Coletânea

As feridas da alma

Mundo emocional

59:27 · ~48 min de aula27 de janeiro de 2025Transcrição automática · em revisão
  • o mundo emocional
  • pathos: apático, simpático, antipático, empático
  • a temperança
  • as três pessoas
  • a vocação de dominar
  • os transcendentais (verdade, bondade, beleza)
  • a misericórdia (descer ao húmus)
  • a educação do mundo emocional infantil
  • o sorriso humano como domínio
  • personalidade colcha de retalhos

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 11:03.

Olha só, o tema que eu vou falar hoje é sobre mundo emocional, né?

Citações verbatim

Trechos da aula

o tema que eu vou falar hoje é sobre mundo emocional
— Prof. Diego Reis
Ou ele é apático, ou ele é simpático, ou ele é antipático.
— Prof. Diego Reis
Essa ferida que o nosso coração sente, que é muito maior do que a lógica, muito maior do que a lógica, é a ferida dos transcendentais.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Boa noite, Roberta. Tudo bem, Eduardo? Tranquilo, meu irmão? Fala... Raimi, Roberta. Fala, Neto. Karol. Fala, Tarique. Espadote. Fala, Henrique. Regiane, boa noite. Vejo o resultado do jogo do Mergão. Tá tendo agora, né? Eu ouvi um grito aqui ainda agora. Flávia, boa noite. Matheus, Francisco.

A fala, Natália. Pedro. Pedro Lemos, boa noite, meu irmão. Boa noite, Cíntia. Luiz. Patrick. Fala, Matheus. Margarida. Boa noite. Fórdia Diária. Boa noite, meu irmão. Ricardo. Ansioso para chegar o livro. Marina. Boa noite. Tudo bem, Marina? Poliana. Flávio, boa noite.

Everson, de Rondonópolis. Meu amor da vida, Maria. Boa noite. Daqui a pouco ela aparece aqui. Boa noite, Vânia. Luhani, boa noite. Seja bem-vinda, primeira vez. Melhor hora da missa. Grande Baraona, boa noite, meu irmão. Essa noite, ou essa semana, ou Baraona? Um médico me falou que tava pegando uns bisuz aí de advocacia no teu Instagram.

Segue em frente com o trabalho aí, meu irmão. Fala, Thiago. Tiago Andrade. Edu, bora, meu irmão. Boa noite, Stephanie. É o quê? Lucas? Ossi. Alex. Comprou o livro. Boa noite, Mariana. Reze por nós da região de Ribeirão Preto. Ribeirão Preto. Deus abençoe Ribeirão Preto. Marcelo... Raik, é isso, Marcelo? Boa noite, meu irmão. Sufranca, é Suelen, né?

Fala, Grande Balbino. Tá sumido, meu irmão. Hugo Lima, boa noite. Rapaz de uma obra. É, tá lá no livro, tem isso aí lá no livro, meu irmão. Tá lembrado, né? Aline. Boa noite, Aline. Grande Marcos. Saudade de você, meu irmão. Alan. Alan Vitor. Boa noite. Responde a tua esposa aí. Tu acha que eu não ia fazer isso, meu irmão? Ela acabou de chegar aqui, ó. Aí de mim, se não tivesse respondido. Olha quem está aqui, minha rainha.

Se eu estiver meio alterado aqui, meio alterado, acontece de vez em quando, e de repente olhar para lá assim e acalmar, é que ela apareceu ali, entendeu? Roosevelt, a presença, a presença é a graça. Quando eu falo para vocês, Eduardo, livro comprado. Fala, Matheus. Tiago Pereira, boa noite. Fabiana, já estou devorando o meu livro. Maravilha. Boa noite, Tami Lacerda de Bajé Rio Grande do Sul. Nosso povo gaúcho.

Aline. Seja bem-vinda, boa noite, Romulo. Leonardo, Nandinha, boa noite. Abraço de Rio Grande. Reginaldo, boa noite. Reginaldo, agora ferrou, Reginaldo. Toda vez que eu olhar teu nome aqui, eu vou lembrar que na primeira vez eu falei Regina, esqueci de ler tudo aqui, né? O Instagram faz essas ciladas com a gente. Diego Barbizan, de São Carlos, boa noite. Filipe Ezequia Gentil, Francisco, boa noite. Campina Grande, Paraíba.

Mas por mim, eu ia sempre, cara. Essa galera aí da Paraíba é... Tem um carinho que jamais eu vou poder retribuir, certamente. Que Deus lhes pague o carinho que vocês têm por mim. Eu não vou conseguir fazer muita coisa a mais por vocês. Professor, nesse canal, nessa hora que conheço a mulher que eu vou casar, te agradecer será pouco. Que maravilha, meu irmão. Nando, parabéns pelo lançamento do livro que eu vou comprar essa semana. Maravilha, meu irmão, estamos juntos. Conceição, seja bem-vinda, boa noite. de Luca Holder.

É o que, Luca? Boa noite. Lembrei de ti. Servimos juntos no grupamento do Rio de Janeiro. Pô, que maravilha, cara. Vocês não sabem como... Eu vou falar sobre isso hoje, pô. Como isso me movimenta interiormente, pra alegria. Angela Maria, boa noite. Luana. Seja bem-vinda. Rosa Maria. Boa noite, Brasília. Seguindo hoje. Seja bem-vinda. Maisa. Leonardo de Pernambuco. Sara. Moacir.

Regra Pastoral. Pô, aquilo é um espetáculo, né, cara? Putz. São Gregório Magno. Bicho, aquele livro de São Gregório Magno, esse aí, que ele falou que eu indiquei a regra pastoral. Pô, esse livro aí, cara... Eu fiquei muito tempo grudado nesse livro aí. Teve uma época da minha vida que eu consultava esse livro pra tudo. Acho que eu tava na escola naval. O livro tá a caminho. Igor. Igor de São Paulo. Nossa Senhora do Brasil, né? Ludmilla, quando vai abrir a comunidade?

A gente espera que até semana que vem, a gente já tá fazendo todo o trâmite administrativo já pra isso. É que aqui a gente, aqui é empresa familiar, né? A gente toca tudo aqui. Marcelo, seja bem-vindo, meu irmão. Hamilton, o professor pode falar um pouco como se deu o desenvolvimento da teoria das três pessoas? Cara, tem uma live que eu comento um pouco disso, mas são muitas coisas, essas coisas de como o nosso caminho individual, coisa muito pessoal, o café que é tomado só por uma pessoa, a história do encontro dessa pessoa com o café que vai se transformar nela e ela no café é uma coisa muito pessoal.

Mas tem por aí. Eu não lembro agora em alguma live. Se alguém lembrar o nome da live, durante a live, puder falar aí, ajuda a galera. Maurício Férias. Já marquei live para as 8h15. Está fazendo uma live domingo, 8h15. Aí, galera. O Maurício dessa galera aqui, esse Maurício Férias 85 aí, a gente estudou juntos e nos conhecemos e conversamos muito desde 2000. Desde o ano 2000. 24 anos. Roberta Andrade.

Seja bem-vinda, adquiri o livro. Bom, pessoal, já demos aqui 9 e 12. Vou dar aquela passada aqui mais rápida, tá? Me perdoem. Quem eu não consegui falar pessoalmente, vocês sabem que eu passaria uma hora de live aqui cumprimentando vocês, passando gente por gente, tá? Vamos lá. Pô, gente pra caramba pra eu comentar e falar aqui. Me desculpem, pessoal, não responder vocês, tá? Caraca, é que eu falo devagar também, vou vendo devagar, né? Que estou passando todos, boa noite é boa noite pra caraca. Bom, estamos aqui na companhia juntos, né?

Olha só, o tema que eu vou falar hoje é sobre mundo emocional, né? É um tema muito caro pra mim, porque eu acho que no mundo científico, Eu acredito, eu não tenho certeza, mas eu acredito que o tema que eu parei assim e falei assim, eu vou estudar esse tema e aí dentro do meu método de estudos, quando eu reuni a bibliografia, os estudos científicos, a tradição, o magistério da igreja, a Suma Teológica de São Tomás de Aquino, o processo que depois, daqui a pouco vocês vão aprender como eu faço para iniciar um estudo, O tema de hoje, o mundo emocional, talvez seja o que eu reuni maior quantidade de material.

E por que isso? Porque é uma zona completa, né? Se vocês forem olhar bibliografia sobre o mundo emocional ou os estudos científicos na internet, tem a galera que sabe sobre o mundo emocional vendo aquele filme, como é o nome daquele filme, dos sentimentos lá, dos bichinhos coloridos? Divertidamente, que saiu dois agora aí, enfim. Então, você vê lá, tem teoria básica dos das quatro emoções básicas, das cinco emoções básicas, das seis emoções básicas, das sete emoções básicas, das oito emoções básicas.

Olha, eu não sei se é exatamente isso, mas se vocês procurarem aí com calma, vocês vão ver que existe teoria básica das 36 emoções básicas. Vocês entendem? Então, é aquela maravilha que a gente conhece, né? Vamos supor, se tu for pegar a parte dos estudos científicos, a tara da galera hoje em dia, que já causa um movimento emocional, não, eu vou pegar aqui os estudos dos doutores e pós-doutores, aí acontece aquele incrível fenômeno, um pós-doutor com uma tese diametralmente oposta ao outro pós-doutor, Pô, mas é o método científico, né?

É o doutorado, como é que a gente faz? Isso quando elas não são contraditórias, né? Contraditória no termo da lógica aristotélica, dentro de uma tabelazinha daquela de tautologia, sabe? Que dá falso pra qualquer arranjo lógico que a gente fizer. Então, tem teoria emocional que é assim. E aí tu fica naquela dificuldade, meu Deus do céu, como é que eu vou estabilizar agora o mundo emocional para eu me orientar na vida e tentar orientar as pessoas que nos pedem ajuda, né? Então vamos lá. Se vocês começarem a lembrar de quando eu falo as coisas aqui, se vocês tiverem aí na cabeça de vocês a imagem de uma bola no meio, com três bonequinhos em volta, as coisas vão começar a ficar mais fáceis pra vocês entenderem.

Olha só. É que eu tô sem nada hoje aqui pra pegar. Você pode pegar uma caneca pra mim, por gentileza? Acho que tem lá em cima com café velho aí que eu não tomei todo. Deve ter alguma parada aí. Desculpa te incomodar, eu deixei uma caneca aí em cima. Esqueci de trazer, irmão. Pode ser essa aqui? Obrigado. Não tem problema, não. Obrigado. Então vamos lá, olha só. Essa aqui é a bola do meio, né? Essa aqui é a bola do meio. No meio, tá? No meio da minha personalidade.

A minha caneca, tá? Essa caneca aqui veio de Minas Gerais, né? É uma caneca que tem meu nome aqui, ó. Isso aqui é da época que eu servia no Batalhão de Operações Especiais, né? Batalhão de Tonelheiros, tá vendo? De comandos, ó. Capitão Reis. Então é uma caneca que tem uma história para mim, ou seja, existe um vínculo afetivo e emocional meu com essa caneca, e aí se tiver então café aqui dentro, vocês devem imaginar o que acontece com o mundo emocional, meu mundo emocional, então olha só, vamos lá, vamos aqui falar sobre mundo emocional, está aqui Diego, e vai aparecer uma presença na minha frente, uma presença vai se dar gratuitamente, ela aparece na vida, aquela bola do meio vai aparecer, então veja, café, uma mulher, uma palavra, um filho, uma religião, uma caneta, Não é assim, a nossa vida não é esse movimento que acontece das presenças diante da nossa presença, que se dão em movimentos.

Então, se vocês lembrarem aquele desenho da capa do meu livro, vocês vão ver lá que tem três bonequinhos e uma bolinha no meio, né? Então, aqueles bonequinhos, eles se falam da maneira que eu conto pra vocês, eles se relacionam com a bolinha do meio, não é isso? Se for café. Então, vamos lá. se a bola do meio for café? Como é que o meu mundo emocional pode acontecer diante daquela bola do meio, do café? Aí começa, né? A zona, a zona que tem diante das bibliografias.

Aparece lá assim, ó. Nojo, medo, alegria. Começa lá a falar o mundo emocional, e aí fazem desenhos, e aí vão tentando botar as coisas e tal. Aí a gente tem que tentar achar alguma coisa em comum. Aí a gente parte lá para Aristóteles. Cara, já que a linguagem aqui da nossa língua portuguesa não está dando conta desse negócio, e os estudos científicos não conseguem se falar entre si, vamos voltar lá em Aristóteles, e tentar ver como é que as coisas chegaram até aqui. Como que os gregos chamavam emoção?

Essa moção interior ou exterior. Como é que os gregos chamavam isso? Eles chamavam de pathos. Pathos. P-A-T-H-O-S. Pathos. Esse radical emoção, é isso aí Eduardo, Pappos, esse radical ele aparece na nossa linguagem, nós temos como herança desse desenvolvimento e desse estudo grego, nas coisas simples ainda, sem a gente entrar na nossa complexidade toda, que eu vivo falando para vocês, que a gente não consegue se orientar, porque a gente começa a pensar no meio de uma complexidade gigantesca.

Então vocês veem, o que tem na nossa linguagem que fala sobre isso aí? Tem isso aí, tem essa palavra que a Roberta falou, Simpatos, né? Simpático vem de onde? Simpatos, antipatos, patologia, patológico, tá vendo? É esse patos aí, é esse patos aí. Ó, vou falar mais, hein? Vou falar mais. Apático, depressivo, né? Vocês vão ver quando eu, lá na comunidade, uma das primeiras coisas que vai aparecer lá, vai ser um curso, um módulo sobre ansiedade e depressão com todos os graus de ausência de movimento, de excesso de movimento, e vocês vão ver que vai estar lá na gradação isso aí, um apatos lá, um apático.

E o famoso, o famoso, pô, eu achava que vocês iam citar esse primeiro, né? Vocês não falaram. E o famoso em, em, pático, empatos. Então, preste atenção, qual é todo o mundo emocional que eu posso viver diante de um café? Qual é todo o mundo emocional que eu posso viver diante de um café? Então, o café está sobre a mesa, aí eu chego aqui, qual é o meu movimento para o café? Vocês conhecem o meu movimento para o café, não é? É antibático? É, o meu movimento pelo café é antipático, eu quando vejo café eu quero me afastar dele?

Não, né? O meu movimento pelo café é simpático, então o café, ele me atrai. Só que os meus filhos, que já provaram e acham amargo, eles têm um movimento antipatos. E se você não está nem aí? para mim não fede nem cheira, não estou nem aí para o café, qual é o seu mundo emocional na presença do café? Há patos, e se você fala assim para mim, pô, mas eu preciso tomar esse café para ver que movimento ele gera em mim, eu vou ser empático com o café, eu vou colocá-lo para dentro, então veja, se uma pessoa está triste, e eu quero ser empático com ela, eu vou fazer o movimento, a moção, o movimento emocional na mesma direção que ela está fazendo.

Então, ela está fazendo um movimento de tristeza, aquele movimento para baixo, aquele movimento de descida. Aí, eu não vou chegar igual um bobão, né? Tu perdeu um filho, o que é isso, cara? Vamos lá, vamos comigo, se anima e tal. Eu falo, é isso que vocês fazem quando alguém está em um movimento? num movimento pra baixo assim, você fala assim, caraca, eu vou tentar entrar nesse movimento, né? Que vocês chamam de, alguém falou aí de paixão, né? A gente vai falar da compaixão. Mas eu prefiro patos, não misturar agora com a paixão, porque a paixão, ela vai entrar em outra categoria depois.

Eu vou dar uma perfeição técnica de linguagem pra vocês depois com paixão, quando eu falar de simbólica e das 10 categorias de Aristóteles, porque ela vai ser a reação categórica de Aristóteles, então deixa a compaixão e a paixão de lado, vamos ficar no patos, para o negócio tentar ficar simples, e vocês vão ver a prática e algumas coisas, como é que se vive com isso no dia a dia, e até um pouco se der tempo de como se faz terapia com isso, então olha só, diante de tudo que aparece como bola ali no centro da minha personalidade, o meu mundo emocional, ele é basicamente esse.

Ou ele é apático, ou ele é simpático, ou ele é antipático. Isso acontece por causa de quê? Por causa de uma experiência histórica, né? que já se realizou ou que vai se realizar ali quando você tomar o café, quando você conhecer a pessoa, quando você vir o filme, que você vai fazer o movimento empático, o movimento de provar, de degustar a coisa no mundo. Então veja, quando a gente olha para o movimento emocional das pessoas diante das coisas, a gente vê que existem ligações completamente erradas e depravadas do mundo emocional das pessoas.

Como que isso acontece? Isso acontece e aí vai a dificuldade que eu falo para vocês de vocês conseguirem aprender as coisas. Como vocês se temperam de muita coisa ao mesmo tempo, como a personalidade de vocês vai virando uma colcha de retalhos, uma personalidade Frankenstein, o braço de um, a cabeça de outro, a perna de outro, que é o que eu falo para vocês para não fazerem isso. Por quê? Porque se vocês não gastarem tempo se transformando lá, não entrarem no mundo de Santo Agostinho por bastante tempo, vocês vão sair de lá, se vocês ficarem lendo Santo Agostinho um tempo, aí vocês entram aqui e ficam vendo minha live, aí daqui a pouco vocês saem daqui e vão ver outra live, aí vocês saem daqui e vão ler não sei o que lá, aí vocês saem daqui e vão fazer outra coisa, as pessoas elas nunca conseguem estabilizar nada, nada, então esse foi um dos maiores trabalhos de unidade e personalidade que eu fiz ao longo da minha vida, eu não saía de Santo Agostinho, até eu conhecer a personalidade dele o máximo que eu podia e estabilizada com, com, presta atenção aqui em, com, o personagem Agostinho no palco, com os juízos de Agostinho sobre o personagem Agostinho, com o roteirista Santo Agostinho, como ele via o mundo.

Vocês entendem? Então você vê. Hoje eu vi um direct de um cara falando assim pra mim. Eu vi um vídeo seu sobre liberdade, livre-arbítrio e predestinação. E aquilo lá não está de acordo com a doutrina tomista. A minha resposta para ele foi muito simples, eu não sou otomista, eu sou católico, eu não sou otomista, porque eu não sou otomista? Porque quando eu li Santo Tomás de Aquino, a Suma Teológica, a Suma contra os Gentios, os comentários às obras de Aristóteles, de Santo Tomás de Aquino, antes de conhecer a crítica dele, os juízos de São Tomás de Aquino, eu fui ver o personagem no palco, e quando eu olhei para o personagem no palco, para a vida prática de São Tomás de Aquino, eu percebi que pelo personagem no palco, e não pelos juízos, não pela suma teológica, não pela suma contra os gentis, que o princípio fundante, unificador, principal na hierarquia de São Tomás de Aquino é a graça.

Quando ele teve a experiência, já mais para o final da vida, da graça, da presença, quando ele tem aquela experiência que a gente aprende naquela historinha, Tomás, Tomás, escreveste bem sobre mim o que você quer, ele falou, não quero outra coisa senão a tua presença, senão ficar permanecendo a tua graça, aí a gente conhece a história dele tentar queimar queimar todos os inscritos dele. A gente conhece essa história. Se você não entrar nas obras de São Tomás de Aquino botando a graça como princípio de tudo que ele está falando, e o que não couber e algumas coisas não cabem, tanto é que a igreja deixa de lado, tipo a lógica Thomista sobre a Imaculada Conceição, a gente deixa de lado para pegar a lógica de Dan Scott, do Escocês, não é assim que a gente faz?

Quem conhece um pouco de história da igreja, gosta, tem um movimento emocional simpático por teologia, essas coisas, faz esse tipo de movimento. Então, veja, Se vocês não fizerem essa tentativa na vida real de vocês, a vida intelectual, a personalidade de vocês vai ser uma colcha de retalho absurda e vocês nunca vão entender aula nenhuma. Então veja, eu peguei todos esses movimentos aí, por exemplo, que eu estou falando para vocês. Eu falei, cara, agora, agora, eu vou estabelecer o mundo emocional do Diego. E aí, como é que eu testo?

Como é que eu testo? Tem gente que fica me perguntando aí, pô Diego, mas tu não tem medo não, cara? Tu não tem um movimento antipático por fazer essas coisas e virar um herege, pô? Pô, é muito fácil se proteger contra isso. Vocês sabem como é que eu me protejo dessas coisas? Eu quando corria na escola naval, em volta do campo de esportes, fazendo educação física, quando fazia a faculdade aí, uns 20 anos, eu decorei os 44 dogmas da igreja. Vocês sabem que muda, né? Por exemplo, tá aí no prelo, né?

Em breve, deve aparecer por aí mais dois dogmas, o dogma da medianeira de todas as graças, relativo à Nossa Senhora e da Cor Redentora. Existem quatro dogmas marianos. Quando você conhece essas coisas, como se tem uma vida intelectual tranquila? Ah, gente, é muito simples, pô. Quando eu chego numa ideia que eu passo lá, ó, passo raio X. Cara, isso aqui tá estranho. Meu irmão, eu desligo meu intelecto e ligo a obediência. Eu falo, cara, ó, tem uma pergunta na minha caixinha assim, ó. Diego, o que você acha do concílio Vaticano II?

Eu não respondi ainda não, né? Mas eu fico pensando assim. Cara, será que nego acha que eu tenho condições? de avaliar a caminhada da esposa de Cristo nessa terra e fazer um juízo onde eu estou certo e a igreja católica deu mole? Sinistro, né? Meu irmão, pense nessa presunção. Pense nessa presunção, meu irmão, de você falar assim, putz, que mole, cara, que a igreja católica deu.

Irmão, a gente tem que ter virado quase o demônio, pô, pra pensar nisso. Vocês entendem isso que eu tô falando pra vocês? É, o Lutero, coitado, Ele tentou dar umas voltadas atrás, só que depois ele tinha que segurar Calvino. Aí já era. Aí a merda já estava feita. Mas vamos voltar para o mundo emocional. Olha só. Se o jantar da nossa casa é uma merda, Para para pensar assim, a mesa que vocês sentam para jantar, aí o filho de vocês senta, como é que vai ser construído o mundo emocional dele diante dessa realidade da vida, jantar?

Como é que se constrói o mundo emocional? Como é que vocês acham que acontece? Ele vai sentar lá para jantar, vai tentar sentar para jantar, Aí ele tá ali vendo os movimentos, né? Porra, aqui no jantar o pessoal é só problema. Ele não tá pensando logicamente, né? Ele não tá pensando logicamente, porra. Ó, na comunidade vai ter um módulo de liderança e um módulo de ciência política. Vai demorar porque a gente não vai começar por isso, né? Esses dois módulos vão ter as aulas sobre mundo emocional logo no começo, porque se um jovem quer jogar futebol, quer ser jogador de futebol, vocês lembram de quando eu falo que a nossa vocação é dominar o mundo, a minha vocação é dominar o mundo, aí vai aparecer a bola lá do meio, futebol, eu quero jogar futebol, Aí se eu quero jogar futebol, eu vou ver quem são os dóminos do futebol, né?

Porque eu quero dominar aquela arte. Não é assim que a gente vive? Se orientando no mundo? Ok. Aí você olha para o Neymar. A bola do meio Neymar. Quando você bota Neymar ali no meio, eu consigo botar ali no meio o Neymar sem o cabelo dele e depois separar assim só cabelo do Neymar? Eu não consigo, pô. Eu não consigo fazer isso. Quando eu boto a bola do meio Neymar e eu tenho uma relação assim, ó, de admiração por causa do futebol com o Neymar. Se eu quero jogar futebol igual a ele, por que as crianças pintam o cabelo igual o Neymar?

Se tu quer jogar futebol igual o Neymar, Por que você precisa seguir o Instagram do Neymar, ficar vendo o comentário dele sobre o Big Brother ou tratar a mulher igual ele trata? Por que as pessoas fazem isso? E por que elas não conseguem pensar sobre isso logicamente? Porque isso é só um movimento emocional. Sabe o que é triste? é que as pessoas, elas acham que elas escolhem ser católicas, ou evangélicas, ou espíritas, por causa da lógica delas. Pô, a lógica, a lógica, é uma forcinha bem fraquinha.

É que eu não consigo desenhar aqui pra vocês, né? Senão eu ia desenhar isso vetorialmente, usando aqueles bonequinhos, pra vocês perceberem onde estão as forças e a capacidade, a força, a virtude da fortaleza é a força resultante daquelas setinhas, daquele bonequinho da capa do livro. Então, você vê, quando você está discutindo com um evangélico, você e ele acham, ou então quando você está discutindo esquerda e direita, discutindo política, ou o flamenguista e o vascaíno, Vocês acham que essa discussão é sobre lógica? Porra, se fosse sobre lógica, tu ia conversar com um evangélico ou com um flamenguista, ia falar assim, não, eu tenho mais título mundial, meu time é mais do que você, caramba.

Aí tu olha assim, aí o cara ia falar assim pra você, ó. Ah não, beleza, eu te entendi, vou mudar de religião. Ah não, beleza, eu te entendi, eu vou mudar meu time. Ah não, eu te entendi, eu vou mudar meu partido político. Por que isso não acontece? Porque não é assim que é feito o movimento do mundo emocional. O movimento do mundo emocional, ele é feito uma parte pela lógica que busca a verdade. Só que ele tem duas outras porções. ele tem a porção da beleza, e ele tem a porção da bondade.

Então, você vê, eu já contei um cenário para vocês da vida de Madre Teresa de Calcutá, né? Porra, o cara cheio de lógica, o hindu, né? Falou assim, essa mulher católica aqui, vamos lá loprar com ela. Cheio de lógica na cabeça dele. Quando ele entrou lá naquele espaço, onde ela estava cuidando dos leprosos para expulsar aquela mulher de lá com a lógica dele, e ele olhou aquela mulher com a mão na lepra do hindu, e o hindu sorrindo, o cara foi convencido por uma bondade muito superior a que a lógica dele consegue captar.

Essa ferida que o nosso coração sente, que é muito maior do que a lógica, muito maior do que a lógica, é a ferida dos transcendentais. A bondade, a beleza e a verdade. então um cara muito inteligente, ele consegue ferir emocionalmente o crítico, isso é tipo assim, um cara olha o cara assim e fala assim, caraca meu irmão, aquele cara ali é muito inteligente e é católico, porra eu fiquei três anos na sétima série meu irmão e sou evangélico, porra não é possível, deve ter alguma parada errada na minha cabeça, Esse cara, ele tá sendo ferido pelo logos, pela verdade.

Em sentido contrário, tu senta pra ouvir uma música, E aquele negócio mexe com o teu mundo emocional, e te leva daqui pra lá, e te sacode. E mesmo que você fique falando assim, eu não quero pensar nisso, eu não quero pensar nisso, tu é vencido por aqui. Porque aquilo lá tá te ferindo pela beleza, né? Que é uma ferida, um toque, né? Um acontecer sensitivo. Então vamos lá, vamos pra partes mais práticas aqui. Vamos lá. Teve alguém aí que lembrou, né? Eu falei para vocês aí num story desse que eu ia comentar sobre o mundo emocional infantil e como ele é formado.

Vamos lá. Eu, há pouco tempo, eu estava estudando para fazer umas provas, e aí umas pessoas que estavam estudando comigo, a gente tinha umas coisas para decorar, de política, geopolítica, economia, direito. E aí algumas pessoas pegavam as coisas que tinham que decorar, jogavam na inteligência artificial e botavam lá. Por exemplo, eu gosto de música de pagode, good times, techno. Aí a inteligência artificial fazia uma música, um pagodinho, com os princípios do direito internacional dos conflitos armados.

Aí saía a musiquinha na inteligência artificial. E aí o cara decorava os princípios do direito ouvindo uma musiquinha. Tá entendendo? Aí eu tava falando pra minha esposa, né? Eu falava assim, pô, mãe, olha que interessante, né? Esses caras que estão fazendo isso são os mesmos caras que na juventude, lá na escola naval, eram os caras mais fracos, assim, moralmente falando, né? Eram os caras que comia geral, bebê, essas paradas todas, tá ligado? Eram os mais sensuais, os mais sensitivos. Por que para decorar um trequinho ali de uns princípios, o cara precisa de um estímulo sensitivo, sensual para fazer isso?

Por causa do vínculo do mundo emocional, pô. Então, veja, pô, para para pensar, não é difícil de perceber essa parada, vamos lá. Se eu começar a levar meus filhos para o Maracanã e eles passarem grandes momentos comigo no Maracanã vendo o Flamengo, como é que vai ser o mundo emocional deles quando eles crescerem para o futebol e para o Flamengo? Porra, eles vão ter um puta de um vínculo simpático, porra. Aí eu pergunto para vocês, É isso que vocês querem do filho de vocês? Que domingo o coração deles esteja debruçado no Flamengo?

É isso que vocês querem para o filho de vocês? Quando o filho de vocês responde vocês ou bate na cara de vocês, se vocês sorrirem, como é que vai ser construído o mundo emocional do teu filho? Vê se é difícil pensar sobre isso. Porra, é isso mesmo? Você quer que um sorriso esteja atrelado com o mesmo movimento de uma porrada na cara? É isso que vocês querem? Então veja, veja como que se controla e se educa movimento emocional. Para não confundir aloprado a cabeça de vocês, eu vou usar a linguagem que está por aí, que é uma linguagem até boazinha, não é a melhor.

Mas, na educação personalizada, não tem um movimento por aí dito carinho e firmeza com os filhos, que é o nome por sinal de um grande livro de educação, carinho e firmeza com os filhos, né? Carinho e firmeza. Presta atenção, hein? Preste atenção como é que se controla todo o mundo emocional. O que é bom, belo e verdadeiro se acompanha de sorriso, de carinho, de bondade, de generosidade, carinho, está percebendo? O que realiza o homem, o que transforma a potência humana em ato. O que realiza o homem, Tem que ser feito assim.

O que destrói o homem é acompanhado emocionalmente com o movimento, é o mesmo movimento, olhar de fuzilamento, não um segurar a mão forte, vocês entendem? É assim que faz. É assim que faz. Então, se um filho bate na cara do pai ou empurra o pai, segura a mão, faz um olhar de fuzilamento e fala assim, ó, não faz isso que você vai ficar fraco e vai se tornar uma pessoa ruim. E acabou. Acabou. De maneira impressionante, acabou. É só isso, pô. Então, olha só, preste atenção.

Por que tem gente que toma nojo da Igreja Católica? De onde vem isso? Esse movimento? Vou contar uma história para vocês. Um dia, eu estava no metrô, e aí entrou um rapazinho que me conhecia, e eu não me lembro, um rapazinho evangélico, evangélico batista. Ele entrou no metrô e eu não lembro que conversa que ele teve comigo, onde a gente chegou nisso, ele falou assim para mim, como é que você consegue ser católico, com Constantino fundando a igreja e tal, e Constantino não sei o que lá e tal?

Aí eu falei assim, cara, quem que te ensinou isso? Ele, o pastor lá da igreja falava, falou isso aí e tal. Eu falei, mas tu já estudou isso? Me fala um pouco sobre Constantino. Aí eu percebi que ele nada sabia sobre Constantino. Aí eu falei uns cinco minutos, né? Sobre Constantino. Edito de Milão, ali tal, aí ele falou assim, não era para eu ter tocado nesse assunto, eu falei, cara, já que você não sabe nada sobre esse assunto, eu sei um pouco mais do que você, e você falou que não dá para eu ser católico, que eu teria que ser evangélico como você, então você já pode se converter ao catolicismo, aí ele olhou para mim e falou assim, não pô, mas tem as inquisições, aí eu falei, beleza, então me explica aí sobre a inquisição e tal, aí eu percebi que ele não sabia nada sobre inquisição, aí eu falei uns cinco minutos sobre ele, para ele sobre inquisição, inquisição cruzadas, aí eu falei um pouco sobre São Bernardo de Claraval, sobre um grande inquisidor, São Turíbe de Mongrovejo, falei de São Roberto Belarmino e tal, uns cinco minutos, aí eu falei, cara, era isso então que te fazia não ser católico?

Aí ele, não pô, mas também tem. Aí ele falou mais umas três coisas e aconteceu o mesmo processo. Aí eu olhei pra ele e falei assim, por que que tu é evangélico, cara? Aí ele meio que nu do intelecto, ele falou assim, cara, eu não vou buscar mais de nada no intelecto pra falar com o dinheiro. Ele falou assim, eu sou evangélico? porque na igreja católica me sacaneavam que eu era fanho, e aí eu passei numa igreja, o pessoal me tratou bem e tal, eu falei, porra, meu irmão, era isso que eu queria saber de você, esse é um bom motivo para ser evangélico, agora eu te entendo completamente, porra, prestem atenção nisso aqui, prestem atenção nisso aqui, porra, Vocês acham mesmo que nego se torna evangélico ou católico por causa do intelecto?

O intelecto, ele participa de alguma maneira, como eu já falei um pouquinho para vocês. Porra, mas é uma maneira fragilzinha de nada, porra. Fragilzinha de nada. As três pessoas são conquistadas de maneira diferente. Porra, quando eu falar para vocês a aula de liderança e vocês olharem a força Como é que se convence um cara carregando peso junto com ele, sem falar porra nenhuma. Pô, vocês vão ver a maravilha disso. Então vocês, quando vocês olharem para a vida do cotidiano, então vamos lá, vamos lá. Educação lúdica.

Ah não, educação lúdica. Eu vou ensinar as coisas para o meu filho através da música. através disso aqui, através desse negócio que é prazeroso. Porra, pessoal. As crianças têm uma facilidade do caramba. Se elas não tiverem problemas psíquicos, neurológicos, psiquiátricos, elas têm uma capacidade do caramba de aprender as coisas de maneira crua. Aprender a tabuada, o alfabeto, sem musiquinha, sem aprender igual um idiota. Tá entendendo? Fala assim, meu filho, repete a tabuada comigo. Aí ele repete. Pô, você não decorou? Faz o seguinte, senta aqui na mesa e escreve dez vezes a tabuada.

Porra, se vocês não deixarem as crianças aprenderem as coisas de maneira crua, o que é do intelecto, eu vou dar com o intelecto. Porra, se vocês fizerem movimento sensitivo, sensual, pra ficar ensinando coisa do intelecto, O filho de vocês vai ser fraco pra caraca, meu irmão. Por quê? Porque ele só vai querer aprender e fazer coisa que tenha algum prazer acompanhando e o mundo emocional dele vai ser uma merdinha, vocês entendem? Porra, olha o nosso mundo emocional hoje, porra. Ó, eu vou juntar os assuntos agora.

Eu vou juntar os assuntos com a procrastinação que eu falei pra vocês na outra aula. Porra, você quer malhar. Porra, você quer malhar mesmo? Por que que tu não cai aqui no chão e começa dando a fazer flexão e abaixar e canguru, caramba? Aí não. Tu vai fazer musculação? Porra, tu vai no shopping comprar roupa. Tu vai ouvir música enquanto tá malhando. Tu tá percebendo como é que tá construído o mundo emocional das pessoas? Pra ter uma presença, uma presença que realiza a vida humana até a perfeição, ela bota uma porrada de presença emocional ligada ao prazer do personagem no palco.

e isso é uma merda porra, Deus é tão misericordioso com a gente, mas tão misericordioso, vocês lembram, vocês sabem do que eu estou falando na minha cabeça quando eu estou falando de misericórdia né, quando eu estou falando de misericórdia, é aquele cara que vai lá na vala e ele vai sujar a mão de merda para te pegar né, Deus é tão misericordioso com a gente, que depois da revolução sexual, depois da gente mergulhar numa vida de prazeres da televisão, dos meios de comunicação, dos sentidos, da tara dos sentidos, Deus deu para a igreja católica a renovação carismática, que é da igreja, é um presente para a igreja, para buscar as pessoas que estão mergulhadas nesse mundo dos sentidos completamente.

É? Você só consegue rezar sentindo coisa? Ouvindo musiquinha gostosa? Sentindo na tua pele arrepio? É assim que você está? Eu vou aí te buscar. Só que depois que vocês forem apanhados no mundo sensual, Vocês precisam sair daí, porra. Vocês precisam começar a viver uma vida madura, decente, onde você possa ir buscar alguma coisa nobre, e talvez ela não esteja com uma música bonita, talvez ela não esteja cheirosa, vocês entendem? É por isso que nego casa agora, e aí quando a gente tá uma merda no casamento, ela não consegue mais permanecer ali, porque ela só consegue ficar onde o mundo emocional dela é afagado com elogios e validações e musiquinha em volta e tem que ter um sentido e sensual.

Então vejam, eu atendo muita gente da renovação carismática, muita gente, e a renovação carismática é uma Como é bonito ver quando uma pessoa é pega pela renovação carismática e pelo amor da renovação carismática, né? Porra! Mas vocês não podem passar a vida e muito mais fazer isso com os filhos de vocês ou orientarem a vida de vocês assim, vocês entendem? Ah, não, eu quero tornar o momento do jantar agradável. Eu vou botar uma musiquinha. Porra, não é assim que se faz, porra. Não é assim que se faz.

o movimento emocional para a gente transformar as coisas em verdade, bondade, beleza, a maior potência do mundo emocional que vai fazer com que as pessoas comecem a ter um movimento empático na direção daquilo que a gente ama é o sorriso humano. Então quando vocês começarem a jantar na casa de vocês, e vocês querem ensinar o filho de vocês o que é família, como é vida de família, o jantar tem que estar permeado de sorrisos. permeado de sorrisos, por causa da construção do mundo emocional. Se o jantar é uma merda e no maracanã você tá sorrindo, no churrasco fora de casa você tá sorrindo, se com a tua esposa tua conversa é uma merda e é briga e fora de casa no teu trabalho você tá sorrindo, com a mulher estranha você tá sorrindo, porra, meu irmão.

a educação do teu filho é uma merda completa, porque o mundo emocional dele é uma merda, porque mundo emocional é assim, a gente sorri naquilo que leva o homem para a perfeição, e a gente faz cara de puto, naquilo que destrói o homem, vocês entendem? Então o homem casado, quando o nego está de sacanagem com ele, está fazendo coisa, ele faz cara de puto, Ele não precisa aloprar com ninguém. Você vê, eu falo isso aqui, assim, do jeito com vocês, aqui tem uma porrada de paciente meu, né?

Nego, sabe que eu nunca falei assim ou fiz isso numa terapia, ou num lugar, ou nunca falei assim com a minha esposa. Isso aqui pra mim, eu falo assim pra vocês? Isso aqui é uma terapia pra mim, né? Eu tô tipo desabafando, tá ligado? Eu fico ouvindo as paradas no consultório, a semana inteira eu venho aqui, eu venho desabafar com vocês, porra. Isso aqui é minha terapia. Mas, ao mesmo tempo, eu venho sorrir pra vocês e me emocionar quando eu falo de São José, pra que vocês possam dar o coração de vocês pra ele.

E eu falo, porra, pra vocês pararem de fazer merda quando vocês tão fazendo merda. para causar um movimento antipático para aquilo que destrói a vida do homem, vocês entendem? Esse é o mundo emocional do homem, a gente se afasta daquilo que é ruim e a gente fica permanentemente tentando se aproximar daquilo que é bom, na nossa vocação, vocês entendem que é maravilha, que é isso? Olha pessoal, eu tenho isso calculado no papel de todas as coisas que eu faço na prática na minha vida, todas elas, todas elas, Como é que é jantar?

E vocês veem, ó. Vocês veem. Tá aí, ó. A Raquel tá falando aí, ó. Inclusive, saudades das minhas sessões. É assim que se faz terapia, né, Raquel? Como é que se leva um jantar pra perfeição? Tanto com personagem no palco, quais atos se realizam num jantar? Como é que se leva o mundo emocional de um jantar pra perfeição? O que os atos do jantar têm que gerar de movimento? Qual é o roteiro de jantar da perfeição? Vocês estão vendo as três pessoas? A perfeição das três pessoas?

Quando Aristóteles falou de uma potência que se transforma em ato através do movimento, que não é um movimento físico, é um movimento metafísico, que a gente chamou, que Aristóteles chamava de amor. Essa é a vida das três pessoas, o personagem no palco e o movimento que é gerado nele para o roteiro que ele vai cumprir através da vida do espírito, do crítico, desse movimento interior. Vocês vão ver nas aulas de Metafísica Vocês vão ver a primeira vez na aula de Metafísica, como se planeja um jantar de família, com a Metafísica de Aristóteles, com o mundo emocional.

Essas coisas devem estar na palma da nossa mão. A nossa vocação é dominar essas coisas. Dominar essas coisas. E aí a gente mete nisso uma porrada de coisas. Um dia eu vou mostrar pra vocês um livro chamado Método Antirrético, de um homem chamado Evagrio, que morou no ponto, na antiga Ásia Menor, da época de São Paulo, que hoje é a Turquia. E vocês vão ver a maravilha de como a gente fala pra gente mesmo certas coisas, e elas moldam o nosso mundo emocional. Como isso é moldável.

Isso é moldável, porra. Eu quero fazer o meu filho participar bem da missa e ter um movimento emocional simpático à missa. Porra, isso é feito na terapia, na família, como que se faz isso? Sem método lúdico. Se o filho de vocês não é doente, não precisa de método lúdico, porra. É presença, sorriso, palavras certas, conversa. Porra, agora vai pra missa com teu filho e fica dando esporro nele. ou fica dando esporro nele na frente dos outros, na mesa, no restaurante.

Porra, vocês sabem o que vocês estão fazendo, né? Vocês estão construindo muito emocional, porra. Esse cara que eu falei para vocês, o evangélico Batista, porra, ele é evangélico, não tem nada a ver, porra, com doutrina. Ele é evangélico porque o nego não sorriu para ele na igreja católica, porra. Vocês estão percebendo do tamanho disso que eu estou falando para vocês? Vocês nunca trabalharam com um evangélico que fica lendo a Bíblia o tempo todo e deixa geral na merda sem ajudar no trabalho, ou então bota um louvozinho alto e fica geral puto?

Esse cara está evangelizando alguém ou ele está deixando geral puto com religião? O que vocês acham? Isso é mundo emocional. Beleza, pessoal? Uma maravilha tá com vocês. A presença de vocês sabe o que ela faz com o meu mundo emocional, né? Ela me leva pro alto, porra. Boa semana, forte abraço.

Conceitos nesta aula
Série · episódio 46 de 46

Papo Matinal

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