Amor, matrimônio & família
Uma geração de morte
- a paternidade (a vocação do pai)
- o pensamento coletivo / espírito do tempo (Jung)
- a geração de morte (década de 60, transição demográfica)
- a abertura à vida vs. o materialismo
- a palavra como espírito que se encarna
- a verdade tem feição de pessoa (peito quente do pai)
- São José, modelo de pai para Deus
- a presença que domina
- o falso domínio (dinheiro, conforto)
- a vocação (ser pai, não fazer apostolado no lugar)
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 21:35.
“Vamos falar um pouquinho sobre os pais? Pessoal, olha só. Existem muitas maneiras na história de como os pais olharam para os filhos.”
Trechos da aula
O pai tá ensinando o filho a desprezá-lo como autoridade, como fonte de sabedoria, né?
Que ele aprendeu doutrina muito depois que ele ama uma pessoa, porque a verdade tem a feição e a configuração de uma pessoa.
Primeiro, tu tem filho. Depois tu começa a dar teu jeito, pô. Primeiro tu bota teu filho no mundo.
Transcrição completa
Boa noite, boa noite, Giovana. Haniela. Karina. Gina, boa noite. Ah, tá bom. Fala, Bruno. Boa noite. Boa noite, Laysa, Ludmilla. Boa noite, Felidiana, Matheus. Boa noite, meu irmão. Boa noite, Jinger. Márcia, obrigado. Feliz Dia dos Pais pra vocês também. Boa noite, Luiz. Fala, Ronaldo. Ricardo, boa noite.
Marisa, Solaine. Boa noite, boa noite. Feliz Dia dos Pais pra vocês. Grande dia, né? Boa noite, Rafael. Boa noite, Cissa. Fala, Adilson, boa noite. A Dilson me fez uma pergunta, uma das perguntas na caixinha do Adilson, sobre um bloquinho que ele viu lá em cima da minha mesa. Eu vou depois falar com mais calma. Eu uso aquilo para o meu estudo. Uns pequenos, umas pequenas folhinhas. Eu uso sobretudo para fazer educação física. Boa noite, Rodrigo, André. Boa noite, Ludmilla. Stefânia, Raiane.
Laís Esteves, obrigado. Roberto. Maria Clara, boa noite. Suelen. Seja bem-vinda. Luana. Também senti falta de vocês. É muito bom estar aqui com vocês também. Rodrigo. Boa noite, meu irmão. Diogo. Boa noite, André. Eduardo, boa noite.
Boa noite, Cris. Arte sem... Boa noite, Cumanos. Walter, boa noite. Boa noite, Bianca. Boa noite, João. Boa noite, Laura. Fala, Bernardo, Isabela. Boa noite. Bruno. Obrigado. Feliz dia dos pais também. Para todos os pais que estão aí presentes. Ana Paula, boa noite. Simone. Boa noite, Sara. Fala, João. Também te amo, meu irmão. Boa noite, Eduardo, Rômulo. Boa noite, Alessandra, Juliana, Reginaldo.
Boa noite, Ifri, alguma coisa. Feliz dia dos pais. Boa noite, Agatha, Simone, Luana, Alaninha, Heron. Boa noite. Fala, Guilherme. Boa noite, Juliana. Carla, boa noite. Conceição, Zaira. Nandinha. Rio Grande. Sempre que a Nandinha fala aqui, boa noite de Rio Grande, eu já falei algumas vezes aqui, né? Eu lembro do Dogão lá do Alemão. Saudade. Boa noite, Luiz. Feliz Dia dos Pais, meu irmão. Boa noite, Débora. Boa noite, Gabriel. Faleiros. Boa noite, Fábio.
Boa noite, eu, S2RA. Boa noite, Lucas, Deia. Boa noite, Liane. Aline. Outra Aline. Aline Nicolau, essa aqui. Boa noite. Feliz Dia dos Pais. Obrigado. Luana, boa noite. As pós são uma maravilha, né? Hoje o pessoal me marcou. Deve ter liberado as aulas da Maria, né? Minha esposa. Hoje uma galera me marcou lá, junto com a Maria. Boa noite, Stephanie. Tô bem, Gabriel. Você tá bem também, meu irmão? Boa noite, Ney.
Tudo bem, meu irmão? André, Cíntia. Juliana Vogel, boa noite. Elis. É Sara? Pronto, desculpa, Sara. Boa noite. Boa noite, Ângela. Carlos, boa noite. Deixa a barbeira. De vez em quando eu deixo, de vez em quando eu tiro. Boa noite, André. Monique. Emília. Felipe de Carvalho. Me mandou umas mensagens também na caixinha, né, Felipe? Eu vou voltar da maneira que eu fazia.
Eu vou escolher um dia da semana, ou durante a semana, até sexta, para abrir a caixinha. E aí fico uma semana tentando responder. Não dá para responder a todo mundo, mas... Eu vou explicar depois para vocês um pouco como é que eu utilizo o Instagram. Até dentro... da minha rotina, como é que eu faço para que eu domine a internet, o Instagram não seja dominado por isso e isso não me transforme de uma maneira que eu não saiba controlar. Depois eu explico para vocês qual é a minha tentativa.
Raquel, boa noite. Eduardo. A conversa que a gente vai ter agora vai muito nesse sentido também. Bom, nove e dez, né? Passamos aqueles dez minutos de nos falarmos um pouco. A comunidade vem. A comunidade vem aí. O livro. Antes de ontem eu recebi a foto das próprias mãos do Ítalo Marcilli, né? A editora que vai lançar o livro, a Steua, do nosso querido Ítalo, me mandou uma foto. com o livro já, com a capa, com o livro mesmo na mão.
Nós já temos o livro. Em breve ele estará nas mãos de nós todos. A comunidade... Só para vocês terem noção, o meu curso é um curso sobre uma introdução à personalidade humana. A comunidade... Essa semana eu já separei em cima da minha bancada de estudos os blocos, alguns primeiros blocos que vão ter na comunidade. Então, por exemplo, eu já dei início aqui à estrutura das aulas sobre educação humana em cima da história da educação.
Então eu vou explicar para vocês as passagens, os prós e os contras de como... Os egípcios educavam seus escribas, os escribas dos faraóis, o que eles faziam, o que deu certo, o que não deu certo, o que dá para a gente copiar na vida de hoje, o que hoje está sendo usado daquela época e está dando errado. A gente vai falar dos gregos, como era um ginásio grego, uma educação fundamental grega, o que eles faziam, o que os espartanos vão passar para os romanos. E eu vou falando, obviamente, com as coisas do nosso dia a dia.
Isso, uma das colunas, da nossa comunidade. Vai ter toda a parte da Maria de Educação, a gente vai... Bom, vai ser uma maravilha. Vai ter a parte só de Filosofia, a parte só de Psicologia, onde a gente vai fazer esse mesmo esquema passando pelas escolas de Psicologia, o que a gente usa hoje, o que a gente perverteu, o que deu certo, o que está dando errado. A gente vai fazer várias colunas, vai ter parte de Geopolítica, Política, vai ter tudão, com calma, com calma. A gente só precisa aprender a entender a velocidade certa da vida.
Eu sei que às vezes eu ensino as coisas para vocês com esse ensinamento oral de palavras e falta para vocês um, eu falo assim, o café quentinho, né? Falta para vocês esse café quentinho em cima da mesa, né? Às vezes só tem café gelado. Algumas coisas eu sei que a minha experiência pessoal me leva a certa facilidade. Eu respondi uma pergunta falando sobre capitalismo e socialismo, ou falando até de outras religiões, e as pessoas, às vezes, saem despejando um monte de coisas pelo direct. Então, com calma, vocês sabem que eu já morei em país socialista, eu já morei em país árabe.
em país islâmico. Então eu vou explicar pra vocês em cada parte dos nossos estudos, na parte de educação, eu vou falar como é a educação nesses países, na parte de política e geopolítica, eu vou explicar pra vocês como se pensa política numa vida através desses países. As coisas são muito diferentes. Uma educação, por exemplo, a educação quando eu morava no Líbano, uma criancinha que aprendia três línguas ao mesmo tempo, né? As crianças pequenininhas lá, sobretudo as que moravam em Beirute, elas aprendiam, eram alfabetizadas juntas em árabe, francês e inglês.
A gente vai ter uma parte teórica, uma parte prática bastante boa de tudo isso aí. Bom, mas vamos aproveitar hoje o Dia dos Pais para a gente falar um pouquinho sobre o que tem aparecido aí na nossa vida. de paternidade e um modo de viver dentro da nossa casa, com a nossa família. Professor, o que você acha de Nietzsche? A gente vai enfrentá-lo com calma, a gente vai domá-lo, tá? A gente vai ver. Por que ele escolheu escrever os escritos dele em aforígima? Quem era Zaratustra pra ele?
Por que ele ensinou daquela maneira? A gente vai domá-lo com calma, tá bom? É difícil pra caramba. Eu sou muito reticente com essas coisas assim. O que você acha de uma pessoa, né? De uma pessoa, sabe? Uma pessoa. Você vê. Eu vou dar um exemplo pra vocês. Jordan Peterson. Quando Jordan Peterson apareceu e fez um sucesso gigante e as pessoas me falavam dele, eu uma vez falei para as pessoas que eu o considerava no mundo da psicologia e na busca da verdade como uma criancinha que estava engatinhando.
Tanto é que há pouco tempo, há pouquíssimo tempo, ele se converteu. Não foi isso? Ou seja, o Jordan Peterson está começando a provar a verdade. Vocês estão entendendo o que eu estou falando para vocês? Então, as pessoas achavam que estavam diante de uma pessoa extremamente madura e grande, e o cara de uma hora para outra entra em depressão, se afasta, some, e daqui a pouco aparece convertido. Aí tinha gente que fala assim, caraca, teve gente que ficou bolada para caraca com ele, vocês entendem? As pessoas não têm calma para falar de outras pessoas.
Então, por exemplo, Se vocês estiverem me ouvindo e falarem assim, porque o professor Diego é um cara de direita, ou de esquerda, ou do alto, ou de baixo, vocês entendem? Eu não coaduno com nada dessas coisas, conservadorismo, capitalismo, socialismo, esquerda, direita. Eu já falei para vocês, na verdade, isso é igual o mundo protestante. Quando a gente fala assim, os protestantes, tem alguma unidade nisso? O que é que dá unidade ao mundo dos protestantes? Existe uma autoridade protestante que dê unidade pra gente poder falar assim, os protestantes?
Tem alguém que fale em nome dos protestantes? Não existe isso, né? Tem alguém que fale em nome dos conservadores? Tem alguém que fale em nome da direita? Tem alguém que fale em nome da esquerda? Então, se vocês perguntarem assim, ah, o professor Diego aí tá falando, o que que... Se eu pudesse falar assim pra vocês, ó, eu sou isso, a única coisa que eu consigo falar pra vocês é que eu sou católico, sendo que isso já é muito diferente, por exemplo. Vocês têm que ver como é que é engraçado.
Quando eu vou dar palestra em local católico e começam a me perguntar sobre liturgia, o pessoal, Haditrad, catecismo, catecismo de Trento e Paulo VI e tal, sendo que eu morei no Líbano, né? E participava da missa no rito maronita, tá ligado? Que é um rito oriental, né? Vocês já devem ter ouvido falar que existem os ritos da missa ocidentais, o qual a gente participa de um deles, o rito latino. Mas existem outros ritos latinos, por exemplo, existe o rito androsiano, celebrado em algumas partes da Itália.
Eu participava da missa uma época da minha vida num dos ritos orientais. Existe um rito oriental cópita, um rito armênio, eu participava de um rito chamado rito maronita. Aí o cara fala assim, porque não pode isso, na missa é diferente, não sei o que lá. Eu falei, pô, a missa que eu participava era muito diferente da missa que eu participo aqui no Brasil, né? Então, tipo assim, quando as pessoas botam todas as fichas delas numa parada na missa que não pode fazer e caramba, eu acho essa parada estranha pra caramba, sabe?
Entende? Então são essas coisas que eu falo, né? Você viu, ó. Deixa eu explicar uma coisa importante para vocês sobre o meu modo de falar algumas coisas para vocês. Eu evito acompanhar as pessoas pelo Instagram. De verdade. A minha esposa sabe disso. Ontem eu estava falando sobre isso com ela. Por que eu evito acompanhar pessoas, sobretudo próximas ou pessoas assim, tipo assim ó, grandes católicos, grandes psicólogos?
Por que eu evito fazer isso? Porque se eu estiver acompanhando uma pessoa e ela estiver falando uma coisa que eu discordo e acho errado, Eu, pra evitar treta, pra não parecer que eu tô sendo ofensivo com alguém ou que eu tô aqui pra discordar de alguém, eu não vou querer me contrapor e talvez até corra o risco de não ensinar pra vocês o melhor pra não me contrapor à pessoa, principalmente se a pessoa for referência no mundo católico. Por quê? Porque eu sei que é difícil pra caramba.
Eu acho o maior baboseiro quando eu vejo um monte de católico aí batendo cabeça na internet, tipo um querendo ser melhor do que o outro ou mais influencer do que o outro, sabe? Então, eu não acompanho as pessoas pela internet. De verdade, não acompanho. Não olho o feed das pessoas, não olho story. Não faço isso pra me deixar livre e ciente do que eu tô fazendo com os estudos, as coisas da maneira que eu pensei. Então, eventualmente, se acontecer aqui... Eu sei, ontem eu abri uma caixinha, né?
Aí eu vi várias perguntas sobre... Assim, ó... Diego, como é que é a ansiedade nas três pessoas? Aí eu vi várias perguntas dessas de pessoas diferentes. O que eu fico imaginando? Eu falo assim, cara, será que algum grande psicólogo, alguém referência da internet, falou sobre isso? Às vezes eu consulto minha esposa aqui. Será que alguém falou alguma coisa aqui sobre isso e o pessoal está querendo me testar ou está querendo saber a minha opinião? Então eu prefiro saber... Presta atenção! Eu prefiro não saber o que essas pessoas estão falando para eu chegar aqui e ensinar para vocês Como eu vejo certo, eu vou dar os motivos, eu vou falar das três pessoas e vocês vão fazer, vão ver o entendimento de vocês, vão olhar para a vida real, vão tentar ver se é assim.
Então, por exemplo, eu vou dar um exemplo de ontem. Várias pessoas me perguntaram, porque eu acho que eu já falei isso aqui, da ansiedade do crítico. da ansiedade do roteirista e da ansiedade do personagem. Aí várias pessoas me perguntaram assim, professor, ansiedade não é só do futuro? Eu não sei se estão ensinando para vocês por aí que a ansiedade é só do futuro, né? Ah, não, eu penso no futuro e fico ansioso ou fico com medo. E nós, sobretudo quem tá aqui comigo e são meus alunos, sabemos que não é assim, né?
Que existe uma ansiedade própria do passado. Isso é meio simples, né? Se eu vou no passado e lembro, por exemplo, de ter sido uma mulher violentada, um homem que tomou uma coronhada na cabeça na esquina escura, Eu vou no passado e lembrar daquela cena aumenta meu batimento cardíaco e eu começo a ficar ansioso. E não é porque eu, no futuro, acho que vai acontecer. É simplesmente por quê? Porque eu me coloquei numa situação onde eu não estou dominando e estou sendo dominado. Então eu posso não dominar no presente, no passado e no futuro.
Então existe uma ansiedade do presente, do passado e do futuro. Vocês entendem isso que eu tô falando pra vocês, não é isso? Então, se uma pessoa fala assim pra mim, a ansiedade só vem do futuro, professor. Aí eu falo, o que que essa pessoa... Então, por exemplo, é que eu vou ensinar isso pra vocês na comunidade, até pra quando vocês expressarem a opinião de vocês, vocês saibam fazer teste de falseabilidade, teste de antagonismo de declaração afirmativa, teste de falácia formal, teste de falácia material, então um teste simples para um cara que vai chegar e que vai falar assim, ansiedade acontece no futuro, ele tem que ir no passado e perceber, existe ansiedade no passado?
Ou existe ansiedade em algum outro tempo da vida que não seja o futuro? E aí vocês vão poder proclamar a afirma de vocês com mais segurança, porque se vocês forem pessoas que ficam afirmando as coisas por aí, e não for do jeito de vocês, o orgulho da maioria das pessoas não vai permitir que elas voltem atrás. E por causa do orgulho, elas vão começar a amar a verdade. Isso já deve ter acontecido com vocês, né? Já aconteceu comigo. Eu lembro até hoje, num dia na minha juventude, quando eu falei assim para um cara, pô cara, eu estava falando besteira ontem.
Ele falou, pô, mas até eu me convenci, tu tava falando com tanta... Eu falei, não, cara, mas eu tava defendendo o meu orgulho. Tava sendo só no orgulho. Na hora que tu falou, eu já tinha me convencido do que era, só que eu não queria perder na argumentação. Ele falou, é, esses somos nós. Vocês entendem por que a gente tem que ter cuidado ao emitir a nossa opinião, assim, formalmente e, sobretudo, publicamente, né? Beleza? Então esses são os pontos importantes para vocês que me acompanham aqui entenderem um pouco da maneira que a gente trata certos assuntos.
Vamos falar um pouquinho sobre os pais? Pessoal, olha só. Existem muitas maneiras na história de como os pais olharam para os filhos. A geração dos nossos pais Eu tenho 38 anos. Os pais que hoje têm 60 anos, 70 anos, e os pais desses pais que têm entre 90 e 110 anos, a maioria falecidos, preste atenção nisso que eu vou falar para vocês, foram duas gerações com o pensamento coletivo, do modo como o pai olhava para o filho, de uma maneira muito ruim.
Isso não significa que o meu pai ou o seu pai tenha feito isso contigo. Mas eu vou falar algumas coisas aqui e vocês vão reconhecer. Então, a geração dos nossos pais Quem é da minha idade aí, mais ou menos? Vê se não ouviu assim. Meu filho, papai passou por isso e eu não quero que você passe por isso. Papai trabalhava no campo, capinava e tal. Papai quer que você só estude e tenha uma vida melhor do que a do papai. Típico, né? Da geração dos nossos pais.
parem para pensar na geração dos pais que começaram a ser pais na década de 60, durante a revolução sexual e durante a explosão dos métodos contraceptivos. Então vejam, Há pouco tempo eu estava estudando sobre a transição demográfica do Brasil. Então o Brasil teve um grande período de transição demográfica que começou na década de 40. e que terminou na década de 60. Transição demográfica é quando cai primeiro a taxa de mortalidade, só depois cai a natalidade.
Como você tem natalidade maior do que mortalidade, você fica bastante tempo com um crescimento populacional grande e depois ele estabiliza. Na década de 60, a taxa de natalidade caiu drasticamente no Brasil. E aí, eu tive grandes conversas com os meus avós. Eu gostava muito de ouvir os meus avós sobre certas ideias que eu lia em livros. Agora já são todos falecidos, meus quatro avós são todos falecidos. Então não tenho mais esse grande privilégio. Mas presta atenção. Olha o que eu vou falar para vocês agora. Olha o tamanho disso que eu vou falar para vocês agora.
Se o meu pai falou assim pra mim quando eu era jovem. Filho, papai tá te dando estudo que o papai não teve pra você ser uma pessoa muito melhor do que o papai e pra que você não seja como o papai. Sabe o que um pai tá dizendo pra um filho? Na prática, E eu vou perguntar pra vocês e vocês vão me dizer se não é assim na nossa geração aloprada, xexelenta. O pai tá ensinando o filho a desprezá-lo como autoridade, como fonte de sabedoria, né?
Então, é típico da minha geração? Isso não é? Não dá pra vocês botarem na conta. Por que eu tô falando que não dá pra vocês botarem na conta? era muito diferente, no mundo muçulmano era muito diferente dessa experiência que a gente vive aqui, olhar para um idoso no mundo muçulmano é muito diferente do que nós, porra a gente é escroto, a gente despreza os nossos velhos, A gente olha pros nossos velhos e a gente vê gente que não sabe de nada de tecnologia, que não sabe mexer no celular, que fica sacaneando os velhinhos no grupo, que bota aquelas fotos todas cheias de mimimi de bom dia, não é isso?
A gente acha os nossos idosos uns de merdinhas. Essa é a nossa geração aqui, do jeito que eles nos ensinaram. Veja bem, eu não tô falando do seu pai nem do meu pai, eu tô falando do crítico, como disse o Jung, de um espírito coletivo. O que é o espírito? É o que se manifesta através da palavra. No início era a palavra, a palavra estava com Deus e ela era Deus e ela pairava, plainava, sobrepujava, vivia em cima sobre as águas, a palavra, o espírito, aquilo que é imaterial e que passa do interior de uma pessoa para outra pessoa através da palavra, de quando você fala e aquele hálito, aquele sopro, aquele vento vai para outra pessoa e entra na outra pessoa e passa a ser a verdade dela, a verdade, o espírito da verdade de um tempo.
Vocês entendem? Nesse caso que eu tô falando pra vocês, um espírito de morte, de destruição, de mentira, a palavra da morte, da destruição, da mentira. É a década de 60, pô. A década que a natalidade no Brasil despencou, vocês entendem? Vocês estão entendendo isso que eu tô falando pra vocês? As coisas, elas acontecem de fato. De fato, você viu, hoje teve o encerramento da Olimpíada, aí eu vejo um monte de gente exaltando a China, né? Porra, vocês sabiam que na China existe lei para as pessoas só terem um filho, né?
Eu não sei se vocês conhecem, eu trabalhava como chinês no Líbano, Eu não sei se vocês conhecem o coração, a mente, o olhar de um chinês de maneira geral, a maneira como ele pensa na vida. Eu recebo uns videozinhos desses de escola chinesa de um monte de gente fazendo umas paradas sinistras pra caraca, as crianças tudo igualzinho assim, sabe? E eu vejo as pessoas achando aquilo bonito pra caraca, ou sinistro, né? Pô, a gente adora uma modinha, não é isso? Pô, aquilo é uma merda. Pô, as pessoas, elas pegam o espírito que fica pairando por aí, as ideias soltas, e elas não têm noção no futuro do que certas ideias, quando estão encarnadas na gente, o que elas fazem, sabe?
E é uma pena, porque essas coisas vão destruindo e minando as famílias. ou então quando as palavras são muito bonitas, tipo hoje no encerramento da Olimpíada, a gente vê franceses falando sobre vida, amor e liberdade, né? Pô, logo a França, né? Logo a França, com o espírito coletivo que já está encarnado na Constituição, um espírito escroto, né? um espírito da morte aloprado. Tá na Constituição o aborto, né? O primeiro país a botar na Constituição o aborto. É que talvez vocês não conheçam um pouco mais de política e saibam o que é uma Constituição, né?
Vocês vão aprender isso lá na comunidade. Eu vou ensinar pra vocês desde quando aparece o domínio, desde quando o domínio se manifesta no mundo, nas presenças, quando ele se despersonaliza, quando ele se encarna no mundo, quando encarná-lo no mundo vira instituição, quando uma instituição tenta adquirir o espírito do povo, quando ela pega o povo pra ser um poder constituinte, a voz do povo é a voz de Deus e um povo faz uma merda dessa. Vocês vão aprender todas essas coisas lá em política, na comunidade. Mas o que eu tô querendo falar pra vocês é o seguinte, Tem várias dessas merdas na nossa cabeça hoje como pais, sabia?
Várias. Quando eu... As caixinhas, elas são muito importantes pra mim. Porque as dúvidas de vocês demonstram pra mim as ideias que pairam pelo ar, vocês entendem? E eu não tô aqui, eu não tô aqui combatendo pessoas, né? Pelo contrário, se eu pudesse arrancar meus órgãos pra salvar pessoas, vocês sabem que uma vez trouxeram um homossexual, um transempse, né? Pra falar comigo, na expectativa de que eu ajudasse com as ideias, né?
E eu já ensinei pra vocês o poder da palavra, né? E aí a primeira coisa que eu pude fazer para ajudar uma pessoa dessas foi me ajoelhar e beijar os pés desse transexual para ele compreender que eu queria amá-lo. Eu não queria convencê-lo das minhas palavras, vocês entendem? Porra, quem já leu meia dúzia de páginas do Chesterton já percebeu que a palavra não é nada. perto da presença que lidera e que domina, né? Ele falou, pobre do coitado que acha que vai convencer um evangélico batista, criado numa família batista, de que a religião dele tá errada porque tá achando que o cara escolheu ser batista.
por causa da doutrina batista. Porra, vocês não sabem que ele é batista por causa do peito quente do pai dele encostado na cabeça, com a cabeça dele no colo dele, porra? Que ele aprendeu doutrina muito depois que ele ama uma pessoa, porque a verdade tem a feição e a configuração de uma pessoa. Vocês já não sabem isso estando aqui três ou quatro lives, porra? que isso aqui que a gente faz é meio que brincadeira, né? Isso aqui, a palavra, ela é uma ideia, um espírito que paira por aí, material, né?
Mas ela se encarna no mundo, ela se encarga na pessoa que aceita essa ideia na década de 60, né? Na década de 60. Você vê, quando eu morei na África, quando eu morei na África, Lá estava começando o fenômeno que aconteceu no Brasil na década de 60. A África, eu morei em São Tomé e Príncipe. São Tomé e Príncipe é um país com um histórico recente socialista leninista. Existem vários tipos de socialismo prático, como forma de governo ou forma de Estado, como a ideia socialista se encarna no mundo.
Aconteceu de maneira diferente quando Lenin, em 1917, saiu da Europa pra ir lá pra Rússia e implementar o comunismo russo, o comunismo da Albânia era diferente, o comunismo do Camboja era diferente, o comunismo da China era diferente, O comunismo de São Tomé e Príncipe, onde eu morei, era leninista, era como o russo. Então, ele faz coisa diferente do socialismo como se manifesta na prática no Brasil, por exemplo, que é um socialismo muito mais voltado para o aspecto granchiano, como vocês já devem ter ouvido falar, sobretudo da boca do professor Olavo de Carvalho.
Mas volta aqui para a paternidade. Aí, lá em São Tomé, Eu tinha filho pra caraca, como eu já falei pra vocês, né? Cara na rua, sim, morando na rua. Dez filhos na rua, né? E aí lá começava, através da ONU, propagando e ajudando, auxiliando a humanidade, né? Com seus métodos contraceptivos e a educação. Como na década de 60 no Brasil. Pega lá seu livro de economia, seu livro de geografia, abre no capítulo 1. Você vai aprender demografia, ou aspectos populacionais e demográficos.
Ou no livro de economia, quando você olhar lá Brasil, um país que se industrializou por substituição de importações. Aí vai ver as consequências desse aspecto na transição demográfica. Você vai olhar lá e você vai ver. Década de 60. Fatores que fizeram a taxa de natalidade no Brasil cair drasticamente. Aí você vai ver lá. Número 1. Forte entrada da mulher no mercado de trabalho. Número 2. Divulgação através da evolução e desenvolvimento do sistema educacional dos métodos contraceptivos. Vocês vão ver lá isso, isso aconteceu no Brasil na década de 60.
Aí você fala assim, cara Diego, mas a igreja não lutou contra essas coisas e tal. Meus irmãos, os padres que têm essa idade no Brasil, 70 anos, eles são os fundadores da teologia da libertação, Vocês sabiam disso, né? Então, quando vocês olham os nossos pais falando sobre paternidade e como eles olhavam para a gente, meu irmão, a nossa geração, a minha geração, porque as gerações eram medidas, sobretudo antes dos anos 90, de 30 em 30 anos.
Hoje em dia, algumas bibliografias dividem gerações de 5 em 5 anos ou 10 em 10 anos. Então, por exemplo, hoje tem gente de 15 anos que algumas bibliografias de estudo consideram que a geração mais velha do que ela, de quem tem 15 anos, que é a outra geração, da geração que tem 20 anos. Antes disso não, na década de 60 a gente utilizava formalmente, porque realmente estruturalmente para a gente pensar em ideias era uma boa janela. Os nossos pais olhavam para a gente e os nossos pais foram os primeiros pais a decidirem em São Tomé e Príncipe, as pessoas ainda não decidiam isso.
A gente morava lá e os mendigos tinham 10 filhos, entendeu? Tipo, namorou, chameguinho. Aí falou, vida real, porra. Vai ter filho. Você entende? Porra, mas a pílula não sei o que lá. Falou, não, não, não, guerreiro. É África, porra. A fonte proteica de 30% do país que eu morava em São Tomé e Príncipe era buzo da terra. Caramujo, que é praga no Brasil. Aqui no Brasil a gente come como comida exótica o caramujo do mar, né? Como é que chama, amor, o caramujo do mar? Escargô, né?
Parada bonitona o nome, né? Porra, caramujo, que dá no chorume, porra. Na África, o caramujo da terra, do chorume, a Maria viu, porra, minha esposa. A gente chegou num lugar, tinha uma rodinha assim, lá onde a gente morava, no interior, assim, ó. Aí a gente olhou a galera assim, ó, nego rindo, brincando, não sei o que lá, brasileiro, senta aqui com a gente, vamos lá, comigo, caramba, porra. Na panela só tinha caramujo do chorume, porra. O cara que não tem dinheiro para comprar faz uma refeição no dia e a refeição do cara é caramujo da terra, que é praga no Brasil.
Vocês acham que o cara que namora com a esposa dele vai olhar para o filho e vai pensar assim, meu filho, a escola dele... Você vê, tem uma porrada de perguntas na minha caixinha de direct sobre colégio de filho. E perguntando, professor, como é que eu vou ter filho, se não sei o que lá? E professor, e como é que eu vou ter não sei o que lá e tal? Eu falo, porra, pessoal, que porra de ideia é essa que tá na nossa cabeça, porra? É o contrário, porra.
Primeiro, tu tem filho. Depois tu começa a dar teu jeito, pô. Primeiro tu bota teu filho no mundo. E depois a presença do teu filho no mundo vai ser a graça do dia de hoje. A graça da paternidade. Que vai te fazer fazer o que o meu pai fez por mim. Vai vender suco na rua. Às vezes vai me levar pra bater na porta dos outros. Pra ver se a pessoa quer comprar suco da jandaia. e vai me botar no colégio municipal, porra. E se no colégio municipal não tiver professor pra dar aula, como não tinha no meu colégio, porque o professor tava tudo grávida, com problema psiquiátrico e porra, essas merda toda que a gente sabe como é que funciona, o meu pai arrumava no sebo um livro de história e marcava lá, ó, hoje você vai jogar futebol depois que você ler da página 30 à página 50, fizer um resumo e me explicar.
Porra, e vocês querem pagar um colégio de quatro mil reais? Eu falo, alguns de vocês vão pagar, porra. Mas os outros que não conseguirem pagar, porque vão ganhar dois mil por mês? Porra, vocês têm que parar pra pensar se é pra ter filho ou não é ter filho? Vocês veem que sacanagem, né? Eu vejo um monte de gente aqui metendo malho na teologia da libertação, na esquerda, no comunismo. Qual é a grande herança do comunismo? O comunismo, ele introduziu na história o que a gente chama, né?
Como é que o professor que vai dar aula, ele fala do comunismo? Qual foi a grande herança do comunismo? Aí a gente fala assim, ele introduziu o materialismo histórico, dito de outro modo. Karl Marx olhou para a história e viu a passagem de um mundo feudal, de uma sociedade que vivia de uma palavra chamada fraternidade, através de várias mudanças que eu vou ensinar para vocês.
Uma delas se chama Reforma Protestante, quando a gente negou no mundo a autoridade que dava unidade para a sociedade, então, isso aliado ao poder que Gutenberg deu para o ser humano em 1555, a fundação da imprensa, a gente vai ver isso unido a uma reforma que tira autoridade, que dá unidade para o mundo, e que cem anos depois, nas guerras entre calvinistas, católicos, protestantes, luteranos, vão dar no Conselho de Veste e Falha, que vai romper com a unidade do mundo. Aí depois a gente viu que isso era uma merda, né?
Isso deu nas guerras mundiais, agora a gente tá tentando dar uma unidade novamente no mundo. Só que na pessoa de quem? Do globalismo, da ONU. Porra, há 300 anos atrás, há 500 anos atrás, o mundo era assim, porra. Só que não era a porra da ONU que fazia essa merda, que dizia pra não fazer guerra, ou que mandava um exército pra cá pra acabar com a guerra ali, quem fazia essa merda no mundo. era o papa da igreja católica. Só que a gente achou que isso era uma merda, e a gente achou um jeito de fazer um mundo para as guerras mundiais, para o comunismo, mas isso é papo para outro dia.
Porra, o pai, o pai, como é que o pai olha para o filho? Você vê, hoje eu mostrei uma foto com São José, né? Pessoal, Deus quis vir ao mundo para amar o mundo apaixonadamente, como um homem, como disse São Leomagno, 100% homem e 100% Deus. completamente unidos, sem se misturarem, e completamente distintos, sem se separarem.
O dogma da humanidade e da divindade de Cristo, né? Quis vir ao mundo Deus, para ser como um homem. E aí faz a tua teologia agora, a tua teologia do dia dos pais. Deus vai vir ao mundo e Ele precisa aprender a ser homem. E aí Deus vai olhar para os homens do mundo e Ele vai escolher um homem no mundo para ser como esse homem.
São José É um modelo de homem. Não pra mim, eu sou um ridiculão, um merdão. São José é um modelo de pai para Deus. O mais próximo que o mundo conhece de Deus pai. Do pai de Jesus Cristo. Do Deus da Santíssima Trindade que olhou pro mundo e que falou assim, como eu vou ser pai para meu filho e ele vai sentir o meu cheiro e olhar para o meu olhar e enfrentar o mundo, esse homem se chama José, São José, o modelo de Deus, São José é um modelo de pai para Deus, ele não é um modelo de pai para mim que sou merdinha, É um modelo que Deus achou no mundo para que ele fosse como ele.
O carpinteiro José que talhava madeira, a salvação que a gente beija na Semana Santa, a bendita madeira da cruz talhada pelo carpinteiro, a salvação do mundo. Ela foi dada a nosso Senhor por aquele cheiro de cedro do Líbano, aquele cheiro de palma, aquele cheiro de oliveira da mão de São José, né? Porra! Um pai, ele tem uma função no mundo.
Ele vive o seu dia tentando dominar o mundo com os seus filhos aos seus pés, porra. Vocês estudaram num colégio de quatro mil reais, porra? O meu pai cavou buraco no chão comigo pra me ensinar a jogar búlica de bolinha de gude, porra. E comemorou comigo me pegando no colo quando eu soltei a primeira pipa e cortei a primeira pipa, porra. E vocês querem botar o filho de vocês num colégio de quatro mil reais?
onde vão ensinar pro filho de vocês que Jesus Cristo é um merda? Porque vocês sabem que é assim que tão fazendo, porra! Vocês não sabem que vocês podem ser mendigo! Igual eu falo pra vocês que tem aqui na rua, porra! E que se o cara sentar ali com o filho dele e ensinar pro filho dele a ser um homem, uma boa pessoa, a carregar peso, porra! É bonito pra cacete quando eu olho na rua um pai carregando aquelas porras gigante que esses cara catador de lixo e de papelão catam e eles tem filho, porra!
E aquele moleque vai ser forte pra cacete fisicamente Aí você bota seu filho num colégio de quatro mil reais e ele vai ser um viadinho, porra! Vai cantar fino na igreja, vai cantar um salmo agudo, porra! Por causa da merda da geração dos nossos pais, da teologia da libertação, da morte, do aborto, do anticoncepcional! Tem um monte de pergunta aqui na minha caixinha, porra.
Eu tô indo pro terceiro filho e me sinto inseguro. Sabe por que fica inseguro? Porque vocês vivem a vida de vocês sozinho e fora de uma comunidade. Porque se vocês levarem um filho pra uma paróquia, ninguém vai deixar o filho de vocês passar fome, porra. A minha esposa Maria já foi alimentada pela igreja católica. Ia na igreja católica receber comida, pô. E vocês tão com medo de ter filho e vocês acham de verdade, vocês acham de verdade que se vocês escolherem na cabeça imunda nossa, na nossa cabeça imunda, que eu não vou ser aberto à vida, eu não vou ser pai, porque eu só ganho 2 mil reais ou 3 mil reais.
Porra, eu vou falar para vocês aqui, se você vai casar, e você vai casar achando que você não vai ser aberto à vida, porque você ganha 2 mil, 3 mil por mês, porra, você não casa, seu fraco, você não casa. Porque se você casar e se fechar a vida, a sua família vai ser uma merda! Porque como é que uma família que não tem a vida em primeiro lugar, o que você vai gerar na sua casa? Você vai gerar o socialismo e o capitalismo. A merda do comunismo vai sair da tua família e a merda do capitalismo materialista.
Você vai ter essas merdas dessas casas gourmet, que se for uma criança visitar tua casa e mexer no teu armário, tu vai ficar puto, porra. Porque você ama mais coisa do que pessoa. Porra! Porra, quando chove, entra água no teto do meu carro e molha meus filhos! Eu tô cagando pra essa porra! Eu sou rio, gringo, coelhos! A minha esposa fica me sacaneando. Porque meu relógio custa 90 reais, aí ele arrebenta. Porra, eu colo com silver tape. Ele fala, porque eu tô cagando pra essa porra.
E não é porque eu não tenho dinheiro pra isso, não. Porque o dinheiro que custa meu carro, eu tenho... Eu ganho mensalmente pra comprar dois carros, meu, por mês, porra. Porra, mas o católico fala, mete o malho no comunismo, mete o malho no Lula, mete o malho na esquerda e só pensa, porra, em dinheiro, porra. Só pensa no preço do colégio, no carro, porra, anda a pé, porra. O meu carro quebrou duas semanas, três semanas, eu falei pra vocês aí, porra. Eu falei pra minha esposa, eu vou correndo e vou voltar correndo do trabalho em meia hora, porra.
Eu vou correndo meia hora, depois volto correndo, porra. Eu vejo aqui na internet os brabão da internet, cheio de dinheiro. Eu não sou contra dinheiro não, já falei pra vocês, eu tenho dinheiro pra cacete, porra. Eu não tô falando dessa porra. Eu tô falando de mamata, de gostar de materialismo, de porra, da cadeira gostosinha, do conforto o tempo todo, porra. E você vem falar pra mim que, porra, o filho não dá pra ter. Você vê, no outro dia eu vi aí, o nego falou, nego me mandou o vídeo do professor Filipe Aquino, que é uma referência nossa.
Eu tenho todos os cursos do professor Filipe Aquino aqui. Eu estudo o professor Filipe Aquino há mais de 20 anos, já li mais de 50 livros dele, porra. O professor Filipe Aquino, coitado, fez um vídeo falando, ligando, é... Família numerosa com dinheiro. Eu fico falando, porra, coitado. Logo o professor Filipe Aquino falou, nem a igreja católica nunca escreveu essa porra. Associar vida com dinheiro, porra. Tu vê, na igreja católica a gente tá pensando igual o comunismo, porra. Aí o católico ele tá achando que ele é anticomunista.
É porra nenhuma. Você abraçou o espírito do tempo, porra. O mendigo de São Tomé e Príncipe é mais católico do que você. Que tem dez filhos e tá cagando pra essa porra. Você trabalha pra cacete igual um animal! Porra, e você devia estar em casa ensinando pro teu filho o pai nosso, os dez mandamentos, porra. Aí você fala assim pra mim, porra, eu tô fazendo apostolado. Meu irmão, apostolado não é pra você, porra. Se você é pai, você tem que educar o seu filho. Senão você não era pra ter sido pai, porra.
Você faz apostolado com os outros da rua e teu filho vai pro colégio aprender? Tu tá de sacanagem, porra. Você é pai. Quem ensina o pai nosso pro seu filho é você, porra. Não é pra você ficar rico no mundo, é pra você correr pro teu filho e ensinar pro seu filho a ser homem, porra! É o padre que tem que ir pelo mundo dar palestra em tudo quanto é lugar! Aí ele fala assim, vem aqui Diego, vem aqui, eu te pago 10 mil pra dar palestra em Fortaleza.
Eu falo, mas minha esposa, eu não vou. Eu só vou dar palestra fora uma vez por mês. Por quê? Porque eu tenho que correr com o meu filho na rua. Eu tenho que rezar o terço com o meu filho. Eu tenho que acordar, eu tenho que ir na missa com o meu filho. Porque essa é a minha vocação. Porque eu decidi casar e ser pai. Eu não sou padre, eu não sou missionário, eu não sou apóstolo. Eu sou pai de família. Porra, que doença, aí a gente faz essas merda, eu ainda tenho que ficar ouvindo na cabeça dos outros apostolado, por causa do apostolado, por causa do apostolado, e falam, porra nenhuma, você tá cego, você tá fazendo merda, essa não é a sua vocação, porra.
Então era pra ser religioso, não era pra ter filho. 10 horas, né? É bom estar com vocês aqui no Dia dos Pais. A gente tem trabalho pra cacete pra fazer, porra.
Nós estamos há duas gerações na merda pra caraca. Eu falo pra Maria, talvez se Deus não tivesse me levado lá pro Líbano, lá pro Oriente Médio ou pra África, eu ia tá muito na merda também, porque não tinha café quente, porra. Não tinha café quente, porra, pra tomar. Puta merda. uma presença que domina, um pai, um homem normal, um homem normal, que tem meia dúzia de tesouros, meia dúzia de tesouros.
Você viu, hoje, dia dos pais, um dia normal, acordar, ir pra missa, voltar, ir pra casa dos pais, né? pra casa dos pais, tá com os pais no dia dos pais, os pais, avós, todo mundo ali reunido. Volta, almoça, reza o terço, faz as nossas coisas aqui, fica juntos. Não tem muito mistério, né? Não tem muito mistério. Isso aí dá pra fazer lá no interior, lá em São Tomé e Príncipe Návio. Eu falo, eu converso isso muito com a Mariá, minha esposa, né?
A gente fica vendo as coisas aqui agora na internet, né? Sabe, pessoal? Eu recebo essas paradas escrotonas assim, né? De gente da esquerda loprada. Essas porra que a gente vê, tipo, na França agora, na Olimpíada, né? Essas merda toda assim. Eu não consigo nem me preocupar muito assim com isso, sabe? Sabe por quê? Porque as pessoas que estão no mundo pra combater isso, essas ideias escrotas, elas estão na merda. Elas estão na merda, pô. Elas estão combatendo o mal com a modinha do tempo.
E vocês sabem qual é um... proteger o ser humano de todos os tempos, contra a doença de cada tempo. Esse é um dos papéis. Por isso que eu falo, as pessoas que não sabem nada de história, é por isso que eu falo pra minha esposa, essa vai ser a primeira coisa que eu vou engajar. Eu vou ensinar, nego, como é que era o ensino médio. o segundo grau na Idade Média, como é que ele foi perdido no século IV com a invasão dos bárbaros, como é que São Carlos Magno voltou com o colégio, que matéria que tinha, que esporte que nego praticava, depois como isso passou pro Império Bizantino.
Porra, nós vamos retomar essas porra, vamos ver as merda que a gente tá perdendo, vamos ver o espírito do tempo, onde mudou essas porra toda pra gente parar de babaquice, porque não é possível, porra. Não é possível. Que nego acha que é um mistério, porra, do cacete, porra, você botar um filho no mundo, fazer meia dúzia de coisa certa todo dia, e ele tá do teu lado vendo, porra. Falou, porra, aqui não tem dificuldade nenhuma nessa porra. Que o mendigo, dá pro mendigo fazer isso todo dia, porra.
Porra, e a gente tá aí, porra. Você vê, aí nego fica me cobrando, mãe, porra, eu, eu, a gente vai fazer a nossa comunidade, né? A gente vai fazer a nossa comunidade. Aí, nego, eu lancei um curso, né? Há um ano e meio atrás. Pô, nego, fica me cobrando. Lança as porra. Lança. Vem aqui. Dá o curso. Eu não sei que lá o caramba. Qual que é a velocidade aqui? A velocidade? A minha? A minha? A que eu garanto pra vocês. Vocês vão me ter... depois que eu correr com meu filho, for pra missa com ele, rezar o terço com ele e ensinar pra ele as coisas que eu tenho que ensinar de catecismo, de vida, de moral, deles passarem perto da minha presença, vivendo comigo, vocês entendem?
Eu, em breve, vou ensinar pra vocês como é que eu uso o Instagram aqui, os tempos certinho que eu separo, depois da minha oração da tarde, pra responder duas perguntas de caixinha, um momento que eu faço a live de domingo aqui, vou explicar pra vocês E vou dar uma tentativa pra vocês de largarem essa porra dessa internet pra viver a vida real, pra vocês lutarem concretamente por uma coisa no mundo. E não perderem a vida de vocês com sei lá que porra que vocês estão querendo fazer aí.
Empreendedorismo, salvar a porra do mundo inteiro. Sei lá o que vocês estão querendo fazer com a vida de vocês aí. Com a vocação gigantesca que vocês têm pra vocês entenderem. Porra, pessoal, quando vocês pararem para rezar, as mulheres, né? Eu falei aqui do São José, né? Porra, as mulheres, vocês rezam aí, param para rezar, saem pedindo um monte de porra, né? Saem pedindo um monte de porra que vai destruir a vida de vocês, né? Para e olha, Senta e olha a Virgem Maria.
Fica olhando para ela numa missa, depois da ascensão de nosso Senhor. numa igreja escondida, olhando para São João Evangelista, para o Padre João, um menino, um sacerdote, elevando um pedaço de pão e o consagrando e oferecendo para aquela senhora de 49, 50 anos o corpo de Cristo e a Virgem Maria recebendo a Eucaristia da mão de São João Evangelista.
Fiquem ali. que o coração de vocês vai crescer. Aqui, não tem quase nada aqui. Porra, se vocês não olharem pro filho de vocês e não conseguirem compreender que aquela é a maior vocação que vocês têm na face da Terra, porra, vocês... tão vivendo uma vida de merda.
Puta merda. Que vida de merda olhar pra um filho e não compreender que pra um pai e pra uma mãe essa é a maior vocação da Terra. Puta merda. Que desesperador que é essa, porra. Bom, passei, né? Me alonguei. Hoje é dia dos pais, né? Porra, eu tô com uma prerrogativazinha, 10 minutos de avanço. Obrigado pela companhia de vocês de sempre, hein? Tamo junto. Até breve.