Amor, matrimônio & família
Educação dos filhos
- a presença que domina
- a vocação de dominar o mundo
- a solidão (ausência da presença)
- o castigo no quarto como solidão
- a ciência da temperança
- o tempo de presença tempera
- formar a consciência
- as três pessoas
- a vocação única (pai e mãe)
- o falso domínio (conforto, carrão)
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 7:03.
“eu vou aproveitar que eu tinha vários pedidos de amigos, de alunos, para falar sobre um pouco da formação inicial do ser humano. Educação infantil, trato com crianças. Na verdade, a gente vai falar de vida de família.”
Trechos da aula
É a presença, né? Uma presença que domina a nossa vida e nos ensina a dominar.
Bullying acontece pela ausência de uma presença que domina o local.
se você não sabe alemão, não coloca o seu filho na aula de alemão, ensina para ele português que você sabe, mas passa tempo com ele
Transcrição completa
Boa noite, Márcia. Fala, Pedro. E aí, Luiz. Tranquilo, meu irmão? Que bom te ver por aqui, cara. Fernanda, Bruno, Matheus, Victor Marques. Boa noite, meu irmão. Campos Medeiro, Ana Paula. Boa noite. Rafael, Gabriel, Milena. Boa noite, André. Matheus. Raíssa. Outro Matheus. Um abraço, pessoal, de Pernambuco. Fala, Ney. Machado, boa noite. Fala, Igor. Boa noite, boa noite, fala.
Também te amo, meu irmão. Boa noite. Dudu, boa noite. Neto. Rayane, Ana Paula Prats. Rondonópolis, olha aí que maneiro. Cristina, boa noite. Karina. Farias, Viviane. Terapeuta de casal. É, foi bom ontem, meu irmão. Juliana, Vieta. Manoel, Mordone. Yuri, Marisa. No congresso, Bruna. Paola, Gustavo, Dayana. Rosana. Cássia, boa noite. Sousa, Rony, Rony.
Grande Igor. Ana Kellen, boa noite, Manaus. Um abraço pessoal de Manaus. Rafael. Karol. Estamos rezando. Estamos rezando, Nandinha. Aline. Buenas Iglesias. Bia. Grande Adilson. Tiago. Bianca. Pessoal da Bahia aí. Cidinho, Campos. Vinícius, Nayara, Taubaté. Diego. Gisele, Londrina, Blumenau. Riolândia, São Paulo.
Que maneiro. Fala, Júnior. Boa noite, Jéssica. Grande Levi. Olha o pessoal de Belém aí. Goiânia, boa noite. Gonçalves, boa noite. André. Campinas. Mônica, boa noite. Tiago. Franciane, de Birigui, São Paulo. Boa noite. Grande Álvaro. Tudo bem, meu irmão? Roni de Sobral de Ceará. Fala, Charles. Bananeiras da Paraíba. Tudo bem, Rita? Jéssica.
Vitória. Do Pará também, ó. Blumenau. Liboa deve ser de Lisboa, né? Clea, boa noite. Fabrício. Elis. Dani, boa noite. Juliana, Vitória. Bárbara, boa noite. Bárbara. Cléa, Cássia. Jéssica. Sulane. Tudo bem, Sulane? Boa noite. Júsu é de Castanhal. Mari de Manaus. Nome e vocação, Vitor Macho. Tá na Rela, tá na Rela, mas tem aparecido uns temas brabos aí e a gente vai dando prioridade pra onde tá doendo, né?
Goiás, Minas Gerais, Emília. Tudo bem, Emília? Rio Grande do Sul, olha aí, ó. Estamos lutando, Ponta Grossa, Atlântida, Estados Unidos, Boa Noite, Belo Horizonte, Parauá, Pébas, lá do Pará. Oh, que maravilha! Manaus está em peso aqui, que legal, pessoal. Curitiba, São Paulo... Rondonópolis, Curitiba também, Corumbá de Goiás, Corumbá de Goiás, não sabia que Corumbá, que Goiás também tinha seu Corumbá, não. Eu conheço muito bem o outro Corumbá, o outro Corumbá lá do Pantanal, já andei muito lá. São Gotardo de Minas, São Francisco do Brejão, do Maranhão, Goiás, Macaé do Rio de Janeiro, Natal vem Grande Norte, Natal eu tive recentemente, hein, Natal?
Olha o Douglas aí de floria, pá. Saudade de tu também, meu irmão. Ontem eu e meu marido estivemos no congresso. Foi uma maravilha sem tamanho conhecer muitos de vocês lá no congresso. Que maravilha mesmo. A presença, né? A famosa presença. Brasília, seropédica. Eu também conheço muito aqueles matos lá de seropédica, hein? Fazendo orientação com os comandos anfíbios em seropédica. Kelly, Cascavel, Goiás, Ceará. Que maravilha. Londres e Ontário, no Canadá. Ontário, Canadá, né?
Bandeirinha do Canadá, Canadá. Paraíba tá em piso aí. Ontem foi bom, né, Sarah? Goiânia, São Miguel do Oeste, Santa Catarina, Grande Kelly. Boa noite, professor. Manda um abraço. Calma aí, volta aqui. Para a Ágata, minha esposa. Ela me serviu o café quente do senhor. Que maravilha, hein, Ágata? Continuem agora vocês dois servindo esse café quente no mundo, né? Que maravilha. São Gotardo, Casimiro de Abreu, São José dos Campos, Tocantins, Luminal. Bom, Alô, Anaíde, Macael, João Pessoa, Bom, vamos começar a nossa conversa, né?
Conversa hoje tem tudo para a gente se esquentar na conversa de hoje, né? Eu ia falar um pouco mais sobre a consciência, mas vou deixar para semana que vem. Na verdade, na semana que vem, de repente, a gente fala sobre a esperança invencível, um pouco mais da vida do roteirista. Mas eu vou aproveitar que eu tinha vários pedidos de amigos, de alunos, para falar sobre um pouco da formação inicial do ser humano. Educação infantil, trato com crianças. Na verdade, a gente vai falar de vida de família.
e algumas coisas que a gente tem na nossa cabeça. Então vejam, eu coloquei um vídeo no meu feed de um jovenzinho, de um menino descontrolado, num verdadeiro caos. E aí eu recebi mensagem de tudo quanto é tipo, eu recebi mensagem me repreendendo de ter postado vídeo. Eu recebi mensagem que era um absurdo as pessoas terem gravado. E aí eu fui anotando aqui algumas coisas, sabe? Eu não vou pegar anotação nenhuma, mas eu fui anotando para eu fazer um mapa.
Esses comentários que vocês colocam nas coisas, eles me ajudam. Eu tirei o vídeo primeiro, mas tinha lá uns 200 comentários no vídeo. Eu anotei aqueles comentários, depois tirei o vídeo, botei o vídeo tapando o rosto do menino depois e peguei os últimos comentários. Então, eu vi de tudo lá e esses comentários que vocês colocam, eles me ajudam muito. Quando eu vou montar o conhecimento que a personalidade humana tem das coisas e como as coisas aparecem para a personalidade, que é o modo como eu atendo, o modo como eu estudo geopolítica, relações internacionais, é sempre a mesma coisa.
Então, eu coloco lá a bola do bem, um dia a gente faz aquela bola do meio, uma live só sobre aquela bola. Eu coloco ali o tema, então, eu coloquei lá assim, formação de filho. E aí eu tenho as três pessoas em volta. Uma que tem juízos sobre a coisa. Uma pessoa que tem roteiros para fazer sobre as coisas. E uma que é a nossa vida com aquilo no mundo. Sabe como a gente prova aquele café? É um café frio? É um café quente que a gente está provando?
Porque, obviamente, é com base no que a gente prova no mundo. Vocês lembram disso. Vocês não podem esquecer disso, pessoal. Isso é muito básico para a gente se orientar na vida. É com base naquilo que eu vivencio no mundo. Eu diante de uma criança no mundo. É com base nisso que eu vou fazer os meus juízos. Eu estou tomando café. Então, é assim que eu vou moldando. É por isso que o comentário de vocês é muito importante. Porque eu fui moldando, então, as crenças de vocês, que vocês foram me dando, os roteiros.
Então, o que é isso na prática? As crenças de vocês. é aquilo que as pessoas acham que é a verdade, o que elas acreditam que está acontecendo ali. O que são os roteiros que vocês me dizem sobre como tratar aquela criança? Como lutar diante de uma criança descontrolada, por exemplo? São aqueles comentários que vocês colocam lá desse estilo, fazendo um protocolo de ação, assim, decisões mentais. Para vocês verem, 45% das pessoas, arredondando, colocou lá que a gente tinha que dar porrada nas crianças, você entende? Isso é falta de vara, isso aí é a chinela, na minha época isso se resolvia com vara de goiabeira, entende?
Ou seja, eu tô colocando lá o que vocês acreditam que é aquilo, depois o protocolo de solução, tá? E muitas pessoas me dizem do personagem. Então, quais são as pessoas que falam do personagem, assim, no palco, né? Ah, eu diante, eu naquela situação ali, é, pô, algumas pessoas se falaram como elas se sentiam, né? Me sinto desesperada, sabe? Quando acontece ou com ela ou diante daquela situação. E quem viu o vídeo, viu que algumas pessoas ali tiveram algumas reações, né? Umas sorriram, outras pessoas, é, desprezaram o menino, outra pessoa filmou o menino.
E aí teve um monte de gente que recriminou o fato de ter sido filmado. E aí a galera que tem contato com o mundo jurídico botou uns comentários lá explicando que é importante filmar. Por que é importante filmar? Porque senão, depois, vão botar os professores na justiça. Então o professor filma. Só que quando ele filma, o pessoal também, a galera, que vive nesse meio, também falou que podia processar quem filmou. Ou seja, a gente vive naquele dilema assim, né? Se você come ovo, tem o cientista que fala que você está destruindo a tua vida porque come ovo, entendeu?
E se você não come ovo, o outro cientista Com o mesmo PHD, também tem os argumentos para dizer que você está destruindo a sua vida por não comer hoje. Entende como é o nosso mundo completamente bem balizado pela ciência? Então, tem os dois lados. Tem os doutores com a tese maravilhosa dos dois lados, completamente científica. Esse é o nosso mundo de orientação. Então, vocês vejam. Vamos lá. Como é que a gente se orienta no mundo, pessoal? Mais uma vez, né? Vamos lá. Ó, existe o guru.
Como é que o guru vive? Como é que é a vida de guru? Você me fala uma coisa, E eu te falo o que fazer naquela coisa, pô. Por exemplo, é o que eu comentei na semana passada, retrasada, né? Ah, o que você faz se o teu filho tá fazendo isso? Aí o cara fala assim... Ah, eu boto ele de castigo no quarto. Beleza, esse é o guru, né? Então tem o cara lá, pega a vara de goiabeira e dá uma dasbatada no menino. Aí o outro fala assim, tem que dar um abraço dele, não é?
O guru, ele dá a solução, pô, ele dá o roteiro. Essa é a vida profissional do guru, não é assim? Então, beleza. Como é que a gente vai tentar fazer pra gente não ficar o tempo todo na mão do guru e vocês pensarem sozinhos, então? a gente vai dar o fundamento da ação. O que significa isso? Então, por exemplo, o cara me mandou o vídeo e falou assim, Diego, o que eu faço? Isso aqui é para eu praticar? Vamos lá. Eu posso botar uma criança sozinha de castigo no quarto?
Aí eu começo então. Vamos lá. Qual é o fundamento da vida humana, de consolidação da personalidade? É a presença, né? Uma presença que domina a nossa vida e nos ensina a dominar. Essa é a nossa orientação no mundo. Então, para pra pensar. Se são as presenças que salvam a nossa vida e nos orientam, sobretudo a vida infantil, e a gente precisa de uma personalidade forte diante de uma criança pra dar segurança pra ela, sobretudo pra ela não fugir do nosso olhar e fazer besteira longe de nós, Eu pergunto pra vocês, baseado na orientação da vida humana, me respondam vocês, se vocês lembram do que a gente tem que usar, como eu falei pra vocês, como eu faço pra decidir cada coisa que eu faço com meus filhos, com a minha vida, com a minha esposa, no trabalho pra atender um paciente.
eu tenho que dominar aquela realidade que está diante de mim e eu tenho que ensinar as pessoas a dominar. Essa é a minha vocação e essa é a minha orientação na vida. Então, eu diante do meu filho, eu vou em algum momento tirar o meu filho da minha presença? Não vou. Ele vai ficar junto comigo, tá? E eu vou ensiná-lo. E aí, quando eu falo isso para as pessoas, elas sozinhas, conseguem ir tomando as decisões delas, e isso pra mim é uma maravilha, né? Por quê?
Porque é óbvio que a gente não consegue dar conta de todo mundo, então elas vão tomar conta da vida delas e vão tocar a vida, e aí eu não preciso ficar falando os casos aqui particulares, cada um o que fazer, tentando ser o guru das pessoas, vocês entenderam? Beleza, ok. Agora, vamos pra formação, então, infantil. Olha só, pessoal, Olha como a gente tem olhado os casos da nossa vida. Olha só. O leite derramou aqui em cima da mesa. Aí, o leite tá derramado e as pessoas estão discutindo assim, ó.
Eu uso papel com rápida absorção? Eu uso lã sumidecido ou eu uso pano? Ou seja, Nos três casos, o leite está derramado, né? Então, sabe o que eu acho muito interessante? É que 100% das soluções que foram dadas nesses mais de 200 comentários que eu anotei do post foram soluções sobre o leite derramado já, e se eu vou usar papel, pano, lenço, me decido para limpar. Ou seja, não aparece aquela solução assim, caramba, vamos trabalhar para o leite não derramar?
Então vocês veem, eu costumo dar muito palestra em colégios, vocês acompanham por aí, vocês têm visto que ultimamente eu tenho ido bastante em colégio para dar formação. Eu não tenho pudor nenhum de chegar em um colégio. e fala assim pra ele, ó, se vocês me chamaram aqui, vocês sabem do que eu falo, como eu falo, vocês sabem pelo que eu tô lutando, né? Eu tô lutando por uma perfeição. Então, vejam. Eu dar uma criança pra um colégio, formar o meu filho, as pessoas no colégio têm autoridade pra formar meu filho?
Vocês acham que as pessoas têm autoridade no colégio para formar meu filho? Olha, vocês sabem que eu sou professor, né? Eu sou licenciado em filosofia, né? Além das outras faculdades que eu tenho, a que eu exerço aqui é como professor de filosofia. Ou seja, vocês devem imaginar que eu tive que fazer supervisão, além de ter estudado a minha vida praticamente toda em colégio municipal e estadual, Eu tive que fazer estágio em vários colégios. Então, eu passei na rede municipal, passei na rede estadual. Eu fiz estágio supervisionado no Colégio Militar do Rio de Janeiro.
Então, vejam. Olha só. No Colégio Militar do Rio de Janeiro, eu sentado como estagiário, Eu sentado como estagiário, né? Vocês sabem o que eu fazia? Eu media, né? Eu media hora líquida de aula. Então, como eu fazia estágio em Filosofia, eu podia assistir aula de História, eu podia assistir aula de Língua Portuguesa, eu podia assistir aula de Filosofia de Ensino Médio, eu podia assistir aula de Sociologia. Eu entrava nas aulas e eu media a aula, quanto tempo que era líquido, sabe? Tipo assim, o professor entrou na sala de aula, aí ele vai tentar controlar o caos.
Um tempinho, né? 45 minutos. 50 minutos de aula, né? Aí, o professor tentava controlar o caos primeiro, depois ele fazia a chamada. Travou, voltou. Tô com o último aqui, que voltou. Tá funcionando? Avisa aí, manda mensagem. Tá funcionando? Normal, beleza. Então, vamos continuar. Pessoal, eu vou falar pra vocês sem brincadeira. O recorde de aula numa sala de aula num tempo de 50 minutos foi de 17 minutos líquidos numa aula de português que um professor copiou a conjugação de um verbo no quadro.
Pretérito mais que perfeito, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, presente e futuro. E acabou a aula, pô. A galera não tem noção. Ó, eu conheço e já atendi muitos professores, muitos professores. A galera não tem ideia de como aparecem as crianças num colégio pra você tentar ensinar um verbo pra uma criança. Então vejam, vejam. Aquela criança que tá ali, Ela jamais deveria estar num colégio. Por quê? Porque o colégio, vocês perceberam no vídeo? Nenhum professor e o colégio não tem nenhum instrumento, nenhum instrumento.
para fazer aquele aluno sair daquele caos e ir para a ordem. Vocês entendem? O colégio não é mais o colégio como a gente estudava. Eu já fui expulso de sala de aula. Eu, por uma brincadeirinha, o professor falou assim, pode sair da sala de aula e você só assiste a minha aula novamente com seus pais. Ponto. Ponto. Por quê? Porque ele não pode encostar a mão em mim. Aí eu vejo o pessoal, pô, sério, assim, coitado da galera, né? Coitada da galera que bota como solução, assim, no comentário.
Ah, é só dar um abraço dele. Pô, vocês, vocês estão malucos, pô. Os professores não podem encostar a mão naquele menino, pô. Vocês têm ideia disso? Que os professores não podem encostar a mão naquele menino? Que aquele menino pode dar uma porrada num professor e que os professores não podem fazer nada por ele? Nada? Vocês não têm noção disso? Então vejam, como é que deveria ser um colégio, pessoal? O colégio, ele é o seguinte, ele recebe as crianças, as crianças chegam, os professores deveriam dar uma aula, ensinar uma...
uma técnica, lembra lá da aula, da ideologia da técnica, né? Uma técnica pra eles, e eles saem. Se eles não conseguem sentar e assistir a aula, Eles saem dali, você entende? Eles são mandados embora do colégio e os pais deles dão um jeito neles, pô. Só que vocês sabem, assim como eu, porque a maioria dessas 540 pessoas que estão aqui botam o filho pro colégio pros filhos serem formados pelo colégio e isso é um absurdo sem tamanho, pô. Vocês não têm ideia de nada de como foi a história da educação?
Esse negócio de colégio como a gente conhece hoje pra criança de 7 anos, 6 anos, 5 anos, 4 anos, 3 anos, 2 anos, 1 ano, creche. Isso aí é coisa de 200 anos de educação, pô. Vocês entendem? Então vejam, a gente já está falando do leite derramado, a gente já está falando de pais e mães que abriram mão da formação do seu filho, vocês entendem isso? Pelo amor de Deus, pelo amor de Deus, não olhem para o mundo como se o mundo fosse o leite derramado em uma mesa, e vocês ficassem a vida inteira discutindo assim ó eu vou usar lenço imidecino, eu vou usar papel ou eu vou usar pano pra tirar o leite derramado vocês vão privar o olhar de vocês de querer conhecer e abraçar a perfeição total que eu venho ensinando aqui domingo após domingo como é que se forma a consciência de maneira grandiosa na presença de um pai e uma mãe que tá atenta aos atos do filho com a presença dele e quando o filho olha para ele e ele com um sim e um não ele forma completamente a consciência de uma criança, vocês acham que em um colégio tem condição de formar um ser humano pessoal?
Pelo amor de Deus, olha só, o meu filho José Pedro quando tinha 3 anos, quando tinha 3 anos de idade, em um colégio, em um grande colégio, que eu e a minha esposa participamos para ajudar a montar, que eu pintava as paredes desse colégio para ajudar no meu final de semana. Com três anos, o meu filho chegou na minha casa e perguntou assim, papai, quem é Felipe Neto? Com três anos. Não, pô. Presta atenção aqui. Eu estou há anos sentando para almoçar com pessoas que conversam sobre educação, tentando descobrir que colégio, que bom colégio eles vão pagar para formar o filho deles.
Aí eu olho assim e falo, cara, que loucura. E não são pessoas burras não, são pessoas muito inteligentes, tá? Muito inteligentes da sociedade, que alcançaram resultados grandiosos de domínio no mundo. Eu olho para as pessoas e falo assim, cara, É isso mesmo que nego tá conversando? Nego acha que se forma uma pessoa num colégio? É esse ponto que a gente chegou? Que um colégio forma uma pessoa? O pessoal tem noção? Será que o pessoal acha? que um colégio é o colégio como era antigamente, assim, e não é, não é, é.
Na minha época, o que que tinha de melhorzinho que o colégio hoje em dia? Por exemplo, o pessoal fala assim, ó, ai, esse problema do bullying. Eu falo, cara, é muito fácil resolver bullying, pô. Vocês sabem por que que acontece bullying? Vocês sabem por que que acontece bullying? Bullying acontece pela ausência de uma presença que domina o local. Ou seja, os meus filhos aqui na sala comigo, eles fazem bullying um com o outro na presença de um adulto que domina o local? Ele falou, não. O que é bullying se a nossa vocação é tentar dominar o mundo e a gente sempre tenta dominar o mundo?
das coisas mais fáceis para as mais difíceis. É por isso que as pessoas têm problema de compulsão. O que são os vícios mais baixos do ser humano? Vocês lembram da mulher que eu falei para vocês que eu atendia, que lavava a mão cinco horas por dia? Por que a gente para numa compulsão baixíssima assim? Porque a gente vai perdendo o domínio das coisas mais altas, e a nossa vocação é dominar o mundo, então a gente domina as coisas mais baixas. Vocês sabem o que é na personalidade humana, o processo do bullying?
Ele é o seguinte, ó. Veja bem, olha só, olha só. Eu olho um ponto fraco de uma pessoa em volta de mim, e eu vou exercer um poder sobre ela. Eu vou dominá-la. Alguém faz bullying com o cara fortão que vai te dominar? Claro que não, pô. A gente faz bullying com o cara fraquinho, magrelinho, vocês estão entendendo isso? Quando eu estudava em colégio, tinha uma grande figura, uma grande figura, o inspetor, que ficava lá no pátio do colégio. E aí, quando o inspetor ia no banheiro, as pessoas falavam assim, caraca, vamos zoar o cara.
Porque o seu Ivan foi no banheiro. Olha o que eu falo pra vocês da presença, pô. Então, pela ausência de uma presença dominadora, começava o processo do bullying. Vocês estão entendendo? com a desgraça da solidão, a desgraça da solidão, não existe bullying, não existe mentira, quando a gente tá na presença de uma pessoa que deseja ajudar a gente, dominar a gente, existe mentira numa sala cheia de crianças, com um pai e uma mãe, como é que se mente numa sala dessas? Primeiro seu filho vai pro seu quarto, sozinho, onde você colocou ele de castigo.
Aí ele faz uma merda. Aí você pergunta pra ele como não tinha presença que testemunhe a verdade. O seu filho mente pra você. Ou seja, você mandou o seu filho de castigo para o local da desgraça, da solidão, da ausência da presença que domina e cura. Vocês entendem isso? Como a gente tá perdido pra caraca, a gente tá perdido pra caraca porque a gente tá o tempo todo só tentando limpar leite derramado, pô. A gente não sabe onde tá mais o tesouro. Pessoal, pelo amor de Deus, volta lá atrás, pô.
Volta lá atrás. Quando é que a gente aprendeu que foi... Eu vi aí o pessoal falando, o pessoal que estava comigo ontem lá no congresso. Quando é que a gente aprendeu que a gente tem que ir para a rua, ficar ganhando dinheiro para caraca, para ter carrão, para ter casa gigante, para ter um monte de coisa e dar o nosso filho para as pessoas cuidarem, para um colégio. Vocês acham mesmo que um colégio pode ajudar aquele moleque? Então vejam qual é a desgraça. daquilo ali, a desgraça daquilo ali é o seguinte, aquele menino, ele tá sendo destruído em um lugar que muito provavelmente não é uma família, muito provavelmente não é uma família, e a gente vai falar mais disso pra frente, como é que vai acontecer numa família, pra que aquele menino não fique daquele jeito, e ele é mandado daquele jeito pro colégio, vocês entendem?
Aquilo é um saco de merda, eu não tô falando do menino, eu tô falando do problema. Aquilo é um saco de merda mandado pro colégio, e falaram assim pro colégio, tem como você me devolver cheiroso? um saco de merda que eu faço dentro de casa, tem como você me devolver cheiroso?" Aí eu fico recebendo aqui nos comentários esse tipo de coisa. Ele precisava de um abraço. Eu falo, vocês estão maluco? Vocês estão maluco que aquele menino precisava de um abraço, pô? Se ele recebe um abraço e tá arriscado, ele dá uma porrada num professor ou aquele professor ser processado.
Vocês entendem? Se um professor tenta ajudar aquele menino e bota a mão nele pra contê-lo, que é papel de quem? Quem é que contém aquele menino e olha pra ele com uma força que vai curá-lo dia após dia, quando ele perder o controle, e vai ordenar e vai dominar a vida dele, pra que ele seja livre e forte? Eu vou falar pra vocês, nem a mãe tem condições de fazer isso, uma mãe dentro de casa não tem condições de fazer isso, e toda mulher e todo homem sabe verdadeiramente que quando eles tentam dentro de casa com ter um filho que uma mãe não consegue fazer esse papel sem a presença do pai.
Sem a presença do pai. A mulher não tem essa capacidade dentro dela, vocês entendem? Ah, Diego, que sacanagem que você está falando da mulher. Sacanagem o quê, pô? O homem tem condições de dar de mamar para uma criança? Ele falou, isso é sacanagem? Ele falou, isso é o mundo real, isso é o mundo real. A mulher foi dada um dom, o dom de amamentar, de dominar uma criança no início da vida, em que tudo que uma criança precisa, você vê, qual é o grande momento da vida do homem onde ele num único lugar consegue a perfeição total?
ele pode viver completamente com o único lugar na vida onde a gente vai ver a perfeição total, é um menino no seio de uma mãe sendo amamentado, ali está a plenitude do crescimento da vida de uma criança, por quê? Porque a presença dela domina tudo no ser, a presença de uma mãe no início da vida cura tudo, porque a criança que vai dominar o mundo, ela só pode fazer uma coisa para dominar o mundo daquela tenra idade, que é crescer, se alimentar e ficar forte, e depois que ela ficar um pouquinho mais forte, em que a força vier pra ela, e ela precisar dominar o mundo com a força.
Mas é óbvio, qualquer homem que fica o mínimo de tempo dentro de casa levando a sério a sua família, sabe que um filho, a partir do momento que ele começa a usar a força no mundo, ele não quer outro colo senão o do pai, porra. Mas é óbvio que é assim. Você pega uma menininha, depois que o pai pega ela forte, e leva ela ali em cima, leva ela ali em cima, olha que maravilha, isso é uma divindade no mundo, alguém que tem a força de me elevar ao mais alto, você vê, a minha filhinha, ela fala assim, papai, você consegue me pegar no colo?
e me encostar no teto, aí quando eu faço isso para ela, ela fica com o olho arregalado, com um sorriso, falar, essa experiência para uma criança da idade dela, é a experiência mais mística que os maiores dos místicos vão ter com Deus na maturidade humana, vocês entendem? Pô, uma experiência dessa de uma criança no colo de um pai, é uma parada muito ordenadora, de muita segurança, vocês entendem? Então veja, veja, eu boto ali um vídeo para vocês, E a gente está discutindo, e metade das pessoas praticamente, eu falei para vocês, 45% das pessoas, falaram que tinha que ter dado porrada nas crianças.
Porra, vocês estão de brincadeira, pessoal. Dar porrada numa criança é perder o controle e não conseguir resolver nada. Eu vou falar para vocês, entre não fazer nada, nada, é melhor dar uma porradinha. Isso não vai fazer nada. Eu vou dar uma aula para vocês sobre os movimentos emocionais humanos e vocês vão perceber perfeitamente a gradação do que a gente tem que fazer com a força irascível e com as forças aproximativas, porque a força iracível costuma fazer um movimento de repulsa, um movimento de atração. Eu vou ensinar isso para vocês, depois, com calma.
Mas preste atenção. Se eu tenho que afastar o meu filho de uma coisa errada, eu posso levá-lo a não gostar de uma coisa por causa de uma porrada. Só que a porrada tem pouca duração. Uma porrada... Eu vou falar para vocês de verdade. Eu lembro, quando eu era pequeno, que eu fazia umas merdas, aí eu pensava assim, caraca, meu irmão, tomara que meu pai só me dê uma porradinha, porque se ele me deixar como ele fazia... Filho, tu vai sentar aí, tu vai fazer um resumo dessas 30 páginas desse livro de história, e tu só vai levantar daí pra ir jogar teu futebol quando tu acabar.
Eu falei, mas é óbvio que era melhor tomar uma porradinha, pô. Por quê? porque não durava nada. Meus amigos, a porrada, sabe o que ela é antes de tudo? Uma falta de imaginação, de conhecimento sobre a vida e o mundo dos pais imensa. Porque se o meu papel de formador de uma pessoa é dominar o mundo e fazê-la dominar, eu vou pegar o que ela está fraca e eu vou falar assim, cara, como eu posso ensinar o meu filho a dominar o mundo? Como eu posso ensinar meu filho a dominar?
Então, vejam, o pessoal costuma falar muito com a gente quando vêm nossas crianças na missa, né? Eu falo, cara, como que as crianças de vocês conseguem participar da missa? Ali, paradinhas, crianças, todas elas, pô, até as pequenininhas ficam ali paradinhas, olhando. Eu falo, olha, é porque elas têm força para fazer isso. E de onde que elas tiram essa força? De um exercício constante, de domínio sobre o mundo, de 5 minutos, depois de 10 minutos, depois de 15 minutos, e aí quando a gente vai para a rua, eu e a minha esposa Maria, que sabe muito disso que eu estou falando, a Maria bota isso dia após dia, ensinando para vocês aí, depois vejam lá no Instagram dela, a maravilha que é ensinar dia após dia, então vejam, por que eu estou falando isso para vocês de dia após dia?
Porque o que eu vejo hoje aí, quando eu olho, por exemplo, pais e mães, O que eu os vejo colocando na internet, ensinando sobre os filhos? Vocês viram que eu saí hoje para correr com meus filhos, descalço, o pessoal estava me sacaneando lá. Eu encontrei uma senhora de uns 70 anos na rua, que falou assim para mim, meu filho, as crianças estão correndo descalço. Ela tinha 70 anos, ela já não era da geração mais frágil agora, ela tinha 70 anos. Eu falei assim para ela, minha senhora, Quando a senhora tinha essa idade, a senhora não ficava direto, não, na rua, descalça?
Era assim, ah, é verdade, meu filho, aqui agora são outros tempos, eu nunca vejo meus netos descalço, então, sabe? Você vê, a gente está perdendo a referência da realidade do domínio sobre o mundo. Quando eu mostro as coisas para vocês, assim, do dia a dia, pessoal, prestem atenção, aquelas coisas são feitas dia após dia, dia após dia, aí o meu filho consegue ficar cinco minutos concentrado fazendo uma coisa, depois ele consegue dez, depois ele consegue quinze, depois ele consegue vinte, depois ele consegue vinte e cinco, depois ele consegue trinta, vocês tem dúvida que é assim?
Eu falo, vocês tem, eu sei que vocês tem, Sabe por que vocês têm sobretudo? Quando eu falo desse 5, depois desse 10, depois desse 15, depois desse 20, eu estou falando para vocês de uma ciência. que vocês não sabem mais do que se trata e onde está, né? Que é a tal da ciência da temperança. Vocês hoje conhecem o quê? Temperamento, né? Que é uma ciência ridícula, que foi abandonada há centenas de anos atrás, quando apareceram as ciências de muitos, muito maiores que a compreendiam, que é a ciência da temperança.
A ciência do temperamento é tipo um bebezinho andando perto da ciência da temperança narrada por São Gregório Magno, na sua regra pastoral, vocês entendem? Como é que se aplica a temperança para cada tipo de personalidade, de gente. Aí você fala, mas nego não quer nem saber sobre isso aí, entendeu? Nego quer saber sobre disciplina positiva, pô. Dá mulher chorando na frente do seu filho durante uma hora. ensinando seu filho a ter estabilidade emocional, porra nego só pode tá de sacanagem comigo porra, que um filho chorando na frente de uma mãe uma hora vai ter estabilidade emocional, que aquele menino ali na frente precisa de um abraço, Porra, vocês tão de brincadeira comigo?
É esse mesmo o nível que a gente chegou? Ou então que ele precisa de uma porrada, que foi como todos vocês disseram? Ou aquele menino precisa de uma casa onde tenha um pai e uma mãe, porra? Se tiverem duas mães, vai dar merda. Se tiverem dois pais, vai dar merda. Se eu tenho uma família com uma mulher solteira, vai dar merda, porra. Quando eu falo pra vocês que eu atendo gente, um filho homem de mãe solteira, que mora com a tia e mora com a avó, e ela fala assim, ai Diego, meu filho tá ficando afeminado, eu não sei o que tá acontecendo.
Aí eu falo assim, o seu filho mora com quem? Ele mora comigo. com a minha irmã, né, a tia dele, e com a minha mãe, ele falou assim, são três mulheres e o seu filho? Ele falou, você já ouviu falar de temperança, que o tempo da presença tempera? Ele falou, o seu filho tá se temperando de vocês e ele tá se transformando numa mulher, pô, é só isso. E a ciência da temperança é igual matemática. Dois mais dois são quatro. Você comeu chocolate, né? Chocolate. Você vai pegar as moléculas da substância lipídio e vai somar as suas moléculas e você vai ficar gordo, porra.
Você entende? Isso é igual matemática. Isso é a ciência da temperança, entendeu? Que tá tentando ser resgatada pela Igreja Católica com outro nome. Eu não sei por quê. Agora a gente chama de teologia do corpo. Aliás, eu sei por quê, porra. A gente não ouve mais falar da temperança, agora tem a teologia do corpo, que fala sobre alimentação, sobre sexo, sobre o controle das coisas compulsivas. Isso a gente conhece há milhares de anos. Vocês estão entendendo? Aí a gente fica querendo reinventar Roma toda vez, porque a gente quer conhecer o mundo há 50 anos, ou há 100 anos, ou há 150 anos.
Falar para vocês, pessoal, se vocês voltarem até a Revolução Industrial, os homens e as mulheres estavam dentro de casa, né? A gente ouve hoje o pessoal falar assim, ah, porque as mulheres saíram de casa, aí a gente está tentando fazer um movimento para as mulheres voltarem para casa, né? Para parar com essa babaquice de mulher querer dominar o mundo, ganhar o mundo inteiro e ver o seu filho se matar, né? A gente está tentando parar com essa babaquice. Não é assim? Porra, mas será que vocês não perceberam que antes das mulheres saírem de casa, 100 anos antes, os homens saíram de dentro de casa com a Revolução Industrial?
E vocês não percebem que quando os homens saíram de casa, começou a dar aquela merda que a gente viu da crise moral que culminou com o ano 1900, quando Freud botou Aquela merda daquele livro em cima da mesa, a interpretação dos sonhos, né? E a gente foi ver a moralidade do Freud, porra, de um homem que se matou. Vocês entendem? Essa é a referência que a gente tá na nossa vida. É por isso que no século XIX, A gente teve que ter um Santo Afonso de Ligório, doutor da igreja, pra falar sobre a consciência humana, sobre a moralidade da vida humana, não é isso?
O doutor da moral da igreja católica. Por quê? Porque os homens tinham saído de casa, porra. E a vida da sociedade tava imoral pra cacete. Aí a gente agora tá aqui discutindo se eu tenho que dar porrada no meu filho ou não tenho que dar porrada no meu filho, porque ninguém tá entendendo mais nada do que tá acontecendo. Então pessoal, pelo amor de Deus, parem, cara me dá uma agonia, me dá uma agonia tão grande quando eu vejo assim as pessoas, quando eu vejo gente conservadora, de direita, olha, eu não sou porra nenhuma dessas, Se perguntassem assim, Diego, você é o quê?
Direito ou esquerda? Conservador ou liberal? Vocês sabem em que que eu sou? Eu sou católico. Eu sou católico. Vocês entenderam? Eu sou católico. As coisas que eu confio são os santos canonizados pela igreja católica. Eu sou isso. Eu não tô falando aqui... Agora você vê, eu não tô falando aqui encher bola de conservador, eu não tô falando disso aqui. Agora tu olha aqui, o cara conservadorzão, hoje, ele fala assim pra mim, ele falou, porra, Diego, que absurdo, né? Porra, as forças armadas, o Estado lá no Rio Grande do Sul não tão conseguindo ajudar ninguém, né?
Eu falei, cara, tu tá de sacanagem, meu irmão. Tu não é conservador, liberal? Ele falou, eu sou, porra, eu odeio socialismo. Ele falou, é? É o Estado? É o governo que tem que cuidar daquilo? Ou somos homens, a sociedade? Ele falou, cara, qualquer pessoa que estudar meia hora, meia hora de teoria do Estado, de política interna, sabe? que a melhor maneira de tomar decisão dentro de uma crise é deixando o Estado de lado, por causa do aparato burocrático de decisão do Estado, que são as pessoas da sociedade sem burocracia para agir que dão o primeiro combate.
E se o Estado tiver alguma capacidade, ele chega depois, porra. Mas não, nego é conservador, vou falar pra vocês, nego não tá entendendo mais porra nenhuma do que que tá acontecendo, cê entende? Nem na política, nem na educação, nem na formação de filho. Eu vou falar pra vocês, ó, eu tinha que pegar vocês pela gola e botar lá no interior de uma ilha da África, lá em São Tomé e Príncipe, pra vocês olharem como é que é uma família de novo, porra. Eu tinha que botar vocês lá no meio, pra vocês verem um homem que sabe ir pra rua e trazer comida pra dentro de casa e tem 15 filhos, pô.
E ele constrói a casa com os filhos dele em volta dele, vocês entendem? E os moleques são fortes e nunca frequentaram academia. Aí eu tenho que aturar agora os homens dos nossos tempos. Carcação fortão e não tem Tem culhão pra ter um filho pra carregar, pra que que serve essa porra desse teu braço gigante, porra? Se você tem o coração de uma formiga! Aí a gente tá assim agora, nego, discutindo política, formação humana, como se soubesse alguma coisa. Nego, vocês entendem agora, pelo amor de Deus, quando eu falo pra vocês do café gelado?
Vocês entendem por que eu apostei, eu disse pra vocês de coração, porra, eu tô num lugar de adolescente, que os adolescentes comem geral, comem geral. Eu falei, cara, Porra, eu acho que eu vou ficar aqui lendo meu livro aqui, ó, desses santos aqui, e eu vou apostar todas as minhas fichas, porra, pra casar virgem, vocês entendem? Nego vai me chamar de babaca, de escroto, que se dane, porra. Vocês têm que olhar uma referência que vence o tempo. que não é cobaia, a nossa geração é cobaia, porra!
Olha como é que era o discurso da geração de cima da nossa, dos nossos pais, a geração da revolução sexual, a geração da teologia da libertação, os nossos pais falavam assim, meu filho, eu estou trabalhando para que você possa ir para o colégio, ter o que eu nunca tive, Ele falou, pô rapaz, vocês tão de sacanagem? Como é que vocês vão botar um filho de vocês num lugar que vocês nunca foram? Ele vai ser cobaia de quê? Vocês não sabem onde tão botando o filho, porque essa não foi a vida que você levou.
Como é que você fala assim pra mim, ó? Eu não quero que o meu filho passe por eu que passei. Porra, se tu não passou por isso, tu tá entregando teu filho pra que? Se tu não sabe porra nenhuma, porra. Por que tu tá botando teu filho pra estudar inglês se tu não sabe nada de inglês, porra? Senta numa cadeira, vai aprender inglês, estuda inglês do lado com teu filho. Porque o professor de inglês que você vai botar pro teu filho, se ele for pedófilo, ele vai fazer sexo com teu filho pequeno e eu que vou ter que atender teu filho, porra.
Vocês estão malucos? Pai e mãe não querem mais ficar como filho porque não sabem mais o que fazer com a vida humana. Não sabem mais o que fazer, porra. Eu olho... Eu vi hoje, porra. Eu vi hoje no mercado. Um filho pega um chocolate, porra, no mercado e faz um escândalo e o pai e a mãe não sabem mais o que fazer, porra. Aí você acha, como é que resolve?
Ah, Diego, o que tem que fazer? No mercado? Não tem que fazer nada no mercado, porra. Aquilo ali indica o quê? Que a família dele é um inferno na casa dele? Que eles não sabem fazer porra nenhuma com o filho? que provavelmente a casa deles é de empregada. Eu falo, qual empregada que tem consciência moral, que tem uma vida grande e virtuosa pra dar uma dignidade pro filho de vocês, porra? Por que vocês vão pra rua trabalhar pra cacete pra pagar um empregado? Ou pra pagar um colégio caro pra cacete pro seu filho ensinar, pra aprender, porra, um monte de merda no colégio?
Aí a gente fica discutindo, né? O que que faz com um menino desse? O que que faz com um menino desse? Ei, porra, volta lá atrás! Volta lá atrás! Ele falou, ali naquele caso, sabe o que tinha que ser feito ali naquele caso? Se a gente fosse sério, a gente ia falar assim, ó, porra, manda avançar, é que a gente sabe que é uma merda completa, né? Mas o que tinha que ser? Tinha que avançar o conselho tutelar e ir lá na casa do menino, porra.
Alguém tem que encostar no menino, dar abraço no menino, o menino precisa de amor. Ele falou, nego, nem sabe, quando tá falando essa porra, ele precisa de amor. Precisa de amor. Ele falou que a gente mais tem é pai banana, idiota, abraçando o filho na rua. Ele falou, filho, eu preciso dessas merdinhas que nego tá fazendo hoje, porra. achando bonitinho, aí bota capacetinho, bicicletinha, fica tudo, caramba, o filho precisa estar do seu lado todo dia, todo dia, aprendendo os tesouros da tua vida, porra, é isso que precisa, você reza, você reza, se você reza, quando você rezar, for fazer a sua oração, você bota o seu filho do seu lado e ensina o seu filho a rezar Você estuda, é importante pra você estudar.
Quando você estudar, senta, bota seus filhos do seu lado pra eles aprenderem a rezar. Cês entenderam? Se você não sabe inglês pra ensinar pro seu filho, aí falou, ah não, eu vou botar o meu filho pro inglês. Aí falou, mas essa porra não serve pra tua vida, pô. Eu vou botar meu filho na natação. Aí falou, você sabe nadar? Quem aí hoje em dia, porra, quem que é nadador que cês conhecem, porra? Não, meu filho tem que saber nadar. Eu acho que tem. Eu ensino meu filho.
Aí você bota seu filho na luta. Eu ensino meu filho a lutar aqui, nessa sala aqui, com tatame. Vocês veem aí. Ele falou, se é importante pra mim fazer educação física, por que vocês não fazem com o filho de vocês? Porra, vocês botam o colégio, o filho de vocês no colégio pra fazer educação física com o professor, que é escroto, imoral e vocês vão pra academia, porra. Porra, vocês já viram como é que é o ambiente de academia, cara? Ambiente de academia, se a gente botar música de night, fica igual night de pegação, porra.
Aí eu vejo um monte de marra manjão, assim, os caras da porra da minha idade, não sei o que lá, porra, fazendo academia com o filho homem dentro de casa. Meu irmão, a gente tá na merda pra caraca, porra. Sendo que era pra ser muito simples, eu tô falando pra vocês, meu irmão. Pega um avião, vai lá pro interior da África. Olhar como é que é uma família vivendo normal, pelo amor de Deus, porra. Pra cabeça de vocês voltar ao normal, vocês entendem? Pra voltar ao normal, porra.
Pra vocês pararem com essa babaquice, o meu filho tem que ser doutor. Ele falou, a gente tá ferrado pra caraca hoje em dia. Por causa dessa porra aí de achar que os caras que são ricos e bambambam da sociedade, eles falam a verdade das coisas, não falam, porra. A moralidade não tem nada a ver com isso, porra. Não tem nada a ver com isso. É como eu falo pra vocês, é por isso que ser católico é uma maravilha dessa vida, porra. A igreja católica canonizou uma porrada de mendigo.
pra vocês pararem com essa babaquice de achar que vocês, se vocês não tiverem dinheiro pra cacete pra ter mó casão, vocês vão ser infelizes. A minha esposa sabe, eu falo pra ela, a pior época da nossa vida, de organização e ordem da família, foi quando a gente morou numa casa gigantesca com piscina, porra. Por quê? Porque foi a primeira vez que eu tive dificuldade de dominar a casa e de fazer tudo. Eu falei pra minha esposa, meu irmão, eu vou aguentar o tranco. Ela sabia, eu ficava tentando consertar os ar-condicionado, a máquina de lavar, limpar a piscina, tirar bicho da casa, cobra, rato.
Eu falei pra ela, cara, que merda! Mas eu não vou ficar chamando um monte de homem dentro da minha casa pra dominar isso aqui. Então você vê, pô, a tragédia de vocês é que vocês querem ter uma porrada de conforto, de carrão, de um monte de porra que depende, de uma porrada de gente e não sobra tempo nenhum pra família de vocês, vocês entendem? Se vocês chegassem em casa e falassem, ó, Eu morri, eu morri, agora a minha vocação é amar os outros, eu tô cansado dessa porra de ficar de egoísmo olhando a minha vida, o que que eu preciso melhorar, agora eu vou pegar os meus filhos e eu vou entregar um pedaço da minha vida pra eles, pra pegar os tesouros que eu recebi de graça e eu vou dar de graça com a minha presença pra eles, vocês entendem?
Porra, e a gente não vai ver essas baixarias no colégio e eu não vou ficar ouvindo comentáriozinho aqui que eu tenho que dar porrada na criança ou que eu tenho que dar um abraço na criança. Porra, vocês estão de brincadeira, porra. Não é possível que a gente esteja tão perdido assim, porra. O que a gente tem que voltar a fazer? Qual que é a solução dessas coisas? É voltar de novo. Vai, homem, pra dentro da sua casa. Pinta sua parede. Tira, faz as coisas que a sua esposa não consegue fazer, não é?
Não é? Ah não, quem que tem que ajudar, quem, não sei o que lá, é uma vocação única, uma vocação única, que cada um de nós consegue fazer. Você vê, isso aqui que a gente tá, o Instagram aqui, com uma porrada de gente ensinando um monte de coisa, o que é estranho, né? Você vê, a minha esposa sabe a dor que eu sinto de ter que vir aqui fazer essas paradas, eu até 2019, 2020, fazia nada na internet. Nada na internet. Eu sou um cara que venho aqui e fico falando assim pra vocês, igual eu faço.
Você viu, amanhã de manhã, os dados do celular do meu Instagram, né? Do meu Instagram. Pra quê? Pra se eu tocar no Instagram, vai aparecer lá. Você tá sem rede pro Instagram. Pra ver. Pra eu parar. Falar, pô, eu tenho um período do dia. Eu tenho um período do dia pra fazer aquele tipo de atividade ali. Um período do dia. O outro período do dia, o que eu tenho que fazer? Não é um período inteiro do dia, não. É uma meia hora, uma horinha. O que eu tenho que fazer?
Eu tenho que viver minha vida dentro de casa, pô. Eu não tenho que fazer um negocinho com meu filho pra botar no Instagram, não, pô. O que eu tenho que fazer com meu filho? Educação física com ele todo dia, pra ele ficar forte. Estudar com ele todo dia. É importante inglês? Então eu faço um pouquinho de inglês com ele todo dia. Aí eu falo, ah, eu não tenho tempo, caramba. Aí eu falo, a tragédia de vocês é essa? Vocês são vítima, né? Vocês são vítima do mundo, pô.
Vocês vão morrer com os filhos de vocês na merda, destruído, se matando, com a sexualidade toda depravada, e vocês vão ter uma desculpa. Eu vou contar uma coisa pra vocês. A desculpa que vocês têm pra abandonar o filho e a família de vocês não vai salvar a vida do seu filho. Ela vai, no máximo, acariciar teu peitinho coitadinho de vítima, tentando dizer pra si como um psicanalista faz, né? Você não tem tanta culpa assim, você é um pobre oprimido. Eu falo, uma orva. Uma orva. Uma orva.
Se você tivesse coragem, você saía daqui, como eu já vi várias pessoas fazerem. Se você tivesse coragem, você ia lá, cara, é porque eu quero morar, porra, na zona sul, eu quero morar num lugar caro, eu vou pra um lugar baratinho, que eu vou pagar 200 reais no aluguel, mas eu não vou trabalhar igual um animal, virando noite a vida inteira, pra ter uma vida de rico. Eu vou viver uma vida decente, onde eu possa criar meus filhos, porra. De maneira decente. Vocês entendem? Agora tu vê.
ó, a presença, a presença, a presença numa família, e agora ó, ó, as tragédias, de dentro pra fora né, a presença da família numa comunidade, porque a família, a família é um presente que a gente cultiva aqui dentro, pra depois servir o mundo, né? A gente forma pessoas fortes que dominam os nossos amores dentro de casa e depois a gente entrega pro mundo. Toma aqui o mundo, meu filho. Não é pra você destruir. O mundo não é pra ele destruir o nosso filho, pô. Ah, eu não vou ter filho porque o mundo vai destruir meu filho.
Se você for um ridiculão, porra, se você tiver atenção e fizer o seu filho ficar forte, o seu filho vai pro mundo e o seu filho vai botar o dedo no mundo e vai curar o mundo, vocês entendem? Que tem que ser assim, essa é a nossa vocação de dominar o mundo, porra. Mas a gente tem que fazer isso dentro de casa. E aí vocês não têm, né? Vocês não têm uma comunidade decente, né? As percussões onde vocês frequentam e as coisas que vocês olham são pessoas que estão competindo, né?
Eles têm mais seguidor que eu. O que ela vai achar do meu filho? Ela falou, é, eu sei que é assim, pô. Vocês acham que isso não passa pela minha cabeça? É por isso que se vocês não tiverem uma personalidade decente e forte, e souberem o que vocês estão fazendo, na primeira pessoa que aparecer aqui na internet e falarem pra vocês fazerem uma merdinha, vocês vão fazer, pô. Porque a gente não sabe mais onde a gente tá indo. Porque os nossos pais queriam que a gente tivesse uma vida diferente da deles.
Eu falo, que vida é essa, porra? Se vocês não viveram essa vida, onde é que a gente tá sendo mandado? Aí olha agora o nosso pai, a minha geração como pai. Olha a minha geração como pai, se a geração dos nossos pais não queriam que a gente fosse como eles, porra. Aí a gente vê aquelas merdas acontecendo no colégio, né? Uma tragédia. Aquilo ali já é o leite derramado na mesa, já é o leite que escorreu da mesa pro chão, já é o leite que tá no chão sendo sapateado, entende?
Aí vocês olham praquilo e falam assim. Ó, a solução de vocês pro problema. Tem que jogar o sapato dele fora que tá sujo de leite. Vocês entendem como é que a gente tá tentando resolver o mundo? Porra, e o pai e a mãe tão botando a criança na psicoterapia, meu irmão. Os pais tão achando que o filho tá com um problema mental e tão botando na psicoterapia, porra. Ou então o religiosão tá achando que o menino tá com um demônio do corpo, porra. Esse somos nós hoje, os nossos juízos sobre o mundo.
e os nossos roteiros, porra. E são pessoas que estão lá com o peito estufadão e cheio de razão. Elas falam assim, ó, isso aí é falta de porrada. Mas sabe por que elas pensam assim? Porque elas acham, elas tomaram porrada, e elas se acham muito sinistras, porra. Aí falam, Diego, mas você se acha, você tá falando aí. Aí falam, não, não, não. Eu quando era adolescente e jovem, vocês sabem de que que eu era acusado? Eu era acusado, quando eu dava palestra, quando eu tinha 15, 16, 17 anos e eu dava palestra e eu só falava de vida de santo, eu era acusado de não ter opinião própria.
Ele falou, e você, o que acha? Eu falei, olha, eu sou muito novo para achar. Eu lembro até hoje, eu dando palestra sobre castidade, com 16 anos. Ele falou, o que eu fui fazer na palestra de castidade? Eu fui lá, peguei o tratado sobre a castidade de Santo Afonso, Peguei os inscritos de São João Maria Veneia e cuspi aquilo para os jovens. Aí, nego, mas você, o que você acha? Qual a sua opinião? Eu falei, porra, que minha opinião, porra? Eu só tenho 16 anos, porra.
Eu vou pegar essa porra aqui, que ao longo da história forjou as maiores personalidades desse mundo e vou ficar tentando fazer isso aqui, porra. vocês entendem? Mas não, hoje em dia todo mundo é babiça, todo mundo é sinistro para caraca, a educação, as novas escolas de educação, os tempos modernos, a modernidade, ele falou, então vamos continuar nessa tragédia que a gente está, porque a gente quer reinventar a roda, a gente quer reinventar a roda, a gente não quer mais saber como é que São Leomagno ensinava para as pessoas, a gente não quer saber como os homens que tiveram as maiores memórias da história, utilizaram o método de Hugo de São Vítor, fizeram os exercícios de Santo Inácio, e escreviam poemas de mil, com mil versos de cabeça, porque nós somos sinistros para caraca agora, olhem para a nossa geração, a gente olha para os nossos idosos e nossos velhos, a gente olha para os nossos velhos, e a gente os acha desprezíveis, e ninguém ouve os velhos, vocês sabem porque que não ouvem?
Porque eles não sabem mexer no celular, e vocês acham que essa porra aqui é vida humana, que isso é inteligência, falou isso não é inteligência, o homem inteligente é o homem moral, é aquele que tomou café quente no mundo. Então quando eu falo pra vocês que eu fiquei de 15 a 18 anos naquelas casas de repouso ouvindo aqueles velhos, eu vou falar pra vocês, o que eu ouvi daqueles velhos naquelas casas de repouso, são infinitamente mais ordenadores de mundo e de vidas humanas do que todos os escritos da modernidade da psicologia.
todos juntos, não dão uma pessoa idosa que viveu uma vida decente e moral, aí estão os nossos psicólogos agora, eu vi um vídeo um dia desses dos psicólogos, sei lá, dessas paradas aí. E eu não falo com desprezo não, tá? Eu não falo com desprezo não. O pessoal que faz lá pós-graduação, as pós-graduações do ensino sabe que eu dou aula com a maior seriedade, com o maior amor, que eu trato gente, eu trato transexual, gente com problema grave de ideologia de gênero, dou aula sobre essas coisas, estudo isso, levo a sério.
O que eu tô falando pra vocês só é que a gente tá com o nosso olhar todo já em leite muito derramado, pô. E a gente tem que voltar lá atrás, lá atrás. começar a fazer as coisas com calma, falou, cara, eu vou apostar agora todas as minhas fichas para dominar dentro da minha casa, pois eu não consigo pintar a minha casa que ela é muito grande, falou, meu irmão, vai para uma casa menor, Até teu filho, teus filhos ficarem maiores, quando eles crescerem, e eles puderem pintar a parede contigo, aí você compra uma casa maior, pra você e o seu filho homem pintarem a parede, vocês entendem?
Mas não fica botando um monte de homem dentro da tua casa não, cara. Não vai pra academia ficar fortão pra proteger a tua família, e não bota um homem, porra, pintando a tua casa não, meu irmão. Não faz essa porra não, que você tá maluco completamente, vocês entendem? Como é que a gente tá varadão, e a gente fica na internet vendo essas paradas hoje em dia, né? Pessoal, pelo amor de Deus, que agonia, né? De eu ter que vir aqui com 38 anos falar isso, né?
Às vezes ouvir de gente muito mais velha do que eu assim. Pô, era isso, era isso. Era isso que a gente tinha que ter falado. Tinha que ter pego os outros pela gola e ensinado essas paradas, vocês entendem? voltar à vida normal, pelo amor de Deus, de dentro de casa. Ah, falou, Diego, mas como é que hoje não dá tempo, eu não consigo mais fazer essas paradas, é muita coisa para fazer. Falou, porque você quer, cara. Porque você quer, pô. A minha esposa sabe quantas coisas eu já dei aqui.
Não, né? Quantos nãos eu dei sentando aqui com ela e falando assim, ó, isso aqui, se eu fizer isso, eu não vou poder fazer isso aqui com as crianças. Então, eu não quero, pô. eu não quero mais dinheiro, pô, eu não preciso de mais dinheiro, pô, eu baixo o meu custo de vida, vocês entendem? Ele falou, porra, mas hoje as pessoas são viciadas em prazer, meu irmão, putz, que tragédia, cara, por onde é que a gente está indo, pelo amor de Deus? Eu vou parar por aqui, né, já passei da minha hora, 10 e 10, vamos descansar para amanhã a gente acordar revigorado e tentar dominar o mundo, começando, dos nossos tesouros mais próximos de nós, do nosso coração, estabelecendo a rotina de com os nossos filhos, ensiná-los a dominar o mundo com os amores que a gente ama e a gente sabe dominar, se você não sabe alemão, não coloca o seu filho na aula de alemão, ensina para ele português que você sabe, mas passa tempo com ele pelo amor de Deus, estamos juntos, Até a próxima, vamos que vamos!