloca a nossa esperança em imagens intermediárias e a gente vai perdendo a referência de onde a gente tem que ir. Aí a gente desanima, a gente perde o entusiasmo. Então vejam, hoje, domingo da Santíssima Trindade, isso aqui não é aula porque quem é meu aluno no curso das três pessoas sabe que eu desenho nas minhas aulas, o desenho Aqui, eu falando pra vocês, ele tá na minha cabeça e eu sei de onde eu tô falando.
Por exemplo, agora, o roteirista tá iluminado. Por quê? Porque eu tô falando sobre a esperança. E a esperança é o quê do roteirista? Ele vive sob uma terra chamada imaginação, e a esperança é o que a gente chama de uma natureza do roteirista. O que é a natureza do roteirista? Ele opera esperando. Tudo que está no meu futuro, eu estou esperando. Eu olho para uma pessoa, eu estou esperando. Você vê, a gente olha para as pessoas e para certos tipos de pessoa, para o satanista, para o nosso chefe, para a nossa esposa, para as crianças, para o nosso filho, para a maneira como foi conduzida a nossa vida até o dia de hoje, e muita gente perde a esperança e desanima.
a notícia é a seguinte, eu vou deixar agora de olhar para o roteirista, e eu vou olhar para a unidade das três pessoas, então o que eu vou fazer aqui, como é que é esse olhar no dia a dia, olha só, eu acordei então hoje, hoje eu tinha um roteiro, Meu roteiro do dia de hoje é missa, café da manhã, corrida com as crianças, fiz um roteiro hoje. Aí nesse meu roteiro, que é a vida do roteirista, eu tenho a imagem do melhor que eu consigo ter, o melhor que eu consigo ter.
Como eu falei para vocês então, quando eu olho para a minha esposa, Qual é o melhor que eu consigo ter? O melhor é aquela imagem quando a porta da igreja abre e aquela mulher de véu e grinalda, de branquinho ali. Aquela é a imagem, a grande imagem da minha esposa. Aquele é o roteiro, você entende? Aquele ali, do lado, no meu trabalho, lá onde eu sento e sempre olhar para aquela esposa ali, daquela maneira. É daquele jeito que eu tenho que chegar no final. Aí... A tara do roteirista é essa, né?
Presta atenção nisso. O satanista, o cara que tá tentando se matar, o cara que tá se drogando agora, o que ele tá buscando? Vejam. Na cabeça dele, buscando o melhor. Por que o cara que vai se matar tenta se matar? Porque o suicídio pra ele é a última arácio, né? É o meu último tiro. Ah não, essa é a melhor coisa que eu tenho que fazer agora pra me livrar desse sofrimento inteiro. Vocês entendem isso que eu tô falando?
Ó, isso que acontece no nosso dia, na nossa vida, isso tá escrito de maneira maravilhosa nos escritos do Carol Voitiwa, o antigo Papa João Paulo II, Papa João Paulo II, São João Paulo II, ele quando falava sobre o mal, o que ele falava do mal? O mal é uma pessoa que está tentando acertar o alvo e errou, é o atirador, o atirador quando ele olha o alvo, A sina da nossa vida é essa, né? A gente olha para aquela esposa, sim, aquela imagem da esposa. A gente olha para o filho e ele fala assim, qual é o melhor que eu tenho que fazer por ele?
Qual é o melhor? Essa é a tara do roteirista. O que vem para frente? O melhor. O satanista, ele está fazendo aquilo não é porque ele é maluco e fala assim, eu quero o mal. Ele é satanista porque ele acha que o demônio é o melhor. Você entende? Ele é uma daquelas pessoas que fez pacto com o demônio e as coisas materiais da vida dele começaram a melhorar. Sabe aquele cara que é casado, aí um sorrisinho torto no trabalho, cheirosinho assim, aí o cara ouve aquilo ali, aí ele, naquele momento ali, ele fala assim, cara, o melhor agora é essa mulher.
Só que ele está ali no presente com aquela mulher, ele esquece do passado, ele esquece da memória da vida dele, ele esquece dos juízos daquilo que foi construído e ele esquece do futuro, que várias coisas vão ser destruídas por aquilo que ele vai fazer ali naquele momento. Vocês entendem? Então você vê, um dia eu vou fazer uma live para vocês com o seguinte tema. crítica literária, crítica de cinema. Eu vou ensinar a vocês como é que se faz isso na prática, para vocês entenderem como é que, por exemplo, eu vejo um filme, como é que eu faço uma crítica completa, completa, e vocês vão ver as dificuldades das críticas parciais e como a gente se perde.
Então, olha só. Quando eu chego no final do meu dia, o que eu olho para a vida? Eu olho assim, cara, eu fiz um roteiro hoje, então, acordar, vou... a missa, café da manhã, correr com as crianças e tal. E aí, esse é o melhor, porque o roteirista não sabe fazer outra escolha. A tara dele é escolher o melhor. Pelo menos é o que ele acha. É o que o crítico lá do passado fez um juízo baseado nas experiências da vida. Como dizia São Paulo, a fé é o fundamento da esperança.
A fé do crítico. Eu olhei para o passado e vi que café é muito gostoso ou foi muito gostoso. Aí eu olho para o futuro e falo assim, quando eu for no mercado, vou comprar café. Não é isso? Não é assim que a gente se orienta na vida? Esse não é o método científico? É sim o método científico, o princípio da indução na matemática, o princípio da lógica de passar da simples apreensão para o juízo, depois para as proposições ou para o silogismo, que são as deduções do futuro, tentando deduzir o futuro para me orientar na vida.
É assim que acontece com a gente. Aí, Eu dei o roteiro, né? Vai lá, Diego, entra aí no palco da vida e vai cumprir esse roteiro aqui, ó, o melhor roteiro que você consegue fazer. Aí eu começo. Faço uma coisa bem, faço a outra mais ou menos, aí sou impaciente aqui, não queria ser impaciente, consigo ser melhor ali. Aí, como é que eu olho pra minha vida? Eu olho pra minha vida assim, ó, Olha de noite, olha o que é a experiência da felicidade humana. Hoje eu tentei ser paciente com as crianças e fazer uma rotina para elas passarem tempo comigo e eu consegui.
Esse é o famoso eu posso deitar a minha cabeça tranquila no travesseiro porque eu fiz o que eu deveria fazer, ou seja, Eu fiz um roteiro baseado nas minhas crenças e eu o cumpri. Então eu tenho o crítico, aquele que faz os juízos, eu tenho o roteirista que faz o roteiro baseado nesses juízos e eu tenho o personagem que cumpriu o roteiro no palco. Quando essas três pessoas se encontram, finalmente eu tenho aquele momento do eu sou aquele que sou. E isso é uma maravilha, né?
Como é que eu consigo fazer isso? A gente chama, o pessoal tem ranço dessas coisas, né? A gente chama isso, a gente conhece isso na vida como o tal do exame de consciência. Então, o que é o exame de consciência? Sou eu agora? Sou eu? fora do tempo, que a gente vai chegar na esperança invencível por causa desse fora do tempo. Sou eu, olhando pra minha vida e vendo se eu fiz aquilo que eu deveria ter feito. Quando isso acontece, eu sinto o que a gente chama de maneira geral de ou paz, ou felicidade humana.
Essa é aquela sensação maravilhosa, né? De cara, eu vou deitar a minha cabeça tranquila no travesseiro. Isso no fim da vida? É como eu disse pra vocês, né? Quando eu comecei os meus atendimentos de uma pestalose, era ouvir de uma pessoa de 90 anos assim, ó. Essa é a nossa tara, né? Essa é a nossa tara de felicidade, né? De chegar assim e falar assim, cara, eu realizei a vida que Deus me deu aqui pra realizar. Em sentido contrário, olha a experiência da noite, quando eu chego à noite e falo assim, ó, a minha luta de hoje, a minha grande luta de hoje, de estar presente com a minha família, pô, tiveram alguns momentos que mais uma vez eu fui egoísta, fiquei lá no videogame, fiquei lá no pôquer, fiquei trancado vendo besteira no celular e não tive com a minha filha, não fiz as coisas, não tive com meus filhos, não fiz as coisas com a minha esposa.
E aí como é que a gente olha para a nossa personalidade inteira, para as três pessoas à noite? Eu falo assim, cara, Eu acredito que passar tempo com a minha família vai fazer a minha família mais forte, vai me fazer feliz, eu acredito que isso é minha vocação. Aí você fez um roteiro pra fazer isso, mas por diversas fraquezas não conseguiu. O que a gente chama tecnicamente de tristeza humana? Ou aquele vazio da noite, né? Olha que coisa interessante. De noite, quando a gente olha pra essa personalidade, a gente fala assim, cara, Eu não fiz o que eu deveria ter feito.
Quem sou eu? Eu sou o roteirista, aquele que carrega a intenção da minha vida, que pensou no melhor para eu fazer? Ou eu sou o personagem no palco? Eu sou aquele que não cumpriu. Então vejam, isso é uma crise de personalidade, uma crise momentânea de personalidade. Eu não sei exatamente quem eu sou. Eu sou aquele que acredita que é pra passar mais tempo com a família? Eu sou aquele que faz o roteiro pra passar mais tempo com a família? Ou eu sou esse, que não passa tempo com a família, mesmo tendo uma desculpa?
Vocês entendem o nosso drama? E aí, agora vem a maravilha da coisa, né? Porque eu só consigo fazer, olhar pra esses no presente, eu só consigo olhar para essas três pessoas, uma em cada tempo, os três tempos possíveis da vida humana, quando eu saio do tempo e vou para um lugar, e nesse lugar eu consigo olhar como se não tivesse mais presente, passado e futuro, e eu tenho um órgão dentro de mim. Prestem atenção quando eu falo para vocês que eu tenho um órgão.
Organon. Lembra dos escritos gregos de Aristóteles sobre lógica, os analíticos anteriores? Eles se chamam organon. Do grego, traduzido para o português como instrumento. órgão. Lembra do órgão, do instrumento musical? Órgão. Quando eu tenho um instrumento, ele serve para realizar uma finalidade, né? Quando o meu olho abre, a tare dele é olhar a imagem. Então, quer você queira, quer você não queira, ele vai olhar a imagem. Agora eu vou falar para vocês desse órgão aí que a Flávia escreveu.
Consciência. A consciência é um órgão que é um lugar. Ela tá fora do tempo e eu vou dar exemplos concretos que vocês fazem na vida e vocês vão entender o que eu tô falando. Prestem atenção. Eu já dei essa aula e é uma maravilha de aula. usando a teoria da relatividade do Einstein. Por quê? Porque o Einstein mostrou pra gente na física como o tempo, o presente, o passado e o futuro, e o espaço, eles são uma e três que estão falando a mesma coisa, né?
E a unidade dessa trindade se encontra no espaço. Isso é uma aula de relatividade restrita de Einstein. Então, olha só. Agora, olha para a personalidade. Eu, quando vou lá na infância, lá no Dieguinho com cinco anos, eu vou hoje lá. Eu vou lá agora, eu tô lembrando do Dieguinho, que é a memória mais remota que eu tenho. Eu vou lá na terra do crítico, na terra onde o crítico vive, na memória. Eu posso ir lá fazer juízos, não posso ir lá fazer juízos? Eu vou lá, hein?
Vou lá nos cinco anos. Tô vendo lá o Dieguinho no antigo CA, né? Hoje em dia, pré-alfabetização, tô vendo o Dieguinho lá no Colégio Pássaro Azul. Eu posso fazer juízos sobre aquilo lá, né? Eu tô lá. E eu posso dizer aqui agora que aquele lá sou eu. Então veja, quando a consciência vai no passado, ela vai como presente pra ela. Como? Como, pô? Vocês chamam isso no dia a dia de ressignificar, né? Ou seja, Eu posso ir lá no passado, olhar o meu pai me batendo com 7 anos, hoje, eu posso ir lá hoje, o fato é o mesmo fato no passado, eu estou lá olhando a mesma cena, o que aconteceu no passado, o meu pai está me batendo hoje, só que eu posso unificar isso na minha consciência hoje, com um juízo completamente diferente, Eu vou lá e mudo o juízo do passado, como se ele estivesse em unidade comigo hoje, como se fosse hoje.
Só a consciência pode fazer isso. É só a consciência que tem esse poder. Presta atenção, eu já dei uma aula para vocês, a aula dos amores, não foi isso? Olha só, se hoje eu me tornasse marxista, presta atenção nisso que eu vou falar para vocês, Se hoje eu me tornasse marxista, olha a tara da consciência, a que dá unidade para a personalidade inteira e busca isso com toda a sua força. Eu ia aprender sobre marxismo. Ou seja, com o meu crítico, eu ia fazer novos juízos hoje sobre marxismo.
Aí eu ia fazer um roteiro da minha vida como marxista. Eu ia começar a viver como marxista no mundo com personagem. Mas e tudo que já foi vivido como um cara que combate o marxismo? O que acontece? Olha só, a tara da consciência é da unidade para a personalidade. Então, a morte, paixão e ressurreição de Cristo já aconteceu, não? Já aconteceu no passado? Agora presta atenção, hein? Eu vou lá no passado. e vou dar unidade para minha personalidade, alterando a história do passado com a consciência, para que em volta do meu amor marxista eu consiga ter unidade de consciência.
Vocês entendem o tamanho disso? Só que, presta atenção que a gente vai chegar no modo de operação grandioso da vida do roteirista, de olhar pra frente. Pra vocês olharem pra uma pessoa como a gente deve olhar. Olhar pra uma pessoa com um coração em chamas pra purificá-la e aperfeiçoá-la, seja maneiro como for que ela aparece diante de nós. Por causa da consciência. Eu vou lá no passado, e aí eu vou começar a falar o quê? Da paixão de Cristo. Eu vou começar a falar assim, ó.
Ele foi assassinado, isso é uma injustiça, você percebe? Isso é uma linguagem de um cara marxista sobre a paixão de Cristo. Agora, qual é a linguagem de um católico? o centro da personalidade dele, aquela bola do meio dos desenhos que eu boto, o amor que dá unidade para as três pessoas, o café, que é o eixo da personalidade dele, essa bola, o amor. Agora é o marxismo, né? Eu vou lá atrás e as três pessoas vão se banhar disso. E quem dá unidade para isso? Quem dá unidade para isso é como a gente aprendeu aqui no início dessa live.
É a consciência. Ela olha de fora e ela vai tentar alterar sempre a vida das três pessoas para que elas sejam uma só. Por quê? Porque a tara da consciência é a unidade, pô. A tara da consciência é a unidade. Quem sabe um pouquinho mais de filosofia? Vejam. Eu tô falando aqui de uma coisa que chama completamente a vida do crítico, que é a verdade. Eu tô falando pra vocês sobre uma coisa que chama completamente a vida do roteirista, que é a bondade. E eu tô falando pra vocês sobre uma coisa que chama completamente a vida do personagem no palco, que é a beleza.
a filocalia, o amor pela beleza, a filosofia, o amor pela verdade e a filotelia, o amor pela finalidade, ou a filoteia, o teós como finalidade, e eu tenho a unidade da personalidade buscada por esse órgão, unidade. E a gente entende então a solução do problema medieval se a unidade era o quarto transcendental. A unidade não é o quarto transcendental. O teste do transcendental da unidade, na verdade, é que ele é os três transcendentais juntos.
Existe um órgão que não é o quarto órgão. Na verdade, ele é a unidade dos três órgãos, a consciência. A consciência humana é um lugar. E ela se manifesta de maneira ternária, de maneira trina, no tempo. É como se o tempo tivesse sido criado para que de um lugar onde o homem se relaciona com unidade com Deus, ele se diluísse. pra que Deus arrumasse um jeito de se relacionar pessoalmente com cada uma das pessoas da personalidade humana inteira, pra que Cristo no mundo se relacionasse com o personagem no mundo, pra que o crítico do homem se relacionasse com o espírito da verdade, pra que o roteirista, aquele que vê a vontade do futuro, a decisão mental do melhor, se relacionasse com o pai, o roteirista, vocês entendem?
o que eu estou falando para vocês, então quando eu falo para as pessoas assim, eu rezo separadamente para as pessoas da trindade, porque que isso acontece comigo, porque comigo acontece, porque quando eu estou rezando, eu sei o onde está se manifestando a minha personalidade, e eu sei o que é na trindade que me fez a imagem e semelhança dela, o que está se manifestando, vocês entendem? Então é óbvio que quando eu estou estudando, eu peço o Espírito Santo, E é óbvio que quando eu tô com um personagem no palco, correndo ou com dor, eu ofereço pra Cristo.
Você entende? Pra me juntar por ele comigo. E é óbvio que quando eu quero ver o futuro e tomar a melhor decisão, eu falo, meu pai, roteirista do mundo. como o próprio Cristo falava, eu vou cumprir a vontade do pai, a vontade daquele que decidiu mentalmente escrever o roteiro, como dizia São Leão Magno, da virtude da esperança, falando do futuro, e depois eu vou cumprir no palco, vocês estão entendendo o que eu estou falando para vocês? Então vejam, agora olha só, Chegou um cara com 69 anos e fala assim, Diego, eu preciso conversar contigo.
Eu tô há 69 anos tentando melhorar a minha vida. Falei, como assim, cara? Não, pô, eu já falhi três vezes, já me passaram a perna e conta todo tipo de desculpas para uma coisa que ele não realizou na vida. Então, ele tem 69 anos e ele queria ficar rico, o centro da personalidade dele. Quando eu digo centro da personalidade, vocês sabem o que eu estou falando concretamente? É o grande motivo pelo qual você faz exame de consciência, mesmo que você não saiba, porque o órgão da consciência quer funcionar.
Então, como é que ele faz à noite? Quando você de noite fica assim, pensando assim, sentindo dor ou tristeza, caramba, eu queria tratar melhor a minha esposa e não estou tratando. Eu queria ganhar mais dinheiro e não estou ganhando. Eu queria passar naquele concurso e não estou conseguindo. Essa bola aí do meio, que você fica medindo o seu roteiro, a sua crença e o seu personagem no palco, esse teu amorzinho aí do meio, essa bola onde estão as três pessoas da tua personalidade vivendo, se ela está aí te chamando a exame de consciência, isso significa que ela é um amor importante para a tua personalidade.
Agora volta lá naquele cara de 69 anos. Ele está lá, com 69 anos, colocando a crença dele na felicidade no dinheiro, a esperança do roteirista dele no dinheiro, e está no palco tentando enriquecer. Aí você pergunta a história dele. Então ele vai contar a história dele com a consciência, porque ele vai falar das três pessoas. Só as três pessoas que conseguem. Como é que um paciente chega para mim? Ele só pode chegar assim. Toda pessoa que chega para mim na consulta, ela só pode chegar assim.
Diego, eu no passado, me passaram a perna e fizeram não sei o que lá, não sei o que lá, e eu falo, ah, ela está falando do crítico. Eu falo assim, Diego, pô, eu tenho um roteiro, eu estou pensando em fazer não sei o que lá, aí eu falo, ah, quem está aí falando é o roteirista. Diego, eu estou me sentindo mal, eu estou me sentindo fraco, preguiçoso. Pô, eu hoje não sei o que lá, eu falo, ela está falando do personagem no palco. Ou quem que pode aparecer para mim?
Pode aparecer para mim a consciência da pessoa, que é a unidade das três pessoas. Quando que ela aparece? Quando ela está fazendo uma narrativa. Narrare, do latim, com origem grega no gynare. A mesma raiz da palavra grega gynose, que significa conhecer. Quem é que narra? Narra aquele que conhece, que é a arma da consciência. A consciência não é a que sabe. Quem sabe é o crítico. Eu sei que esse café é quente. A consciência é aquela que sabe que sabe. Ou seja, eu sei que as três pessoas sou eu.
Eu sei que eu sou o crítico, o roteirista, o personagem. Quem que faz isso? É um deles três? Não, não, não. É a consciência. É ela que olha de fora. Então, veja. A consciência, que é aquele lugar lá que o catecismo diz, né? Que é o grande lugar onde o homem encontra só ele, somente um homem pode entrar na sua própria consciência pra estar lá diante da autoridade maior. Só duas pessoas entram na consciência humana. Ele mesmo E Deus, só que esse Deus que entra lá, nós podemos botar falsos deuses lá dentro da consciência.
Esse é o lugar da consciência, por isso ela é o lugar. Era desse lugar aí que Santo Agostinho falava, né? Mas eu estava fora, eu vivia com as três pessoas, uma em cada tempo, mas eu não entrava nesse lugar, eu não saía do tempo para entrar nesse lugar onde eu olho para mim mesmo, de fora e vejo meu presente, meu passado e meu futuro. Porque entrar lá permite que eu conte a vida. Agora olha só, esse cara de 69 anos, ele conta a vida dele, ele conta uma história, uma narrativa, porque só a narrativa pode unificar os três tempos.
A narrativa é um produto de vida da consciência. Aí ele conta, até 69 anos, uma história de merda, de derrota, de falta de domínio, onde ele foi dominado pelo mundo. E aí, com 70 anos, num estalar de dedos, em um único instante. Esse jovem de 70 anos fica rico. Olha só o que a consciência vai fazer. Nesse dia, nesse instante, em que faltava o amor do centro da personalidade dele. E o amor chega.
Ele queria riqueza, não é? Ela não existia. E ele contava a história de uma vida que não encontrou com o seu amor, que não dominou o seu amor. Em um único instante, quando o amor aparece no centro da personalidade dele, se você perguntar para ele sobre a história da vida dele, Por quê? Porque ele vai fazer assim, ó. Não existia a presença do meu amor. Agora o meu amor chegou e agora eu vou narrar a minha história. Eu falhi três vezes e aquelas três vezes que eu falhi estavam me deixando forte.
Você entende? Eu estava fraco e aquilo que estava fraco me fez encontrar com o Júlio, que me ofereceu um emprego, que me fez conhecer O que fundamentar e elevar a personalidade inteira, em breve ele vai ter aquele processo de, caramba, e agora? Agora eu enriqueci com 70 anos, né? Vai faltar um outro amor, porque ele tem que dominar novas coisas. Daqui a pouco vai aparecer a morte e ele vai ver que aquele grande amor do centro da personalidade dele não tem força pra dominar a morte.
Aí ele vai ter que procurar um novo amor, por isso que tá cheio de velhinho na missa. eles veem Cristo dominando a morte, eles falam assim, cara, esse cara aqui é melhor do que dinheiro, tá ligado? Dinheiro dá pra dominar várias coisas, mas a morte eu vou ficar nesse cara aqui, vou tentar colocá-la como sendo a minha personagem. Então você vê, quando a gente olha pra uma pessoa, quando eu atendo o satanista, Quando eu atendo o cara que... Quando eu atendo umas pessoas que chegam até mim toda preta, assim, ó, de tatuagem, com um bicho entrando aqui, ó, com as patas, e eu olho pra ela, assim, na minha frente, eu só tenho que fazer um papel, pô.
O que que faz a minha esperança ser invencível olhando pra essa pessoa? Que eu só preciso de um instante, pô. Vocês sabem que é triste quando a gente vê as pessoas olhando para as outras com aquele olhar assim. Infelizmente, o cara não deu certo, não quis, teve um passado, caramba. Como é que vocês falam isso de uma pessoa viva, sem se empolgar, sem querer, em um único instante pegar? Presta atenção nisso. É bonito demais. Quando o Santo Agostinho conta a história dele nas confissões e quando ele chega naquele momento assim, Agostinho toma e lê Agostinho, lê, aí Santo Agostinho lê o Evangelho, depois ele vai deixar de ser maniqueísta, você vê.
Isso é muito bonito, porque Santo Agostinho estava deixando de ser maniqueísta, né? E as pessoas, elas são maniqueístas, porra. Porque elas não entendem o que é o mal. Elas acham que existe um mal que é tão forte quanto o bem e que eles brigam. Aí eu falo, porra, mas vocês estão de sacanagem, porra. Eu não sei como as pessoas... Elas... Elas... Ficam estupefadas com o mal. Elas olham para o satanista ou para o cara que tá... Eu ouvi essa semana me mandaram a imagem de um cara que é o cara que entrou para o Guinness Book como a maior quantidade de cirurgias no rosto, e ele fez o rosto dele como um demônio, né?
Você vê, o que que é... o que que... eu olhando para aquele cara ali, o que que eu sei dele? O que que eu tenho que fazer por ele? Aquele cara ali... eu só preciso de um instante, em um instante, se em um instante aquele cara com o rosto todo demoníaco, ou se em um instante o satanista, ou se em um instante, preste atenção, se o cara der um tiro na cabeça dele e estourar os miolos dele, sinagonia de morte, Quando a gente fala assim, olha isso, quando a gente vai morrer, você vê, eu tenho 40 pontos de linha de pivo aqui no pescoço, tá vendo?
Quando a gente pensa assim, quando a gente tá em risco de morte, A gente fala assim de uma maneira geral, com senso comum. Caramba, toda a minha vida passou na minha frente em um instante. Isso é uma maravilha, meu irmão. Porque se o cara que deu um tiro na cabeça dele, estourar os miolos dele, estourar os miolos, se naquele momento ele lembrar de Cristo ou aparecer para ele. Vocês já ouviram a história da Glória Polo? Procurem o nome dessa mulher Glória Polo e vejam o que aconteceu com a vida dessa mulher quando um raio caiu nela.
Se esse cara aqui tentou se matar, se em um único instante ele encontrar com Cristo e ele se converter, Sabe como é que eu e você e ele vamos contar a história dele? Nós vamos falar como Santo Agostinho, né? Olhando pra Adão. Oh, feliz culpa de Adão. Félix, culpa de Adão. Porque nos trouxe tão grande salvador, né? Se Adão não tivesse feito aquela merda que ele fez, a gente não teria conhecido o sorriso de Cristo nesse mundo, né?
Então vejam, o cara que estourou os miolos dele, se ele tivesse salvado em um único instante, a história desse cara será a história da feliz bala que destruiu os miolos dele, porque essa bala o fez encontrar com Cristo. Por causa da consciência, porra. Porque a consciência consegue canonizar uma vida inteira num instante. E ela vai contar a tua história inteira, vocês entendem? Vocês, nem eu, nós não podemos nunca olhar pra uma pessoa e perder a esperança.
Por causa da consciência, porra. dentro do homem, de um olhar que é tarado por olhar. Ó, eu não tenho tanto tempo assim agora pra falar mais coisa da consciência pra vocês. Porque ela faz essa maravilha, né? Mas, ó, olha isso aqui que eu vou contar pra vocês aqui, rapidamente, por causa do tempo. Eu atendo um cara que eu já conhecia há muitos anos, que quando era adolescente lutava contra a pornografia, masturbação, essas paradas aí que hoje em dia ferra meio mundo.
E aí ele ficou 10 anos sendo dominado por isso. Então, preste atenção nisso, crítico. Ele acreditava que viver longe disso ia fazê-lo feliz. Aí ele fazia um roteiro pra viver longe disso. Aí o personagem no palco não conseguia. Olha só. Então ele tá há dez anos tendo uma crise de personalidade. A consciência, quando olha pra ele, não sabe quem ele é. Por quê? O crítico tem um juízo sobre a vida, faz um roteiro pro personagem, e o personagem no palco não consegue cumprir o roteiro.
A consciência busca unidade, não busca unidade? Não é a satára dela? Ou seja, ela vai distorcer a verdade do crítico para que ele faça um novo roteiro, um novo roteiro, para que o personagem no palco consiga cumprir aquele roteiro. mesmo que ele seja medíocre. Por quê? Porque aquele cara precisa de unidade de vida. Depois de dez anos tentando lutar para não se entregar para a pornografia, para a masturbação, aquele cara não consegue. Sabe o que a consciência dele faz? Porque ele não tem consciência disso, ele muda a verdade na cabeça dele.
Ele chega e fala assim para mim, Ah, cara, esse negócio aí de castidade que vocês falam, isso aí nem é tão importante assim. Se não é tão importante assim, mas se eu estou mudando o juízo sobre isso, como a fé do crítico, o juízo do crítico é o fundamento da esperança do roteirista, então agora eu posso ter um roteiro onde eu faça isso todo dia. É isso que meu personagem faz no palco, não é assim? Finalmente agora eu tenho unidade da personalidade. Vocês entenderam por que as pessoas mudam a verdade quando elas são imorais por muito tempo?
E vocês entenderam a aula agora, Lada? Por que eu falei que não dá pra ser filósofo tendo vida imoral? Por que as pessoas abraçam a mentira? Por causa da força da consciência. Vocês não já ouviram falar por aí? É a personalidade do terapeuta que cura. Vocês já não ouviram falar disso aí? Por que as pessoas falam isso? E por que isso não é verdade? Apesar de eu saber que Victor Frankl falou isso. A personalidade do terapeuta, se ela for forte, ela vai mudar a tua verdade.
Só que Hitler tinha personalidade forte pra caraca, ou seja, ele acreditava na raça ariana, fez um roteiro pra cumprir aquilo e botou aquilo no palco, porra. A personalidade de Hitler era forte pra caraca, com uma unidade escrota de forte. Vocês entendem? É difícil pra caraca tratar uma pessoa assim. Aí você vê, a personalidade dele fez com que a unidade de vida dele levasse aquela multidão de jovens atrás dele, né? a personalidade dele curou aquelas pessoas? Não. Não é a personalidade do terapeuta que cura. É a pessoa que vive na consciência de quem tem unidade da personalidade que cura.
Ou seja, lá na consciência só cabem duas pessoas, eu e um autor, uma autoridade da vida. Se esse autor que você botou na consciência for o mesmo autor da ordem do mundo, esse autor vai curar as pessoas, vocês entendem? Por quê? Que todas as faculdades, todas as faculdades não permitem que a gente saia da faculdade em condições de realizar nossa profissão. Porque na faculdade eu aprendo, a faculdade de psicologia, você aprende juízos, não é isso? Aprende um monte de juízo correto, um monte de juízo errado, com os quais você vai fazer roteiros corretos e roteiros errados.
E o personagem no palco? Ele é exercitado numa faculdade? Mas é óbvio que não, é impossível. Quando eu li As Confissões de Santo Agostinho com 15 anos, eu falei assim, porra, isso aqui é a verdade. Eu vou fazer um roteiro como esse da minha vida, porra. Um roteiro de castidade, de bondade, de fidelidade. Quando eu levantei dali e encontrei a primeira pessoa, o meu personagem era fraco, porra. Eu não podia cumprir meu roteiro da vida, vocês entendem? O personagem não é adestrado na faculdade, ele é adestrado no palco.
Por que o psicólogo sai da faculdade, o terapeuta, e ele não consegue curar as pessoas? Porque ele sabe que as pessoas têm que ter uma vida boa, uma rotina boa, chegar em casa e ter um bom jantar. Mas eu pergunto para vocês, Qual é o terapeuta que pode curar uma pessoa que quer ter uma grande família? É aquele que botou o personagem dele no palco e passou bons anos se temperando do bom jantar. Ele lutou com afínco dia após dia pra transformar um jantar num grande jantar, porra.
não tem como formar uma pessoa para ajudar as outras. Você vê, tanto é que vocês veem, o pessoal bota até de brincadeira, bons terapeutas, falando entre aspas, tipo, falando assim, eu sou lésbica, não sei o que lá, bicentenária, não sei o que lá, do X-Burguer e tal, e sou psicóloga, não tem esses vídeos que passam por aí? Você vê, por que acontece isso com uma pessoa que vai curar outras pessoas? por causa da consciência. Então, vocês estão vendo o tamanho disso? Eu falo, pô Diego, isso é brabo, né?
Pois é, nós não temos mais direito de olhar para uma pessoa dessa e perder a esperança, né? Porque ela só precisa de nós de um instante, vocês estão entendendo? Eu falo, mas esse cara, meu irmão, ele é bandido, pô! Esse cara tinha que ser condenado à morte e crucificado Ele falou, pois é, se ele fosse um assassino e tivesse crucificado, em um único instante, com um simples Senhor, lembra-te de mim quando chegar no paraíso, em um instante, a gente consegue canonizar esse cara e chamá-lo de São Dimas.
porque toda a história do assassinato e das mazelas que ele fez na vida levaram até o alto da cruz, onde ele podia sempre, na liberdade do homem, na liberdade do homem até o final, até o último instante, a liberdade do homem para num único instante entrar na consciência dele, se render o autor do mundo e contar sempre uma nova história por causa de um lugar chamado consciência. que dá para o homem uma esperança que deve ser invencível. Por isso, nós não temos o direito de perder a esperança quando a gente olha para uma pessoa, para um casamento, para uma criança, para um professor, para uma pessoa toda aloprada, para o demoníaco, para o satanista.
Porque a gente precisa de um instante só. Em um instante. Não é a história da vida de uma pessoa, né? Porque vocês percebem que a consciência faz com que a gente conte a história da humanidade inteira de novo, né? Em um único instante, um ser humano muda a história do mundo, se ele encontrar nesse lugar o autor do mundo. Uma maravilha, né? Obrigado pela presença de sempre, de vocês aqui. Viva a Santíssima Trindade! Uma unidade em três pessoas.