Vocação & domínio
Mistureba (Vocação vs. autonomia)
- a temperança
- os temperamentos (a ciência limitada)
- amor = sacrifício (fazer durar)
- a vocação pessoalíssima de pai/esposo
- as três pessoas (personagem, crítico, roteirista)
- a presença, o domínio e as três pessoas
- o crítico e a força irascível (justiça)
- a autonomia x o domínio (crítica a Montessori)
- pedir colo (ver o mundo do alto)
- o roteiro grande demais x permanecer na aula
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 8:29.
“Vocês sabem que essa coisa da temperança, que eu falo aí, Ou seja, eu expliquei pra vocês quem tá tentando se temperar aqui, se orientar na vida”
Trechos da aula
Vocês sabem que essa coisa da temperança, que eu falo aí
As crianças querem o domínio.
Quando vocês se sentirem assim, olha pro alto, levanta a mão e fala, papai, colo.
Transcrição completa
Fala, Eduardo. Boa noite, meu irmão. Davi. Neto. Betinhos. Tranquilo, meu irmão? Boa noite, Leana. Fala, Tiagão. Boa noite, Tatiane. Jéssica, boa noite. Sheila, boa noite. Seja bem-vinda. Boa noite. É o quê? Quem é aqui? Me perdi. É, a Maria tá aqui também. Aniel Manunes. Fala, Luiz.
Também te amo, meu irmão. Tamo junto. Fala, Renan. Franciele, boa noite. Grande Beto. Boa noite, meu irmão. A presença é a graça. Arthur, boa noite, meu irmão. Ângela. Três corações. Daqui a um tempo eu conto de novo. Eu já contei. Quando me dão uma boa noite de três corações, eu conto uma história minha lá em Três Corações. Fala, Fabrício. Boa noite, meu irmão. A resenha foi boa ontem, foi boa.
Foi lá na casa do Beto que falou aí em cima. Felipe, boa noite. Fala, 06. Um abraço pro Tenente Crespo. Um abraço, meu irmão. Breve a gente se esbarra por aí. Lua Casimiro, boa noite. Doutora Cíntia, boa noite. Boa noite, Lucélia. Guilherme, boa noite, meu irmão. Boa noite, Viridiana, Beatriz, boa noite. Fala, Gabriel. Adriellen, de Rio Preto. Boa noite, meu irmão. Boa noite, Comando, Brasília.
Grande Barauna, boa noite. Boa noite, Eduardo. Boa noite, Agatha. Tami, Lacerda, boa noite. Grande do culto. Boa noite, meu irmão. Flávia. Adriana, primeira vez que consigo entrar. Boa noite. Seja bem-vindo, Adriana. Que bom. O livro já chega em Portugal? Eu mandei a pergunta hoje lá para o pessoal. Um rapaz me pediu da França também. Eu não sei como é que funciona isso, não. Tem que ver. Dom Pedro Henrique Batalha, boa noite. Giovana, boa noite. Castanhal, Pará. Fala, Vitor.
Pô, Vitor, tu me pede toda semana pra falar sobre isso, né? Nome e vocação, né? Eu já farei uma live sobre isso um pouquinho, cara. Quando a gente escolhe um nome, o que acontece? Quais são os primeiros acontecimentos pós escolha do nome? Eu falei em uma live sobre isso já, só não tenho a mínima ideia em qual foi. Se alguém souber, ajuda o Vitor aí. Bruno de Salvador, seja bem-vindo. Ideia. Fala, Jorjão. Saudade de tu, meu irmão, de te encontrar naquele pátio lá. Boa noite, Alba.
Boa noite, Erika. Reginaldo, que bom que estão gostando do livro. Boa noite, Roberta. Fala, Fernando. Depois de amanhã a gente se vê, né? Na aula aí. Flávia, boa noite. Daqui a pouco o livro chega, né? Curitiba. Garanhuz, Pernambuco. Seja bem-vindo, meu irmão. Simão. Acabamos de ver a live sobre a missa. Que maravilha. Aquela live é boa, né?
É importante pra caramba. Rafael Valente, boa noite, meu irmão. Olha aí, ó. Casarré. Ouvi boas histórias do Casa Ré ontem. Obrigado, meu irmão, por partilhar com a gente aquelas histórias lá. São aqueles momentos que a gente estava falando, que o nosso peito se enche de esperança para travar nossas batalhas. Daqui a pouco o livro chega. Boa noite, Luciana. Roberta, boa noite. Renata, boa noite. Mariana. Boa noite, Tami. Hermes, de plantão e ligado na live.
Vamos marcar um café em outubro? Emmanuel. Vou marcar a Cortise e o Férez. O Férez vai pra tua terra, cara. O Férez vai morar em Salvador ano que vem. Diego. Boa noite, meu irmão. Bernardo, Rafaela, foi a Rafaela hoje que eu repostei aí, com o esposo lavando o carro para a criançada, não é isso? Rosana, boa noite, São Luís do Maranhão. Lineker, Alegreti, Rio Grande do Sul, seja bem-vindo, meu irmão. Diogo, Arthur, Isabela, Marcelo, boa noite.
Jaque, boa noite. Daniela. Juscelene, boa noite. Viana do Guarujá, boa noite. Eu não falei aqui. Rorenópolis de Roraima. Poliana. E a comunidade? Tá aí, a gente pode falar sobre a comunidade. Pode escrever. Eu sou meio ruinsão dessas paradas de divulgação e tal, vocês ficam perdidão. Tá aí, a gente vai falar um pouquinho sobre a comunidade. Eu ia falar sobre outra coisa. A gente vai tentar lançar a comunidade essa semana, dia 5, dia de Santa Tereza de Calcutá. Fala, Nogueira.
Preciso de ajuda em rotina. Você e todos nós, né, cara? A gente vai travar essa batalha até o final da nossa vida, né? A gente só não pode desistir de lutar, né? Afinal de contas, é um dos domínios que a gente tem que conseguir ter na vida, é sobre a rotina. Eliane, Diego de Mato Grosso do Sul, Wellington, Reginaldo, Fernanda, Bom, 9h11. Pô, gente pra caraca falando boa noite aqui, pessoal. Vou dar uma passada rápida aqui. Boa noite pra todos vocês. Caraca, eu sou lentão, tá ligado?
Pra ir passando aqui e conseguir falar com todo mundo. Porra, mas vocês também falam pra caraca, meu irmão, a quantidade de mensagem que tem aqui, bicho. Bom, vamos lá. Vocês sabem que essa coisa da temperança, que eu falo aí, Ou seja, eu expliquei pra vocês quem tá tentando se temperar aqui, se orientar na vida, compreendeu como é que acontece o fenômeno da fé, da esperança e do amor o tempo todo na nossa personalidade, na nossa vida, né?
E por que que eles são chamados de virtudes teologais, ontologais. E aí sobre eles acontecem as virtudes Então, a virtude da temperança é esse modo de operação do personagem no palco. Então, você vê, estou aqui tomando um pouquinho de Coca-Cola Zero e estou me transformando nas características da Coca-Cola Zero, não é isso? Inclusive, é até por isso que ela é zero. Se ela fosse uma Coca-Cola normal, eu ia assumir as características do açúcar da Coca-Cola normal. Então como eu não quero assumir aquelas características, eu não tomo Coca-Cola normal, vocês entendem?
Isso é tipo matemática, a ciência da temperança. Eu acho uma pena, já conversei isso com vocês, eu fico vendo as pessoas que tentam se orientar pelo temperamento, e as vejo que elas se perdem no mundo da simbólica. Por que só dá para se sustentar no mundo do temperamento fazendo simbólica? Eu sei que eu estou falando simbólica aqui, muita gente não sabe do que se trata, mas é importante eu ir falando para vocês irem também aprendendo as coisas. Não adianta também às vezes ficar aqui falando como se estivesse falando só para criança de 5 anos.
Primeiro porque senão o pessoal que leva mais a sério, que precisa das coisas mais elevadas desanima, e segundo que o pessoal de baixo acaba que não se esforça para procurar entender o que não entende. Então é uma pena realmente que as pessoas tentem se orientar pela ciência dos temperamentos, e não pela temperança. Você vê, eu quando era pequenininho, Uma dessas pessoas, se eu me orientasse por temperamento, eu estava ferrado na minha vida. Quando eu era pequenininho, eu ficava sozinho, gostava de ficar sozinho, trancado na minha, fazendo as minhas coisas.
Gostava de soltar pipa sozinho, de brincar de futebol sozinho. Era uma pessoa introspectiva para caramba e tal. Os temperamentos, se eu fosse me orientar pelos temperamentos, eu estava ferrado, porque eu ia começar a sustentar vários erros e várias tendências minhas sem querer melhorar, que é o que o pessoal faz hoje. Então, é muito mais fácil se orientar pela temperança. A temperança é muito simples. Eu vou ficar muito tempo perto disso aqui, me temperando disso aqui e eu vou assumir essas características. Parece muito mais com a nossa vida.
Então, se vocês começarem a fazer isso aí, vocês vão entender muito mais por onde está indo a vida de vocês, ao invés de ficar justificando bobeira com temperamento, sabe? Inclusive, é por isso que quando a gente começou a entender muito mais da temperança, há mais de mil anos, há mais de 1500 anos, a gente abandonou. os temperamentos, quando a gente percebeu que existia uma ciência muito maior que o englobava e que o temperamento era o início de uma ciência limitada, sabe? Então, beleza. Mas por que eu lembrei disso e falei um pouco disso aí?
Porque eu abri aqui o Instagram, eu não acompanho as pessoas no Instagram, mas eu costumo tento pensar um pouco ali sobre o que eu tô vendo. Aí eu abri agora o Instagram, a primeira coisa que apareceu pra mim foram umas pessoas assim, curtindo a vida, né? Tipo assim, viajando, tá ligado? Visitando museu, esquiando, indo pra Disney, essas paradas assim, sabe? Bom, longe de mim chegar aqui pra vocês e falar que qualquer coisa dessas aí tá errada, né?
Deus me livre falar dessas coisas, né? Eu só queria falar uma outra coisa pra vocês. Eu não sei se vocês já fizeram essas viagens assim, sabe? Que a gente tem memórias maravilhosas sobre viagens assim, né? Vocês já perceberam? que viajar dá trabalho pra caraca. E a gente enfrenta várias dificuldades pra fazer certas coisas em viagem. Por exemplo, eu em 2009 fiz a viagem de ouro, né? Quando me formei na escola naval, então fiquei aí meio ano viajando pelo mundo, em mais de 20 países, né?
Então hoje, quando eu lembro de certas coisas, tipo eu lembrei ainda agora, quando eu vi a viagem de uma pessoa, eu lembrei do seguinte, eu falei, cara, eu fiquei duas horas na fila pra tirar foto com o Mickey no Magic Kingdom, na Disney, né? Tanto é. que eu fiquei tanto tempo que eu falei assim, cara, eu não vou chegar aqui só e tirar uma foto por light goiaba com o Mickey. Botei o Mickey em sentido lá, ele prestou continência comigo e tal. Por duas horas de fila, o Mickey tinha que fazer o que eu queria para tirar uma foto.
E por que eu estou falando isso para vocês? Porque as pessoas que se temperam de si Tipo essas assim, que falam assim pra você. Por exemplo, hoje aqui, se eu perguntar pra Maria, a Maria tá aqui na live, né? O amor da minha vida. A gente nem sabe quantas vezes as crianças todas vomitaram hoje. Não sei se foi oito vezes, nove vezes. Mas certamente hoje, eu passei aí mais de uma hora, depois do terço, a gente reza o terço aqui, nossa família 18 e 30, né?
Depois do terço, todo mundo vomitou aqui várias vezes, né? Em tudo quanto é lugar, pô. Aí você vê, eu fico pensando assim, né? Tem gente que olha pra essas coisas enormes da vida e fala assim, caraca, filho dá trabalho pra caraca, meu irmão. Tem gente que fala isso, né? Aí eu tava pensando aqui, quando eu vi essa foto da Disney, eu pensei aqui, meu irmão, o tempo que eu esperei na fila pra tirar foto com o Mickey não deu o tempo que eu de fila. Então, você vê que quando as pessoas falam assim, ó, ah, dá trabalho fazer certas coisas, o argumento delas não é esse.
Elas só não entendem nada da vida, tá ligado? É por isso que elas usam essa palavra, ah, dá trabalho ter filho. O que ela quer dizer é o seguinte, olha só, eu prefiro gastar tempo comigo mesmo, Eu vou me sacrificar também na vida. Você vai se sacrificar por um filho. Eu vou me sacrificar na vida, duas horas na fila pra tirar foto com o Mickey, pô. Mas ela vai se sacrificar. Só que... Por que ela tem dificuldade de se sacrificar por um filho quando ele aparece?
Mas... Ela não se incomoda de se sacrificar ali pelo Mickey. Porque ela é tipo... Os meus filhos de 3 anos, 4 anos, 5 anos, ela é extremamente egoísta, né? Como é que as crianças vêm ao mundo generosonas, assim ó, afim de assumir as responsabilidades da casa? Filho assim ou quando ele tá brincando é difícil tirar da brincadeira, né? Então tipo assim ó, eu tenho um cara de 28 anos que tá lá na Disney tirando foto com o Mickey. Eu falo pra ele, meu irmão, tu tem 28 anos, cara, vem cá, pô.
Vamos levar a vida a sério? Cuidar de uma pessoa, se dedicar a alguém, pô. Aí o cara, não, cara, isso aí dá muito trabalho, pô. Só que ele tá duas horas na fila do Mickey, vocês entendem? O problema dele não é o trabalho, porque ele tá enfrentando as dificuldades da vida dele. É igual o meu filho de três anos, pô. Ele só é egoísta pra caraca, por quê? porque ele passou muito tempo se temperando de si. Eu atendo uma porção de gente que casa mais velho.
Cara, quem casa mais velho tem uma dificuldade do caraca dentro de casa. O cara casa com 35 anos, aí ele saiu de casa às vezes com 20 e poucos anos, foi morar sozinho, o que já é um pouco melhor. Tem gente que sai 35 anos morando com os pais. Pessoal, Imagina uma pessoa que vive 15 anos sozinha dentro de uma casa, fazendo só as suas vontades, assim ó, não tem nenhuma voz que fale assim ó, pô, tem como você não fazer agora exatamente o que você quer e me ajudar?
Eu falei, cara, não tem ninguém, pô. Então vocês entendem como as pessoas vivem numa prisão de si? Você vê ó, o último vômito que eu limpei hoje, eu renovei durante tudo que eu fiz hoje essas coisas, eu renovei várias vezes a minha vocação de pai e de esposo, de um homem que dá a vida dentro de uma casa, várias vezes. O filho vomitava, aí eu olhava para o vômito e falava assim para nosso senhor, meu Deus, Eu quero fazer isso, isso aqui é minha vocação, você entende?
Isso aqui é mais importante para mim, e eu posso ajudar mais gente a entrar no céu fazendo isso, do que eu no Instagram fazendo live para 500 cabeças, porque isso aqui, Isso aqui é uma vocação colateral para mim. Eu venho aqui falar de um grande amor que tem no meu coração. O grande amor que tem no meu coração que eu venho falar para vocês é limpar vômito dos meus filhos, porra. Essa é uma grande vocação, porque eu fiz uma promessa para minha esposa. Vocês estão entendendo isso que eu estou falando para vocês?
Quem que tem que ficar no Instagram fazendo live o dia inteiro e fazendo curso, indo pelo mundo, caramba, sou eu? Eu falei, não, porra. É o religioso que falou assim, ó, eu não vou casar. Mas eu não vou casar. Já que eu não vou casar, eu também não vou viver uma vidinha de merda na fila da Disney e mais velho carregando o cachorro em carrinho de criança. Entendeu? Eu não vou casar. Mas eu também vou dar vida por outras pessoas, por uma comunidade. Entenderam? Então, eu vou dar vida pela comunidade?
Pô, eu vou ser um sacerdote? Então eu posso ir pelo mundo inteiro. Eu posso viajar o Brasil inteiro. Pô, então vocês têm que entender. Eu fico triste pra caraca, quando um cara vem assim, porra Diego, vem aqui em Fortaleza, vem aqui em Salvador, dá uma palestra pra gente, aí eu falo pro cara, pô, não dá cara, não dá meu irmão, não dá pô, aí o cara fica puto, acha que eu tô de má vontade, meu irmão, tu sabe porque que não dá pra eu ficar viajando o Brasil dando palestra?
Sabe porque que não dá? Porque fim de semana eu tenho umas paradas muito sinistras pra fazer pra salvar o mundo, tá ligado? Tipo eu fiz esse fim de semana. Cortar a unha dos meus filhos, limpar vômito, ir à missa, rezar o terço com as crianças e rezar pra um filho mais novo hoje, a começar a rezar o terço aí pra minha filhinha Maria Helena, né? Que tava rezando a primeira vez, tá tentando aprender Ave Maria. Você entende? Pô, essa vocação pra mim, que casei, é muito mais alta, porra, do que eu me enganar indo no acre da palestra.
Vocês estão entendendo isso que eu estou falando para vocês, porra? Por quê? Sabe por quê? Porra, essa semana, a maior parte da terapia que eu fiz com as pessoas essa semana foi assim, ó, o mãe, o dona de casa, Será que você pode parar de fazer essa pós-graduação aí que você está fazendo? Esses outros cursos que você está fazendo e tal? Ou então se dedicar só a 30 minutos por dia quando tu acabar todas as funções da tua vida? Pô, vocês... Pô, vocês, qual é a dificuldade de perceber o seguinte, ó?
Ó, vamos lá, raciocínio extremamente simples, hein? Estou sentado aqui na minha sala, abri um livro. abrir um computador, vou, tô aqui, pai, casado, seis filhos, aí eu vou, durante o meu dia, vou ficar aqui, fazendo cursos e pós-graduações. Se eu fiz um roteiro pra mim, na minha cabeça, baseado nos meus juízos, aí eu boto o meu personagem no palco, aí o meu filho não me deixa fazer aquela aula, por quê? porque apesar de eu me esquecer com o livrinho computador aberto, apesar de eu me esquecer da minha vocação, quando ele chama pai, a palavra pai, ela me lembra dessa vocação, tanto é que quando a voz dele fala pai dentro de casa, eu sei que ninguém mais no mundo atende a esse chamado, a esse vocativo, vocês entendem?
Quando um filho chama pai ou quando uma filha chama mãe, essa é a vocação mais individual que um homem faz na face da terra dele, um homem que é pai, ou uma mulher que chama meu amor, e você sabe que na casa só tem você como amor dela, ou um paroco, que o paroquiano chega para ele e fala, padre, porra, e ele não está lá na paróquia dele para confessar, você entende? Porque ele é paroco, mas ele também, faz shows em outras paróquias, que é a mesma coisa que eu estou falando para vocês, entenderam?
Aí você está lá, fazendo as suas coisinhas, suas coisinhas, sabe? O eu, ai, mas o meu tempinho, eu, coitadinha de mim, coitadinho de mim, o meu tempinho, né? Aí o teu filho te chama para uma vocação que só você pode cumprir no mundo, Aí, o seu coraçãozinho, assim, metade burrinho, metade egoísta. Ele fica com raivinha, já percebeu? Do filho. Aí dá aquela resposta truncada pra ele. E, porra, vocês acham que isso não acontece comigo? Vocês acham que eu tô falando isso pra vocês e li num livro?
Eu nunca li isso em livro nenhum. Na verdade, só tem escrito que a força iracível do crítico vem pra fazer justiça entre o roteirista e o personagem no meu, né? Na verdade, eu olhei isso acontecendo no mundo, no meu peito, e escrevi num livro. Porque é assim, porra, se eu arrumei um roteiro onde meu filho não tá, o roteiro é meu, mas o meu filho tá presente, a minha vocação é de pai. Porra, e eu arrumei um roteiro que ele não tá, aí no meu roteiro, eu tô tentando cumprir o roteiro e ele não deixa.
Porra, sendo que a força é irascível, ela só serve pra isso no mundo, pra fazer justiça, pra fazer com que o roteirista se encontre com o personagem no palco. Aí o seu filho não deixa você se encontrar com o seu roteiro porque você fez um roteiro egoísta, porra. Aí você fica com raiva e desconta no teu filho. Aí eu falo, cara... porra, mas isso é simples pra caraca, porra, vocês não conseguem pegar um pedaço de papel e escrever assim no papel, hoje eu vou ver as vezes que eu senti raiva, isso é uma coisa, uma das primeiras coisas que eu vou falar com vocês lá na nossa comunidade, eu falo, a gente, a Maria e eu, a gente conversa muito sobre isso, o que que é um pouco urgente assim, sabe, onde as pessoas estão muito, mas muito perdidas, muito perdidas, Sobretudo com excesso de conteúdo, você vê, né?
A gente estava vendo aqui, cara, pô, vamos ver aqui como é que o pessoal costuma fazer aí na internet. Aí a galera vai lançar a comunidade, ou você vai vender um curso. O que que usualmente acontece? Sabe o que que usualmente acontece? O cara fala assim, caraca, meu irmão, se o André vai entrar numa comunidade para eu 100 cursos de lá dentro, da comunidade, aí ele vai entrar, ele vai ficar olhudão, tá ligado? Caraca, meu irmão, o cara vai cobrar R$29,90 só numa comunidade e tem 100 cursos de lá dentro, aí ele entra na comunidade, porra, quando ele entra na comunidade, Aí a nossa vocação que é de dominar o mundo, de ter o mundo nas nossas mãos, de vencer as nossas batalhas, de cumprir o nosso roteiro, o cara entra na comunidade e se sentem como vocês se sentem, como vocês chegam na terapia e como eu também me sentiria.
Caraca, meu irmão, eu não vou dar conta disso aqui. Porra, meu irmão, vocês assinaram uma comunidade que no primeiro minuto derrotou vocês e vocês nunca vão fazer aquilo, porra. Vocês entendem como é que as coisas acontecem? Então a gente vai fazer o contrário. A gente vai fazer o contrário. A gente vai botar uma aula. e vai encher o saco de vocês até aquela aula estar impregnada na cabeça de vocês. Se bobear, eu ainda não tenho certeza disso, mas se bobear, eu ainda vou dar sumiço na aula.
Ainda vou dar sumiço. Pra vocês entrarem lá e falarem, pô, meu irmão, eu não tô levando a sério. Pô, tô levando a sério, pô, chorei, perdi o conteúdo. Pois é, meu irmão. Mete o pé, pô. Mete o pé. Eu não preciso do dinheiro de vocês. Eu quero o coração de vocês. Se eu tiver o coração de vocês, vocês podem ficar do meu lado. O dinheiro não precisa, pô. R$29,90. Vocês entendem o que eu estou falando para vocês? Então vocês veem. Pô, até isso na cabeça de vocês é desorientado.
Eu lembro até hoje. Eu quando comecei o COF com o professor Olavo de Carvalho, lá em 2008, 2007, Eu comecei lá no comecinho, né? Então, tipo assim, mas eu não comecei da aula 1, não. Eu comecei, tipo, da aula 8. Só que da aula 8, meu irmão, as primeiras aulas tinham 3 horas de aula. Aí eu falei assim, caraca, meu irmão, como naquela época eu era solteiro, eu pegava meu treinamento físico e começava, na época ainda não era das forças especiais, já era fuzileiro, mas queria ser das forças especiais, então eu ficava fazendo meu treinamento físico e ouvindo Pô, o professor Olavo, direto, direto, direto, direto, até chegar na aula que ele estava.
A partir do momento que eu cheguei na aula que ele estava, eu falei, cara, nunca mais eu desgarro desse velho. Aí eu fui assistindo tudo junto. Só que eu conheci várias pessoas, e hoje vocês sabem que é assim? O cara fala assim, caraca, eu vou conhecer o professor Olavo de Carvalho, aí assina o COF. Meu irmão, o cara entra lá, tem 600 e tantas aulas, pô. O cara não vai fazer 10. Por que o cara não vai fazer 10? Por causa da personalidade humana, porque a gente nasceu pra dominar o mundo e não pra ser dominado por ele, porra.
Então quando a gente começa a perceber que o roteiro é grande demais pra gente, a gente começa a abandonar o roteiro. É por isso que quando eu vejo um jovem, às vezes recém-convertido, Aí ele fala assim, ó, caraca, eu sou resenho convertido, eu vou começar a rezar agora, porra, igual o Santo Afonso de Ligório na quaresma, né? Tá escrito lá, né? Prática do amor a nosso Senhor Jesus Cristo. Na quaresma, ele aumentava de sete horas pra oito horas diária de oração. Aí eu olho pra esse cara, aí eu falo assim, meu irmão, o roteiro que esse cara tá fazendo pra vida dele, meu irmão, é um roteiro de derrota certa.
Você vê, né? Vocês já perceberam uma coisa interessante que eu tento fazer aqui? Quando eu ensino uma coisa para vocês, eu fico tentando mostrar para vocês como é que ela acontece na personalidade, né? Sempre falando as mesmas coisas. A presença, o domínio, as três pessoas. A presença, o domínio, as três pessoas. Enquanto vocês não conseguirem fazer isso, vocês vão continuar dependendo de ordens das pessoas. Então, se vocês não souberem pensar sobre a presença, o domínio e as três pessoas, vão falar assim pra vocês na internet, bota teu filho de castigo sozinho, enche ele de porrada, aí o outro cara vai falar, não pode bater nunca no teu filho, não sei o que lá, porra.
Quem tiver maior quantidade de seguidores, quem tiver o carro mais sinistro, vai ser a verdade que vocês vão ouvir. Eu já não expliquei para vocês como é que funciona o princípio de liderança, que é um princípio de domínio no mundo sobre os amores que nós temos e desejamos? Eu não expliquei isso para vocês? É uma parada fácil de entender, né? Fácil. Então, se vocês não aprenderem a fazer isso, então qual é uma das grandes coisas que a gente pretende na comunidade. É fazer assim, vamos lá.
Vocês veem um monte de coisa na internet legal, sei lá, sobre criação de filho, sobre como fazer catecismo com o filho, sobre como rezar o terço com o filho, sobre como botar o filho para estudar, sobre como fazer com o filho na missa. Eu vou falar para vocês como faz cada coisa. A Maria, dentro das coisas que ela faz, que é o domínio dela, que é a vocação dela, ela vai falar cada coisa para vocês. Qual é a diferença? A gente vai botar a bola aí no meio, os três bonequinhos e vai falar da presença, do domínio e das três pessoas.
Aí eu vou mostrar pra vocês o que acontece num dia se você quer ensinar as coisas pro seu filho com um modo lúdico de fazer as coisas, com um modo de brincadeira fazendo as coisas pra ensinar os filhos. o que é muito diferente, eu diria que é quase que diametralmente oposto, de fazer as coisas com o filho que tem que fazer, sem estímulo sensitivo para gerar prazer nas coisas, mas utilizando o sorriso humano e um ambiente de alegria, o que não é lúdico, isso não é lúdico, isso é a dureza da vida real permeada de sorriso, Vocês percebem qual é a diferença disso?
Por que eu estou falando isso para vocês? Porque as pessoas me mandam umas paradas até, eu vejo às vezes com muita alegria e boa intenção assim. E eu gosto de receber, tá? Eu gosto de receber as coisas de vocês. Vocês devem perceber que às vezes eu vejo, às vezes eu não vejo. Às vezes eu vejo quando eu abro ali o direct e pô, eu consigo ver alguns. Às vezes eu não vejo porque se você mandou e mandaram 100 em cima, provavelmente, entende? Você falou comigo no momento errado.
Tanto é que às vezes tem gente que fala assim, caraca, meu irmão, tu respondeu a parada que eu perguntei há dois meses. Aí eu falei, eu nem percebia que tu mandou outra. Aí eu fui responder uma que estava logo no começo e tinha outra de dois meses. Acontece isso, tá? Então olha só, tu mandou lá o direct, Diego olha que legal aqui cara, esse negócio que eu estou vendo aqui, de aprender a fazer isso aqui com as crianças, utilizando música e não sei o que lá e tal, aí eu olho aquilo ali cara, vou dar um exemplo, catequese para as crianças, Porra, no outro dia alguém me mandou uma catequese com uma pessoa tocando violão, né?
Tocando violão. Aí botou vídeo na televisão e tal. Aí eu pensei assim, cara, precisa disso tudo mesmo? Para ensinar algumas coisas para as crianças? Precisa? E o método de ensino de Maria Montessori? Ó, na comunidade, é o assunto que a gente está falando, né? Na comunidade, um dos módulos, séries, blocos, sei lá como é que vai ser o nome disso, eu vou passar com vocês a história da educação. Vocês vão ver o que aconteceu com a Montessori.
Ela errou, né? Ela errou. O princípio da educação que as crianças querem, ela diz que é autonomia, né? Não é autonomia. Não é autonomia. As crianças querem o domínio. Qual que é a diferença? A diferença é que pelo domínio, muitas das vezes, eu abro mão da autonomia. Por exemplo, se teu filho tá com medo, mas a vocação dele é dominar o mundo, e ele quer dominar o mundo, e ele te pede colo, por que ele te pede colo? porque ele sabe que no teu colo ele pode dominar o mundo, não é assim?
Se aparecer um bicho, um rato no chão, ele quer dominar o mundo, só que ele não quer ter autonomia, porra, pelo contrário, ele vai abrir mão da autonomia dele por medo e vai se entregar ao pai, porque ele sabe que o pai é forte, generoso, e vai cumprir a missão e ele vai dominar o mundo no colo do pai. Você vê, O princípio de funcionamento educacional da Maria Montessori é base para o pensamento feminista atual de autonomia. Sou uma merda. Uma merdinha. Parece bonitinho, não parece?
Não, eu quero ter autonomia. Autonomia é uma ova. Quando você tiver câncer, com metástase, quando você perder um filho, quando a vida tiver indo embora, você estiver diante da morte, Você vai ver se você vai querer autonomia ou se você vai querer um colo forte e bondoso de um pai que vence a morte. Vocês entendem que Maria Montessori errou miseravelmente porque a gente não foi criado para ter autonomia. A gente não foi criado para ser o autor do mundo, autóis, autônomo. A gente não foi criado.
A gente foi criado para olhar para o autor do mundo, cumprir a nossa vocação com autoria nas pequenas coisas da nossa jogada no tabuleiro. E quando eu perder a jogada, eu não vou querer mais autonomia. O princípio de funcionamento educacional da Maria Montessori. ela é base para o feminismo e ela também é base para o que António Gramsci, vocês conhecem da ciência política, que orienta a base de muito pensamento de esquerda, o que um Estado de esquerda faz com o povo para que ele domine o povo?
O que ele faz? Ele mexe com a autonomia do povo, Se o povo não tem segurança, se o povo não tem dinheiro, se o povo não tem comida, quem o povo quer? O povo quer o colo de um pai. Se o povo é simples e tem religião, acontece como acontecia quando eu morava na África. Eles se entregam para um pai bondoso que pode vencer a morte, né? Eles se entregam para um pai bondoso que, diante de uma multidão com fome, pega pães, poucos pães e peixes e alimentam uma multidão, né?
Mas se o Estado tira a religião antes de tirar a autonomia, se ele ensina que a religião é o ópio do povo e tira a religião antes de tirar a autonomia, quando ele tira a autonomia, tu não tem religião, porra! Então você vai pro colo do Leviatã, do Hobbes, não é isso? Então, finalmente, a gente tem um povo como crianças de três anos, burrinhas, indefesas e frágeis, que não tem um pai bondoso pra ir pro colo. Então, ele vai pra um colo do Estado. Aí fica essa babaquice que tem aqui no Brasil, né?
De nego ficar discutindo. Bolsonaro, Lula... Falaram, cara, quem tá discutindo essas paradas já tem uma doença grave. É isso mesmo? O coração de você está entregue na mão de um homenzinho, porra. Vocês percebem por que a gente faz isso? Pessoal, entendam. Em uma live eu falei assim para vocês aí. O olho, ele foi feito para olhar imagem. não ouve som, não sente cheiro.
O seu olho, ele vai olhar a imagem quando você abrir os olhos, quer você queira, quer você não queira. Quando Santo Agostinho escreveu nas confissões a Senhor, fizeste-nos para ti, Senhor, E o nosso coração não vai descansar nunca enquanto não te encontrar. Porra, se vocês não conhecerem um coração de um pai que consegue vencer a fome, consegue vencer a lepra, consegue vencer a cegueira, consegue vencer a tempestade, consegue vencer a morte, Porra, vocês vão entregar o coração de vocês pro Lula e pro Bolsonaro, porra.
Porque o nosso coração, ele foi feito pra um Deus. Ou ele vai ser o Deus verdadeiro, ou ele vai ser um ídolozinho medíocre, como vocês fazem com eles, como vocês tendam a fazer comigo. Vocês entendem que nós somos assim? Ou a gente entrega o nosso coração pra um Deus verdadeiro, forte, e brilhante, e eterno, e bondoso. Ou a gente vai virar mendigo de gente que carrega a gente no colo, sendo que essa pessoa que carrega a gente no colo se dobra na primeira dor de barriga, porra.
Olha, mais um. Bloquear. Eu bloqueei o pessoal aqui. Se fugir do meu controle, depois eu tiro o comentário. A galera da zoação aí eu bloqueei. Então vocês veem como nós somos, né?
A gente se perde muito fácil, né? A gente bota a nossa esperança mesmo em coisa muito errada. Quando eu estava falando para vocês do início da live, das pessoas falando, né? Dar muito trabalho, ter filho. Tudo dá trabalho na vida, pessoal. Tudo dá trabalho. Comer sorvete pra caraca dá trabalho, tá ligado? Depois te deixa mó tempão aí, cheio de dor, te deixa gordão. Vocês já viram como a pessoa que fica gordona, ela tem trabalho pra andar, tem dificuldade, né?
Tô falando aqui o óbvio, né? O óbvio. Então vocês veem, né? Essas coisas são nossa vocação. Tô falando isso pra vocês. Vocês acham que não é nossa vocação impedir que nossos filhos fiquem acima do peso? Isso é obrigação de um pai, não é obrigação de um pai se ele olhar pra um filho e falar assim, pô, meu filho tá ficando acima do peso. a gente olha, a gente não fala na hora, porque obviamente não se faz isso, é por isso que eu falo para vocês, aqui é minha terapia, isso aqui é minha terapia, quando eu vejo pais com um filho gordinho, eu queria com todo respeito, poder dar uma surra neles, você entende?
Só que eu não vou fazer isso, Então na hora a gente cumprimenta, beija e faz isso mesmo, é o que tem que fazer. Aí depois eu falo assim, pô meu irmão, eu tenho que despejar isso na live, tá ligado? É por isso que às vezes eu chego meio alterado aqui, entendeu? Isso aqui é minha terapia, pô. Vocês são tipo meus terapeutas, entendeu? Mas a gente sabe que é assim, né? Se a gente tentar ficar sendo muito bonzinho com os outros e não falar as coisas que a gente vê como verdade, a gente acaba ficando alterado mesmo, sabe?
A gente acaba daqui a pouco falando o contrário. Entende? Não tem aí... Existe um teste muito eficaz para quem trabalha nas empresas no setor de recursos humanos, no setor de pessoal. que é um teste de personalidade, no seguinte sentido, tu pega ali umas cinco pessoas, aí umas quatro são da tua equipe e uma tu vai avaliar o cara. Aí tu bota lá três palitos, dois do mesmo tamanho e um palito maior. Aí tu vai fazer o teste de perguntar pra pessoa, É, qual é o maior palito que ela tá vendo?
O cara que tá ali, que tá tentando buscar o emprego, ele olha assim, aí ele fala assim, pô, que teste bobo e idiota, né? Pô, é óbvio que o palito 3 é o maior palito. Ele tem o dobro do tamanho do palito 1 e o 2, né? Aí... os caras contratados, os quatro caras que já são da empresa, eles vão lá e falam, o número um. Aí o cara fala assim, qual é o maior palito? O maior palito é o número um. Aí tu, que tá ali vendo que é o três, tu fala assim, caraca, meu irmão, caraca, esse cara já perdeu pra mim no emprego, o cara não sabe nem que o outro palito é maior.
Aí o segundo cara fala, qual o palito maior? Um. Qual o palito maior? Um. Aí tu tá vendo com teus olhos que o palito três é muito maior quando chega na tua vez. Aí a gente pergunta assim, qual é o palito maior? Aí tu fala, palito 1. Esse somos nós, né? Vocês sabem, eu tô contando isso pra vocês aqui, pra falar um pouco de personalidade, mas vocês sabem onde eu vou repetir essa história pra vocês? Eu vou repetir essa história pra vocês quando eu ensinar pra vocês filosofia política E eu disser para vocês quando que a autoridade de uma pessoa passou na história do mundo para a autoridade do povo, para a autoridade de várias pessoas.
De onde vem o ditado popular, a voz do povo é a voz de Deus. Isso é uma parte trágica da história, uma parte trágica. E eu vou mostrar isso para vocês e vocês vão perceber que depois, quando tiraram a consciência das pessoas, dos seres humanos, da verdade e da moralidade da Igreja Católica, quando tiraram isso da mão da Igreja, sobretudo depois das reformas protestantes, que foram diminuindo a importância e o poder central do Papa, não é isso? Quando isso foi se esvaziando, a gente quis que a autoridade não ficasse na mão de uma pessoa.
que na verdade representava a autoridade de uma instituição que tinha religião, que era a própria religião. Aí a gente joga para a autoridade do povo. Aí hoje que a gente está vendo que deu merda, a autoridade está na mão do povo, que dá merda, vocês já perceberam, não perceberam? que a democracia, como disse Aristóteles há 2.000 anos atrás, mais de 2.000 anos, 2.300 anos, como disse Aristóteles, a democracia acaba virando, em algum momento ela vai acabar cambando para a tirania, porque a democracia já é uma perversão, não é isso?
É que aqui no Brasil, quando tu fala isso, como as pessoas têm uma imaginação muito empobrecida, elas só têm tipo assim, ó, o 01, se não é democracia, se o cara tá falando mal da democracia, ele é um tirano, porque ela sabe papo de nada, assim, de política, ciência política, entende? Aí hoje, a gente percebendo que a autoridade tá na mão do povo, é uma bosta, né? Aí, o que a gente tá fazendo com o mundo? A gente tá entregando toda a autoridade no mundo na mão de uma instituição mundial, novamente, que é a ONU.
Então, a gente só tirou da mão da Igreja Católica e do Papa, né? E tá entregando agora pra ONU. Que, obviamente, deve ser muito mais moral e muito mais bondosa do que a Igreja Católica, né? Puts, meu irmão, a gente é muito sinistro, cara. A gente é muito maneiro, né, irmão? Mas, enfim, isso tudo a gente vai fazer na comunidade. Vai ser presença, domínio e as três pessoas em todas as ciências que vocês botarem o dedo. Teologia, filosofia.
política, sociologia, relações internacionais. Então, quando eu e Maria estivermos aqui e a gente falar pra vocês de rezar o terço, de segurar no braço de um filho, de olhar nos olhos dele, de pegá-lo no colo pra fazer uma coisa, a gente vai falar e vai mostrar pra vocês como é que funciona. roteirista, personagem e crítico na vocação humana de dominar o mundo. E vocês já sabem, quem participou de uma live e outra aqui, que a nossa vocação é dominar o mundo. E estranhamente, a gente vai falhar.
Só que quando a gente falhar, A gente tem a oportunidade de pedir cola, porra. Igual minha filha de um ano e meio, a Maria Tereza. O meu pai tá fazendo uma coisa em cima da pia, mas eu não tenho a mínima ideia do que é. Eu só ouço barulho e cheiro. Eu não tô entendendo nada. Eu não tô entendendo nada da vida na internet. Igual a minha filhinha de um ano. O papai Diego tá fazendo alguma coisa em cima da pia.
Eu sinto um cheiro, eu ouço um barulho, mas eu não tô entendendo nada. Quando vocês se sentirem assim, olha pro alto, levanta a mão e fala, papai, colo. Porque se o papai pegar vocês no colo, Vocês vão ver o mundo do alto, porra. Mesmo que os pés de vocês estejam muito longe do chão. E como é bom ver o mundo do alto. Ainda que o papai não possa passar o dia inteiro comigo no colo. Porra, quando ele me levanta no colo e eu vejo o mundo do alto.
Eu posso sair lá da cozinha, vocês entendem? Eu posso ir pra sala. Eu posso chamar todos os irmãos e eu posso falar assim, papai me levantou no colo e eu vi o papai fazendo café, porra. Eu vi o papai fazendo café. Eu só tô tentando fazer isso com vocês. Pedir colo por não entender quase nada. O olhar, o que eu tenho pra olhar, o domínio, a graça, as três pessoas, a presença. E descer do colo, sair da cozinha, vir aqui, ligar o celular e falar pra vocês sobre o gosto do café que eu só pude tomar e olhar e sentir o cheiro por causa do papai.
No fundo, no fundo, eu tô aqui repetindo pra vocês o tempo todo. um dogma da Igreja Católica, da Santíssima Trindade, que eu sabia, eu sabia desde os meus 15 anos que era a ciência que era o fundamento de todas as ciências, porque nós somos feitos à imagem e à semelhança de Deus. Eu sabia que estava lá, eu só não conseguia ver, precisava pedir cola, tá? Essa é a nossa vocação. Obrigado pela companhia. Até breve, se Deus quiser. Tomara que dê certo a nossa comunidade. A Maria e eu estamos fazendo todo o esforço para que a gente consiga essa semana.
Tá bom? Um forte abraço. Rezem por nós também. E estejam conosco. Vamos que vamos. Tamo junto!