Presença & o tempo que tempera
Um ano novo
- o exame de consciência geral
- o roteirista
- anamnese / a memória
- a fé como fundamento da esperança
- renovar amores antigos
- o domínio do tempo
- a vocação pelo nome
- o método científico
- subordinar tudo à família
- vencer a morte
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 22:58.
“Vamos lá. Bom, eu vou... Hoje eu pretendo me estender um pouco mais. E vou começar aqui já falando um pouco da entrada num ano novo.”
Trechos da aula
É olhando pro passado que se profetiza.
Toda a profecia do futuro está no passado.
A maioria de nós que estamos aqui não precisa de nada novo. A gente precisa renovar e fazer durar amores antigos.
Transcrição completa
Fala, Eduardo. Tranquilo, meu irmão. Feliz ano novo. Fala, Ricardo. Letícia, boa noite. Fala, Jaime. Pronto, o Instagram também tá. Boa noite, Nicole. Cassiane, boa noite. Feliz ano novo, meu irmão. Tudo bem, Felipe?
Fala, Alex. Boa noite, Murgel. Olha o Hermes aí de Portugal. Tranquilo, meu irmão? Tava fazendo serviço na casa aí. Com a família, né? Fala, Pedro. Boa noite. Flávio. Boa noite, Rael. Natália, boa noite. Boa noite, Ludmilla. Feliz Ano Novo. Está ao vivo?
Fala, Bruno. Boa noite. Rian. Boa noite, Paulo. Pessoal do Instagram, se quiser passar aqui pro YouTube, acho que é melhor, hein? Quer ir pelo... Boa noite aqui pelo YouTube. Cadê? Paulo, boa noite. Carlos Eduardo, boa noite. Ana Flávia, boa noite. Boa noite, Patrick. É, tem que dominar essa parada aí, é. Diego, boa noite. Luiz Otávio, boa noite. Feliz Ano Novo, meu irmão.
Boa noite, Heron. Ó o Renan aí. Feliz Ano Novo. Um abraço, meu irmão....esperando esse ano, não é isso? Com a presença... O domínio, a presença e as três pessoas. Boa noite, Sabrina. Manuel Saturno, boa noite. Fala, Victor. Belo Horizonte, BH. Eugênio, boa noite. Paola, boa noite. Gabriel Souza, boa noite. Pedro. Boa noite, professor.
Como funciona o conceito de eternidade? Os santos já desfrutarão dos corpos gloriosos ou também esperam a vinda de Cristo? Bom assunto, não é? Mas ainda não. Ainda não estão no céu com os corpos gloriosos, não, meu irmão. Professor, o que fazer na prática quando se percebe a morte do roteirista? Morrer, morrer, morrer é forte. Normalmente, quando a gente fala de morte, a gente está falando daquele cara que vive um palmo à frente do nariz. Fica sobrevivendo, procurando a próxima refeição, o próximo prazer.
Isso tem. Agora, morrer o roteirista é difícil ser esse caso. Ele vive uma depressão profunda de roteirista. Vocês têm que fazer a experiência para vocês entenderem o que é uma vida assim. É só a gente olhar para a nossa vida e ver como a gente entra num dia sem roteiro. Ou a gente fica jogado no sofá esperando a vida comandar a gente, ou se derem os comandos da vida e a gente for fazendo coisas automáticas, nós participamos da vida como coadjuvantes do roteiro dos outros. Então ou a gente tem o nosso roteiro ou a gente vai ser coadjuvante do roteiro dos outros.
Isso acontece muito na internet com o pessoal que pega roteiro dos outros para viver, sabe? Abandonando a própria vocação. De alguma maneira, a gente também vai falar um pouco hoje sobre isso aqui. Vamos lá. O que fazer na prática? Um roteiro? A gente vai aprender um pouco sobre isso aqui hoje. Boa noite, Cláudia. Letícia, boa noite. De alguma maneira, a gente também vai falar sobre o exame de consciência. Essa é a época do exame geral, o exame geral de consciência. Se a gente tivesse que fazer pelo menos uma vez por ano, a gente fazia agora, para planejar o ano novo.
Veridiana, boa noite. Alana, boa noite. Gustavo Castro, boa noite. Paulo, boa noite. Virgílio, boa noite. Fala, Espadote, boa noite, meu irmão. Emília, boa noite. Eduardo. Plano cartesiano aí. Não dá pra gente desprezar o Descartes de toda maneira. Na verdade, não dá pra desprezá-lo. Plano cartesiano é uma ideia imensa na história da vida intelectual e da evolução. Olá, Edson, boa noite.
Gustavo, boa noite. Boa noite, Júnior. Feliz Ano Novo. Boa noite, Vivi. Ana Paula, boa noite. Vitor. Pai de Cristo... O meu livro serve para qualquer pessoa. O meu livro é sobre a vida humana básica, o básico sobre a vida humana. Tem um pouco de avançado ali também, que eu pensei até em tirar um capítulo sobre os intelectos, mas está ali. Pelo menos o pessoal vai saber que existe. Christian, boa noite, meu irmão. Eduardo César, boa noite.
Simone, boa noite. João Pedro. Para nós que vimos agora tudo através das três pessoas. É assim, não é? Agora a consciência só ligou que é assim. Davi, boa noite, meu sonho e minha mulher estamos fazendo três meses de casado hoje. Reze por nós. Claro, depois coloca o nome da sua esposa aí, ô Davi. Eu e o pessoal aqui presente podemos rezar por você. Carlos Henrique, boa noite. Lívia, boa noite. Henrique, boa noite.
Família Valente, força e honra. Monique, boa noite. Gustavo Trajano, boa noite. Danilo Guedes, boa noite. Eloísa, boa noite. Victor, se eu participo da Missa Tridentina, poucas vezes... Teve um ou dois anos da minha vida, mais para a juventude, que eu participei semanalmente da Missa Tridentina. E a gente pode falar sobre isso. Michelle. Feliz ano novo, Michelle. Vitor Guerreiro. Roteiro de domingo aqui em casa.
Que honra. Lineker. Quando eu falo que honra participar da casa de vocês, guarda essa expressão que eu vou usá-la nas próximas semanas para ensinar vocês sobre as dúvidas que o pessoal teve de honrar pai e mãe. Que honra. Boa noite, Michele. Já falei, né? Lineker. Nilva, boa noite. Guiara Caju. Pamela, boa noite. Sara Costa, roupe. Carla, boa noite, professor. Agora um dos meus filhos que acompanha a comunidade.
Que honra. Seja bem-vindo. Eloísa. Fazer o roteiro de uma pessoa depressiva é perigoso? Viver é perigoso, né, Luiza? Mas é uma aventura maravilhosa. Tem que fazer um roteiro, né? Espadote. Vocação foi reduzida na atualidade à profissão. É, é. Acontece muito, né? Perdendo de vista que é um chamado de Deus e que engloba todos os aspectos da nossa vida. A vocação é um chamado à vida, sobretudo. Um chamado pelo nome. Para a perfeição. Só existe isso para o homem. O homem que vem à vida e é chamado pelo nome, ele é vocacionado à perfeição e nós a perseguimos de toda maneira.
Por isso que a gente tem que ter muito cuidado quando a gente chama alguém de escrupuloso. O escrúpulo É uma doença constituinte do ser humano. Então eu vejo na internet as pessoas chamando zelo de escrúpulo. Escrúpulo de zelo. Então tem gente que fala assim, nossa, como ele é zeloso com a alimentação dele. Ele pesa grama de proteína, quantidade de arroz. Aí falam, isso não é zelo não, minha senhora. Isso é escrúpulo. Porque comida é pedrinha. É escrúpulo. Aí vocês chamam a menina que começa a se alegrar com a vida espiritual, começa a, sei lá, participar da missa de véu, aí vocês começam a chamá-la de escrupulosa e, na verdade, é zelo.
porque não tem nada de pedrinha ali, pelo contrário, ali tem a pedra angular, a pedra fundamental. Então hoje as pessoas têm essa capacidade de chamar falsas perfeições de zelo e verdadeiras perfeições de escrupo, tá? A gente precisa tomar muito cuidado aqui. Vamos lá. Cadê? Onde é que eu parei? Agora foi descendo tudo aqui. Silvana. Boa noite, Silvana. Feliz Ano Novo. Giovana Prado. Boa noite. Feliz Ano Novo. José. Boa noite, professor. Estou colocando o senhor nas orações do Santo Terço. É isso, meu irmão. É isso que eu preciso.
A igreja é muito rica em seus ritos. Participei numa oportunidade do rito Maronita, consagração em Aramaico. Esse era o rito que eu participava quando morava no Líbano. Esse é o rito maronita, de São Marom ou Sírio. Julie Costa. Boa noite, professor. Alegria minha, Julie. Seja bem-vinda. Amanda. Boa noite. Felipe. Mensagem retratada. Boa noite, Felipe. Luísa. Boa noite. Cássia. Boa noite. Maiana. Boa noite. Ramon e Maiana. O Ramon falou comigo recentemente.
Me marcou aí no Instagram. Eduardo, professor, o senhor gosta da música Linger? Claro, The Cranberries, né? Essa é a música que quando eu fiz a prova do Colégio Naval de Matemática em 2001, eu voltei e estava tocando na rua, né? Linger. Ficou marcada pra mim essa música. Gosto muito dessa música. E essa é a música que eu danço com a minha segunda filha, Maria Rita. Cada filho meu tem uma música que eu danço com eles na sexta-feira à noite. Linga é a música que eu danço com a minha filha mais velha, Maria Rita, que é a segunda filha.
O primeiro é o José Pedro. Roberta. Tinha respondido hoje no direct, né, Roberta? É isso. Quais os efeitos de quando a consciência já causa, já acusa antes da burrada e mesmo assim a gente não obedece? Isso é um sinal de força de consciência. A gente tem que ver aí se tem problema de roteiro ou problema de personagem. Porque eu estou supondo que o crítico que é o âmago da formação da consciência, é o espírito da consciência, o crítico. Eu estou supondo que ele fez um juízo correto.
Tem muita gente que fala assim para mim, Diego, meu personagem é fraco para cumprir o meu roteiro. Só que a pessoa não tem força de personagem porque o roteiro não é dela. Isso acontece muito, muito, muito, muito. Boa noite, professor. Estou longe da família. Os filhos estão de férias. São quase 30 dias. Eu vou focar no trabalho e rotina. O que você lenta para não dar ruim? Para não dar ruim é procurar ficar o máximo possível nas presenças possíveis. Elas nos protegem bastante para não dar ruim.
Tudo bem. Recebeu a minha rotina? Não recebi, não. Eu não recebi, não. Depois manda para mim, irmão. O senhor pode explicar um pouco da relação das vias purgativa, iluminativa e unitiva? A luz das três pessoas? Podemos. Depois me manda lá por direct que eu anoto. O Manoel? O Manoel está aqui na live. Manoel Saturno. Ele me mandou aí alguma coisa... E eu anotei lá no meu caderninho. Até mandei uma foto pra ele no meu caderninho de temas pra comunidade. Me manda lá, ô, Felipe. Eu já dei uma aula sobre isso, cara.
Eu não sei se em live, alguma coisa aí. Falando de como funciona isso com as três pessoas, tá? Mas isso é bom estar na comunidade, sim. Isso é a tal da via mística, né? A gente pode usar uns tratados para falar sobre isso, o Tratado de Teologia Mística do Tanqueray. Professor, você já pediu intercessão para padre Cícero? Eu já pedi ajuda para padre Cícero. Foi uma época da minha juventude que eu li vários livros dele. O que eu sempre me recordo muito era da quantidade de casos de hostes que tinham sangrado quando ele consagrava, sabia?
46, 47, 48 casos que tinha relato. Uma coisa assim. Eu gostei muito de ler sobre o padre Cícero. Meu padrinho padre Cícero, você vai falar um pouco sobre ano jubilar? Eu não pretendia, não. 9h20 já. Como as três pessoas se relacionam com a teoria do Big Five, da personalidade? Eu posso falar sobre isso também, depois me manda no direct, ô Vinícius. Professor, uma vez o senhor me respondeu que não era o momento de eu fazer uma pós.
Trabalho e estudo para Queremos uma conquista, temos que... É, depende muito da situação da tua vida, né, ô Samuel? Depende muito da situação da vida. Vocês não podem esquecer, ó, a live de hoje, ela é muito importante, mais uma vez, para vocês não esquecerem que quando... Vocês colocam um objetivo de vida pra vocês? Vocês não podem esquecer que se vocês não pegarem esse objetivo que vocês escolheram, a gente vai falar de vários objetivos aqui.
Esse objetivo, ele tem que estar subordinado ao funcionamento da família. Então se eu falar assim, trabalhar bem. Trabalhar bem pra quê? Pra aperfeiçoar a família. Se eu falar aqui, fazer exercício físico, vocês têm que lembrar que é pra aperfeiçoar a família. Se eu falar só trabalhar, se eu falar só fazer exercício físico, vocês vão subordinar a família ao trabalho e ao exercício físico. É assim que a consciência vive. Vocês não vão conseguir fugir disso, porque a consciência vive assim. Lembra? Abriu os olhos, eles vão olhar.
Vocês não têm mais liberdade para abrir os olhos e falar assim, não quero olhar. Pode espernear, vai olhar se abrir os olhos. Se escolher um objetivo, Vocês subordinam a vida a esse grande objetivo. Então escolham sempre a família e todas as coisas vocês escolham para aperfeiçoá-la. Trabalho, para a família. Religião, religião, para a família. É por isso que sacramento, matrimônio, é sacramento. As pessoas acham que escolhendo matrimônio, estão escolhendo as coisas da maneira errada. Se tu subordina na família a uma religião, você está fazendo besteira.
Família é sacramento, ou seja, é religião encarnada. É a única realidade humana que é religião encarnada, é o sacramento do matrimônio, a formação da família. Ou seja, é o que nós temos de mais concreto pra subordinar tudo. Se vocês não entenderam, tem dúvida, precisam aprofundar disso, e eu sei que precisam, vejam várias vezes a live chamada matrimônio. A live chamada matrimônio não é o que vocês estão pensando já, eu falando sobre sacramentos, matrimônio. Eu começo falando historicamente do nascimento do matrimônio natural. Se vocês entenderem isso, inclusive, vocês entenderiam muito melhor o que é submissão, o que é o papel do homem, o que é o papel da mulher, e parariam com várias neuroses hoje do que as pessoas fazem pra levar casamento a bom termo.
Vamos lá. Vê que eu parei. Boa noite, professor. Será que Dom Lefebvre foi santo? É, ele não é canonizado, né? Não tem porque a gente ficar conversando sobre isso. Muito menos entrar em treta, né? Pessoal que conhece Dom Lefebvre aqui sabe que a gente pode... pode render muito uma conversa dessa. Como começar 2025 dominando nossa realidade? É um pouco o que a gente vai falar hoje. Quando vi o tema desse ano jubilar, pensei, haverá uma graça especial sobre o roteirista. É o ano jubilar? Ele é um ano diferente.
Ele é um ano diferente. Ele é um ano da graça, realmente de várias presenças especiais. Vocês precisam compreender quando a gente está falando de religião, sobretudo do catolicismo? Vocês precisam entender que nosso Senhor, que Jesus Cristo subordinou, a vida celeste, a graça celestial da glória, que é a graça futura. Quando eu falo de glória, eu estou falando da presença do roteirista, do mundo que há de vir. Ele subordinou isso à igreja. Ele não falou, o que eu ligar no céu será ligado na terra. Ele falou, o que você ligar na terra será ligado no céu.
Ele subordinou por amor. o céu a nossa tentativa na Terra. Isso é importante pra caramba. Pra gente saber a seriedade de um ano jubilar desse. Um ano que a gente liga um disjuntor da graça, né? O céu se inclina pra nos ajudar com isso. Vamos lá. Bom, eu vou... Hoje eu pretendo me estender um pouco mais. E vou começar aqui já falando um pouco da entrada num ano novo.
Vocês veem, a gente entra em dias novos. A gente entra em semanas novas. A gente entra em meses novos. A gente entra em estações novas. Então, quando eu falo em entrar em estações, eu estou falando em trimestres, não é isso? Quatro estações de três meses, um ano. A gente entra em semestres novos. A gente entra em anos novos. A gente entra em bienios novos, triênios. Não é assim? E cada entrada dessas, tem os seus macetes.
Esses macetes, eles estão intimamente ligados com a estrutura natural da vida humana. Então, eu vou dar vários exemplos aqui para vocês. Até para certas pessoas aqui, poucas pessoas, ganharem gosto pela vida, por uma grande alegria, uma grande busca do crítico, que se manifesta, sobretudo, na vida infantil. E que nós, já castrados pela vida comum da materialidade, vamos perdendo esse entusiasmo.
Que a Catherine Lecoyer, chamou, de uma maneira geral, voltando para a educação, de se educar e educar outras pessoas pelo assombro, trazendo à tona as experiências transcendentais. Ela está falando, sobretudo, da experiência daquilo que é muito maior do que nós e que nos comove, nos deixa comovidos em conhecer profundamente, ou seja, buscar profundamente a verdade. contemplar profundamente, tentando ver a beleza das coisas, ou se impactar profundamente pela bondade das coisas, ser assombrado, ou seja, ser coberto por uma sombra de alguma coisa que é muito maior do que nós, muito mais potente.
Então, a gente ouve assim, né? Aqui em casa, com seis filhos, vocês devem imaginar que existe uma enxurrada de perguntas sobre as coisas, né? Então, eu levo muito a sério as perguntas que meus filhos fazem. Uma vez eu dei uma aula, eu acho que tá em alguma das pós-graduações que o pessoal faz aí, sobre pronomes interrogativos, né? A ordem dos pronomes interrogativos na gramática e o que que a vocação, né? Quando vem um roubo interior, o que que buscando quando eu uso um pronome interrogativo, seja ele para perguntar o que é, procurando uma substância, um substantivo, a presença de alguma coisa, o ser, seja o qual é, seja o quando é, querendo saber o tempo, seja o onde é, procurando saber a natureza do espaço, onde está, sabe?
Então eu anotei muitas perguntas dos meus filhos, sobretudo quando eu não sei falar Bastante coisa, né? Então, os meus filhos, eles se alegram bastante quando eles perguntam uma coisa e eu começo a ler, a contar histórias, fazer umas gracinhas. E isso aconteceu recentemente, ontem ou antes de ontem, e eu pensei assim, caramba, isso é o tipo da coisa que as pessoas deveriam entender sobre o entusiasmo, o fogo interior, que saber essas partições da vida, do tempo. A gente está falando de um novo ciclo do tempo, do 1º de janeiro.
Como essas coisas nasceram na experiência natural do homem. Vocês têm que entender que quando essas coisas nasceram, o 1º de janeiro, a virada do ano, o ano 2025, vocês deveriam compreender um pouco Como que isso tudo nasceu naturalmente? Eu recebi um feedback monstruosamente gostoso de se ouvir bom na live do matrimônio, quando eu expliquei o matrimônio natural, antes do sacramento do matrimônio, antes do tempo de Nosso Senhor. Então, essas coisas do tempo, a virada de um ano, elas têm uma...
uma história maravilhosa, assim como as experiências que a gente vai vivendo no dia a dia. E eu vou falar para vocês, anotem isso que eu vou falar agora para vocês. Nós não temos entusiasmo pelas coisas comuns da vida, porque nós não nos interessamos pela história dessas coisas comuns. Cito um exemplo. O pessoal estuda matemática. Nós somos capazes de conversar com um doutor em matemática e ele não saber nada sobre a história da matemática. Nós podemos conversar com uma pessoa que é Prêmio Nobel de Química e ela não saber sobre a história da química.
Como as coisas nasciam com a experiência comum do ser humano buscando as coisas. Então, por exemplo, aqui nós falamos língua portuguesa, né? a gente não conhecia a história, a história da língua portuguesa. Você vê, isso às vezes não é nem... Se a gente pegar as três grandes gramáticas de referência, da língua portuguesa, de todos os concursos públicos, que é Evanildo Bechara, Rocha Lima e Celso Cunha. Se a gente pegar essas três gramáticas, vocês vão ver ali que tem uma, duas páginas sobre a história da língua portuguesa, porque isso não cai em lugar nenhum, e a gente vai pra técnica, né?
A gente vai pra técnica, pra vida do personagem no palco. É isso que o pessoal quer fazer num ano novo, né? E aí, o que eu vou melhorar? Então eu vou fazer um roteiro pra quê? Pra melhorar tecnicamente. no trabalho, eu preciso ganhar um pouco mais de dinheiro, eu preciso melhorar meu casamento, né? Fazer essas coisas aí. E aí a gente deixa pra trás a história, a memória das coisas. Então vejam, hein? A gente tá numa live sobre preparação pro ano novo. E quando eu pesquiso, e essa é uma das etapas do meu estudo, eu vou ver o que o senso comum fala.
Então eu vejo aqui umas 30 livezinhas sobre, tipo, pegando ali a tônica do assunto, o que estão falando de uma maneira geral, eu dou uma pesquisada, vou no chat repetir e tal, e vejo o senso comum do assunto. Então é óbvio que quando a gente tá falando disso, a gente tá falando sobre o roteirista. A gente tá falando sobre o futuro do roteirista. O ano de 2025 chegou, e aí? O que eu tenho que fazer pela frente? E as pessoas falam assim, pô, na primeira semana do ano de 2025, o meu personagem já tá falhando.
Pois é. Sabe por que o personagem fica fraco quando ele olha pro roteiro dele? Olha só. Presta atenção nesse exemplo que eu vou dar pra vocês, hein? Olha só, hein? Eu quero correr cinco quilômetros em 25 minutos. Um pace de cinco por um. Aí quando eu tô nos últimos cem metros, Falta 20 segundos pra eu fechar o tempo. 100 metros em 20 segundos? Você tem que dar um tiro numa velocidade muito maior do que o seu pace anterior.
E aí, você fala assim, cara, pra eu conseguir fazer isso? Olha o que acontece com a gente, hein? Eu treino tiros. Então isso sempre acontece comigo. Eu coloco uma raiva e falo assim, eu vou chegar. E às vezes tu chega até gritando. Ou então o pessoal, quando está fazendo musculação, fala assim, hoje eu malhei na raiva. O que é malhar na raiva? É você olhar para o seu roteiro de futuro, o que está pela frente, o que você tem que fazer, e lembrar da tua promessa do passado.
Porque a força irascível que faz justiça, ela é a força do passado. É quando a gente olha pra trás que a gente fala assim, cara, eu tenho que chegar, porque lá atrás eu fiz uma promessa. É a minha crença, a minha fé. Então, várias vezes, Quando eu estava em momentos dificílimos da minha vida, seja pelo que eu estivesse lutando, seja quando eu estava na minha adolescência lutando pela castidade, que eu me livrava com raiva de situações que queriam ofender a minha castidade, porque eu lembrava do passado, de uma promessa.
do que eu prometi pra mim e pra Deus quando falava assim, pô, você não pode se entregar a isso, pô, você esqueceu da tua promessa? Quando eu tava no curso das forças especiais. Pô, é óbvio que tu tem que chegar até o final. Você tá aqui e foi isso aqui que você se dispôs a viver. Só que essas coisas, esses roteiros, eles não tão ali, porque ontem de manhã, Eu olhei na internet, uma live, uma aula, e decidi meu roteiro, pô. que dá voltas, que constrói um ciclo inteiro, uma volta inteira.
É por isso que um dia, quando eu mostrar para vocês, geometricamente, numa das quatro matérias do quadrível, em geometria, quando eu mostrar as três pessoas para vocês, vocês vão ver uma espiral de ouro, de onde surge isso aqui. Uma volta de um dia, de uma experiência com o café, uma volta na personalidade, Ela inclui uma experiência do presente, do passado e do futuro. Porque eu tenho que ir lá atrás para fazer juízo sobre o presente e decidir o futuro do café. Então, a gente jamais vai se preparar para um ano novo?
Se a gente se preparar muito bem, se a gente não tiver, uma ideia vocacional da história do nosso passado. Então isso se faz de várias maneiras. Várias maneiras. A gente deveria... Então vamos lá. Eu vou falar de partes, mas... umas teóricas e vou dar uns exemplos práticos. Depois disso tudo, eu não vou entrar aqui em detalhes sobre domínio do tempo. Essas coisas todas eu fiz lá na comunidade. Lá tem cinco, seis aulas sobre domínio do tempo. Eu gravei uma agora sobre domínio do espaço e vou continuar.
Aqui a gente vai dar ideias de uma maneira geral. É uma live, né? Então, veja. A gente está no ano de 2025. no ano 400. Ninguém chamava o ano 400 de ano 400, porra. Não existia, não existiu o ano 400 depois de Cristo. Porque no ano 400 não existia o calendário que hoje é o 2025. Não existia. Nós chamamos os meses de um ano, ó.
Setembro, sete. Outubro, oito. Novembro, nove. Dezembro, dez. Que diabos são esses nomes? Se setembro é nove, Se outubro é 10. Se novembro é 11. E se dezembro é 12. Ou são 12. Que diabo nós chamamos esses meses com a numeração errada na nossa vida? Por que que o ano foi composto da maneira que ele tá estruturado?
E o que que se luta por um ano que se luta diferente numa semana? Qual foi a experiência biológica? Qual que é a experiência natural pra eu lutar? Começar uma luta no mês de janeiro, que eu vou lutar até o mês de dezembro. Porra, o mês de dezembro? Dezembro! Deveria ser o mês 10, né? Novembro! Deveria ser o mês 9. Outubro! Deveria ser o mês 8. Setembro! Deveria ser o mês 7. Pra você ver. A gente já perdeu um pouco da ideia De que ciclo é esse?
O que se luta num mês que é diferente da luta de um ano? Isso faz diferença cabal, uma diferença total, por exemplo, em como se faz exame de consciência. Um exame de consciência de um ano é muito diferente de um exame de consciência de um mês. Então, vamos lá. Vocês sabem que a fundação do Império Romano se não me falha a memória. Se não foi isso, está muito próximo disso. É no ano 753 a.C. Então, em 753 a.C., no século VIII a.C., Rômulo fundou a cidade de Roma.
E aí, de 753 a.C. até 509, 510 a.C., Roma era uma monarquia, ou seja, existiam os reis romanos. Aí de 509 até 27 a.C., até pertinho de Cristo, época de Ovidio já. Roma era uma república. E uma república romana ela tinha dois cônsules. Vocês já devem ter ouvido falar de um cônsul romano. Então, por exemplo, no ano 63 a.C., Roma tinha dois cônsules, Júlio César e Pompeu.
Júlio César, que depois foi traído, lutou contra Pompeu, voltando para a cidade de Roma, venceu, virou um ditador. Teve o Otávio, que era o sucessor de Júlio César e depois foi o primeiro imperador, quando Roma virou um império no ano 27, 28 antes de Cristo. Por que eu estou falando essas coisas para vocês? Porque o tempo era contado assim. Primeiro mês do ano. Março. Por que tem esse nome? por causa de Marte, o Deus, com D minúsculo, Romano, da guerra.
E o que se fazia antes de Março? Se preparava para a guerra e para a colheita. Vocês sabem que Março, no Hemisfério Norte, onde está Roma, Roma está no Hemisfério Norte, a gente está no Hemisfério Sul. Então, quando eu falar essas coisas para vocês, Eu estou falando biologicamente, naturalmente. Ao contrário. Então, março, no Hemisfério Norte, em Roma, o que as pessoas estavam fazendo? Elas estavam saindo para as primeiras campanhas e marchas da guerra. Então, março, Marte, o Deus da Guerra, quando começava o tempo da guerra, começava março.
Pô, Diego, aí começava março. Se começar março, que é o nosso mês 3, como sendo mês 1, aí dá certinho, né? Eu consigo chamar setembro de 7, outubro de 8, novembro de 9 e dezembro de 10. Não consigo? Então, porque a vida era assim, construída assim. E janeiro e fevereiro, o que era? não era nada, pô. Tinham só dez meses. E os cônsules, os imperadores, os reis romanos, cada um na sua época, que eram chamados de pontífices, eles decidiam quando começava o mês da guerra. E antes disso, o que eles faziam?
Lambiam suas feridas e preparavam para a guerra. Então, Quando a gente começa o ano, as pessoas fazem novos planos. E vocês têm que entender uma coisa, pô. O carro, ele nunca começa o melhor carro. Nunca começa o melhor carro. Quando vocês fazem a rotina, ela nunca começa a melhor rotina. Ninguém começa nada com perfeição. Então os meses de janeiro e fevereiro eram meses de preparação para a campanha, os ensaios da guerra, para o mês de março, o mês de marte, o mês da guerra. Por que primeiro de janeiro?
Por que então não existia? Presta atenção. o calendário era lunar. Então, eles ficavam olhando as luas mudarem. Vocês sabem que a lua muda de sete em sete dias, quatro luas, né? Então, a cada 28 dias passa um período que a gente hoje chama mesmo de calendário lunar. Aí, eles ficavam vendo as luas passarem até que o sumo pontífice, o sumo pontífice, ele dizia, agora começou março. Mas de onde que saiu 1º de janeiro? 1º de janeiro era um dia administrativo, quando acabava o mês 10, mudava os dois cônsulos.
Então como é que era a marca do tempo romano? Eles falavam assim, ó... Como é que eu diria o ano 63 a.C.? Eu diria assim, ó... Ano de Júlio César e Pompeu. Eles também não usavam o ano 63 a.C.? O ano 1 da nossa era. O ano 1 d.C. Vocês sabem quando o ano 1 d.C. foi chamado de ano 1 d.C.? No ano 525 d.C. Então a gente pega um astrônomo e matemático, Dionísio Hexígous, o pequeno, e aí ele descobriu uma fórmula de calcular Páscoa. Pô, ele é astrônomo.
Presta atenção, a gente tá no ano depois, 2025, hein? Vocês sabem qual é a data da Páscoa desse ano? A data da Páscoa desse ano é um dia depois do meu aniversário, dia 20 de abril. Faço aniversário 19 de abril, a Páscoa cai 20 de abril. Eu já me ferrei quando era pequeno, né? Da Páscoa cair no dia 19 de abril, no meu aniversário. A Páscoa, ela pode variar do dia 22 de março até o dia 25 de abril. Por que ela pode variar do dia 22 de março ao 25 de abril?
Porque no dia 21 de março é o dia do equinócio de primavera do Hemisfério Norte, ou seja, é o ponto em que o Sol passa o Equador subindo. Então, no primeiro domingo, depois da primeira lua cheia, depois do equinócio de primavera do Hemisfério Norte, é o dia da Páscoa. Pô, as crianças me perguntam essas coisas. Sabe por que uma criança pergunta isso? Porque a gente tem um auxílio imenso de domínio do mundo de entender essas coisas. Simplesmente pra que você, que vai fazer um monte de merda em janeiro e fevereiro, entendesse assim, ó, quando começar a guerra, Se nós, eu e você, fizermos um roteiro hoje pro ano de 2025, eu prometo pra você que ainda essa semana, eu e você vamos falhar, pô.
Porque a gente precisa ajustar até começar a guerra em março. Porque janeiro... Então, o que é janeiro? Jano, em latim, É o nome de um deus latino que ele parece... A figura de Jano, ela parece com o cavaleiro de ouro da casa de Gélios. Ela tem uma face para cada lado. Jano era o deus transição do consulado romano. Quando eu ia mudar os dois cônsules da República Romana, no dia 1º de janeiro, uma data administrativa, que não era janeiro ainda, eu falava assim, caramba, eles faziam uma oferta para Jano.
pra mudar os cônsulos e começar um novo ciclo. Então, Jano, ele olhava pra frente porque olhava pra trás. E ele olhava pra trás porque olhava pra frente. Porque a fé é o fundamento da esperança. Porque quem dá pro roteirista a vida verdadeira dele é o crítico. Porque na transição de governo, eu preciso sentar e eu preciso pegar o ano anterior e eu olhar ele todo inteiro pra passar o serviço, pô. É assim que se passa serviço. Então, quando eu vejo as pessoas olharem pro ano de 2025, pô, sem...
Olha, eu tenho um caderno aqui, cara, que... que me dá uma alegria de pegá-lo uma vez por ano. Ele começa em 1986, né? Que é o ano que eu nasci. Aí eu já tive, há uns anos atrás, quando eu comecei a fazer isso, aí eu olhava lá, foi os anos que eu comecei a sugar meus pais e meus avós, né? Como é que eu nasci? Como é que foi? Foi que horas? E não sei o que lá. O que vocês faziam? Como é que era? Onde eu morava?
Como é que era o meu quarto? E não sei o que lá. O que eu gostava de fazer e tal? Quando eu olhava essas coisas, aí comecei a anotar lá em 1986. Aí eu peguei as classes gramaticais, como vocês já me ouviram falando várias vezes, e comecei a botar lá Presenças da Minha Vida, de 1986. espaço, o tempo, as pessoas que conviviam comigo, o que eu gostava de fazer, qual eram as coisinhas que igual eu fico vendo meus filhos hoje, que cada um deles faz coisas completamente diferentes, e como eu já dei aula pra vocês sobre o chamado pelo nome, eu já dei aula pra vocês sobre relâmpago McQueen, eu já dei aula pra vocês sobre o biscoito do supermercado, vocês já perceberam que tudo isso é vocacional, né?
Porque são as presenças do centro da nossa personalidade, Então quando eu vejo pessoa que fala assim, Diego, eu queria que você olhasse o meu roteiro para você me dizer se tem uma noção aqui e tal. Aí ele manda um roteiro de 2025. Eu falo, cara, eu tenho condições de avaliar zero o roteiro de vocês. Por quê? Porque eu precisava conhecer a graça especial da vida de vocês das presenças dos anos anteriores para saber se tem continuidade. Agora, já são 9h52. Vamos falar na prática o que é isso.
Vamos lá. Olha só, eu não vou conseguir falar aqui completamente como é que surge naturalmente a experiência de consciência de cada divisão do tempo, mas seria uma maravilha se a gente fosse fazer isso. Tem gente que fala assim, no outro dia eu vi Um cara dando uma palestra e metendo malho na Igreja Católica. Falando assim, a Igreja Católica deixou as coisas tudo paganizadas e tal. E eu fiquei pensando assim, cara, um espanhol podia reclamar disso que ele tá reclamando, né? Porque como é que são os dias da semana em espanhol?
Como é que são? Sábado e domingo é sábado e domingo, né? Aí depois começa. Lunes, martes, miércoles, não é assim? Em espanhol. Em inglês! Sunday, Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday, Friday, Saturday, não é assim em inglês? O que que são esses nomes? É tudo nome de mitologia, né? Então, e em espanhol? Domingo é dia do sol, né? Em inglês, Sunday. Segunda-feira em espanhol, lunes, é o dia da lua, né? Terça-feira, martes, não é assim? O que que é martes? Marte. Vai pro inglês. Quinta-feira em inglês.
Thursday. Que é a palavra originária da mitologia nórdica, né? Que é Thor. Vem de Thor. Que em latim é o quê? Júpiter. O que eu tô falando pra vocês? Tô falando dos sete luseiros medievais que brilharam no céu, né? Só que em português não é assim, pô. Como é que são os dias da semana em português? Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira. Por que só o português que é assim, cara? Vocês sabem por quê? Vocês sabem de onde saiam os nossos dias da semana, que são as únicas línguas que não são pagães?
Feira, em português, se vocês lessem o patrono, a origem, da vida da língua portuguesa, que a gente coloca como marco nas obras de Camões, nos Lusíadas. Vocês iam ver que na Semana Santa da paixão da Páscoa, que a gente aprendeu até a calcular aqui de uma maneira grosseira, vocês iam ver que feira significava a devoção do dia, o devocional do dia, o trabalho do dia. Então, no primeiro dia da Semana Santa, eu fazia um devocional. No segundo dia, eu fazia um segundo devocional, uma segunda-feira. No terceiro dia, um terceiro devocional, uma terça-feira.
Entende? Vocês estão vendo aí, em francês, lundi, mardi, mercredi, não é? É tudo pagão, pô. Você entende? Na nossa língua, os nossos dias de trabalho, eles são dias de devoção do português. A língua portuguesa é a língua mais católica do mundo. Os dias da semana são divididos pelos dias da Semana Santa. Vocês entendem isso? Essas coisas todas, elas nasceram de uma maneira tão natural. Elas aconteciam com uma ordem tão normal da vida cotidiana. Isso dá uma orientação pra gente, isso dá um domínio das coisas. Vocês têm que ver como as crianças, elas ficam...
ficam ordenadas e faz um bem do caramba pra gente tentar falar isso pras crianças. Pô, Diego, mas eu não sei nada disso. Cara, mas se teu filho tá te perguntando... É... Existe um robo interior no ser humano, natural, porque ele é uma criança, que deveria dominar isso. Então não despreza isso, não, pô. Vai tentar aprender junto com ele. Entende? Então vejam. Quando eu entendo naturalmente como é que funciona, na vida humana, a diferença de uma semana para uma luta de um mês... O que é um mês?
Um mês são quatro luas, né? Uma lua nova... Obviamente, a gente está no calendário gregoriano. Eu estava falando para vocês do calendário romano antes do calendário juliano. Quando entrou janeiro e fevereiro, virou calendário juliano, de Júlio César, em 48 a.C. E no século XVI, 1582, surgiu a primeira vez, porque tinham dez dias de diferença entre o ano astronômico e o calendário juliano. Aí o Papa Gregório VIII, se eu não me engano, fez o calendário gregoliano junto com astrônomos e matemáticos, obviamente. E aí a gente corrigiu esses dez dias Então, no calendário atual gregoriano, não existem 10 dias na história.
Pularam 10 dias para a gente ajeitar o calendário. Esses dias não resistentes, inclusive, a gente sabe quais são. Eu não lembro de cabeça, mas a gente sabe quais são esses 10 dias. E aí, quando a gente vê o calendário gregoriano, obviamente, ele tem as suas falhas, que se manteve e, quem sabe, daqui a algum tempo, o pessoal tente acertar. Por exemplo, o nosso mês ele não fecha certinho de acordo com a Lua. Às vezes começa um novo mês, um novo ciclo no meio da Lua. Então, obviamente, vocês não têm tanta diferença disso para vocês, porque nós somos cidadinos, nós somos urbanos.
Mas lá em São Tomé e Príncipe, lá em São Tomé e Príncipe, lá na ilhazinha, na África, era muito maneiro, porque lá não tinha luz elétrica à noite. tinha duas termoelétricas chinesas, elas apagavam de noite e quem não tivesse gerador é breu total até o dia seguinte, pô. Ou então, candelabro, vela, aí depois o pessoal pergunta assim, pô, mas por que que usa vela pra rezar? Na África ainda usa, pô, porque é a luz que tem pra rezar, entende? Então, bota a luzinha ali do lado, ó, do crucifixo, faz oração em família.
Aí, você via que a vida, o ciclo da vida, de um trabalho mensal, ele é balizado pela Lua, porque vocês sabem que a Lua varia completamente a maré, né? Vocês já viram a variação de maré na Amazônia. Vocês veem, na época que eu fazia operação lá no Pantanal e na Amazônia, Tem época do Rio para subir e descer o Paraguai, para ir de Corumbá para Foz do Iguaçu. Só existem certas épocas do ano que dá para fazer isso, por causa da Lua. Então, nós não temos mais noção disso, mas todas essas coisas são calculadas por ciclo.
Então, um ciclo mensal era decisivo em São Tomé e Príncipe. Decisivo em quê? Para ver a conjugação de trabalho por mês. Aí eu pergunto para vocês, algum de nós recebe... Na verdade, eu sei que alguns de nós recebem diária, inclusive, mas qual que é o comum da humanidade receber trabalho? Mensal, não é assim? A gente não recebe trabalho mensal? Por que vocês acham que isso surgiu assim? Porque isso é natural que seja assim, pô. Isso surgiu naturalmente. Isso surgiu por causa da natureza, você entende? Só que a gente não tem mais noção de nada disso.
Então, ó, eu tô dando um exemplo pra vocês. Vocês lembram como é que eu comecei a live, né? O professor de matemática que não sabe nada de história da matemática. O professor de Geografia, que não sabe nada da história da Geografia. O professor de Química, que não sabe nada da história de Química. Ele não sabe quando os elementos foram descobertos. Ele só aprende a técnica. Quantidade de mol, substância, tabela de Linus Pauling, 1s2, 2s2, 2p6. Ele só aprende e decora coisas, né? Não que seja ruim.
Decorar é uma maravilha, você vê. Hoje eu estava falando com um cara atomista aí. Eu falei, cara, olha só, quando eu estudei São Tomás de Aquino, no colégio naval, eu decorei. Todas as questões da Secunda Secundae. Todas as questões. Se você me perguntasse qual é a questão 67, qual é a questão 45, eu sabia qual era a questão e qual era a solução de São Tomás daquilo. Hoje em dia eu fico vendo o pessoal assim e falo, ó, eu sou tomista, não sei o que lá.
Aí eu falo, pô, sabe nada ver uns 10 vídeos de tomismo aí, porque o pessoal acha que decorar as coisas é besteira e saber sobre o passado é besteira. Então, quando eu falo isso pra vocês, vamos lá. Vocês... para ajudar o ano da vida de vocês? A gente já tem uma história de vida, né? Então, hoje, a nossa cabeça revolucionária, ela entra no Instagram, aí tem um cara que fala sobre uma parada, sobre várias paradas que nós nunca fizemos na nossa vida. Não está na história da nossa vida sequer.
aí a gente tira coisas que estão na história da nossa vida há 10 anos, 15 anos, para começar a fazer a ideia que o cara deu na internet. Quer ver como é que isso acontece no dia a dia? Acontece assim, ó. Pô, cara, você reza o terço? Ah, não, pô, eu rezava, minha família e tal, há 10 anos e tal, mas depois que Eu comecei a estudar para concurso, assim, não deu mais, não. Eu parei com essas coisas e tal, nunca mais. Aí eu falei, ah, que coisa.
Então, sua família rezava o terço, você rezava o terço, tudo de tal, mas aí aconteceu uma parada nova no ano, né? Você fez um projeto do ano que você abandonou a história da sua vida, né? Então, eu estou dando o exemplo do terço. Por quê? O terço, ele é uma presença na minha vida. Desde a minha adolescência, desde os meus 15 anos, uma presença diária. Quando começa meu ano, esse é o único período do ano que eu faço um exame de consciência geral e faço uma confissão geral.
Quando vira o ano. Um ciclo inteiro de vida, né? Porque quando passa um ano, no ano seguinte, não tem nada novo. Se passa só um semestre, o segundo semestre é diferente, né? Qual é a diferença de um semestre para o outro? Vocês sabem que no espaço entre os dois trópicos, o trópico de Câncer e Capricórnio, a eclíptica do Sol, ela fica transitando, né? Ela fica fazendo acenoidal entre os dois trópicos, não é isso? O Sol fica fazendo isso. Quando eu falo solstício de primavera do Hemisfério Norte, o Sol está subindo acenoide.
Quando eu falo Equinócio, na verdade, quando ele passa pelo Equador. Solstício é quando ele bate no Trópico, ou de Câncer, ou de Capricórnio. O segundo semestre é completamente diferente na vida. Então, se em um semestre eu estou falando de início da guerra, caminhada para a guerra, auge da guerra, vitória na guerra... Para você ver, no Hemisfério Norte, o Imperador Augusto no mês 6 do Império Romano. No nosso mês 8, o imperador Augusto conseguiu várias vitórias na guerra, mas tantas vitórias nas guerras que começavam em março que começaram a chamar o mês 6 do Império Romano, o nosso mês 8, com que nome?
Augusto. Porque Augusto, no Hemisfério Norte, Era o mês dos finais das grandes batalhas e conquistas. E aí depois vem o quê? Depois vem o outono e o inverno, não é? Não é isso? Você vê, se a gente estivesse aqui falando, por exemplo, de Casas do Zodíaco, não é essa época aí, eu não tenho decorado, mas não é nessa época aí, um pouquinho mais pra frente, que acontece o pessoal que nasceu quando o sol estava na casa de aquário. Vocês já viram como é que é o símbolo do aquário?
Quem vê Cavaleiro do Zodíaco sabe como é que é, né? Porque o cambos de aquário, quando ele dá o execução aurora, aparece um jarro de água, né? Ele falou, pois é, essa era a época que o pessoal do Rio Nilo preparava tudo para a colheita por causa das grandes chuvas, né? Então era a época que derramava água do céu, daquele jarro de aquário. Vocês entendem que essas paradas todas surgem de maneira natural? E esses ciclos dos anos, que no Hemisfério Norte é diferente do Hemisfério Sul, eles também vão balizando a experiência da vida humana.
Ou vocês acham que o tipo de vida que se vive lá no frio do Hemisfério Norte, lá muito para o Norte, a gente tem o mesmo espírito aqui no Rio de Janeiro? Vocês já viram o jeito que a gente se veste no Rio de Janeiro? Oh, o verão, ele interfere, inclusive, na sexualidade, né? Não interfere na sexualidade? Isso eu estou falando por causa de sol, né? Agora, se eu estivesse falando no dia da semana, Friday, em inglês, que é sexta-feira, veio da mitologia nórdica, né? Frid, para os nórdicos, É Afrodite para os gregos, que é deusa de quê?
É a experiência de quê? Do amor, não é? Não é a experiência do amor? Olha como são nossos botequinhos, nossos boates na sexta-feira. Por que será que é assim? Isso não é mágica, não. Isso foi preparado e o nome e explica como isso acontecia naturalmente. Vocês entendem? Vocês veem, né? Se a gente tivesse uma noção melhor dessas coisas, várias coisas na nossa psique, na nossa personalidade, iam se ajeitar melhor. Então, olha só, vai começar o ano, né? Como é que eu faço na prática?
Eu vou fazer meu exame de consciência geral. A mesma coisa de todos os dias, de vários anos aqui. Quais são as presenças da minha vida? 2024. Começa a escrever. Ah, Diego, de onde eu vou tirar isso? Você vai numa live que eu dei sobre os amores humanos possíveis. Aí você vai lá, vai pegar e vai começar a escrever. Então tem lá. Ah, Hp. construções, patrimônio, matrimônio, filias, torres, aero, eu vou anunciando tudo lá. Então como é que eu faço? Eu chego lá e pego a presença, a bola do meio.
Quais são as presenças da bola do meio do meu ano de 2024? Sendo que eu tô falando de 2024, só que vocês já sabem, que eu tenho isso adotado desde 1986. Então eu sei quando apareceu na minha vida, em 2002, uma bola chamada, a primeira vez, de terço. Eu sei na minha vida quando apareceu, quando eu fiz primeira comunhão, com 10 anos. Quando apareceu a bola na minha vida, na primeira vez, eu carestia. Eu sei quando apareceu a bola na minha vida, na primeira vez, chamada Maria.
Eu sei quando apareceu a bola na minha vida, na primeira vez, chamada Forças Especiais. Quando apareceu a bola na primeira vez, chamada Terapia. Por que eu não sei quando essas bolas apareceram, qual a história dessas bolas? Eu chego aqui, falo meia dúzia de coisas pra vocês, aí vocês deixam uma bola, uma presença da vida de vocês, que foi carregada não só pelos últimos 10 anos de vocês, mas talvez por umas cinco gerações. E vocês começam um ano novo de acordo com os roteiristas de internet e deixam para lá as vocações que deram o nome à família de vocês.
Schumacher, uma família de ferreiros. Reis, uma família de reis. Entende? A gente vai deixando para lá. um nome que chamaram a nossa primeira vez. Diego, de onde? Do grego didakia, doutrina. Aí falou, é, eu tenho a vocação com isso, pô. Assim eu fui chamado pelo nome, a primeira vez. A gente não olha para o passado, aí a gente não consegue colocar 2025 como uma vocação. Então, na prática, eu vou falar como eu fiz em 2024. com uma bola e vou falar como eu passei para 2025.
Então vamos lá. Vou pegar esse mesmo exemplo aqui do terço. Em janeiro de 2024, eu fui passando bola por bola num exame real de consciência geral e falei assim, cara, meia hora do meu dia, de um dia de 24 horas, eu rezo o terço. Aí em janeiro de 2024, eu pensei assim, cara, Eu preciso aperfeiçoar essa bola. Pra quê? Pra família. Lembra do início da live? Porque tem a bola do exercício físico. Eu preciso aperfeiçoar essa bola. Um aperfeiçoamentozinho. Pra quê? Pra família. Se eu não falar pra mim que é pra família, vai desandar tudo.
Então olhem de novo a live da consciência. Pô, isso aqui é uma ciência muito maneiro. Eu gosto muito de quando chega a época de fazer esse exame de consciência geral, anual, porque eu rememoro a Mnemosine. Vocês não têm ideia da memória, quem trabalha com anamnésia aqui, mnemônico. Vocês sabem que isso é tão importante na história do ser humano, na vida, que na mitologia grega a Mnemosine ela nasceu antes dos titãs. Os seis titãs e as seis titânides, seis deuses homens e seis deuses mulheres, filhas de Ouranos, Urano, do céu, e de Géia, da terra, um desses doze filhos é a Mnemosine, é a memória, que é a mãe das nove musas.
que são toda a capacidade de expressão artística. Quem são as musas? Então, eu lembro aqui de cabeça de Calliope, que é poesia, de Clio, não tem o Renaud Clio aí? Clio é a filha da memória, filha de Mnemosine, que é aquela musa que nos ensina a fazer a arte da história. Quem que fica balbuciando no nosso ouvido para a gente fazer história? A tal da Musa, a Clio. Que, obviamente, vocês entendem aqui o que eu estou falando. Eu estou falando da importância disso para vocês. Então, quando a gente faz essa anamnese e qualquer pessoa que trabalha aqui com medicina e terapia sabe que não existe possibilidade de ordenar a vida em roteiro sem a tal da anamnese, para a gente encaixar uma vocação.
Eu não preciso olhar para a tua vida no futuro, porra. É olhando pro passado que se profetiza. É olhando pro passado que se profetiza futuro. É olhando pro passado que se fazem profetas. É olhando pro teu passado, pro que você fez ontem, pro que você fez semana passada, pro que você fez neste passado, que eu posso dizer pra você profetizar na tua vida. Olha, garanhão de academia, em breve você vai trair a sua esposa e abandonar a sua família. com essa tua rotinazinha aí. Ah, não, você tá rogando praga, meu futuro.
Ele falou, não, não, não, não tô olhando pro teu futuro não, pô. Eu tô olhando pro teu passado, pô. A fé, a crença do passado é o fundamento da esperança do futuro. Então presta atenção, pô. Pra vocês fazerem um grande ano, vocês só precisam ficar olhando pro passado. É assim que é método científico. Ontem, o Sol nasceu. Semana passada, o Sol nasceu. Mês passado, o Sol nasceu. Ano passado, o Sol nasceu. O Sol nasceu há mil anos. O Sol nasceu para Cristo. O Sol nasceu para Confúcio.
O Sol nasceu para Mohamed. O Sol nasceu. Aí eu faço uma hipótese. Método científico. Amanhã, O sol vai nascer. Aí é só tu esperar e testar no laboratório, que nesse caso é o mundo real, né? Tu espera, um dia de amanhã ele chega e você vê o sol nascendo. Isso é um método científico, né? É assim que se faz planejamento para 2025. Então eu pego as minhas bolas, a minha história, a minha vocação, e obviamente eu tô falando de bolas que realizam o homem, né? Você fala assim, ah não, Diego, mas eu sou viciado em pornografia e masturbação.
Isso é uma rachadura. de uma bola chamada sexualidade humana. Então você precisa aperfeiçoar a sexualidade humana para vivê-la de maneira plena, sadia, né? Aí você vai aperfeiçoar essa bola. Como para você? Acabando com uma rachadura, ou seja, se livrando de um vício. E é óbvio que a gente sempre precisa começar colocando a presença da bola não se olha pra rachaduras de vida pra planejar a vida. A gente olha pra bola do bem. Então, a primeira coisa que a gente vai ver, conhecendo lá os amores humanos possíveis e necessários da Live dos Amores, eu vou pegar aquela lá e vou ver assim, ó, caramba, existe na minha vida a presença de todos esses amores aqui?
Se não existe, em 2025, Eu tenho que fazer essa bola aqui, esse amor nascer. Aí você vai botar. Pô, o quanto que você vai saber desse amor? A primeira vez que eu rezei o terço, o que eu sabia do terço? Nada. E o que eu faço com o terço desde que eu o conheci? Eu o aperfeiçoo todo ano. Então vocês sabem como é que foi em janeiro de 2024? A gente reza o terço aqui com a nossa família, né? Aí, em janeiro de 2024, eu falei assim, cara, que eu queria dar um grauzinho no terço, melhorar um pouco.
Eu falei assim, esse ano eu vou pegar na mão da Maria na hora da salve rainha. Ponto. Esse foi o meu planejamento para 2025 do terço. Planejamento para exercício físico. Aí você bota lá, eu fiz um planejamento. para exercício físico para mim esse ano". Ele falou assim, o que eu tenho que fazer para exercício físico esse ano? Pô, eu preciso, como por causa das atividades de paraquedismo, das forças especiais, eu tenho um ligamento rompido, né? Ele falou, pô, ou eu vou parar para fazer cirurgia de ligamento, ou então vou fortalecer a musculatura da perna.
Eu falei, é, vou fortalecer a musculatura da perna, porque eu não vou conseguir ficar parado o tempo que eu preciso para fazer cirurgia de ligamento rompido. Aí eu falei, pronto, fiz isso aqui na minha atividade física, dentro de todo um histórico, tá vendo? De uma vida, de uma vocação da vida e daquilo que vai aperfeiçoar a minha família, vai aperfeiçoar a minha família. Então o cara vira 2025 e ele fala assim, vejam lá novamente aquela live, porque eu não lembro mais o nome, como é que é?
Um tempo para cada coisa, não é isso? um tempo para cada coisa. Pô, vocês precisam decorar essa live, porque nego se ferra todo dia por não saber como é que funciona a psique e a consciência, que é como eu ensino nessa live. Você não pode dar uma ordem pro cara assim, ó. Você tem que trabalhar mais. Se você der essa ordem pra esse cara e ele decidir melhorar o trabalho dele, ele vai ferrar a família dele. Por quê? Porque a consciência vai começar a subordinar tudo na vida dele ao trabalho.
Então você tem que falar assim pra ele. Você tem que trabalhar melhor pra sua família. E aí talvez esse cara faça igual a mim. que no ano de 2025, na bola chamada trabalho, eu vou ganhar menos dinheiro do que em 2024, porque eu tirei uma hora de atendimento para fazer umas coisas que eu preciso fazer a mais com meus filhos. Melhorar o trabalho, para mim, em 2025, vai ser ganhar menos. porque eu tenho filhos mais velhos e preciso fazer mais coisas com meus filhos. E eu tenho um planejamento para os meus filhos.
Tenho lá escrito, nos meus caderninhos, que com 12 anos eu vou pegar o meu filho mais velho e vou ensinar astronomia prática para ele. Eu vou deitar com ele na beira de uma praia, num mato, e eu vou ensinar para ele como é o movimento dos corpos celestes e como é que se faz navegação astronômica, calculando o céu. Então, quando o meu filho mais velho tiver 12 anos, Eu vou ter que ter um tempo na minha vida para fazer isso, por causa de uma história que eu acredito.
Então, eu estou falando isso para vocês, mas isso já aconteceu antes. Eu, quando era capitão fuzileiro, há uns anos atrás, uns sete, oito anos, eu vendi meu carro, reduzi meu custo de vida para não precisar do dinheiro da minha esposa trabalhando para a gente dar o gás na educação das crianças. Trabalho. Aperfeiçoar o trabalho. Para a família. Ponto. Se você fizer isso, você consegue fazer um roteiro decente pro trabalho, pelo amor de Deus. Você entende? Mas não. Como é que nego pensa 2025? Pô, eu vou trabalhar melhor.
Eu vou melhorar no trabalho. Eu sei o que você vai fazer. Você vai trabalhar igual um animal e não vai chegar pra jantar, pô. Eu sei o que você vai fazer. Porque é o que nego tá ensinando a fazer na internet. e tu vai destruir a tua vida com um planejamento para 2025 para trabalhar melhor. Pô, Rico, é isso que eu estou falando, cara. Quando você olha para o passado, como que eu aprendo o que eu preciso mudar para o futuro? Pô, é o passado. É o passado.
O passado, a vida do crítico que busca essa face aqui, dessas presenças, que conhece as coisas, ele tá nas experiências do passado, pô. Então, vocês sabem, eu já falei isso pra vocês várias vezes, né? Que dos meus 15 aos 17, 18 anos, eu ouvia as pessoas, as atendia muito, entre aspas, numa pestalose, né? Eu era voluntário pra ajudar em pestalose. Pô, então eu só ouvia a pessoa velha. Então eu, na minha adolescência, ficou muito bem balizado para mim o que uma pessoa que rezava o terço tinha, para uma pessoa que não rezava o terço não tinha.
Então, quando eu fiquei enchendo o saco de vocês durante a semana, e o nego fala assim, o nego fica assim, não, Diego, mas cada um tem a sua experiência. A minha família, os meus pais não estavam presentes, só trabalhavam, a gente era cheio de empregado e funcionou. Eu falei, funcionou o que, pô? O que que funcionou? Se acha que porque hoje cê tá viva tem meia dúzia de virtudes, a tua vida hoje é o que é porque teus pais desprezaram a tua criação e botaram empregado?
Cês acham que se eles tivessem lá no lugar dos empregados não ia ser melhor ainda, pô? Vocês vão chegar pra mim igual o cara que eu falei pra vocês no outro dia. Mas o professor Diego, quando era adolescente, ia pro Maracanã todo domingo. Falei, cara, se eu não tivesse feito essa merda, hoje em dia eu era uma pessoa muito melhor. Aí você vai querer me copiar de uma merda que eu fazia no passado porque você me admira hoje, pô? Porra, tenham dó, vocês entendem? Se vocês não olharem pro passado, pra história, o futuro de vocês vai ser uma merda, pô.
Vai ser uma merda. Toda a profecia do futuro está no passado. É por isso que quando eu comecei lá na comunidade com a literatura do livro do Gênesis, vocês vão ver, quando a gente chegar no Antigo Testamento, no Novo Testamento, eu já vou ter falado tudo pra vocês de Cristo. Através de quê? De prefigurações do passado. É por isso que os evangelistas, quando ficam falando das coisas que Cristo fazia, fazem anamnese, né? Tanto é que eles escrevem o evangelho em grego, mas eles ficam citando as escrituras em aramaico e hebraico.
Não é assim o Novo Testamento escrito? Então a nossa vida tem que ser balizada assim. Existe uma psicologia húngara do Zondi, que obviamente trata isso de maneira errada, porque trata de maneira determinista. Mas o fundamento teórico de por que aquilo fez algum sucesso, apesar do erro determinístico, O fundamento é esse. O fundamento profético do futuro tá na vida do passado, pô. Tá em como você tá plantando a árvore. Então, quando a gente olha... Quando você fala assim, ah, eu vou entrar pra academia e vou malhar.
Eu falo, porra, de onde tu tirou isso, cara? De onde tu tirou isso, meu irmão? Olha pro passado. da nossa geração, da humanidade. Ele falou, pô, surgiu... No outro dia, antes de ontem, surgiu isso. Academia. Você vê, eu já falei pra vocês. Eu morei na África, num país que não tinha nenhuma academia. Pra não falar que não tinha nenhuma, tinha um hotel pextana lá, que tinha três aparelhos no país inteiro, num país de 200 mil pessoas, né? Tem lugar no mundo que nem sabe o que é academia.
Aí tem gente que fala assim pra mim, mas hoje em dia não se vive sem academia? Pô, meu irmão, que vida de merda que você tá construindo por não conhecer o passado da humanidade, pô. Aí eu falo assim, pô, mas qual o probleminha de passar uma horinha? Uma horinha é uma ova, né? Que ninguém gasta uma horinha em academia. Se tu vai pra uma academia, são duas horas de processo e academia, né? Pô, meu irmão. duas horas, se vocês soubessem o que fazer com um filho e com uma família em duas horas por dia.
Mas por que que não faz? Porque não conhece nada do passado e da vida, pô. Não sabe o que fazer com os filhos, pô. Então a nossa vida, hoje, ela é uma merda sobretudo porque nós não conhecemos o passado. Então podem ver, podem ver como é que nego se faz na internet. Nego se faz na internet fazendo promessas megalomaníacas. E por que que nego cai igual idiota? Porque nego não tem passado. Porque quando o nego me perguntava, pô Diego, olha esse movimento que tá acontecendo na internet.
Aí quando eu falava há cinco anos lá, vai dar merda, cara. É bonito agora. Eu estou aqui falando. A gente tem que trabalhar melhor? A gente tem que trabalhar melhor. Se eu falar para vocês só assim, trabalha mais, cara. Trabalha melhor. Vai melhorar a tua vida financeira. Com isso que eu estou falando, eu tenho certeza absoluta. Você vai destruir a tua vida e a tua família. Por quê? Porque você vai achar que trabalho é importante. Então pega assim, tem um monte de gente aqui do Opus Dei assistindo.
cuja vocação é se santificar no trabalho, pelo trabalho, com o trabalho. Só que se você for lá olhar São José Maria, você vai ver que o trabalho está subordinado à família. Então, ele sabia o que estava falando quando estava falando de trabalho. Ele sabia que você tem que trabalhar o máximo que você pode, de forma que você não pode se atrasar para o jantar, pô. Senão, esse seu trabalho está de sacanagem, pô. Você entende? Então, se eu não falar isso pra vocês, cara, vocês têm que trabalhar melhor.
Pra família de vocês funcionar melhor. Então, quando eu falo pra vocês trabalhar melhor, isso, pra você e pra mim, pode significar trabalhar menos, igual eu falei pra vocês, que é preciso agora pra mim. Porque eu tenho seis filhos, porra. Se eu não quiser entregá-los pros outros pra ensinar alguma porra que eu entregue pra Deus, que eu fique de joelhos rezando e falo assim, ó, eu vou dar a minha educação dos meus filhos pros outros e vou ficar aqui ganhando dinheiro, pra esse outro, pelo menos, eu vou pagar caro.
É assim a cabeça das pessoas, né? Porra, eu vou pagar caro, que aí pelo menos eu posso abrir. Aí, se eu falo assim pra vocês, trabalha. Trabalha melhor, trabalha mais. Aí o vagabundo, que não sabe fazer porra nenhuma em casa, que só atrapalha em casa, esse vagabundo, ele vai falar assim, caraca, que maravilha, ó, o Diegão tá falando pra eu trabalhar mais. Agora, finalmente, eu tenho um respaldo de consciência. Um respaldo de consciência pra abandonar minha família em casa e pra trabalhar melhor, e agora eu vou pagar um colégio de 5 mil, porra, de 10 mil.
É por isso que essas porra fazem sucesso na internet. É tudo que os homens vagabundo querem ouvir pra destruir a família, porra. Mas é óbvio que assim, porra, malha pra cacete, hein, meu irmão. Fica saradão. É uma porra que nego nunca fez na história da humanidade inteira. A porra que não tem um santo canonizado. Alterofilista ou forte pra cacete fisicamente. Aí vocês vão e começam a fazer essa porra, tomar hormônio. De onde vocês tiraram essa porra? Eu sei, vocês conhecem zero do passado. Aí vocês planejam um ano de merda, um ano da destruição da família, 2025.
Eu vou planejar uma puta de um ano, porra. E eu vou atender a tua família na merda, porque vocês desprezam o passado da vocação, da família, da história da humanidade, dos santos canonizados. Então planeja ano de 2025 olhando pra história e aperfeiçoando a história de uma vida, pelo amor de Deus. Para com essa merda de moda o tempo todo. Moda, moda, caraca. Por que que nego adora modinha? Sabe por que que nego adora modinha? Porque vocês não levam a sério a vida de vocês, porra. Se vocês levassem a sério...
Você viu, todo ano eu estudo sobre a missa, porra. Todo ano eu estudo sobre a missa. Você vê, se perguntar aqui para a Maria, ela vai falar assim, ó, o Diego na semana passada, ou semana retrasada, há três semanas, leu de novo um livro sobre a liturgia da missa tridentina. Li de novo todos os aparatos litúrgicos, todas as roupas, todas as orações que são feitas para vestir cada roupa, como funciona cada movimento no altar, o que significa cada parte da bíblia, o que significa cada parte da missa, o que significa o ofertório, o que se faz no ofertório, qual é a posição do corpo.
Por que eu estudei essa porra de novo? Por que vai entrar 2025 e continua tendo uma bola da minha vida chamada missa? E se eu não aperfeiçoar a missa? Eu vou entrar aqui na internet pra ficar vendo o roteiro dos outros, pra viver a porra da vida dos outros? Vocês não entendem isso, porra? Que vocês precisam fazer melhor o que vocês já fazem agora dentro da casa de vocês, porra? O que vocês já fazem há 10 anos, como é que se faz agora 11 anos melhor?
12 anos melhor? Porra, eu falo pra vocês. O roteiro que eu tô estudando, o meu roteiro de estudo da minha vida, com determinadas alterações, Ele está praticamente escrito desde os meus 15 anos. Então tem lá os períodos esparçados pelos anos que eu ia ler o catecismo de novo, que eu ia ler História da Igreja de novo, que é o que eu tô fazendo esse ano, o que eu não fazia há três anos, estudar História da Igreja, e agora tá incluído meus estudos de novo, História da Igreja, por um período de estudo que eu já deixei planejado há vários anos e que chega 2025.
Eu não vou entrar no Instagram de vocês pra ver qualquer ideia de vocês. Eu vou cumprir minha vocação, porra. Porque eu sei que o amor faz isso com nossos amores. Eles fazem as coisas durarem, porra. Vocês precisam mesmo comprar outro curso, fazer outra porra, uma porra nova, uma porra nova, uma porra nova, uma porra nova. Se a vocação do amor é fazer as coisas antigas durarem, porra, vocês querem coisa nova o tempo todo? Que porra de vício é esse? Pra 2025, porra. Senta lá com calma, olha a vida de vocês desde que vocês nasceram.
Conversa com os pais de vocês, com os avós de vocês. Vem a história da família. Vem o que vocês brincavam quando era pequeno. A vocação de vocês. Começa tudo de novo. O que vocês lutam? O que tem hoje na tua vida? Por que em 2020 você reza o terço? Por que agora você não reza mais? Pô, tem lá, ó. Em 2017. 2017. Eu olhava lá e falei, caraca. Eu fazia isso aqui na missa em 2017. Isso aqui é uma maravilha, pô. Eu não sei por que eu parei de fazer.
Aí eu vou voltar a fazer. A minha distração de hora de homilia lá, caramba. Eu, quando participo da missa sozinho, sem minha família, no domingo, no final de semana, pegava um caderninho e ficava anotando lá os pontos principais do homilê do padre, para ficar prestando atenção nele. Senão a minha cabeça, desconcentrada, ia pensar meus assuntos. Aí está lá, a história da minha vida, de um caminho de perfeição. Pô, eu não sei nada sobre a missa para aperfeiçoar a CVO. Eu, esse ano, vou estudar sobre a missa de novo, em 2025.
Eu vou estudar o ano inteiro? Não. Vocês já viram como a liturgia da igreja separa as coisas que a igreja dá importância? Ela não faz? Mês da Bíblia. Não tem essas coisas na igreja? Mês Mariano. O que eu faço todo ano no mês de Mariano? Aqui em casa tem uns 30 livros da Virgem Maria. Por que tem uns 30 livros da Virgem Maria? Porque todo ano, no mês de maio, eu pego um livrinho da Virgem Maria. e vou conhecê-la mais. Tem essa bola na minha vida e eu vou fazer isso melhor, pô.
Tem uma maneira melhor de eu meditar o terço, a porra que eu faço todo dia, todo dia, pô. Todo dia. Se você não fizer isso, eu sei o que vai acontecer na vida de vocês, pô. Vocês vão fazer um curso, dar um nome a uma parada e falar assim, ai, pô, esse ano eu não tenho mais tempo pra rezar o terço, vou fazer essa outra parada. Falaram, olha a vida que a gente tá vivendo, ninguém mais sabe o que que tá vivendo. Ninguém mais sabe o que que tá vivendo.
Eu tô falando pra vocês. O bisumáximo pra 2025 não é fazer isso de todo mundo cake de novo, renovar a vida, vem mudar a tua vida e não sei o que lá. A menos que tu leve uma vida completamente de merda e nunca teve amor nenhum na tua vida pra viver, pô. Porque se vocês fizerem os exercícios aqui que eu tô falando pra vocês fazerem, vocês vão olhar na vida e vão falar assim, putz, cara, ao invés de ter procurado na internet o que eu tava buscando, a parada tava na minha vida há 10 anos aqui, há 10 anos eu vivi isso aqui de maneira decente com a minha família.
Quando eu fui casado, meu casamento era um casamento decente, pô. Aí tu fala assim, meu casamento não tem mais jeito. Não tem mais jeito porque você tá olhando pro futuro. Eu já falei pra vocês como é que eu faço pra olhar meu casamento, pô. O meu casamento só tem uma imagem. Uma imagem do meu casamento. 17 de janeiro de 2015. Eu vi a minha esposa na entrada da igreja. Virgem. Vestida de noiva. E naquele dia, eu vi a visão que eu tenho que ter até morrer.
Minemosine. Eu tenho que decorar aquela visão. Eu tenho que rememorar aquela visão. No ano de 2025, eu tenho que trazê-la à tona. Retirar do rio do esquecimento. Lá no Hades tem um rio, né? Tem o rio Lete. De onde vem Aleteia, Aleteia, não é isso? Não tem esse rio lá no Hades? E lá no Hades também tem o rio Minemosine. O rio da memória. Então essa era a diferença. do homem que vinha à vida e conhecia o passado, né? Quando a gente olha para um exílido que contava a teogonia dos deuses, tu fala assim, cara, Clio, a musa, filha da memória de Minnemosine, estava lá falando no ouvido de exílido para ele escrever a teogonia e os trabalhos e os dias, não é isso?
no século VII e VIII, junto com Homero, da Elida e da Odisseia, falou, é, é. Ele estava sussurrando a memória. É assim que se faz. Quando você, homem casado, aparece aquela mulher te dando mole, fazendo gracinha, como é que você sai disso e segue a tua vocação? Tu olha pra frente e segue a vida? Se olhar pra frente e seguir a vida, vai dar merda. Tu vai pra onde? Tu volta pro passado e tu lembra. Aí eu lembro, lá da Maria, no dia 17 de janeiro de 2015.
Eu sou casado. Lá atrás. Lá atrás. Eu sou casado. Minemosini. Traz a memória. O que você tem que fazer pra 2025? Olhar pra frente e a vida nova? A vida épica? Ele vai pra frente. Eu falo, não, não, não. Olha pra trás. E traz Na base da paulada, teus amores para 2025 e os renova dia após dia. Se você reza o terço, aprende como é que se reza o terço melhor. Conheça mais da Virgem Maria. Você viu? Está vendo aqui? Isso aqui eu fiz hoje. Imprimi aqui na impressora.
Comprei uma moldurazinha no Mercado Livre. Isso aqui é a anunciação do anjo, né? Dia 25 de março do ano 1, segundo Dionísio Exígous, né? Como ele falou no ano 525 depois, quando ele foi fazer o nosso calendário. Ele começou o ano por esse quadro aqui. Hoje em dia a gente já sabe que os cálculos dão em menos um, né? Ou quatro antes de Cristo, né? Seria a data desse dia aqui. Isso aqui é o primeiro mistério dos mistérios gozosos, não é isso? Isso aqui é para aperfeiçoar, para botar ali na parede do corredor, para aperfeiçoar a minha oração do terço, de um terço que eu rezo desde os meus 15 anos.
Vocês querem que eu faça o quê? Que eu ache um amor novo na minha vida em 2025? Eu vou pegar meus amores antigos e vou renová-los. Eu vou aperfeiçoá-los. Eu vou tentar fazê-los melhor. Eu já separei o livrozinho e quando chegar no mês certo, eu vou estudar de novo um pouco mais sobre a Santa Missa. Eu já peguei um livrozinho, já separei nesse ano que eu vou ler as coisas que eu vou fazer para aperfeiçoar o meu casamento, para saber mais sobre o que tem que fazer na conversa semanal com a minha família.
E aí, isso que eu estou falando para vocês, obviamente, essas presenças, Elas não são diárias, né? E isso que eu vou falar pra vocês é importante, hein? Porque tem gente que fala assim pra mim. Pô, Diego, você fala tanta coisa que você faz aí na internet, cara, como é que você consegue correr com os filhos, dançar com os filhos, atender gente, escrever livro? Cada coisa dessas tem seu ciclo. Então hoje é domingo, né? Hoje eu corri com meus filhos homens. Eu corro com meus filhos homens todo dia?
Não. Corrida na rua com os filhos homens é um ciclo semanal para mim. Não é um ciclo diário. Entende? Não é um ciclo semanal. Não é um ciclo diário, é um ciclo semanal. Então, vocês têm que entender a diferença dos ciclos. Se confessa todo dia, tem gente que vai à missa todo dia. Se confessa todo dia, não. Tem gente que se confessa toda semana. Tem gente que se confessa 15 em 15 dias. Tem gente que se confessa uma vez por mês. A igreja dá um mandamento.
Tem que confessar pelo menos uma vez por ano. Não é assim? Vocês precisam saber o ciclo das coisas. pra fazê-las de maneira correta e não colar as placas. Então você vê, eu danço com as crianças. Falei pra vocês na live hoje, né? Que cada uma delas tem a sua música, né? Quando que eu danço? Sexta-feira. À noite. Depois do jantar. Eu danço com cada filho meu. Isso é um ritual de sexta-feira. Um ritual semanal. Essas coisas são uma maravilha, um aperfeiçoamento de passados, uma renovação de passados.
É isso que é a vida do espírito, a vida do crítico. Ele renova, ele faz nova todas as coisas. As coisas revolucionárias que passaram a existir agora, não. Ele traz à tona coisas antigas. Esse é o grande amor do mundo. eu olhar para a minha mulher do dia 17 de janeiro de 2015 e renová-la mais uma vez. E é isso que se faz, não é isso? Quando a gente faz aniversário de casamento, o nosso aniversário, quando a gente faz aniversário de casamento, o que a gente faz?
A renovação das promessas do matrimônio. Renovar amores antigos. Como se renova amores antigos? Pô Diego, mas o meu casamento está despedaçado. Porra, pra todos nós. Pega as merdas que vocês fizeram nos últimos anos e esquece essas porra toda. Vão lá e renovam as promessas, porra. Renovam. Renovem. Renovem as promessas. E como eu posso melhorar isso um pouco mais, porra? Como eu posso melhorar a minha educação física um pouco mais, o meu terço um pouco mais, a hora que eu levanto um pouco mais, a minha oração um pouco mais?
A maioria de nós que estamos aqui não precisa de nada novo. A gente precisa renovar e fazer durar amores antigos. Então, pelo amor de Deus, vão na história. e conheçam a história desses amores. Isso vai fazer um bem do cacete pra você. Eu prometo. Pegar um professor de matemática, né? Uma vez eu atendi um professor de matemática, um doutor em matemática, né? Aí ele ficava falando comigo sobre a não vocação dele e tal, falando das paradas. Aí eu peguei com ele e falei, pô, cara, você já leu a vida de bom, Boyle, como a gente chama aqui, né?
Da geometria, da álgebra, Boleana. Não, nunca vi a vida dele, não. Já ouvi falar de alguma coisa, falei, pô, cara, vê vida. Vê história e vê vida. Pô, esse cara se apaixonou de novo pela matemática. Na verdade, se apaixonou a primeira vez. Ele era um técnico de matemática. Porque conheceu a história da matemática. a história da descoberta das coisas. Pegou a geometria euclidiana, falei, cara, pega esses cinco princípios da geometria euclidiana e lê esse livro que foi escrito antes de Cristo, meu irmão. Porra, você é doutor em matemática e nunca leu isso aqui, cara.
Aí o cara vai lá na história e lê aquilo. Você vê, a gente vê aqui um monte de gente que cita pra caraca a Bíblia, fala de religião. Porra, tem um monte de gente aqui, eu vivo... tendo que bloquear gente que fica me xingando aqui por causa de religião. Vocês já viram que eu não fico discutindo religião com ninguém, né? O cara não gasta um tempinho assim pra estudar um negócio sério e lá no passado. Nós somos capazes de passar uma vida inteira indo à missa sem saber se quer o nome daquelas coisas que estão em cima do altar, meu irmão.
Puta merda. podem vender todos os cursos do mundo pra gente. Que a gente vai se ferrar, porra. Porque a gente não precisa da novidade. A gente tinha que aprender o nome dos amores antigos. Esse é o espírito do 2025. É o espírito da história. Nós vamos trazer a história aqui e vamos andar com ela Mais um ano. Vamos fazer ela durar mais um ano. Janeiro e fevereiro, a gente vai ajustar o nosso roteiro para melhorar. Vamos tomar meia dúzia de porrada. E quando chegar em março, no final da primeira estação, a gente vai começar a nossa guerra real.
Até quem treina fisicamente sabe que é assim que são os ciclos. Então não desanima não pelas merdas que vão dar agora e pelas coisas que vocês estão fazendo. Vamos que vamos. Beleza, pessoal? Obrigado pela companhia de vocês. Feliz ano novo para todos nós. Não se esqueçam daquela live da esperança invencível. A esperança invencível. e vamos fazer os nossos amores vencerem não só 2025. Tem jeito de fazê-los vencer a morte. Essa é a nossa vocação. Bom descanso para vocês. Boa semana. Até breve.