Vocação & domínio
O Domínio sobre a Vida
- o domínio sobre a vida
- os falsos domínios
- domínio vs autonomia (autonomos)
- dominar o mundo no colo do domino
- domínio transcendental vs domínio acusador
- a inveja como luta contra um domino
- conhecer e ser profundamente conhecido (o crítico)
- vencer a morte / pedir colo
- a teoria da relatividade como teologia mística
- soberba (domínio verdadeiro) vs orgulho (falso domínio)
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 24:37.
“Agora eu vou passar direto aqui que eu tenho que começar a live, hein? Vamos lá. Me perdoe se eu deixei gente para trás ou algum comentário importante. (...) A gente, na semana passada, falou sobre o domínio. Sobre a presença.”
Trechos da aula
Existe o domínio transcendental que nos eleva e um domínio acusador, manipulador, que nos destrói
A nossa vocação de dominar o mundo a qualquer custo é o fundamento
Quando as coisas falharem mesmo na nossa tentativa de dominar a vida e o mundo, nós vamos precisar de um domino
Nós vamos vencer a morte pedindo colo
Transcrição completa
Boa noite. Boa noite, pessoal. Estamos ao vivo? Estamos, né? No YouTube. O pessoal está dando boa noite aqui. Instagram. Deixa eu ver se eu consegui... Será que eu consegui fixar aqui o link da live para o pessoal vir para o YouTube? Pessoal do Instagram, pode vir pro YouTube, tá? Vou começar a falar com a galera aqui pelo YouTube, hein? Deixa eu ver se eu consegui botar aqui. Vou botar aqui.
Aí o link do YouTube aí. fixar comentário pronto no instagram no instagram tá fixado aí o comentário com o link do youtube pro pessoal do instagram vir pro youtube tá vamos lá galera do youtube vamos começar a nos falar aqui vamos começar a tomar a surra aqui da barra de rolagem Fala, Eduardo. Boa noite, meu irmão. Ele está aqui.
Fala, Tiago. Boa noite, Divinópolis. Gabriela, boa noite. Fala, Ramon. Tranquilo, meu irmão? Mais um baiano na live. Murilo. Boa noite, meu irmão. Boa noite, Feridiana. Boa noite, Juliana. Eduardo Carvalho. Boa noite. Fala, Sérgio. Boa noite, meu irmão. Vivian. Ivi. Boa noite. Tiago Mello, de Divinópolis, Minas Gerais. Boa noite. Seja bem-vindo. Fala, Alberto.
Boa noite, Rafael. Marcelo de Aragão. Paulinário Camboriú. Marcelo. Fala aí, Igor. Boa noite, Igor Monteiro. Marcela Faria. Boa noite. Marcelo, Marcela Faria, Marcelo, Marcelo, Zara Mela. A Marcela estava falando comigo aqui. A Zara Mela. Estou no Instagram. E hoje com Boa Noite, Vivian de São José dos Campos, Joana Feres.
Boa noite. Manda um grande abraço para o Nier. Um beijo para as crianças. Fábio Pires, boa noite. Suzano. Boa noite, Everton. De Urinhos. Fala, Rian. Boa noite. Diogo. Fala, Diogo. Do Colégio Iluminari. De Bragança Paulista. Boa noite, professor Alan Vitor. na companhia da esposa. Participando pela primeira vez da live.
Seja bem-vinda. De Maceió. Igor Monteiro de João Pessoa da Paraíba. Jonathan. Professor de Educação Física. Academia não é para homem casado. Depende do caso, né, Jonathan? Depende do caso. Mas, no geral... No geral, não é, não. Infelizmente, eu sei que muita gente constrói a vida em torno disso, mas fazer o que? Não vou deixar de falar aqui para aperfeiçoar a nossa vida na verdadeira perfeição e a gente ficar aí lavando medalha, pesando carne, passando álcool no joelho, quando levanta do genoflexório na missa.
Essa foi a que eu vi hoje. A gente vai falar sobre isso hoje, o domínio sobre a vida e os falsos domínios sobre a vida. Fala, Joaquim. Gabriel Sena. Sejam bem-vindos. Filipe Gimenez. Poderia falar um pouco sobre a diferença entre a solidão monástica e a solidão vivida por Santo Antão? A solidão vivida por Santo Antão foi a verdadeira solidão monástica. Até porque Santo Antão com São Paulo de Tebas foram os precursores desse tipo de vida. Só que depois Santo Antão saiu da solidão monástica. Santo Atanásio e mais meia dúzia de caboclos foram lá pedi-los para ajudá-los a lutar contra o arianismo.
Vocês deveriam um dia ler a vida de Santo Antão, escrita pelo próprio Santo Atanásio. Vocês iam ver a beleza de quando Santo Atanásio encontrou com ele e a multidão de pessoas, o que começou a acontecer com as pessoas perto de Santo Antão, tendo vivido anos no deserto. E depois, como na história da Igreja Católica, a gente utilizou a vida de Santo Antão para escrever os manuais de exorcismo e de rituais. de exorcismo. Vocês deveriam conhecer essa vida de Santo Antão. É um escrito importante que as pessoas deveriam conhecer, de verdade.
Faz parte do nosso domínio sobre a vida. Manuel Saturno. Boa noite, meu irmão. Marcelo Barbieri. Falando de Brasília. Tudo bem, meu amigo? Chegou de missão, né? Jennifer. Boa noite. Barra de Rolagem está fazendo guerra. Lucas, boa noite. Mateus Navarro, boa noite, de Teresina. Fabiana.
Arielson, boa noite. Juliano, a forja de Ari. Pedro, fala para o senhor, boa noite. Sua presença tem sido graça na minha vida. Me temperando diariamente por aqui. E a sua presença é graça na minha vida também. É só ver o que eu falei lá no final da live. Se não fosse a presença de vocês aqui, Certamente eu ia estar fazendo alguma inutilidade ou besteira se eu não tivesse a responsabilidade aqui por vocês me chamarem de professor. Obrigado pela aula da coopciência da carne. Ricardo Almeida. Boa noite, Diego.
Boa noite, Ricardo. Ramon. Professor, como ajudar alguém que sofre com pressão alta adivinhadamente. Aparecem mais problemas psicológicos do que físicos. Então, a terapia para toda compressão, que é essa pressão que você pergunta, é a descompressão. Então, a gente tem que ver os pontos de compressão. Quais são os pontos de compressão? Dinheiro, casamento, filho doente, vício. Entende? Isso são as pressões da vida. Pressão no espaço? Pressão no tempo? Rotina mal feita? Casa pequena demais? Qual que é a pressão? Tem que descomprimir. Se a pressão for fisiológica ou se a gente não conseguir descomprimir o psicológico, a gente tem que utilizar um farmacológico que diminua a atividade psíquica, a pressão psíquica, a quantidade de pensamento.
Vocês entendem isso que eu falo? A gente tem que descomprimir. Chayane, boa noite. Jonathan, boa noite. Auriane, boa noite. Caxias, no Maranhão. Suelen, boa noite. Thaisa, boa noite. Roberto, boa noite. Roberto de Arraial do Cabo. Rurik, é isso? Rurik. Governador Valadares, Minas Gerais. Boa noite. E Elânio, boa noite para o Sol de Natal. Em prática na nossa casa. Joana Maria, boa noite.
Professor, pela primeira vez conseguindo, se já ouviu. Seja bem-vindo, Joana. Rodrigo Mogimirim. Boa noite, meu irmão. Jussara. Ainda está nas boas-vindas? Ainda estou nas boas-vindas. Supervisão com o professor Tariq foi excelente, professor. Eu não tinha dúvida. O Tariq é... Está indo muito bem. Maria Isabela, boa noite. Sandra. Depois tem que vir um jeito aí, Eduardo, de divulgar essa... Essa supervisão com o Tariq. Depois tu me fala.
É pro pessoal da comunidade, né? A gente bota um link lá na comunidade. Ou vocês têm um grupo no WhatsApp da comunidade, né? Deve ser isso, então. Sandra. Boa noite, Sandra. Neto. Boa noite. Ribeira do Pombal, da Bahia, seja bem-vindo. Boa noite, Luana. A honra é minha. Galvani, Salvador, Bahia. Glória Ferreira. Glória, Ceará. Lucas Galante, boa noite, de Santos. Maiara, boa noite. Núbia. Parauapebas, Pará, seja bem-vindo. Viviane, Curitiba, Paraná.
A música Summertime Sadness é a música que eu ouço para luto. Eu tenho umas músicas de luto. Uma delas é essa música aí. Summertime Sadness. Só não lembro o nome da cantora. Andréa Santos. Visconde do Rio Branco. Essa música aí, eu não lembro da letra dela agora, mas se eu não me engano é sobre traição, né? Deixa eu falar uma coisa pra vocês sobre letra de música e música. Tem muita letra de música que vocês podem ouvir por uma experiência pessoal de vocês, tá?
Aí tem gente que fica falando assim, mas você está ouvindo E a letra da música não tem nada a ver com isso. Quer ver? Eu vou dar um exemplo pra mim que é muito... Foi muito marcante, né? Eu conheci um monge beneditino quando era adolescente que usava uma música do Fagner. É... Se eu não me engano, é Borbulhas de Amor o nome da música. Cara a cara, beijo a beijo e viver para sempre dentro. É alguma coisa mais ou menos assim. Essa música fala de relação sexual, se eu não me engano.
O monge utilizava para oração, porque ele pegava a letra e lembrava de Deus utilizando a letra. Vou dar um outro exemplo. Eu conheço gente que, em momentos de crise de fé, utiliza a música Losing My Religion, que é do R.E.M., e que já foi condenada, entre aspas, por católicos e evangélicos como fazendo apologia contra a religião. Não é isso? E tem gente que é muito religiosa e usa essa música como se fosse uma espécie de salmo nos momentos de angústia, sabe? Então vocês tem que ter muito cuidado quando vocês forem assim de martelo dos hereges, assim ó, sair aloprando com os outros por causa de um tipo de música, né?
Obviamente que a gente não vai querer aqui, pô, dar uns exemplos ridiculões de música que carrega muita sensualidade. Enfim, a música que vai levar para uma inclinação ruim, ao invés de uma inclinação decente para a pessoa. Agora, isso às vezes acontece menos pela letra e mais por ritmo, por melodia. Enfim, isso é um papo longo. Um dia a gente podia conversar aqui só sobre música, sabia? Acho que esse é um bom papo para tirar várias dúvidas de pessoal. Apesar de nas minhas lives eu dar, de vez em quando, pincelado em várias coisas aí de canto gregoriano, já falei.
Em alguma live eu falo sobre a duração, sobre tempo. Eu falo de melodia, de figura, de linguagem, do melisma, de como se utiliza isso na música. Eu vou dando umas pinceladas por aí, mas é um assunto que a gente podia fazer um dia só sobre ele, para tirar as dúvidas da galera. Vamos lá agora. Vamos ver onde é que eu parei. Ah, eu parei na Summertime. Isso aí. O Eduardo perguntou. Vamos lá. Andrea Santos. Visconde do Rio Branco, Minas Gerais. Seja bem-vindo. Rafaela Mello. Boa noite.
Seu livro é uma preciosidade. Eu ainda vou reeditar aquele livro, se Deus quiser. Espero que não demore tanto. Talvez até antes de sair os próximos aí. Eles não vão ser livros soltos, não. Eu pretendo que seja uma coleção. É por isso que eles têm que ir na ordem certinha, assim, a presença, o domínio, as três pessoas. para o negócio geral, uma presença que domina nas três pessoas. Lívia, boa noite. Endress Hauser, boa noite. Sandro, boa noite. Iago Oliveira, boa noite. Grande graça, deposição da vista. Kelly, boa noite.
Vinícius, boa noite. Luiz Bernardo, boa noite. Aniversário da minha filha Maria Catarina, um ano. Vamos rezar pela Maria Catarina. Quem estiver lendo a mensagem do Luiz aí, pode, inclusive, rezar agora. Para que Deus a abençoe e fortaleça a vocação da Maria Catarina. Claudilene, fala, professor Roosevelt. Fala, Roosevelt. Matheus Vitalino, Adelaine. Boa noite, o Sara Rio Verde Cuiás. Cássio Focrin, é isso? Me perdoe se eu falei errado, meu irmão. Ananindeua Pará, é isso?
Se eu tiver falado errado, me perdoe e depois pode me corrigir tranquilamente. Maria Isabela, boa noite, professor. Acompanhando aqui de Macapá. Amapá. Seja bem-vinda, Maria. Aline, boa noite. Pedro. Professor, para que negligenciou as matérias básicas quando era mais novo? É interessante, primeiramente, focar em dominá-las? Não necessariamente, porque elas são ensinadas de maneira muito técnica. Eu vou ensinar para vocês tudo das matérias básicas, física, química, matemática, biologia, tudo que for necessário para que vocês compreendam a vida. Como eu faço, por exemplo, aula de ansiedade e depressão, eu falei algumas coisas básicas sobre pressão.
Depois, se o pessoal quiser, na comunidade, que ensine mais isso detalhadamente, a gente pode até fazer uma live, como se fosse uma aula de física mesmo, e eu ensino para vocês, tá? Não tem problema nenhum, não. É porque vocês vão estudar as matérias básicas pelos livros ou sozinhos? e vão estudar gramática por um livro de gramática. Igual eu citei, os três livros de gramática mais utilizados em concurso público ou como referência de qualquer concurso. Ivanildo Bechara, Rocha Lima, Celso Cui. Vocês vão pegar esse livro e vão ficar estudando gramática.
Aí algumas coisas que importam muito, tipo a história da língua portuguesa. Não tem nenhum deles que coloque cinco páginas disso. Entende? A gente foca muito na parte técnica. para um domínio muito técnico e a gente não foca na aplicabilidade da vida humana, num domínio da vida, tá? Essa é minha preocupação. E essa lacuna de preocupação minha é a que eu pretendo preencher na comunidade. Raime, boa noite. Renata. Tiago Veríssimo. Boa noite, professor Tiago de Cuiabá. Educa a ânima. Salve, salve. Jéssica. Boa noite, professor. Eduardo Aragão.
Um abraço para a senhora Amanda e para o Marcelo. O Marcelo é irmão do Eduardo e a senhora Amanda é a mãe do Eduardo. Érica. Boa noite. Seja bem-vinda ao vivo. Silviane. Boa noite. Neto? É isso? Neto Iracir. Ganhei de presente seu livro da minha esposa. Pedro, deixa para o açougueiro pesar a carne, pô. Stefânia, boa noite, professor. Letícia Salomão, boa noite. Alex Júnior, boa noite.
Luísa, Natália, boa noite. Alexandre Maia, Felipe Henrique, Fabiana Ribeiro. Ela tem um livro de Santo Antão, olha aí. Caramba, perdi a barra de enrolagem. Cadê a barra? Fechei. Fabiana, Luana, parabéns pelos 10 anos de casado. Isso aí. Obrigado, Luana. Murilo. Orais sem cessar da filocalia? Cara, um dia eu vou ter que falar pra vocês sobre a filocalia e sobre os relatos do peregrino russo. Tem muita coisa lá pra eu falar pra vocês. Tem muita coisa. Puxa vida. Quem já fez o meu curso sabe que eu comento lá onde é a posição da filocalia na personalidade humana, né?
E eu passei um tempinho considerável da minha vida fazendo a oração dos monges ortodoxos, né? Como é o caso do peregrino russo que o Murilo fala aí. Jesus Cristo, filho de Davi, tem de piedade de mim. Arthur, boa noite, professor. Felipe Gimenez, professor, mando um abraço para meus amigos, Juliana e Patrick. Um abraço, Juliana e Patrick, que descobriram ainda agora que vão ser pais. Que maravilha! Isso é a graça. É por isso que nós chamamos a Virgem Maria de cheia de graça.
E por isso que existe, além dos quatro dogmas marianos que nós conhecemos, nos 44 que eu costumo mencionar para vocês, existe um dogma mariano no prelo. Existem dois, na verdade. Um deles é que a Virgem Maria é medianeira de todas as graças. Ou seja, não existe graça nesse mundo que não passe pelas mãos da Virgem Maria. Não é muito difícil de perceber, né? Uma vez que Cristo se fez todo presente por ela. Se Ele é a fonte de toda presença, obviamente, Ela é a medianeira de toda presença.
O que importa nesse mundo, não é verdade? É por isso que quando as pessoas engravidam, elas são visitadas por essa graça especial de uma eternidade, né? Cheguei. Silvano. Putz, o Baladinho Olás foi embora. 9h25, vamos começar, né? Senão eu passo uma live aqui dando boa noite pra vocês, né? Vou passar direto, hein? Boa noite, todo mundo aí. Leonardo, Eduardo, Rafaela, Murilo, Silvana, Rafaela, Cassi, Jonathan, Silvana, Viviane, Carla, Lucas, Paulo. Carla, vou parar só para comentar o da Carla aqui.
Carla Nogueira, doutora Carla. Estamos esperando a Maria Helena. Que maravilha. Que nome bonito. Aqui em casa nós temos uma Maria Helena. As meninas são todas Marias e a nossa Helena é em homenagem à Santa Faustina, que é Helena, né? Mas tem Santa Helena, a mãe de Constantino, não é isso? Vocês devem conhecer. Felipe, Alain, Cris, Eduardo, Sérgio, Bruna, Sérgio, Veridiana, Bruna, Eduardo, Nath, Hermes, Adelaine, Amanda, Nama, Galhans, Paulo Cardoso, Rafaela, Pedro, Jéssica, Aline, Bruna, Ditinho, Flávio, Paula, Marcos, Enilo, Tiago.
Pô, agora vocês estão falando para caraca, né, meu? Agora eu vou passar direto aqui que eu tenho que começar a live, hein? Vamos lá. Me perdoe se eu deixei gente para trás ou algum comentário importante. Bom, olha a galera do YouTube aqui, ó. Galera que tem ranço com... A galera do Instagram que tem ranço com o YouTube. Tá aqui. Veio meio de lado, né? Mas dá pra cumprir a missão. A gente, na semana passada, falou sobre o domínio. Sobre a presença. E aí, eu fiquei bem na dúvida, né?
Se eu falava mais sobre as consequências da presença. ou da ausência. E tem muita coisa para falar. Até porque quem participa da comunidade já fez meus cursos. Sabe que eu estou fazendo um trabalho de dar unidade para todas as ciências? Então, o modo como nós chamarmos... É engraçado, vocês veem. Existe a galera assim. Então, por exemplo, Existem os meus alunos médicos que gostam de falar sobre as dores humanas através da referência do DSM ou do CID, que seja.
TDAH, TOC, transtorno bipolar, transtorno borderline, transtorno narcisista, depressão, ansiedade. E existe a galera, os meus alunos, de um campo mais teológico, mais filosófico, que gostam de falar das dores humanas a partir de vícios e virtudes, psicologia atomista, soberba, dificuldade de... louquacidade de se concentrar, a doença que eu falei para vocês, a dos monges, Então quem acompanhou um pouco lá, por exemplo, do curso da personalidade humana já viu que eu não faço diferença ou isolo esse tipo de coisa.
Como é do meu domínio ambas as áreas, parem para pensar nisso aqui. Vocês olham um campo de futebol, Aí a gente tem os nomes do campo de futebol assim. Grande área, círculo central, campo de ataque, a parte defensiva. Então tem gente que chama dessas coisas. Se vocês olharem as crianças aqui, quando elas estão jogando num campo desses, elas chamam de outras maneiras. Elas chamam lá no meio do campo, para o círculo central, ou então, em campos que não têm desenhado tudo aquilo ali, porque às vezes joga futebol numa quadra que está desenhada, o chão está desenhado como basquete, aí chama de outra coisa.
O que é um problema gramatical só. Então, para mim, Quando uma pessoa fala assim, às vezes ela está falando sobre uma personalidade humana, aí ela vai falando assim, vai contando a vida da pessoa, aí ela vai passando pela infância e ela fala assim, olha essa pessoa, ela não teve uma presença do pai ou da mãe que representasse autoridade e domínio para ela. Então, essa pessoa que não se acostuma, ela vai crescendo e ela não se acostuma a fazer vênia para a autoridade, a ser obediente para a autoridade, a ser submetida a uma disciplina, disciplina que é discipulado, disciplina, discípulo, através de uma autoridade, diante de uma autoridade.
A gente vai tratar essas pessoas? Se eu estiver falando com aluno de filosofia, teologia, eles vão ficar falando o tempo todo para mim? sobre soberba, sobre egoísmo, sobre todas essas coisas nessa clave, né? Se eu tô numa área mais médica... o pessoal vai querer começar a falar comigo, vai descrever os campos e a gente vai pegar lá o DSM e vai acabar enquadrando uma pessoa dessa não transtornando de personalidade narcisista. Entendem? Então, quando eu falo, eu aplico pra vocês a física pra falar de ansiedade e depressão e chamo de compressão e descompressão e vou resolvendo com vocês utilizando gramática.
Eu quero que vocês vão percebendo uma base real, onde todas essas coisas acontecem, seja o campo que vocês forem, seja da filosofia, seja da teologia, seja da psicologia, seja da psiquiatria, vocês entendem? É só pra vocês saberem que a gente fica, quando a gente fica doente, a gente fica doente por completo, e ainda que as ciências olhem pra essas doenças e cada um chame pelo seu nomezinho, a gente tá doente com aquela doença. Então, quando eu falo pro pessoal, o pessoal fala assim, pô, mas o transtorno, o meu filho tem TDH.
Aí ela falar isso pro padre... Pô, coitado do padre. O padre acha que ele perdeu o domínio. Ele falou, cara, eu não tenho o que falar pra essa pessoa. Se ela viesse falar aqui pra mim que ela tá com falta de atenção na homilia, aí eu entendo isso, porque eu já estudei isso na filosofia medieval, eu já vi os monges falarem sobre louquacidade, ou então essa pessoa tá falando sobre a graça, sobre a presença e tal. Só que ela tem TDAH, pô. TDAH é um problema que ela tem que ir pra um psiquiatra, pra um psicólogo.
Só que é a mesma coisa. É a mesma coisa. Só que como o pessoal não tem domínio sobre essas duas coisas ou não tem uma visão geral, aí a galera acha que é uma ciência diferente. Mas não é uma ciência diferente. O papel da ciência é ficar fazendo recorte por domínios para a gente dominar. Então vocês veem, essa semana quando eu botei lá um vídeo de um rapaz falando sobre aborto, o aborto que a esposa dele tinha feito, a seletividade dos óvulos fecundados. A gente sabe o que é aquilo.
A gente sabe. Pô, isso aqui é eugenia. Isso aqui é assassinato de filho. Entende? Só que a pessoa começa a usar termo técnico. Aí tu fala assim, caraca, eu sei porque eu mostrei isso para um cara e falei assim, cara, o que esse cara aqui está falando? Ele, eu não sei, cara, eu não entendo nada desses termos médicos. Vocês entendem? Ele falou, não, eu vou traduzir para você, pô. Então as pessoas hoje... Isso é uma coisa que muita gente faz por aí. No meio acadêmico tem muito isso.
Muito isso. Eu me lembro quando eu comecei minha faculdade em filosofia, é que eu comecei a faculdade de filosofia meio cascudo, né? Mas aí eu olhava pro pessoal do meu lado, aí tinham os seminários com os doutores e pós-doutores de filosofia, e eles faziam questão de ficar falando de maneira que ninguém entendesse. Por quê? Porque isso gera domínio, né? A pessoa fica lá na frente como um domino, e tu fica diminuindo. e tu fica se sentindo um bostão, né? Não que essa experiência seja necessária às vezes, até para as pessoas se posicionarem, mas não de forma que elas não entendam nada, né?
Às vezes, nós nos sentimos um bostão porque a gente vê uma pessoa com um domínio muito grande, só que aquele domínio nos ilumina. Ele não é um domínio que nos mete medo, que nos desanima, que nos deixa desesperançoso. Vocês entendem essa diferença? Existe o domínio transcendental que nos eleva e um domínio acusador, manipulador, que nos destrói. Então, é um pouco disso que a gente vai falar sobre aqui na nossa live hoje. Essa live é a live com o tema primordial na vida humana.
Então, vocês... precisam, em qualquer ciência que vocês forem fazer, em qualquer atividade humana prática que vocês forem fazer, em qualquer planejamento futuro que vocês forem fazer, vocês precisam estar temperados o suficiente, do que eu vou falar aqui hoje, para que vocês consigam cumprir a nossa vocação e o nosso caminho. Então vejam, Nós temos uma referência no mundo. Olha, eu vou falar aqui um negócio simples, tranquilo, né? Se tiver alguém aqui que estuda com afinco filosofia política, ciência política, se tem alguém aqui que já leu as obras de sociologia de Max Weber, Por exemplo, o capitalismo e a ética protestante, os ensaios de sociologia, método sociológico aplicado à ciência política.
Se vocês já leram Max Weber, vocês vão ver uma tentativa dele de falar sobre vários tipos de poder e autoridade que existem no mundo, de domínios. Então ele vai falar de um domínio patriarcal, de um domínio político, de um domínio religioso, tentando hajar algum tipo de unidade nas coisas que ele não acha, infelizmente. Vocês vão ver, estudando educação infantil, que hoje existe uma certa simpatia, uma certa vênia, uma certa inclinação que a gente faz para uma educação do tipo montessoriana, por exemplo. Qual é a palavra-chave da educação montessoriana?
Ou seja, aquilo que é referência infantil, que quando a gente olha para uma criança, a gente tem que o tempo todo se basear. Qual é a palavra que Montessori usa? Autonomia. Filipe já botou. Autonomia. Quando eu estudei... Você vê, a minha esposa é pedagoga. Quando ela saiu da faculdade de pedagogia e tal, a gente era noivo, se eu não me engano, ou namorava, eu falei para ela, amor, faz o seguinte, escreve para mim todos os educadores que são referências e são considerados grandes, que são ensinados na faculdade, que eu vou estudá-los um por um, até porque a gente não tinha filho, para eu entrar na paternidade com algum tipo de domínio.
Ainda que seja o domínio típico de jovens soberbos, que é um domínio teórico, não testado no mundo. Ela fez lá para mim e tal, aí eu vi as referências. Aí estava lá, Montessori. Aí a referência é autonomia, né? Criança quer autonomia. Criança quer o quê? Autonomia. Então você tem que educar a criança baseado na autonomia. Eu ficava pensando assim, pô, que parada estranha, cara. Porque eu já tinha na minha cabeça que a nossa vocação era de domínio. Aí eu pensei assim, cara, mas, pô, tá meio embaçado a imagem no YouTube, é uma impressão minha, será que tá desfocado?
Tá bem que se dane, né? tiver desfocado. Importante vocês estarem ouvindo o que eu estou falando aqui. Aí a Montessori fala em autonomia. Aí eu começo a ver meus filhos aqui que várias vezes abrem mão da autonomia para ter um domínio sobre o mundo. Eu fico pensando assim, caraca, meu irmão. Tu dá aquela esfregada nos olhos assim, né? Tá aquela esfregada? Caraca, meu irmão, a grama é verde, pô. Eu tô vendo a grama, pô. Tá o meu filho assim, ó. Papai... Ah, agora acho que voltou ao normal a imagem, né?
Papai, eu quero colo. Eu quero colo, papai. Eu quero colo. Ou seja, quando vem o trovão e ela não consegue dominar o trovão, ela quer colo, pô. Ela não quer autonomia, pô. Ela quer dominar o mundo, abrindo mão da própria autonomia, pô. Aí eu fico pensando assim, caraca, meu irmão. Caraca, meu irmão. A referência dessa mulher tá toda errada, pô. Não é autonomia que a gente quer? A gente quer dominar o mundo, ainda que a gente abra a mão da nossa própria autonomia.
Então, você vê, isso é o princípio de funcionamento de uma das regras de Antônio Gramsci para a imposição de um Estado Socialista. Por quê? Porque para um Estado Socialista funcionar e o poder do Estado Socialista se entregue pro Estado, as pessoas precisam se sentir num caos e com medo de tal forma que eles desejam que uma pessoa assuma o poder e conquiste o mundo por ela, porque ela não tá entendendo nada. E aí entra toda série de coisas que a gente conhece na realidade concreta.
Por exemplo, Bolsa Família. O Bolsa Família é uma espécie de escravidão nesse sentido. Que é de todo horrível. Claro que não, pô. A Bolsa Família, ela deveria existir, dada como caridade. Como caridade. E isso é assunto pra uma outra hora. Pô, quando eu falei isso pra vocês, abriu aqui um caminho longo pra eu falar pra vocês de uma história... Eu vou dar uma aula de filosofia política e vou ensinar sobre isso, não vou mais continuar nesse assunto aqui não, senão vira treta, tá? A gente entra por assunto político, aí a aula acaba porque muita gente não tem maturidade para conversar sobre isso e acha, inclusive, que a solução das coisas nesse mundo são do nível político.
Mesmo O grande dominador desse mundo, que ainda que as pessoas queiram ou não queiram, é o Senhor Jesus Cristo, né? Jamais tenha tentado qualquer tipo de domínio nesse mundo que seja político, as pessoas continuam apostando todas as fichas que é a política que vai resolver a nossa vida. Isso não significa que nós não tenhamos que lutar por ela, não é verdade? Só não podemos apostar todas as nossas fichas nela. E se vocês querem a resposta, é óbvio que é a família, né? É óbvio que todas as fichas nós temos que apostar na família.
Deus apostou todas as fichas na família. Por isso que Ele se encarnou em uma, tá? Como fonte de salvação e de domínio sobre o mundo. Aí a gente vê essas experiências assim, Ou tipo a do Freud, né? Putz, a do Freud... A do Freud não vale nem a pena gastar tempo, né? Da gente pensar numa pulsão erótica como sendo fonte de domínio sobre o mundo. Isso é de uma loucura muito grande. E até hoje eu percebo que as pessoas que só caíram nessa lorota realmente tinham uma dificuldade muito grande moral com sexualidade.
Por isso uma pulsão do Eros. Quando nesse sentido a gente fala de uma vocação suprema ao domínio, isso pode nos ser dado como observação de uma maneira muito simples, muito tranquila. Então vejam, agora, para vocês perceberem uma fonte total, total do domínio, agora, porque Nós temos aqui umas 370 pessoas, 350 pessoas diante de mim num domingo à noite, quase 10 horas da noite.
O que vocês estão fazendo aqui? Sabe por que vocês estão aqui? Porque vocês querem dominar uma parte do mundo e vocês acham que eu tenho essa capacidade de dar esse domínio para vocês. É por isso que vocês estão aqui. Autonomia. O que é autonomia? Autonomos. Nomia. Nomos vem de quê? De leis, não é isso? De uma ordem. Auto, eu como fonte das leis, ou seja, eu tenho autonomia para andar.
eu consigo andar com a minha própria ordem humana, minhas próprias leis. Vocês entendem isso? Quando uma criança ouve um trovão e ela pede colo, ela está pedindo autonomia? Não, pô. Ela está pedindo domínio. Só que como ela não consegue dominar, o que ela vai fazer? Ela vai dominar o mundo no colo do domino. Então você vê, a minha filha Maria Helena, quando troveja, aí ela olha pra mim e fala assim, é só um barulho, né, papai? E você faz um barulho maior do que esse, né?
Aí eu faço. Aí ela percebe que eu sou mais de domino do que o trovão. do que o relâmpago, o barulho. O meu filho, José Antônio, com medo de cachorro, há um tempo atrás, aí lá na casa da minha sogra, cachorra Nina, aí eu fui brincando e dei uma bordidinha na Nina. Aí o Totonho falou para o José Pedro, Zé, o papai morde o cachorro. Então, ele não domina o cachorro, porque ele não tem tamanho, mas quando ele me pede colo, Ele dominou o cachorro no colo do domino.
Pô, o papai morde o cachorro, pô. Vocês entendem que ele não tá buscando autonomia nenhuma? Ele não quer ser fonte da própria lei. Pelo contrário, ele sabe quem é a fonte da própria lei. Sou eu, pô. No caso, por causa do tamaninho dele. Vocês estão entendendo a diferença disso que eu tô falando pra vocês? Então vocês veem. Por que hoje... Por que faz sucesso? num mundo imoral, a psicologia do Freud. Por que faz sucesso num mundo onde tá todo mundo trancado no seu egoísmo? Pô, você mora num apartamento, se faltar açúcar, tu não bate na porta da frente pra pedir açúcar, pô.
Você, aí dentro da sua autonomia, você pede pelo rapi, ou você desce e vai lá no mercado e compra açúcar, não é isso? Porque hoje nós estamos no mundo da autonomia. Não é isso? A mulher, ela quer ter a autonomia. Eu não dependo de ninguém. Eu não dependo de homem nenhum. Ah, não. Os homens, né? Não, eu não quero depender de ninguém, não. Eu não vou casar, não. Ter filho, o quê? Eu quero viajar, curtir a minha vida. Você entende? Então, vocês veem. É muito fácil de perceber porque as pessoas caem nessas lorotas de autonomia.
É muito fácil de perceber. Por quê? Porque elas acham uma historinha crítica, ou seja, um juízo do crítico, que seja condizente. ou com a imoralidade dela, ou com a falta de entendimento dela. Então, quando as pessoas falam assim, caramba, é impressionante como existe um vínculo indissolúvel entre moralidade e pessoas que escolhem certo caminho até político. Ele falou, pô, mas é óbvio que é assim. É óbvio que é assim. Se a pessoa tem uma desordem interna, é óbvio que ela vai achar no mundo uma teoria que justifique a desordem.
Se a pessoa tem uma desordem interna, É óbvio que ela vai achar no mundo uma teoria que justifique a desordem interna dela. É por isso que eu falo pra vocês, pô. Desde Aristóteles, a gente sabe que para fazer filosofia e conhecer a verdade, a gente precisa primeiro endireitar a nossa vida, ter um domínio na vida moral, na vida comportamental, para a gente entender a vida intelectual. Senão, não tem jeito. Se a gente soubesse disso logo de início, a gente jamais daria ouvido para uma personalidade tipo a do Sartre.
ele não seria um dos mais citados em trabalhos acadêmicos. Por que hoje em dia ele é um dos mais citados em trabalhos acadêmicos? Porque a gente está dentro de uma sociedade imoral. Então, o homem que teoriza sobre a imoralidade, ele parece que tem um certo domínio, porque ele escreve sobre aquilo que está acontecendo. As pessoas falam assim, caraca, esse cara entende tudo do que ele está falando. O Freud entende tudo do que ele está falando. Realmente, eu passo o dia todo pensando em mulher e em sacanagem.
Então, Freud tá certo. Ele falou, não, não, guerreirão. Você é só imoral, pô. Você é só imoral. Não é nada disso, não, pô. Vocês entendem? Então, quando a gente... Eu vejo as pessoas querendo ter um certo domínio. um certo domínio sobre convencimento de outras pessoas que têm outra realidade política ou outra realidade religiosa e tentando convencer com palavra. E, pô, vocês jamais vão conseguir isso, pô. Isso aí é conquistado. O convencimento disso é numa área muito mais profunda do que vocês imaginam e que não tem nada a ver com o inconsciente freudiano, pô.
É que Freud não estava entendendo nada, coitado. Inconsciente freudiana, pô. Isso é imoralidade comportamental. Só que como a imoralidade comportamental não está no mundo do raciocínio e da palavra, ela é um ato no mundo, aí você fala que é inconsciente. Uma ova pra você. Freud nem sabia o que era consciência, pô. Vai procurar definição de consciência pro Freud. Entende? Então, vamos lá. Vamos nos orientar aqui. Vamos começar do básico. Vamos lá. Se você quer jogar futebol, Para quem que você começa a olhar agora, na hora?
Quero aprender sobre futebol. Você vai botar lá assim, ó, melhores momentos do jogador, sei lá, David. Quem é flamenguista aí lembra do atacante David, que perdia os gols mais impressionantes aí que a gente já viu? Você fala, pô, tu vai fazer isso? Ele fala, não, pô. gols do Ronaldinho Gaúcho, gols do Ronaldo Fenômeno, gols do Messi, jogadas. Como é que o Cristiano Ronaldo treina? Por que a gente vai fazer isso? Porque se existe um domínio naquilo que eu quero no mundo, aquele cara lá, aquele tal de Messi, ele é tão sinistro, mas tão sinistro, que nós vamos chamar o Pelé, que a Elis falou aí, de Deus do futebol.
Deus, em latim, né? Domino, com as suas declinações. Domino, dominum, domine, dominus. Se você quer fazer bolo, aí você bota lá, bolo de cenoura no YouTube, Por que aparece a mulher fazendo bolo de cenoura, ou o homem que seja, com 3 milhões de visualizações e não aparece o bolo de cenoura com 10 visualizações? Porque o domínio para o YouTube é de visualização. É o que interessa para ele. Quem tem mais visualização domina mais o YouTube.
Então ele apresenta para você o domínio. Se você quer ser engenheiro, você fez faculdade de engenharia. Fez faculdade de engenharia. Aí tu chega lá pra ser estagiário de engenharia. Aí tu começa a olhar no teu novo ambiente de trabalho, aí o cara fala assim, ó, a partir de hoje, você vai ficar na área de gestão de projetos. Aí tu chega lá na área de gestão de projetos, aí tem lá, né? Galera trabalhando e tal. Quando você para lá, o que é que você começa a procurar e que te referencia o teu olhar e a tua atenção?
O domínio, pô. Quem é o domínio disso aqui? Quem faz de melhor isso aqui? Você quer saltar de paraquedas. Você chega lá, caraca, quem é que salta de paraquedas melhor? Aí você vai ver os grandes saltadores e começa a fazer o que eles fazem. Começa a imitar o que eles imitam. Então, vejam. A imitação... A imitação... Ela é uma consequência que só vem depois do domínio. Então, se vocês começarem a ler toda a obra do René Girard, sobre mímise, sobre todos os princípios miméticos, vocês vão ver que falta coisa ali.
O que falta ali? Falta uma filosofia da presença que domina. Porque o desejo mimético só aparece depois dessa experiência humana. Então, quando eu tento fazer aqui para vocês esse ordenamento, É pra que vocês se percebam e vocês possam, por exemplo, sair daqui e depois ir olhar minha live sobre a inveja. Qual live que vocês deveriam saber pra entender aquela live sobre a inveja? O domínio. Por que que eu, se eu fizer, se eu apresentar pra vocês um método pra olhar pro ser humano, pra ordenar o ser humano, pra ensinar vocês a atender outras pessoas e curá-las, se o meu método funcionar, Se vocês conseguirem dominar a área que vocês tentam para melhorar a vida de vocês usando isso, outras pessoas que têm certo domínio nessa mesma área que eu, e que são olhadas como dóminos dessa área, elas vão olhar para mim e vão falar ali, e caramba, Poxa, tão oferecendo ali um domínio.
E tem o meu domínio aqui. E eu tô perdendo domínio por causa daquele domínio. E aí você começa a ter que escolher qual domínio você vai matar. Então vocês lembram que eu dei uma definição pra vocês lá na live da inveja? Que a inveja era sobretudo uma luta contra uma divindade. porque a gente tenta matar um domino. Alguém está se destacando e dominando. Aí eu vou tentar dar uma sabotadinha na pessoa para destruí-la. Esse é o fundamento. A nossa vocação de dominar o mundo a qualquer custo é o fundamento.
Então, se eu fosse ajudar o pessoal da psicologia atomista a colocar um pouco de ordem nas doenças da alma que são citadas sumariamente, ou são tipificadas em tópicos lá, e não são apresentadas como uma unidade antropológica. Qual que eu ia colocar como base para o pessoal entender, por exemplo, o que é um problema grave de orgulho, de soberba? Por que nos tratados de teologia e mística, as nossas lutas contra a soberba, contra orgulho são doenças avançadas, porque são doenças de dôminos. Alguém fica com um problema de soberba e de orgulho no primeiro dia da faculdade, sem saber nada, o cara senta lá e fala assim, meu irmão, vou sobreviver aqui, o que está acontecendo aqui?
Alguém chega no primeiro dia de estágio, com grandes problemas de orgulho e soberba?" Eu falo, normalmente não, a menos que tenha em outra área. Mas naquela área de conhecimento que você não sabe nada, orgulho e soberba não são problemas de iniciantes. São problemas de pessoas avançadas que começam a ter domínio sobre as coisas e se confundir com o domínio. Isso eu estou falando para a galera que está vendo. Psicologia, eu tô mista e tá sem unidade e sobreentende. Então, você vê, só com esse princípio fundamental que eu tô falando pra vocês, eu tô posicionando pra vocês aqui com tranquilidade.
Eu tô falando pra vocês e eu tô vendo uma imagem na minha cabeça e eu sei onde tá brilhando. Pra vocês, essa imagem que eu tô vendo tá aqui atrás. Agora, se eu tivesse aqui falando pra psicólogo, psiquiatra, aí eu vou olhar pra uma pessoa que domina E que ela é o domínio. Ela tem autonomos. Ela tem autonomia. Então, quando falam alguma coisa para ela, ela vai medir a partir do seu domínio, porque ela é o domínio. Então, se eu estou falando com você que é psiquiatra, psicólogo, A gente não precisa ficar falando aqui de soberba, de orgulho, até porque o psiquiatra e o psicólogo nem sabem do que se trata isso, porque essa não é a formação deles.
Então eu vou sentar aqui e eu vou construir exatamente e vou tipificar tranquilamente no DSM e no CID o que é um transtorno de personalidade narcisista. A partir de uma pessoa que se coloca como o domino, que é uma grande soberba, se for um domínio verdadeiro. Se for um falso domínio, vai ser orgulho, que é uma coisa bem diferente no tamanho, na estima, na medida das pessoas. E que, normalmente, as pessoas falam como sendo a mesma coisa, né? Pessoas que são soberbas, que são orgulhosas, são muito diferentes.
É uma doença bastante diferente, na verdade. Só que as pessoas, elas... Por que fica uma assim com a outra, senhor? Eu sou médico psiquiatra, eu sou psicólogo formado. Aí o outro cara estudou teologia, psicologia atomista. Isso aí é coisa da idade média, não sei o que lá. E um cara jura que ele tem muito mais domínio e o outro cara jura que ele tem muito mais domínio. Por quê? Porque cada uma domina o mundo com aquilo que tem de domínio. Então se eu fosse aqui agora dar uma aula de psicologia infantil pra vocês, Quem já foi meu aluno na pós-graduação sabe que eu faço um pouco isso lá.
Só não faço mais porque não deu tempo, né? Eu tinha um limite de aulas pra dar. Mas é bonito demais. Você vê o desenvolvimento da personalidade infantil baseado todinho no domínio. Uma criança que começa a aprender a força e ela tenta dominar o mundo através da força. Que manete a autonomia, pô. Quando ela tá sem força, ela não quer ter autonomia. Ela quer que o pai tenha força pra ela. Porque ele é o domínio pra ela. Deve ser, né? Se eu estivesse falando pra vocês sobre liderança, olhem pra todas as pessoas que lideraram a vida de vocês, que vocês já olharam como líder, e digam pra vocês se o que ela tinha dentro dela e que vocês queriam, é que ela exercia algum domínio sobre o mundo que era um amor pra vocês.
Então, se vocês queriam dinheiro, vocês estavam fazendo exatamente o que Influência Rico falou pra vocês fazerem, porque vocês queriam dinheiro. Se vocês queriam conhecimento, onde vocês achavam que tinha mais conhecimento, vocês iam, apesar das vezes o cara ser um perrapado, ser um frade franciscano mendigo. Ah, não, pô, pra mim... Realmente, isso aqui tem mais domínio sobre o mundo. A gente vê essas coisas, pô. Eu já vi aí, semana passada ou retrasada, me mandaram um vídeo de um psicólogo falando que quem não é rico no mundo da psicologia não deve ser ouvido porque não tem domínio nenhum, pô.
O que eu sei quando eu ouço isso? Eu sei que ele vê a riqueza como o umbigo do mundo. Eu sei que é assim. Se ele fosse católico, por exemplo, ele não viria o mundo assim, pô. Senão, a gente teria que começar a chamar São José de pobre coitado, pô. Vai ficar mendigando lugar pra esposa dele ter filho. Vai falar, que domínio esse cara tem? Nenhum, né? São José, pô, sem domínio nenhum, pô. Sem dinheiro, sem lugar pra uma mulher ter filho, pô. Isso é homem?
Isso é homem, porra? São José é isso que é homem? Um cara sem lugar pra dar um lugarzinho pra mulher dele ter um filho? Ele falou, ele tinha um outro certo tipo de domínio, São José, não era o dinheiro, porra. Deus olhou pra ele e falou assim, eu preciso de um homem pra dar um Deus pra esse homem, pra esse homem ensinar esse Deus a ser homem. Qual é o melhor homem que tem no mundo? para que ele seja a referência de Deus. Aí pegou São José, um pobre coitado.
Vocês entendem? Então a gente vai vendo a referência das pessoas. Prestem atenção, pessoal. Me digam os stories que vocês veem durante o dia, das pessoas que vocês veem, e eu digo para vocês o que vocês amam. Dito de outro modo, onde está o teu tesouro, aí está o teu coração. Vocês entendem as pessoas que vocês olham? O que vocês querem dela? Por que vocês estão olhando para ela? O que ela tem que vocês querem? É um conhecimento? É uma visão de futuro? É a vida dela?
O roteiro de vida dela? é o que ela sabe fazer? O que é que vocês querem? Olha, pessoal, eu vou fazer isso com muita calma. É por isso que eu não tenho pressa com vocês. Sobretudo, você vê, eu comecei um caminho lá na comunidade, na semana passada, com uma aula que me deu uma alegria. E a gente vai muito longe naquele módulo que a gente começou, porque aquilo vai dar um domínio e referência na nossa vida. Você vê, eu comecei a ensinar para o pessoal, a gente pegou lá e fez uma aula com os quatro primeiros versos do livro do Gênesis.
eu mostrando para o pessoal, tentando fazê-los interpretar um personagem no palco, e deixei uma pergunta lá para me responderem. E eu vi lá todas as respostas, e eu vi que a galera está palpando lá de maneira maravilhosa. Até me emocionei com algumas respostas. Qual é o vínculo indissolúvel que existe entre um criador e uma criatura? E isso eu estou falando entre um homem e uma caneta, um homem e uma caneca, um homem e uma filosofia que ele fez, um homem e um quadro. Vocês entendem? Qual é o vínculo?
Qual é o vínculo? Quando eu crio, muito entre aspas, uma coisa, qual é o vínculo que existe entre nós dois? Quando um homem cria alguma coisa, eles se tocam em algum ponto. Qual é o ponto de domínio? Esse cara aqui, o crítico, é o crítico de vocês que têm sede para estar aqui comigo. Vocês querem conhecer alguma coisa?
Vocês veem, eu dei uma aula só sobre domínio do crítico, como ele domina profundamente e qual é a vocação dele. Essa aula, se eu não me engano, chama-se intimidade, que eu falei sobre matrimônio, né? E dei uma pincelada em fama, por exemplo. Curiosidade. Se uma pessoa fala assim pra mim, não, mas eu sou muito curioso. Sou muito curioso. Eu sempre, quando falo em curiosidade, lembro de uma guerra pessoal de São José Maria Escrivá contra a curiosidade. Como ordená-la. Porque a curiosidade é uma doença grave. Porque a curiosidade é onde eu coloco o meu coração.
Essa é a raiz da palavra curiosidade, né? Esse cur, do início, é de cor, né? de core, de coração. É onde eu coloco meu coração. Onde eu coloco meu coração. Eu tenho curiosidade. Por que vocês têm curiosidade? Então, essa semana, eu dei uma aula sobre um domínio de educação infantil e vocação pessoalíssima de um filho, através da ordem da curiosidade. Uma pessoa falou assim, Diego, mas o que você faz com o meu filho? Eu falei, por que eu não fico postando para vocês o que eu faço com o meu filho?
Porque se eu postar, se eu ficar postando, vão acontecer dois movimentos comigo que são tragédia. É por isso que no início do Instagram aqui, eu fiz isso algumas vezes, vi o resultado e parei. Vocês vão querer repetir a vocação de curiosidade do meu filho, que eu anoto num caderno pessoal deles? com a pergunta que um faz e o outro não faz, uma pergunta do coração, que é de um chamado pessoal, de cada um deles. Não é do filho de vocês, é do meu, de querer conhecer profundamente alguma coisa.
E, no sentido contrário, o de querer ser profundamente conhecido. que é um domínio gigante que é buscado pelo crítico. Ser profundamente conhecido. É por isso que aquele cara, que no trabalho dele, o líder, que sabe o nome da esposa de um, pergunta para o outro como estão os filhos pelo nome dos filhos. É por isso que ele lidera. Ele lidera porque ele domina o crítico das pessoas que são subordinadas a ele. Ele as conhece. Eles são como Natanael diante do Senhor.
Quando o Senhor fala para Natanael que o viu na intimidade. Eu te vi debaixo da figueira. Eu te vi triste. Por que você está triste? Eu quero te conhecer por dentro. A tua tristeza. Então vocês veem. Eu fico vendo, por exemplo, o pessoal do Opus Dei falar em buscar prestígio no trabalho. Ele falou, o que ele está procurando no trabalho? Domínio. Fazer apostolado de amizade. Por que um apostolado de amizade funciona para caraca? Porque ele é o fundamento da relação humana do espírito. O que é o crítico?
O espírito, a vida do espírito. Conhecer profundamente e ser profundamente conhecido. O fundamento da religião. E qual é a distorção de ser profundamente conhecido? Qual é o domínio torto de um crítico que não é profundamente conhecido por ninguém, que ninguém se interessa por ele? O que uma mulher e um homem que não são profundamente conhecidos tentam, de maneira completamente errada, exercer essa vocação profunda do crítico de domínio sobre o mundo? O homem vai sair sem camisa, com mó trapezião, e a mulher vai sair com um short curtinho, mostrando a bunda, para que alguém olhe para eles.
Porque nós precisamos ser olhados. nós precisamos conhecer profundamente e ser profundamente conhecido. Então vejam, por que eu dei uma aula sobre presença? Estou falando sobre domínio e vou falar sobre as três pessoas e vocês vão ter que fazer o itinerário de ir de volta umas dez vezes nessas três aulas para começar a olhar minhas outras lives. Foi por isso que eu comecei em 2025 assim, para dar de novo a base. Porque eu sei que a galera vai chegando e vai vendo aula de inveja, vai vendo aula de intimidade, vai vendo aula de matrimônio e fica meio perdidão.
Eu sempre estou falando a mesma coisa. Eu sempre estou falando a mesma coisa. Uma presença que tem a vocação de domínio. E esse domínio, ele vai acontecer eu conhecendo e sendo conhecido profundamente. eu fazendo um roteiro profético sobre o mundo e conhecendo o futuro do mundo, que é o fundamento do método científico. E é por isso que as pessoas tentam dominar o mundo cientificamente. Por causa do roteirista, que é o que busca completamente o sentido da vida, que é onde os logoterapeutas tentam atuar. E o personagem no palco, que é quem executa as coisas bem.
Adianta você ficar vendo vídeo no YouTube do bolo de cenoura? E quando você vai lá fazer, aplicar técnica no palco da vida efetivamente? Todo bolo solar? Se a gente olhar para o teu bolo solado, você só vai conseguir fazer curso pela internet. Você não vai conseguir vender o bolo. Vocês entendem a diferença? Você pode ter um grande conhecimento, mas de repente não conseguir dar aula. porque não domina um domínio específico. E vocês estão percebendo que todos eles têm a sua vocação própria para o domínio. e são completamente balizados de vida.
Completamente. Se vocês pensarem, a partir de hoje, em tudo que vocês estão fazendo, seja no mundo racional, seja no mundo fisiológico, vocês podem dizer tranquilamente, nós estamos tentando dominar o mundo. E vocês podem reduzir todas as obras desse mundo a essa tentativa de domínio. Vocês podem pegar, sei lá, A Origem das Espécies, de Charles Darwin, e ele vai falar sobre a sobrevivência. O que é essa tentativa de sobreviver, de perpetuar a espécie, de se manter vivo? É a tentativa de domínio do personagem no palco. Esse é o primeiro domínio, inclusive, da vida humana.
Um neném, ele tem essa vida aqui de cima, de roteirista e de crítico? Como é que ele tenta dominar o mundo? Ele tenta dominar o mundo sobrevivendo. Então, se ele sente incômodo, o que ele faz? Qual é o único instrumento que ele tem de domínio? Gritar e chorar. Depois de um tempo, ele vai aprender a usar a força. Vai aprender a utilizar o movimento. E vai começar a engatinhar pela casa. E vai ganhando poderes. Ele vai tentar dominar o mundo através dos poderes que a gente tem.
O que eu tô tentando fazer aqui agora? Eu tô tentando exercer um domínio sobre o mundo. A partir de um poder que eu tenho. Não é assim que o pessoal fala? Pô, eu sou feio, então eu tenho que ser simpático. O que o cara tá falando? Eu não tenho domínio sobre a beleza. Então eu tenho que ter domínio sobre a alegria. Sobre a simpatia. Ah, eu não sou simpático e sou feio, mas eu sou inteligente pra caraca e... Pô, eu consigo ter um status no meu trabalho, que o pessoal é muito intelectual, então o pessoal me olha ali, pô, e as menininhas, por causa da inteligência, e se numa hora eu quero casar uma mulher, qual é o poder que eu tento exercer sobre a mulher?
O poder que eu tenho, o domínio que eu tenho. Nós só conseguimos viver assim. Então, se vocês entenderem isso, se balizarem por isso, em qualquer profissão, vocês vão ver o que vocês chamam de autoridade, o que vocês chamam de liderança, o que vocês chamam de cura, o que vocês chamam de perfeição, por uma tentativa simples de dominar o mundo. E se vocês querem ser dominados e escravizados, Isso é uma experiência humana própria de quem tem um domínio diante de si.
Quem tem um domínio diante de si quer ser servo, quer ser amigo. Vocês já viram que a gente quer uma inclinação diante das pessoas que têm domínio? A gente quer se achegar a elas. A gente quer se aproximar, fazer amizade, estar próxima, ser conhecido como amigo do tal. Por que a gente quer isso? Porque a gente quer dominar o mundo pela proximidade, quase que se desfazendo de si para se tornar outra pessoa. Eu sou tomista. Eu sou tomista. O que eu quero falar pra vocês? Que eu tenho uma intimidade com o Santo Tomás de Aquino.
E o domínio que ele tem vocês podem provar a partir de mim. Vocês entendem o que é isso? O que é a fama? A fama é uma doença do crítico que não é profundamente conhecido por uma pessoa e que fica mendigando ser conhecido pelos outros. Como se ontem ou antes de ontem eu fui no mercado, aí estava lá na fila do mercado, aí parou lá um aluno. Professor Diego, hoje correndo no aterro com os meus filhos, aí alguém gritou de longe, comandos! Por que isso? Por que isso para as pessoas e por que isso para mim?
Conhecer e ser profundamente conhecido. Então você vê essa tentativa hoje de todo mundo querer ser grande e ser profundamente conhecido. O que vocês acham que é? se não a falta de uma intimidade verdadeira, de uma amizade verdadeira. Então as pessoas ficam meio que como mendigos de serem conhecidos. Como se eu tivesse 100 mil seguidores e eu fosse mais conhecido do que o cara que tem 10 seguidores. Vocês entendem que tudo isso está diante do jugo de uma presença que domina. E se vocês entenderem isso, vocês vão encontrar uma ordem no mundo.
E vocês vão compreender porque toda a tradição judaico-crista foi fundada sobre aquela primeira ordem que Deus deu para o homem no livro do Gênesis, no capítulo 1. IDI. E DOMINAI. dominai. Então vocês veem, né? Quando as pessoas dominam muito, vocês já viram pessoas que dominam muito, que são muito bons, e que se esquecem do dominador de verdade? Elas se confundem. Elas se confundem. Eu vejo, né? Esses grandes cientistas, Esses grandes ateus conhecem demais e se confundem.
Vocês vêm, teve uma história na semana passada, retrasada, que um padre falou várias coisas bonitas para mim, até me emocionei. Ele falando lá, o que você criou, Aí eu fico pensando... No outro dia eu estava vendo uma palestra de um grande astrônomo, que é ateu. Que criou uma teoria da astronomia. E ele fala assim... E eu consigo explicar a criação. Eu não preciso acreditar em Deus.
Eu consigo explicar a criação. Esse cara, ele é um domino. Com uma teoria da criação do mundo. Aqui, ele conhece uma teoria da criação do mundo. Mas se ele olhasse pro umbigo dele, se ele olhasse pra baixo, pro mundo real, e tentasse executar essa criação do mundo que ele tem na teoria, na cabeça dele, se ele falasse assim, ó, Fiat Lux, faça-se à luz. E se ele percebesse com todo o conhecimento que ele tem no mundo, quando ele fala ou quando ele age no mundo, nada se cria, porra.
Que a diferença entre um cara que conhece muito, E o cara que criou uma formiga, porra, é infinitamente maior do que ele. Ele seria curado, porra. Vocês entendem a nossa loucura e a loucura das pessoas que são muito inteligentes e que conhecem muito e que se perdem no mundo aqui de cima? Então, quando eu percebi isso na minha juventude, eu falei, cara, eu preciso estudar. mas eu preciso ser das forças especiais, porque eu preciso carregar peso, eu preciso desmaiar, eu preciso sentir fome, eu preciso sentir sede.
Porque quanto mais eu conhecer, mais eu tenho que contemplar e me emocionar diante da possibilidade de um homem que sente fome, sente sede, consegue dominar o mundo, do Espírito, não porque ele é o cara, mas ele é como o que Tanqueray falou na teologia cética e mística, depois da via iluminativa, da via purgativa, quando ele conhece aquela via unitiva, ou como Santa Teresa d'Ávila fala a partir da quarta morada, quando ele faz o esforçozinho dele ali, mas ele só pode chegar na sala.
Porque ninguém chega na sala dos outros e passa da sala. Só se aquele outro, que é o dono da casa, convidá-lo para ir nos aposentos interiores. Então, não é por força dele que ele vai. Aí vocês querem, então, que eu mude de assunto? Então, vamos para a astrofísica e para a física. Para a lei da teoria da relatividade geral e restrita do Albert Einstein. Pega a velocidade da luz. Eu posso tentar, tentar, tentar chegar perto da velocidade da luz.
E a velocidade relativa dela em relação a mim sempre é a velocidade da luz. Vocês sabem que se eu estou andando para cá a dez quilômetros por hora, e você está andando para a mesma direção que eu a nove quilômetros por hora, a gente está se afastando a um quilômetro por hora, né? Agora pega a velocidade da luz. Trezentos mil metros por segundo. Se eu estiver andando a 299 mil metros por segundo, Einstein descobriu que a luz não está se afastando de mim a mil metros por segundo, não.
Ela está se afastando de mim a 300 mil metros por segundo. Vocês sabem o que isso significa? Vocês não sabem o que isso significa? Isso é teologia. Isso significa que só tem uma maneira de você acompanhar a luz, eu e você acompanharmos a luz. Nós temos que abrir mão do que nós somos e se transformar na luz. Essa é a única chance, tanto na física quanto na teologia mística. É por isso que as pessoas ficam tentando por aí, né?
Imitação de Cristo. O que é imitação de Cristo? É a teoria da relatividade, do Einstein. A gente só fica querendo um dominar o outro porque a gente conhece um pouquinho mais da outra ciência, um pouquinho mais desse aqui e não sei o que lá e tal. O domínio. Com isso que eu tô falando nessa live pra vocês. Por dar pra vocês fazerem um exame de vida e de consciência de quem foram as pessoas que vocês olharam.
E no que vocês se transformaram quando estavam olhando pra elas. e vocês iam exercer algum tipo de domínio. Agora, pra encerrar aqui, eu fico angustiado pra caraca, porque eu vou falar umas paradas, passa tanta coisa na minha cabeça pra falar pra vocês. Nós fomos feitos pro domínio. Filipe, Eduardo, Rodrigo, Everton, Roosevelt, Eduardo, Andreia, Vívia, Alex, Idi.
E dominai sobre as criaturas. Dominai sobre o mundo. Ah, Diego, mas eu tô sem domínio financeiro. Eu tô sem domínio no meu casamento. Encontre um domino. E peça ajuda. Hoje, nós temos vários dominos na internet, né? O melhor não sei o quê, não sei o que lá. O melhor não sei o quê, não sei o que lá. Eu sou o melhor terapeuta para pessoas com 14 dentes na boca.
E aí quando tu pega aquela pessoa desenganada por todos, aquela desenganada pelos médicos, aquela com metástase, aí ela vira aquela criancinha de novo. Aí ela precisa voltar a ser como criança. Ela precisa acreditar de novo. E se ela não for como criança, ela não vai conseguir.
Porque quando essas coisas falharem, a gente vai precisar de um domino que não é o professor Diego, o professor fulano, não é o médico fulano, não é o pastor fulano. Quando as coisas falharem mesmo na nossa tentativa de dominar a vida e o mundo, nós vamos precisar de um domino. que lutou contra a morte. E dominou a morte.
É por isso que se uma pessoa que nós olhássemos que tivesse domínio sobre a lepra, a cegueira, a tempestade, a fome da multidão. Se essa pessoa fosse levantada bem alto e fosse colocada a morte diante dela para ela dominar, essa pessoa atrairia todos os olhares do mundo. Eu seguiria um homem que dominou a morte.
Como uma criança, quando ela se aproximasse, eu pediria o colo dele, porque nunca vi outra pessoa que tivesse esse domínio. Porque o nosso olhar está todo voltado, a nossa vida é toda balizada pelo domínio sobre o mundo. E aí vocês veem, né? Eu vou encerrar por aqui. Mas como eu queria começar a falar pra vocês sobre transtorno obsessivo compulsivo. Putz, mas eu acho que já tem live sobre isso, né? Se vocês pegassem essa live sobre domínio e fossem lá ver o que é um transtorno obsessivo compulsivo, vocês iam falar assim, putz, agora eu entendo completamente porque uma mulher lava a mão 4, 5 horas por dia e finalmente eu sou capaz de tratá-la.
Isso o psicólogo, o psiquiatra, se fosse o padre, o religioso, iria se sentir mais confiante se chegasse alguém no confessionário dele e falasse sobre escrúpulo ou sobre toque, porque ele ia entender que são as mesmas coisas, só muda a ciência. Ambos são domínios baixos daquele que está perdendo o domínio sobre as coisas mais altas. É por isso que eu falo para vocês. Se vocês não dominarem o mundo de maneira que a gente possa vencer a morte, vocês vão terminar essa vida fazendo um ritual na missa de passar álcool em gel durante uns três minutos.
porque encostaram a mão na madeira, porque se ajoelharam, que foi o que eu ouvi hoje. Vocês vão ter um puta de um sabão pra lavar a mão, gostosão, com cheiro bonzão. Vocês vão pesar carne pra ver se tem 15 gramas de proteína. E vocês vão acusar os outros na internet de ir para a missa com véu. Mas nenhum de nós vai fugir do domínio sobre o mundo. Aqui tem uma porrada de gente.
Deve ter um monte de homem aqui viciado em pornografia e masturbação. Vai ver a vida desses caras aí na pornografia e na masturbação. O cara começa vendo um videozinho tranquilo, Aí daqui a pouco ele tá vendo vídeo de sexo grupal, daqui a pouco ele tá vendo vídeo com animais, daqui a pouco ele tá vendo pedofilia. Aí tá ele tentando o caminho de perfeição, o domínio completo. Dia após dia, né? Porra, a gente não consegue fugir da busca da perfeição nem quando a gente tá comendo merda.
porque Santo Agostinho entendeu a vocação do homem. Senhor, fizeste-nos para ti, domino, fizeste-nos para sermos como domino, luz, fizeste-nos para deixarmos de ser a nós mesmos e sermos como luz. E o nosso coração não descansa nunca, nunca, nunca, nunca, enquanto não te encontrar. Ou eu vou tentar te encontrar com toda força, tendo prazer dia após dia, minuto após minuto. Que é a tal da qualidade de vida, né? Prazer o tempo todo, prazer o tempo todo. Caramba, isso aqui está difícil. Como que eu facilito a minha vida?
Facilito a minha vida. Como que eu facilito a minha vida? A busca dessa perfeição para substituir as perfeições mais altas. que são aquelas que fazem a gente dominar os grandes sacrifícios, que tem cheiro de morte. Tem alguma live aí com algum nome que eu falei sobre isso? É uma continuidade dessa live aqui de agora. Você vê a quantidade de temas que vem aqui na minha cabeça, que pulsam aqui, que pululam aqui, é uma parada imensa, porque tudo... Tudo é a nossa vocação de dominar o mundo.
Tudo é a nossa vocação de dominar o mundo. A gente abre nossos olhos. Os nossos olhos tentam dominar o espaço, que é a capacidade que ele tem. A gente abre os nossos ouvidos e os nossos ouvidos começam a ouvir. Porque somos órgãos que nasceram para algum tipo de domínio. E, dentro disso, a gente vai vendo as vocações e perfeições humanas e as doenças e mazelas humanas pelas falsas domínios. E nisso a gente referencia toda a nossa vida, tá? Vocês fiquem tranquilos que em 10, 15, 20 anos nós teremos a psicologia atomista, a psicologia das virtudes, o DSM da psiquiatria americana.
Nós teremos todo ele aí. Todos eles sob o domínio do domínio. e nós vamos, aos poucos, entendendo melhor. Obrigado pela companhia de vocês, mais uma vez. Lembrem-se, vamos dominar o mundo. Quando a gente perceber que o nosso domínio não é tão grande assim, chamem pelo domínio. peça um colo. E nós vamos ter poder para vencer a morte.
Porra, é muito bom. Nós vamos vencer a morte pedindo colo. Se tu for mendigo e estiver todo ferrado, ou se tu for bilionário, só tem um jeito de vencer a morte. Pedindo colo. Tamo junto!