Coletânea

Amor, matrimônio & família

O sofrimento das famílias

6:10 · ~6 min de aula24 de janeiro de 2025Transcrição automática · em revisão
  • a família amputada
  • a família para a comunidade
  • a esperança invencível
  • a vocação geral (dominar/santificar)
  • a vocação particular
  • o sofrimento insanável
  • cuidar mais do que sofre
  • a Igreja e os viúvos e aleijados

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 0:01.

Um pequeno vídeo complementando algumas coisas aqui que podem deixar alguém sem esperança.

Citações verbatim

Trechos da aula

a família é para a comunidade.
— Prof. Diego Reis
Toda a perfeição continua aberta diante de nós.
— Prof. Diego Reis
tem problemas que são insanáveis pra mulher sem um homem dentro de casa
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Vamos lá, pessoal. Um pequeno vídeo complementando algumas coisas aqui que podem deixar alguém sem esperança. E isso não é para acontecer. Eu já falei para vocês em outras lives. Se qualquer coisa que eu falar para vocês tirar esperança de vocês, eu estou errado. A próxima live é sobre isso, sobre uma esperança invencível. Então vamos lá. Se você é viúva, solteira, ou você, ou o pai também, vive sozinho com as crianças, divorciado, e todo tipo de problema de uma família que foi amputada de alguma forma. Então, prestem atenção.

Ah, Diego, mas é injusto, porque você está falando que não dá para... Prestem atenção nisso. Se eu perder a perna, eu vou ter que dominar o mundo com a minha perna amputada. É igual... Não, não, não. Eu vou sentir várias dificuldades a mais por causa da minha perna amputada. Isso vai me abrir outras oportunidades. Isso vai me levar pra outra vocação. Específica, né? A vocação geral continua mesmo, dominar o mundo, se dominizar, se santificar, vocês entendem? Então veja, se você está em qualquer situação dessas, não é para você perder a esperança não.

Qual é o remédio para isso se eu apostei todas as fichas na família? O remédio é o que eu falei para vocês, a família é para a comunidade. Se a família de vocês tá amputada de alguma forma, vocês vão pegar a família de vocês, como ela tá hoje, com as dores que ela tá, e vocês vão colocá-la numa comunidade de famílias, de familiais, que buscam essa perfeição. E a família de vocês vai ser curada lá. Existe uma grande maravilha no início da igreja, de quando perseguiam o São Paulo e falavam assim para ele, vocês são estranhos, porque vocês gostam de mulheres viúvas, de pessoas aleijadas.

E ele respondia que nós fazíamos isso porque nós sabíamos um caminho pra elas. Nós sabemos como levá-las pra perfeição e curá-las assim. E isso não tem nada a ver com o fato de você ser menor ou não ser preferida. Pelo contrário. Pelo contrário. Quando um filho meu tá doente, Eu largo todos os outros aqui e pego o doente e entrego mais a minha vida por ele, né? E vou com ele pro hospital e vou lutar mais por ele. Vocês entendem? E se vocês estão com alguma dificuldade dessas de família...

Vocês têm que entender, e as pessoas em volta também, que a gente vai ajudar mais. Vocês entendem? A gente vai ajudar mais. Então não tem motivo pra perder a esperança. Não tem motivo pra perder a esperança. Toda a perfeição continua aberta diante de nós. Eu só não posso, diante de vocês, falar que tudo é igual, tudo é a mesma coisa. Porque não é. Não é. Eu atendo um monte de gente com várias coisas dessas diferentes, e o sofrimento e as dores são muito maiores e tem problemas que são insanáveis tem problemas que são insanáveis pra mulher sem um homem dentro de casa e quem é sincero consigo mesmo sabe isso e os homens sem mulheres dentro de casa também sabem que são insanáveis, né?

que a gente tem vocações particulares que levam a gente a viver a nossa vida em comunidade, em família e por causa dessas coisas, né? pela perfeição desses caminhos, entendem? então vejam Não tem motivo pra perder a esperança, mas a gente não pode desistir de apostar todas as nossas fichas em viver a perfeição na família. Porque se não for assim, a gente vai enfrentar sofrimentos grandiosos, dilacerados. Vocês entendem isso? Vocês que vivem isso, sabem isso na pele de vocês, né? Como dói. Tá bom, pessoal? Fica aqui essa mensagem, acho que é importante.

Quem viu a live e não entendeu algum ponto, eu ia... Ah, vou fazer uma live na semana que vem comentando sobre isso, mas acho que não é o caso, não. Acho que é o mais rápido possível. Eu botei aí no comentário um pouco desse ponto e estou falando aqui também para que as pessoas não percam a esperança de achar que elas estão ferradas, que a vida delas vai ser um inferno, caramba. Não tem nada disso. Você vai viver a sua perfeição aí nessa realidade do jeito que você tá, mas você vai precisar lutar pelas pessoas e falar pra elas da dificuldade que é viver a perfeição com uma família amputada.

E pelo amor de Deus, vão pra perto das famílias. Vão pra perto das famílias. Não fiquem porque a família de vocês foi destruída. Não fiquem lutando contra as famílias por achar que tanto faz, que vocês vivem a perfeição tranquilamente e que tanto faz se tá todo mundo divorciado e que se dane a família, tá? Isso é uma das grandes tragédias que tá acontecendo, tá bom? O lugar dessas famílias é o nosso lado, é na Igreja Católica, mas... a Igreja Católica não pode falar pra vocês e nunca vai falar que tanto faz a família.

Ela não vai falar isso, porque nós sabemos que esse é o tesouro dessa terra. Esse é o tesouro tão grande dessa terra que o próprio Deus quis vir aqui para viver o caminho de perfeição dele, a história da salvação humana dentro de uma família. A gente precisa lutar por isso com todas as forças e as pessoas que estão com isso destruídas têm que lutar para que as pessoas ao seu lado não passem por isso. Ou seja, elas continuam tendo uma grande vocação pela família. Vamos seguir em frente.

Série · episódio 35 de 46

Papo Matinal

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