Coletânea

Vida do espírito

Uma oferta com intenção

54:19 · ~41 min de aula24 de janeiro de 2025Transcrição automática · em revisão
  • a oferta espiritual (a intenção)
  • o sacrifício
  • a obra no mundo (materialidade) e a intencionalidade
  • as três pessoas
  • o roteirista (intenção)
  • a demora
  • obras é que são amores
  • graça = presença
  • a rotina e o domínio do material
  • a força irascível

Esta aula tem uma saudação inicial. A aula começa em 13:07.

eu acho que eu vou falar sobre essa pergunta aqui do Marcos hoje. Como um café sem açúcar pode ser oferecido para renovar todas as coisas?

Citações verbatim

Trechos da aula

se vocês acordam pra correr e vocês não estão vomitando por causa de uma educação física, vocês estão vomitando por causa da alma de uma pessoa
— Prof. Diego Reis
Você falou a sua intenção
— Prof. Diego Reis
Sem a oferta espiritual fruto do sacrifício, a palavra de vocês não é nada
— Prof. Diego Reis
Palavra por palavra

Transcrição completa

Transcrição automática · em revisão

Boa noite, Ana. Fala, Edson. Boa noite, Ana Clara. Sandra. Boa noite, Rodrigo. Fala, Dilson. Boa noite, Lucas. Dona. Boa noite, boa noite. Virtus Anima. Tá sempre aí, né? Bora. Viviane, boa noite. Boa noite, Emília. Fala, André. Lívia. Boa noite, Gabriel, Leonardo. Tudo bem? Franciane, boa noite. Fala, meu irmão Maurício.

Ana Júlia, boa noite. Ruque Destrói. Boa noite, meu irmão. Renata, boa noite. Boa noite, Ângela. Suíça, 2h05 da manhã. Vocês são sinistros pra caraca, Stephanie. Tá na Suíça, são 2h05 da manhã lá. Boa noite, Ney. Ana de Manaus. Júnior, boa noite. Padre Bernardo. Sua benção, padre, boa noite. Rodrigo. É, hoje estou com a camisa... Às vezes eu venho mula ambientão, né? Fazer a live. E a camisa está mais ajeitadinha.

Boa noite, Rafael. Rob, boa noite. Renata, boa noite. Bruno Alfeu, boa noite, meu irmão. Balbirno. Tudo bem, meu irmão? Boa noite. Recentemente eu te vi aí no Pará. Rony, abraço, meu irmão. Abraço pra vocês aí do Pará. Dudu. Portugal, pessoal de Portugal aí, ó. Nana, é isso? Boa noite. Ana Lívia, boa noite. Qual o assunto da aula? Ainda não sei muito bem, não, cara. Eu entro aqui, usualmente, Eu já falei um pouco sobre isso com vocês, né?

Sua aula em São Paulo semana que vem. É verdade, semana que vem tem aula em São Paulo. Mariana Vittar, boa noite. Pedro Yamari, do Altiora. Que maravilha. Foi muito bom estar com vocês. Nossa família gostou muito. Em Petrópolis, né? A barba foi embora, né? São Caetano do Sul. O espadote aí, ó, da Colômbia. Boa noite, meu irmão. Pessoal de Macaé, Menezes. Boa noite, Juliana. Grande Ronaldo. Olha aí, meus irmãos, na Paraíba. Fez a barba.

Que maravilha. Obrigado, Stephanie. Muito bom estar com vocês mesmo. Faz muita diferença vocês estarem aqui. A presença de vocês... Presença é um tema sempre importante. A presença de vocês realmente muda a minha vida, de verdade. Isso é uma das coisas que eu mais gostaria que vocês aprendessem. Todas as consequências que uma presença tem na nossa vida. Boa noite, Natália Gandolfo. Tariq. Tariq. A memória...

É a substância, é a terra do crítico, né? Então tudo que tu quiser falar sobre o crítico quando tu falar da memória vai ser uma maravilha. Pensa em tudo do crítico, tudo que vive em cima dessa terra chamada memória, a vida dele, né? Tudo tem a ver com a tua palestra. Deu uma sumida esses dias aí, Roberto. Deve ter ido fazer filho. Igor. Boa noite, meu irmão. Clara. Boa noite. Gabriel.

Maria. Boa noite. Tata. Camila. Boa noite. Matheus, Dudu, Luan, Dourados, pessoal de Dourados, Natália, meu amor da minha vida, que alegria hoje comemorar o dia das mães do teu lado, a mãe mais impressionante que eu já vi nessa terra, minha esposa mais O oficial vai dar aula onde, em São Paulo? São Paulo, capital. É no evento do Jorge, né? Doutor Jorge Rodrigues. Sábado que vem.

Aline, aqui do Rio. Pessoal carioca. Meus irmãos cariocas. Cariocas. Boa noite, Roberta, Vitor. A presença, a presença. Professor, é impossível funcionar bem tomando café gelado? Rodrigo, todos nós ainda tomamos algum café gelado, meu irmão. O problema é quando a gente toma café gelado nos grandes amores da nossa vida, né?

Por exemplo, um cara que odeia religião porque as pessoas que ele conheceu que praticavam religião eram uma merda. Ou seja, quando ele pensa em religião, ele pensa nesse café que ele tomou, que é a presença dessas pessoas que encarnaram certa religião. Você entende? Então, essas coisas são muito graves. As pessoas acham que a lógica pode resolver esse tipo de problema e não pode não. Vocês têm que arrumar um jeito de botar essas pessoas para tomar um café quente. É por isso que São José Maria Escrivá muitas vezes falava que a crise da humanidade, as grandes crises de religião e de moralidade, é a falta da presença de uma pessoa que vive em santidade no meio das outras pessoas.

Essa pessoa é o café quente. Então, a presença dessas pessoas cura, cura uma série de neuroses. Vocês estão entendendo o que eu estou te falando? Vocês podem ter juízos errados sobre tomar o café, errados sobre coisas banais e, obviamente, de uma maneira geral, vocês vão funcionar bem. Vou dar um exemplo para vocês. Eu morei no Líbano entre 2013 e 2014. Quando eu cheguei no Líbano, A gente, de uma maneira geral, acha que os chiitas são mais rigorosos, mais fundamentalistas, mais perigosos, quando a gente pensa, por exemplo, em explosão, bombom, essas coisas, do que os sunitas.

Então, esse era um café gelado que eu tinha tomado. Quando eu cheguei, o café lá tinha outro sabor, entende? Era muito diferente do que eu imaginava. Por quê? A gente aprende isso aí através da mídia, através de livros tomados de ideologia, entende? Essas coisas que eu falo, são um café gelado. Nossa, as mensagens vão parar nos seus dendritos e acções. É isso aí. Boa noite, K.L. Ah, Vanessa, tu que me perguntou ainda agora no direct, né, Vanessa? Como despertar a força iracível, professor? A força irascível não existe para curar injustiças.

Então, para você despertar a força irascível, ela pode ser despertada de maneira errada ou de maneira correta. Como é que é a força irascível de maneira correta? são aquelas pessoas que têm um ímpeto, uma empolgação para cumprir uma grande vocação, um grande roteiro de vida que elas estão cumprindo, não é isso? Então veja, se você cada vez mais começar a dominar a vida e for expandindo o seu roteiro de vida, a sua vocação, for levando a cabo o que você tem que cumprir no mundo, cada vez mais a força porque o seu roteiro vai indo adiante e ele é tão grandioso que você tem que botar o seu personagem para cumpri-lo.

A força iracível aparece quando o seu personagem não está cumprindo o roteiro, não é assim? Porque a força iracível não serve para unir o roteirista com o personagem. Eu quero ir para a academia, aí não estou conseguindo levantar na hora, aí eu tenho que O pessoal fala assim, eu fui para a academia na raiva, eu levantei na raiva, para cumprir um roteiro que você considera importante. Quanto mais importante fosse o roteiro, quanto mais você compreender o tamanho da sua vocação, mas a força irascível vai te apoiar.

As pessoas entendem muito mal esse assunto, tanto é que elas ficam chamando essas coisas de força de vontade, e não é força de vontade que faz isso. Força de vontade é muito intelectual, ela cessa quando cessa a decisão mental, entende? Ou seja, ela cessa quando a gente, sobretudo, decide os caminhos da nossa vocação. Então, você normalmente não está inflado quando a força de vontade entra em cena. Quando entra em cena uma força que tem esse tom de empolgação, essa força não é mais força de vontade.

Ela já é a força irascível. As pessoas têm uma dificuldade muito grande de entender a diferença dessas forças. Para mim ela é muito nítida, a diferença entre elas duas. Elas são forças completamente diferentes de pessoas diferentes. Uma é a força do crítico, a outra é a força Professor, preguiça seria uma fraqueza de personagem? Pessoal, olha só. Preguiça, desânimo, tibieza, burnout, noite escura do espírito, depressão, tudo que uma energia decaindo, uma força decaindo, tudo que for isso é uma descompressão, né?

Então vocês falam assim, preguiça é uma fraqueza do personagem? Existe uma preguiça que é fraqueza do personagem, mas existe uma preguiça. E, obviamente, a gente não dá nome de preguiça pra tudo, não é isso? Preguiça é a falta de alguma coisa pra realizar alguma coisa, né? Então, tem preguiça que é a falta de desejo, tem preguiça que é a falta de vontade, tem preguiça que é a falta de força irascível, cês entendem? Então, quando você fala assim, preguiça, eu sei que você não tem a mínima ideia nem ainda do que tá perguntando, por falta de conhecimento da personalidade, cês entendem?

Eu, eu, cês sabem que Putz, cara, tá aí, eu acho que eu vou falar sobre essa pergunta aqui do Marcos hoje. Como um café sem açúcar pode ser oferecido para renovar todas as coisas? Porra, pessoal, olha só. Eu já falei isso com vocês quando eu falei de Santo Irineu e de Leó, né? As pessoas hoje têm uma grande desordem psíquica, espiritual, de alma, intelectual, tudo o que vocês considerem imaterial, do mundo eidético, do mundo das ideias, porque elas estão muito pouco ordenadas e têm um conhecimento muito frágil do mundo material, visível.

das coisas que a gente pode tocar. Vocês lembram quando eu falei para vocês que o nosso mundo intelectual depende completamente da moralidade da vida, do café quente? Então, as pessoas acham, quando elas pensam assim, cara, como é que um café quente, um café, como é que eu trocar um banho quente por um banho gelado pode fazer diferença no ordenamento das coisas do mundo? Eu vivo falando para o pessoal aí, eu botei oferta espiritual, fazer três coisas, fazer uma caridade, uma obra no mundo, obra que são amores, concreta para o pessoal do Rio Grande do Sul, fazer uma oração pedindo por eles e fazer uma oferta espiritual.

Aí uma porção de gente mandou no direct assim, o que é isso? Oferta espiritual. Pessoal, olha só, vamos para o mundo concreto aqui, para o mundo real. Se eu chegar em casa, um bolo. Aí cheguei. Aí tá aqui, tem minha esposa, tem as crianças. Ou então tu chega num trabalho com um bolo. Tu chega com um bolo. Então presta atenção. Você se esforçou no mundo pra comprar um bolo. Não foi isso? Você pegou teu dinheiro, que é fruto do teu trabalho, do teu sacrifício, passou em um local, comprou um bolo.

E aí? você pode ter várias intenções dentro de você, né? Aí tu chega no trabalho e bota o bolo lá em cima da mesa. Como tu bota o bolo lá em cima da mesa, a obra que você realizou é a obra no mundo, que é o que a gente chama de fato. Então, no mundo jurídico, por exemplo, a gente chama isso de materialidade. Então, vamos supor, se um cara pega uma arma, dá um tiro na cabeça do outro e mata o outro. O que é o fato narrado cru?

É assim, ó. O Diego pegou uma arma, calibre 9mm, deu um tiro na cabeça do cara e matou o cara. Isso é o fato narrado, a obra, né? Essa é a obra. O que a gente não sabe sobre isso aí? A gente viu o personagem no mundo, não é isso? A gente não sabe nada sobre o crítico e a gente não sabe nada sobre o roteirista. E a gente não sabe nada sobre a unidade das três pessoas, porque a gente não conhece duas delas. Então, por que a gente fala assim?

E esse fato no mundo, pegar uma arma, dar um tiro na cabeça do outro cara, ele tem a materialidade, ele tem um fato concreto de um crime, ou seja, existe tipificado materialmente, concretamente, no código penal Esse ato, matar uma pessoa, existe isso tipificado. Quando isso está tipificado, ou seja, você viu a obra concreta no mundo, eu peguei o bolo e botei em cima da mesa, eu peguei a louça, a louça que eu lavei e botei em cima do escorredor, essa é a obra. ponto, narra a obra e ponto, a gente então não está fazendo juízos e julgamentos sobre a obra, que são coisas muito diferentes, a gente já viu, e a gente não sabe a intenção, nada do que está ali dentro, então no mundo jurídico, quando isso acontece, eu tenho o fato, a obra no mundo, que está prevista no Código Penal.

Aí você fala, então agora eu tenho que pegar o Código Processual Penal para descobrir todo o processo e para realizar um processo, para descobrir o processo. Então, eu vou verificar várias coisas ali dentro, várias coisas. Uma delas é se a pessoa tem capacidade de juízo, ou seja, se o crítico existe e os juízos dele têm condições de avaliar o que ele está fazendo. Porque se a pessoa não tiver, ela é considerada uma incapaz. E, tipo assim, ela vai ser absolvida, você entende? Ou ela vai sair dali para um tratamento psicológico ou neurológico.

Vocês entendem? Depois disso, de ver a sanidade da pessoa, eu ainda vou ver a intencionalidade para calcular a culpabilidade. É assim, eu estou falando isso para vocês, eu já fui juiz sete vezes, juiz militar, para julgar casos, para sentar lá, então eram cinco juízes estogados e juízes militares, são essas coisas que a gente tem que ver dentro de uma personalidade humana, para emitir um veredito. Então você vê, eu estou falando isso para vocês, para vocês é o seguinte, porque quando vocês lavam a louça, também é assim.

Eu estou vendo vocês lavarem a louça, ou eu estou vendo vocês tomarem o café sem açúcar. O que tem ali? Tem um fato, a gente pode tipificar. Você vê, o pessoal hoje, eu estava hoje com a galera e estava conversando sobre o pessoal lá do Rio Grande do Sul, quem está fazendo o quê. Aí tipo assim, fulano, fulano é famoso, ele só quer aparecer. É o outro fulano, o outro fulano quer engajamento. Ele falou, meus amigos, Não dá pra saber, pô. Simplesmente. Não dá pra saber.

Vocês entendem o que eu tô falando? No limite, no limite, não dá pro ser humano julgar com justiça um outro ser humano, pô. Não dá. Porque nem as pessoas, quando estão sob juramento pra fazer um julgamento, nem elas conhecem seus juízos, tá ligado? e muitas delas estão tomadas por ideologias que corrompem a sua intenção. Então, elas nem entendem o que é isso, intenção. Vocês estão percebendo o que eu estou falando? Então, você vê. Até para quando a gente emitir juízos, existe uma amplitude gigante de você dar um veredito.

Esse tipo de... Essa tipificação aí no Código Penal, ela vai de 2 a 30 anos. Você fala, por que tem essa janela gigantesca? Então você vê, eu achei muito bonito quando tu vê, por exemplo, um santo Inácio de Loyola falando assim, salvem sempre a intenção das pessoas, ou seja, a gente está diante de vários atos no mundo, por que que nós, Eu sei por quê. Eu sei qual é a doença do roteirista, que é onde acontece a intencionalidade, qual é a doença de um roteirista que, quando olha um ato, sempre pensa na pior intencionalidade.

Que doença é essa? A gente pode chamar essa doença no dia a dia, sabe de como? De pessimismo. Só que ela acontece no roteirista por causa de várias outras coisas que acontecem no crítico, já que o que acontece com o roteirista vem do crítico, e o crítico, o juízo que ele faz sobre o café, ele faz sobre o café que o personagem toma no mundo. Ou seja, Santo Inácio de Loyola falava assim, ó, quem olha a intenção do ato de um homem, e sem saber essa intenção pela própria fala do homem, considera a intenção como má, demonstra para si e para o mundo qual é a origem das suas próprias intenções.

Resumindo, quem acusa a intenção do outro, fala de si mesmo que é culpado da sua intenção. Porra, isso pode dar uma maravilha, meu irmão. Cara, isso é de uma densidade do conhecimento de uma personalidade humana. Não é à toa que foi desse cara que a história da igreja aprendeu o pequeno tratado que ele escreveu sobre o discernimento dos espíritos, né? O cara que escreveu as nuances foi... Presta atenção nisso que eu tô falando pra vocês. Toda discussão que existe dentro da igreja católica sobre Imperfeição, aí quando uma imperfeição passa a pecado venial, quando um pecado venial passa a pecado mortal, tudo isso que eu tô falando pra vocês nada mais é do que uma personalidade que comete um ato errado E esse ato, ele vai sendo tomado pelas três pessoas, ou seja, eu cometi um ato no mundo, e eu sei o juízo dos meus atos, e eu sei a intencionalidade, então você vê, quanto mais eu comprometo as três pessoas, a personalidade inteira, mais grave é essa ação.

e obviamente se eu tenho consciência ainda do que eu estou fazendo, eu comprometi a personalidade inteira e a unidade da personalidade, que é a gravidade máxima do comprometimento da personalidade humana com o erro, vocês entenderam isso que eu falei agora? é que a frase de Santo Inácio é muito densa, eu estou aqui destrinchando sobretudo como isso é feito no direito, porque existe a ciência do direito para a gente tentar fazer esse tipo de coisa, é que hoje, eu estou falando isso para vocês de vez em quando, Eu dava mais aulas para juristas, para os juízes, promotores, para uma galera dessas.

Eles ficavam maravilhados com isso que eu estou falando, porque eles chegam a ser juízes federais e não tinham ideia disso. que a gente tá vendo o grau de comprometimento de uma personalidade inteira, e dá pra ver com calma, porque quando eu via com personagem pra eles no palco, dá pra analisar cada participação daquilo que são os poderes e os domínios do personagem num ato. Depois dá pra gente ir pro crítico, que faz os juízos, que usa o intelecto ativo, e dá pra gente ver o grau de comprometimento do crítico em tudo que ele pode usar pra fazer isso.

Depois dá pra gente ir pro roteirista, que é o cara da intenção, da imaginação, da vontade livre. E por fim dá pra ver o quanto a consciência tá ligada e sabe da existência e do ato, e ela tá presente na vida desses três, dessas três pessoas, e eles são comprometidos com isso. Cês entendem? É por isso que quanto mais uma pessoa participa do meio eclesiástico, quanto mais ela sabe, quanto mais ela vive, porra, muito mais ela está comprometida com o erro, e muito mais grave é.

Vocês entendem? Tem coisas que são erros para sacerdotes, e que se você fizer todo dia, nunca é erro para você. Vocês sabiam disso? Tem certas orações que se um sacerdote não fizer, é pecado mortal, é gravíssimo. E se eu não fizer, não é nada. por causa do grau de comprometimento. Tem coisa que, se você não fizer, não é nada, mas, se um pai não fizer por um filho, é gravíssimo. Vocês entendem o que estou falando? Agora, vamos voltar para a pergunta do Marcos, do psiquiatra. Como que um café, se ele for tomado e for oferecido um sacrifício, uma oferta por esse café, como que ele pode interferir?

Primeiro na pessoa que faz isso decisivamente e depois na ordem do mundo. Presta atenção aqui agora então, vamos voltar para o fato, a gente já deu um pulinho no direito, a gente já deu um pulinho na teologia, a gente já deu um pulinho na antropologia para ver a personalidade humana nos graus de comprometimento, agora olha só, eu comprei um bolinho e levei para o quartel, aí eu botei, eu fiz isso, eu fiz isso na Páscoa, eu deixei a caixa de bombom aberta. Aí, eu fiquei lá assim, ó.

Tá lá o fato, né? E eu fiquei sentado lá na minha mesa. Aí foram chegando, as pessoas foram chegando e tal, caramba, como chegou todo mundo. Aí eu levantei e falei, pessoal, preste atenção, hein? O ato não mudou. É o mesmo ato. Eu só peguei a caixa de bombom e botei em cima da mesa. Agora eu vou usar a palavra como uma flecha. Eu vou banhar a personalidade inteira. Eu vou fazer juízos e eu vou dar um roteiro pra esse ato que eu realizei no mundo.

Eu vou falar de uma maneira geral o que vocês chamam no dia a dia de qual é a tua intenção. Então veja, eu cheguei lá perto da caixa de bombom, olhei para o pessoal e falei assim, pessoal, essa caixa de bombom aqui é para vocês, mas em especial o fulano de tal que foi, que é, vamos supor assim, o destaque do mês ou o aniversariante do mês, ele vai ser o primeiro a escolher três bombons da caixa. Prestem atenção nisso que eu vou falar para vocês.

Eu botei a caixa de bombom em cima da mesa e abri para as pessoas pegarem. Mas quando eu dei a intenção, na hora, eu recebi um abraço e lágrimas. E um pequeno discurso agradecendo, falando de obrigações e da história de uma vida e o caramba. Olha o tamanho disso que eu tô falando pra vocês, porra. Eu tô fazendo uma live aqui. Essa live, eu poderia falar pra vocês de qualquer maneira. De qualquer maneira, pra vocês entenderem.

Porra. Mas quando eu sento aqui pra fazer essa live, eu pego essa cruz aqui, aperto na minha mão, e ofereço a caixa de bombom, porra. Eu falo assim pra Jesus, Jesus, vão entrar umas pessoas aqui, e eu queria carregar junto comigo os Teus sacrifícios, pra que a gente pudesse cortar o coração delas com uma intenção, com o mesmo ato, é a mesma caixa de bombom, porra. Eu podia fazer isso de qualquer maneira, vocês entendem? mas quando eu falo o ato, quando eu falo o ato, Deus ouve a minha voz, ah Diego, mas Deus conhece tudo, conhece o teu coração, Ele pode conhecer tudo, pode conhecer o meu coração, mas é óbvio que Ele se alegra quando Ele ouve a minha voz, quando Ele ouve a minha voz, Se a minha esposa faz o aniversário, ou é dia das mães, e eu boto o bolo no mundo, que é o mesmo bolo, ela sabe que hoje é dia das mães, que tá aqui, caramba, mas se eu escrever uma carta, ou se eu falar a palavra, se eu falar a palavra, o ato não muda, é o mesmo ato no mundo, é a mesma louça que vocês vão lavar, é a mesma educação física.

Você viu, domingo, quando eu venho aqui fazer a live de domingo, 9 horas da noite, hoje eu fiz treinamento físico, fiz um dos treinamentos físicos que mais acaba comigo, que é dar tiro de corrida, que às vezes, inclusive, eu vomito fazendo isso. Você vê, quando eu faço isso, eu falo, eu ofereço por vocês, pelo pessoal do Rio Grande do Sul, a minha corrida, cara, Então, para pra pensar na pergunta que me fizeram aí no começo, Diego, como fortalecer a força irascível no coração de vocês, porra?

Porra, se vocês acordam pra correr até vomitar, porra, vocês não vão aguentar fazer isso durante a vida, carregar esse peso, porra. Mas se vocês acordam pra correr e vocês não estão vomitando por causa de uma educação física, vocês estão vomitando por causa da alma de uma pessoa, porra. E a educação física de vocês pode fazer a diferença entre uma pessoa ir para o inferno e ir para o céu. A força irascível de vocês está combatendo pela eternidade de uma pessoa. É assim que o espírito humano vai para a perfeição e se inflama, vocês entendem?

Porra, você não está mais lavando louça. Porque você falou a sua intenção, você entende? Você falou a sua intenção, pega uma cruz, pendura na frente da tua cara, sei lá, o que você faz, porra? Se falassem assim pra você, ó, se você lavar essa louça, eu vou te dar mil reais, que é o fundamento do emprego, não é assim? Você ia falar assim? Não, porra, eu vou fazer, porque agora eu tenho uma motivação, um propósito, sei lá, essas porra toda que vocês gostam de falar aí, que vocês chamam, essas modinha aí que aparece, porra.

Aí o nego fala assim, não, essas coisas aí de oferecer, porra, que barbaquice, porra, de religião. Ele falou, vocês estão de sacanagem, porra. Que isso é porra de religião, meu irmão. Isso só é usado na religião. Porque isso é a perfeição do homem. E tudo que é a perfeição do homem, a religião que quer religar e com Deus, usa pra perfeição divina, vocês entendem? Então tem gente que fala assim do catolicismo, por exemplo. E vocês pegaram umas coisas pagãs pra praticar religião. Porra, vocês tão de sacanagem, meu irmão.

É óbvio que é pra pegar as coisas que tão no mundo pra fazer religião. Vocês entendem? É pra pegar tudo que vocês têm e tem que virar religião com tudo. Então, a gente deveria... fazer tudo falando palavras e sabendo o que a gente está fazendo, e dando intencionalidade todos os dias, todos os dias, pô, você vê, todo santo dia toca o nosso celular aqui, meu celular, seis e meia da tarde, aí a gente para o que está fazendo e começa a oração do terço aqui, vai andando pela casa aqui e vai rezando o terço, caramba, você vê, o que a gente faz?

no início do terço, a gente pega e fala assim, senhor, eu vou passar esse momento aqui na tua companhia, repetindo palavra, ou então, tem que prestar atenção em cada Ave Maria, então a parada é um mantra, você está de sacanagem, meu irmão, vocês nunca ouviram uma música romântica para pensar numa mulher? O cara que tá rezando o terço, ele ouve uma música de fundo, né? Que são ave-marias, você entende? Ele ouve uma música de fundo. Enquanto ele ouve uma música de fundo, ele pensa em você sentado com aquela mulher, né?

Ouvindo, sei lá, Stevie Wonder. A música romântica paraca. Tu tá lá ouvindo, aí tu tá pensando em você e a mulher amada fazendo carinho assim. Caramba, o cara quando tá rezando o terço, ele tá fazendo o quê? Ele tá ouvindo a Vimaria no fundo e ele tá ali nos mistérios dolorosos, né? Debaixo de uma cruz, olhando. Olhando, ele tá ali, igual você pensa quando tá com a mulher. Você entende? Pô, é só isso, meu irmão. Quando vocês tentam entender a religião e vocês não percebem que ela tá completamente impregnada no dia de vocês, porra, a vida de vocês é toda assim, meu irmão.

Eu já expliquei pra vocês. Vocês não conseguem viver outra coisa. A diferença nossa é só a potência dos amores onde a gente emprega as mesmas faculdades da alma, os mesmos poderes, o mesmo olhar. que você pode ficar olhando para um Cristo crucificado e o teu coração mudar completamente por dentro, porque o teu olhar vai se transformando naquilo, é o mesmo poder, o poder de um olho que olha a imagem. Porra, se você passar uma hora fazendo isso e você pegar o mesmo poder, o poder do olhar olhando para pornografia, meu irmão, é o mesmo poder fazendo a mesma coisa.

você se transforma num depravado de um lado, e do outro lado você se transforma num santo, pô. Utilizando o seu olhar, não é diferente. A prática da religião é utilizada com os mesmos poderes e as mesmas potências, pô. Então vocês podem fazer isso. Aquele beijo que um sacerdote, quando chega na missa, ele vai lá no altar, inclusive aquela ali diante do altar, é a única vez, da outra vez eu ensinei para vocês liturgicamente como é que se faz uma vênia leve, que é olhar para o pé, é só olhar para o pé, ele faz a vênia profunda com quem vai participar da liturgia com ele, é só essa vez durante a missa que tem vênia profunda, não é isso?

e só o sacerdote com a equipe litúrgica que faz isso, o que é uma vênia profunda liturgicamente? você se inclina até que você tenha capacidade de encostar a sua mão na ponta do seu joelho, no seu joelho, se você fez isso, você fez uma vênia profunda, aí ele vai lá e beija o altar, e fala as palavras dele para Nosso Senhor como quem está beijando Jesus, você entende? E ele vai ali participar e celebrar a missa, e aí eu já falei para vocês, é a mesma missa que ele vai celebrar, agora, não tem toda a diferença, toda a diferença do mundo, se ele pegar a hoste e levantar assim e baixar e consagrar, e se ele fizer isso aqui com a hoste, Não tem toda a diferença do mundo se ele fizer essas duas coisas.

Se ele se demorar fazendo aquilo. Então prestem atenção, pô. Vocês têm que saber quais são os maiores amores, as maiores presenças de vocês. E saber calcular onde vocês vão se demorar. E pra quem, com que intenção vocês vão fazer aquilo. Vocês entendem? Pessoal, olha só. Eu faço todo dia a mesma coisa, pô. Todo dia a mesma coisa. Rotina é uma maravilha sem tamanho, porra. Rotina é uma maravilha, meu irmão. Todo dia eu faço a mesma coisa. Aí eu falo assim, cara, que vida monótona. Aí eu falo, porra, vida monótona, meu irmão.

Se as suas faculdades, os seus poderes superiores não estiverem funcionando, porra. Porque se você não tiver rotina, Você vai usar o teu intelecto todo dia pra ficar calculando a roupa que você vai vestir, a comida que você vai comer, qual exercício que você vai fazer, aonde que você vai. Meu irmão, isso é a vida de um cachorro, porra. Pensar no que vai comer, onde vai dormir, você entende? a vida do homem, ela tem que estar estabilizada, porra, vocês ficam com essa tara, meu irmão, de melhorar a vida material o tempo todo, o tempo todo, pensando em vida material para melhorar a vida material, meu irmão, vocês deviam estabilizar uma vida material, e não mexer mais, parar de pensar nisso um pouco, porra, porque se vocês aprenderem a rotina, Se vocês lavarem a louça todo dia, sem parar e pensar todo dia, a que horas que eu vou lavar a louça, que sofrimento é isso, caramba, estabiliza isso na tua vida, cara, e você vai poder lavar a louça, e não mais ficar pensando na parte material, finalmente você vai poder.

lavar a louça e fazer o teu plano de vida, ouvir uma formação espiritual, lavar a louça e rezar um terço, lavar a louça e oferecer para Deus, ou seja, você está vivendo a vida propriamente humana, quem está vivendo só a rotina da parte de baixo, está vivendo igual um animal, se você todo dia faz as coisas que você faz, mas não tem intencionalidade, ou seja, você não está fazendo uma oferta, por que que um atleta, consegue fazer sacrifício todo dia, mas o dele tem um limite, é somente até ele alcançar os maiores patamares do esporte que ele pratica até ganhar o prêmio.

Por que o dele tem limite? Por que ele consegue fazer o sacrifício e não vive de qualidade de vida? Porque ele tem uma oferta, ele faz um sacrifício para um prêmio, só que o prêmio dele tá logo ali, então a força irascível dele, a potência da alma dele vai acabar logo ali, quando ele tiver ali em cima ganhando o prêmio, não é isso? Porra, ou seja, se o teu maior prêmio está antes Eu vou atender vocês com depressão profunda depois que vocês alcançarem esse prêmio, porque a força irascível de vocês vai sumir do peito de vocês.

Porra, isso pra mim é claro. falou, isso é a personalidade humana, a alma humana nítida, nítida, essa é a depressão do roteirista, aquele que cumpriu o roteiro nessa terra, às vezes eu vejo gente religiosa falando assim, ai Diego, mas eu estou passando por uma noite escura do espírito, falou, meu irmão, porra nenhuma cara, Noite Escura do Espírito é uma pessoa que chegou num nível de apostolado que se distendeu ao máximo sobre a face dessa terra, pô. É tipo uma amada Tereza de Calcutá, você entende? Que expandiu o apostolado dela até a potência máxima humana nessa terra.

Então ela não sabe mais aonde expandir potência, que é a nossa vocação, você entende? Porra, vocês não podem esquecer o princípio cumulativo que eu falo para vocês do aprendizado, vocês não podem esquecer da presença que domina, então a primeira coisa que vocês têm que pensar o tempo todo para entenderem a vida de vocês, a presença, a presença, aí depois disso, a presença que domina, o domínio, eu tenho que dominar, eu tenho que dominar, eu tenho que dominar, depois, dilui isso, eu tenho que dominar como? Eu tenho que dominar com o crítico conhecendo a verdade, com o roteirista conhecendo o que é bom, com o personagem sabendo o que é belo.

E aí depois disso, com cada faculdade da vida de cada um deles. Então, por exemplo, o crítico, ele vive sob uma terra chamada memória. Como que se domina a memória? O roteirista vive sob uma terra chamada imaginação. Como que se domina a imaginação? O personagem vive sob uma terra chamada corpo físico. Como que se domina o corpo físico? E a gente começa assim, pô. A gente começa assim. Mas vocês não podem esquecer da ordem. Vocês não podem esquecer mais disso. Quando eu falo pra vocês, quando vocês fazem qualquer pergunta pra mim, ou quando eu chego aqui e falo assim, eu tô sem tema, eu sei que quando vocês falarem uma palavra, qualquer palavra, vai brilhar pra mim naquele desenho da personalidade humana, um lugar, vocês entendem?

Vai brilhar num lugar. Aí eu começo a falar daquele brilho até que se ilumine a personalidade inteira. é só isso que eu faço, fazendo passo por passo, então quando vocês fazem uma pergunta para mim assim, tipo a que me fizeram na outra semana, Diego, uma pergunta normal do dia a dia, eu posso deixar o meu filho de castigo sozinho dentro de um quarto? Como é que eu te respondo isso? Eu te respondo pelo que eu acho? Não, eu penso assim, uma criança dentro de um quarto, Vamos lá, presenças, ela está sem presença, sendo que como é que uma criança se orienta completamente na vida, uma criança?

Pelo olhar de um adulto, eu vou dizer para vocês uma coisa sobre isso que eu acabei de falar, a maior tragédia sobre a vida moral desse nosso tempo, presta atenção de novo, a maior tragédia sobre a vida moral desse nosso tempo é que os homens e as mulheres saíram de casa, os homens e as mulheres saíram de casa. Então, quando um filho faz merda, e ele olha para reconhecer o que ele fez, não tem nenhum olhar que encontre com o olhar dele e balance a cabeça, funcionando como a origem da consciência dele, e falando assim, ó, sim, para se aquilo é um ato verdadeiro, bom, belo, do homem, ou não, para se aquilo é um ato ruim, feio, e mentiroso do homem, não ter esse olhar pra uma criança é a maior desgraça da face da terra, pra uma criança, a presença de um adulto que ordena.

Porra, eu tô falando isso pra vocês, baseado nisso, na vida humana, porra, não tá completamente claro que não pode criança ficar sozinha de castigo dentro de quarto, porra? Mas por que a gente não sabe disso? Porque a gente vive de modinha, porra. A gente vive de moda hoje em dia. Aparece uma pessoa aqui que, porra, tem uma porrada de inseguidor. Aí ela fala uma parada. Aí, porra, ela não sabe nada de educação. Ela nem cria o filho dela, porra. Mas como você ama dinheiro e ela é rica e ela tem carrão, aí você fala assim, porra, ela é rica?

Eu sei como é que funciona isso na personalidade e eu já expliquei pra vocês, porra. Não saber que é assim é uma ideologia chamada tecnicismo. Ah, não, vou botar meu filho pra aprender futebol com o Neymar. O seu filho não vai pro Neymar pra aprender futebol. Ele vai pro Neymar pra aprender a ser como o Neymar, pô. Ele vai pintar o cabelo como o Neymar. Entende? Ele vai amar as coisas que o Neymar ama. É assim que são as coisas, pô. Então vocês ficam indo pras pessoas pra fazer as coisas que as pessoas vão fazer?

Não é porque vocês querem criar bem o filho, não, pô. Vocês vão, porque ela é rica, e ela tem os bens materiais que vocês têm, mesmo que ela esteja fazendo um monte de merda, meu irmão, mesmo que ela nem crie os filhos dela, mas você ouve ela, sabe por quê? Porque você ama dinheiro, porra. Mas você nem consciência disso tem, né? Vocês entendem? Vocês nem consciência disso tem, porra. Então veja, galera, Vamos lá, para a gente encerrar aqui. Olha só, vamos juntar os pontos. Por que vocês nem conseguem oferecer as atividades de vocês durante o dia?

A primeira coisa, vocês não são livres. E eu já dei uma aula para vocês sobre isso, consciência e liberdade. Ou seja, quando vocês entram para tomar banho, quando vocês começam a lavar um prato, a consciência de vocês não está ali, porra. Às vezes vocês começam a lavar um prato e vocês estão até reclamando, vocês entendem? Porra, todo dia eu tenho que fazer essa porra aqui. Ou então vocês estão ali doidos pra acabar, vocês não sabem o que vocês estão fazendo, pô. Então se vocês lutassem por isso, se vocês começassem, fossem lavar um prato, e a consciência de vocês fosse forte, e ela estivesse ali antes de vocês começarem a lavar, vocês podiam abraçar a vocação de vocês e falar, porra, eu quero fazer essa porra.

e eu vou fazer e eu te ofereço meu bom Deus, eu te ofereço meu bom Deus pela salvação do mundo, porque eu não nasci para ter prazer nessa vida porra, a gente nasceu para se gastar aqui, vocês não perceberam essa porra, vocês vão ser vítima de lavar um prato porra, vocês são vítima disso porra, Lavar o prato pra nós Fazer educação física pra nós Trabalhar bem pra nós Carregar o filho chorando pra nós Porra, é um lugar que a gente tem Pra abraçar aquilo que faz as pessoas de vítima Pra abraçar aquilo Falar que aquilo é a nossa vocação e ofereceu um serviço.

Meu irmão, porque se vocês sabem pegar o que é drama e tragédia na vida dos outros e na vida de vocês, isso é a organização do mundo para a salvação dos homens, porra! Porra! Vocês estão vivendo como deuses, porra! É isso que a Igreja Católica chamou de santidade? Porra, então a gente tá com medo de que, porra? A gente já pode parar de passar o nosso dia mendigando e tentando calcular prazer, porra? A gente já pode livremente agora começar a abraçar o mais difícil, vocês entendem?

No trabalho de vocês, quando aparecer aquela porra que ninguém quer fazer, vocês podem falar assim, eu quero fazer, aí o nego fala assim, cara, que porra é essa? O cara é maluco. Porra, nego, vai querer saber por que vocês abraçaram o mais difícil? E quando vocês falarem a intenção do coração de vocês, vocês vão rasgar o coração daquela pessoa no meio, porra. Mas vocês querem convencer os outros? Sabe como é que vocês querem converter os outros? Vocês querem converter os outros? Falando palavra bonita e repetindo palestra, né?

Essa porra não dá pra nada, porra. Quando vocês falarem palavras, Sem a oferta espiritual fruto do sacrifício, a palavra de vocês não é nada! Não tem nada na palavra de vocês, porra! Porque, nego, fala, fala, fala e no fundo, no fundo é apaixonado por prazer, por bem material, por amores que vão morrer em breve, porra. O que eu tô falando pra vocês é uma coisa muito simples de perceber se a gente parar um pouco, tentar ter consciência de que vida que a gente tá levando, vocês entendem?

pra gente provar o café quentinho que é o tesão da nossa vida, porra que vai aumentar o entusiasmo na nossa vida até a gente ficar velhinho, porra a gente vai ficar velhinho e a gente vai olhar pros nossos amores e ainda que o nosso corpo não aguente mais porque é velhinho o nosso coração vai se tremer, porra igual a gente viu o coração de São Felipe Neri que nego falava que ouvia o coração dele batendo Se a gente parar com essas babaquizes, porra, de sentar numa cadeira, a cadeira tá incomodando a gente, e a gente pensar assim...

Porra, eu acho que eu tenho que comprar uma cadeira mais confortável. E, enquanto isso, eu conheço sacerdote que fica botando pedra no sapato. para ficar sentindo incômodo, porque quando sente incômodo, acontece como Platão dizia, se eu sinto dor, a minha alma vai para onde está a minha dor, então cada vez que aquela pedra no sapato daquele sacerdote lembra para ele que o pé dele dói, a consciência dele volta, e ele lembra do amor da vida dele, parem de ter medo de abraçar a vocação de vocês com toda a força, com toda a força, de fazer carinho quando vocês receberem a cruz, vocês já viram como é bonito pra cacete, quando Jesus Cristo recebe a cruz no filme da paixão de Cristo, e Ele a carecia, Ele a carecia, Como quem fala assim, porra, chegou a hora do grande amor, porra, chegou a hora, você vê, Santo Afonso de Ligório, num livrinho dele chamado A Oração, ele rezava assim, Senhor, pelo amor de Deus, me manda alguém para eu me sacrificar por uma pessoa, porra, e vocês estão me rezando para quê, porra?

Vamos que vamos. Eu amo vocês. Obrigado pela companhia de sempre. Tamo junto.

Conceitos nesta aula
Série · episódio 33 de 46

Papo Matinal

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