Coletânea

Amor, matrimônio & família

Matrimônio

1:17:07 · ~72 min de aula10 de dezembro de 2023Transcrição automática · em revisão
  • matrimônio natural
  • o sacramento magno
  • a gramática da vida
  • etimologia
  • abertura à vida
  • a vocação de dominar
  • o sacramento da ordem
  • São José como modelo
  • o exame de consciência
  • a submissão da mulher

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 5:32.

Qual que é a diferença entre presença atual uma presença que aparece aqui, na atualidade, na tua frente, uma presença que tem o hábito de aparecer sempre na tua presença, todo domingo à noite, uma presença, e uma presença ou que ela parece atual ou habitual, com certo hábito, e que ela te leva à perfeição e não te destrói.

Citações verbatim

Trechos da aula

Por que o nome do casamento é matrimônio?
— Prof. Diego Reis
Quando vocês me ouvirem falando qualquer coisa dessas, eu estou falando sobre o matrimônio.
— Prof. Diego Reis
A terra da vida é a terra do sacramento magnum, do matrimônio, da terra da vida.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Fala, Antônio. Boa noite, Vivi. Te amo, amor. Raim, boa noite. André. Juliana Soares, boa noite. Amanda Soares, boa noite. Gabriela. Luiz Manuel, no perfil da Gabi. Arthur Vinícius, boa noite. Caro Guiana. Cláudia. Qual é a sua pergunta, Cláudia? Yves, boa noite. Ana Edna, boa noite. Mariane, boa noite. Eduardo, boa noite, meu irmão. Gabriel.

Ranielma, boa noite. Sheila. Michael. Michael Faraday. Alberto, boa noite. Murilo, boa noite. Bruno, boa noite. Aline. Genges, Gurgel. Jordi, boa noite. Angélica. Eu escutei o padre Léo ao vivo e conversei com ele em vida. 2002, 2003 e 2004. Frequentava muito, solava Canção 9, conversava com o Padre Léo. Algumas vezes, não tantas assim. Fugiu.

Andrea, boa noite. Joaquim, boa noite. Rafaela. Sabrina, Tiago. Maria de Lourdes, Lucas. Mariana, Karen, Rafael, Nalon, Vitor. Caramba, fugiu, foi lá pra baixo. Boa noite, Matheus, Elvira, boa noite, Ulisses, João, Mônica, Pamela, boa noite, Heron, boa noite. Católico pode praticar o yoga assim, no seco, Cláudio.

No seco, não. No seco assim, ó, papum. Não. Ellen, o senhor tinha mencionado que iria para Brasília. Não, eu não vou mais, não. Estava muito puxado. Eu estava tentando dar conta de uma saída por mês, um dia no mês, para conseguir fazer uma formação presencial, mas é muito puxado. Minha vocação agora é cuidar da família e da tropa aqui em casa. Muito raramente, só para eventos muito específicos, por motivos muito especiais, que eu vou sair do Estado.

Denis, boa noite. Suellen. Boa noite, Evelyn. Gabriel, boa noite. Caramba, cara, o negócio vai descendo aqui. Cadê? Onde é que eu parei? Cadê? Gabriel. Aqui, Evelyn, boa noite. Gabriel, Senna, boa noite. Jéssica. Já foi grande passo aqui em casa. Obrigado, Jéssica. Cíntia, boa noite. Luana, boa noite. Juliana, boa noite. Carolina, Mariana. AlunoBravo3.7, boa noite. Padre Diego, boa noite.

Sua mensa. Natália, boa noite. Matheus Moreira, boa noite. Luís Ferreira, boa noite, meu irmão. Fernanda Ramos, Rio Grande. Sabrina de Sobral, Guilherme. Dores do Hindaia, Minas Gerais. Caramba, fugiu de novo. Me perdi. Edmar, boa noite. Francisco Beltrão. Emília, boa noite. Everton. Boa noite, mais um domingo. Ronaldo. Abri até um espumante. Arthur, boa noite. Igor, boa noite. Manda um abraço para a turma. do NPOR 2014, do 15º Batalhão de Infantaria Motorizada.

Tamo junto. Batalhão de Infantaria Motorizada. Infantaria sem vocês é o quê? A pé, né? Gabriel, boa noite. Júlia, boa noite. Joana Férez. Boa noite, Joana. Manda um abraço para o Nier. Boa noite, Marcos. Tranquilo, meu irmão. Raíra, boa noite. Qual que é a diferença entre presença atual uma presença que aparece aqui, na atualidade, na tua frente, uma presença que tem o hábito de aparecer sempre na tua presença, todo domingo à noite, uma presença, e uma presença ou que ela parece atual ou habitual, com certo hábito, e que ela te leva à perfeição e não te destrói.

É exatamente a mesma diferença teológica entre a graça atual, a graça habitual e a graça santificante. Tem várias outras graças ainda, não é? Por exemplo, existe uma graça infusa, não é? Uma graça sacramental. Hoje a gente vai falar de uma graça, a graça dos sacramentos do matrimônio. Boa noite, Lenícia. Elvis, boa noite. Regiane, boa noite. Isabela. Cadê? Foi lá para o final de novo, eu perdi. Vamos subir aqui para achar. Estava na Isabela, achei. Isabela, boa noite. Maria, boa noite.

Manuel, boa noite. Fernando, boa noite. Campo Novo Rio Grande do Sul. Caterine, boa noite. Marciane. Gustavo. Carla de Almeida, boa noite. Andrei, boa noite. Sérgio. Sejam bem-vindos. Renata, boa noite. Raíssa, boa noite. Kiko, boa noite. Alberto. O meu treino com a criançada, o Alberto, ele é medido nos segundos, cara. Vocês já estão aprendendo uma certa coisa por aqui, né?

Que é o tempo de presença tempera. Depois disso, vocês têm que aprender que a presença que tempera tem a vocação de dominar. Então eu vejo vocês colocando vários... vários stories aí me marcando com o pessoal na presença de vocês. Agora vocês têm que entender que a gente não fica na presença de filho ou fazendo as coisas com ele sem uma intenção de domínio fixo, tá? Então, eu não fico botando por aqui, até porque eu não sou blogueiro, né? Na verdade, eu esqueço completamente de usar o celular.

Essa que é a verdade. Minha esposa até às vezes tenta lembrar. Mas eu faço uma rotina fixa de treino que é sempre igualzinha. Então, eu sei, por exemplo, da penúltima para a última corrida nossa no itinerário exato que a gente faz, a gente melhorou 7 segundos do nosso treinamento. Então, não é bonitinho, que bonitinho ele com os filhos. Não, aquilo não é para ser bonitinho, não. Aquilo é para dominar a vida real, o mundo. Não é para passar tempo com os filhos. Não, eu tenho que passar tempo com os meus filhos.

Uma ova. Você fica na presença dos teus filhos para a graça da tua presença, a graça atual se tornar habitual e ser uma graça santificante, ou seja, que o aperfeiçoa. Fugiu de novo. José Augusto de Assis, boa noite, Vanúbia, Guilherme, boa noite, Rafael, Ronaldo, boa noite, Matheus, boa noite, Ineterno. Não, mas a minha educação foi, durante uns dez anos, single sex. Presencial. A distância sempre foi, né?

A minha vida foi feita de single sex. Não precisa ser muito inteligente nem dar cinco argumentos para perceber que um homem estudando com um homem está mais focado no estudo do que o homem do lado de uma menina. Não precisa de muita coisa para perceber que a educação single sex é infinitamente superior à educação misturada. Só dá para discutir isso no mundo das ideias. Com um gole desse café no mundo, a gente acaba com essas neuroses todas. Vocês não perceberam, não, cara, que quando aparece uma mulher no meio de um monte de homem, vira um monte de homem igual, fica igual um idiota?

Vocês nunca perceberam, não, essa parada? A Casa Afinada, de Goiânia. Boa noite. Flávio Tanuj. Boa noite. Maria Vitória Lago. Boa noite. Lucas Santana. Sabrina Hilton. Malu Cosper. Estou subindo aqui. Thales. Diego Salles. Fala, meu irmão. Só para princesas laços. Luana e Leonardo Sartori, de Apucarana. Sejam bem-vindos. Completamos 16 anos de matrimônio recentemente. Que maravilha. Linniker, transferido de Alegretti para Marabá.

Criar os meninos na selva, que maravilha. Já dizia a canção, né? Seu rã! Lugar bom de se morar. Carapa nancho para todo lado, né? Flávio Danoisa, Casa Afinada, Karen, Lucas de Oliveira, Espadote. Boa noite, meu irmão, Adsumes. Rômulo, pronto, desceu. Perdi de novo. Romulo, Porto Velho, Nicole, fui batizada hoje, professor. Que maravilha! Se viram lá aquela live do navio, o navio com capela, o navio com capela e sacrário, o navio com capela, sacrário e santíssimo, viram que existe uma diferença infinita entre o ser humano batizado e o não batizado.

Se as pessoas tivessem noção disso, elas iam hoje todo mundo querer correr para uma igreja católica para se batizar e começar a incentivar todo mundo a se batizar. É que a gente hoje está preocupado com outras besteiras. Por isso que a gente fica doentinho rápido. Anderson. Vamos rezar pela esposa do Anderson. pela Mariana, que está internada, porque tem o colo curto. Vamos rezar. Ele só não botou o nome da esposa dele. Será que chama Mariana? Mariana é a esposa? Ou é a filha?

Sabrino, participei de um piquenique com minha filha autista. Falei sobre o tempo de presença e ela amou. Boa noite, boa noite, boa noite. O senhor já estudou com o professor Rafael Falcão? Não, mas já assisti palestra dele. Professor Rafael Falcão. Sobre educação. Compartilhe conosco um pouco sobre o trajetório nas Forças Armadas e o que aprendeu de melhor. Como foi a sua caminhada no Comanf? Viridiana, boa noite.

Fabrício, tudo bem? Buzios, Vitória. Ana Paula, boa noite. Arthur, Guilherme, Simone, Rubem. sobre vida nas Forças Armadas? Tem uns podcasts que eu fiz que falam mais sobre isso, mas, no geral, não falam muito sobre isso, não. Aí, pronto, o nome dela, Maciel. Boa noite. Luísa, digo. Camada 9.

Sendo temperado aqui na presença. Roteiro de exercícios físicos. Posso passar, mas não vejo muita necessidade, não. Pessoal, tem a galera aqui do Instagram, se vocês quiserem passar para o YouTube. Tem mais umas 300 cabeças aqui no YouTube. Vamos lá. Eu estou meio ferradão de saúde, né? Então, se apagar tudo aí, eu saio correndo para dar uma vomitada ali. Faz parte, né? A gente vai falar sobre matrimônio. Gramática de Napoleão Mendes de Almeida.

A gramática do Napoleão Mendes de Almeida não é a melhor forma de aprender latino. A melhor forma é com um professor dinamarquês chamado Oberg, latim, utilizando o método natural. É a melhor maneira. Fala, Júlio. Júlio de Miami. O Júlio aí que está de Miami a gente já conversou aqui no Flamengo. Bom, a gente vai falar sobre matrimônio. E é legal que a gente vai do geral para o particular.

Por que o nome do casamento é matrimônio? Por que carrega essa raiz? de maternidade, mãe, matre, mater, mater eclésio, mãe igreja, acompanhada do mônio, que nada mais tem como função do que substantivar essa terra onde uma mulher vai ser mãe. Vocês sabem que, dos sacramentos da Igreja Católica, o matrimônio foi santificado por Nosso Senhor, sobretudo quando a gente ouve o milagre das bodas de Caná, mas ele é tão antigo quanto a história da humanidade.

A experiência humana mais antiga que a gente tem de materialmente falando, da experiência da maternidade da mulher, é uma experiência bastante simples. Se a gente tiver orientado na antropologia humana, na forma que a gente se orienta no mundo, a gente vai entender facilmente porque a figura mais antiga de divindade que a gente tem materialmente no mundo, por exemplo, Lá no Louvre, na França, em Paris, tem uma Vênus lá. A Vênus de Milo.

Não é isso? Vocês sabem do que eu estou falando? Dá um Google aí. Dá um chat GPT aí. Chat não vai aparecer para vocês a imagem. Dá um Google aí e observem o que é uma Vênus. Viram o que é uma Vênus? É uma mulher. Uma mulher crossfiteira? Vê se essa mulher, essa Vênus, tem aparência de crossfiteira. Não, né? Está com a barriguinha saliente, não é isso? A Vênus. A Vênus está grávida. Por que essa é a grande experiência que o ser humano tem? A primeira grande experiência, a experiência primordial que nós temos da divindade.

Porque assim como eu encho o saco de vocês para tentar ligar a consciência de vocês, que vocês se orientam no mundo, que nós nos orientamos no mundo pelo domínio que vocês chamam com vários nomes, que é só um problema gramatical. Então, o que é um problema histórico gramatical? É a gente chamar domínio, ao longo do tempo, de autoridade, de líder, liderança. Tudo isso é uma tentativa reinvenção da gramática. Então, como as pessoas não estudam gramática, cujo primeiro tratado É a etimologia, ou seja, se a gente vai chamar uma bola no mundo de bola, a gente deveria saber a história da palavra que vai substituir aquilo ali.

Isso é a etimologia da gramática. Mas como isso não é lembrado, a gente fica cheio de palavras na nossa cabeça que a gente deveria aprender na gramática. Ah, então quem domina tem um convênio com o autor do mundo. É, é o domino, né? Então, esse convênio com o autor faz com que a pessoa seja uma autoridade e exerça algum tipo de liderança e tenha prestígio no seu trabalho. É tudo a mesma coisa, um desenvolvimento simples da vocação primordial do homem, id e dominai. Então, hoje, na nossa sociedade materialista, quem que materialmente tem o maior poder sobre a vida humana?

Materialmente falando, os médicos, não é isso? Então, os médicos exercem nas sociedades materialistas essa figura que exerce algum tipo de domínio sobre a vida. E aí para as pessoas que não são tão materialistas assim e percebem que o médico consegue exercer algum tipo de poder sobre a vida material, mas que não exerce nenhum tipo de poder sobre o restante, a outra, a eternidade da vida, para essas outras pessoas que estão orientadas no tamanho da vida humana, elas buscam o médico quando estão passando mal, precisam melhorar a saúde material, e elas procuram um sacerdote quando elas precisam curar a vida espiritual.

Por quê? Pela percepção natural que a gente tem do domínio sobre a vida que as pessoas têm. Agora, imagina há 20 mil anos, sem médico, sem os sacerdotes como nós conhecemos hoje, um homem olhando para uma mulher e vendo a vida saindo do ventre dela. O que vocês acham que passava na cabeça do homem com relação ao domínio sobre a vida humana? Está na mão de quem o domínio sobre a vida? Está na mão da mulher, né? Então, nada mais de natural, na verdade, a gente orientado na antropologia humana, nada mais de natural do que o homem achar que a mulher exerce essa divindade no mundo.

Como dizem algumas mulheres grávidas que ficam sonolentas durante a gravidez, obviamente, um efeito fisiológico bastante normal, elas podem se gabar de estarem cansadas por estarem criando órgãos. Está aí sentadinha no sofá rezando o terço, mas está dormindo. Está fazendo o quê? Grávida. Estou produzindo vida. Estou aqui sentadinha tentando rezar o terço-meia sonolenta, mas estou gerando braços, pernas e olhos. Não é isso? Então, não é muito difícil perceber essa primazia feminina no domínio sobre a vida. E aí, dito isso, dessa experiência antiga, tão antiga quanto a presença do homem e da mulher no mundo, vem a primazia do matrimônio.

E as coisas que são frutos do trabalho externo, de heranças, a gente costuma chamar de quê? Patrimônio. Eu não vou fazer essa mesma experiência com vocês, porque acredito que também seja agora com o raciocínio feminino, se vocês fizerem uma analogia com masculino, vocês vão chegar facilmente porque a gente chama essas coisas frutos do trabalho como patrimônio, e não ao contrário. Não o patrimônio do trabalho como matrimônio e o matrimônio como patrimônio. Essas coisas realmente são difíceis para nós hoje, por nós não sabermos mais gramática, tá?

Essas coisas realmente são problemas gramaticais. Quando a gente lê escritos antigos dos gregos, dos hebreus, dos egípcios, a gente percebe que eles eram tranquilamente orientados nessa ciência humana muito mais do que a gente. A gente hoje tem muito mais técnica do que eles, né? A gente domina muito mais o mundo material. É por isso que tem aquela indagação de Cristo no Evangelho, né? Será que quando eu voltar um dia, quando eu voltar, ainda vou encontrar fé sobre essa terra? Porque a gente vai dominando muito o mundo material e vai perdendo o domínio sobre a palavra, a história da palavra, a etimologia, a gramática da vida, né?

A gente não sabe mais. amor, eros, agape, misericórdia. A gente tem que fazer um retrabalho agora de pegar essas palavras históricas novamente e ensinar para as pessoas revolucionárias que querem inventar tudo de novo. Teve uma tentativa recente, alguns séculos atrás, de a gente tentar inventar uma língua. Uma língua artificial, não é isso? Uma bobeira, né? Uma babaquice de quem não entende nada da vida humana, obviamente. A gente começou isso na comunidade, né? Nós vamos começar um grande trabalho gramatical. Não com regras gramaticais, mas essa gramática da vida comum.

Igual tem lá no... Igual tem lá no livro, aquele capítulo que eu vou ensinando o amor, pelo tempo e dando nome pra cada tipo de amor de acordo com a duração do tempo do sacrifício, aquilo é gramática, tá? A matéria que ensina aquilo na vida se chama gramática. Por isso que eu fiz uma live dessas um dia desse aí, a gramática e a vida do espírito. Dito isso, a gente começou a entrar dentro da gramática do matrimônio, né? Ah, então nós estamos entendendo que essa experiência do matrimônio, ela humanamente falando, ela é a experiência do relacionamento do homem com a mulher dentro de uma comunidade, onde um homem e a comunidade precisam propiciar as condições mínimas e necessárias para que uma mulher gere a vida do mundo.

Isso é o matrimônio. por princípio. O que tem de diferença disso depois para virar um sacramento? Quando nós aprendemos com o nosso senhor que o sacramento aperfeiçoa a vida humana, ou dito de outro modo, enquanto o santifica. Então, antes de Cristo, a gente não tinha essa possibilidade. do matrimônio como essa experiência da vida humana própria de um homem e uma comunidade que vão propiciar as condições necessárias pra vida humana, tá? Isso é matrimônio. Então, vejam, qual que é a centralidade do matrimônio?

A centralidade do matrimônio é a presença de um homem sustentado por uma comunidade que vai propiciar aquela mulher as condições necessárias para que a vida dê continuidade para a humanidade. Está difícil até aqui? Ou dá para falar com certa tranquilidade? Faz sentido? Está razoável? Maravilha. Então, vamos continuar. Se vocês juntarem essa live com a live...

Essa é uma angústia minha, né? O que eu queria fazer agora? Eu queria parar aqui e ensinar pra vocês como eu faço pro macarrão virar o meu macarrão. Só que eu usei uma live. Eu demorei uma hora para explicar isso para vocês com muito cuidado, né? Então, para eu chamar o macarrão do mercado de meu macarrão, ou seja, para que no mundo do espírito, que é mediado pela palavra, qual é a palavra, qual é a classe de palavras, a classe gramatical?

que no mundo do espírito faz a mediação para que na minha personalidade, no eu Diego, seja incorporado outras coisas. É o tal do pronome para um nome, para um chamado. Pronome de posse, possessivo. Então, na gramática, eu utilizo um pronome possessivo para eu indicar aquilo que foi incorporado no meu eu, na minha personalidade, e a gente chama de meu. Está lá no centro da personalidade agora. Como que eu faço para o macarrão virar meu macarrão? Então, eu tenho que subir aquelas escalas do amor que eu vou ensinando na live dos amores.

Então, eu gostaria agora de parar aqui e ensinar para vocês gramática sobre os amores humanos possíveis, mas tem uma live lá inteira sobre isso, então não dá tempo também. Então, eu tenho que fazer essas aspas aqui, esses parênteses, e vocês têm que entender que quando eu estou falando e ensinando as coisas para vocês, eu estou vendo um desenho na minha frente, que é a personalidade humana, que é a capa do meu livro. Não é isso? Ok. Então, vocês já sabem, com aquele ensinamento quase infantil, que para eu criar as condições para aquela mulher estar perto de mim, e eu chamá-la de minha mulher e a criança que vai nascer de meu filho, eu preciso, como o macarrão, como a experiência da psique humana, da vida humana, eu preciso assumir responsabilidades no mundo para arrumar uma mediação, que é o dinheiro hoje em dia, antigamente podia ser o escambo, para que eu possa oferecer um sacrifício para uma autoridade constituinte e que é portadora do macarrão, que no caso é o caixa do mercado.

Então, eu vou oferecer o meu sacrifício no altar, dentro de uma conjuntura de comunidade, para que o macarrão possa ser meu macarrão e eu leve para casa e eu possa consumí-lo, consumá-lo. É assim com o macarrão. Então, vocês devem imaginar, fazendo uma analogia simples, que para eu chamar uma mulher de minha mulher, Eu não posso simplesmente entrar no mercado e comer o macarrão. Se eu sair do mercado sem oferecer um sacrifício de responsabilidade, fruto do meu trabalho no caixa, quando eu passar na rua eu vou ser conhecido como ladrão.

que é como nós deveríamos chamar você, homem, que está juntado com uma mulher, que gosta de comer essa mulher, como macarrão, mas que nunca chamou a comunidade e ofereceu um sacrifício para uma autoridade constituinte para chamar aquela mulher de minha mulher. Nós sabemos que você, que come essa mulher, e não ofereceu esse sacrifício na comunidade. Nós sabemos que você é ladrão, por isso a tua psique, a tua personalidade funciona mal. Você é o famoso juntado, você entende? Mas como você, bobinho e com essa impressão que sabe as coisas, que não depende dessas coisas pra viver nessa idiotice, ou seja, idios, uma vida sem entrada pra você mesmo, Você não tem a mínima ideia de tudo que isso produz dentro de você.

Entende? Você comeu macarrão no mercado e tá na rua andando sem pagar. Você é um ladrão. Você entende? Você deveria ter chamado o pai, que é a autoridade sobre aquela menina, e diante de uma de uma vida normal de comunidade que faz com que a gente saiba que tem que pagar dinheiro, sacrifício no nosso trabalho, no caixa. Antigamente a gente materializava isso de uma maneira muito antropológica, porque tinha o tal do dot. O que é o dot? É o oferecimento do dinheiro no caixa do supermercado, para casar, para o matrimônio.

Essas coisas são muito básicas de verdade. Mas como a gente não sabe mais a gramática da vida humana, que é uma das três ciências do Trivium, né? A maneira como o personagem conversa com o crítico, gramática. A maneira como o crítico conversa com o roteirista, lógica ou dialética. E a maneira como o roteirista conversa com o personagem, retórica. Como a gente não sabe o trivial, a gente fica cometendo esses erros triviais. Vocês entendem? É tipo um erro de um homem formado numa sociedade que fala assim.

Não faz diferença nenhuma eu ir na igreja, chamar uma comunidade e oferecer um sacrifício no altar pra uma autoridade constituinte sobre aquela vida pra ter essa mulher, levar pra minha casa e comê-la. Ele fala, não, ô seu retardado. Tu faz isso com macarrão, cara? Entende? Esse é o tipo de coisa trivial que a gente deveria aprender e a gente não aprende mais, né? Isso é gramática, tá? gramática da língua portuguesa. Eu falo isso e repito porque vocês estudaram anos de gramática, de uma gramática escrota, castrada.

Uma gramática como uma espécie de homem com vasectomia, que não tem mais potência de vida. Esse é o nosso tipo de gramática. uma gramática contra o matrimônio, contra essa terra que a gente vai fazer tudo ao nosso redor para que a mulher tenha condições de ter a vida. Então, hoje, quando a gente olha o que a Igreja Católica pede no altar, eu já fui e ainda vou em muita simulação de matrimônio, que não são católicos, né? Aí tem essas paradinhas de voto, tá ligado?

Essas cartinhas assim que a pessoa abre pra fazer os votos. Aí tem aquelas paradinhas de série da Netflix, não sei o que lá e tal. Uma bobeira, né? Uma babaquice sem tamanho, né? O que que prevê no matrimônio pra gente ter uma terra de uma mulher que a gente vai cumprir essa vocação humana de dar um sustento para ela ser protegida ali. A gente tem que proteger, ficar ali fielmente, né? Eu vou ficar aqui. Isso não é só uma fidelidade no sentido de não ter traição não, tá?

Isso é uma fidelidade muito mais além do que esse sentido estrito da fidelidade. Isso é um sentido lato da felicidade, um sentido completo em geral. Ou seja, é ainda que seja na traição, eu vou continuar aqui protegendo essa terra onde nasce vida, o matrimônio, essa substância da maternidade. E aí você promete ficar ali para proteger, depois promete que essa terra vai ser a terra da vida, não é isso? Abertura à vida. E depois você promete que a bola, que você chama de bola, para o meu filho poder ir para a rua e jogar futebol com outros meninos, ele precisa aprender aqui dentro da minha casa a minha crença sobre futebol.

Se eu chamar bola de futebol de basca, Imagina o meu filho, faz essa experiência mental, da imaginação. O meu filho, então, aprendeu a minha fé dentro da minha casa. Aí ele vai sair na rua, vai ver uma bola e vai chamar de basca. Esse cara tem condições de, mais pra frente, cumprir essa vocação da sociedade? De encontrar uma pessoa e não só jogar um futebol, porque sabe o mesmo nome da bola que ela, mas cumpriu um matrimônio? O meu filho sabe? Não. Ou seja... Ou seja...

Além de ficar ali, aberto à vida, que é o próprio nome do matrimônio, uma terra da maternidade, eu tenho que me comprometer e prometer, por fim, a fazer a tradição durar, que só se faz através da gramática. Como é que o meu pai chamou isso? Bola. Então eu vou chamar de bola, para o meu filho poder ir para a comunidade, olhar uma bola e chamar de bola. Como é que a igreja concretiza isso? Criar os filhos na fé católica. Ou seja, o meu filho tem que aprender, então, que existe uma terra onde nasce a vida.

Com somente essas três promessas, a gente tem a certeza que os mendigos podem viver um caminho de perfeição, vocês entendem? Sem precisar fazer cursos da internet e entrar na comunidade da família Reis, entendeu? Com tranquilidade, com uma gramática simples, sem perversão, ou seja, sem a gente... olhar para o nome que a igreja católica deu para esse negócio de bola e falar assim, pô, mas todo mundo chama esse negócio de bola há 2 mil anos. Eu vou chamar de outro nome. Se você não tiver essa cabeça revolucionária, tu vai conseguir ir ali na rua e jogar um futebol.

Vocês entendem isso que eu estou falando para vocês? Não é muito difícil. Na nossa empresa funciona assim. Na família funciona assim. Tanto é que eu fico sempre dando aquele exemplo de São José. e do menino Jesus pequenininho, né? O menino Jesus apontando pro sol e São José falando o nome do sol, né? O mesmo nome que o próprio Cristo pronunciou pra que o sol existisse em hebraico. Entende? Sai daí de uma vida da gramática. Grama em grego, palavra. da palavra usada igual. Por isso que a gente repete palavras, a gente repete ritos pra que a gente consiga chegar no caixa, comprar o macarrão e a gente não come nem faz o macarrão no caixa, né?

A gente leva o macarrão pra casa e na intimidade da nossa casa, a gente consome o macarrão, porque se eu não consumir o macarrão na minha casa, eu posso devolver no mercado, não é isso? Então, se um casal faz o rito na igreja e não consuma, ou seja, não come o macarrão, não tem o ato sexual na intimidade da sua casa, eles podem devolver um ao outro, porque não foi consumido, entende? O casamento ele é consumado no ato sexual, que por uma tranquilidade da ciência, da presença e da temperança tem o caráter unitivo, né?

Unitivo, vocês não tomam café, vocês não viram um pouco o café e o café vira um pouco vocês? Então, esse caráter unitivo é extremamente simples, né? Então, nós temos esse caráter unitivo, que é a própria essência da temperança, e o caráter procriativo, porque é desse ato aí que nasce a vida. É o matrimônio. Está tranquilo até aqui? Estamos caminhando, né? Agora vamos, então, já que já são 9h42, pular mais algumas coisas teóricas que eu pretendia falar e vamos para a parte prática. Vamos lá. A gente entra aqui na internet, aí vocês ouvem uma live minha, aí na live eu tô ensinando vocês a fazer educação física pra ficar mais forte, né?

Forte não de carcaça, até porque eu acho uma babaquice, sou completamente contrário homem que faz um esforço gigante para ser fortão, gigantão, a menos se o cara trabalha com isso. Se o cara não trabalha com isso para ganhar dinheiro com isso, é uma babaquice sem tamanho, porque é um negócio que estraga a sexualidade do cara, o cara vira um idiota, fica tentando atrair os outros pelo físico, sexualmente e tal, e ainda vira meio que inutilzão, porque um cara desses precisa comer para caraca, entendeu? O maluco desse precisa de hormônio pra caraca, tem que sempre estar tomando injeção, tem que estar malhando pra caraca, senão ele não consegue...

Se eu não comer 5 pães de manhã e 27 ovos, eu não consigo trabalhar bem, entendeu? Vocês já sabem que isso é uma bobeira, né? Eu tô falando da força do homem normal que consegue trabalhar, chegar em casa. cumprir a missão dele com a esposa, com os filhos, né? Essa coisa normal, uma força normal humana, tá? Não traduzido por um maluco gigante, que já é uma perversão. Então, presta atenção aqui, hein? Se vocês ouvirem uma palestra dessa minha sobre, como eu já fiz pra vocês, sobre a força humana normal, ou se vocês ouvirem uma outra palestra minha sobre trabalhar bem, Aí, o que acontece com a cabeça de vocês?

Eu vou falar aqui e vocês vão ver se não é assim. Olha só. Você que estava desmotivado com a vida... Desmotivado com a vida... Sempre que eu falo isso, eu lembro daquele negócio, daquele vídeo antigo do Joseph Klimber, né? Desmotivado, não servia pra nada, aquele do peso de papel. Você que estava triste... cabe debaixo nos seus diversos graus gramaticais de depressão, tibieza, desânimo, leve tristeza, o jogadinho, a procrastinação, a preguicinha. Gramaticalmente, só nomes diferentes que a gente fica inventando por aí, por não ter uma tradição etimológica de palavras.

Essas palavras todas que a gente fica inventando por aí para dizer a mesma realidade com graus e intensidades diferentes. Toda essa realidade faz com que vocês olhem para mim assim? Caramba, o professor Diego está dando uma palestra para ficar forte, e eu estou meio fraco mesmo. Se eu vender um curso para vocês disso, uma maravilha, não é? Vocês vão poder viver a perfeição da força. Um curso inteiro sobre força humana, não é? Olhem a cabeça de vocês, Caramba, então é isso. Amanhã, segunda-feira, eu vou começar a ficar forte.

Aí, olha só, hein? Botei uma bola nova no centro da minha personalidade, no meio daquelas três pessoas. Ficar forte. Aí tu começa. Pô, pra ficar forte, eu vi lá no curso que eu preciso dormir bem oito horas por noite. Pra ficar forte, eu vi lá no curso que eu preciso me alimentar bem. Pra ficar forte, eu vi lá no curso que eu preciso comer Tantos gramas de proteína, tantos gramas de carboidrato, sabe? Tudo aqui é medido certinho. E eu vou precisar de uma balança dessas que mede com um certo grau de perfeição.

Se ela puder contar a quantidade de grãos de arroz, aí eu estou indo para a perfeição de ficar forte. Está vendo? A nossa vocação de domínio, de perfeição. Imagina saber quantos grãos de arroz eu estou comendo. Que maravilha! Eu tenho que comer 100 gramas de arroz, e não 101 nem 99. Eu tenho uma balança para isso. Olha que maravilha. Aí tu começa. Pô, meus filhos têm que fazer isso? Só que eu tenho que ficar forte. Pô, minha esposa está chamando para fazer isso e precisa disso?

Só que isso vai atrapalhar meu sono, porque eu preciso dormir oito horas por dia. Porra, pessoal. Eu vou ensinar para vocês agora. Você que vai ouvir gravado depois, para com essa babaquice de ouvir no 1,5, 1,25, 1,75, 2, velocidade 2. Para com essa babaquice, pausa o vídeo, tira da velocidade e ouve 30 vezes, 50 vezes, todo dia, isso que eu vou falar agora. para você se temperar disso e salvar a vida e a vocação, uma vida humana decente para vocês.

Presta atenção, quando eu falar para vocês, vocês precisam ter mais vigor físico, vocês precisam trabalhar melhor, vocês precisam aprender gramática, vocês precisam passar tempo com o filho, vocês precisam conversar com a esposa. Quando vocês me ouvirem falando qualquer coisa dessas, eu estou falando sobre o matrimônio. O que isso significa? Se eu falar pra vocês assim, ó, se prepara melhor fisicamente. Como é que vocês vão calcular isso na vida de vocês e não ficar copiando a porra da minha vida?

E é por isso que eu não fico botando rotina. Diego, coloca as coisas que você vai ficar fazendo durante o dia. Não porque vocês são burrão, porra. Vocês vão parar de viver a vocação de vocês pra querer copiar minha vida. Vocês vão perguntar sim. Esse vai ser o exame de consciência da vida de vocês. Todos vocês. Até dos sacerdotes. E eu vou explicar como. O Diego está falando sobre ter mais força física. Ter mais disposição, mais resistência física. Então, a pergunta é... Como eu posso ter mais força e vigor físico para aperfeiçoar o matrimônio.

Como eu posso aprender gramática para aperfeiçoar o matrimônio? Como eu posso educar meus filhos para a perfeição? do matrimônio, porque vocês perceberam que a nossa promessa de educar os filhos é pra que ele aprenda a cuidar da terra da vida, onde a vida humana brota, isso é o matrimônio. Então, nós temos sacerdotes e seminaristas aqui ouvindo isso que eu tô falando. Pô, quando um homem vai casar ele para lá no altar e aí vai aparecer aquela imagem que vocês têm que revelar e moldurar, que é de uma mulher vestida de branco como noiva, o suprassumo da perfeição.

E vocês vão de pé ali no altar do sacrifício olhar para aquela mulher vindo na direção de vocês. Ela vai vir para a terra do sacrifício, do matrimônio. Nós lá, com o nosso sacerdócio não ministerial, como o do padre Diego, com o nosso sacerdócio real, régio, do batismo. O padre, ele também faz isso. Ele, em persona Christi, na pessoa de Cristo, Ele também para e também recebe a sua noiva, a igreja.

Como Cristo amou a igreja e se entregou por ela, São Paulo. Vocês já viram quando um sacerdote para na porta da igreja, como um noivo, e fica olhando a sua noiva entrar na igreja? E ele vai se entregar por ela, porque o padre, ele é o sacerdote, o altário cordeiro. Ele vai fazer tudo isso lá no altar. Quando a comunidade entra na igreja e o padre está lá esperando a sua comunidade na porta da igreja, ele está fazendo exatamente o que um homem que vai receber uma mulher está fazendo.

Tanto é que, dentre os sete sacramentos da igreja católica, dois são de serviço, não é isso? Dois de serviço, três de iniciação cristã, de formação, e dois de cura. Esses dois de serviço são o mesmo sacramento. O matrimônio e a ordem. Um homem que vai casar com uma mulher e um homem que vai casar com a igreja. Você entende a beleza de quando a gente vê a Virgem Maria andando pelo deserto, como aquela mulher que cruza o deserto, e a gente vê essas discussões assim, ó.

Não, está falando da Virgem Maria. Não, está falando da igreja. Está falando da Virgem Maria. Está falando da igreja, é. A gente se confunde. A gente não sabe se aquela mulher que está sendo recebida por São José ou se é a própria fonte da igreja, que é a Virgem Maria. A igreja, o corpo místico de Cristo, ele é o corpo da Virgem Maria, não é isso? É corpo, sangue, alma e divindade de Cristo. Mas corpo e sangue é de quem? é gerado e alimentado pela Virgem Maria, né?

Como os santos padres antigos diziam, a hoste ela tem essa essa brancura dada e alimentada e gerada pelo leite da Virgem Maria, né? Um leite é materno, de mãe, de matrimônio, muito próprio disso. Então, quando a gente tem essa noção que é essa terra, a do sacerdote, ele tá olhando lá, essa é a minha esposa, a comunidade do homem que sabe. Essa é a minha esposa, a Maria. Ele maceteou. Quando ele encontrar a vocação do matrimônio, que é a vocação de todos os homens. Ah, Diego, mas eu casei com uma mulher que é estéreo.

Ah, Diego, eu sou mulher e casei com um homem que é estéreo. A nossa vocação, então, o nosso matrimônio, não é uma terra onde gera vida. É uma ova. Uma ova pra você. A igreja católica, inclusive, ela foi fundada sobre um homem casado o primeiro papa crucificado de cabeça para baixo com o nosso senhor crucificado de cabeça para cima esse cordão umbilical entre o céu e a terra foi feito em cima de um homem casado e estéreo não é isso? porque São Pedro não teve filho com a esposa dele ambos foram mártires não é assim?

então uma ova a gente a nossa pena a pena da nossa vida é a seguinte é as pessoas ficarem olhando pra grama do vizinho e querendo a vocação do vizinho. Isso acontece porque elas vivem mal a vocação delas, né? Falou, olha, Deus não tá dando filho biológico pra gente. Falou, qual que é a vocação de vocês? A do matrimônio. Por quê? Porque essa é a vocação de todo ser humano, achar uma terra onde ele vai entregar a vida dele nessa terra a serviço da vida como testemunha a uma comunidade.

Então, vocês e eu temos que fazer todo o nosso exame de consciência. Então, você vê, eu atendo padres e seminaristas e homens casados. Aí o cara vem. Não, eu sou seminarista, eu tô tomando um hormônio, porque eu ouvi aqui que é pra eu ficar carcação, fortão, ser marombado, não sei o que lá. Eu sou padre, mas eu agora, com a internet, não sei o que lá, eu não consigo muito na minha comunidade, sabe? É confessar, celebrar a missa todo dia, porque agora eu tenho 200 mil seguidores.

Eu vou falar pra você, ó. Bobinho. Você tá fazendo o exame de consciência errado. o seu Instagram, as palestras que você dá fora da sua paróquia, as pessoas que você tenta ajudar lá no outro lado do mundo, na África, eles são fuga da sua vocação. Se você é paroco, diocesano, da sua paróquia, a sua vocação é tá presente aí, ó, e tudo que você falar na tua vida, ah, eu tô fazendo, eu sou padre, tô fazendo ginástica. Sabe pra que que serve a sua ginástica, seminarista e padre?

pra você conseguir ficar mais horas dentro do confessionário e confessar toda a sua comunidade. Você tá aí dentro pra você cumprir o que tá previsto no Código do Direito Canônico, que é celebrar a missa todo dia. Não é essa babaquice de, ah, não, eu não celebro na segunda-feira porque domingo eu celebro mais e eu fico cansadinho. Porra, essa é a sua vocação da vida, do matrimônio, você entende? É celebrar a missa, confessar. A minha é uma porrada de filho dentro de casa. Então como é que eu vejo o quanto que eu malho?

O quanto que eu trabalho? O quanto que eu tenho que dar palestra fora do Estado? o quanto tempo que eu fico na internet, porra, quanto cada coisa dessas aperfeiçoa o meu casamento, porra. Então, quando vocês veem essas babaquices na internet, porra, de um monte de gente que vocês admiram, que não sei o que lá, aí do nada, assim, ó, vocês acham assim, ó, do nada, não, o meu seguidor, aquele que eu sigo, que tem milhares de seguidores, ó, ele, é, porra, depois de 10 anos de casado, ele traiu a mulher, mas foi um deslize.

Eu falo, para de babaquice, porra. Para de babaquice, porra. Se um cara chegou num ponto desse, de abandonar a família, de estar traindo a família dele, o que que ele começou a fazer ali? Ele começou a viver uma vida egoísta, uma vida de merda, pô. Porque o nosso exame de consciência é só esse. O meu exame de consciência, ele é todo em volta do São Paulo. Sacramentum Magnum. O grande sacramento. Ele tava falando da Eucaristia? Não, não, pô. Ele tá falando do sacramento do matrimônio. Mulheres, sejam submissas aos vossos maridos.

Tem nego que fala assim, que absurdo, a mulher continua a leitura de São Paulo. Maridos, amai as vossas esposas e entregai a vida por elas, como Cristo amou a igreja e se entregou por elas. Isso é um matrimônio. Existe um matrimônio de exemplo pra nós, que é o matrimônio do sacerdote, que a gente chama de sacramento da ordem. que é o que gera a vida. O sacramento, o matrimônio do sacerdote gera a vida. Qual vida? A vida de Cristo, porra. a vida de Cristo. É por isso que eu já falei pra vocês numa live, a gente beija a mão de um sacerdote, não é de sacanagem.

A gente beija a mão de um sacerdote porque nesse mundo, nessa terra, é o mais próximo que a gente vai chegar de beijar o ventre grávido da Virgem Maria. Porque é da mão do sacerdote o sacramentum magnum, da vida, do matrimônio de Cristo. Vocês veem isso na missa, pô. Na hora do ofertório, Quem carrega a patena, a âmbula e o cálice com a hóstia que não está consagrada e com o vinho que não é sangue? Quando você olhar uma procissão de ofertório e o noivo, o noivo, não agora o Diego, mas aí o padre Diego, quando o noivo está no altar e vocês veem a procissão da entrada da matéria humana, que vai se tornar o corpo de Cristo, quem dá a matéria humana que vai dar o corpo de Cristo, pô, o ofertório, o ofertório é o grande momento da missa da entrada triunfal da porta que se abre e a gente vê a Virgem Maria andando no centro da missa porque ela vai subir no altar e vai se encontrar com o tanto é que esse é o momento da igreja que a gente chama de epiclese, né?

Que um sacerdote impõe as mãos e ele chama o noivo, o Espírito Santo, que vai fecundar então pela mão do sacerdote aquele pão e aquele vinho e a gente vai ter o matrimônio, a terra da vida, a terra da vida de Cristo. que é a mesma coisa que eu tenho que fazer, olhar firmemente para a entrada daquela porta da igreja onde aparece a Maria e até o fim falar assim, eu tenho que esperar ela aqui na terra do sacrifício. Porra, é assim que se faz, pelo amor de Deus, exame de consciência.

a de quem vai viver qualquer tipo de sacramento de matrimônio, porque só existe esse grande sacramento para o homem, o sacramento magno. Se vocês querem saber o quanto vocês vão malhar, o quanto vocês têm que trabalhar, o quanto vocês têm que fazer educação física com o filho, o quanto vocês têm que estar presente, o quanto vocês têm que sentar na mesa, o quanto vocês entram no celular, como é que se faz esse exame de consciência? Vocês vão se perguntar. se cada uma dessas coisas aperfeiçoa e leva ao topo do cume da vida humana do matrimônio, da terra da vida.

Então parem com essa babaquice de ficar perguntando essas Essas porrinhas dessas perguntinhas de Instagram assim, ah Diego, mas a minha vida financeira tá apertadinha, eu já tenho dois filhos, e cada colégio de cada um é 4 mil, e não sei o que lá, e eu não consigo mais ser aberto à vida. Porra, ô seu merdinha, ô seu merdinha, a vida é a referência da vocação do homem. Não, ao contrário, porra! Se você não tem como tá aberto a vida, porra, porque você paga colégio pra dois filhos?

Tira os seus filhos dessa merda, desse colégio caro? Cria eles em casa ou no colégio público de graça e viva a perfeição do seu sacramento do matrimônio. E não é o contrário, porra! Vocês estão adoecendo e doente porque vocês não têm coragem, não têm culhão, porra! Estão vivendo uma vocação de merda! De babatice, porra! Vocês não fazem isso, porra! Que horas que eu tenho que acordar? Eu não sei que horas que eu tenho que acordar! Meu amor, qual é a melhor hora pra acordar na nossa casa, pra que a nossa casa seja a terra da vida, pô!

Ai, mas o jogo do Flamengo! Ai, mas eu casei e agora eu tô perdendo aí essas merda desses reels de internet, pô! Um monte de real sacaneando matrimônio, sacaneando relacionamento de homem e de mulher E a gente acha essas porra toda bonitinha e fica rindo porque a gente não sabe porra nenhuma de matrimônio, porra A gente não sabe porra nenhuma, a gente nem se preocupa com isso, porra Aí vem, porra, eu vejo assim ó, ó, eu vejo no consultório assim, aí vem a mulher convertida, o homem convertido, convertido porra, eles eram pagão, ateu, aí eles se convertem, aí eles vêm assim, na consulta, eles vêm assim ó, aí professor, porque agora eu me converti, e o meu marido, a minha mulher, Ele não entende essa experiência nova que eu tô vivendo com o Senhor.

E aí ele não aceita mais. E aí o nosso casamento tá ficando ruim. Porra, mulher, homem, se você se converteu a uma religião de Cristo, da igreja, desse sacramento do matrimônio, E o teu casamento tá piorando? Essa tua religião... É do demônio, porra! Ela é do divisor, do diábolos! Diablo, em latim, o divisor, porra! Vocês tão de sacanagem! Como é que alguém se converte a Cristo, porra? E o casamento dela piora, porra!

Vocês tão de sacanagem, porra! Como é que alguém fica mais chato? Porque conheceu o amor de Nosso Senhor, que nos ama até o fim, ainda a gente o tratando igual uma prostituta, porra. Esse somos nós, porra. Nosso Senhor casou conosco, quando um evangélico fala assim pra mim. A igreja católica é a prostituta da Babilônia. Sabe porque que ele tem essa porra dessa percepção? Da santa igreja católica. Porque ele olha pra mim e pra você, e nós somos essa prostituta da Babilônia, porra! Aí você se converteu a Cristo, e o seu...

Porra, você tá sendo uma pessoa pior pro seu marido, você tá de sacanagem, porra! Como é que pode essa porra piorar, porra? Porque o meu marido não me entende, porque agora eu tenho a vida mística. Porra, se você se converteu, você tem que começar a tratá-lo igual um super-herói, ainda que ele te traia e seja um merda. E o contrário também, porra. E o homem, ele tem que entregar vida para aquela mulher que o traz, que é uma prostituta, e engravide nele, porra. Porque essa é a nossa única chance na vida, porra.

A terra da vida é a terra do sacramento magnum, do matrimônio, da terra da vida. Nós só temos essa referência de exame de consciência pra fazer. Se vocês fizerem um exame que não é esse, vocês vão destruir a vida de vocês e a vida da comunidade e vão viver uma porra de uma religião egoísta. Que é o que a gente vê por aí. E não é à toa que a gente vê um monte de bom catolicão Divorciado, mas a culpa é sempre do outro. Aí eu trato pessoas convertidas e virtuosas que o marido não entende e que é difícil pra mim se esforçar pra ouvir durante uma hora.

Eu fico pensando assim, meu irmão, Imagine o marido dessa mulher, porra, que se converteu. Aí a gente tá na merda pra caraca, porra. Porque… estão vendendo o mundo pra gente. Aí o Diego fica assim. Eu posso ficar rico, Diego. Eu não posso ficar rico. Eu posso ter Rolex. Eu não posso ter Rolex. Eu posso ter carrão. Eu posso não ter carrão. Eu não sei o que lá. Isso é pecado. Isso não é pecado. Eu não sei o que lá. Porra, que porra de vida egoísta de merda, porra.

Pergunta assim, ó. Isso aqui aperfeiçoa o matrimônio Vocês já perceberam que qualquer vocação é essa? O sacerdote tem que se perguntar isso. Isso aqui aperfeiçoa a minha vida de sacerdote diante da minha esposa que entra pela minha paróquia. A minha esposa, a comunidade, a própria igreja católica que somos nós. O marido. Isso aqui aperfeiçoa a minha vida com a minha esposa. E eu vou poder falar pra minha esposa, você pode gerar vida nessa terra porque é aqui que eu vou doar meu sangue. E aquela mulher, ela tem que ser submissa àquela direção.

Qual é a submissão da mulher? A submissão da mulher é entrar por aquela porta, olhar fixamente pro homem e ir na direção dele. Não porque ele está lá no altar esperando por essa mulher e ele vai usá-la para si. Ela tem que ser submissa à direção dele, porque lá na direção dele é onde ele vai derramar o sangue dele e vai entregar a vida dele. Essa é a submissão da mulher. Fica com o olhar fixo no teu marido. que ele vai calcular o mundo inteiro para que você gere vida.

Isso é o sacramento do matrimônio, um lugar total de vida. Então, quando vocês tiverem que calcular tudo, tudo, tudo, vocês calculem tudo com esse centro da personalidade humana, com esse centro da personalidade humana. o quanto isso vai aperfeiçoar um lugar de gerar vida pra todas as vocações do mundo. Esse sacramento é grande, é um mistério, né? O sacramento magnum. Esse é o sacramento entre Cristo e a igreja. Eu tô parafraseando São Paulo, vocês perceberam? Esse é um mistério entre Cristo e a igreja. O sacramento do matrimônio.

Essa é a vida do mundo e a vida da Eucaristia, a própria vida de Cristo. É por isso que Cristo não desceu glorioso, não nasceu emangedora, não veio da boca de um pássaro, de cegonha. É por isso que Cristo se encarnou num sacramento do matrimônio. Foi onde Ele colocou a primeira presença dEle, a graça de Cristo aperfeiçoou por primeiro o sacramento do matrimônio da Virgem Maria e São José. Um sacramento completamente diferente. Afinal de contas, o nosso matrimônio não é o matrimônio josefino. O matrimônio josefino é uma coisa que eu já expliquei para vocês.

São José e a Virgem Maria são bons exemplos para mim. São José é um exemplo para mim, para eu copiar. Porra, São José é um exemplo de formar Deus, porra. Deus, quando quis ser como homem, falou assim, eu vou ser, eu vou aprender dia após dia a profissão desse cara. É esse cara que eu quero que aponte pro sol e me ensine o nome do sol. São José é um modelo de Deus. Hoje, nessa nossa vidinha de merda aqui de internet, de porras, de dinheiro, de medir sucesso material por quantidade de seguidores, pelo se o cara não é milionário ou não, hoje São José seria um merda pra nós, porque ele não foi capaz nem de achar um lugar, ele não tinha nem condições de ter um lugar pra Virgem Maria trazer Deus pra gente, né?

Porra, São José O matrimônio dele, o lugar de vida onde São José entregava a vida para Deus, foi como um mendigo. Fui na rua de favor para que a gente parasse com essa babaquice. de achar que nós temos que ter um castelo, uma redoma de vidro pra dar vida num sacramento do matrimônio, pô. É por isso que eu falei pra vocês que eu fico incentivando os mendigos aqui perto de casa a terem filho. Porque essa é a vocação deles do sacramento do matrimônio.

Uma terra onde gera vida. Que se dane-se ali fora. A gente, como comunidade, tem que no inverno levar um cobertorzinho pra ele. Saber se ele tá comendo. Porque isso é uma vida normal de comunidade. Como eu falei pra vocês, que vem desde toda a história da humanidade. Diego, o que eu tenho que fazer? Qual roupa que eu tenho que usar na praia? Eu posso fazer academia? Eu posso, para ter prestígio no meu trabalho e ganhar mais dinheiro, ficar trabalhando igual um maluco e não conseguir nunca chegar em casa e estar com meus filhos?

E ficar esperneando e dizendo com a boca, com palavras, igual um histérico? Não, é pela minha família. É pela minha família. É pela minha família. Existe uma pergunta simples que resolve tudo isso. Perguntem para os filhos de vocês se eles querem ver vocês fora de casa ganhando dinheiro, ou se eles querem que vocês mandem eles para um colégio de 5 mil reais, ou se eles ficariam com vocês brincando, igual uma criança que tem aqui na rua, aleijada, que mora com os pais, E é óbvio, é óbvio que tu não vai ver aquela criança triste e em depressão.

Pelo contrário, ela tá sempre sorrindo. Ela nem sabe o que é isso de ser aleijado ou que o pai dela é mendigo. A única diferença delas pra mim e pra você é que elas têm muito mais presença dos pais e da família do que eu e você, pô. Que estamos tentando ficar ricos. e matando a terra da vida, matando o matrimônio. A gente não sabe mais gramática. Quando um filho pergunta a papai o que é isso e aponta para um copo, aí vocês sabem gramática, aí vocês falam para ele a palavra copo, meu filho.

Mas, quando um filho aponta para vocês uma família numerosa e fala, o que é aquilo, papai? Vocês não sabem dar nome, né? Aquilo é uma loucura para vocês, né? Uma família cheia de filho. Eu vou ensinar gramática para vocês. Quando eles apontarem, o nome daquilo que vocês não sabem mais o nome chama-se matrimônio. Ele é um lugar da vida acima de todas as coisas nesse mundo. Gramática. Nós não sabemos mais a gramática da vida humana. Matrimônio.

Obrigado pela... Tô com maior dificuldade aqui de... Tô com a garganta coçando pra caraca. Vou partir agora e sem conseguir responder as perguntas de vocês, é que eu tô doido pra tossir pra caraca aqui e tomar um copo de água. Obrigado pela companhia de vocês. Vocês não precisam fazer um milhão de cursos não, hein? Eu vou ensinar isso na parte de vida intelectual na comunidade. Tem uns três dias que eu tô assistindo uma aula de 40, 50 minutos. E eu tô no minuto oito, porque é importante.

E eu assisto um milhão de vezes. Até aquilo se impregnar na minha vida e eu conseguir aplicar aquilo, ainda que eu perdesse minha memória e minha capacidade de pensar. Vocês não precisam de conteúdo para caraca, nós não somos gnósticos. A nossa salvação não está pelo conhecimento. A nossa salvação consiste em conhecer pequenas coisas, fazer roteiros de perfeição, sabendo a gramática de umas três promessas, e entregar vida dia após dia, fazendo um bom exame de consciência sobre esse amor do dia a dia. Vocês sabem disso, pô.

Nós canonizamos Madre Teresa de Calcutá, Santa Baquita escrava, São Bento José Labre, o mendigo de Roma, para que vocês parassem com essa babaquice de conhecer, de querer ganhar o mundo inteiro e perderem. o espetáculo da vida humana que está diante dos nossos olhos, no sacramento do matrimônio, batendo a nossa porta, na nossa casa. Aí é só você passar o olhar em volta de você, que em volta de você está aí o motivo que você tem que entregar a vida. Está bom? Sejam fiéis a isso, sejam fortes.

E lutem até o fim. Obrigado pela companhia. Boa semana.

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