A estrutura da pessoa
Consciência
- a consciência
- exame de consciência
- formar a consciência
- as três pessoas
- o eu sou (fora do tempo)
- a liberdade humana
- o crítico
- o roteirista
- a vocação de dominar
- o tempo de presença tempera
Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 5:45.
“Vamos lá? Vamos conversar? Pessoal, eu vou falar de um tema.”
Trechos da aula
a nossa vida sem consciência é uma vida sem liberdade
essa é a única atividade que o ser humano tem da sua parte mais elevada para ser livre
Esse olhar que olha a personalidade inteira é a consciência humana
Transcrição completa
Boa noite, Levi. Boa noite, Renata. Boa noite, Gina. Fala, Renan. Boa noite, Tati. E Jeff Pereira, boa noite. Eu vou me casar nesse sábado agora, o senhor faz parte. Pô, tamo junto, meu irmão. Seja firme, entrega a vida aí, meu irmão. Tu vai ser muito feliz. Ô, Everton aí. Ah, tá morando, meu irmão. Tamo junto. Boa noite, Esther. Aí, Tiagão, nosso maestro aí.
Fala, Gabriel. Tu tá bem, meu irmão? Boa noite, André. Fala, Matheus, Eugênia. Boa noite, homem de valor. Grande Igor, boa noite, meu irmão. Boa noite, Beatriz, Rodrigo, Ossi. Boa noite, Natan, Rafael, Elvis, Hugo. Tá de pau, meu irmão? Tamo junto. Grande Sandro. Um abraço, meu irmão. Vamos falar um pouco sobre consciência, liberdade.
Boa noite, Felícia. Juliana. Juliana, a fidelidade em pessoa aqui. Alex. Natália também. Sempre aí. Luiz. Boa noite, Ana. Fala, Matheus. Olha a Rebeca aí. Boa noite, Rebeca. Tudo bem? Boa noite, Nata. Luana, boa noite. Olha o pessoal de Natal aí. Olha que maravilha, tá ao vivo. Paula Lucas, boa noite. Bernardo. Boa noite, Franciele. Emília. Filipe Corvello. Boa noite, meu irmão.
Débora, boa noite. Boa noite, Figueira, Zélia. Olha o Tchegão aí. Vai sair, meu irmão. Vai sair. Boa noite, Pátio, Matheus. Boa noite, meu irmão. Boa noite, Aline. Boa noite, Cláudia. Psy, Ângela. Boa noite. Boa noite, Rodrigo. Fala, Rafael. Boa noite. Um abraço pra Manaus. Grande Manaus. Boa noite, Bianca. Grande Edson, boa noite, meu irmão. Yara, tudo bem, Yara? Olha o pessoal da Paraíba aí. Tem muitos alunos aí, vocês são espetaculares. Assembleia de Sorriso, Bolsonaro e Domingo de Páscoa, eu não entendi.
Como o demônio caiu na armadilha? de condenar um justo, sendo que ele testemunhou diálogos de que Jesus era Deus. Pode explicar melhor? Tá explicado lá, cara. Uma coisa... Isso acontece com a gente, pô. A gente sabe que Jesus é Deus, mas a gente atua, muitas das vezes, como se Ele não fosse. Isso acontece por causa da nossa cabeça. O demônio é um ser intelectual. É muito mais fácil acontecer com ele do que com a gente. Isso não é difícil de perceber, não, cara. Fala, Rafael. Rapaz, o pessoal fez um canal no YouTube aí.
Eu pretendo fazer um em breve, mas agora eu estou no meu limite aqui de atuação. Tanto é que vocês perceberam que eu dei uma parada com as caixinhas, né? Em breve vai normalizar e a gente volta a ter mais atividade. Por enquanto, a gente vai mantendo o contato por essa live de domingo, 21 horas, beleza? Com o tempo, a gente vai conseguir fazer mais coisas. Rio Grande do Sul. Boa noite, Lívia. Carlos, Matheus. Como desenvolveu sua oratória? Treinando, né? A primeira palestra que eu dei na minha vida, eu tinha 15 anos.
E eu tinha bastante necessidade de falar, né? A vida militar te impõe bastante isso. E eu fui o primeiro lugar do concurso do Colégio Naval de 2001. Primeiro lugar do Brasil, então eu fui responsável por uma turma de 236 militares. Eu era obrigado a falar pra caraca, falar várias coisas, tocar uma turma. Olha aí, a Souza. Que maravilha, meu irmão. Boa noite. Boa noite, Marcela. Boa noite, Janete.
Mateus. Boa noite, Grace. Falta muito pra sair o livro. O livro está pronto, é só a parte da editora agora. A parte aí eu só aguardo, irmão. Vamos lá? Vamos conversar? Pessoal, eu vou falar de um tema. Vou falar do jeito que eu achei, o melhor jeito. Foi um dos temas que eu mais estudei na minha vida. E... Eu não achei uma solução mesmo assim para recomendar para vocês. Olha, para vocês conhecerem melhor a consciência, estuda isso aqui, tá?
Eu não consigo fazer isso muito bem. Porque eu só consegui estabilizar o meu entendimento de consciência depois das três pessoas, né? Que é uma estabilização sobretudo da atuação da nossa mente no tempo. Hoje, a gente vai ter condições de perceber. Se a gente não chegar a essa conclusão hoje, porque eu vou precisar ir devagar, numa próxima live, a gente vai ter noção exaustiva de todas as possibilidades de pensamento da mente humana, de vocês poderem categorizá-las e ter uma tranquilidade de atuação em cima disso.
Então, olha só, a nossa vida sem consciência é uma vida sem liberdade, sobretudo. A gente realmente vive como um animalzinho sem consciência das coisas que a gente está fazendo. E é muito triste ver as pessoas assim, sabe? Você vê, hoje na missa, hoje é aniversário da Maria, né? Pois passem lá no Instagram dela, para dar os parabéns para ela. Rezem por ela, por nós, pela nossa família. A gente estava na missa, né?
E aí, é estranho, sabe? É triste mesmo, né? É sinal de uma decadência, assim. Tu tá numa missa e tu olha as pessoas se movimentando, assim, vivendo a vida, né? E elas não terem consciência, noção, assim, do que elas estão fazendo, sabe? Onde elas estão, o que elas estão vivendo. Isso é uma tragédia muito grande, muito grande. Porque vocês vão ver comigo falando sobre consciência. Parabéns, Matheus.
Um forte abraço para você, cara. Espero que você tenha aproveitado o dia do seu aniversário. E obrigado pela sua presença aqui. É uma honra ter um aniversariante aqui num dia tão importante estar aqui com a gente. É uma honra para a gente estar aqui na sua presença, meu irmão. Parabéns. E aí eu fico vendo as pessoas andando na igreja, meus irmãos, meus amigos, meus queridos alunos, pessoas idosas assim, sabe? De idade. Elas não sabem andar na igreja. Deixa eu pagar um bisu aqui pra vocês.
para vocês ganharem um pouco mais de capacidade, para vocês estarem, por exemplo, numa missa e começarem a lembrar, sim, de certas coisas e poderem ter consciência e em breve vocês vão ver um exercício da plenitude da liberdade humana. Isso que eu estou falando para vocês, olha só. Existem alguns gestos que são realizados na missa. Eu não sei se vocês já me viram falar espacialmente sobre algumas coisas que acontecem com a gente, mas eu acho que em alguma dessas lives eu falei sobre as experiências que eu tinha lá na época do Oriente Médio, no Líbano, com a atuação do espaço sobre mim em câmara hiperbárica, hipobárica, o que a diferença de pressão dos lugares faz no nosso corpo.
Mas vocês lembram quando eu falei sobre a nossa entrada numa catedral medieval? Eu lembro uma época da minha vida, eu passei lá em Nápoles, na Itália, né? Uma época que eu digo que eu fiquei tempo lá o suficiente para conhecer bastante catedral e pelas minhas viagens aí pela Europa, bastante catedral da Europa, né? Então você vê, quando a gente entra numa catedral, A catedral cobrava da gente certas atitudes corporais, sabe? Tipo assim, quando a gente entra numa catedral, como ela tem o pé direito muito alto, e a nossa vocação é dominar o mundo, e o primeiro exercício de domínio sobre o mundo é o exercício do personagem no palco, que é como o nenenzinho.
Começa a dominar o mundo com os sentidos, não é isso? Então você vê, quando a gente entra numa catedral, ela, como pé direito alto, ela cobra do nosso olhar, que quer dominar o mundo espacialmente, a catedral, ela cobra do nosso olhar, um olhar para o alto. Então, quando eu entro numa catedral e eu tenho que dominar o espaço com o meu olhar, como eu não vejo o pé direito dela com o meu olhar no horizonte, Nosso olhar tem uma amplitude horizontal e vertical superior e inferior de uns 120 graus, não é isso?
Aí quando eu não consigo, quando o pé direito está acima dessa angularidade, eu sou obrigado pelo espaço. O espaço me cobra, olha para o alto. Quando eu olho para o alto, quando eu entro numa catedral, ela tem o pé direito e eu olho para o alto para tentar domar o espaço, me orientar onde eu estou, ela desobstrui as minhas vias aéreas. E aí ela enche o meu pulmão de ar, você entende? Esse é o primeiro gesto que uma catedral faz por nós, né? Ela esnudar, enche o nosso peito de ar.
E aí depois, conforme a gente vai andando, como a catedral em formato de cruz, ela fecha, ela bota uma rédea na nossa abertura lateral do nosso olhar. Ela fala assim para a gente, vocês não precisam olhar para o lado quando vocês entram em mim. Então ela é mais longitudinal do que transversal, não é isso? Então ela fala para você assim, foca lá no final, eu estou botando uma rédea, eu estou botando uma viseira na lateral do seu olhar para você olhar lá para o final. Então, foca o seu olhar lá.
Eu estou falando isso para vocês porque, como eu morei lá no Oriente Médio, eu tive a experiência, eu fazia segurança de autoridade. Então, eu tinha que, eventualmente, em eventos, em várias coisas, entrar em várias mesquitas. A mesquita, ela tem outro formato, ela tem um formato circular. Então, o espaço da mesquita não faz isso com a gente. Vocês entendem? O da catedral faz. E aí a gente foca lá no fundo, você entende? Então fala assim ó, olha pra cá, porque ela funila seu olhar, olha pra cá e você olha pra lá, você entende?
Que é pra Cristo crucificado. E aí você vai andando até lá, aí ela bota degraus né, antes de subir no prejibitério, sabe? Ela bota aqueles degraus, Porque quando tem um degrau, quando tem um obstáculo no chão, você dá uma olhadinha no chão pra baixo, entende? Então, a catedral ou as igrejas, se forem bem construídas, elas vão cobrar pra você três velhas, você entende? Então, presta atenção. Atitudes conscientes numa igreja, por exemplo. Se você for cruzar o centro da igreja, é uma tristeza de ver. Não é que eu sou escrupuloso, sabe, de querer cobrar essas coisas, não.
Vocês entendem? A minha tristeza é de ninguém saber nada. Entenderam? De pessoas idosas, assim, andando pela igreja, não saberem nada, assim, durante toda uma vida. Não ter aprendido que quando a gente passa no centro de uma igreja, a gente para, vira para o centro, Qual é a atitude? Qual que é o bizu? Qual que é o macete pra tu não errar? Ó, tu não tá em quadrilha, tu não precisa fazer aquelas vénia de tirar, sabe? Chapéu de quadrilha. Tu não precisa dar uma ajoelhadinha assim, como quem vai fazer com a saiazinha assim pra cumprimentar um cavaleiro.
Você para no centro da igreja e olha pros seus pés. Você tem que olhar o seu pé. Quando você olhar para o seu pé e você perceber que ele está fincado num solo sagrado, está de bom tamanho. Esse é o gesto. Você entende? Esse é o gesto. Isso é uma vênia, uma vênia suave, uma vênia leve. Você está fazendo uma vênia por aquele solo ali, por você estar de frente para uma coisa muito grande. Entendeu? durante a missa não existe, da nossa parte, né, vênia profunda.
Só quem faz vênia profunda é o sacerdote com quem vai participar da missa, com os ministros e quem vai participar da missa com ele, que perfilam lá na frente, depois da procissão de entrada, eles fazem uma vênia profunda. Quando vocês fizerem uma vênia profunda, o que vocês têm que fazer? a ponto de conseguir tocar o joelho de vocês. Então a vênia profunda, ela é quando? É o roupe de cabeça? O que que é? É a inclinação suficiente para vocês tocarem o joelho, tá? E quando vocês forem cumprimentar Cristo no Santíssimo, encostem um joelho de vocês no chão, se ele estiver dentro do Sacrado.
Se ele estiver exposto, encostem os dois joelhos no chão. Então a coisa está no joelho e nos pés, perceberam? Ou eu boto a mão, ou eu olho para os pés, tá bom? Façam isso por vocês, porque se vocês não conhecerem essas coisas e não tiverem consciência dessas coisas, a gente começa a abandonar o tesouro inteiro, né? Se vocês ainda não aprenderam isso com cuidado, porque agora quando eu falo assim, né, parece notícia de guru, né? Olhem lá aquelas lives do caminho de perfeição, alguma coisa nesse sentido assim, e percebam que quando vocês abandonam um ponto sequer do casamento de vocês, né, pra deixar ser medíocre, quando vocês abandonam um ponto da religião pra deixar ser medíocre, Nós abandonamos tudo, abandonamos por inteiro.
Por quê? Começamos um processo de abandonar por inteiro. Por quê? Porque a nossa vocação é dominar. Então, se a gente abrir mão do domínio, a gente vai abrindo mão da nossa vocação. Então aprendam sobre essas coisas, tá? Essas coisas são importantes de verdade. de aprenderem. Elas são as mais importantes? Não. Elas não são as mais importantes, mas elas alimentam, elas dão sentido, elas acendem o coração, elas são o remédio contra a tibieza, contra a preguiça, contra todas as coisas que são nossos amores de verdade. Vocês entendem?
Isso que eu estou falando para vocês em relação a um momento, numa igreja, Isso se dá exatamente como acontece quando a gente faz as coisas com a nossa esposa, com os nossos filhos. Quando vocês abrem mão de partes de coisas da vocação do chamado a ser pai, a ser marido, vocês começaram um processo de abrir mão da vocação por inteiro, porque a nossa vocação é dominar, e se vocês olham uma coisa que vocês abrem mão um pouquinho, ah não, vou dominar só um pouquinho, vocês abriram mão do domínio completo, então vocês vão começar a perder o tesão por aquilo ali, tá?
Isso na religião, se vocês falarem em nome da teologia, vocês vão ver que esse é o dom do Espírito Santo, e o que na teologia a gente chama de piedade, não é isso? No dia a dia, a gente pode chamar de zelo a palavra corriqueira, mas é tudo a mesma experiência. A mesma experiência. É um domínio com cuidado. Lembrem lá daquela aula que eu falo do soldado prestando continência se demorando, né? Do sacerdote elevando uma hóstia se demorando e o que isso causa dentro da gente.
Tá bom? Beleza. Agora vamos lá. Olha só. Quando vocês decidem lutar por uma coisa, na vida. Então vejam bem, vamos usar esse exemplo mesmo que eu falei aqui? Eu ensinei pra vocês três gestos. Três gestos para se realizar com cuidado, né? Bom, agora eu sei realizar uma vene. O que é uma vene? Eu vou parar na posição para onde eu vou fazer vene e é só olhar os meus pés, tá? Você não precisa mexer nada o corpo. Olha a ponta do seu pé e você fez o movimento com perfeição.
Você aprendeu isso. Quando eu fiz isso por você, onde eu estou atuando na sua personalidade? Eu estou te ensinando uma verdade intelectual como juízo, tá? Ou seja, eu tô fazendo uma terapia do crítico. Se você chega pra mim numa terapia e fala assim, ah, Diego, casamento é pra dar errado mesmo. Aí eu penso assim, caramba, isso não é verdade. Ele tem esse juízo. O juízo é a vida de quem? Ele fez isso olhando pras experiências do passado que ele teve na vida. O juízo é a vida do crítico.
Então ele olha para as experiências do passado e faz esse juízo, essa verdade na cabeça dele. Casamento não é feito para se desgastar mesmo. Eu sei que isso está errado. Casamento é feito para cada vez mais ir para a perfeição e para cada vez mais a gente se entusiasmar por ele, à medida que a gente o domina. Afinal de contas, Essa é a experiência que os gregos chamaram do tal do entusiasmo. O que é o entusiasmo? Uma palavra grega que é composta por processo de sufixação com o em, de dentro, por processo de radical grego, não é isso?
De formação de palavra. Tus, entus, de teós, né? E o iasmo é o sufixo formador, então o prefixo in, né? em entusiasmo e por sufixação. O iasmo é um processo de formação de substantivo, ou seja, de substância, ou seja, de uma terra. De uma terra onde vive onde? Onde vive o iasmo, uma terra onde vive o teós dentro. ou seja, onde o domínio vive dentro dessa terra. Então, o que é o entusiasmo e a experiência do entusiasmo humano? É toda a realidade que ele olha, seja no presente com o personagem, seja no passado com o crítico, seja no futuro com o roteirista, ou seja, na consciência, quando ele olha e sente domínio, ou seja, quando o crítico olha e conhece, quando o roteirista olha e vê promessa de felicidade, quando o personagem olha e vê que ele viu bem, fez bem.
Esse domínio dá pra nós a percepção do entusiasmo, da empolgação, você entende? Entusiasmo é o domínio vivendo dentro de nós, o enteós, entusiasmo, vocês entendem? Toda experiência de domínio com qualquer uma das três pessoas, ela gera esse fruto, o fruto de um domínio interior, tá? A gente chama isso no dia a dia de eu me entusiasmei com aquilo, tá bom? Se entusiasma por causa de uma dessas três experiências. Aí, você aprendeu uma nova verdade com o crítico. Eu ensinei para vocês, então, uma coisa nova, uma verdade.
Como a verdade é o fundamento da esperança, como a fé é o fundamento da esperança, como o que eu estabilizei no passado é o roteiro que eu vou viver no meu futuro, quando eu sei que no passado o café é gostoso, eu vou querer repeti-lo no futuro, quando eu sei que a experiência do passado é verdadeira, eu vou usá-la no futuro para tomar minhas decisões? Quando eu sei disso, eu fiz uma terapia por vocês no crítico, ou seja, eu iluminei a personalidade, um pedacinho dela. Eu iluminei o crítico com a verdade.
Agora você fala assim, caraca, meu irmão. Aí você começa a sentir essas experiências interiores de quem ganhou um domínio, uma coisa nova, que é própria do alimento do crítico. o tarado da verdade, dos juízos verdadeiros, não é isso? Aí falou, beleza. Eu sei o que está acontecendo agora. O crítico está vivo. Aí, se vocês acharem que isso vai balizar a vida de vocês no futuro, vocês vão fazer um roteiro na hora. Vocês vão fazer isso. Cara, na hora que eu entrar na igreja, numa próxima vez, Eu vou fazer a vênia correta.
Eu vou olhar para o meu pé quando eu passar no centro da igreja. Mas presta atenção agora no que eu vou falar para vocês. Vocês não têm liberdade para seguirem esse roteiro que eu acabei de ensinar para vocês depois de ter iluminado o crítico. Então presta atenção. Eu iluminei o crítico e essa luz do passado, ela vai começar a banhar a outra parte da personalidade. Ela já está roteirizando o futuro, né? O que vocês vão viver lá pra frente. Só que aí vai chegar o terror da terapia e o terror das caixinhas, né?
Diego, eu já aprendi o certo. Diego, eu já fiz o roteiro da minha vida. Diego, por que o personagem não cumpre o roteiro da minha vida no palco? Ele falou, não cumpre porque vocês não são livres. Porque a liberdade, ela acontece assim na personalidade humana. Olha só, olha que vai aparecer. a grandiosidade da consciência, olha só, quando eu iluminei o crítico e eu falo, eu cobro de vocês que vocês digam sobre vocês assim ó, como se vocês estivessem fora de vocês, agora A Emília, agora o Alex, agora o Pedro, vocês estão falando de vocês, agora o Diego sabe qual é o certo, agora ele sabe qual é o certo.
Eu tô falando porque eu tô me vendo de fora. Eu só posso falar isso tudo que eu tô falando pra vocês porque alguma coisa dentro de mim me permite ver as três pessoas de fora. De forma que eu posso olhar lá pro meu passado, pro Diego com 15 anos, fazer um juízo sobre ele. Caraca, aquele moleque estudava muito, o Diego com 15 anos. E eu posso falar sim, ó. Eu sou ele. Aquele moleque lá dos 15 anos sou eu. Eu só falo isso porque eu tenho consciência.
Então, ele vive a vida dele de fazer o juízo. São coisas diferentes. Fazer o juízo é coisa do crítico. E saber que eu fiz o juízo e eu sou o crítico é dada por uma outra coisa que está fora do tempo, do presente, do passado e do futuro. Uma coisa que é para dizer o eu sou. só que ela está dizendo eu sou o lado passado. Aí você fez o roteiro para você fazer isso na próxima missa, né? Quando você olha lá para o futuro, aquele lá do futuro que vai tentar fazer isso é quem?
É você. Então você fala assim, eu vou tentar fazer aquilo. Então você tem o roteirista que é o que roteirizou, foi ele que roteirizou, ele que decidiu. e depois que ele cessa a atividade dele, pode ter uma atividade que está de fora dele e possa olhá-lo de fora e falar assim, eu sou ele, eu serei ele, essa é outra atividade, isso está em outro patamar, tá? Isso que eu estou falando para vocês, que a gente vai chamar aqui de tecnicamente, de consciência? São Paulo, quando escreveu Corpo, Alma e Espírito nas suas cartas, em grego, Soma Psyche Inus, Soma Corpo, Psyche traduzido por Alma, Inus E espírito é o que hoje a gente chama de consciência, no dia a dia.
Por quê? Porque nego tem ranço de chamar as coisas de espírito, sobretudo no mundo intelectual e acadêmico, vocês entendem? As pessoas não vão falar esse termo espírito, eles vão falar pra vocês sobre consciência humana, tá bom? Agora, qual que é a coisa? Por que as pessoas não têm liberdade? Por que elas não têm liberdade? Porque, presta atenção, Você e eu, a gente sabe que se a gente for paciente com a nossa esposa, com nossos filhos, nosso trabalho, a gente vai ser feliz. Aí a gente faz um roteiro de paciência.
Aí você é impaciente durante o dia inteiro. Durante o seu ato de impaciência, depois do almoço que você tá cansado, né? Você é impaciente. Você fala assim pra mim, Diego, poxa, eu sei que eu tenho que ser paciente. Eu já fiz um roteiro de ser paciente. Por que eu não consigo ser paciente, Diego? Você já percebeu que você só lembra disso tempos depois que você foi impaciente? Aí tu fala assim para a pessoa, meu irmão, vocês têm que fazer exame de consciência, porque essa é a única atividade que o ser humano tem da sua parte mais elevada para ser livre.
Ele não tem nenhuma outra atividade para exercer, para ter liberdade. Então veja, se o cara do seu trabalho ou seu filho te deixa uma impaciente, você quer ser paciente, você fez um roteiro de ser paciente com ele, e você só percebe que você foi impaciente Uma hora depois, ou à noite, quando você senta e fala assim, eu vou fazer exame de consciência, aí tu olha teu dia, aí tu fala assim, depois do almoço eu fui impaciente com meu filho. Por que vocês não conseguiram fazer isso na hora?
Porque o personagem de vocês não tem liberdade para isso. Ele não é livre, porque vocês têm consciência fraca. Por que eu sei? Presta atenção agora, pelo amor de Deus. Isso, inclusive, é um motivo dos terapeutas e dos psicólogos não conseguirem curar as pessoas, porque eles não fazem isso seriamente na sua vida. Presta atenção. Se você não lutar até o talo, com o coração de vocês, com força, por uma coisa que vocês levem a sério. Uma coisa que vocês levem a sério. Vocês nunca vão ter liberdade, porque a consciência nunca vai banhar o personagem de vocês.
A vida dele no palco, o ato dele no palco, o ato livre de paciência, que é o amor, né? Porque as obras é que são os amores. não vão estar na sua mão. Então preste atenção, se vocês exercitarem e fortalecerem a consciência, o que acontece com vocês? Preste atenção, hein? Eu vou levar a sério o fato de ser paciente com o meu subordinado, ou com a minha esposa, ou com o meu filho, sobretudo depois do almoço, que é o meu pior momento. Aí eu começo a lutar.
Aí eu penso assim, cara, eu só consigo lembrar que eu fiz merda uma hora depois. Então eu preciso ficar tentando lembrar isso mais de vezes. Como é que eu vou lembrar disso?" Aí eu falo, pô, pra vocês, pra mim é light hoje em dia. Vocês sabem como é que eu fazia isso na minha adolescência? Com 19 anos, mais ou menos, eu tive o meu primeiro celular, um Nokiazinho azul que acendia meio amarelo, tá ligado? Com a telinha pequeninitinha assim. Nessa época aí, eu tava... fazemos exercícios espirituais de Santo Inácio, né?
Aí o Santo Inácio, o que ele fazia? Ele botava os companheiros dele, vocês sabem que Santo Inácio de Loyola, no quarto de seminário dele, ele tinha nada mais, nada menos, como seminaristas amigos dele, São João de La Penha, São Francisco Xavier, eles eram no mesmo quarto de seminário, tá ligado? Ele pedia para os amigos dele tocarem no ombro dele e falar assim, Inácio, você está lembrando de Deus? Inácio, lembra de Deus. Inácio, lembra de Deus. Aí ele fala assim, caraca, podes crer, já tem um tempo que eu não lembro.
Inácio, lembra de Deus. Caraca, podes crer, tem um tempo que eu não lembro. Você vê, você tá tentando ser paciente. Aí você é impaciente várias vezes, só que você não lembra na hora, você não sabe, tá ligado? Aí você pensa uma hora depois, putz, foi impaciente. Cara, que merda que eu fiz hoje, cara. Eu trabalhei mal hoje. Você precisa, de três horas depois, saber disso. conforme você vai exercitando a sua consciência, o ato de falar assim ó, esse sou eu, esse sou eu, eu quero tá aqui, esse sou eu, eu vou fazer isso hoje, hoje eu vou ser paciente, hoje eu vou ser paciente, eu vou lutar por isso, esse sou eu, me ajuda, vou botar o meu relógio pra despertar a cada 30 minutos, pra lembrar de Deus, pra lembrar de ser fiel da minha esposa, ou pra lembrar, vocês tem que fazer isso coisa por coisa, vez por vez, na próxima aula a gente vai falar, como?
Agora, eu preciso que vocês exercitem a consciência com qualquer luta, com qualquer luta. Eu preciso que vocês, durante o dia, façam assim, ó, esse sou eu, esse sou eu. Por quê? Porque olha só, hein, essa luz que iluminou o espírito, o crítico, ela foi tirando a sombra do roteirista, né? Ela tem que agora iluminar o personagem, para as três pessoas estarem iluminadas e você poder falar de uma vez só, dos três. Esse sou eu. Eu sou aquele que sou. Você entende? O roteirista é o personagem e o crítico, né?
Que é o ápice da consciência. Eu sou aquele que sou. As três pessoas unidas por um ato intelectivo. A sua consciência ela vai iluminando o personagem de forma que agora você foi impaciente e você não lembra uma hora depois, não. Você lembra 15 minutos depois. Aí, no dia seguinte, você foi impaciente e um minuto depois que você foi impaciente, você fala assim, putz, cara, eu fui impaciente, pô. aí no próximo dia de luta, você é impaciente, e quando acaba o ato da impaciência, você fala, eu fui impaciente, percebam que está chegando, a consciência está dando o último toque de luz agora, ela vai iluminar o personagem, percebam, vai chegar o dia que durante o ato de impaciência, você vai perceber que existe uma outra pessoa dentro de você lutando contra a sua impaciência no presente, é a consciência que chegou, vocês entendem?
Então, enquanto você está sendo impaciente, ela está lá começando a falar assim contigo, porra, você está sendo impaciente, cara, melhora, você está sendo impaciente, até chegar o dia que antes do personagem atuar no palco, você vai falar assim, ó. Você vai ser impaciente hoje, seu fraco? Ou você vai cumprir a sua vocação? Eu estou te vendo. Eu vou ver o seu ato no mundo. Antes do personagem atuar no palco da vida, Quando isso acontecer dentro de vocês, quando vocês conhecerem uma verdade, fizerem um roteiro, e antes do personagem fazer o ato no palco, uma presença dentro de vocês vai falar assim, ó, esse é você e você vai cumprir a sua vocação e eu tô te vendo.
Esse olhar que olha a personalidade inteira é a consciência humana presente finalmente e completamente. Quando isso acontecer dentro da sua cabeça, você é um homem livre. Isso se chama liberdade humana. Um presente dado por uma consciência presente, que dentro desse lugar, Fala pra você, ó, eu tô aqui e eu vejo você todo e eu sei o que você vai fazer, você quer fazer isso? Você quer ser impaciente agora?
E acabou essa bacharia, acabou essa bacharia de você falar assim, caramba, eu fiz e não percebi, eu fiz e não percebi, você fez e não percebeu porque você não é livre, você é escravo, você tá entendendo o que eu tô falando disso? Aí você fala assim, se você é escravo, eu sei juridicamente que diminui o dolo, ainda que tenha culpa, eu sei disso juridicamente. Mas eu não quero de você que você tenha menos culpa porque você é inconsciente, porque provar a liberdade humana é um tesão da porra, vocês entendem?
O que é você saber que tem um olhar que te olha, porque se isso acontecer com vocês, eu prometo pra vocês, eu prometo pra vocês que vocês nunca mais vão se sentir só nessa vida, por quê? Porque sempre vai ter um olhar e em breve a gente vai ver que lugar é esse da consciência. Porque tá só começando. Tá só começando. É só uma pitadinha de consciência. É só uma pitadinha. Isso é uma maravilha, né? Isso é uma maravilha. Porra, se nego soubesse disso que isso é uma maravilha, meu irmão, a gente tava feito nessa vida, né?
Que maravilha! É muito bom estar com vocês, tá? Vou partir agora. O pessoal me pediu, aí em breve eu vou... Eu preciso ensinar umas coisas básicas pra vocês, pra em breve poder deixar aberto aqui pra uma espécie de terapia nossa aqui, tá? Da nossa galera. Eu vou deixar vocês botarem as causas de vocês aí pra rolo, pra ajudar vocês, tá bom? A consciência. Liga e luta por isso aí, porra. Tá bom? Maravilha? Fiquem com Deus. Um forte abraço. Tamo junto. Eu amo vocês.