Amor, matrimônio & família
A Vocação do HOMEM de família
- a vocação do homem de família
- o tempo de presença tempera
- falsos domínios
- validação artificial
- ora et labora
- terapia ocupacional
- a demora
- falácia ad populum
- as três pessoas
- o domínio real e duradouro
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 15:34.
“Hoje eu vou falar sobre isso aqui. Um monte de besteira que um monte de homem tem feito dentro de uma família, num casamento.”
Trechos da aula
A vocação de um homem que tem sido ensinada na internet é o quê? É trabalhar, ganhar dinheiro, prover a família dele, ir para a academia, ficar forte.
Vocês vão para a academia, vão para os outros lugares, porque vocês não querem deixar o pedaço da carne de vocês na casa de vocês
O domínio verdadeiro real é o filho real e verdadeiro se temperando de você e dominando as atividades do dia
Transcrição completa
Boa noite, pessoal. Fala, Eduardo. Boa noite, meu irmão. Juliana, Renata... Boa noite, pessoal do Instagram. e quem quiser foca aqui no YouTube tá o link tá aí num num dos dois stories e vamos lá Renata Ludmilla boa noite Manoel a ivi rian a mariane michelle bruna boa noite a mariana ribeiro aninha cabral a maria bitancur Maria Fabiana Ribeiro, Nil Varaújo, Gaixan Uxu, Adriele Oliveira, boa noite.
Júlia Barbosa. Só para princesas laços, boa noite. Tiago, Tiago Fachetti ou Tiago Fachetti, boa noite. Tudo bem, Eduardo? Calma aí, desceu muito agora. Vou voltar aqui para eu me achar. André, boa noite. Meu irmão Stefânia. Artos, boa noite. Vitor Marques, boa noite, professor. BH, Minas Gerais, Edsons. Rosana, boa noite. Luiz Gustavo, boa noite. Fernando, boa noite. Campo Novo, Rio Grande do Sul. Fernanda, boa noite.
Aninha. Seja bem-vindo, bem-vinda ao vivo. Rani Elma. Roberta Baldwin. Meu filho vai tentar a prova para o colégio naval. Legal. Dá uma dica para ele aí. Bom, nessa idade, o que ele tem para fazer? Estudar para caramba, né? Dormir bem, se alimentar, acordar cedinho, tomar um bom café da manhã e estudar. Estudar para caraca. Cabedelo Paraíba Neto.
Seja bem-vindo, meu irmão. Alberto Andrade. Estamos iniciando mais um True or Fake. Focamos na intersecção de Nossa Senhora e Padre Pio. Foi nessa aí que o Olavo me ganhou, sabia? Quando ele voou com a intersecção de Nossa Senhora e Padre Pio. Falei, esse velho aguarda aqui é maneiro, hein? Foi nessa aí que ele me ganhou, na primeira vez. Fala, Marcelo, boa noite. Mateus. Rosiane, boa noite. Manaus. Rosiane de Manaus. Marcos, dentro da vocação do homem, fala sobre a amizade.
É, a gente precisa falar uma hora de amizade, não é? Viviane Diniz, boa noite. Bernardo Moraes, boa noite. Uma presença, uma alegria. Luana, boa noite. Andréa Lima, boa noite. Fábio Pires. Suzano, boa noite. Renan, fala, meu irmão. Luís B. Victoria, fala, meu amigo, quanto tempo. Renata, boa noite. Renato de Itu. Eduardo César. Nossa vida é um espetáculo.
Como se espantava Santo Agostinho. Quem somos nós para que sejamos tão amados assim? Me perdi. Vamos subir. Me perdi, acho que desceu tudo aqui, cara. Putz, aqui. Nath, boa noite. Eduardo, viajando de Ibusão para o Rio Grande do Sul. Chegou 11 horas da manhã. Excelente. Com sinal aí na estrada, tá bom. Boa noite, Carlos. Marcos.
Santos Andrés, São Paulo. Roberta Malduíno. Ele tá escutando aqui. É o que vai fazer o próprio Colégio Naval, não é, Roberto? Lucas Pereira, boa noite. Ana Paula Campos. Julie Costa, boa noite. Aracaju. Eu estive em Aracaju uma vez só na minha vida. Letícia Salomão, boa noite. Roseli, boa noite. Emília, boa noite. Manuel Saturno, boa noite. Mateus Ayres, boa noite. Brasília, Pax Ineterna. Tiago, mensagem hidratada.
Júcia, uma parecida, boa noite. Anápolis, Goiás. Leonardo Duarte, boa noite. Lineker. Alegria de Rio Grande do Sul, seja bem-vindo. Ana Carolina, boa noite. Cauane, boa noite. Araripina. Cauane já apareceu aqui, né? Ou então tem mais gente de Araripina aí. Seja bem-vindo. Gabriel. Boa noite, professor. Tive um sonho ontem. Onde estava descendo no elevador e, ao parar no andar, São João Paulo II abre a porta e me pergunta se eu quero ir com ele pelas escadas. Seria uma boa companhia, não é?
Seria uma boa companhia subir com ele pelas escadas. É mais difícil do que subir de elevador. Boa noite. Augusto Oliveira. Fala, meu irmão. Lenta e duradoura, meu professor. É isso. Eu vou falar um pouco disso também hoje. Eu botei o tema aí, não lembro agora se eu botei o tema. Bernardo, Fernanda Ramos. Bernardo, Fernanda Ramos. Rio Grande, Rio Grande do Sul. Tem um grupamento de fuzileiros navais aí em Rio Grande, né? Eu já fiz uns treinamentos aí. Já. Sérgio.
Cheguei da prova do vestibular agora há pouco. Deve estar com o cérebro como? Todo mastigado, né? Tudo arrebentado da surra do vestibular, né? Rafaela, Natal. A minha família também ama vocês aí de Natal. Pronto, desceu tudo de novo. Olha aí. Ai, caramba. Nicole, boa noite. Júlia Castro, boa noite. Ricardo Almeida. Carla, Fortaleza, Ceará, Lívia, Alamunier. Boa noite, Carla de Almeida. Aline Guida. Boa noite, Ana Amaral, Matheus Miranda. Enquanto estudo aos 20, vou anotando aula de hoje para os 23.
Não pode casar na ESA. É verdade. Está na ESA. A ESA ainda é em Três Corações? Eu já fiz os treinamentos militares em Três Corações, em Minas Gerais. Ana Paula Garcia. Artos, eu sou na comunidade e o senhor vai explicar como as matrizes se relacionam com a simbólica? Eu vou ensinar matrizes para vocês na comunidade. dentro de qual aba que está lá? Uma aba que eu abri essa semana, que é a da gramática do Trívio.
Vocês vão ver que simbólica deve ser ensinada dentro da gramática do Trívio. Campinas, Letícia, Vitor Quintal, Ana Carolina, Mas quem é meu aluno no curso das três pessoas, lá tem uma aula de simbólica que, cara, já deixa a gente, pelo menos... Eu não imaginava, na época que eu dei aquela aula de simbólica, que ela ia ter uma repercussão tão grande como ela teve. Eu fiquei muito satisfeito, como professor, de como o pessoal entendeu aquela aula de simbólica. Comaru, Pernambuco. O macarrão tá pago.
Parabéns, meu irmão. É importante o ritual de pagar o macarrão. Vinícius Silva Luiz Gustavo Galvani Guilherme Ribeiro Ana Cláudia Serraz Cadê? É uma mulher? Está escrito Françoise. Se for francês e pronunciar certo, é Françoise. Françoise Santos. Boa noite, professor. Que bom que consegui entrar. Maravilha. Seja bem-vindo.
Cadê? Fugiu de novo. Puxa vida. Desceu tudo. Aqui. Oriana Joinville. Luiz Ferreira, de Cuiabá. Renata, de BH. Fernanda, engatei na comunidade. Aquilo tá muito bom. Tá muito bom. E uma boa noite pro meu marido Alexandre Tonoli. Somos capixabas. Espírito Santo morando em Santa Cataria. Um abraço, Alexandre. Hoje eu vou pagar um monte de bisu aqui. Pra você aí, que é casado com a Rosivane. É. Rondonópolis, Aline. Essa é a primeira vez, Carl M. Seja bem-vindo. Caroline, Bagherra e Grande Sul.
Sandra. Boa noite. André. Salve Maria. Clara Forte. Boa noite, professor Sabrina. De vez em quando a bala de rolagem vai lá para o final. Tenho que me achar de novo aqui. Tomara que eu entenda essa aula de hoje. Vocês não têm que se preocupar muito com isso de... Tomara que eu entenda a aula de hoje. Se vocês quiserem entender, vocês vão entender. A questão é só quantas vezes vocês vão ter que ouvir, vão ter que anotar a aula. Ou vocês acham que algumas coisas na vida eu ou qualquer pessoa que tenta entender não ouviu várias vezes.
A questão é que, no geral, vocês estão indo bastante mal na maneira como vocês tentam entender as coisas. Antes de ontem, na primeira parte da minha vida intelectual, da minha vida de oração, eu passei uns 45 minutos. O meu normal ali é de 20 a 30. Mas aí pude um pouco mais, passei um pouco mais. Nesses 45 minutos, eu ouvi uns 7, 8 minutos de uma aula. Porque eu ouvia, aí eu parava, anotava. Ouvia mais um pouquinho, parava, anotava.
Vocês veem. As pessoas me marcam aqui dezenas de vezes por dia, sobretudo com essas coisas de a presença tempera. Uma porção de gente me marca, tendo alguma aula minha ou assistindo algum trecho meu, com a velocidade aumentada. Eu nunca vou repostar vocês me postando com a velocidade aumentada, porque vocês estão se destruindo. quando vocês aumentam a velocidade de alguma coisa para ouvir, para tentar aprender, vocês estão se destruindo. O que eu ensino é justamente o contrário. Vocês têm que ter algumas coisas na vida que vale a pena que vocês gastem tempo.
Se vocês estão ouvindo uma coisa de maneira acelerada porque vocês não têm tempo, ou vocês não ouvem aquilo ali ou arrumam a vida de vocês. Estão ouvindo coisas aceleradas, com a voz humana pervertida para ouvir mais rápido. Vocês percebem que já estão doentes, estão dentro de um caos, de uma desordem grande? Só dá para ouvir. Eu falei que consegui de uma aula de uma hora e meia. Eu consegui ouvir em 7, 8 minutos, em 40 minutos, para parar, ouvir, pensar, colocar o intelecto para funcionar um pouco, não só ficar passivamente aceitando as coisas.
Falei, isso aqui parece interessante. Aí ouvi, fui pensar na minha vida, fui olhar com o domínio, presença, domínio, as três pessoas. Aí fui mediar ali gramática, a linguagem, o campo semântico da fala. Depois de um tempo, eu falei, isso aqui está errado. No começo, parecia bonitão. Ou seja, no geral, a maioria das coisas que as pessoas ficam repetindo por aí, que elas acham bonitonas, não fazem sentido nenhum e destroem a personalidade. Hoje eu vou falar sobre isso aqui. Um monte de besteira que um monte de homem tem feito dentro de uma família, num casamento.
Bom, então meio que a gente já começou, porque são 9h18min. Daqui para baixo, pessoal, quem eu não consegui falar o nome, seja muito bem-vindo, tá? É uma alegria grande passar esse tempo aqui junto com vocês, tentando realizar uma vocação grande nessa vida, nesse mundo. Bom, vamos lá. O meu secretário ficou proibido de marcar consulta para homem quando a consulta é marcada pela mulher, pela esposa do cara.
Eu quero marcar uma consulta para o meu marido. Por que vocês acham que estava acontecendo? chegava em cima da hora na consulta, as pessoas desmarcavam. Por quê? Porque a mulher estava tentando levar um homem para a consulta a todo custo. Ou então aparecia a mulher lá, toda sem graça, assim. Ah, o meu marido não quer ser consultado, então vou aproveitar aqui. O que não me espanta, Por que não me espanta? Porque não é comum um homem, não deveria ser comum um homem deixar outro homem entrar dentro da sua casa.
Então, mulheres, não façam isso com os seus maridos. Não fiquem falando para os seus maridos assim, olha aqui, o fulano, o ciclano, o beltrano. No geral, se um homem estiver funcionando com a capacidade dele de homem dentro de casa, ele não vai aceitar que outro homem entre dentro da casa dele. Então, não é comum que isso aconteça. No mesmo sentido, imaginem um homem falando assim para uma mulher.
Meu amor, olha essa mulher aqui da internet como ela faz as coisas de maneira maravilhosa, toda certinha. Olha como ela cuida da casa, meu amor. porque você não a ouve, não faz as coisas como ela. Isso aí é uma porrada na cara da esposa. Em sentido contrário, as mulheres que levam homens para dentro da sua casa. Meu amor, olha esse cara aqui, o que ele está falando na internet. Preste atenção aí. Se um homem aceitar isso de bom tom, ele ainda não está exercendo bem a vocação dentro de casa dele, porque a vocação dele é já ficar logo puto de cara por dentro.
Não é tratar a mulher mal, não, mas não é para entrar ideia de outro homem dentro de casa falado pela mulher. Então, as mulheres que querem tentar ajudar seus maridos, elas têm que arrumar outras táticas. ou elas aprendem a ideia que elas querem e vão falando com o marido, conversando, vendo se faz sentido para ele, ou então pede para outra pessoa falar sobre isso. Um homem dentro de casa, a função do homem é olhar as portas de casa e trancá-las muito bem para que ninguém entre da casa dele para perturbar a família dele.
No mesmo sentido, Um homem não tem que falar para uma mulher como é que ela toca a vida interior de uma casa. Tá bom? É por isso que é bastante loucura hoje em dia alguns tipos de profissões que existem por aí. Elas são... Elas são uma vida realmente de um leite derramado sobre uma mesa. Existem profissões que só existem porque o mundo está indo muito mal. Tipo, arrumar a gaveta da casa de uma outra pessoa. Tem gente que tem essa profissão, e vai ter, e vai ganhar vida dignamente fazendo isso.
O problema é uma pessoa que contrata uma outra pessoa para fazer isso, para arrumar a gaveta de roupa dela. Não tem? Como é que chama? O nome é até bonitão. Cadê? Tem a Raquel lá dos Estados Unidos. Ela botou a bandeira dos Estados Unidos. Como é que chama nos Estados Unidos? Personal Organizer. Não é isso? No Brasil é isso? É assim que fala? Hoje, quando a gente fala assim, caramba, eu não posso perder tempo organizando a minha gaveta. Vocês veem. Tem gente aqui, infelizmente, quando o meu secretário me manda, as dores das pessoas.
Você viu, ontem eu atendi uma pessoa depois das nove horas da noite, uma emergência. Porque as pessoas pensam assim, caramba, O professor some do Instagram. Passa a semana e ele não posta nada. Marido de aluguel, tem essa expressão também. O marido de aluguel faz tudo. Isso é uma doença familiar muito grande, uma doença de estrutura da vida humana muito doente, bastante doente. E aí, às vezes, eu falo, assim, as coisas do meu dia, né?
E as pessoas, elas se surpreendem, assim, porque... você vê, ó, eu vou dar uma palhinha, por exemplo, do meu dia de ontem, você vê, ó, eu aceitei atender uma emergência nove horas da noite, que, teoricamente, é quando eu teria... o meu dia começaria a ficar mais livre, né? Aí, eu vou falar pra vocês umas 5, 6 horas do meu dia, de ontem. Depois do almoço, eu comecei... Sentamos todos aqui na sala, né? Aí tava meio que cada um fazendo alguma coisa. Vocês já conhecem aqui a sala, né?
Porque ela aparecia aqui, então já fiquei nesse aqui no chão, tal. A minha esposa sentada aqui na mesa, fazendo as coisas, a gente fica falando o tempo todo, todo mundo falando as coisas. Eu fiquei umas 2 horas e meia Sabadão, à tarde, depois do almoço, costurando roupa. Eu até brinco com a Mariana. Eu falo assim, cara, imagina eu filmando o meu dia de sábado e botando na internet assim. Igual as pessoas botam as coisas fascinantes que vocês acham que elas fazem e elas ficam tentando fazer.
Depois que acabei de costurar as roupas, engajei numa limpeza que eu pretendia ficar uma hora e meia, duas horas limpando. Acabou que eu até varei. Na hora do terço, continuei fazendo a tarefa e rezei um terço da nossa família, que foi passar cloro em algumas partes da área, esfregar para tirar o limo, a sujeira. Aí eu fico pensando assim, cara, os homens que eu atendo e as mulheres que eu atendo que falam dos seus maridos, eles não têm noção nenhuma.
E, obviamente, estão ferrados para caraca, porque o que bomba na internet não ensina como é a vida de um homem de família. Por quê? Porque os homens se apaixonam por isso aqui. Vocês entendem? Para eu fazer isso num dia de sábado, eu por baixo, por baixo, eu neguei umas cinco palestras. Vocês podem ter certeza disso, que por baixo, eu neguei umas cinco palestras para num sábado costurar e passar cloro na casa em grande parte do meu dia. Por que eu faço isso com certeza de estar fazendo a coisa certa?
Com a certeza de estar fazendo a coisa certa? Primeiro, que muitas das pessoas que vocês seguem na internet, eu as atendo. Segundo, Quando comecei aqui na internet, não tinha rede social antes de começar aqui na pandemia, quando morava na África com a minha família em 2000 e... 2020? 2021, não é? Em meio ano na África, eu já falava para a minha esposa. Eu não tinha muito seguidor na época. Em meio ano de Instagram, sei lá, devia ter 2 mil seguidores.
E eu já começava a não dar conta com 2 mil seguidores, é por isso que não fazia muita diferença. Eu ficava pensando depois de um tempo, a gente fica pensando assim, caraca, quando eu tiver 10 mil seguidores, quando eu tiver 20 mil seguidores, a verdade é que não mudou nada para mim. Por que não mudou nada para mim? Porque no pouco tempo que eu tinha para usar a internet, que é como vocês me veem usando, Eu não consigo fazer muita coisa, nunca consegui, e pretendo não conseguir fazer muita coisa e pretendo não pagar gente para ficar fazendo por mim as coisas na internet.
Por quê? Porque eu tenho uma vocação. O objetivo final da minha, o último aqui, da minha vocação, não é ficar famoso, Não é ter um Instagram sinistro, não é enriquecer fazendo isso aqui, até porque senão eu já tinha escolhido outras coisas. A minha vocação aqui é tirar a maior quantidade de gente possível de passar muito tempo aqui na internet. e tentar fazer com que as pessoas se temperem das verdadeiras presenças que vão cumprir na vocação delas.
Então, se vocês olharem as minhas lives, a live sobre se demorar, a live dos amores, a live da temperança, a live do domínio, se vocês olharem as marcações que fazem sobre mim, é isso aí. Tipo, marquei ainda agora, um cara quebrando a casa dele e fazendo serviço com marreta. E eu fiz um comentário lá. Era desse tipo de trabalho que São Bento estava falando. São Bento, quando falava assim, ó, ora et labora. Por que que ele tirou os monges, pegou aqueles monges todos que viviam no deserto, que estavam adoecendo, e falou assim, cara, ficar só rezando.
ficar só meditando e contemplando, vai adoecer as pessoas. A gente está vendo hoje como é que é. As pessoas pensam muito, fazem muito curso, têm muitas ideias, ficam na internet vendo ideias. Elas tinham que sair daqui e fazer o que hoje a gente chama de terapia ocupacional. O que é terapia ocupacional? É uma terapia que fizesse vocês pararem de pensar. É pegar uma marreta, pegar um alinho, uma agulha, pegar alguma coisa dentro da casa de vocês e ficar trabalhando, trabalhando, trabalhando, ou seja, organizando o mundo na prática, dominando a vida prática das coisas, trabalhando dentro da casa de vocês, trabalhando na vida de família.
Há umas duas ou três semanas o Padre Paulo fez uma live, que quando eu vi o título, Eu deixei de lado tudo que eu tinha planejado para os meus próximos dias de oração e falei assim, ó, a minha próxima atividade passiva, o conteúdo que eu vou sentar aqui, vou ouvir com calma, que eu vou anotar, vai ser essa live que o padre Paulo fez há umas duas ou três semanas, que é ele falando dos católicos, das famílias católicas adoecendo. Eu sempre anseio muito pelo que o Padre Paulo vai falar das coisas.
O Padre Paulo estava falando de uma dificuldade que tem sido a dificuldade de todos nós. E eu vejo um movimento aí de tentar corrigir muito das mulheres, né? Como corrigir a atuação das mulheres como uma católica normal dentro de uma casa. A das mulheres parece até fazer mais sentido, né? Só que, obviamente, elas não conseguem levar muito a vocação delas a cabo dentro de casa. Por quê? Porque a vocação dos homens que tem sido ensinada na internet está ao contrário do que a vocação de um homem.
A vocação de um homem que tem sido ensinada na internet é o quê? É trabalhar, ganhar dinheiro, prover a família dele, ir para a academia, ficar forte. Não tem sido isso, a vocação dos homens na internet? Se não for isso, se eu tiver errado, vocês podem avisar aí. O que mais é a vocação do homem que as pessoas têm ensinado na internet? Eu não aguento mais. fazer terapia de casal e olhar para os homens que às vezes, muitas das vezes até tão sinceramente, né?
Tentando melhorar. Mas aí é onde eles vão buscar recurso para melhorar. Vocês já viram um bom livro, um manual ali de um papel de homem Vocês já viram isso? Vocês têm isso em mãos de vocês para falar assim? Coisa que para mim é extremamente simples, básica mesmo, de verdade. Para mim, não existe cabimento. Tem gente que pode falar assim, que é uma fuga, meu irmão. Que vontade que eu tenho de pegar uns caras que me falam umas merdas. e jogar eles nos momentos especiais desses cursos de comandos, de forças especiais, para eles tomarem uma surra, meu irmão.
Uma surra, mas muito bem dada, sabe? Você vê. É isso, harmonização facial, ficar rico, fazer jiu-jitsu e não sei o que lá. No outro dia eu botei eu fazendo luta aqui com meus filhos, teve gente que falou assim, eu estava no chão, por cima do meu filho, numa posição de 100 quilos, do MMA. E aí, uns homens botaram assim, vou entrar para o jiu-jitsu, estou fazendo jiu-jitsu, Aí eu falo para a minha esposa assim, cara, por que o nego vem umas paradas assim e sai tomando umas decisões?
Você vê, jiu-jitsu é uma arte, é uma luta agarrada, não é isso? O que eu ensino para os meus filhos de quando eles forem agarrados no jiu-jitsu? Sabe o que eu ensino para eles? Como sair? Eu fico o tempo todo falando para eles. Vocês têm que sair. Vocês têm que se soltar de mim. Por quê? Vocês sabem que eu já trabalhei muitos anos com segurança de autoridade. Eu morei no Líbano, inclusive, fazendo segurança de uma autoridade. Fiz segurança do presidente do Brasil. e trabalhei na época que eu era tenente, fuzileiro, 2011, 12, 13, com segurança de autoridade.
Vocês sabem que não se ensina jiu-jitsu na área de segurança. Sabe por quê? Porque se você agarrar um cara, meu irmão, o outro cara que está solto, ele vai te matar. O cara que faz segurança de autoridade, ele não pode agarrar ninguém, meu irmão. Ou ele pode aprender judô pra aprender a arremessar o cara, ele aprende boxe pra apagar um cara, ele aprende Krav Maga pra fazer o cara sentir dor e o cara cair no chão, mas ele tem que ficar solto, pô. Então, tipo assim, eu falo assim pra mim, eu tô fazendo jiu-jitsu pra proteger minha família, ele vai proteger nada, tu vai agarrar os outros na rua e vai ficar com os outros jogados no chão, cara.
Então, eu fico vendo as pessoas assim, cara. Elas falam assim, não, eu estou fazendo jiu-jitsu para proteger a minha família. Eu estou assim, aquela... Eu falo, meu irmão, o nego sabe de nada, meu irmão. Sabe de nada, cara. O nego vai vendo as paradas na internet e decide em um minuto. Aí, tu trata o cara que quer proteger a família dele, ser melhor para a família dele. O cara faz todo dia jiu-jitsu, academia, não sei o que lá. De verdade, é que cai entre nós. Pô, vocês acham que é isso mesmo, o papel de um homem na casa?
De um homem casado com uma mulher? É ele tá em academia, cara, se agarrando com outro homem pra aprender a se defender. Mermão, vocês querem proteger a família de vocês de verdade, porra, em lugares hoje, hoje em dia? Vocês acham que é com o jiu-jitsu vocês vão fazer isso, porra? Se vocês moram num lugar que vocês precisam proteger a família de vocês, compre uma arma e aprende a atirar, porra. Pô, nego, tem uma babaquice, cara, uma bobeiragem, pô. Aí eu quero aprender a dar as porradas, caramba.
Pô, beleza, cara. Aprende karate dentro de casa, pô. Pendura um saco de porrada dentro de casa e fica socando. Mas não é isso que vocês querem, pô. Não, eu vou ficar forte. Eu vou ficar um homem com preparo físico. Meu irmão, isso você faz na tua sala, pô. Vocês são safados, porra. Vocês são safados. Vocês vão para a academia, vão para os outros lugares, porque vocês não querem deixar o pedaço da carne de vocês na casa de vocês, porra. Ou vocês acham que o lugar de um homem também não é proteger uma casa?
Porra, é a proteção? É. Porra, dentro da casa de vocês, porra. Vai pra rua, trabalhar pra cacete, pra mandar um homem pintar a tua casa? Que proteção, que proveito a família que tu tá fazendo, cara? Vocês tão doentes da cabeça, porra. Isso é uma bobeira que foi inventada no outro dia aqui, porra. No Brasil. Tu vai numa rua assim ó, as vezes eu saio de noite assim ó, pra ir no mercado, fazer uma compra, uma porrada de homem casado, meu irmão, voltando de noite de academia, porra, que uma bacharia, cara.
Vocês sabem como é que mulher vive em academia, né? Porra, sinceramente, alguém acha aqui que academia é lugar pra homem casado? Pode até ser, se você pegar a academia que eu malhava lá no Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais, chamava KS Academia, Corpos Escrotos. Meu irmão, eram os comanf, os paraquedistas, os guerreiros de selva fedendo pra caraca, meu irmão, com aqueles aparelhos, corpos escrovos, aparelho, porra, com ferrugem, nego, carregando pedra, porra, amarrando com corda, parece até aqueles filmes antigos do Rocky Balboa, treinando para enfrentar o Draco, o Russo, né?
Porra, nego, tudo um pompomzinho. Meu irmão, a gente é muito fraco de validação mesmo. A gente é muito merdinha. Eu moro aqui no Aterro do Flamengo. Eu fico vendo um monte de gente, um monte de cara que eu vejo que é casado com aliança. Ou então que mora aqui perto, que eu sei que é pai, que é casado. Aí os caras vêm da corridinha do Aterro, meia maratona, 21 quilômetros, com uma medalha assim. Eu falo, cara, meu irmão, a gente está muito na merda de validação mesmo.
A gente tá muito na merda de validação. Olha como é que a galera quer tentar se validar hoje. Ela tem que ganhar uma medalhazinha de corrida. Não sei o que lá. Aí você vê, né? Aí tem um católico que vai me perturbar aqui pelo direct. Ele vai falar assim pra mim. Ei, nada disso que você tá falando é pecado. Nada disso. A igreja não fala que essas coisas são pecado. Você tá demonizando as porras. Não sei o que lá. Caramba. Falei, ô, seu merdinha. Seu merdinha.
O erro não tá em você fazer nada disso, não, pô. O erro tá em você achar que a tua mulher tem que ficar tomando conta da casa sozinha, de filho, e você vai ficar seguindo os caras que você quer seguir, porque eles ficam mandando você fazer essas merda, né? Aí um monte de homem tomando testosterona pra ficar musculoso. pra aguentar as paradinhas assim, ó. Aí tu vê, é por isso que lá na época que eu era instrutor lá do curso das Forças Especiais do Comando dos Afibes, esses merdinha, carcassinho, fortão, musculoso, não durava uma semana no curso, pô.
Esses marombeiros de academia, que tem que dormir bem, tomar o produtinho, se alimentar todo certinho, com aquela garrafinha bonitinha, né? O cara que toma o negocinho aqui no braço e tal, o hormôniozinho, aí chega lá no comanfio, meu irmão. Sem comida, sem água, sem dormir, tomando porrada, carregando peso pra caraca, meu irmão. Aí que tu vê mesmo quem é homem, né? Aí que tu vê quem é homem. Um pra proteger, outro fazendo as porra, aí sobra lá. os magrelo, aí tu fala assim, cara, ô magrelo, ô seu ruizão, por que que tu não vai embora?
Ah cara, o cara não vai embora, pô. Não vai embora. Ele falou pra mulher aí, com o filho, que ele só vai sair daquele curso ali com a caveira no peito, ele não vai embora, pô. Ele não vai embora. Tu vai deixar ele sem comida, sem dormir, vai dar porrada nele, vai afogar ele, vai carregar peso, vai virar uma porrada de noite, o caramba, e o cara vai ficar ali. Aí esses caras da academia, meu irmão, não sustenta uma semana num curso de oito meses, né?
Aí o cara, não, eu já dei meu máximo que uma semana, eu fiquei uma semana no Comanf, já estou me sentindo vitorioso. Aí vai sair de lá? Aí vai ficar correndo no aterro para ganhar medalha de participação em meia maratona, vai fazer o Ultraman, vai fazer Ultramaratona, vai fazer o Ironman. para desenhar um M com a bola em cima na porra de uma panturrilha, para alguém poder falar para ele que ele é pica da Galáxia. Enquanto esse cara tinha que estar só dentro da casa dele, ensinando o filho dele a tomar conta de uma casa, a esposa dele que está ali fazendo as coisas, chegando num sábado, falou, pô, tem algum serviço pesado aí de homem para eu fazer?
Aí minha esposa fala aqui, uma coisa ou outra que tem que fazer e tal. Ela sabe que eu já costuro há muitos anos, que eu tinha que fazer isso na marinha, desde os 15 anos tenho que costurar aquelas paradas, a bainha de calça, não sei o que lá. Aí faz um negocinho desse. Aí as paradas de casa aqui tem que esfregar para caraca, para tirar limo, para tirar sujeira. Aí é papel de homem fazer essas coisas dentro de casa, limpar lugar alto para caraca, instalar as paradas no alto, bater, furar.
Aí eu te pergunto. Quem é que está ensinando isso na internet? Olha para os homens ensinando as paradas de família na internet. Pode ser um homem de família. Eu olhava essas paradas. Aí outra parada que enche meu saco. Enche meu saco. No direct. Assim. Não, Diego. Mas olha os frutos. Olha. A igreja fala. das conversões. Eu não sei se vocês conhecem bem a Igreja Católica. Eu já, inclusive, falei para vocês tomarem cuidado comigo. A Igreja Católica tem os critérios dela para medir santidade, as medidas que devem ser copiadas, canonizadas.
Eu não atendo aos critérios da Igreja Católica. Vocês sabem qual é o critério que a Igreja Católica fala assim? Esses são os frutos. Esses são os frutos. Vocês sabem quais são esses frutos, não sabem? A igreja católica, alguma vez na história, ela já pediu conversões. O padre Diego está aí. Algum santo é canonizado, tem lá em critério de canonização de santo, assim ó, conversões, tem isso. Que eu saiba não, né? Tem integridade de vida. Integridade de vida tem, não tem? Vida digna, toda certinha. Aí vocês seguem pessoas...
que escrota pra caraca, que fazem parada loprada com família, que escrotiza, que só vive na rua, que trabalha pra caraca, que enriquece e tal. Pô, sinceramente, vocês acham que isso é o critério de um homem de família da igreja católica? Ou o critério cabal pra conhecer a árvore? Que é o critério da igreja católica, né? É só depois que a gente morrer, É só depois que a gente morrer. Morreu. Aí, a igreja católica, ela pede só esse critério. Não, agora a gente vai ver. Não, a gente vai ver aqui.
Mas tem aqui, ó, conversões. Aí, eu falo, não, beleza. A igreja católica, ela conhece lá o tratado de demonologia. Ela sabe que Deus usa o demônio à torto e à direita o tempo todo para converter as pessoas. Ela sabe disso. Não é conversão o critério. O critério é santidade de vida. O critério é milagre por intercessão. Então, pelo amor de Deus, parem e olhem as coisas com calma. Com calma. Eu quero ser um homem de família. Eu quero ser um homem de família.
Então, vamos lá. Eu tenho aqui uma casa. Você vê uma parada que me angustia para caraca, meu irmão, com os homens de família, quando você atende assim na terapia? É quando eles começam a falar os argumentos que eles têm para não fazer as coisas dentro de casa ou para não ajudar a esposa. porque a minha esposa não queria que eu atendesse uma mulher dentro do meu consultório e usasse perfume, essas coisas que aparecem direto. Aí a mulher... Outras mulheres falam para ela assim, você está neurótica, qual que é o problema do cara e tal.
Aí a mulher fala para o cara, pede para ele para não fazer isso, porque não é bom para ela, ela fica pensando nisso durante o dia. ele pode arrumar tranquilamente, porque a lógica é para isso, é para arrumar argumentos. Depois que eu fizer um compilado da gramática, denso, bom, a gente vai partir para a dialética, para a lógica. Vamos falar daquelas, pelo menos, 42 falácias formais e materiais desses argumentos que vocês tentam para convencer as pessoas. Convencer não, que depois convencer só na retórica. mas para ter sentido o que vocês falam.
Vocês podem ter o argumento que vocês quiserem para sair de casa, para ir para a academia, para fazer jiu-jitsu, vocês podem ter os argumentos que vocês quiserem para isso. O que adianta vocês estarem certos se nesse tempo aí que vocês estão com a mulher cheirosinha lá no consultório, bonitão, garanhão, o que adianta? se a cabeça da tua esposa tá funcionando mal, se o teu filho não tem a tua presença, se as coisas de homem na tua casa tão por fazer, o que adianta? Ficar se mordendo por aí e falando assim, não é pecado, eu não tô errado, a igreja católica não condena isso, mas eu preciso fazer isso pra ser mais sadio, pra tomar conta da minha família, pô, mas a minha esposa tem que entender.
Aí fala, o que adianta? O que adianta? Não era melhor você falar assim, cara, eu tenho que ajudar essa mulher. Eu tenho que ajudar essa mulher a chegar de peito aberto para sua esposa. Meu amor, qual é a coisa que eu faço que mais te incomoda? sem se defender, pô. Vocês vão poder se defender de tudo, cara. De tudo. Pô, eu já falei pra vocês um milhão de vezes. Vocês já viram o Padre Pio confessando o demônio? E vocês se recordam que o Padre Pio não conseguia vencer o demônio no argumento?
Nem quando ele falava que ele matava gente? Vocês entendem que o mundo da lógica, ele consegue justificar tudo? E que se vocês forem no mundo real, essa merda que você defende, Faz a tua esposa sofrer. Faz os teus filhos ficarem sem a tua presença. Vocês conseguem, pelo amor de Deus, entender esse cálculo da temperança, porra? Que se vocês arrumarem um grande motivo de salvar o mundo fora de casa, vocês não têm a presença de vocês dentro de casa. Por que eu confio firmemente que o meu papel num sábado costurando dentro de casa?
Porque eu olho para as crianças, quando elas param do meu lado assim, elas sabem com a carne delas, que é infinitamente mais forte do que a lógica. que existe a presença de um domínio ali, que existe um tesouro, que o papai está escolhendo o mais importante. Tanto é que se a gente pegasse aqui na live e ficasse assim, eu vou ficar pegando estatísticas de casamento destruído, de estrutura familiar, dos mais de 50% casos de divórcio aqui no Brasil, de famílias de crianças que não tem um pai dentro de casa, vocês vão ver a diferença, vocês vão ver a diferença de uma família normal, normal para caraca, normal para caraca.
A Fabiana aí falando que eu corro na rua para ganhar uma medalha e uma banana. Existe tempo para isso, pessoal. Existe tempo para ganhar essa medalha e essa banana. Existe aquele tempo ali que a gente é egoísta mesmo, que a gente vive pragédia, sabe? É por isso que quando a gente casa, tem o primeiro filho, existe um grande consolo. É igual às pessoas que se convertem. Aquela presença que gera a conversão, que é a graça. a graça da religião, da conversão, a graça prática, real, encarnada.
Essa grande graça que empolga e entusiasma no começo é para que a gente exerça uma grande força para se desvincular de uma grande escravidão. Tanto é que a gente precisa utilizar o primeiro impulso para destruir essas cadeias de escravidão. Se faz isso na religião. Caramba, eu me converti, tive um grande… Então, aproveita esse grande impulso e deixa essa tua merda, esses teus vícios para trás. Por quê? E aproveita esses teus grandes movimentos para se temperar logo de muita coisa boa, sabendo na tua cabeça que essa empolgação vai passar.
Mas quando ela passar, você já vai ter se temperado de novas coisas, não egoístas. Então você vê, eu me acordo até hoje, quando eu casei, eu falei para minha esposa, eu tenho vários sinais grandes de egoísmo, um deles eu já falei para vocês, que era futebol, o Flamengo. Coisa de solteiro. coisa de solteiro, vida de solteiro. Agora, não entra na minha cabeça um homem casado saindo de casa para ver jogo do Flamengo com amigos e beber cerveja.
Olha, pode acontecer, se for uma coisa muito organizada e certa, só com homens, uma coisa sóbria. Homem casado com um filho. Imaginem um homem casado com um filho, ficando devagar, porque está meio alteradinho por bebida. Vocês imaginam um homem com um filho no mundo e uma mulher dentro de casa, em estado? bêbado aí vocês preferem olhar para isso e falar assim porra é mesmo não tem cabimento porra como é que eu vou me embebedar porra e se minha família precisar de mim porra eu não posso dirigir um carro eu não tenho condições de andar em linha reta de carregar meu filho de fazer alguma coisa com a minha esposa Então, são esses cálculos.
Se vocês entrarem na complexidade da internet, a internet está escrota para caraca. Ela está escrota para caraca. Os católicos estão ensinando simbólicas das mais elevadas. Das mais elevadas. Como é que sai disso? Como é que sai das simbólicas mais elevadas? Se depois que ele fizer a simbólica, ele fala assim pra você ó, vai lá dentro da tua casa cuidar da tua família, aí beleza pô, aí você pode ouvir a simbólica dele. Agora, por vocês ouvirem as mais elevadas simbólicas, E o cara não cuida da família deles, vocês sabem mesmo o que vocês estão fazendo?
Ou vocês estão querendo arrumar uma desculpa para sair de dentro de casa? Para ir malhar, para tomar bomba, para ficar forte, para enriquecer, ganhar dinheiro. As pessoas me mandam, apesar de eu não acompanhar, de não entrar. Eu nunca fiz isso. Eu nunca cliquei em uma bolinha de story. e fui passando o dedo para o lado, para ir vendo vida dos outros e essas paradas. Mas eu conheço, porque eu atendo gente para a garaca e porque vocês me mandam. Olha esse cara aqui falando, olha esse milionário católico falando sobre a parábola do jovem rico, explicando.
Aí eu vou lá ver a vida do cara. Eu falo, o cara tem meio ano, se converteu meio ano ao catolicismo. E ele tem uma excelente interpretação da parábola do jovem rico sobre dinheiro e riqueza. A gente é muito maneiro, né, cara? A gente é muito católico. E aí o católico está doente. Está com a cabeça doente. Porque ele não sabe como levar uma família. Ele não sabe o que fazer. Se você, homem, está me ouvindo, as mulheres rezem pelos seus maridos.
Sejam boas mulheres. Não vão falar no ouvido do marido o que vocês estão ouvindo de mim. Não é para isso. Vocês não vão arrumar nada assim. Inclusive, se eles ouvirem vocês, E falarem assim, caraca, professor Diego, pô, acho que eu vou ouvir sim, caramba. Inclusive, se preocupem com esse cara. Se preocupem com esse cara. Se ele me aceitar dentro da casa de vocês, sem tentar fazer um movimento contrário a mim, sem ficar puto, né? Caraca. A mulher está ouvindo esse cara aí, esse tal de Diego.
Sacanagem. É sacanagem, pô. Sacanagem. sacanagem isso uma mulher querer me colocar dentro da casa para ajudar o marido dela isso é uma puta sacanagem homem não gosta disso nem aqui tem o padre Diego que sempre nos acompanha nos abençoa reza por nós aqui protege o nosso momento que só uma presença sacerdotal pode fazer, obviamente. Tem homem que fica puto até se a mulher fizer isso com um compadre. De tão que o cara é. Porra, aqui em casa a gente não ouve, não é para isso.
E é o normal, vocês sabem que esse é o normal dos homens. Não se assustem. Não vão lá na consulta e falam assim, o meu marido é muito cabeça dura, ele não quer ouvir. Não, não, não. Nesse ponto, o seu marido, ele é virtuoso, pô. Ele é virtuoso. Uma família... É que a gente tá perdido pra cacete, pô. Uma família, ela deve ter uma cultura familiar. Quando eu tava dando aula lá na comunidade sobre o trívium, né? E falando do nome, de como se nomeia, de como se sobrenomeia.
Eu falava o sobrenome Oliveira. o sobrenome Schumacher, o sobrenome Ferreira. Aquilo é uma tradição de família, uma família de ferreiros, uma família de criadores, de cultivadores de azeitonas, uma família de farmacêuticos que protegem a cultura familiar das outras merdas que aparecem por aí. Porque não é normal, não é normal que um filho de uma família antes, sobretudo antes dos 12 anos, se encantasse por uma profissão ou por uma cultura interior familiar que não fosse a voz do pai e da mãe, isso não é normal que aconteça.
Isso não é normal que aconteça. Isso é contra, contrário à família. É por isso que eu fico falando para os homens e para as mulheres. Os filhos homens têm que ficar aos pés dos homens aprendendo as coisas dos homens. As filhas mulheres ficam aos pés das mulheres aprendendo as coisas das mulheres. Então a gente vê uma zona do caraca. A gente vê. o homem me ouvindo aqui e querendo ficar fazendo as coisas que ele me veio fazendo com meus filhos, com a filha dele, botando a filha dele para lutar, não sei o que lá.
Eu falo, pô, se você tem um monte de mulher, essas meninas, elas têm que estar sobretudo aos pés da tua esposa, e você ali tomando conta da casa. fazendo, tomando conta da casa nas coisas que eu falei para vocês fazerem aqui no início da live e se dedicarem, se entregarem à casa. Pô, existe uma infinidade de coisas que há despeito dessa babaquice de vocês de isso não tá errado, a igreja católica não proíbe isso, de não sei o que lá, não sei o que lá. Pô, a função de vocês, vocês tem que ficar parando, parando com essa merdinha de falar assim ó, Eu vou fazer isso aqui porque isso não está errado.
Eu vou fazer isso aqui porque isso não está errado. Eu vou para a academia porque não está errado ir para a academia. Eu vou fazer karatê porque não está errado eu fazer karatê. Eu vou para o futebolzinho porque não está errado. Eu não quero que vocês vivam pelo que não está errado. Vocês têm que olhar a vocação de vocês e falar assim, cara, o que eu tenho que melhorar aqui dentro dessa casa? É um pouco mais de dinheiro que eu preciso? Ok, eu vou trabalhar um pouco mais.
Porra, mas isso vai me deixar completamente fora de casa? Então não, porra. Então não. Então eu vou reduzir a minha vida de família a muito menos dinheiro, porra. A muito menos dinheiro, porra. Eu vou vender meu carro. Eu falei isso pra vocês. Eu fiz isso no outro dia, porra. No outro dia. Há poucos anos atrás, já casado com dois filhos, porra. Eu falei, cara, sabe de uma coisa? Porra, acho que eu tô trabalhando muito, porra. Tô trabalhando pra caraca. Pô, não tô conseguindo fazer as coisas com meus filhos homens.
Pô, sabe de uma coisa? Eu vou vender esse carro aqui e fazer isso aqui, aí de uma semana pra outra começou a sobrar dois mil reais na minha vida. Dois mil reais na minha vida. Tirei o carro, gastava mil e poucos reais de gasolina indo da Tijuca pra Campo Grande. Eu falei, vou pegar um metrozinho aqui, aproveitava, fazia minhas coisas, vida de oração toda dentro do metrô, do ônibus, me salvava completamente. Aí começou, mas nego quer ficar rico pra caraca. Rico pra caraca. E tá achando, e tá assim ó, a fala, a fala, a fala, o discurso.
Pra minha família. porque eu sou provedor, porque eu estou pagando isso para os meus filhos. Aí você vê esse... Olha só, quando vocês querem se validar, então, fazendo uma merda de vida dessas, como é que, então, que vocês se validam? Para tentar se validar que vocês são bons pais. Vocês se validam com essas merdinhas que aparecem aí na cultura, não é? Os pais vendo quem faz a melhor maquete dos filhos. Os pais vendo quem faz a melhor mochila. As mães vendo quem faz o melhor cabelo.
Vocês estão tentando ter validação. Essa é a mesma coisa da corridinha do aterro aqui, da medalha. Todo final de semana tem corrida aqui. Uma validação. Vocês querem uma vitória, um juízo. Vocês querem tirar dessas validações artificiais, criadas à toa, demoníacas, porque separam, porque dividem famílias. Vocês, diábolos, dividem. Vocês querem tirar dessas validações artificiais um juízo de boa mãe e bom pai. Eu estou aqui. Levei para casa uma medalha de corrida. Aqui, meu amor. Eu corri 21 quilômetros, 42 quilômetros.
Olha aqui, meu amor. Hoje, no colégio, nosso filho foi elogiado com cabelo de palhaço. São essas validações. Qual validação que um pai deveria ter? Para a gente encerrar aqui a minha parte. Eu faço treinamento físico direto com meus filhos. Ontem fiz um treinamento de calistenia com as crianças. Hoje fiz um treinamento de corrida com as crianças. Eu não consigo lembrar. A Maria não desiste de mim. Ela está tentando me fazer lembrar de levar o celular para gravar essas paradas.
Só que isso acabaria muito... com as minhas preocupações quando estou fazendo isso. Quando vocês me veem assim, ou as pessoas, elas já têm um tempo aqui percebendo como é o meu tipo de vida, aí elas postam assim, fazendo as coisas com as crianças, correndo, fazendo luta, aparafusando, costurando, limpando casa. Aí elas postam aí para mim, porque é bonitinho. O professor vai gostar, porque realmente elas estão mudando e elas estão entendendo. O crítico delas foi curado. A verdade. O juízo novo.
Caramba, existe então isso aqui. Aí ela vai tentar e ela acha. um novo domínio, e o domínio é a terra do enteosiasmo, de onde mora o senhor, o domino, a terra do entusiasmo, é o domínio do crítico que conhece. Se você não der esse entusiasmo para o roteirista agora, o que é dar um entusiasmo para o roteirista? É você pegar esse novo conhecimento, isso que vocês têm postado aí, o tempo de presença tem pé com o professor Diego, Se vocês não transformarem isso num domínio duradouro agora, do futuro, do roteirista, e depois praticarem, em breve vocês vão estar procurando outra coisa na internet.
O que é isso que eu estou falando na prática? O treinamento que eu faço com meus filhos, a parafusar com meus filhos, limpar com meus É um domínio real e duradouro. Não é nada bonitinho de internet, não. Nos últimos três meses, os meus filhos diminuíram o tempo de corrida de dois treinos que a gente faz em dois minutos, e eu meço cada corrida, anoto cada corrida. Sei em cada ponto do Aterro do Flamengo onde a gente vai iniciar o tiro, onde na próxima corrida eu vou aumentar mais 10 metros.
Eu tenho um roteiro de domínio real. A minha validação não é a porra da medalha do Aterro, da tua corrida que não serve pra porra nenhuma, a não ser te enganar que você é alguma coisa na vida, porra. O domínio verdadeiro real é o filho real e verdadeiro se temperando de você e dominando as atividades do dia, pô. É sabendo fazer sozinho, é se vencendo, é ficando mais forte realmente, é aumentando a quantidade de barras, é fazendo serviço, é cuidando da mãe, é sendo mais generoso, é fazendo dia após dia, dia após dia, repetidamente.
Não é essa merda de cabelo, essa mochila que você comprou e que você acha que vai para o seu filho e que vai receber um elogio, porra. Que porra babaca, idiota. Vocês sabem que são. No fundo, no fundo, vocês sabem, né? É que todo mundo faz essa merda. Aí vocês caem num ponto da lógica que depois eu vou desenhar para vocês na persuasão. que é a retórica do trívio, eu vou falar para vocês como isso acontece, o domínio dentro da alma do personagem no palco, do roteirista, que é um falso domínio, que a gente chama na língua de falácia, uma falácia material, uma falácia de argumento ad populorum.
Todo mundo faz, então vocês acham que é a própria ordem de domínio do mundo. Não, não, não, não. Não é não, pô. Não é não. aquela galera toda assim, ó, aquela multidão toda ali, ó, aquela multidão toda. Tá todo mundo doente junto. Tá todo mundo doente junto, pô. Não é aquela medalha que vai fazer de você mais homem. Eu vou te falar até piores, tá? Porque as pessoas também... Essas paradas não me enchem os olhos? Porque, obviamente, de verdade, de coração aberto, Porque são merdinhas, pra mim são.
Porra, eu sou comando os anfíbios, porra. Se eu botar uma farda minha de quartel, tem uma caveira no meu peito. Então, isso pra um homem é um puta de um juízo, de uma validação do mundo que nego não tira mais, né? Isso é uma marca de gado. É por isso que tem aqueles treinamentos de campo de concentração, aquelas merda lá que não dá nem pra falar, né? E isso tudo não é nada. Perto de um pai de família que decide amar e viver dentro de uma família, o curso das forças especiais, saltar de paraquedas, de grande altitude, mergulhar a profundidade, a caverna no peito, gorro preto.
Essa porra não é nada, é tipo uma brincadeira de criança perto de um homem que olha uma mulher, entra numa casa e fala pro senhor, senhor, eu vou entregar minha vida aqui. Eu vou lutar aqui, o meu sangue vai ficar nessas paredes, os meus amores vão estar aqui dentro. Eu vou dar tudo o que eu posso para esse moleque de mim. Esse moleque não vai ter nada material, nada material. Já falei para vocês, os meus filhos não vão ter um centavo de herança, se eles saírem de casa.
Obviamente, se eu morrer com alguém aqui, eles vão ter alguma coisa minha, porque eu não vou estar preparado. Mas se eles saírem de casa, eles nunca vão brigar por um centavo meu, porque eles vão sair de casa sabendo que eu vou sair dessa vida com a minha esposa igual um mendigo, sem nada de dinheiro guardado para eles, sem uma casa para eles dividirem nada. Porque pai e mãe não é para essa porra. Pai, mãe, é pra dar pro filho todo de si. Vocês entendem? É pra dar de si.
É pra amar grandes amores e dar o domínio desses grandes amores pros seus filhos pela sua presença constante, ainda que seja miserável, ainda que seja suada. Se for suada e miserável, a gente vai dar pros nossos filhos um cheiro de suor e de sangue. Existem três grandes cheiros na minha vida vocacionais, como pai. Um deles É o cheiro da roupa que meu pai chegava no trabalho. Eu nunca me esqueci daquele cheiro, pô. E que ficava ali com a roupa de trabalho. Meus filhos, a minha esposa fica brincando comigo que meus filhos, quando eu chego em casa, às vezes, e eu sou um cara que fico suado pra caraca, às vezes, eles dão aquela fungada.
E eu falo assim, ô, papai, tá meio fedorento, né? E eu fico com a roupa de trabalhar até eles irem dormir, até o final do dia, porque eu sei o que eu tô fazendo. Quando o nego me para na rua, você vê, hoje eu corri com meus filhos, eles correram de calçado, mas pelo menos o mais breve em breve vai começar a correr muito descalço igual a mim, porque eu quero que eles vejam o meu pé todo aloprado. com bolha, com sangue. Não quero que eles olhem o papai e falem assim, o papai está buscando uma vida confortável.
Pelo contrário, o meu filho mais velho já fica pedindo para sair para correr descalço, porque eu sei que ele quer já o mesmo tesouro que eu. Um pé calejado, com bolha, com a casca áspera, e o chão está quente para caraca, e o nego está ali igual um... Não vou nem falar. Isso tudo é de graça, porra. Pelo contrário, né? Isso tudo, inclusive, é averso ao dinheiro e ao conforto. É averso ao dinheiro e a conforto. Porra, vocês estão falando aí, ó. Olha, olha aí o nosso modelo de pai.
Olha aí que grande maravilha que o Alberto Andrade falando aí, ó. O nosso modelo de pai de homem, São José. São José. mendigando pela rua. São José estava mendigando pela rua, como um mendigo, pedindo ajuda pra um lugar pra botar o filho dele. Que porra é essa que vocês que são pais católicos pra caraca querem enriquecer pra dar que porra pros filhos de vocês, porra? São José deu de si. Deus, quando olhou pra São José, olhou e falou assim, ó, eu vou pro mundo. Eu vou pro mundo ser como um homem.
E dentre os homens do mundo, eu vou ser como esse. Nós estamos tentando imitar São José. Mas Deus quis imitar ele. O nosso Jesus Cristo, para ser homem, quis imitá-lo. Um homem como São José. É por isso que eu falo para vocês. Eu não tenho dúvida nenhuma. que quando Nosso Senhor recebeu aquela cruz de oliveira, como diz a tradição, talvez com um pouco de oliveira, talvez com um pouco da matéria da palma, talvez com um pouco da madeira do cedro do Líbano, eu não tenho dúvida nenhuma que Nosso Senhor, quando sentiu aquele cheiro de sentiu o mesmo cheiro que eu sentia da roupa de trabalho do meu pai, que meus filhos vão sentir da minha roupa, um cheiro das mãos de São José, um cheiro de quem está cumprindo a sua vocação, ouvindo aquelas mesmas palavras que o rei Davi falou para o seu filho no leito de morte.
Filho, seja forte, cumpra a sua vocação, seja homem, Tem que ter bicicleta, tem que ter capacete, tem que ter carrinho, tem que não sei o que lá. Eu vejo, porra, correndo pela rua com meus filhos, sem nada, sai de casa, vamos correr, vamos correr, vai. Porra, no outro dia eu vi um... Não vou falar aqui não, senão vai que alguém tá aqui aí, fazendo essas baixarias no aterro do Flamengo aí. Me alonguei demais, né?
Caraca, 10h20. O pessoal do Instagram, persistente pra caraca. 156 cabeças no Instagram ainda. Fazendo resistência pra não vir pro YouTube. É ruim só porque aqui no YouTube eu consigo ir lendo e vendo a galera aqui. Fica gravado aqui no YouTube, fica gravado. As meninas fazem balé com a Maria. Rosevani, as meninas fazem balé com a Maria.
Não é assim que Nosso Senhor é conhecido? Quando Ele aparecia, não é Ele o filho do carpinteiro? Jesus bar José, Jesus o carpinteiro. É difícil vocês entenderem como é que isso foi feito? É muito difícil, de verdade. Se vocês desligassem, saíssem da internet, porra, parassem com tudo, parassem dentro da casa de vocês, sentassem com a esposa de vocês realmente assim, falassem, meu amor, quais são nossos grandes amores? O que a gente tem que fazer nessa vida? Vamos tentar fazer da melhor maneira? Aí nossos filhos ficam aqui com a gente e eles vão aprendendo disso tudo com a gente.
Vamos fazer assim? Vamos começar por aí assim? Professor, o que o senhor pode falar sobre alguém ficar fazendo juízos sobre si e sobre os outros na maioria do tempo e acreditando que esses juízos que emite são verdadeiros como que soubesse de tudo?
Então, essas pessoas que ficam fazendo juízos sobre si e sobre os outros, primeiro, elas passaram, se elas fazem por muito tempo, o que aconteceu com elas? Elas se temperaram disso, de ficar fazendo juízos. E se elas se temperaram disso, provavelmente elas passaram bastante tempo na internet, porque a internet é o lugar dessa doença. Quando você entra na internet, você está vendo vida dos outros, vida dos outros, vida dos outros, vida dos outros. Então você se vicia em fazer juízos. Eu atendo gente assim todo dia, Ronel, todo dia.
Foi contra isso que São Bento diminuiu a carga psíquica das pessoas e colocou as pessoas para trabalhar, não com o trabalho, que é disso, porque se você trabalha na internet, no Instagram, você vai morrer com essa doença. O que é o trabalho, então? Esse trabalho que cura a cabeça do homem? Esse trabalho que cura a cabeça do homem é o trabalho que tem que fazer o homem ordenar o mundo material. Então, o Abade, do Mosteiro, ele tinha que cavar pra plantação, pô. Ele tem que aprender a ordem do mundo material.
Esse é o tipo de trabalho, pô. Quando eu falo pra vocês, cara, por que que eu não fico atendendo igual maluco, dando olho igual maluco, na internet igual maluco? Por que que eu não posso fazer isso, pô? Porque senão eu vou adoecer assim, pô. Eu vou ficar aqui fazendo juízo pra caraca, fazendo um monte de parada bonitona pra vocês, de um monte de aula, um monte de curso, um monte de simbólica. Tudo que a gente pega na vida dá pra fazer simbólica. Eu vou começar a pegar todas as caracteriologias aqui pra vocês pra fazer curso.
Eu vou falar do eneagrama, vou falar de temperamentos, vou falar de signo, vou falar de não sei o que lá. É assim, porra. Isso tudo é doença, doença, doença, doença, doença, porra. Vocês querem ficar mais inteligente? Mais inteligente, real, de verdade? Pra ser um homem real dentro de casa? Porra. Compra uma furadeira, uma parafusadeira. Pega um piso laminado. Começa a quebrar dentro de casas, porra. Pendura uma barra aí dentro da tua casa. Pega uns ferros. E começa a dominar o mundo material real dentro da casa de vocês.
Porra, vocês vão ver que vocês vão começar a ficar inteligentes. Porque vocês vão aprender o que é o auge do intelecto humano. O auge do intelecto humano. Que é saber utilizar as coisas materiais do domínio mais próximo dele para fazer os grandes amores da vida dele durar. Não é essas merda de ficar fazendo curso na internet, pô. E eu faço isso, é por isso que eu sou professor e não faço isso com vocês, porque eu não faço comigo. Eu não acredito nisso, pô. Eu não acredito nisso.
Não acredito nisso. Você usar a furadeira, furar a parede e saber onde você tem que furar porque não pode ter água e aprender. Então eu tenho que aprender um pouco de encanação. Caramba, como é que é mais ou menos? Se eu vou fazer um furo aqui, eu tenho que pelo menos olhar a perpendicularidade aqui do furo. Olhar a perpendicularidade para ver se a perpendicularidade não passa em nenhuma bica, não passa em privada, em nada disso. Você vai começando a dominar o mundo real, você vai largando dessas merdinhas, dessa ideologia.
Aí quando aparecer gente falando para vocês, porra, você tem que sair de casa, você tem que ir para o karatê, você tem que ganhar dinheiro, aí tu vai começar a achar estranho esse esporte. Pô, tem alguma coisa estranha, pô. Para amar essa galera aqui dentro de casa então, para fazer isso aqui funcionar, é Pô, eu tenho que mesmo sair? Pô, então eu tenho que salvar o mundo inteiro? Tem aí, pô, o padre Diego, ele não casou pra poder entregar a vida por muita gente, pra comunidade.
Eu não, eu, o Diego, eu tenho uma esposa, Deus nos deu seis filhos. Pô, sou eu mesmo que tenho que sair daqui pra ir dominar lá fora? Pra cuidar daquelas pessoas? Pô, ou eu tenho aqui a minha comunidade aqui, ó. Meus seis filhos, a minha esposa. E eu tenho que estar aqui o máximo de presença possível pra ensiná-los a dominar meus amores. Porque eles têm meu sobrenome. Eles são reis, pô. Eu tenho que dar o meu reinado pra eles, pô. Uma família de reis. Não é difícil.
Não é difícil. Vocês só estão aí... É como... Perdi agora. Onde é que estava a pergunta? Vocês falam para caraca também. Até que não. Está pertinho já. Fazendo juízo para caraca. Vocês ficam fazendo juízo para caraca. Vai acabar a bateria aqui. Vocês ficam fazendo juízo pra caraca, porque vocês ficam diante de realidades que precisam de juízos pra caraca. Se vocês estão vendo pessoa vivendo o tempo todo, não param, cara. Eu vou ficar três horas abaixado aqui e eu vou ficar esfregando o chão, meu irmão. Ontem eu peguei uma pedra de mármore assim, ó, que fica assim em cima da área, assim.
Eu olhei pra aquela pedra. Eu ofereci minha vida para o Senhor, ofereci para algumas pessoas que são meus pacientes, que precisam da minha vida, e falei assim, eu vou esfregar essa pedra aqui com a melhor coisa possível. Aí é a minha esposa falando depois para mim, que ficou legal, que a minha medalha é a minha banana da corrida do aterro. Só que nesse caso, essa porra não é um egoísmozinho escroto, porque vocês percebem que é para vocês? Porque é do nosso reino, do nosso castelo, da nossa casa.
Isso é a validação real do mundo real, da vida normal. Isso é a validação real do mundo real, da vida real, do dia comum, da vida comum. Aí você fica três horas validando, fazendo juízo sobre o mármore. Caraca, meu irmão, isso aqui não passa de jeito nenhum, essa mancha não sai do mármore. Como é que sai mancha de mármore? Você está ali, ajustando o crítico. fazendo novos roteiros, aprendendo novas técnicas. Aí, você não está fazendo isso? Duas horas disso, você está onde? Você está no Instagram, você está falando mal da vida dos outros, você está falando para caraca.
E não precisa, a gente não precisa disso o tempo todo. Você está na internet querendo responder 20 perguntas por dia no Instagram, eu vou responder pergunta para caraca. Então, você está o tempo todo fazendo juízo. Por que você quer responder pergunta? Você quer ir lá? Não vai sair. Não vai sair. A gente já sabe disso desde o século IV, V com São Bento. A gente já sabe disso. Pô, a igreja tinha uma doença. A doença desses monges que se dedicaram muito à vida espiritual, solitários. Aí a gente saiu dessa doença como?
Quando o São Bento falou assim, eu acho melhor a gente não ficar sozinho fazendo isso não. Vamos ficar em comunidade? A gente faz junto. E aí pra não ficar doente assim da cabeça muito tempo, vamos fazer o seguinte, vamos separar um tempo pra mundo real, pra horta, pra nossa comida, pra batata. Vocês já leram, já deram umas piadinhas na regra de solvento, como é que ela é? Com essas coisas práticas da ordem do dia, práticas? Vocês não acreditam nisso, porra! Vocês querem ficar ricos para pagar empregado para não fazer essas porra!
É isso que vocês acham que é sucesso da vida, porra! Só que isso é a doença de vocês, porra! Vocês querem parar de fazer isso e isso é a cura da vida comum de vocês, pô. Vocês querem arrumar um jeito de parar de lavar louça. Vocês querem dar um jeito de parar de passar roupa. Vocês querem dar um jeito. de parar de arrumar a casa, de parar de arrumar a gaveta de vocês e vocês estão doente, porra. Vocês estão doente. Doente pra caraca. Eu vejo quando eu sento aqui pra ler na terapia.
Eu falo assim, cara, se essa mulher lavasse roupa, meu irmão, se essa mulher, porra, passasse um ferro numa roupa e gastasse um tempo ali com a filha fazendo um bolo, porra, sem internet, sem nada. Essa mulher dispensava o terapeuta, dispensava a empregada, dispensava esse monte de merda que vocês estão fazendo com a vida de vocês, pô. Entende? Obviamente, obviamente, as coisas funcionam, tem tempo pra tudo, né? Eu tô falando isso pra vocês e é óbvio, é óbvio que tem dia que um homem vai ter que falar assim pra mulher, Saia aqui.
Estabelece uma rotina aqui. Saia aqui com as suas amigas. Vai encontrar com as amigas. Deixa que eu fico com as crianças. Ou então estabelecer um dia aqui e falar, meu amor, hoje vamos comprar quentinha para não precisar fazer comida. Mas é óbvio que existem essas coisas na vida. Inclusive, um monte de mulher que hoje em dia quer fazer um monte dessas paradas alopradas de internet das vidas católicas. que elas seguem de pessoas que têm várias empregadas, elas não têm dinheiro pra ter empregada, mas elas querem viver a mesma vida das mulheres que têm um monte de empregada, né?
Um monte de vida dessas mulheres precisa disso às vezes, pô. De um homem pegar assim e falar, pô, vai pra rua e volta daqui a... sai aqui de manhã, tarde, sobretudo se tiver filha, mulher, né? Você vê, hoje a Maria aqui passou a tarde fora com a minha filha mais velha, nossa filha, nossa Maria mais velha. Passaram a dar-lhe fora. Foram no shopping, andaram na rua, foram na praça. Eu fiquei aqui com o restante da criançada. A gente fez as nossas coisas. Rezamos o terço. Fizemos nossas brincadeiras aqui.
Fiz o Scardzinho aqui, fizemos, passamos um pouco aqui das coisas da história de Portugal. Eu brinquei com meus filhos aqui do Príncipe das Astúrias, lutando contra os mouros. A gente brincando normal, coisa normal, pô, de vida comum. Final de semana, dentro de casa, saímos para dar a nossa corridinha, corremos. Corri lá descalço na rua, eles correram com o calçadinho deles lá, batemos o nosso recorde hoje do nosso tempo. Eles ficaram felizes para caraca, chegaram contando para todo mundo que eles baixaram em 10 segundos o tempo da última corrida.
Vocês têm a vida normal, a validação normal da vida comum, da vida comum. Agora, ficar aqui direto na internet, vocês acham mesmo que é fazendo curso que vocês vão se safar? Vocês acham que está faltando para vocês recurso? É real que vocês acham isso? Vocês acham mesmo? Eu vou falar para vocês, não deve ter um aqui, nessas 500 cabeças aqui, não deve ter um de vocês que precisa real de mais dinheiro para fazer o que vocês têm que fazer. Real, real. Não deve ter um aqui que precisa de verdade de mais dinheiro.
Eu sei que todos vocês acham que precisa de mais dinheiro, não é? Todos vocês acham que precisa. Mas vocês acham que precisa porque vocês acham que tem que parar de fazer as coisas que vocês estão fazendo todo dia. E eu estou falando para vocês, hein? Essas coisas que vocês querem parar de fazer e vocês não conseguem porque vocês não têm dinheiro para pagar? é a chance que vocês têm pra salvar a vida e a psique de vocês. Então, se eu até hoje, mesmo ganhando o dinheiro que eu já ganhei na vida, eu não largo de jeito nenhum.
Eu nunca deixei uma pessoa encostar numa farda, numa roupa minha, pra costurar, pra fazer bainha. Nunca deixei, porque eu sei que o dia que eu parar de fazer essas coisas, Eu vou adoecer. Eu sei que eu vou adoecer. Se eu entrar na minha casa e a parede não tiver sido pintada por mim, a maioria das coisas eu tiver, se eu não sentir o cheiro do meu suor, o cheiro do cedro, o cheiro do meu sangue derramado dentro da minha casa, Eu vou querer ir para a rua malhar, ficar forte, passar perfume, ficar olhando para a mulher dos outros na rua.
É como é. Vocês sabem como é. A gente está falando aqui, mas vocês já sabem disso. A gente fica só tentando se enganar. Ah, não, mas fulano é diferente. Fulano, ele é mais santo, realmente. Olha as coisas que ele fala, pô. Esse pode ficar na academia com as mulheres vestidas daquele jeito, porque esse é impassível. Ele consegue abrir o olho, olhar e dar o comando para o olho dele. Olho, você nasceu para olhar, mas você não vai olhar, porque eu não quero que você olhe. Esses...
Os super-heróis, os super-heróis do mundo. que conseguem a grande proeza de serem homens de família e não fazerem nada dentro de casa. Puta merda, meu irmão! Onde é que a gente foi parar? Um dia eu vou falar sobre isso aí que o Ikenami falou. Eu tenho várias anotações dos meus cadernos sobre o pecado contra o Espírito Santo na vida do crítico. Inclusive, na última ou penúltima aula do curso das três pessoas, eu falo sobre isso. Um pouco, pelo menos.
Professor, o senhor mencionou algo sobre tatuagem ao longo da live. Vocês que me conhecem, o que uma pessoa quer fazer quando faz tatuagem? Usa o meu linguajar. O que ela quer fazer com o amor dela usando tatuagem? Quem tem tatuagem aí? Fala aí. Por que se faz uma tatuagem? Pronto. Aí, Rafaela mesmo. Fazer um amor durar. É uma forma meio escrota, meio baixa, meio material, vocês entendem?
De fazer o amor durar, é uma forma de querer fazer o amor durar. É uma tendência normal do ser humano. Caraca, desceu tudo aqui. Samuel Pedraça, professor, foi difícil conciliar a vida militar, que parece exigir muito tempo, com a criação... Cara, isso aí é mó balela, ô Samuel. Isso aí é mó balela, meu irmão. Quando eu fiz comanf, eu já tinha o meu filho mais velho. Isso aí é mó balela. Se tu pegar um cara das forças especiais, um comanf desse, caramba...
se ele fizer todas as missões, e se quando ele tirar as missões ele se dedicar à família dele, ele vai cumprir completamente a vocação dele. Você sabe qual é o problema? É que o cara é comanf, ou ele é das Forças Especiais, ou ele é militar. Aí ele sai do quartel, aí ele quer assaltar de paraquedas no mundo civil, ele quer fazer Iron Man. Você está entendendo? Porque ele está num lugar de domínio. Ele é comanf, meu irmão. Se ele tirar a camisa no aterro, correndo e mostrando a tatuagem gigante da caveira, fica geral ali.
Caraca, o maluco é comanf, paraquedista. Antigamente era assim. Agora, vamos gritar para o cara. Velocia, vai barrer. Chão, porra, vai pintar asfalto. Você vê como é que a gente está na merda para caraca. Olha como as pessoas sacaneiam o militar. Vocês só sabem varrer rua. Aí fala pros caras com 18 anos, né? Tu vai pro quartel pra quê? Pra varrer rua, pra pintar asfalto. Ele falou, pô, eu faço essas coisas todo dia, vergonha. Todo dia eu varro alguma coisa dentro de casa. Esse final de semana eu pintei um pedacinho aqui, final de semana passada, um pedacinho da minha casa.
Quem dera que todo mundo com 18 anos fizesse isso. Mas vocês dão moral para gente com 18 anos? Vocês acham bonito ver na internet gente enriquecendo com 18 anos? Porra, nego, com 18 anos, meu irmão, tem que ser tratado com dureza para caraca, porra. Se meus filhos estiverem dentro de casa com 18 anos, porra, o que eles mais vão fazer é varrer. Porra, se eu tivesse numa empresa, porra, vocês iam ver essa zoação que nego fala. Mas por que nego zoa o militar? Porque nego acha isso vergonhoso.
Vocês entendem isso quando eu falo pra vocês? Nego acha vergonhoso um jovem de 18 anos varrer rua, porra. E pintar as coisas, deixar as coisas bem pintadas, porra. Nego acha isso vergonhoso, porra. Isso é uma grande vida, porra! Varrer uma rua e pindar a parede é uma grande vida, porra! Como é que vocês são capazes de desloar uma pessoa por isso, porra? Beleza, Samuel? O problema, cara, são os outros amores, pô.
Se o cara tivesse dois amores ordenados ali, ó. Tô no quartel fazendo minha missão. Chega em casa, é minha família o tempo todo. É minha família, pô. Que maneca. Mas o cara, ele é comanfe. Aí ele quer chegar em casa? Ele quer ir pra academia. Ele tem esposa, tem filho. Ele quer ir pra academia. Ele quer correr o Iron Man. Ele quer saltar de parqueta com o paisano. Você vê, ó. Eu nunca dei um salto que não fosse de uniforme camuflado, com a caveira de comanf no peito.
Nunca dei um salto no paisano. Por quê? Se eu tivesse sido comanf solteiro... Isso aí é uma bobeira, cara. Isso é uma bobeira. Vida militar, forças especiais, dá para conciliar com família. É uma bobeira sem tamanho. vamos ver aqui ó e como a maria usa o instagram e não se contamina e agora tu falou tipo veneno a e a gente a gente se ajuda muito com isso e a gente tenta ser bastante O meu caso, depois dela, vocês perguntem lá na comunidade e falam, o meu caso eu boto aqui aquele limite de uma hora, mas eu vou falar para vocês, eu quase nem, eu nem vejo aparecer esse limite, ele aparece aqui na live de domingo, ele aparece o limite para mim de uma hora de uso, porque é só olhar no Instagram durante a semana, eu não faço nada no Instagram, eu não faço nada praticamente no Instagram.
Deve ter mais de um mês que eu só reposto e no sábado de noite eu boto o story pra live de domingo. Não faço nada no Instagram. Tem nada no meu Instagram, pô. Eu não sou... Vocês já perceberam. Eu não sou de internet, pô. Eu não sou de internet, pessoal. Eu não tô aqui... disputando com ninguém, área, querendo desbancar ninguém ou lutando contra as pessoas, caramba. Eu tenho alunos. Enquanto eu tiver alunos aqui e tiver coisa para fazer aqui, eu venho aqui, dou uma aula. Acabou aqui, dificilmente vocês vão me ver nessas paradas de novo.
Dificilmente. Amanhã é aniversário do Eduardo Carvalho. Parabéns, Eduardo. Deus te abençoe, meu irmão. Siga junto com ele a grande vocação da tua vida. Se ele te quis, ele te quer muito. Rezem por ele, pelo Eduardo. Com 18 anos, eu assentava tijolos.
Negócio é falar 18 anos, senta tijolos. Negócio é bonito, cara, de 18 anos. Você me dá um moral pra expor na internet. Cara, 18 anos, cheio de seguidor, meu irmão. Como é que uma pessoa com 18 anos tem seguidor, cara? Puta merda, meu irmão. A gente é muito ruim, meu irmão. Vinícius Cavalho.
Professor, mas por que São Bernardo aceitava os homens casados no mosteiro? Acho que não é bem isso, não, hein, Vinícius? Acho que tem que dar uma olhada melhor lá, hein? Isso aí está com cara desses ensinamentos evangélicos, está ligado? São Bernardo de Claravalli, doutor da igreja, meu irmão. Estava me tenteando, estava de futebol, que reparei que um dos meus amores era meu time. Isso é uma merda, cara. É que talvez vocês não tenham tido a experiência de viver em outro lugar e morar em outro lugar, cara.
O Brasil, com essa parada de futebol, meu irmão. Essas doideiras, assim, de... Tipo hoje, o Flamengo campeão, né? Cara, nego na rua gritando e bebendo. Cara, o Brasil, meu irmão, o Brasil, os homens são muito bacharia, cara, com essa parada de futebol, isso é uma babaquice gigante aqui no Brasil, cara. Mas vocês acham que é o mundo todo assim? Cara, eu nunca vi nada parecido com isso na África, cara. Futebol. Faz uma live com Hirota. Semana passada, eu assisti uma palestra do Hirota. Foi muito maneiro.
Até me emocionei lá, o Aikinan. Artos. E quando nós homens não sabemos fazer nada no mundo real, aprendemos junto com os filhos? Porra, é isso, cara. É isso. Eu aprendo várias paradas com meus filhos aqui, cara. Eu boto uns tutoriais aqui no YouTube e eu olho pro meu filho assim, mas, velho, vamos tentar? Aí a gente tenda, cara. É maneiro pra caraca. Eu vou, eu vou fazer isso na comunidade, sim. Vocês podem me cobrar lá que eu vou fazer isso lá. Como as três pessoas na Bíblia.
Fala sobre namoro. Professor, seu curso ajuda no relacionamento conjugal? Sim, ajuda. Tem uma aula lá que talvez tenha sido uma das que nas terapias mais ajudam em saber os casais. É a aula sobre o crítico e a força dele, a força iracível, que é muito mal utilizada nos relacionamentos. Falei porque na bibliografia ele cita que o pai e o irmão abandonaram tudo e foram morar com ele no mosteiro. Ah, mas isso aí foi depois, foi tudo depois de viúvo, os solteiros. Não eram essas paradas assim do jeito que vocês acham, não.
É que vocês pensam logo no hoje, no dia a dia, vocês pensam logo no dia de hoje como era. ouvir essa revolta? Sobre a pessoa nova ter a interpretação da parábola do jovem rico não poderia ser uma certa audácia? Audácia não, cara. É soberba. Audácia é o nome de uma virtude. Audácia a gente lembra de São José Maria Escrivá, Deus e Audácia. Não é assim que ele falava? Audácia não, pô, é soberba mesmo. É, Pedro era casado.
Inclusive, eu falei isso na última live, né? Tá aí uma grande vocação, né? Pra quem não tem filho, né? Então, você vê... Você vê casais com filhos querendo sair pelo mundo pra fazer as coisas, né? Quanto deveria... cumprir a vocação da comunidade que tem em casa. Aí cê vê os casais sem filhos que deveriam tá aí nas igrejas e sair pelo mundo, como São Pedro fez com a esposa e foram ambos mártires, né? E aí ficam se lamentando que não tem filho. Que eu sei, sei teoricamente, né?
Porque essa dor dentro do coração deve ser uma puta duma dor, né? e que as pessoas sofrem demais. Elas não podem se afogar como vítima desse sofrimento, porque essa não é a nossa vocação. Elas têm que cumprir essa vocação como a de São Pedro. Elas vão ser pais e mães dos filhos da igreja. A igreja sempre amou os órfãos do mundo. e os pais dos órfãos do mundo são as pessoas que não têm filhos dentro de casa para cuidar. Essa é a vocação, inclusive, de São Pedro.
Isso é um grande mistério e isso é uma maravilha de beleza para as pessoas casadas. A Igreja Católica foi fundada sobre um homem, Simão, sacerdote, papa e um homem casado. Obviamente, não vão entrar no pano, pra manga aqui, do celibato do padre, né? Pronto aí, ó, o Eduardo aí, ó, pesquisou ali e já mandou aí, viu? São Bernardo. Pai dele viu, Cara, lá na comunidade tá meio sem programação.
A gente bota umas aulas semanalmente. Inclusive, a gente vai até marcar, né, irmão? Quando acabar aqui, a gente vai marcar a próxima live, né? Acho que pode ser até essa semana, né? Essa semana aí. Vamos fazer uma live essa semana, a segunda live. Professora, e a vaidade de eu fazer cirurgia pra não precisar usar óculos? Eu fiz cirurgia. Eu usei óculos do meus dois anos de idade até me formar na escola naval. Mas como fuzileiro, queria ser comanf, paraquedista, fiz cirurgia. Senão não ia dar para ficar fazendo de óculos, não.
Isso aí é uma coisa bem pessoal, não é, Henrique? Eu tenho que saber tua idade, teus amores, se tu é casado, se tu tem filho, se tu está buscando mulher, você está entendendo? Essa mesma atividade, ela pode ser maneira para caraca em certas fases da tua vida e pode ser uma merda em outras. Professor, qual a biografia? Irmão, eu sou fissurado em biografia de santo, cara. É a parada que eu mais leio disparado na minha vida. Professor, como pensa sobre hierarquia dos mais velhos com os mais novos?
Tem que existir. Eu dou para os mais velhos toda a primazia dos respeitos e todos os sacrifícios dos mais fortes. Eu dou para os mais velhos. E eles sabem disso. E eles desejam assumir essa primazia. Fala, Renan. Porra, meu irmão, revisar, cara... Porra, esses tempos aí que pra mim é... É difícil, né? Não porque eu tenho que salvar o mundo, você entende?
É porque eu tenho umas paradas pra costurar, entendeu? Tem pedra, mármore pra limpar. É por isso que pra mim é difícil conseguir atender todos os pedidos de vocês. Não é nada demais o que eu tô fazendo, não. Não é porque sou um cara culpado com a garaca, porque no internet... Pode acreditar, não é nada disso, meu irmão. Não, é, pô. Até desculpa, Eduardo. Pesquisei o que falei, pesquisou não necessariamente agora. Desculpa. Maravilha, meu irmão. Que bom o seu conhecimento. Obrigado por compartilhar com a gente sobre São Bernardo.
Sabrina, onde tem essas biografias de Santos? Tem em todo lugar, não é, Sabrina? A Maria poderia falar sobre a vocação da mulher, por favor? Eu vi a Ana Cláudia falando com gentileza, por favor. Vocês sabem que São Francisco de Assis descobriu um macete para arrancar tudo dele. Descobriu que ele nunca negava tudo que pediam pelo amor de Deus. Uma das melhores coisas que fiz foi parar de torcer para time de futebol.
Era uma dessas bestas fanáticas. O professor falando debochado é engraçado demais. Meus amigos, obrigado pela companhia, pela paciência de vocês, tá? Vamos continuar nossa luta normal. Tenham tranquilidade. As coisas não são fáceis, mas são mais simples do que a gente imagina, tá? Quando eu ouço as pessoas falando assim, eu não sei o que fazer, professor, me ajuda, pelo amor de Deus. Essas mensagens, pô, me doem o coração, né? Se esse é um caso de vocês, sentem dentro da casa de vocês e comecem por aquilo que os sentidos de vocês tocam, sabe?
tentando ordenar e melhorar as coisas que estão em volta de vocês. Ah, mas eu tenho um problema de dinheiro, não sei o que lá e tal, caramba. Começa aí pelas coisas em volta de vocês, tá? O que vocês vão fazer sem o dinheiro, sem lá fora as coisas, sem o carro, não sei o que lá. Começa, senta aí em volta de vocês e comece a aprender os pequenos. Ah, eu não sei fazer nada, não sei em domínio nenhum. Tudo bem. Começa agora a aprender junto com o filho.
Ah, mas você está falando de aprender os meus amores com o meu filho, eu não sei nada para passar para ele, eu não sei luta, não sei correr, não sei malhar, eu não sei furar, eu não sei o que lá. Pô, escolhe uma coisa e comece a aprender agora junto com ele e fiquem juntos, se temperando um do outro e aprendendo juntos. E vocês vão conseguir, tá? Vai dar certo. Não existe, se eles olharem os evangelhos, a vida de nosso senhor, os ensinamentos, olhem lá, não tem nenhuma agnose, nada oculto, de maneira estranha, que não esteja ao nosso alcance do homem, da simplicidade, com calma, sem grandes afetações, entende?
Vão com calma, com tranquilidade, frequentem os sacramentos, trabalhem direitinho. Ah, mas o meu trabalho, para trabalhar bem, o meu trabalho para eu ser o cara, todo mundo sai 10 horas da noite. Então, se todo mundo apresenta um domínio técnico e quer ser promovido no seu trabalho, olha, se você vai destruir tua família por causa disso, então você não vai ser um dominador no seu trabalho por causa disso. Talvez você domine no seu trabalho por ser lá dentro de um ambiente desses, o mais humano, o mais generoso, entende?
Dominem coisas no trabalho que permitam que o maior domínio da vida de vocês seja uma família de vocês, senão não vai valer a pena. Vocês vão se destruir, vão destruir tudo. Pronto, agora a Rosivânia... Só que eu falei que é para São Francisco, não é, Rosifânia? Não é pedir, pelo amor de Deus, para a Maria, pô. Maria nem sabe disso que eu estou falando. Quer dizer, sabe agora que ela está sentada aqui do meu lado. Maravilha. Vamos partir, então, né, pessoal? Vamos partir que amanhã é segunda-feira.
Dia de luta. Obrigado pela companhia. Um grande abraço para todos vocês. Fiquem com Deus.