Coletânea

A estrutura da pessoa

A Consciência

1:45:00 · ~87 min de aula10 de janeiro de 2024Transcrição automática · em revisão
  • a consciência (saber que sabe)
  • a unidade das três pessoas
  • o exame de consciência
  • estado de graça
  • a espiral de ouro
  • a árvore de porfírio / taxonomia
  • comédia vs. tragédia
  • Shema Israel
  • a narrativa (presente, passado, futuro)
  • graça = presença

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 17:33.

Vamos lá, então. Bom, hoje a gente entrou um pouquinho atrasado, né? Então, naturalmente, falamos um pouquinho mais. Fábio Pires. Cheguei atrasado, professor, hoje. Eu cheguei também. Vamos começar agora, meu irmão.

Citações verbatim

Trechos da aula

Saber é a vida do crítico. E saber que sabe é a vida da consciência.
— Prof. Diego Reis
Não dá para fazer nada na vida sem o estado de graça.
— Prof. Diego Reis
Não existe tragédia para quem está em estado de graça.
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Fala pessoal. Poxa, esqueci de botar o link do Instagram, do YouTube aqui. Vai entrar pelo Instagram. Fala, Rian. Boa noite, Antônio, Stefânia. Márcia, boa noite. Fala, Iknami. Santíssima Trindade. Não pode ser consciência, não acha? Ah, tu sabe que a paróquia que eu frequento aqui também é da Santíssima Trindade. Fala, Luiz.

Caraca, já desceu a barra de rolagem. Boa noite, pessoal do Instagram. Quem quiser migrar aqui para o YouTube, Vamos lá. Andrea Luiz, boa noite, meu irmão. João, Sabrina. Fala, Tariq. Felipe, Priscila, Xavier. Boa noite, Felipe. Felipe Bezerra, Felipe Inc. Boa noite, Felipes. Boa noite, Fernanda, de Rio Grande. Lá do Dog do Alemão, lá do Dogão, Rio Grande.

Cadê? Desceu a barra. Vamos lá. Emília, boa noite. Viviane, boa noite. Matheus Pio, boa noite. Galvani Farias, boa noite. Andrea Lima. É, tu vê que eu vim litúrgico, né? Aí, ó. Domingo Gaudete. aquela biblioteca pô é muito legal né aquilo é bonito sabe que quando eu fiz a minha página no youtube o fundo era o fundo do gabinete né daquele gabinete real português o emanuel boa noite bruno boa noite fala renan o fabiano boa noite filipe artur a maria bittencourt boa André, Silvana, Neto Rock, boa noite.

Vanúbia, boa noite. André, Silvana, Neto Rock, boa noite. Vanúbia, boa noite. Boa noite, Eduardo. Pessoal que fica me perguntando sobre grupo de WhatsApp dos meus alunos, Eu não tenho muito controle sobre isso, né? Vocês devem imaginar, pela minha atividade no Instagram, devem imaginar que não dá, né? O Eduardo... O Eduardo Silveira aí, ó. Ele manobra isso aí com o grupo. Não é você, Eduardo? Ou eu tô errado? Qualquer coisa, fala com o Eduardo aí, pergunta como é que faz pra entrar no grupo do WhatsApp.

Maria Salomea, boa noite. Fabiana. Mateus Miranda, boa noite. Ricardo Almeida. André Silva. Lucas Galante, boa noite. Leonardo Duarte. Livia Lamonier. Mari Verlin. Boa noite. Fabrício Lelis. É... Alana, boa noite. Aline. Boa noite. Mari Pinhal. Mari Gustavo. Boa noite. Lineker. Boa noite. Na estrada indo pra selva. Excelente. Jonatas.

Boa noite. Eduardo Cesar. Boa noite. Anaína Neves. De Marília, São Paulo. Boa noite. Sérgio Filipe. Fala, meu irmão Joaquim. Boa noite. Emanuele. Primeira vez aqui. Seja bem-vindo, Emanuele. Grande Carlos! Seja bem-vindo, meu irmão. O Carlos tinha me mandado alguma coisa do livro que estava errado. Depois, se puder me mandar de novo, Carlos, para eu mandar para a editora. A mesma coisa serve pra todo mundo, tá? O pessoal costuma me mandar no Instagram lá, se perceber que eu não vi a mensagem, insiste lá, se olhar, já me mandaram umas cinco ou seis coisas lá, de erros, né, do livro.

Tipo, onde tá aí material, era material, na figura, tem lá alguns erros que eu mando pra editora e vão corrigindo. Essa semana me falaram que o livro tá em primeiro em primeiro lugar de vendas na editora. Acho que tinha umas 12 mil, uns 12 mil cópias vendidas do livro. Vamos lá. Ah lá, o Eduardo falou que é ele, ó. Tá aí. Fala com o Eduardo aí, ó. Eduardo Silveira. O pessoal aqui fica me perguntando do grupo. Eu devo imaginar que quem fica perguntando de grupo deve ser a galera mais assídua, né?

Deve ser o pessoal que tá por aqui. Maiara, boa noite. Suelen, boa noite. Cadê? Aqui. Mundo dos Olhos. Eu sou aluno do professor. Eduardo, assinante da comunidade. Isso aí, Eduardo, maravilha. Hugo de Maceió. Grande Joe Edson. Ricardo de Albuquerque. Já deve ter se mudado, né? Mas sempre que eu vejo o Joel, sou lembro de Ricardo. Eugênia, boa noite. Luana... Olha o Miguel aí. Grande Miguel.

Manda um abraço pro Miguel. Faz tempo que a gente não fala. João Vitor. Boa noite. Comunidade tá top. Hoje eu pretendo abrir um novo módulo lá na comunidade. Sobre... Na verdade, eu não sei qual é o nome do módulo, mas esse é o módulo que eu pretendo fazer uma parada que eu já devia ter feito há muito tempo com vocês. Que é começar a ler literatura fazendo um exercício prático da vida, assim. Vocês vão ver lá como é que é maneiro pra caraca. Eu faço aqui com as crianças.

Envolve até peça de teatro, uma parada. Vamos lá, Fabiano. Aí, já estão falando contigo aí, Eduardo, para entrar no grupo. Cassiane, boa noite. Luan. É que eu não sei se o grupo que o Eduardo fez aí é só para o pessoal da comunidade, não sei mesmo. Mas depois, Eduardo, você pode até falar lá comigo, cara, se quiser que divulgue o link para a galera entrar no grupo. Não sei se você está selecionando, se é da comunidade agora. Até me desculpa aí, cara, mas eu não consigo...

Eu acho até bom, na verdade, que vocês toquem tudo isso aí sem mim. Fabiana, boa noite, Júlia. Rafael Andrade, boa noite. Arielson, Victor Quintal. Educa a ânima. Boa noite, meu irmão. Júlio Costa. Olha aí, Manoel. É, Leonardo Reis é meu irmão no Instagram, né? Cadê? Rolou a barra. Pô, perdi a mensagem.

Vamos voltar aqui. Vamos subir. Perdi, perdi. Calma aí. Ramon e Mariana de Monjesus da Lapa. Carlos Ruaro. Isso aí, Carlos. Manda lá pra mim. No meu livro eu vi alguns erros também. Pode mandar pra mim, obviamente. Tem umas coisas que eu não entendo, cara. O pessoal me manda uns erros de português, né? Que eu olho lá e tá errado mesmo. Eu não sei hoje como a inteligência artificial pessoal de editora deixa passar erro de português, meu irmão. Essa parada não entra muito na minha cabeça, não, mas enfim.

Todos nós ficamos cansados, né? Alex Paola, de Capela Santa, Rio Grande do Sul. Quando vem pra Franca? Tiago Gomes, boa noite. Ana. Doze mil livros vendidos, tá rígido. Cara, eu não sei nem... Eu até hoje ainda não fiz contato com a editora desse negócio, eu ainda nem sei direito como é que... O que eu ganho com os livros, com cada livro vendido, sabia? Mas deixa lá, né?

Alguma hora vou receber alguma coisa. A sua aula do Em Busca da Verdade foi incrível, Júlia Castro. Legal, que bom, Júlia. Que bom ter o pessoal do Em Busca da Verdade aqui também. É muito bom, é muito bom participar de todo o esforço do pessoal do Em Busca da Verdade. É uma das atividades da minha vida que eu mais... Sinto uma força de missão ali fazendo, sabia? As aulas do Em Busca da Verdade. Fala, Pedro. Boa noite, Renata. Marco Júnior. Miguel, Luana. Meu jubileu de ouro no dia de Santa Luzia.

Fiz 50 anos sexta-feira. Parabéns. Vamos rezar por você, Luana. Aí, Luana, fiz 50 anos sexta-feira. Sabrina. Qual o tema da aula de hoje? Vamos falar sobre a consciência, Sabrina. Estamos presentes. A consciência. Se não for aluno da comunidade, vai ter que entrar. Ah, e no final também, se eu esquecer, vocês me lembrem. Essa semana vai ter o especial de Natal que eu divulguei. Eu vou divulgar de novo nos stories. do do maestro Thiago né tá lá no meu feed então vai ser sobre a história da música incluída no contexto do natal e eu vou falar um pouco sobre a música sobretudo como ela era ensinada dentro do trivial não a música instrumental que a gente ouve uma música encarnada já ela obedece a uma ordem da criação do mundo e é recepcionada pelo homem com a ordem da antropologia, de como o homem tem a capacidade musical.

E aí a terceira coisa é a encarnação da música, não é isso? A vocação da música também é se encarnar em um instrumento e produzir o som, mas isso acontece só depois de muita coisa. A gente vai falar sobre isso lá no especial de Natal. É um tipo... e a música se fez carne. É tipo isso. Aqui de Portugal, Hermes. A Caminho de Madri. Que maravilha. Já deve estar na madruga ainda. Assistiu e hoje a felicidade não se compra. E a gente vai falar sobre isso aqui, a consciência.

A felicidade. Tubarão na área. Bortolato. Os mergulhadores de combate. Máspole trouxe uma dúvida. Se o demônio é burrão. Hã? Uma dúvida que eu tenho é se o demônio é burrão em ter se voltado contra Deus. É, o problema dele não foi de burrice não, cara. Muito pelo contrário. Quem tentar vencer o demônio pela inteligência vai sucumbir. Eu já expliquei isso pra vocês aqui, né?

Que a nossa inteligência não... não é capaz de lutar contra o demônio. A gente só consegue lutar contra o demônio através da graça. É a graça, ou seja, estar na presença de Deus, é a presença de Deus, a graça, que faz com que o demônio tenha medo de nós. É só isso, tá? Mundo dos Olhos. Eu também sou do EBV. Maravilha. Que bom, meu irmão. André. Tá animado o professor hoje.

Pô, hoje é Domingo da Alegria, meu irmão. Vim até litúrgico aí, ó. Minha camisa. Quando eu falo pra vocês pra viver o tempo litúrgico encarnado em vocês, vocês não me levam muito a sério, né? Eu quase não apareço no Instagram. Vocês vêem essa semana, acho que eu não fiz um story, né? Ou se fiz, foi no começo da semana. Ou seja, eu não fico aí para ficar falando um monte de coisa para prender vocês. Pelo contrário, eu nunca fico chamando vocês para a ação. Comenta aqui, caramba, pelo contrário.

Se vocês não comentarem, não engajarem, eu fico satisfeito, que sinal que vocês estão tomando tenência. Estão indo viver a vida real. A verdade e a religião são as mesmas coisas? A religião, religare, é um encontro entre o homem e a verdade. Ah, Diego, mas a verdade é só uma face da bola do bem. Não é todo, o encontro é só com uma parte.

Nosso Senhor falou que Ele é a verdade, né? Eu sou o caminho, a verdade é a vida. Só que São João também falou Deus caritas est, né? Deus é amor. Então, Ele também é a visão de baixo, né? Das três pessoas, o amor e a verdade. E Nosso Senhor também fala que só Deus é bom, né? Então, Ele já falou aí pra vocês sobre a bola do bem, né? Que Ele é a verdade, a bondade e a beleza, o amor. É só a verdade, a bondade e a beleza, o amor.

É só juntar as partes. A gente não ficar fixado. Eu vou ensinar vocês a fazer isso aí. Na comunidade, no próximo módulo que eu vou abrir. Como estudar a história geral, professor? Por onde começar e qual caminho seguir? Eu vou ensinar a partir da próxima aula na comunidade. Na próxima aula da comunidade eu vou ensinar vocês a estudar todas as coisas e vou estudar junto com vocês. Também é. Também é. Vocês vão ver como é que é. Com as três pessoas. Começa com a presença, depois domínio, depois os exercícios práticos das três pessoas.

Vou ensinar várias coisas pra vocês. Se vocês fizerem, vocês vão ver. Como é que vai ser bom. Vamos lá, então. Bom, hoje a gente entrou um pouquinho atrasado, né? Então, naturalmente, falamos um pouquinho mais. Fábio Pires. Cheguei atrasado, professor, hoje. Eu cheguei também. Vamos começar agora, meu irmão. Recebi um café de São Tomé. Peguei a caneca lá de São Tomé, inclusive, para tomar o café. É o café e essa aqui é de água. Essa aqui é de água. Essa aqui é dos Comandos Anfibios. Esse aqui, o ingresso dessa aqui é caro.

Bom. Vamos falar sobre a consciência. A consciência é um dos temas que eu mais estudei na minha vida. Chegou um momento na minha vida que eu falei assim, agora eu vou gastar um bom período, foi mais de um ano, a época em que juntei todos os livros da consciência. Então, quais as principais fontes que eu estudei consciência e onde fui me achando?

Eu só me achei verdadeiramente compreendendo um pouco melhor a consciência depois que vi as três pessoas. Antes das três pessoas, A consciência, para mim, era uma coisa ainda que eu executava de maneira mais prática, mas eu ainda não a tinha conceitualmente, como eu ensino agora no livro, em busca da verdade, eu falei sobre a consciência, em aula da comunidade, como tem uma aula do Instagram que chama Liberdade Humana, se eu não me engano, falo da consciência. E o papel da consciência nas sessões de terapia, ele é o que eu mais tenho que aguardar se as pessoas levarem a sério o que elas têm que fazer para ficarem fortes.

Então, porque vocês veem? Eu ensino para vocês sobre as forças. a força desiderativa do personagem. É um... um quadro negro, né? Dá pra perceber que tá apagado aqui? Eu atendo com esse fundo aqui, né? Na terapia. Aqui fica desenhado as três pessoas. Como eu fico ensinando e botando a mão e apontando, tava tudo embaçado. Aí eu apaguei pra gravar as aulas da comunidade. Se essa live ficar boa, a gente vai ficar por aqui mesmo, que aí eu vou desenhar aqui e vocês vão começar a entender bem melhor.

Não tem aquela coisa de... quer que eu desenhe para entender, e isso é verdade mesmo. É por isso que numa parte dos meus estudos, existe uma parte, eu tenho uma apresentação minha de slides, que eu sigo para estudar certos assuntos. Então, deve ter lá uns 70, 80 slides, eu dei uma enxugada, tinha mais. É um método de estudo meu. Um dos slides, sempre é fazer um desenho. Então, quando eu falava para o pessoal, inclusive, sobre funções... Vocês percebem aqui. Olha aqui o meu livro. Está vendo?

Esse desenho aqui. Esse desenho, quando eu o desenho na sala de aula... Eu não sei se tem aqui dentro. Eu desenho uma função cartesiana. Vocês sabem o que é uma função cartesiana, não é? Um eixo X, um eixo Y. onde a gente coloca valores e eu transito pelo tempo ali. Para a aula de hoje seria muito melhor se tivesse o desenho aqui atrás, mas a gente consegue caminhar assim. E eu sempre faço desenho das coisas que eu estou tentando estudar. Então, existe um desenho da consciência.

Na verdade, o primeiro desenho das três pessoas foi o desenho da consciência, que é uma espiral de ouro. Depois vocês digitem aí para ver o desenho de uma espiral de ouro, que vocês vão ver, entender um pouco do que tem a ver. Mas eu vou fazer um exercício prático aqui, bem didático, para a gente entender. Então, olha só, onde está a força da consciência, da presença dela? O que eu preciso para uma pessoa que vem assim para mim e fala assim, Diego, eu estou com um problema que eu estou muito raivoso em casa, estou muito irascível, brigo muito com a minha esposa e tal.

E aí eu preciso de ajuda, né? E aí eu começo a ensinar essa pessoa sobre o que está acontecendo com ela. Por que ela fica raivosa? Vou fazer o seguinte. Vamos lá. E aí, eu começo a mostrar para essa pessoa Ela vem falar aqui sobre casamento. Vem falar sobre casamento comigo.

Aí ela chega para mim e fala aqui, ó. Personagem no palco, né? Presente. Ela começa a falar sobre como é o casamento dela no dia a dia. E ela vai fazendo juízos. Ela vai lembrando das coisas que estão acontecendo. Então ela vai lá para o passado, que é presente. Ela vai para o passado. e começa a fazer juízos, criticar. Meu casamento tá assim, meu casamento tá assado, meu esposo faz isso quando chega do trabalho, o nosso jantar, a gente briga e tal. Aí eu posso, ela pode falar ou não, eu posso perguntar pra ela qual é a rotina, os roteiros que ela vê lá no futuro pra ter um casamento.

Então, ela só pode falar sobre essas três pessoas no casamento. Não tem outra saída. Então, ela vai falar sobre o passado, sobre o que está acontecendo no presente, ou sobre como ela vê o casamento futuro. Ah, o meu casamento está ruim. Está vendo? Ela está vendo um roteiro para o casamento dela. Vai dar problema. Aí você começa a ajudar essa pessoa a entender a personalidade e por que ela está sentindo essa raiva. que eu já expliquei pra vocês em várias lives. A raiva, ela só vem de uma experiência da vida humana, que é a da injustiça, que acontece aqui, e aí a força iracível, força iracível, que tenta corrigir a injustiça, fica com raiva, e a gente acaba metendo os pés pelas mãos.

Aí você ensina essa pessoa a controlar a raiva. Só que essa pessoa, quando eu ensino uma pessoa a controlar a raiva, Quem disse para vocês que ela lembra do que ela tem que fazer na hora que ela tá puta pra caraca? Quando ela aprende que ela tá com raiva, então ela aprendeu, ó. Eu ensinei pra ela. É aqui. É aqui que se ensina, né? Fazendo juízos. Eu ensinei pra ela que a raiva é controlada por uma justiça que ela vai fazer. Ou na cabeça dela ou no mundo real.

Aí ela fala assim, caramba, eu entendi então que se eu entrar em casa com a cabeça, não de que eu vou entrar em casa para descansar, mas eu vou entrar em casa para me doar pela minha família, se ela ajustar isso na cabeça dela, quando ela entra em casa, ela já não vai ficar bolada para caraca se tiver várias coisas para ela fazer, porque ela já mudou ali, já acertou a cabeça dela. Eu vou entrar em casa para me doar. Ela aprendeu isso. Aí ela coloca isso no roteiro da vida dela para fazer.

Então ela passa do crítico para o roteirista, para realizar amanhã. Aí amanhã, quando ela chega em casa e o personagem está no palco... Presta atenção, hein? Ela esquece. Ela não lembrou. ela não trouxe aquela verdade que eu ensinei à tona para o presente. Ela não fez isso. Então, primeiro ela fica puta, aí ela descarrega na esposa e nos filhos. Aí, uma hora depois, sendo otimista, né? Uma hora depois, ela lembra.

Caramba, eu já aprendi por que eu fico com raiva. Aí ela começa a examinar a vida dela. Ela olha para o passado e fala assim, caramba, fui grosseiro com a minha esposa, fui raivoso. Aí ela está aqui no presente, lembrando disso no passado. Ela fala assim, poxa, mas o meu roteiro era não ser grosseiro, é ser gentil. Então percebe aqui uma coisa. Pessoal, não estou olhando os comentários agora, mais tarde eu olho. Olha o que tá acontecendo com ela. Ela não tá indo no passado só pra fazer juízos.

Ela faz juízos também. Fui mal. Só que ela faz esse juízo, fui mal, um juízo sobre como ela foi, é um juízo sobre o personagem de acordo com o roteiro que ela fez. Esse juízo é diferente de olhar para o café que eu tomei aqui. Vou tomar no presente. Tomei café de São Tomé e Príncipe. Tomei. Agora, ó, vou fazer um juízo sobre o passado. Caramba, esse café está espetacular. Não tá mais, tá gelado já, entendeu? Mas mesmo assim é bom pra caraca. Fiz um juízo sobre o passado.

Eu tô fazendo um exame de consciência do café? Não tô. Isso é diferente de olhar pro passado, comparar com o personagem e um roteiro que eu previ. Isso é uma atividade muito mais complexa. Isso é uma atividade da parte mais alta dessa parte intelectual, da ânima, da psique, do nus, do pneuma. Do que vocês acharem de mais alto, essa é a parte mais alta e mais nobre. É a parte que eu olho a vida pra ver a felicidade e a tristeza. Desse alto, a gente vê a felicidade e vê a tristeza.

Desse alto, a gente diz... Eu fui quem eu deveria ter sido no final do dia. Eu fiz o que eu deveria ter feito. Só que as pessoas... Elas demoram muito tempo para fazer isso. Então, veja... Perceber uma hora depois que eu fui escroto com meus filhos ou com a minha esposa é muito diferente. de perceber isso na hora que tá acontecendo, né? Então, ó, vou fazer várias experiências aqui, didática, então, hein? Vou repetir a mesma experiência. Olha, no primeiro passo, no primeiro caso, o pior caso aqui, o pior caso daqui, porque tem caso que é muito pior, é a pessoa que tem a consciência anestesiada.

Ela nem pensa em nada que ela trata esposa e filhos igual animal, você entende? A consciência está anestesiada, está na UTI, está quase morta. Esse é o pior caso. A gente fala assim, aquele cara que corta os outros com serra elétrica. O cara do campo de concentração, o torturador. A gente fala assim, cara, esse cara não tem consciência, não? Ele tem, mas ela é um empty garden. Ela é um jardim vazio. A música lá do Elton John, né? Ela não tá lá. Ou como dizia Santo Agostinho, tu estavas em mim.

que é o senhor da consciência, mas eu estava fora. A consciência está desligada, vazia. Esse é o pior caso. O seu caso que está vivendo uma vida de merda. E eu vou falar uma coisa para vocês. A nossa formação deve ser constante, constante até o final da vida, e a gente lutando, lutando, lutando. Por quê? Porque em todos nós aqui existe uma parte da consciência que ainda tem essa escuridão, que a gente ainda não está lá, a gente ainda não tocou. É tipo jogo de RPG, tem uma parte daquele tabuleiro que ainda está escura, não foi aberto.

Eu ainda não abri aquela porta e abri um mundo novo. Então o que é isso aqui para vocês, por exemplo? É a pessoa que está aqui nova e ela vai falar assim, Eu nunca tinha pensado nisso ou ouvido falar sobre isso. Está vendo? Está se iluminando uma novidade. Onde que acontece essa luz? Aqui no crítico, na vida do espírito. Aqui o crítico, o espírito. Você está aprendendo novos juízos, nova verdade sobre a consciência. Só que só depois disso que você pode fazer isso no roteiro da sua vida.

Como? Existem várias práticas. Por exemplo, quem tem a consciência muito fraca, A gente tem várias histórias belíssimas na literatura sobre atividades para fortalecer a consciência. Hoje, na missa, eu estava desconcentrado e eu fiz uma atividade para fortalecer a consciência. que é uma técnica de inteligência operacional das forças especiais, chama OMD. Observação, memorização, descrição. Então, eu entrei na missa, aí eu utilizei a fala do padre para fazer isso. Como eu estava distraído, eu comecei a repetir e tentar decorar a fala do padre.

para não perdê-lo na humilhia. Uma atividade de fica ali, fica aqui, fica aqui, esteja aqui comigo, fica aqui. Vocês entendem? Isso é uma atividade... Um dia eu faço uma aula sobre isso e ensino até para vocês como se faz isso nas forças especiais. É um puta de um exercício. Às vezes a gente passava três dias no meio da selva fazendo esse tipo de exercício. Eu vou ensinar a vocês a fazer isso com as classes gramaticais, né? Olhar o substantivo, olhar os adjetivos, olhar a quantidade, os numerais.

Nas forças especiais, a gente tem um mnemônico para isso, chama TALUD. Tamanho, tamanho do inimigo, atividade inimiga, localização do inimigo, uniforme do inimigo, data-hora da visualização, cara. Isso aí é maneiro, isso aí é bom. Aprender, mas não para usar de maneira como dessas coisas, mas vocês vão aprender a usar isso no dia a dia. Eu faço isso muito com as crianças. Observação, memorização e descrição. Isso dá para fazer com crianças pequenas, esse tipo de atividade. Dá para fazer... Por exemplo, eu já falei para os meus dois filhos, hoje a Maria foi no Teatro Municipal ver o Quebra-Nozes com as meninas, com as quatro filhas mulheres.

Essa semana eu tinha ido com os filhos homens ver o concerto lá do Álvaro Siviero, na Academia Real Portuguesa. E aí a Maria falou, hoje eu estava com os meninos só na missa. E eu tava falando com eles pra fazer esse tipo de atividade, ó, vocês dois olhem o altar aí, tenta decorar o máximo de coisas, quantas velas tem, o candelabro, os castiçais, o aparato todo da liturgia, tanto é que quando eu comecei a falar isso pra eles, pra eles fortalecendo a consciência e a atividade de observação, memorização e descrição, pra depois eles desenharem e escreverem pra mim, Rapidamente, eles perceberam que a cor litúrgica estava errada em alguns pontos.

Estava roxo e era prata-rosa. Entende? Por causa do Domingo Gaudete. Ezaon é um outro tipo de atividade. Ezaon é estacione, sente-se, alimente-se e navegue. Isso é uma outra atividade. OMD é uma atividade que está aquém disso aí. Um dia a gente fala só sobre o Ezaon. O Exaum é um ciclo completo de personalidade humana. O Exaum consiste de um exame completo de consciência, mais uma decisão, que é uma prudência do roteirista, e o início da próxima atividade. Tanto é que ele termina com um N de navegue, ou seja, eu já tenho um novo roteiro para seguir.

Essas coisas que eu estou falando para vocês são atividades reais de orientações concretas na vida, tá? E essas coisas na terapia são um tiro e queda pra gente resolver problemas. Eu diria pra vocês que isso... Esses mnemônicos, eles são uma espécie de memento. Memento, né? Lembrança. Memento. Na infantaria, o pessoal fala que o infante é burrão, ele precisa de memento. Não é isso? Um memento. Esses mnemônicos são mementos para a gente se orientar efetivamente. O que é fazer exaom? Quando você está na merda na vida, quando está desorientado, você tem que fazer um exaom.

Você estaciona, se senta e começa tudo de novo. Exaom. Alimente-se, ou seja, faz toda a sua atividade básica de volta para você voltar ao domínio, à estabilidade. Você vai se orientar de novo, vai fazer um ciclo completo de juízos e um novo roteiro e vai colocar o personagem no palco e vai começar a navegar. Isso é o Exaon, tá? E aí... Quando a gente consegue, então, ter a consciência, ou seja, eu aprendi uma coisa nova. Eu aprendi que ficar com raiva e ser esse coalhericão dentro de casa vai destruir meu casamento.

Aprendi. A gente fala assim, tomei consciência. Ok, beleza. A gente está usando aqui lato senso, ou seja, não está usando a linguagem muito técnica. Ok, tomei consciência. Entendi, descobri uma verdade. Agora eu vou botar no meu roteiro da minha vida. A partir de amanhã... Segunda-feira, hein? A partir de amanhã eu vou melhorar nesse ponto. A partir de amanhã eu vou melhorar nesse ponto. Aí chega o dia de amanhã com esse novo roteiro, personagem no palco. Aí você, patada na esposa, ignorância, tratando o pessoal mal no trabalho.

Vocês acham que logo depois que eu ensino vocês a fazer isso, A consciência acabou de acordar de uma quase morte, desfibrilador. Acordei, pum, choque na consciência. Vocês acham que do nada ela já entra na academia no primeiro dia, aprendeu o que tem que malhar, ela já consegue pegar 50 quilos no supino? Não, não consegue. Não consegue fazer isso. quiçá ela consegue estar presente. Ou seja, você vai ser ignorante com a esposa. No final do dia, horas depois, cinco dias depois, quando você foi se confessar, você vai lá e fala assim, puts, há cinco dias, há cinco horas, eu fui ignorante com a minha esposa.

Consciência. Esse juízo sobre si não é só um juízo sobre si. É um juízo sobre si cumprindo um roteiro com o personagem no palco. Vocês entenderam a diferença desse tipo de juízo que tem configuração de julgamento já? Perceberam que é muito diferente? Quando eu faço assim, a luz muda. Olha só que espetáculo, que maneiro. Quando esse tipo de juízo é feito, eu estou fazendo uma atividade da personalidade inteira. E aí nessas horas entra a percepção de felicidade e a percepção de tristeza, como eu já ensinei para vocês várias vezes também.

Aí se a pessoa fizer esses vários exercícios que eu fui falando aqui, então vou falar um exercício de consciência tranquilo hoje em dia. Quando você tá lutando por alguma coisa no seu exame de consciência particular, ou seja, naquele que você quer melhorar de maneira urgente, entre tudo que você precisa melhorar na vida, aquele que você escolheu pra melhorar por primeiro, você bota teu celular pra despertar de 30 em 30 minutos. Aí o celular desperta, aí tá lá o título do alarme. É o teu exame particular.

Seja paciente na injustiça. Eu gosto sempre de falar o que eu tenho que executar, tá? Eu não gosto de falar o que não é pra eu fazer. Eu já ensinei isso pra vocês também, até abordando a ressonância magnética funcional, né? Trazer o mal pra negá-lo. Então, por exemplo, se o teu filho falou mentira, aí você vai falar, você vai escrever mil vezes, eu não devo falar a mentira. Tem uma coisa que é melhor do que essa. Ele escreve mil vezes que é muito bom ele falar a verdade.

Essas atividades são muito diferentes, tá? Eu não devo falar a mentira é muito diferente de eu devo falar a verdade. Ou então vocês podem conjugar. Mas nunca deixem só o que não fazer. Eu não devo falar a mentira. Pelo contrário. Devo falar a verdade. Tá bom? Se vocês fizerem essa atividade, que foi feita de maneira maravilhosa ao longo da história, quando São Francisco de Assis pedia para Frei Leão, quando Santo Inácio de Loyola pedia para aqueles companheiros do quarto dele, São Francisco Xavier, São João de Lapenha, de vez em quando me chama Inácio Francisco, Vocês estão pensando em Deus?

O que ele está tentando fazer? Volta aqui com a tua consciência. Volta aqui com a tua consciência. Volta aqui com a tua consciência, olha para a tua vida de fora e vê quem está vivendo. Volta aqui com a tua consciência. Então tem gente que decidiu, isso é muito típico na terapia. Muita gente, eu falo assim na terapia, aprendeu então como não ser ignorante com a tua esposa? Aí a pessoa, aprendi. Ela acha que ela tá saindo de lá curada. Mas eu só dei um mapa de uma aventura que ela vai seguir ao longo da vida, né?

Aí eu falo assim pra ela, ó. Sobre esse assunto, você vai voltar aqui pra falar comigo. Quando você exercitar, aí passo os exercícios pra ela. E quando você tiver liberdade, ou seja, vai lá ver a live da liberdade depois, com calma. Quando você chegar aqui e falar assim, caramba, antes eu lembrava cinco horas depois que eu fui ignorante com a minha esposa. Agora, quando a raiva está vindo, eu sei. Eu sei! Essa é a atividade da consciência por excelência, né? Sou eu que tô ficando com raiva.

E eu sei. Saber é a vida do crítico. E saber que sabe é a vida da consciência. É o mais íntimo do mais íntimo. É o lugar do lugar. Não existe na antropologia... A antropologia não é tripartidária. O dogma antropológico do homem diz que o homem é corpo material e alma espiritual. Então eu tenho uma parte que é quase corpo só corpo, uma parte muito material do homem. Eu tenho uma parte que tem um solúvel no outro, que é um corpo anímico ou espiritualizado, e eu tenho uma parte que é mais pura da parte anímica, da parte imaterial do homem, que, usualmente, a gente chamaria de espírito.

Essa parte, o mais íntimo do mais íntimo, o mais elevado do mais elevado, o intelecto do intelecto, é essa atividade que não só sabe, mas ela sabe que sabe. No livro, eu ensino como é o exercício da vida do homem, e eu vou ensinar a fazer isso para vocês na comunidade, eu vou desenhar isso na parede para vocês, como se faz a subida, que é um exercício de taxonomia, uma árvore de porfírio da biologia. Vocês vão ver como é que eu ensino para os meus filhos como se chega da bola de futebol do indivíduo subindo lá, o que eu chamo de reficofagem, indo até o domínio humano.

Isso é uma atividade da consciência por excelência. Tem disso aí no livro, né? Quando eu não só sei as coisas, eu já sei como se fica com raiva. Só que agora eu sei que eu tô ficando com raiva. Vocês entendem que isso é muito mais alto? Agora eu tô ficando com raiva da minha esposa, eu já sei porque eu tô ficando com raiva e eu sei que tá acontecendo agora. Eu sei que sei, tá vendo? Eu tô subindo. Porque a consciência sobe infinitamente. Porque eu sei que eu sei que eu sei.

Eu sei que eu sei que eu sei que eu sei. Vocês nunca viram um problema de matemática que é raiz de 3 mais raiz de 3 mais raiz de 3, 3 pontinhos infinitamente igual a x que você pega o raiz de 3 e como tudo é infinito, você chama o resto de x igual a x, eleva tudo ao quadrado e resolve uma equação do segundo grau? É isso que está acontecendo aqui. A consciência da consciência, a consciência da consciência, a consciência da consciência. Eu sei que sei, eu sei que sei que sei.

Eu estou cada vez olhando mais do alto a vida humana. Quanto mais a gente subir por conhecimento, mas a gente toma consciência do funcionamento do universo. Quanto mais você subir e souber mais ciências, mais alto você está subindo na taxonomia da biologia e está chegando próximo cada vez mais do domínio. Você vê teatro, e você vê matemática, e você vê psicologia, e você vê um homem jogando futebol, e você vê o cara nas forças especiais. E você não vê tudo como... eu vou ali, vi uma coisa, depois eu volto, vou outra ali.

Você tá de cima e você tá vendo tudo e você sabe em que pontos aquelas coisas se tocam. Quanto mais alto você tá, você mais vê o quebra-cabeças. Quando você tá de baixo, você tá dentro do labirinto, né? O quebra-cabeça no início. Quanto mais você sobe, mais você está vendo o labirinto de fora. O labirinto olhado mais do alto, mais do alto, mais do alto, ele não é mais labirinto. Entende? Ele é só um caminho que você tem que seguir, tá? O labirinto, ele é labirinto pra quem tá lá dentro.

Pra quem tá lá fora, a gente resolve o problema do labirinto, porque você tem consciência do labirinto. Eu tô olhando do lado de fora. Não é esse o problema que vem na tua revistinha de terapia? Não vem sudoku e labirinto e forca e palavra cruzada? É isso. E aí, pessoal? A primeira coisa da consciência que a gente deve fazer é tê-la presente. A consciência presente, ela permite... Tem gente que fala assim pra mim, pô, professor, eu não consigo chegar no final do dia. E... Pô, eu tô vendo aqui na minha frente, na biblioteca, ó, tem um livro verde, é a Realizações, que chama Filósofos da Consciência.

Um puta de um livro sobre a consciência. Luíla Velha, a coleção, tem lá, ó. A Consciência de Si, da mesma editora, é a Realizações. Também é um puta de um livro. Mas eu... O jeito que eu tô tratando com vocês é sobre aquilo ali, ó. Santa Elizabeth da Trindade. Obras completas. Ela conversando com o sacerdote, falando, padre, eu percebo que tem alguém presente na minha consciência e temos eu e alguém lá. Ela falou, é isso, é assim que eu ensino consciência para vocês. Vocês percebem que é assim que eu ensino, não é?

A modo Santa Elizabeth da Trindade. Então, ela não explicou, vocês não vão ver lá, obviamente, mas a visão que eu estou passando para vocês, eu tive a visão que eu estou tentando explicar aqui, desenhando, lendo o Santo Elizabeth da Trindade. Não foi lendo o Louis Lavelle, não foi lendo os filósofos da consciência, tá? Foi lendo o Santo Elizabeth da Trindade. E aí, quando eu tenho essa primeira força da consciência, Eu começo a ter liberdade, então, para começar a sempre saber o que está acontecendo comigo. Então, é muito diferente eu chegar em casa à noite, sentar ali na minha cama ou ajoelhar ali para fazer um exame, falar alguma coisa para o senhor e falar assim, pô, senhor, eu fui mal na missa.

Eu percebi hoje, durante a própria missa, que eu estava indo mal. Vocês entendem como isso é diferente? Eu falei, caramba, eu estou indo mal na missa. O padre tá falando, já não sei mais o que ele tem falando. Aí eu tenho o meu exercício. Se eu estiver sozinho, sem as crianças, eu sempre levo no paletó um caderninho pequenininho assim com uma canetinha também pequena, que fica encaixada na bola do caderninho. que é um exercício que eu faço quando eu tô na missa durante a semana, sozinho, eu uso isso pra fazer esse exercício, pra participar melhor da missa, pra fazer meus exercícios de consciência.

Quando eu tô com as crianças e com a família, eu não consigo, né? Tanto é que eu percebo que é sempre quando eu participo mal e fico tentando dar meu jeito, em vários momentos, vocês entendem? Mas a minha consciência tá ali, pô. E eu fico tentando lutar. mas tem exercícios práticos. Vocês entendem? Sobretudo quando vocês estão começando as coisas. Então, quando eu ensino as coisas para vocês, a primeira dificuldade é vocês entenderem. Eu fico muito feliz. Essa semana tem alguma live aí, em alguma live no Instagram, no YouTube, tem um comentário que é assim, ó.

Assisti a décima vez essa live e acho que finalmente entendi. Aí eu olho para essa pessoa e falo assim, cara, essa aí está querendo, essa está buscando, porque ela ficou fazendo um exercício ali que é o único exercício possível para a consciência funcionar e acordar. Porque quando a pessoa fala, vocês imaginem assim, Faz o exercício. Talvez as pessoas que não tenham filhos e não façam um esforço gigante para ensiná-los, não deleguem tanto o ensino, não vão passar essa dificuldade.

Existe uma parte da nossa vida que é a parte da paternidade, seja a biológica ou a espiritual, ou seja, onde a gente assume a responsabilidade para ensinar as coisas para as pessoas. Quando a gente tenta fazer esse exercício, esse exercício Ele tem que puxar tanto. Ele puxa tanto a nossa consciência. Porque você fica olhando para o mundo e olhando para as coisas, e você fala assim, caraca, mano. O nosso filho, assim, ó, quer ver uma bobeira? Se teu filho pergunta assim para você agora, papai, o que é o tempo?

Ferrou, pô. Eu vou falar para vocês? Vocês vão falar assim? Santo Agostinho fala assim, quando eu pergunto para ele o que é o tempo. Eu sei o que é o tempo até me perguntarem o que é. Quando me perguntam o que é, eu não sei mais. Você entende? Tipo assim, porra, eu sei, tá ligado? Mas tu me perguntou, eu não consigo te falar. Você vê, quando acontece esse tipo de coisa, que é uma atividade que as crianças prendem na gente, isso é uma maravilha quando a gente tem tempo para fazer isso.

Quando meus filhos fazem uma pergunta dessas e eu tenho que parar. E aí é isso que a gente vai começar a fazer a partir de hoje na comunidade. Eu vou ensinar para vocês na prática os passos que a gente segue. para passar pelo ensinamento das três pessoas, como eu ensino pessoa por pessoa, cada uma das três, o que meu filho tem que fazer, inclusive com uma encenação de teatro no fundo, no final. Então, vou dar um exemplo. Eu vou utilizar como base para vocês. Eu ia fazer isso...

Eu acho que está até aqui. Calma aí, vou pegar aqui para mostrar para vocês. Ai, caramba! Eu ia usar para vocês esses livros aqui da Ilíada, né? Aqui tem uns rituais que eu faço de estudo. É porque aqui é a melhor tradução que eu acredito que a gente possa ter da Ilíada, que é do Carlos Alberto Nunes. E aqui porque é uma edição bilíngue, onde a gente pode ver as palavras que a gente precisa em grego, né? Grego, grego aqui. Tá vendo? Linguagem grega. Aí eu ia começar por isso, fazendo isso com vocês, né?

Só que eu acho melhor não, porque eu ia ter que usar a teogonia do exílido para vocês verem o início. O caos, cronos, o tempo, o espaço, a terra. Mas eu vou fazer isso usando o Gênesis para vocês. Vai ficar melhor. Por quê? Porque os gregos, coitado, não sobreviveram. a cultura judaico-cristã sobreviveu e está até hoje. A gente trouxe até hoje os conceitos da filosofia grega, mas não tem uma civilização no mundo mais que viva à base da Ilíada. Não tem mais, entende? Mas a nossa civilização vive à base da tradição judaico-cristã.

Então é por isso que eu mudei a aula. Eu cheguei até a gravar. Depois eu posso até disponibilizar. Mas eu vou recomeçar para fazer com vocês um exercício total das três pessoas, de uma leitura, o exercício das três pessoas. E por fim, a análise da consciência. Então nós vamos ter quatro discursos, que na verdade não são quatro. Vão ser três discursos e uma narrativa. que é a unidade dos três discursos. O que é uma narrativa? Uma narrativa, inclusive a origem, a etimologia do nome narrativa vem daí, de contar uma história inteira que tenha presente, passado e futuro.

Isso é uma narrativa. Então quando eu falo só do personagem, eu estou falando só do presente. Quando eu falo só do crítico, eu estou falando só do passado. Quando eu falo do roteirista, eu falo só do futuro. Mas quando eu vou fazer exame de consciência, eu tenho que falar dos três, porque eu só posso fazer um exame de consciência à luz das três pessoas. Então eu tenho que ver o que é o melhor para a minha vida, que é não ser raivoso com a minha esposa, um roteiro de vida futuro.

Eu tenho que tirar isso de um passado através de um juízo que eu tenho, que é melhor não ser raivoso. É por isso que juízo do passado, método científico, é através do juízo do passado que eu construo o meu futuro. Não é assim? O problema da dedução, o problema da indução, da intuição, método científico. E aí depois eu tento executar no laboratório, no palco da vida e vejo se dá certo. Aí eu olho essas três atividades de fora e tem uma ciência conjunta. das três pessoas, uma consciência.

Em grego, synedisi, né? Um conhecimento sin, sin, s-i-n em grego, conjunto. Um conhecimento das três coisas conjuntamente, tá? Essa é a palavra em grego. Consciência é uma palavra latina, né? Consciência. Dentro dessa perspectiva, vocês têm que entender que existem vários problemas que impedem da gente ter a consciência presente. O maior deles hoje é o excesso de presenças. Por quê?

Porque o excesso de coisas para fazer, que é o fundamento técnico do TDAH, ele impede que você prepare a sua vida para a verdade. O que é isso na prática? É assim. Meia hora antes de ir para a missa, eu começo a preparar a minha missa. Então, aqui em casa, a gente faz até algumas coisas legais de prática para isso. A gente... Tem várias coisas que pode fazer. Por exemplo, eu vejo um vídeo da Paixão de Cristo antes da missa de sexta-feira.

Você pode fazer isso. Você pode ouvir uma música que te prepare para a missa. Então, por exemplo, eu nessa quaresma, na quaresma do ano que passou, tenho uma música que eu acho até que é do Shalom, chama Belíssimo Esposo, que tem um clipe da Paixão de Cristo que está conjugado com essa música que é muito bonito. Então, eu usava essa música para preparar a minha missa. ou você usa um texto. Aí, na época em que eu usava os textos, eu usava os textos da liturgia das horas, que são os escritos antigos da Patrística, que tinham muito.

Então, por exemplo, há pouco tempo eu li o Martírio de Santa Felicidade Perpétua, para preparar a minha missa. Então, o que é essa atividade? Eu vou entrar na missa. Presta atenção nisso que eu vou falar para vocês agora. Eu vou mudar o assunto. Você vai entrar numa palestra para dar uma aula. Eu não vou entrar na missa, não, porque às vezes as pessoas acham que eu estou falando de religião estritamente. Então vou mudar aqui o exemplo. Eu vou entrar numa palestra. Eu vou dar uma palestra no palco.

Na aula, lá no Em Busca da Verdade. Aqui, agora, sentado nessa cadeira. Eu vou entrar num palco. Eu vou entrar. Isso aqui é o palco da vida. Eu tô entrando aqui com um personagem. Tem um personagem realizando um ato de uma peça, de uma obra, de um concerto. Vocês entendem? Tem um personagem aqui no palco. Como que eu preparo pra não estar aqui? como vítima. Façam esse exercício da imaginação. Isso é um teatro imaginário. A gente vai fazer isso na imaginação e com ato no palco.

Se vocês quiserem fazer, obviamente, na comunidade, com o novo módulo, que eu ainda não sei o nome. Filho, José, Você agora é o autor do Gênesis. Nós vamos executar no palco a criação do mundo. Aí ele fala assim, pai, mas eu não sei fazer. Então vamos nos preparar para entrar no palco. Você vai ler aqui, papai vai te dar dez minutos e você vai decorar essas falas aqui. E faça-se a luz, e a luz se fez.

E Deus viu que era bom. Passou uma tarde e uma manhã. Primeiro dia. Entende? Decora. Eu quero que você decore a obra dos seis dias. E a gente vai fazer aqui, você vai tentar criar o mundo. Vocês vão ver lá, que quando eu falar para vocês para tentar criar um mundo, quem entende de física, vai pegar o Gênesis e vai ver que só é possível criar um mundo em expansão com uma explosão de luz num ponto inicial, que é a possibilidade do Big Bang, por exemplo.

quem tentar criar um mundo com a ordem da criação e a teoria da evolução de Charles Darwin vai ver que é aquela mesma ordem. Então eu vejo as pessoas discutindo certas coisas. A matemática, a física, o teatro, a terapia, a religião. E parece que estão falando de coisas totalmente diferentes, porque não têm consciência, não conseguem olhar o labirinto do alto para ver a obra e onde está a unidade da obra.

Isso se exercita, isso se exercita. E aí, a gente, pra entrar no palco, ó, se o meu filho tentar entrar lá pra fazer isso, se eu tentar entrar aqui pra fazer uma live pra vocês, sem ter decorado, vocês percebem, ó, não tem nada aqui pra eu ler ou falar pra vocês. Porra, eu tô falando pra vocês de coração. Decor. Cês entendem? O que eu tô falando pra vocês é o meu coração aberto, é de coração. Tá decorado. Está decorado. Eu estou trazendo à tona, eu estou tirando do rio do esquecimento, do Letén grego, da mitologia, do rio Leté.

Eu estou negando o esquecimento e trazendo à tona, à Letén. Eu estou tentando expressar para vocês a verdade. Então, eu estou trazendo à tona com o personagem no palco um passado que eu tenho que transformá-lo numa espécie de roteiro. Como que eu condenso o passado? E vocês vão ver a trama narrativa. Por que que numa novela ou por que que numa obra você está falando num certo ambiente, num certo lugar, sobre certas coisas E aí, de repente, ela é cortada e aparece um outro ambiente com outro personagem fazendo outras coisas.

E quando vocês virem a maravilha dos exercícios... Você vê, eu fiz esse exercício com o meu filho usando o livro do Grúfalo. Do filho do Grúfalo. O filho do Grúfalo saiu da caverna com o Grúfalo dormindo e descumpriu uma ordem e foi para a floresta. Aí eu pergunto para o meu filho, Ó, vou botando, quem é o personagem que tá no palco? Agora vamos estudar o tempo e o espaço. Primeiro estudo, um personagem num palco. Qual é o lugar e qual é o tempo? Filho, qual é o tempo?

Ele, papai, tá de noite. Ele, muda o tempo então. E se a história for de dia? Ah, e ele não vai ter medo? Ah, e essa sombra no chão? Isso aqui, do medo dele, da tocha acesa, não vai ter, porque está de dia. Eu falei, então, filho, é necessário para a história que seja à noite. Então, o tempo é muito importante. Então, na narrativa tem que ser narrado o tempo, porque se não for tempo narrado, a gente perde o sentido da história, a gente não consegue construir.

Porra, pessoal, isso é uma maravilha, isso é classe gramatical, isso é gramática também, né? Quando as pessoas entenderem... Pô, quando eu sentava no curso das forças especiais e sentava lá na selva, vários dias sem dormir, caturrando assim, ó, e eu sabia que o inimigo ia passar alguma hora e eu tinha que descrevê-lo, aí eu ficava pensando, pô, eu preciso que um personagem suba no palco e aí eu vou descrever o tempo. o espaço, as quantidades, as qualidades, os estados que eles estão, os hábitos dele, a rotina do inimigo.

Eu vou escrever as ações, as reações. Eu falei, putz, meu irmão, que maravilha, eu sentado num curso de forças especiais, fazendo reconhecimento de ponto do inimigo, e tô fazendo a mesma coisa que eu tô tentando fazer desde a minha juventude, porra. que era entender Aristóteles, São Tomás de Aquino, cálculo, derivada, integral, matrizes, entende? Entender a religião, a Santíssima Trindade, por causa de uma unidade profunda, de uma cabeça criadora que olha tudo de cima e que tem a unidade de todas as coisas. com um domínio imenso, que a gente mais vai subir à medida que mais a gente fizer uma vênia, for humilde e obediente, e ao invés de ficar querendo expressar o mundo por si, tomar uma atitude drástica de humildade e obediência e falar para você que criou, tem como me dizer como criou e por que é.

E aí a gente entende por que num livro como esse aqui da Ilíada, se começa o canto 1 assim, ó. Invocação às musas. Canta-me, ó cólera, ó deusa funesta de Aquiles pélida. Aquiles pélida, Aquiles filho de Peleu, né? Peleu e Tetes. um semideus, né? Tétis, a deusa Tétis e Peleu, um velha guarda. Por que que canta as musas? Por que que Homero invocava as musas? Porque ele sabia que não sabia, pô. Sócrates, né? O que que eu sei?

Que nada sei. Faltou um pedacinho, né? O que sei? Que nada sei. Há menos isso que sei, né? Mas você vê, é uma atividade profunda da consciência, né? Eu me olhando de fora como parte da criação do mundo. Eu sou parte da criação. Eu não estou olhando de fora, eu estou num lugar que eu sou capaz de ser levado fora de mim e do mundo para narrar sobre mim e sobre o mundo. Então você vê, isso que a gente está conversando aqui, são 10 e 15, né?

Eu não cheguei nem perto Nem perto. A gente está falando aqui uma horinha aqui, sobre consciência, para dar aquela acordadinha, assim, do que está acontecendo. Mas eu não cheguei nem perto. No curso, né? Na comunidade. No livro, não lembro se tem, mas tem duas aulas sobre consciência, né? Que também são um resumo. Para eu chegar naquela capacidade final da consciência que, pô, é impossível eu começar aqui a falar com vocês sobre isso, mas que a maioria dos meus alunos já sabem, né? Que a capacidade de narrar a vida inteira e contar a história do mundo de novo, a gente vai fazer isso com a Bíblia.

Porque realmente eu ia tentar, para desconfigurar assim, né? para os ranzinza que falam, pô, mas tem que usar a bíblia, mas no final das contas, eu já fiz isso com o livro do Grúfalo, com a Ilíada, com a Odisseia, com os Argonautas, que eu também gosto muito, um livro também dos gregos antigos, de Argos, do navio, né? Mas no final das contas, todas essas coisas foram perecendo, né? E sobrou aí para a gente a Sagrada Escritura. Ou seja, tem alguma força na Sagrada Escritura que não tem nessas outras coisas, né?

Nenhuma cultura vive sobre a ilíada mais, não é isso? Então eu vou fazer essa atividade inteira da consciência para vocês na prática, utilizando as Sagradas Escrituras. E a gente vai começar isso lá na comunidade em breve, tá bom? Eu coloco essa aula lá. Vou colocar as duas aulas do curso sobre a consciência lá também e a gente começa na prática. Só ainda não sei como é o nome do módulo. O módulo vai ser alguma coisa meio genéricona que cabe tudo. Eu não sei nem qual é o nome disso que a gente vai fazer lá.

Mas a gente vai fazer aos poucos para vocês irem vendo como é que faz uma atividade completa da consciência que vai permitir com que vocês façam um exame apuradíssimo da consciência. Um exame apuradíssimo. A gente precisa disso, de uma aula sobre isso na prática, né? Como se faz um exame de consciência na prática. Eu vou sentar agora pra me confessar. Inclusive, pessoal, vou terminar falando aqui isso. A atividade intelectual, o meu slide 1, ou slide 0 da vida intelectual, que é o slide da presença, chama-se estado de graça.

Vou falar uma coisa de coração para vocês. Se vocês não estão em estado de graça, se vocês nem sabem o que é estado de graça, ou seja, se vocês não sabem o que é estado de graça e não sabem se estão ou não estão, procurem saber o que é e estejam em estado de graça. vão se confessar. Se vocês não podem se confessar, façam o que for necessário para isso. Porque sem o estado de graça, a gente nem entrou na vida ainda.

Não dá para fazer nada na vida sem o estado de graça. Existem duas histórias possíveis do homem no mundo, como descrito na poética de Aristóteles. ou uma comédia ou um drama. Pelo nome vocês não vão entender, né? Dito de outro modo, ou a vida humana, ela está na grande aventura da vitória ou ela está na grande tragédia da derrota? Quem está em estado de graça aconteça o que acontecer, está dentro da narrativa de uma vitória.

E quem não está em estado de graça, aconteça o que acontecer, está na narrativa de uma tragédia humana. Então veja bem, se duas pessoas acabaram de tomar um tiro na cabeça, a que está em estado de graça, Esse ato, o tiro na cabeça, é o ato de um livro, de uma grande aventura e foram felizes para sempre. E o outro cara que tomou o tiro na cabeça e não está em estado de graça, ele está dentro da história de uma tragédia sem fim. Se duas pessoas acabaram de ficar milionárias, e uma está em estado de graça, esse ato é o ato da história de uma vitória.

Se o outro acabou de ficar milionário e não está em estado de graça, esse é o ato de uma obra que é uma tragédia. Vocês entenderam o que eu falei aqui? Se vocês não entenderem isso, Se vocês agora, 250 pessoas aqui, mas sem a galera que me assistiu aí no Instagram, não entenderam isso, parem tudo que vocês estão tentando entender na vida para acabar esse ano de uma maneira muito digna. E tentem saber o que é estado de graça, e depois olhem para si sabendo disso e façam o exame de consciência e procurem esse estado.

Se não, ferrou. Se não, ferrou. Se não, não tem o que a gente fazer. Se não, não tem como ajudar. Beleza? Vamos ver uns comentários aqui antes da gente partir? Vamos lá. No Instagram aqui. Vou aqui para o YouTube. Vou subir a barra. Vou parar aqui no final dos Boa Noite. Vamos lá. Boa noite, professor. O senhor pretende lançar outros livros futuramente? Os livros que eu lançava vão ser... módulos da comunidade.

Todos os assuntos que eu quero falar vão estar em módulos da comunidade e todos esses módulos vão virar livros. O primeiro livro é o módulo da comunidade chamado A Personalidade Humana, que inclusive é o título do livro, não é isso? A Personalidade Humana em Três Pessoas. Todos os módulos vão virar livros um dia, se for vontade de Deus. Esse é o meu roteiro. Mas é sempre bom que o roteiro de Deus se realize. O meu eu vou tentando realizar aqui para Deus, que é a minha jogada no tabuleiro.

É a jogada dEle que vai me fazer vencer. Na minha jogada da prevista, entendeu? Eu vou mexer com o peão. O que Ele vai fazer depois, meu irmão? Aí é a minha esperança. Cadê? Me perdi. Professor, como estudar história geral? Então, a gente vai começar a estudar história geral. Eu vou ensinar um método de história para vocês, que vocês vão usar à medida que forem realizando na vida de vocês no exame de consciência.

como teatro, como matéria de história. Inclusive, vocês vão perceber uma coisa que é interessantíssima na história. O que é ato? Ato histórico. E o que é preciso para escrever e complementar um ato histórico para que ele seja narrado? Porque um historiador se acha, às vezes, muito científico. Só que por não conhecer a atividade própria da consciência que faz unidade da narrativa da história com o nosso amor, ele acha que está narrando a história cientificamente, mas não está. Ele está narrando um amor dele. A gente vai ver isso quando a gente aprender a narrar história.

É por isso que o cara de direita narra a mesma história, é muito diferente do cara de esquerda. E nenhum deles percebeu ainda que nós só sabemos narrar uma história, que é o nosso grande amor. Então você vê, Nosso Senhor Jesus Cristo e o povo judeu, como eles protegiam a consciência deles. Eles protegiam a consciência deles para que eles contassem uma única história. Como é a proteção que eles faziam? É um ato de fé, que eles faziam várias vezes por dia. Como é que um judeu faz esse ato de fé?

Quando eu falo assim para vocês, se vocês quiserem botar o centro do dia de vocês, a educação física, o meu atendimento psicoterapêutico, o jeito, a minha organização material da vida, se vocês quiserem melhorar isso como centro da vida de vocês e não colocarem isso como submisso, eu quero melhorar a minha vida material para quê? para o meu casamento funcionar melhor. Eu quero trabalhar bem pra quê? Pra minha família funcionar melhor. Se vocês não tiverem esse link do que é superior, vocês vão sucumbir com a consciência e vão fazer um exame particular de vida horrível e vão subordinar mulher ao trabalho, vão subordinar filhos ao dinheiro, que é o que a gente vê por aí.

Então, por exemplo, sabe como é que os judeus se protegiam? Protegiam o exame de consciência de sempre saber Qual era a subordinação das coisas? É uma oração que eles chamam de chamar a Israel, né? Ouve! Ouve! São Paulo, a fé, a crença, a verdade, ela nasce do ministério, ou seja, do serviço, da atividade. do pregador, do professor, do palestrante, do poeta, através da palavra pronunciada e do ouvido que ouve. Ouve. Shemad Israel. Ouve, Israel.

O Senhor, teu Deus, é o único Senhor. Portanto, amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua força e com toda a tua alma. Essa é a proteção que o povo judeu usa para exame de consciência. A gente uma hora vai falar isso mais a fundo. Por que se repete isso? Porque se isso não for repetido e eu acordar amanhã falando assim, eu vou melhorar a minha vida, a atividade física, Eu vou subordinar a minha alimentação, é isso. O meu sono, é isso.

A minha esposa, é isso. O meu dinheiro, é isso. Meus filhos, é isso. E é assim que acontece com a vida de vocês. Por isso que vocês ficam indo à noite para a academia para ficar forte e correndo no aterro no final de semana igual um maluco a manhã inteira para ganhar medalha. Falta para vocês um Shema Israel. Falta isso para vocês no exame de consciência. Vamos lá. Meu livro chegou hoje. Estou fazendo curso. Quem não quer tomar esse famoso café de São Tomé? Fundamentos básicos de psicologia do Olavo.

É bom, né? Consciência de mortalidade. Perguntaram alguma coisa aqui do Olavo? Ansiedade e depressão. Vai sair um livro. Eu abri um módulo lá justamente pra isso. Pô, quando eu falo vai sair um livro, pô, cês... Pelo amor de Deus, hein? Fibonacci. Pô, vocês tinham... Vocês sabem que eu olhei aí a Luana falando Fibonacci, né?

Eu vou tentar... um dia colocar na comunidade. Fazendo com meus filhos, né? Porque eu preciso usar esse tempo bem. as coisas que eu estudei como eu estudei. Porque às vezes a gente fica tentando ensinar as coisas para as pessoas, mas a verdade é que o que construiu como a gente está hoje são as coisas que a gente foi fazendo. Então eu vou pegar aqui os livros de matemática que eu estudei como eu estudei e vou estudar com meus filhos. E vou tentar botar na comunidade para que tenha parte lá, para que as crianças possam se aproveitar também.

como eu estudava literatura. E aí fica um caminho lá. É óbvio que não é o tipo de aula assim, sabe? Que é aqui pra gente estar junto. É coisa mesmo de exercício, pô. De você estar ali e se esforçar, né? E repetir, e decorar as coisas, entende? Existe uma parte sacrificante dessas coisas, né? Quem vai pra vida intelectual pra aprender coisa de só prazer assim, tá ferrado. Na verdade tá substituindo o sorvete, né? Tá substituindo o sorvete por um prazer, um outro tipo de prazer. Mas a nossa vida, eu acho que vocês já entenderam que não é pra isso.

Você vê, olha isso aqui, isso aqui da Elida, de vida espiritual, você vê, antes de eu entrar num momento desse aqui, ou no meu momento, se eu for ler a Elida, se eu for ler a Elida, você sabe como é que eu pego a Elida para ler? Eu sento para ler a Elida, faço um sinal da cruz e falo assim, meu senhor e meu Deus, creio firmemente que estás aqui, que me veis e que me ouves." Aí lê ele. Canto 1. Invocação às musas.

Canta-me, ó cólera, ó deusa funesta de Aquiles pélida, ó musa, musa da poesia. Vocês sabem que tem as musas, né? As nove musas, que é quem se pede para invocar para um certo tipo de atividade, não é isso? Eu quero tocar música, eu quero proclamar um poema épico ou um poema lírico. Ah, não! Então, se é lírico, eu vou pedir para a musa, eu vou pedir... Aí tem o nome das musas, né? Calíope, Clio. Não tem o Renaud Clio aí? A Clio! É uma das nove musas, entende?

Você invoca Cleo pra um tipo de atividade artística, entende? A gente faz a mesma coisa, pô. Se eu vou estudar, se eu vou estudar pra entender o mundo, a Ilíada, pô. Se eu vou estudar pra entender a Ilíada, se eu vou tomar café pra que isso faça bem pra minha saúde. Cês entendem o que que tem em comum de tudo isso que a gente tá fazendo aqui? A gente tá tentando dominar uma ordem do mundo, seja de conhecer, seja de sobreviver, seja de se entender, de conversar, de estar junto, a gente tá buscando um domínio.

Onde que se busca domínio? No mundo das musas, no mundo do domínio. É por isso que a atividade da vida deveria ser, como São Paulo diz, um orai sem cessar. Ou que a gente ficasse fazendo como o próprio Senhor fazia, né? Ah, o Senhor ensinou a rezar como o Pai Nosso. Ok. Mas vocês já viram quantas vezes no Evangelho que Ele dá graças? As criancinhas aparecem, ele dá graças a Deus pelas criancinhas. Aí trazem comida pra ele, ele dá graça à comida que aparece. Aí aparecem os apóstolos, aí ele dá graça porque o Senhor trouxe os apóstolos.

Então o que é dar graças? Meu Senhor e meu Deus, creio firmemente que estás aqui, presente, porque a presença é a graça. Você está aqui, porque se você não tá aqui, nada tem graça e tudo é tragédia. E se eu tô na maior merda da minha vida, com dor, com sofrimento, com lágrima, e tu tá aqui, creio que estás aqui, que me vês e que me ouves. Se é assim, não existe mais tragédia nessa vida, porque tu estás aqui. E tudo é fruto do teu coração de amor e generoso.

Vocês entendem a diferença de uma vida assim e de uma vida que não é assim, porra? Vocês entendem que não existe tragédia? Quando eu creio firmemente que estás aqui, que me vês, que me ouves, e eu adoro profundamente, adoro-te profundamente. Essa é uma atividade que tem que ser feita, Por quê? Porque senão é casa construída sobre areia. É vaidade sobre vaidade. É nada sobre nada. Isso é uma espécie de sem mim nada poderes fazer.

Se vocês não compreenderem que é debaixo das asas da presença do domínio, a nossa única chance de exercer a vocação do homem, de dominar o mundo, a gente tá ferrado, porra. A gente tá ferrado. É essa atividade que a gente vai fazer na literatura, vocês entendem? Não é à toa que o cara que considerava Aquiles como um semideus, e ele explica aqui por quê. Porra, por que Aquiles era semideus? Porra, porque o cara lutava com todo mundo. E mandava todo mundo pro Hades, né? Não é assim que tá escrito no canto da Elida?

Porque ele dominava muito, pô. Então ele é um domino. Se alguém bota o sol lá no céu, e não sou eu, e eu não sei quem bota, porque eu não tenho a mínima ideia de como é que se bota sol lá, quem bota sol lá? É um domino, pô. É um domino. Então achem o nome de um domino pro sol. Hermes, pô. Mercúrio para os latinos. De onde vem a palavra hermético, inclusive, não é isso? Então, a gente não pode ser bobo. A gente vai ver até no método científico como essa mesma atividade é feita.

A invocação da deusa ciência. Da Gaia ciência. Vocês vão ver como os cientistas fazem a invocação da musa deles. É, por que não dá pra fazer diferente? Porque o olho nasceu pra olhar, pô. Nem com parar a gente de ser bobo, a gente ia gastar mó tempão fazendo um monte de coisa avançada aqui, não ia ter que ficar repetindo tantas vezes o beabá, o óbvio. Porra, 10h37, meu irmão. Como é que pode? perdi a barra de enrolagem foi lá para baixo agora não tenho mais uma mínima ideia de onde eu tava aqui nas aulas dar nome plano cartesiano o professor e se for possível fale sobre mortificações Cara, eu vou falar só uma parada sobre mortificações para vocês com o vídeo que me mandaram essa semana.

Eu não vou falar sobre isso não. Vai dar treta. Depois eu falo disso no Instagram. Sobre mortificação. Fiz um roteiro de estudos para concurso. Quando cumpro durante a semana, fico bem disposto e feliz. Mas quando não cumpro, fico para baixo e normalmente também não cumpro na semana seguinte. Pô, mas é óbvio, Diogo. Só pode ser assim, cara. Eu já falei pra vocês, sabe onde eu ensinei isso aí? Nas vezes que eu falo a palavra entusiasmo. É enteosiasmo, uma terra onde mora Deus dentro. Se eu dominar certas coisas, eu tô sentindo a presença do domino.

Ele tá presente comigo. Isso é uma espécie de... Um dia eu falo sobre isso, mais especificamente. Estado de Graça Natural, que a gente poderia contrapor aqui, bem de leve assim, ao Estado de Graça Sacramental. Não existe um casamento natural, que eu expliquei para vocês na live do matrimônio, que é complementado, ou seja, ele recebe a plenitude da santificação, do domínio perfeito do casamento, quando ele recebe a presença sacramental. Existe uma graça natural no homem. Cuidado só para a gente não confundir com a teologia no termo dos dons, das presenças pré-ternaturais, do que foi perdido com o pecado original.

Sim, existe uma presença original natural que foi perdida quando o homem saiu da presença de Deus. Vocês entendem? Ele saiu da presença de Deus. Ele saiu da graça santificante. perdeu e ela é recuperada a graça santificante que a Virgem Maria nunca perdeu, o ser humano perdeu. E aí ele recupera no batismo, não é isso? Só que a despeito disso, onde existe uma graça natural no ser humano? É a presença de Deus na criação do mundo. O mundo tem uma assinatura da ordem do Criador, né?

Como é que se reconhece uma obra de Van Gogh? Quando você vê traços característicos que fala assim, cara, o dedo que traçou nessa obra é de Deus. Pô, quando a gente vê um milagre no mundo, vocês atribuem a quem? Você fala assim, caraca, meu irmão. O cara sem retina. voltou a enxergar no estalar de dedos. Pô, não fui eu quem fiz isso. Nem o médico. Por que você atribui isso pra Deus? Porque o pincel... O pincel tem o traço dele. Você percebe que o pincel...

Aquele é o traço do Van Gogh. Você entende quando eu falo isso? Pô, esse texto aqui tem o jeito do Diego. Tem o traço dele, tá vendo? Essa assinatura aqui, o reconhecimento da assinatura é dele. Então existe essa presença de assinatura na criação do mundo. Aí nós olhamos para a criação do mundo e fazemos dois movimentos, que mais para frente, sobretudo na comunidade, a gente vai subir junto. O movimento analógico e o movimento anagógico. É por isso que os filósofos medievais e os teólogos falavam que nós não conhecemos a Deus senão por analogia.

Nós olhamos os sinais da presença dele no mundo, os sinais da sua graça, uma graça natural. Existe uma graça natural na grande montanha de uma presença de Deus. Existe uma graça natural no olhar que olha na criação, uma presença da caneta, daquele que assina a obra, tá? É disso que eu tô tentando distinguir. Mas um dia a gente pode fazer aqui uma aula distinguindo graça por graça, tá bom? Pra vocês ficarem bem mais tranquilos. Agora que é só um, um passar aí em cima dessa pergunta.

O que você acha? É, tem, tem sentido porque funciona certas coisas para toque. Não é o oposto do meu método não, mas um dia eu falo isso aí para vocês, porque que funciona sobretudo um pouquinho com personagem. Mas é que aqui vai ficar muito fora da aula, beleza Miguel? Alma veio depois da queda. Vi um vídeo de um psicólogo católico dizendo que a alma veio depois da queda.

Antes da queda o homem só tinha espírito e corpo. Meu irmão, porra Eliseu. Não gasta tempo com essas paradas não, cara. Primeiro tenta aprender as coisas certas, se não, se vocês... Bom, tomara que você saiba sobre a doutrina correta católica antes dessas coisas chegarem no teu ouvido, para tu não se enrolar. Fenomenologia. Os livros do professor Edmund Russel são muito bons sobre fenomenologia. Eu gosto muito.

Tirei muita coisa boa dali. Então a consciência seria aquele olhar de fora. A consciência é o Deus Uno, é a unidade da personalidade. Se vocês compreenderem as três pessoas e a consciência, vocês vão entender por analogia, já que nós somos a imagem e semelhança de Deus, o funcionamento da teologia, do Deus Uno, e do deus trino só que nós somos funcionamos no modo três pessoas deus são três pessoas separadas e que são uma só isso tá no homem isso tá no homem Se vocês compreenderem isso, vocês vão sentir o gosto ainda disso nessa terra.

O professor estava pensando, devido à queda, a força de desejo do personagem tende ao mal. E temos que amadurecer a força de vontade para cumprir o roteiro, mesmo sem desejo, pedindo a graça de Deus. É, sim. Sim. Agora, se a força do desejo do personagem tende ao mal, talvez a gente possa conversar um pouco melhor sobre isso aí. Eu não sei o que você quer falar com o tende, né?

Mas tá bem na ideia. Como a gente tá numa resenha aqui, né? A gente não tá escrevendo um tratado teológico, né? Eu trabalho com o fone ouvindo o senhor. Imagina um André, se o André chega aqui daqui a um tempo e fala que perdeu o emprego. Aí tu me avisa, meu irmão, pelo menos pra eu rezar por você, né? Já que tu tá trabalhando me ouvindo, pô. Tá fazendo merda aí não, né, meu irmão? Olha o Padre Wesley aí dando exemplo.

Alegria. O que é alegria? O que é alegria aqui, para a gente? Alegria... Na verdade, essa alegria do dia de hoje, para nós, chama-se felicidade ou paz. A alegria... Existe uma alegria própria de cada uma das três pessoas. Eu já ensinei isso em alguma live. E a alegria da consciência, da unidade das três pessoas, chama-se felicidade. Dez e quarenta e oito.

Vou partir, hein? Senão vai... Senão depois a gente fica destruído. Vamos partir. Não vou descer mais não, que ainda falta coisa pra caraca aqui mesmo. Você perguntou pra caraca, hein? Vocês não vão descansar, não, hein? Vocês não têm família, não? Pô, Padre... Padre Wesley ainda tá aí, ó. Manda todo mundo se confessar aí, Padre. Vamos partir, né? Essa semana, dia 17 e dia 18, eu vou participar do especial de Natal lá com o meu amigo Maestro Tiago. Tá? Espero vê-los lá. Se Deus quiser, na terça-feira.

Terça-feira, amanhã, dia 16, né? Eu não tenho um link aqui. Cara, eu sou muito ruinsão dessas paradas de divulgação, né? Se não fosse vocês me ajudando, eu tava ferrado, meu irmão. Eu vou botar aqui no Instagram depois, nos stories. O link lá da participação. Beleza, pessoal? Obrigado pela companhia, vocês sempre. Pessoal no Instagram que fica me vendo de lado, ó. É que eu sou homem, né? Se fosse mulher, mulher não tem essas paradas de lado, o lado bom? Meu melhor lado. Virar a câmera do outro lado.

Ó, eu arrumo o cabelo pra um lado aqui, não é assim, ó? Tem que ver qual é meu melhor lado, né? É bom estar com vocês no dia da alegria. por ler São Paulo na missa, na segunda leitura, na carta aos Efésios, porra, São Paulo está preso. A carta da alegria de São Paulo, São Paulo está preso, meu irmão. E ele escreve a carta da alegria, preso. Não existe tragédia para quem está em estado de graça. Não existe. Boa semana, tamo junto. Obrigado pela companhia de vocês de sempre.

Até mais.

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